UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO
     CENTRO DE EDUCAÇÃO FÍSICA E DESPORTOS
      COORDENAÇÃO DO COLEGIADO DE CURSO
        LICENCIATURA EM EDUCAÇÃO FÍSICA
             PRÓLICEN – EDUCAÇÃO FÍSICA
               MODALIDADE À DISTÂNCIA


   RAYNNER MARTINHO BARCELOS

                  SAC VI
Oficina de Práticas Corporais Inclusivas
      (Profª Maria aparecida Dias)


        Tutora à Distância: Teresa Penedo
       Tutora Presencial: Mariana Pozzatti


         POLO DE SANTA TERESA
                 2012/1
PLANO

            DE

  INTERVENÇÃO
(Práticas Corporais Inclusivas)
PROJETO DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA
Instituição/escola: Projeto Educarte – “Educação e Arte na Formação de Cidadãos para o
Mundo” (modalidade de Karatê).
Professor: Raynner Martinho Barcelos
Disciplina/componente curricular: Educação Física.
Série: Multi-seriado.
Faixa Etária: 05 a 16 anos.
Sexo: Masculino e Feminino
Turno: Vespertino
Bimestre: Agosto/dezembro de 2011.
Número de alunos: 10 a 20 alunos (média de 15 alunos)
Área: Espaço físico (Quadra Poliesportiva do Ginásio Municipal de Santa Teresa).
Distribuição do tempo: Aulas de 60 minutos.
Número de aulas previstas: 8 aulas (sendo 1 aula por semana).
Avaliação: Acontecerá no transcorrer da unidade com feedbacks aluno/professor e
alunos/alunos.
Tema da unidade: “Abordagem de práticas inclusivas na Educação Física.”
LEGITIMAÇÃO DO TEMA


O referido tema nos remete a uma realidade da educação brasileira, onde a
descriminalização e os pré-conceitos em relação aos seres humanos “com
deficiência” é figura pertinente ao nosso cotidiano não só no ambiente escolar,
como também por todas as classes sociais que compõem a sociedade em que
estamos inseridos. Propor uma abordagem em relação às Práticas Inclusivas nos
remete a grandes reflexões não só didáticas, mas em relação a parâmetros,
concepções, conceitos e aspectos sociais que transformam visões e
comportamentos     sociais,   a   fim   de   minimizar    pensamentos   e   ações
discriminatórias para com os portadores de deficiência.
Portanto, o desenvolvimento deste projeto visa atender a um público (com
deficiência de diferentes tipos: auditivo, visual, síndromes, deficiência físicas e
mentais, etc.) que de certa forma, ainda é encarado e visto com certa indiferença
por parte da sociedade. A promoção das práticas inclusivas no ambiente escolar
(neste caso no Projeto Educarte de Karatê), em geral, pode proporcionar uma
maior interatividade não só com o tema, como também com a realidade vigente
na sociedade, onde os alunos por meio das atividades a serem desenvolvidas
nessa unidade de intervenção, poderão se sociabilizar nessa perspectiva
pedagógica, afim de que possam sofrer alguma transformação social.


Promover vivências compostas de pressupostos didáticos e metodológicos que
busquem uma transformação social dos indivíduos reforça ainda mais um dos
grandes papéis da instituição escola, que é justamente o transformar-se dos
indivíduos.
Buscar transformações a fim de promover uma sociedade mais humanista e
democrática, são ações que devem ser conscientizadas e intencionalizadas não
apenas em cumprir o que rege a constituição por meio de seus diretos e deveres,
como também permitir uma ampla inserção dos indivíduos com deficiência as
nossas ações cotidianas.


