SlideShare uma empresa Scribd logo
Luiz Agner Orientação:  Anamaria de Moraes (DSc) PUC-Rio (novembro 2007) Arquitetura de Informação  e Governo Eletrônico Diálogo Cidadãos-Estado  na World Wide Web,  Estudo de Caso e Avaliação Ergonômica de Usabilidade  de Interfaces  Humano-Computador
Introdução O trabalho - analisa aspectos do diálogo cidadãos-Estado na World Wide Web, considera a configuração dos meios técnicos de comunicação interativa disponibilizados pela web e a otimização deste processo pelos profissionais de Design, Arquitetura de Informação e Ergonomia.
Introdução O objeto de estudo é a usabilidade e a Arquitetura de Informação do portal IBGE –  um portal informacional emblemático de serviços de governo eletrônico (e-Gov) no Brasil.
Introdução Sucesso: Prêmios Ibest Dez milhões de usuários (2005)
Introdução O portal IBGE disponibiliza grande quantidade de dados estatísticos, socioeconômicos, geocientíficos e ecológicos,  servem como embasamento para políticas e ações sociais do Estado  pautam o seu diálogo com a sociedade civil.
Introdução Utilização por: Empresas Pesquisadores Jornalistas Estudantes Poder público federal estadual municipal Sociedade civil Organismos  internacionais
Introdução A tese analisa os pontos fortes e fracos da sua Arquitetura de Informação,  considera o objetivo de disseminar informações para toda a sociedade, com amplo acesso dos cidadãos.
Introdução Contexto Usuários Conteúdo ROSENFELD e MORVILLE
Introdução Contexto Usuários Conteúdo ROSENFELD e MORVILLE Objetivos da organização, políticas, cultura, tecnologia e recursos humanos
Introdução Contexto Usuários Conteúdo ROSENFELD e MORVILLE Objetivos da organização, políticas, cultura, tecnologia e recursos humanos Documentos, formatos/tipos, objetos, metadados, estrutura existente
Introdução Contexto Usuários Conteúdo ROSENFELD e MORVILLE Objetivos da organização, políticas, cultura, tecnologia e recursos humanos Audiências, tarefas, necessidades, comportamento de busca de informação, experiência, vocabulário Documentos, formatos/tipos, objetos, metadados, estrutura existente
Governo eletrônico Movimento que tem manifestações em diversos países.  Se formalizou em janeiro de 1999, quando Al Gore, então vice-presidente dos EUA, abriu o  I Fórum Global sobre Reinvenção do Governo,  com a presença de 45 países.
Governo eletrônico Significa muito mais do que a idéia de um governo informatizado.  Trata-se de um Estado aberto e ágil para atender às necessidades da sociedade.  Envolve utilizar tecnologias de informação e comunicação para ampliar a cidadania, a transparência e a participação dos cidadãos.
Governo eletrônico É o conjunto de serviços e de acesso a informações que o governo oferece aos diferentes atores da sociedade civil por meios eletrônicos.  No Brasil, os desafios passam por duas grandes frentes:  a criação de uma base infra-estrutural de inserção para todos os atores sociais e  a realização de transformações na estrutura burocrática do Estado  ( Ferrer)
Governo eletrônico Papéis do e-Gov: promotor da cidadania:  instrumento de mudança das organizações públicas.  promover a disseminação da tecnologia de informação (inclusão digital). disseminação de práticas de Gestão do Conhecimento.
Arquitetura de informação Novas tecnologias de informação estão sendo introduzidas com grande impacto sobre o modo como trabalhamos, aprendemos e nos comportamos.  Em vez de melhorar as nossas vidas, elas estão complicando e tornando-as caóticas.  Não é surpreendente a emergência de uma nova profissão para lidar com essas questões – a AI.
Arquitetura de informação
Arquitetura de informação (MACEDO, 2005)
Arquitetura de informação Ciência da Informação : - A disciplina que investiga as propriedades e o comportamento da informação, as forças que governam o fluxo da informação e os meios de processamento da informação para a sua ótima acessibilidade e usabilidade.  (BORKO, 1968).
Arquitetura de informação Cadeia  da compreensão
Arquitetura de informação A informação está sendo produzida em um ritmo que excede as habilidades humanas para encontrá-la, revisá-la e compreendê-la. A era da informação é uma explosão da “não-informação” – uma explosão de dados.  O “buraco negro” existente entre dados e informação levou à  epidemia  batizada pelo autor de ansiedade de informação  (Wurman).
Arquitetura de informação Ansiedade de informação (Wurman). A crise contemporânea é a de como transformar informação em conhecimento.  Mais informação deveria representar mais oportunidades para aumentar a compreensão do mundo, mas não é o que ocorre na prática.  A explosão de informações funciona como uma espécie de cortina de fumaça.
Método e técnicas Objetivo geral   Contribuir para o aprimoramento do portal IBGE e  do e-Gov, levando em consideração questões práticas relacionadas à Usabilidade e à Arquitetura de Informação.
Método e técnicas Objeto  A usabilidade e a Arquitetura de Informação do portal de disseminação de informações do IBGE na World Wide Web com ênfase no seu  usuário  e em contraste com os conceitos gerais que orientam os programas de e-Gov.
Método e técnicas Problema   Os usuários do portal têm dificuldades em encontrar as informações disponibilizadas. Isto se configura num problema de usabilidade de interfaces e de Arquitetura de Informação.
Método e técnicas Hipótese Devido a sua alta complexidade informacional, a Arquitetura de Informação do portal IBGE não espelha as expectativas dos usuários.  Isto dificulta o acesso de pesquisadores e de cidadãos comuns, que não conhecem previamente a estrutura de produção e divulgação das pesquisas do IBGE.
Método e técnicas Método Método qualitativo Técnicas Entrevistas de história oral Avaliações assistemáticas Testes de usabilidade em campo.
Método e técnicas História oral Entrevistas com pessoas que participaram de acontecimentos, conjunturas e visões de mundo.  Permite recuperar o que não encontramos documentado; amplia o conhecimento através do estudo de experiências particulares;  Entrevistados estão entre os que participaram, viveram, presenciaram ou se inteiraram de ocorrências e que possam fornecer depoimentos significativos.
Método e técnicas Objetivos da história oral Informações sobre os canais do portal IBGE, públicos-alvo, tecnologias, conteúdos e formatos e um pouco da história de sua elaboração –  segundo as palavras, recordações e visões dos profissionais que participaram de sua criação, produção e gestão.
Método e técnicas 16 entrevistas  (2004 – 2007).   Técnicos (analistas de sistema) Conteudistas (jornalistas, publicitários) Designers de web Gerentes/gestores Profissionais de atendimento ao usuário
Método e técnicas Teste de usabilidade É um processo empírico de aprender a partir dos usuários, sobre a usabilidade de um produto, observando-os durante a sua utilização.  Registrados em vídeo ou em áudio, usuários interagem com o sistema, em condições controladas, para checar o sucesso das interfaces, observando dados comportamentais. (RUBIN, 1994; DUMAS & REDISH, 1994; BARNUM, 2002).
Método e técnicas Teste de campo o pesquisador vai ao usuário em vez de convidá-lo a vir até ele;  o pesquisador observa o ambiente real onde o usuário trabalha ou vive;  o pesquisador observa o usuário com todas as interrupções e distrações do ambiente.
Método e técnicas Cenário   “Você está realizando uma pesquisa para o seu curso de pós-graduação (mestrado ou doutorado). A sua pesquisa envolverá o estudo do comportamento de consumo da população idosa no Brasil.  Para completar a redação do capítulo inicial, você deverá incluir alguns dados demográficos atuais sobre a distribuição da população idosa no País”.
Método e técnicas Tarefa 1   “ A partir da home page do portal IBGE, identifique em que estado do Brasil reside a maior concentração de pessoas idosas (com mais de 60 anos).  Aponte o número atual, em termos absolutos.”
Método e técnicas Tarefa 2   “ A partir da home page do portal IBGE, descubra em que bairro da cidade de Recife reside a maior concentração de cidadãos da terceira idade.  Aponte o número atual, em termos absolutos.”
Método e técnicas Laboratório portátil Notebook  Pentium 4  com Windows XP. Navegador Internet Explorer 6. Webcam. Mouse. Headphone  e microfone de cabeça. Software  de captura de telas Camtasia 3. Câmera digital  com cartão de memória  Gravador analógico de áudio  Acesso sem fios   à Internet  Questionários e documentação impressos
Método e técnicas Laboratório portátil Notebook  Pentium 4  com Windows XP. Navegador Internet Explorer 6. Webcam. Mouse. Headphone  e microfone de cabeça. Software  de captura de telas Camtasia 3. Câmera digital  com cartão de memória  Gravador analógico de áudio  Acesso sem fios   à Internet  Questionários e documentação impressos
Método e técnicas Laboratório portátil Notebook  Pentium 4  com Windows XP. Navegador Internet Explorer 6. Webcam. Mouse. Headphone  e microfone de cabeça. Software  de captura de telas Camtasia 3. Câmera digital  com cartão de memória  Gravador analógico de áudio  Acesso sem fios   à Internet  Questionários e documentação impressos
Método e técnicas Documentos auxiliares Questionário   pré-teste  para definir o perfil dos participantes; Questionário pós-teste  para aplicação após o teste; Declaração de ciência e autorização  consentimento para gravações e sua utilização e outras informações.
Método e técnicas Protocolos de  verbalização: Concorrente Retrospectivo
Resultados: história oral A partir da análise das entrevistas, foi identificado o consenso de que as informações disponibilizadas pelo IBGE interessam a todos os setores da sociedade brasileira e a eles se destina.  Desse modo, têm como público-alvo a sociedade vista como a totalidade dos seus cidadãos.  “ Do estudante de ensino fundamental ao presidente da República”.
Resultados: história oral
Resultados: história oral
Resultados: história oral
Resultados: história oral
Resultados: história oral
Resultados: história oral
Resultados: testes de campo 24 pesquisadores acadêmicos  (pós-graduação) de diversas instituições. Perfil dos avaliadores
