O documento descreve a situação econômica e social de Portugal nos anos 1950 e 1960, quando 40% da população ativa trabalhava no setor primário e houve uma grande vaga de emigração devido à pobreza. Apesar da industrialização ter crescido com os Planos de Fomento, a urbanização intensa causou problemas nas cidades litorâneas. As colônias portuguesas tornaram-se mais importantes economicamente nesse período.