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Salazar e o Estado Novo António de Oliveira Salazar nasceu em 1889, em Santa Comba Dão. Inicialmente estuda num Seminário em Viseu para padre, mas acaba por se licenciar em  Economia Política  em  Coimbra. É afastado do governo em 1968 por motivo de doença, sendo substituído por Marcelo Caetano.  Acabaria por falecer em Lisboa, a 27 de Julho de 1970
 
Salazar “Salvador da Pátria” Através de uma política de austeridade, Salazar conseguiu reorganizar as  finanças do país. A resolução da crise financeira conferiu-lhe um grande prestígio, passando a ser considerado como o  “Salvador da Pátria”
A Constituição de 1933 A Constituição de 1933 põe fim à Ditadura Militar e inaugura o período a que Salazar vai chamar de “Estado Novo”. Inspirada em algumas Constituições democráticas ela também terá princípios democráticos: Eleições por sufrágio directo e universal; Reconhece os direitos e liberdades individuais. O seu carácter antidemocrático revela-se quando: Os direitos democráticos existem mas ficam sujeitos aos “interesses da Nação” Salazar concentra em si todos os poderes não respeitando a Constituição: O Presidente do Conselho é mais importante que o Presidente da República; A Assembleia Nacional se limitava a aprovar as leis do Governo e; Não havia liberdades individuais
Os princípios do Estado Novo Partido Único União Nacional Criada em 1930, a União Nacional comportou-se como um partido único, já que nunca admitiu qualquer forma de entendimento com a oposição.  A sua criação teve o intuito de fazer a transição entre a Ditadura Militar e o que viria a ser o Estado Novo. Com uma forte e estreita ligação ao governo, a sua acção sempre foi controlada pelo Presidente do Conselho. Cartaz de propaganda eleitoral durante o Estado Novo
Os princípios do Estado Novo Nacionalismo Certas épocas e figuras da história pátria foram exaltadas, com vista a encher de orgulho os portugueses. Corporativismo   Toda a vida económica e social do país foi organizada em corporações.  O corporativismo estabelecia um maior controlo do Estado sobre as actividades económicas e dificultava a existência dos Sindicatos.
Os princípios do Estado Novo Culto do Chefe O culto a Salazar nunca assumiu as proporções existentes na Itália ou na Alemanha embora se tivesse inspirado neles No entanto, Salazar controlava a vida política do país; o Presidente da República era a penas uma figura simbólica e a Assembleia Nacional era constituída por deputados submissos aio regime. Fomentou-se o culto a Salazar, considerado o “Salvador da Pátria”
Os princípios do Estado Novo Colonialismo “ Entre as características dominantes do nosso nacionalismo, e que bem o distingue de todos os outros adoptados pelos regimes autoritários da Europa, está a potencialidade colonial dos Portugueses, não improvisada em tempos recentes, mas radicada pelos séculos na alma da Nação” Oliveira Salazar Uma política nacionalista a vários níveis ,marcada pela máxima "Estamos orgulhosamente sós". O Acto Colonial de 1930 reafirmou as ideias imperialistas que faziam da defesa do Império a defesa da Nação.
Os princípios do Estado Novo Autarcia A política económica do Estado Novo assentou, como nos outros regimes autoritários europeus, numa forte intervenção do estado e numa atitude proteccionista. Na agricultura – campanhas de trigo Na Indústria – são implementadas. barreiras alfandegárias que encarecem os produtos estrangeiros. Para diminuir o desemprego – lança-se uma política de obras públicas – Vias de comunicação e edifícios públicos.
Suportes do Estado Novo Polícia Política A  polícia política  começou por se chamar  Polícia de Vigilância do Estado (PVDE),  mais tarde em 1945, tomou a designação de  Polícia Internacional de Defesa do Estado (PIDE).  Já no tempo de Marcelo Caetano mudará o nome para  PIDE/DGS (Direcção-Geral de Segurança) Os métodos utilizados pela polícia política passavam pela perseguição, tortura física e psicológica, em muitos caos até à morte, e prisão dos opositores ao regime.