Resultados: testes de campo Perfil dos avaliadores
Resultados: testes de campo Perfil dos avaliadores
Resultados: testes de campo Perfil dos avaliadores
Resultados: testes de campo Perfil dos avaliadores
Resultados: testes de campo Perfil dos avaliadores
Resultados: testes de campo Perfil dos avaliadores
Resultados: testes de campo Perfil dos avaliadores
Resultados: testes de campo Perfil dos avaliadores
Resultados: testes de campo Perfil dos avaliadores
Resultados: testes de campo Perfil dos avaliadores
Resultados: testes de campo Perfil dos avaliadores
Resultados: testes de campo Perfil dos avaliadores
Resultados: testes de campo Perfil dos avaliadores
Resultados: testes de campo
Resultados: testes de campo
Resultados: testes de campo
Resultados: testes de campo
Resultados: testes de campo A experiência dos usuários A maioria dos participantes relatou uma experiência de frustração, desorientação ou dificuldade: “ Me senti muito confusa, muito perdida” (participante 8). “ Em cada opção que eu entrava, eu ficava um pouco perdido, porque não encontrava ali respostas claras” (participante 6). “ Eu fiquei completamente perdido. (...) Uma frustração total” (participante 23).
Resultados: testes de campo
Resultados: testes de campo
Resultados: testes de campo
Resultados: testes de campo
Resultados: testes de campo
Resultados: testes de campo
Resultados: testes de campo Os problemas relacionam-se à ineficiência dos mecanismos de busca, à taxonomia aparentemente ilógica ou incompleta, à falta de clareza dos rótulos e  links , e aos problemas de redação – todos problemas típicos de Arquitetura de Informação.
Análise dos dados, checklist e heurísticas Problemas de usabilidade e outras observações - Usuário despende cerca de um minuto e meio para analisar o menu da home page e fazer a sua primeira escolha. - Navegar sobre um mesmo tema leva à abertura de novas janelas do navegador. - Ícones para acesso à continuação das tabelas estão pouco visíveis e abaixo da linha de  scroll . Exibir lista completa
Análise dos dados, checklist e heurísticas Problema que pode até ser importante, mas não é estritamente considerado um problema de usabilidade. Outros 5 Problema localizado ou menor; pode ser objeto de futuro aprimoramento. Menor 4 Gera um impacto moderado na usabilidade. Médio 3 Problema que gera uma significativa demora ou frustração. Maior 2 Problema que impede a realização das tarefas e que precisa ser urgentemente corrigido. Emergencial 1 Descrição Grau de severidade
Análise dos dados, checklist e heurísticas A extensa relação de problemas e de eventos de usabilidade observados foi submetida a um processo de classificação com abordagem do tipo  bottom-up , com embasamento conceitual nos critérios heurísticos de NIELSEN (2007), BASTIEN e SCAPIN (1993) e ROSENFELD (2007). Os itens foram agrupados de modo a refletir com clareza e precisão os problemas de usabilidade e de Arquitetura encontrados no estudo de caso.
Análise dos dados, checklist e heurísticas Jakob Nielsen:  A liberdade de considerar heurísticas específicas que se aplicam a classes de produtos ou sistemas específicos.   Critérios heurísticos do IBGE .
Heurísticas do IBGE Navegabilidade  Redução da carga de trabalho  Compatibilidade com o modelo mental do usuário  Liberdade e controle do usuário  Homogeneidade e coerência  Prevenção de erros  Adaptabilidade e flexibilidade  Atenção em áreas específicas  Voltar
Análise dos dados, checklist e heurísticas C heck   list   - instrumento projetual para orientar redesenhos, correções, acréscimos ou atualizações.  O  check   list   foi submetido à validação junto à equipe de designers e profissionais responsáveis pelo portal IBGE.
Análise dos dados, checklist e heurísticas 30 anos, designer do portal IBGE, graduação em desenho industrial, e especialização em animação. 5 36 anos, designer do portal IBGE, graduação em desenho industrial e especialização em design de interfaces. 4 33 anos, designer do portal IBGE, graduação em desenho industrial e especialização em jogos de computador. 3 39 anos, analista do portal IBGE, graduação em análise de sistemas, especialização em marketing. Cursa mestrado em ciência da informação. 2 29 anos, designer do portal IBGE, graduação em desenho industrial e especialização em projeto e gerência de sistemas. 1 Perfil dos avaliadores do IBGE
Análise dos dados, checklist e heurísticas
Análise dos dados, checklist e heurísticas
Análise dos dados, checklist e heurísticas
Análise dos dados, checklist e heurísticas
Análise dos dados, checklist e heurísticas
Análise dos dados, checklist e heurísticas
Análise dos dados, checklist e heurísticas
Análise dos dados, checklist e heurísticas
Análise dos dados, checklist e heurísticas
Análise dos dados, checklist e heurísticas - “Infelizmente conhecemos muito pouco do nosso usuário. Acredito que o site do IBGE precisa ser reestruturado levando em consideração boa parte das aplicabilidades propostas no estudo.” Avaliador do IBGE 1
Análise dos dados, checklist e heurísticas - “Acho que são pertinentes e servem bem para avaliarmos a condição do portal perante os usuários. Há muitos problemas, sabemos, e é muito importante que haja pesquisas nesta direção. E se há uma coisa que acrescento é que, de fato, pouco fazemos para conhecer de verdade o nosso usuário...” Avaliador do IBGE 2
Análise dos dados, checklist e heurísticas - “Acredito que este  check list  tem seu valor em apontar muitas questões conceituais que deveriam ter influência no desenvolvimento da interface do portal e não estão sendo atualmente considerados.” Avaliador do IBGE 3
Conclusões para o IBGE As questões relacionadas à Arquitetura de Informação e à usabilidade não são sistematicamente consideradas, dentro do processo de trabalho da equipe do IBGE.  Estas disciplinas do Design não estão presentes em meio às atribuições cotidianas da equipe de designers, que se concentram na parte técnica.
Conclusões para o IBGE Por não fazerem parte da metodologia dos projetos, os problemas objetivos e tecnológicos acabam tendo predominância e o Design é feito por intuição. “A gente faz o site no escuro”.
Conclusões para o IBGE A Instituição encontrava-se no “nível zero de maturidade” quanto à consciência da usabilidade como disciplina formal do Design. (SCHAFFER, 2004)
Conclusões para o IBGE A lógica reflete os processos de produção de informações e de sua disseminação para os veículos de massa.  É o modelo dos provedores de conteúdo do IBGE,  mas não o modelo de busca dos usuários que acessam o seu portal.
Conclusões para o IBGE Modelo mental:  Os pesquisadores esperavam acessar a informação partindo de um nível temático geral para o específico.  A metáfora geográfica também representou forte referência mental.  O portal não refletiu as expectativas.
Conclusões para o IBGE Deve adotar novas formas de organizar e estruturar a sua informação, de modo a facilitar o acesso dos dados aos pesquisadores que não estão familiarizados com os nomes, terminologias ou as metodologias de suas pesquisas.
Conclusões para o IBGE Prover diferentes dimensões de acesso à informação: Taxonomias alternativas:  temas,  localização geográfica,  formatos,  públicos-alvo e  títulos das pesquisas.
Conclusões para o IBGE A consistência do sistema de rotulação deve ser garantida quanto a  estilo, apresentação, sintaxe, granularidade, completude e linguagem do usuário.  O sistema de rotulação deve evitar o emprego de jargões da organização como a sigla SIDRA.
Conclusões para o IBGE Os testes nos alertaram para o fato de que atenção especial deve ser dispensada aos mecanismos de busca.
Conclusões para o IBGE Lista de problemas de  alta   prioridade   que necessitam de correção imediata.  Avaliados com o grau 1 de severidade,  emergenciais e impedem a realização de tarefas.  Lista   emergencial
Conclusões para o IBGE Questionar a opção estética pelo estilo visual de “portal”, inspirado em  sites  famosos. A estética de portal levou a uma grande aglutinação de rótulos,  links  e itens de informação na primeira página – o que é interpretado, por considerável parte dos usuários, como “poluição visual”.
Conclusões para o IBGE Além das linguagens  técnica ,  jornalística  e  pedagógica , uma quarta linguagem precisará ser concebida para facilitar a apresentação de informações ao cidadão e garantir a compreensão.  A linguagem do  cidadão .
Conclusões para o IBGE No modelo da “disponibilização” de informações, coloca-se o dado  online  à disposição do especialista.  Na verdadeira comunicação, trabalha-se com a utilização e a apropriação desse dado pelo cidadão.
Conclusões para o e-Gov Os métodos da AI e do DCU podem contribuir em todas as fases de desenvolvimento e implantação do e-Gov:  fase 1 – a presença na Web;  fase 2 – interação com o usuário;  fase 3 – transações e serviços; e  fase 4 – redefinição dos serviços do Estado.
Conclusões para o e-Gov Uma profunda  mudança filosófica  deve ocorrer em direção ao desenvolvimento de tecnologias centradas no usuário, pois a maioria das empresas está focada na geração de funcionalidades.  A partir de demandas de executivos, de departamentos de  marketing  ou de vendas.
Conclusões para o e-Gov A equipe de Design deverá mudar seu próprio paradigma.  Deve desenvolver projetos a partir de um processo iterativo (prototipar-testar-redesenhar) e,  as organizações devem desenvolver a cultura de suporte a este tipo de metodologia.
Desdobramentos da pesquisa Um tópico que merece investigação adicional é a questão da  institucionalização  da usabilidade nas organizações do Estado.  Seria adequado pensar em definir parâmetros para um modelo normativo da usabilidade?
Consideração final O sentido da ação transformadora que o designer, o ergonomista e o arquiteto de informação podem desempenhar nas organizações do Estado. Ao deslocar o foco dos projetos do sistema técnico para o ser humano, esses profissionais podem ter uma contribuição concreta a oferecer à dinâmica de mudança das organizações.
Obrigado pela atenção.
Obrigado pela atenção.