Na intenção de nortear conteúdos metodológicos e didáticos para o sistema de
ensino, devemos nos atentar quanto aos seus reais objetivos, pois deve-se buscar
atender as necessidades de todos os sujeitos de forma a promover não apenas a
aprendizagem e desenvolvimento intelectual, social e pessoal deles, mas
também, influenciar a nós mesmos enquanto docentes, pois abordagens feitas
como o tema em questão, nos proporciona uma formação profissional mais
sensível e justa, como também mais humana enquanto cidadãos ativos na
sociedade em que estamos inseridos.
1ª aula   Prévia introdução e abordagem do tema: crianças com deficiência em
          nosso meio. Assim, buscar extrair deles, relatos, casos e ocasionalidades
          em relação ao tema.
2ª aula   “Sentindo na pele um deficiente físico”: Atividade recreativa.
3ª aula   “Jogo da memória utilizando cores e movimentos”: Vivenciar a experiência
          de uma criança com deficiência auditiva.
4ª aula   “O karateka com deficiência”. Através do katá (luta com adversário
          imaginário), eles vivenciarão diversas formas de crianças com deficiência.
5ª aula   “O karateka cego”. Por meio da brincadeira de cobra cega, tentarão
          identificar o colega, base e movimentos estando vendados.
6ª aula   “O karateka Saci-Pererê e pulador de corda”. Eles vivenciarão a
          experiência de ser uma criança com deficiência/inabilidade em uma das
          pernas.
7ª aula   O karateka bicho”. Imitando bichos (animais), eles tentarão encontrar seu
          par.
8ª aula   Aula final. “O karateka mudo” e depois feedback com as experiências,
          críticas e opiniões dos alunos e professor.
1ª AULA
Prévia introdução e abordagem do
tema: crianças com deficiência em nosso
meio. Assim, buscar extrair deles,
relatos, casos e ocasionalidades em
relação ao tema;

Questionário em relação ao tema.
Um diálogo aberto...


Busquei saber o que
 eles pensavam do
tema: INCLUSÃO....
Breve aquecimento
 já introduzindo o
       tema...
2ª AULA


“Sentindo na pele um
deficiente físico”: Atividade
recreativa.
3ª AULA


“Jogo da memória utilizando cores e
movimentos”: Vivenciar a experiência de
uma criança com deficiência auditiva.
4ª AULA

“O   karateka       com     deficiência”.
Através      do     katá    (luta   com
adversário         imaginário),     eles
vivenciarão diversas formas de
crianças com deficiência.
5ª AULA

“O karateka cego”. Por meio da
brincadeira de cobra cega, tentarão
identificar o colega, base e movimentos
estando vendados.
6ª AULA

“O karateka Saci-Pererê e pulador
de corda”. Eles vivenciaram a
experiência de ser uma criança com
deficiência/inabilidade em uma das
pernas.
7ª AULA


O karateka bicho”. Imitando
bichos (animais), eles tentarão
encontrar seu par.
8ª AULA

Aula final. “O karateka mudo” e
depois    feedback     com     as
experiências, críticas e opiniões
dos alunos e professor.
AVALIAÇÃO FINAL DO
                         PROJETO
Considerando aspectos biológicos, cognitivos, sociais, culturais,
motores, dentre outros, vejo que a inserção da proposta de práticas
corporais inclusivas para as aulas de karatê, trouxeram reflexões,
pensamentos e novas propostas de ações de grande relevância aos
alunos e também a mim na figura de professor.

A experiência com o projeto, mobilizou os alunos, levando-os a
pensar, ver e encarar de forma diferente o ser humano “com
deficiência”, possibilitando minimizar ou até mesmo excluir aquele
olhar discriminatório que anteriormente foi visto com eles para com
essas pessoas. Diante do objetvo geral deste projeto, e avaliando os
alunos durante as atividades e no transcorrer de todas as aulas, por
meio de discrussões, diálogo aberto, exposições de opiniões e idéias,
concluo de forma positiva o resultado final e percebo que o mesmo
foi alcançado.
Observar os alunos, refletindo sobre seus questionamentos e relatos após as atividades,
avalio como positivo tanto pelo lado profissional como pessoal também, pois a satisfação
apresentada por eles, foi o combustível para colocar em prática cada aula anteriormente
planejada.

O caráter lúdico dessa proposta de intervenção, interferiu no aspecto motivacional da
turma, onde pais e curiosos que se faziam presentes no ginásio durante as atividades
ficavam atentos, olhando para o palanque onde as atividades ocorriam, e alguns até se
aproximavam do local de nossas atividades, fazendo com que a idéia inclusiva
ultrapassasse os limites do espaço físico e da aula também, por alguns pais me pararam
nas ruas, relatando que seus filhos chegavam em casa eufóricos, as vezes pulando de uma
só perna (tema de algumas de nossas aulas).