Suportes do Estado Novo Censura A censura foi instituída em 1926, sendo então apenas aplicada à imprensa. Gradualmente foi-se estendendo aos outros meios de comunicação e a todas as formas de cultura, como o teatro, o cinema e a literatura.
Suportes do Estado Novo Secretariado da Propaganda Nacional O Secretariado de Propaganda Nacional tinha por função divulgar e promover as ideias do regime. Este organismo publicava cartazes que eram divulgados por todo o país, organizava concursos e exposições. Fazia por todo o lado propaganda dos empreendimentos levados a cabo pelo regime, como pontes, barragens, bairros populares, escolas e até fontanários.
Suportes do Estado Novo Controlo político e ideológico Legião Portuguesa Milícia paramilitar formada por voluntários adultos e criada para participar na cruzada “antibolchevista”. O apoio às forças fascistas na Guerra Civil espanhola foi também um dos seus objectivos. Mocidade Portuguesa Destinava-se a enquadrar a juventude, escolarizada ou não. Era também uma organização paramilitar  e pretendia ser um complemento na formação dos jovens, dando-lhes doutrinação religiosa e política ao mesmo tempo que promovia actividades próximas ao escutismo. Seguia um modelo claramente fascista.
Suportes do Estado Novo Controlo político e ideológico A  Igreja  e o  Estado  caminhavam lado a lado. Com uma ideologia marcadamente conservadora, o Estado Novo orientava-se segundo os princípios consagrados pela tradição:  Deus,  Pátria,  Família, Autoridade, Hierarquia, Moralidade, Paz Social e; Austeridade. A Educação O ensino em Portugal era completamente controlado pelo Estado, através de um livro único para todo o país, os alunos iam assimilando a ideologia do Estado Novo.

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Salazar e o Estado Novo

  • 1. Salazar e o Estado Novo António de Oliveira Salazar nasceu em 1889, em Santa Comba Dão. Inicialmente estuda num Seminário em Viseu para padre, mas acaba por se licenciar em Economia Política em Coimbra. É afastado do governo em 1968 por motivo de doença, sendo substituído por Marcelo Caetano. Acabaria por falecer em Lisboa, a 27 de Julho de 1970
  • 2.  
  • 3. Salazar “Salvador da Pátria” Através de uma política de austeridade, Salazar conseguiu reorganizar as finanças do país. A resolução da crise financeira conferiu-lhe um grande prestígio, passando a ser considerado como o “Salvador da Pátria”
  • 4. A Constituição de 1933 A Constituição de 1933 põe fim à Ditadura Militar e inaugura o período a que Salazar vai chamar de “Estado Novo”. Inspirada em algumas Constituições democráticas ela também terá princípios democráticos: Eleições por sufrágio directo e universal; Reconhece os direitos e liberdades individuais. O seu carácter antidemocrático revela-se quando: Os direitos democráticos existem mas ficam sujeitos aos “interesses da Nação” Salazar concentra em si todos os poderes não respeitando a Constituição: O Presidente do Conselho é mais importante que o Presidente da República; A Assembleia Nacional se limitava a aprovar as leis do Governo e; Não havia liberdades individuais
  • 5. Os princípios do Estado Novo Partido Único União Nacional Criada em 1930, a União Nacional comportou-se como um partido único, já que nunca admitiu qualquer forma de entendimento com a oposição. A sua criação teve o intuito de fazer a transição entre a Ditadura Militar e o que viria a ser o Estado Novo. Com uma forte e estreita ligação ao governo, a sua acção sempre foi controlada pelo Presidente do Conselho. Cartaz de propaganda eleitoral durante o Estado Novo
  • 6. Os princípios do Estado Novo Nacionalismo Certas épocas e figuras da história pátria foram exaltadas, com vista a encher de orgulho os portugueses. Corporativismo Toda a vida económica e social do país foi organizada em corporações. O corporativismo estabelecia um maior controlo do Estado sobre as actividades económicas e dificultava a existência dos Sindicatos.