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Ficha tic-dr4-hélio.doc--1
 Ficha tic-dr4-hélio.doc--1 Ficha tic-dr4-hélio.doc--1
Ficha tic-dr4-hélio.doc--1
heliocosta
 
Panorama da fluência
Panorama da fluênciaPanorama da fluência
Panorama da fluência
Socorrouema
 
Princípios e Conceitos para a Comunicação Pública em Mídias Sociais - Conass
Princípios e Conceitos para aComunicação Pública em Mídias Sociais - ConassPrincípios e Conceitos para aComunicação Pública em Mídias Sociais - Conass
Princípios e Conceitos para a Comunicação Pública em Mídias Sociais - Conass
Murilo Pinto
 
Ai ad aula 1
Ai ad aula 1Ai ad aula 1
Ai ad aula 1
aiadufmg
 
Utilização das tic no âmbito profissional2
Utilização das tic no âmbito profissional2Utilização das tic no âmbito profissional2
Utilização das tic no âmbito profissional2
José Guimarães
 
Apresentação WCIT 2016
Apresentação WCIT 2016Apresentação WCIT 2016
Apresentação WCIT 2016
Brasscom
 
A Consumerização da TI e o Efeito BYOT
A Consumerização da TI e o Efeito BYOTA Consumerização da TI e o Efeito BYOT
A Consumerização da TI e o Efeito BYOT
Rodrigo Campos
 
Ficha tic-dr4
Ficha tic-dr4Ficha tic-dr4
Ficha tic-dr4
karlnf
 
Tecnologia (esic)
Tecnologia (esic)Tecnologia (esic)
Tecnologia (esic)
JessicaEvelyn1
 
Inclusão digital no brasil - Lucilene Cury, Ligia Capobianco (2010)
Inclusão digital no brasil - Lucilene Cury, Ligia Capobianco (2010)Inclusão digital no brasil - Lucilene Cury, Ligia Capobianco (2010)
Inclusão digital no brasil - Lucilene Cury, Ligia Capobianco (2010)
ACORN-REDECOM
 
Seminário de informática(2)
Seminário de informática(2)Seminário de informática(2)
Seminário de informática(2)
lizzmarcella
 
Introdução aos Padrões Web e Tecnologias para o Ambiente Digital - Aula 3 - 1...
Introdução aos Padrões Web e Tecnologias para o Ambiente Digital - Aula 3 - 1...Introdução aos Padrões Web e Tecnologias para o Ambiente Digital - Aula 3 - 1...
Introdução aos Padrões Web e Tecnologias para o Ambiente Digital - Aula 3 - 1...
MBA em Marketing Digital e Gestão de Projetos Web
 
Inclusao Digital
Inclusao DigitalInclusao Digital
Inclusao Digital
Sergio Rocha
 
Sociedade na era big data, dados demais filtros de menos
Sociedade na era big data, dados demais filtros de menosSociedade na era big data, dados demais filtros de menos
Sociedade na era big data, dados demais filtros de menos
Pedro Alexandre Cabral
 
Aula12 - Social Media
Aula12 - Social MediaAula12 - Social Media
Aula12 - Social Media
Marcio Nunes
 
Interfaces senciveis a toque
Interfaces senciveis a toqueInterfaces senciveis a toque
Interfaces senciveis a toque
Rodrigo Almeida
 
Novas formas de trabalho - AEP 2006
Novas formas de trabalho - AEP 2006Novas formas de trabalho - AEP 2006
Novas formas de trabalho - AEP 2006
Luis Borges Gouveia
 