Na última aula, sentamos para um feedback final, onde discursamos todo o processo do
Projeto, aquilo que eles viam como interessante, positivo e negativo. Em um diálogo
aberto, abordaram diversos aspectos relevantes no que tange a avaliação do processo:

“Agora a gente pensam muito em ajudar o próximo...”
“As pessoas com deficiência precisam de mais amor e carinho...”
“A aula que mais tivemos medo, foi a que eles ficavam com os olhos vendados, tivemos
muito medo tio, pois a gente não enchergava nada...”
“Gostamos também da aula em que tiveramos que fazer o katá em apenas uma perna
(aula do campo – Saci Pererê”...)
Percebi um desenvolvimento e envolvimento com as atividades de forma satisfatória, o
pensamento democrático e sociabilizante entre eles, vejo como elementos que
evidentemente se construíram no transcorrer das atividades, gerando um saldo qualitativo
não apenas em função do Projeto em si, como também como um engrandecimento pessoal
e social entre deles.


REFERÊNCIAS

MELLO, André da Silva / Comportamento motor / André da Silva Mello. – Vitória: UFES, Núcleo de
Educação Aberta e a Distância, 2010.

MELLO, André da Silva, DAMASCENO, Leonardo Graffius., colaboradores, Bethânia Alvez Costa
Zandomínegue, Marcos Vinícius Klippel e Renata Silva Jorge / Conhecimento e Metodologia do
Ensino do Jogo / Vitória: UFES, Universidade Federal do Espírito Santo, Núcleo de Educação Aberta e a
Distância, 2011.

PASSAMAI, Maria Hermínia Baião, DUARTE, Laura Maria Schneider. / Didática / Vitória: UFES,
Universidade Federal do Espírito Santo, Núcleo de Educação Aberta e a Distância, 2010.

CHICON, José Francisco / Metodologia do ensino da educação física / José Francisco Chicon, Maria
das Graças carvalho Silva de Sá. – Vitória: universidade Federal do Espírito Santo, Núcleo de Educação
Aberta e a Distância, 2010.