  • 7. Os princípios do Estado Novo Culto do Chefe O culto a Salazar nunca assumiu as proporções existentes na Itália ou na Alemanha embora se tivesse inspirado neles No entanto, Salazar controlava a vida política do país; o Presidente da República era a penas uma figura simbólica e a Assembleia Nacional era constituída por deputados submissos aio regime. Fomentou-se o culto a Salazar, considerado o “Salvador da Pátria”
  • 8. Os princípios do Estado Novo Colonialismo “ Entre as características dominantes do nosso nacionalismo, e que bem o distingue de todos os outros adoptados pelos regimes autoritários da Europa, está a potencialidade colonial dos Portugueses, não improvisada em tempos recentes, mas radicada pelos séculos na alma da Nação” Oliveira Salazar Uma política nacionalista a vários níveis ,marcada pela máxima "Estamos orgulhosamente sós". O Acto Colonial de 1930 reafirmou as ideias imperialistas que faziam da defesa do Império a defesa da Nação.
  • 9. Os princípios do Estado Novo Autarcia A política económica do Estado Novo assentou, como nos outros regimes autoritários europeus, numa forte intervenção do estado e numa atitude proteccionista. Na agricultura – campanhas de trigo Na Indústria – são implementadas. barreiras alfandegárias que encarecem os produtos estrangeiros. Para diminuir o desemprego – lança-se uma política de obras públicas – Vias de comunicação e edifícios públicos.
  • 10. Suportes do Estado Novo Polícia Política A polícia política começou por se chamar Polícia de Vigilância do Estado (PVDE), mais tarde em 1945, tomou a designação de Polícia Internacional de Defesa do Estado (PIDE). Já no tempo de Marcelo Caetano mudará o nome para PIDE/DGS (Direcção-Geral de Segurança) Os métodos utilizados pela polícia política passavam pela perseguição, tortura física e psicológica, em muitos caos até à morte, e prisão dos opositores ao regime.
  • 11. Suportes do Estado Novo Censura A censura foi instituída em 1926, sendo então apenas aplicada à imprensa. Gradualmente foi-se estendendo aos outros meios de comunicação e a todas as formas de cultura, como o teatro, o cinema e a literatura.
  • 12. Suportes do Estado Novo Secretariado da Propaganda Nacional O Secretariado de Propaganda Nacional tinha por função divulgar e promover as ideias do regime. Este organismo publicava cartazes que eram divulgados por todo o país, organizava concursos e exposições. Fazia por todo o lado propaganda dos empreendimentos levados a cabo pelo regime, como pontes, barragens, bairros populares, escolas e até fontanários.
  • 13. Suportes do Estado Novo Controlo político e ideológico Legião Portuguesa Milícia paramilitar formada por voluntários adultos e criada para participar na cruzada “antibolchevista”. O apoio às forças fascistas na Guerra Civil espanhola foi também um dos seus objectivos. Mocidade Portuguesa Destinava-se a enquadrar a juventude, escolarizada ou não. Era também uma organização paramilitar e pretendia ser um complemento na formação dos jovens, dando-lhes doutrinação religiosa e política ao mesmo tempo que promovia actividades próximas ao escutismo. Seguia um modelo claramente fascista.
  • 14. Suportes do Estado Novo Controlo político e ideológico A Igreja e o Estado caminhavam lado a lado. Com uma ideologia marcadamente conservadora, o Estado Novo orientava-se segundo os princípios consagrados pela tradição: Deus, Pátria, Família, Autoridade, Hierarquia, Moralidade, Paz Social e; Austeridade. A Educação O ensino em Portugal era completamente controlado pelo Estado, através de um livro único para todo o país, os alunos iam assimilando a ideologia do Estado Novo.