Mais procurados (17)

Ficha tic-dr4-hélio.doc--1
 Ficha tic-dr4-hélio.doc--1 Ficha tic-dr4-hélio.doc--1
Ficha tic-dr4-hélio.doc--1
 
Panorama da fluência
Panorama da fluênciaPanorama da fluência
Panorama da fluência
 
Princípios e Conceitos para a Comunicação Pública em Mídias Sociais - Conass
Princípios e Conceitos para aComunicação Pública em Mídias Sociais - ConassPrincípios e Conceitos para aComunicação Pública em Mídias Sociais - Conass
Princípios e Conceitos para a Comunicação Pública em Mídias Sociais - Conass
 
Ai ad aula 1
Ai ad aula 1Ai ad aula 1
Ai ad aula 1
 
Utilização das tic no âmbito profissional2
Utilização das tic no âmbito profissional2Utilização das tic no âmbito profissional2
Utilização das tic no âmbito profissional2
 
Apresentação WCIT 2016
Apresentação WCIT 2016Apresentação WCIT 2016
Apresentação WCIT 2016
 
A Consumerização da TI e o Efeito BYOT
A Consumerização da TI e o Efeito BYOTA Consumerização da TI e o Efeito BYOT
A Consumerização da TI e o Efeito BYOT
 
Ficha tic-dr4
Ficha tic-dr4Ficha tic-dr4
Ficha tic-dr4
 
Tecnologia (esic)
Tecnologia (esic)Tecnologia (esic)
Tecnologia (esic)
 
Inclusão digital no brasil - Lucilene Cury, Ligia Capobianco (2010)
Inclusão digital no brasil - Lucilene Cury, Ligia Capobianco (2010)Inclusão digital no brasil - Lucilene Cury, Ligia Capobianco (2010)
Inclusão digital no brasil - Lucilene Cury, Ligia Capobianco (2010)
 
Seminário de informática(2)
Seminário de informática(2)Seminário de informática(2)
Seminário de informática(2)
 
Introdução aos Padrões Web e Tecnologias para o Ambiente Digital - Aula 3 - 1...
Introdução aos Padrões Web e Tecnologias para o Ambiente Digital - Aula 3 - 1...Introdução aos Padrões Web e Tecnologias para o Ambiente Digital - Aula 3 - 1...
Introdução aos Padrões Web e Tecnologias para o Ambiente Digital - Aula 3 - 1...
 
Inclusao Digital
Inclusao DigitalInclusao Digital
Inclusao Digital
 
Sociedade na era big data, dados demais filtros de menos
Sociedade na era big data, dados demais filtros de menosSociedade na era big data, dados demais filtros de menos
Sociedade na era big data, dados demais filtros de menos
 
Aula12 - Social Media
Aula12 - Social MediaAula12 - Social Media
Aula12 - Social Media
 
Interfaces senciveis a toque
Interfaces senciveis a toqueInterfaces senciveis a toque
Interfaces senciveis a toque
 
Novas formas de trabalho - AEP 2006
Novas formas de trabalho - AEP 2006Novas formas de trabalho - AEP 2006
Novas formas de trabalho - AEP 2006
 

Destaque

अबू जहल की मौत_The Death of Abu Jahl
अबू जहल की मौत_The Death of Abu Jahlअबू जहल की मौत_The Death of Abu Jahl
अबू जहल की मौत_The Death of Abu Jahl
Ahmed@3604
 
Ramesh Singh 1....
Ramesh Singh 1....Ramesh Singh 1....
Ramesh Singh 1....
Ramesh Singh
 
Tracks presentation 97 2003
Tracks presentation 97 2003Tracks presentation 97 2003
Tracks presentation 97 2003
Katie Hitchcock
 
Escola SENAI "Humberto Reis Costa"
Escola SENAI "Humberto Reis Costa"Escola SENAI "Humberto Reis Costa"
Escola SENAI "Humberto Reis Costa"
rosanarvf
 
Repositorios USMP
Repositorios USMPRepositorios USMP
Repositorios USMP
Claudia Cabrejo Vega
 
Repositorios
RepositoriosRepositorios
Repositorios
Andrea Alvarez
 
A transparência dos portais de transparência no Brasil
A transparência dos portais de transparência no BrasilA transparência dos portais de transparência no Brasil
A transparência dos portais de transparência no Brasil
Luiz Agner
 
Congresso ABED 2009 - Usabilidade Pedagógica
Congresso ABED 2009 - Usabilidade PedagógicaCongresso ABED 2009 - Usabilidade Pedagógica
Congresso ABED 2009 - Usabilidade Pedagógica
Luiz Agner
 
Teste de usabilidade - Webmotors
Teste de usabilidade - WebmotorsTeste de usabilidade - Webmotors
Teste de usabilidade - Webmotors
Luiz Agner
 
Ergonomia cognitiva na EAD
Ergonomia cognitiva na EADErgonomia cognitiva na EAD
Ergonomia cognitiva na EAD
Luiz Agner
 
Cap. 6 ambiente de testes
Cap. 6   ambiente de testesCap. 6   ambiente de testes
Cap. 6 ambiente de testes
Luiz Agner
 
Capitulo Webwriting Livro Nielsen
Capitulo  Webwriting  Livro  NielsenCapitulo  Webwriting  Livro  Nielsen
Capitulo Webwriting Livro Nielsen
Luiz Agner
 
Estrategia de AI - Criando o Relatorio de Estratégia
Estrategia de AI  - Criando o Relatorio de EstratégiaEstrategia de AI  - Criando o Relatorio de Estratégia
Estrategia de AI - Criando o Relatorio de Estratégia
Luiz Agner
 
Capitulo 4 Livro Nielsen
Capitulo 4 Livro NielsenCapitulo 4 Livro Nielsen
Capitulo 4 Livro Nielsen
Luiz Agner
 
Teste de usabilidade - Site 2AB
Teste de usabilidade - Site 2ABTeste de usabilidade - Site 2AB
Teste de usabilidade - Site 2AB
Luiz Agner
 
Teste de usabilidade - Cinemark
Teste de usabilidade - CinemarkTeste de usabilidade - Cinemark
Teste de usabilidade - Cinemark
Luiz Agner
 
Teste de usabilidade - WhatsApp
Teste de usabilidade - WhatsAppTeste de usabilidade - WhatsApp
Teste de usabilidade - WhatsApp
Luiz Agner
 
Capitulo 3 Livro Nielsen
Capitulo 3 Livro NielsenCapitulo 3 Livro Nielsen
Capitulo 3 Livro Nielsen
Luiz Agner
 
Cap. 7 selecionando participantes
Cap. 7   selecionando participantesCap. 7   selecionando participantes
Cap. 7 selecionando participantes
Luiz Agner
 
Cap. 10 debriefing
Cap. 10   debriefingCap. 10   debriefing
Cap. 10 debriefing
Luiz Agner
 

Destaque (20)

अबू जहल की मौत_The Death of Abu Jahl
अबू जहल की मौत_The Death of Abu Jahlअबू जहल की मौत_The Death of Abu Jahl
अबू जहल की मौत_The Death of Abu Jahl
 
Ramesh Singh 1....
Ramesh Singh 1....Ramesh Singh 1....
Ramesh Singh 1....
 