Raynner - Minha apresentação no SAC VI - Fev/2012

  • 1.
    UNIVERSIDADE FEDERAL DOESPÍRITO SANTO CENTRO DE EDUCAÇÃO FÍSICA E DESPORTOS COORDENAÇÃO DO COLEGIADO DE CURSO LICENCIATURA EM EDUCAÇÃO FÍSICA PRÓLICEN – EDUCAÇÃO FÍSICA MODALIDADE À DISTÂNCIA RAYNNER MARTINHO BARCELOS SAC VI Oficina de Práticas Corporais Inclusivas (Profª Maria aparecida Dias) Tutora à Distância: Teresa Penedo Tutora Presencial: Mariana Pozzatti POLO DE SANTA TERESA 2012/1
  • 2.
    PLANO DE INTERVENÇÃO (Práticas Corporais Inclusivas)
  • 3.
    PROJETO DE INTERVENÇÃOPEDAGÓGICA Instituição/escola: Projeto Educarte – “Educação e Arte na Formação de Cidadãos para o Mundo” (modalidade de Karatê). Professor: Raynner Martinho Barcelos Disciplina/componente curricular: Educação Física. Série: Multi-seriado. Faixa Etária: 05 a 16 anos. Sexo: Masculino e Feminino Turno: Vespertino Bimestre: Agosto/dezembro de 2011. Número de alunos: 10 a 20 alunos (média de 15 alunos) Área: Espaço físico (Quadra Poliesportiva do Ginásio Municipal de Santa Teresa). Distribuição do tempo: Aulas de 60 minutos. Número de aulas previstas: 8 aulas (sendo 1 aula por semana). Avaliação: Acontecerá no transcorrer da unidade com feedbacks aluno/professor e alunos/alunos. Tema da unidade: “Abordagem de práticas inclusivas na Educação Física.”
  • 4.
    LEGITIMAÇÃO DO TEMA Oreferido tema nos remete a uma realidade da educação brasileira, onde a descriminalização e os pré-conceitos em relação aos seres humanos “com deficiência” é figura pertinente ao nosso cotidiano não só no ambiente escolar, como também por todas as classes sociais que compõem a sociedade em que estamos inseridos. Propor uma abordagem em relação às Práticas Inclusivas nos remete a grandes reflexões não só didáticas, mas em relação a parâmetros, concepções, conceitos e aspectos sociais que transformam visões e comportamentos sociais, a fim de minimizar pensamentos e ações discriminatórias para com os portadores de deficiência.
  • 5.
    Portanto, o desenvolvimentodeste projeto visa atender a um público (com deficiência de diferentes tipos: auditivo, visual, síndromes, deficiência físicas e mentais, etc.) que de certa forma, ainda é encarado e visto com certa indiferença por parte da sociedade. A promoção das práticas inclusivas no ambiente escolar (neste caso no Projeto Educarte de Karatê), em geral, pode proporcionar uma maior interatividade não só com o tema, como também com a realidade vigente na sociedade, onde os alunos por meio das atividades a serem desenvolvidas nessa unidade de intervenção, poderão se sociabilizar nessa perspectiva pedagógica, afim de que possam sofrer alguma transformação social. Promover vivências compostas de pressupostos didáticos e metodológicos que busquem uma transformação social dos indivíduos reforça ainda mais um dos grandes papéis da instituição escola, que é justamente o transformar-se dos indivíduos.
  • 6.
    Buscar transformações afim de promover uma sociedade mais humanista e democrática, são ações que devem ser conscientizadas e intencionalizadas não apenas em cumprir o que rege a constituição por meio de seus diretos e deveres, como também permitir uma ampla inserção dos indivíduos com deficiência as nossas ações cotidianas. Na intenção de nortear conteúdos metodológicos e didáticos para o sistema de ensino, devemos nos atentar quanto aos seus reais objetivos, pois deve-se buscar atender as necessidades de todos os sujeitos de forma a promover não apenas a aprendizagem e desenvolvimento intelectual, social e pessoal deles, mas também, influenciar a nós mesmos enquanto docentes, pois abordagens feitas como o tema em questão, nos proporciona uma formação profissional mais sensível e justa, como também mais humana enquanto cidadãos ativos na sociedade em que estamos inseridos.
  • 7.
    1ª aula Prévia introdução e abordagem do tema: crianças com deficiência em nosso meio. Assim, buscar extrair deles, relatos, casos e ocasionalidades em relação ao tema. 2ª aula “Sentindo na pele um deficiente físico”: Atividade recreativa. 3ª aula “Jogo da memória utilizando cores e movimentos”: Vivenciar a experiência de uma criança com deficiência auditiva. 4ª aula “O karateka com deficiência”. Através do katá (luta com adversário imaginário), eles vivenciarão diversas formas de crianças com deficiência. 5ª aula “O karateka cego”. Por meio da brincadeira de cobra cega, tentarão identificar o colega, base e movimentos estando vendados. 6ª aula “O karateka Saci-Pererê e pulador de corda”. Eles vivenciarão a experiência de ser uma criança com deficiência/inabilidade em uma das pernas. 7ª aula O karateka bicho”. Imitando bichos (animais), eles tentarão encontrar seu par. 8ª aula Aula final. “O karateka mudo” e depois feedback com as experiências, críticas e opiniões dos alunos e professor.
  • 8.