Tracks presentation 97 2003
Tracks presentation 97 2003Tracks presentation 97 2003
Tracks presentation 97 2003
 
Escola SENAI "Humberto Reis Costa"
Escola SENAI "Humberto Reis Costa"Escola SENAI "Humberto Reis Costa"
Escola SENAI "Humberto Reis Costa"
 
Repositorios USMP
Repositorios USMPRepositorios USMP
Repositorios USMP
 
Repositorios
RepositoriosRepositorios
Repositorios
 
A transparência dos portais de transparência no Brasil
A transparência dos portais de transparência no BrasilA transparência dos portais de transparência no Brasil
A transparência dos portais de transparência no Brasil
 
Congresso ABED 2009 - Usabilidade Pedagógica
Congresso ABED 2009 - Usabilidade PedagógicaCongresso ABED 2009 - Usabilidade Pedagógica
Congresso ABED 2009 - Usabilidade Pedagógica
 
Teste de usabilidade - Webmotors
Teste de usabilidade - WebmotorsTeste de usabilidade - Webmotors
Teste de usabilidade - Webmotors
 
Ergonomia cognitiva na EAD
Ergonomia cognitiva na EADErgonomia cognitiva na EAD
Ergonomia cognitiva na EAD
 
Cap. 6 ambiente de testes
Cap. 6   ambiente de testesCap. 6   ambiente de testes
Cap. 6 ambiente de testes
 
Capitulo Webwriting Livro Nielsen
Capitulo  Webwriting  Livro  NielsenCapitulo  Webwriting  Livro  Nielsen
Capitulo Webwriting Livro Nielsen
 
Estrategia de AI - Criando o Relatorio de Estratégia
Estrategia de AI  - Criando o Relatorio de EstratégiaEstrategia de AI  - Criando o Relatorio de Estratégia
Estrategia de AI - Criando o Relatorio de Estratégia
 
Capitulo 4 Livro Nielsen
Capitulo 4 Livro NielsenCapitulo 4 Livro Nielsen
Capitulo 4 Livro Nielsen
 
Teste de usabilidade - Site 2AB
Teste de usabilidade - Site 2ABTeste de usabilidade - Site 2AB
Teste de usabilidade - Site 2AB
 
Teste de usabilidade - Cinemark
Teste de usabilidade - CinemarkTeste de usabilidade - Cinemark
Teste de usabilidade - Cinemark
 
Teste de usabilidade - WhatsApp
Teste de usabilidade - WhatsAppTeste de usabilidade - WhatsApp
Teste de usabilidade - WhatsApp
 
Capitulo 3 Livro Nielsen
Capitulo 3 Livro NielsenCapitulo 3 Livro Nielsen
Capitulo 3 Livro Nielsen
 
Cap. 7 selecionando participantes
Cap. 7   selecionando participantesCap. 7   selecionando participantes
Cap. 7 selecionando participantes
 
Cap. 10 debriefing
Cap. 10   debriefingCap. 10   debriefing
Cap. 10 debriefing
 

Semelhante a Palestra na Unirio - Tese de Doutorado

Defesa de Tese - Luiz Agner (PUC-Rio, 2007)
Defesa de Tese - Luiz Agner (PUC-Rio, 2007)Defesa de Tese - Luiz Agner (PUC-Rio, 2007)
Defesa de Tese - Luiz Agner (PUC-Rio, 2007)
Luiz Agner
 
Palestra no auditório do IBGE - Arquitetura de Informação
Palestra no auditório do IBGE - Arquitetura de InformaçãoPalestra no auditório do IBGE - Arquitetura de Informação
Palestra no auditório do IBGE - Arquitetura de Informação
Luiz Agner
 
Conexões Científicas Ciclo III 2006 - 2007: Processos de apropriação tecnológ...
Conexões Científicas Ciclo III 2006 - 2007: Processos de apropriação tecnológ...Conexões Científicas Ciclo III 2006 - 2007: Processos de apropriação tecnológ...
Conexões Científicas Ciclo III 2006 - 2007: Processos de apropriação tecnológ...
AcessaSP
 
Palestra - Arquitetura de Informação e Usabilidade
Palestra - Arquitetura de Informação e UsabilidadePalestra - Arquitetura de Informação e Usabilidade
Palestra - Arquitetura de Informação e Usabilidade
Luiz Agner
 
Políticas Públicas para Acesso e Uso da Internet
Políticas Públicas para Acesso e Uso da Internet Políticas Públicas para Acesso e Uso da Internet
Políticas Públicas para Acesso e Uso da Internet
Escola de Governança da Internet no Brasil
 
Etnografia Remota: a mobilidade dos dados
Etnografia Remota: a mobilidade dos dadosEtnografia Remota: a mobilidade dos dados
Etnografia Remota: a mobilidade dos dados
MJV Technology & Innovation Brasil
 
A usabilidade na Sociedade em Rede
A usabilidade na Sociedade em RedeA usabilidade na Sociedade em Rede
A usabilidade na Sociedade em Rede
Paulo Sousa
 
O Bibliotecário como gestor de Projetos em TIC
 O Bibliotecário como gestor de Projetos em TIC O Bibliotecário como gestor de Projetos em TIC
O Bibliotecário como gestor de Projetos em TIC
Rodrigo Moreira Garcia
 
Pratica de Pesquisa
Pratica de PesquisaPratica de Pesquisa
Pratica de Pesquisa
Hudson Augusto
 
Perfil e competências do profissional de informação para a gestão de dados (B...
Perfil e competências do profissional de informação para a gestão de dados (B...Perfil e competências do profissional de informação para a gestão de dados (B...
Perfil e competências do profissional de informação para a gestão de dados (B...
Luísa Alvim
 
Seminario Lep Ibge Slideshare
Seminario Lep Ibge SlideshareSeminario Lep Ibge Slideshare
Seminario Lep Ibge Slideshare
guest5ccda
 
Usabilidade: Palestra no auditório do IBGE
Usabilidade: Palestra no auditório do IBGEUsabilidade: Palestra no auditório do IBGE
Usabilidade: Palestra no auditório do IBGE
Luiz Agner
 
Republica lmbg2010
Republica lmbg2010Republica lmbg2010
Republica lmbg2010
Luis Borges Gouveia
 
2. Faça uma pesquisa e identifique como uma organização pública em sua cidade...
2. Faça uma pesquisa e identifique como uma organização pública em sua cidade...2. Faça uma pesquisa e identifique como uma organização pública em sua cidade...
2. Faça uma pesquisa e identifique como uma organização pública em sua cidade...
GT ASSESSORIA ACADÊMICA
 
- Identificação da Cidade e UF: - Organização pública: - TIC:
- Identificação da Cidade e UF: - Organização pública: - TIC:- Identificação da Cidade e UF: - Organização pública: - TIC:
- Identificação da Cidade e UF: - Organização pública: - TIC:
GT ASSESSORIA ACADÊMICA
 
1. Indique quais são as principais características das TICs (sua resposta dev...
1. Indique quais são as principais características das TICs (sua resposta dev...1. Indique quais são as principais características das TICs (sua resposta dev...
1. Indique quais são as principais características das TICs (sua resposta dev...
GT ASSESSORIA ACADÊMICA
 
O objetivo desta atividade é que você se sinta imersivo em uma análise sobre ...
O objetivo desta atividade é que você se sinta imersivo em uma análise sobre ...O objetivo desta atividade é que você se sinta imersivo em uma análise sobre ...
O objetivo desta atividade é que você se sinta imersivo em uma análise sobre ...
GT ASSESSORIA ACADÊMICA
 
Olá, estudante! A atividade proposta corresponde ao Material de Avaliação Prá...
Olá, estudante! A atividade proposta corresponde ao Material de Avaliação Prá...Olá, estudante! A atividade proposta corresponde ao Material de Avaliação Prá...
Olá, estudante! A atividade proposta corresponde ao Material de Avaliação Prá...
GT ASSESSORIA ACADÊMICA
 
Capacidades estatais em tecnologias de informação e comunicação dos estados e...
Capacidades estatais em tecnologias de informação e comunicação dos estados e...Capacidades estatais em tecnologias de informação e comunicação dos estados e...
Capacidades estatais em tecnologias de informação e comunicação dos estados e...
GT ASSESSORIA ACADÊMICA
 
Os governos estão, a cada dia, diante de diversas possibilidades e desafios p...
Os governos estão, a cada dia, diante de diversas possibilidades e desafios p...Os governos estão, a cada dia, diante de diversas possibilidades e desafios p...
Os governos estão, a cada dia, diante de diversas possibilidades e desafios p...
GT ASSESSORIA ACADÊMICA
 

Semelhante a Palestra na Unirio - Tese de Doutorado (20)

Defesa de Tese - Luiz Agner (PUC-Rio, 2007)
Defesa de Tese - Luiz Agner (PUC-Rio, 2007)Defesa de Tese - Luiz Agner (PUC-Rio, 2007)
Defesa de Tese - Luiz Agner (PUC-Rio, 2007)
 
Palestra no auditório do IBGE - Arquitetura de Informação
Palestra no auditório do IBGE - Arquitetura de InformaçãoPalestra no auditório do IBGE - Arquitetura de Informação
Palestra no auditório do IBGE - Arquitetura de Informação
 
Conexões Científicas Ciclo III 2006 - 2007: Processos de apropriação tecnológ...
Conexões Científicas Ciclo III 2006 - 2007: Processos de apropriação tecnológ...Conexões Científicas Ciclo III 2006 - 2007: Processos de apropriação tecnológ...
Conexões Científicas Ciclo III 2006 - 2007: Processos de apropriação tecnológ...
 
Palestra - Arquitetura de Informação e Usabilidade
Palestra - Arquitetura de Informação e UsabilidadePalestra - Arquitetura de Informação e Usabilidade
Palestra - Arquitetura de Informação e Usabilidade
 
Políticas Públicas para Acesso e Uso da Internet
Políticas Públicas para Acesso e Uso da Internet Políticas Públicas para Acesso e Uso da Internet
Políticas Públicas para Acesso e Uso da Internet
 
Etnografia Remota: a mobilidade dos dados
Etnografia Remota: a mobilidade dos dadosEtnografia Remota: a mobilidade dos dados
Etnografia Remota: a mobilidade dos dados
 
A usabilidade na Sociedade em Rede
A usabilidade na Sociedade em RedeA usabilidade na Sociedade em Rede
A usabilidade na Sociedade em Rede
 
O Bibliotecário como gestor de Projetos em TIC
 O Bibliotecário como gestor de Projetos em TIC O Bibliotecário como gestor de Projetos em TIC
O Bibliotecário como gestor de Projetos em TIC
 
Pratica de Pesquisa
Pratica de PesquisaPratica de Pesquisa
Pratica de Pesquisa
 
Perfil e competências do profissional de informação para a gestão de dados (B...
Perfil e competências do profissional de informação para a gestão de dados (B...Perfil e competências do profissional de informação para a gestão de dados (B...
Perfil e competências do profissional de informação para a gestão de dados (B...
 
Seminario Lep Ibge Slideshare
Seminario Lep Ibge SlideshareSeminario Lep Ibge Slideshare
Seminario Lep Ibge Slideshare
 
Usabilidade: Palestra no auditório do IBGE
Usabilidade: Palestra no auditório do IBGEUsabilidade: Palestra no auditório do IBGE
Usabilidade: Palestra no auditório do IBGE
 
Republica lmbg2010
Republica lmbg2010Republica lmbg2010
Republica lmbg2010
 
2. Faça uma pesquisa e identifique como uma organização pública em sua cidade...
2. Faça uma pesquisa e identifique como uma organização pública em sua cidade...2. Faça uma pesquisa e identifique como uma organização pública em sua cidade...
2. Faça uma pesquisa e identifique como uma organização pública em sua cidade...
 
- Identificação da Cidade e UF: - Organização pública: - TIC:
- Identificação da Cidade e UF: - Organização pública: - TIC:- Identificação da Cidade e UF: - Organização pública: - TIC:
- Identificação da Cidade e UF: - Organização pública: - TIC:
 
1. Indique quais são as principais características das TICs (sua resposta dev...
1. Indique quais são as principais características das TICs (sua resposta dev...1. Indique quais são as principais características das TICs (sua resposta dev...
1. Indique quais são as principais características das TICs (sua resposta dev...
 
O objetivo desta atividade é que você se sinta imersivo em uma análise sobre ...
O objetivo desta atividade é que você se sinta imersivo em uma análise sobre ...O objetivo desta atividade é que você se sinta imersivo em uma análise sobre ...
O objetivo desta atividade é que você se sinta imersivo em uma análise sobre ...
 
Olá, estudante! A atividade proposta corresponde ao Material de Avaliação Prá...
Olá, estudante! A atividade proposta corresponde ao Material de Avaliação Prá...Olá, estudante! A atividade proposta corresponde ao Material de Avaliação Prá...
Olá, estudante! A atividade proposta corresponde ao Material de Avaliação Prá...
 
Capacidades estatais em tecnologias de informação e comunicação dos estados e...
Capacidades estatais em tecnologias de informação e comunicação dos estados e...Capacidades estatais em tecnologias de informação e comunicação dos estados e...
Capacidades estatais em tecnologias de informação e comunicação dos estados e...
 
Os governos estão, a cada dia, diante de diversas possibilidades e desafios p...
Os governos estão, a cada dia, diante de diversas possibilidades e desafios p...Os governos estão, a cada dia, diante de diversas possibilidades e desafios p...
Os governos estão, a cada dia, diante de diversas possibilidades e desafios p...
 

Mais de Luiz Agner

Recommendation Systems and Machine Learning: Mapping the User Experience
Recommendation Systems and Machine Learning: Mapping the User ExperienceRecommendation Systems and Machine Learning: Mapping the User Experience
Recommendation Systems and Machine Learning: Mapping the User Experience
Luiz Agner
 
Pós Branded Content (1c)
Pós Branded Content (1c)Pós Branded Content (1c)
Pós Branded Content (1c)
Luiz Agner
 
WIAD - World Information Architecture Day 2019 - MeetUp PUC-Rio
WIAD - World Information Architecture Day 2019 - MeetUp PUC-RioWIAD - World Information Architecture Day 2019 - MeetUp PUC-Rio
WIAD - World Information Architecture Day 2019 - MeetUp PUC-Rio
Luiz Agner
 
WIAD - World Information Architecture Day 2019 - Belo Horizonte, MG
WIAD - World Information Architecture Day 2019 - Belo Horizonte, MGWIAD - World Information Architecture Day 2019 - Belo Horizonte, MG
WIAD - World Information Architecture Day 2019 - Belo Horizonte, MG
Luiz Agner
 
Marketing digital como instrumento de controle
Marketing digital como instrumento de controleMarketing digital como instrumento de controle
Marketing digital como instrumento de controle
Luiz Agner
 
Arquitetura de Informação na era dos espaços mistos e ecossistemas
Arquitetura de Informação na era dos espaços mistos e ecossistemasArquitetura de Informação na era dos espaços mistos e ecossistemas
Arquitetura de Informação na era dos espaços mistos e ecossistemas
Luiz Agner
 
Lei de Proteção aos Dados (LGPD)
Lei de Proteção aos Dados (LGPD)Lei de Proteção aos Dados (LGPD)
Lei de Proteção aos Dados (LGPD)
Luiz Agner
 
Marco Civil da Internet no Brasil
Marco Civil da Internet no BrasilMarco Civil da Internet no Brasil
Marco Civil da Internet no Brasil
Luiz Agner
 
Vigilância Ampliada: Poder e Controle na Cultura Digital
Vigilância Ampliada: Poder e Controle na Cultura DigitalVigilância Ampliada: Poder e Controle na Cultura Digital
Vigilância Ampliada: Poder e Controle na Cultura Digital
Luiz Agner
 
Diagrama de Navegação e Vocabulário Visual de Garrett
Diagrama de Navegação e Vocabulário Visual de GarrettDiagrama de Navegação e Vocabulário Visual de Garrett
Diagrama de Navegação e Vocabulário Visual de Garrett
Luiz Agner
 
Bridge e Análise da Tarefa em equipe
Bridge e Análise da Tarefa em equipeBridge e Análise da Tarefa em equipe
Bridge e Análise da Tarefa em equipe
Luiz Agner
 