    1ª AULA Prévia introduçãoe abordagem do tema: crianças com deficiência em nosso meio. Assim, buscar extrair deles, relatos, casos e ocasionalidades em relação ao tema; Questionário em relação ao tema.
  • 10.
    Um diálogo aberto... Busqueisaber o que eles pensavam do tema: INCLUSÃO....
  • 12.
    Breve aquecimento jáintroduzindo o tema...
  • 14.
    2ª AULA “Sentindo napele um deficiente físico”: Atividade recreativa.
  • 18.
    3ª AULA “Jogo damemória utilizando cores e movimentos”: Vivenciar a experiência de uma criança com deficiência auditiva.
  • 21.
    4ª AULA “O karateka com deficiência”. Através do katá (luta com adversário imaginário), eles vivenciarão diversas formas de crianças com deficiência.
  • 24.
    5ª AULA “O karatekacego”. Por meio da brincadeira de cobra cega, tentarão identificar o colega, base e movimentos estando vendados.
  • 28.
    6ª AULA “O karatekaSaci-Pererê e pulador de corda”. Eles vivenciaram a experiência de ser uma criança com deficiência/inabilidade em uma das pernas.
  • 31.
    7ª AULA O karatekabicho”. Imitando bichos (animais), eles tentarão encontrar seu par.
  • 34.
    8ª AULA Aula final.“O karateka mudo” e depois feedback com as experiências, críticas e opiniões dos alunos e professor.
  • 37.
    AVALIAÇÃO FINAL DO PROJETO Considerando aspectos biológicos, cognitivos, sociais, culturais, motores, dentre outros, vejo que a inserção da proposta de práticas corporais inclusivas para as aulas de karatê, trouxeram reflexões, pensamentos e novas propostas de ações de grande relevância aos alunos e também a mim na figura de professor. A experiência com o projeto, mobilizou os alunos, levando-os a pensar, ver e encarar de forma diferente o ser humano “com deficiência”, possibilitando minimizar ou até mesmo excluir aquele olhar discriminatório que anteriormente foi visto com eles para com essas pessoas. Diante do objetvo geral deste projeto, e avaliando os alunos durante as atividades e no transcorrer de todas as aulas, por meio de discrussões, diálogo aberto, exposições de opiniões e idéias, concluo de forma positiva o resultado final e percebo que o mesmo foi alcançado.
  • 38.
    Observar os alunos,refletindo sobre seus questionamentos e relatos após as atividades, avalio como positivo tanto pelo lado profissional como pessoal também, pois a satisfação apresentada por eles, foi o combustível para colocar em prática cada aula anteriormente planejada. O caráter lúdico dessa proposta de intervenção, interferiu no aspecto motivacional da turma, onde pais e curiosos que se faziam presentes no ginásio durante as atividades ficavam atentos, olhando para o palanque onde as atividades ocorriam, e alguns até se aproximavam do local de nossas atividades, fazendo com que a idéia inclusiva ultrapassasse os limites do espaço físico e da aula também, por alguns pais me pararam nas ruas, relatando que seus filhos chegavam em casa eufóricos, as vezes pulando de uma só perna (tema de algumas de nossas aulas). Na última aula, sentamos para um feedback final, onde discursamos todo o processo do Projeto, aquilo que eles viam como interessante, positivo e negativo. Em um diálogo aberto, abordaram diversos aspectos relevantes no que tange a avaliação do processo: “Agora a gente pensam muito em ajudar o próximo...” “As pessoas com deficiência precisam de mais amor e carinho...” “A aula que mais tivemos medo, foi a que eles ficavam com os olhos vendados, tivemos muito medo tio, pois a gente não enchergava nada...” “Gostamos também da aula em que tiveramos que fazer o katá em apenas uma perna (aula do campo – Saci Pererê”...)
  • 39.
    Percebi um desenvolvimentoe envolvimento com as atividades de forma satisfatória, o pensamento democrático e sociabilizante entre eles, vejo como elementos que evidentemente se construíram no transcorrer das atividades, gerando um saldo qualitativo não apenas em função do Projeto em si, como também como um engrandecimento pessoal e social entre deles. REFERÊNCIAS MELLO, André da Silva / Comportamento motor / André da Silva Mello. – Vitória: UFES, Núcleo de Educação Aberta e a Distância, 2010. MELLO, André da Silva, DAMASCENO, Leonardo Graffius., colaboradores, Bethânia Alvez Costa Zandomínegue, Marcos Vinícius Klippel e Renata Silva Jorge / Conhecimento e Metodologia do Ensino do Jogo / Vitória: UFES, Universidade Federal do Espírito Santo, Núcleo de Educação Aberta e a Distância, 2011. PASSAMAI, Maria Hermínia Baião, DUARTE, Laura Maria Schneider. / Didática / Vitória: UFES, Universidade Federal do Espírito Santo, Núcleo de Educação Aberta e a Distância, 2010. CHICON, José Francisco / Metodologia do ensino da educação física / José Francisco Chicon, Maria das Graças carvalho Silva de Sá. – Vitória: universidade Federal do Espírito Santo, Núcleo de Educação Aberta e a Distância, 2010.