Marketing - Revisão de Conceitos
Marketing - Revisão de ConceitosMarketing - Revisão de Conceitos
Marketing - Revisão de Conceitos
Luiz Agner
 
Cultura da Internet - segundo M. Castells
Cultura da Internet - segundo M. CastellsCultura da Internet - segundo M. Castells
Cultura da Internet - segundo M. Castells
Luiz Agner
 
Bridge e Group Task Analysis - Arquitetura de Informação
Bridge e Group Task Analysis - Arquitetura de InformaçãoBridge e Group Task Analysis - Arquitetura de Informação
Bridge e Group Task Analysis - Arquitetura de Informação
Luiz Agner
 
Avaliação dos apps Coral Visualizer e Polenghi Selection
Avaliação dos apps Coral Visualizer e Polenghi SelectionAvaliação dos apps Coral Visualizer e Polenghi Selection
Avaliação dos apps Coral Visualizer e Polenghi Selection
Luiz Agner
 
Arquitetura de Informação: Projeto TIM
Arquitetura de Informação: Projeto TIMArquitetura de Informação: Projeto TIM
Arquitetura de Informação: Projeto TIM
Luiz Agner
 
Arquitetura de Informação: Projeto Imaginarium
Arquitetura de Informação: Projeto ImaginariumArquitetura de Informação: Projeto Imaginarium
Arquitetura de Informação: Projeto Imaginarium
Luiz Agner
 
Arquitetura da Informação Pervasiva - Semana Acadêmica FACHA
Arquitetura da Informação Pervasiva  - Semana Acadêmica FACHAArquitetura da Informação Pervasiva  - Semana Acadêmica FACHA
Arquitetura da Informação Pervasiva - Semana Acadêmica FACHA
Luiz Agner
 
Arquitetura de Informação - DETRAN RJ
Arquitetura de Informação - DETRAN RJArquitetura de Informação - DETRAN RJ
Arquitetura de Informação - DETRAN RJ
Luiz Agner
 
Arquitetura de Informação - DETRAN RJ
Arquitetura de Informação - DETRAN RJArquitetura de Informação - DETRAN RJ
Arquitetura de Informação - DETRAN RJ
Luiz Agner
 

Mais de Luiz Agner (20)

Recommendation Systems and Machine Learning: Mapping the User Experience
Recommendation Systems and Machine Learning: Mapping the User ExperienceRecommendation Systems and Machine Learning: Mapping the User Experience
Recommendation Systems and Machine Learning: Mapping the User Experience
 
Pós Branded Content (1c)
Pós Branded Content (1c)Pós Branded Content (1c)
Pós Branded Content (1c)
 
WIAD - World Information Architecture Day 2019 - MeetUp PUC-Rio
WIAD - World Information Architecture Day 2019 - MeetUp PUC-RioWIAD - World Information Architecture Day 2019 - MeetUp PUC-Rio
WIAD - World Information Architecture Day 2019 - MeetUp PUC-Rio
 
WIAD - World Information Architecture Day 2019 - Belo Horizonte, MG
WIAD - World Information Architecture Day 2019 - Belo Horizonte, MGWIAD - World Information Architecture Day 2019 - Belo Horizonte, MG
WIAD - World Information Architecture Day 2019 - Belo Horizonte, MG
 
Marketing digital como instrumento de controle
Marketing digital como instrumento de controleMarketing digital como instrumento de controle
Marketing digital como instrumento de controle
 
Arquitetura de Informação na era dos espaços mistos e ecossistemas
Arquitetura de Informação na era dos espaços mistos e ecossistemasArquitetura de Informação na era dos espaços mistos e ecossistemas
Arquitetura de Informação na era dos espaços mistos e ecossistemas
 
Lei de Proteção aos Dados (LGPD)
Lei de Proteção aos Dados (LGPD)Lei de Proteção aos Dados (LGPD)
Lei de Proteção aos Dados (LGPD)
 
Marco Civil da Internet no Brasil
Marco Civil da Internet no BrasilMarco Civil da Internet no Brasil
Marco Civil da Internet no Brasil
 
Vigilância Ampliada: Poder e Controle na Cultura Digital
Vigilância Ampliada: Poder e Controle na Cultura DigitalVigilância Ampliada: Poder e Controle na Cultura Digital
Vigilância Ampliada: Poder e Controle na Cultura Digital
 
Diagrama de Navegação e Vocabulário Visual de Garrett
Diagrama de Navegação e Vocabulário Visual de GarrettDiagrama de Navegação e Vocabulário Visual de Garrett
Diagrama de Navegação e Vocabulário Visual de Garrett
 
Bridge e Análise da Tarefa em equipe
Bridge e Análise da Tarefa em equipeBridge e Análise da Tarefa em equipe
Bridge e Análise da Tarefa em equipe
 
Marketing - Revisão de Conceitos
Marketing - Revisão de ConceitosMarketing - Revisão de Conceitos
Marketing - Revisão de Conceitos
 
Cultura da Internet - segundo M. Castells
Cultura da Internet - segundo M. CastellsCultura da Internet - segundo M. Castells
Cultura da Internet - segundo M. Castells
 
Bridge e Group Task Analysis - Arquitetura de Informação
Bridge e Group Task Analysis - Arquitetura de InformaçãoBridge e Group Task Analysis - Arquitetura de Informação
Bridge e Group Task Analysis - Arquitetura de Informação
 
Avaliação dos apps Coral Visualizer e Polenghi Selection
Avaliação dos apps Coral Visualizer e Polenghi SelectionAvaliação dos apps Coral Visualizer e Polenghi Selection
Avaliação dos apps Coral Visualizer e Polenghi Selection
 
Arquitetura de Informação: Projeto TIM
Arquitetura de Informação: Projeto TIMArquitetura de Informação: Projeto TIM
Arquitetura de Informação: Projeto TIM
 
Arquitetura de Informação: Projeto Imaginarium
Arquitetura de Informação: Projeto ImaginariumArquitetura de Informação: Projeto Imaginarium
Arquitetura de Informação: Projeto Imaginarium
 
Arquitetura da Informação Pervasiva - Semana Acadêmica FACHA
Arquitetura da Informação Pervasiva  - Semana Acadêmica FACHAArquitetura da Informação Pervasiva  - Semana Acadêmica FACHA
Arquitetura da Informação Pervasiva - Semana Acadêmica FACHA
 
Arquitetura de Informação - DETRAN RJ
Arquitetura de Informação - DETRAN RJArquitetura de Informação - DETRAN RJ
Arquitetura de Informação - DETRAN RJ
 
Arquitetura de Informação - DETRAN RJ
Arquitetura de Informação - DETRAN RJArquitetura de Informação - DETRAN RJ
Arquitetura de Informação - DETRAN RJ
 

Último

Subindo uma aplicação WordPress em docker na AWS
Subindo uma aplicação WordPress em docker na AWSSubindo uma aplicação WordPress em docker na AWS
Subindo uma aplicação WordPress em docker na AWS
Ismael Ash
 
ExpoGestão 2024 - Inteligência Artificial – A revolução no mundo dos negócios
ExpoGestão 2024 - Inteligência Artificial – A revolução no mundo dos negóciosExpoGestão 2024 - Inteligência Artificial – A revolução no mundo dos negócios
ExpoGestão 2024 - Inteligência Artificial – A revolução no mundo dos negócios
ExpoGestão
 
INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL + COMPUTAÇÃO QUÂNTICA = MAIOR REVOLUÇÃO TECNOLÓGICA D...
INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL + COMPUTAÇÃO QUÂNTICA = MAIOR REVOLUÇÃO TECNOLÓGICA D...INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL + COMPUTAÇÃO QUÂNTICA = MAIOR REVOLUÇÃO TECNOLÓGICA D...
INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL + COMPUTAÇÃO QUÂNTICA = MAIOR REVOLUÇÃO TECNOLÓGICA D...
Faga1939
 
se38_layout_erro_xxxxxxxxxxxxxxxxxx.docx
se38_layout_erro_xxxxxxxxxxxxxxxxxx.docxse38_layout_erro_xxxxxxxxxxxxxxxxxx.docx
se38_layout_erro_xxxxxxxxxxxxxxxxxx.docx
ronaldos10
 
ExpoGestão 2024 - Desvendando um mundo em ebulição
ExpoGestão 2024 - Desvendando um mundo em ebuliçãoExpoGestão 2024 - Desvendando um mundo em ebulição
ExpoGestão 2024 - Desvendando um mundo em ebulição
ExpoGestão
 
Ferramentas que irão te ajudar a entrar no mundo de DevOps/CLoud
Ferramentas que irão te ajudar a entrar no mundo de   DevOps/CLoudFerramentas que irão te ajudar a entrar no mundo de   DevOps/CLoud
Ferramentas que irão te ajudar a entrar no mundo de DevOps/CLoud
Ismael Ash
 

Último (6)

Subindo uma aplicação WordPress em docker na AWS
Subindo uma aplicação WordPress em docker na AWSSubindo uma aplicação WordPress em docker na AWS
Subindo uma aplicação WordPress em docker na AWS
 
ExpoGestão 2024 - Inteligência Artificial – A revolução no mundo dos negócios
ExpoGestão 2024 - Inteligência Artificial – A revolução no mundo dos negóciosExpoGestão 2024 - Inteligência Artificial – A revolução no mundo dos negócios
ExpoGestão 2024 - Inteligência Artificial – A revolução no mundo dos negócios
 
INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL + COMPUTAÇÃO QUÂNTICA = MAIOR REVOLUÇÃO TECNOLÓGICA D...
INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL + COMPUTAÇÃO QUÂNTICA = MAIOR REVOLUÇÃO TECNOLÓGICA D...INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL + COMPUTAÇÃO QUÂNTICA = MAIOR REVOLUÇÃO TECNOLÓGICA D...
INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL + COMPUTAÇÃO QUÂNTICA = MAIOR REVOLUÇÃO TECNOLÓGICA D...
 
se38_layout_erro_xxxxxxxxxxxxxxxxxx.docx
se38_layout_erro_xxxxxxxxxxxxxxxxxx.docxse38_layout_erro_xxxxxxxxxxxxxxxxxx.docx
se38_layout_erro_xxxxxxxxxxxxxxxxxx.docx
 
ExpoGestão 2024 - Desvendando um mundo em ebulição
ExpoGestão 2024 - Desvendando um mundo em ebuliçãoExpoGestão 2024 - Desvendando um mundo em ebulição
ExpoGestão 2024 - Desvendando um mundo em ebulição
 
Ferramentas que irão te ajudar a entrar no mundo de DevOps/CLoud
Ferramentas que irão te ajudar a entrar no mundo de   DevOps/CLoudFerramentas que irão te ajudar a entrar no mundo de   DevOps/CLoud
Ferramentas que irão te ajudar a entrar no mundo de DevOps/CLoud
 

Palestra na Unirio - Tese de Doutorado

  • 1. Luiz Agner Orientação: Anamaria de Moraes (DSc) PUC-Rio (novembro 2007) Arquitetura de Informação e Governo Eletrônico Diálogo Cidadãos-Estado na World Wide Web, Estudo de Caso e Avaliação Ergonômica de Usabilidade de Interfaces Humano-Computador
  • 2. Introdução O trabalho - analisa aspectos do diálogo cidadãos-Estado na World Wide Web, considera a configuração dos meios técnicos de comunicação interativa disponibilizados pela web e a otimização deste processo pelos profissionais de Design, Arquitetura de Informação e Ergonomia.
  • 3. Introdução O objeto de estudo é a usabilidade e a Arquitetura de Informação do portal IBGE – um portal informacional emblemático de serviços de governo eletrônico (e-Gov) no Brasil.
  • 4. Introdução Sucesso: Prêmios Ibest Dez milhões de usuários (2005)
  • 5. Introdução O portal IBGE disponibiliza grande quantidade de dados estatísticos, socioeconômicos, geocientíficos e ecológicos, servem como embasamento para políticas e ações sociais do Estado pautam o seu diálogo com a sociedade civil.
  • 6. Introdução Utilização por: Empresas Pesquisadores Jornalistas Estudantes Poder público federal estadual municipal Sociedade civil Organismos internacionais
  • 7. Introdução A tese analisa os pontos fortes e fracos da sua Arquitetura de Informação, considera o objetivo de disseminar informações para toda a sociedade, com amplo acesso dos cidadãos.
  • 8. Introdução Contexto Usuários Conteúdo ROSENFELD e MORVILLE
  • 9. Introdução Contexto Usuários Conteúdo ROSENFELD e MORVILLE Objetivos da organização, políticas, cultura, tecnologia e recursos humanos
  • 10. Introdução Contexto Usuários Conteúdo ROSENFELD e MORVILLE Objetivos da organização, políticas, cultura, tecnologia e recursos humanos Documentos, formatos/tipos, objetos, metadados, estrutura existente
  • 11. Introdução Contexto Usuários Conteúdo ROSENFELD e MORVILLE Objetivos da organização, políticas, cultura, tecnologia e recursos humanos Audiências, tarefas, necessidades, comportamento de busca de informação, experiência, vocabulário Documentos, formatos/tipos, objetos, metadados, estrutura existente
  • 12. Governo eletrônico Movimento que tem manifestações em diversos países. Se formalizou em janeiro de 1999, quando Al Gore, então vice-presidente dos EUA, abriu o I Fórum Global sobre Reinvenção do Governo, com a presença de 45 países.
  • 13. Governo eletrônico Significa muito mais do que a idéia de um governo informatizado. Trata-se de um Estado aberto e ágil para atender às necessidades da sociedade. Envolve utilizar tecnologias de informação e comunicação para ampliar a cidadania, a transparência e a participação dos cidadãos.
  • 14. Governo eletrônico É o conjunto de serviços e de acesso a informações que o governo oferece aos diferentes atores da sociedade civil por meios eletrônicos. No Brasil, os desafios passam por duas grandes frentes: a criação de uma base infra-estrutural de inserção para todos os atores sociais e a realização de transformações na estrutura burocrática do Estado ( Ferrer)
  • 15. Governo eletrônico Papéis do e-Gov: promotor da cidadania: instrumento de mudança das organizações públicas. promover a disseminação da tecnologia de informação (inclusão digital). disseminação de práticas de Gestão do Conhecimento.
  • 16. Arquitetura de informação Novas tecnologias de informação estão sendo introduzidas com grande impacto sobre o modo como trabalhamos, aprendemos e nos comportamos. Em vez de melhorar as nossas vidas, elas estão complicando e tornando-as caóticas. Não é surpreendente a emergência de uma nova profissão para lidar com essas questões – a AI.
  • 18. Arquitetura de informação (MACEDO, 2005)
  • 19. Arquitetura de informação Ciência da Informação : - A disciplina que investiga as propriedades e o comportamento da informação, as forças que governam o fluxo da informação e os meios de processamento da informação para a sua ótima acessibilidade e usabilidade. (BORKO, 1968).
  • 20. Arquitetura de informação Cadeia da compreensão
  • 21. Arquitetura de informação A informação está sendo produzida em um ritmo que excede as habilidades humanas para encontrá-la, revisá-la e compreendê-la. A era da informação é uma explosão da “não-informação” – uma explosão de dados. O “buraco negro” existente entre dados e informação levou à epidemia batizada pelo autor de ansiedade de informação (Wurman).
  • 22. Arquitetura de informação Ansiedade de informação (Wurman). A crise contemporânea é a de como transformar informação em conhecimento. Mais informação deveria representar mais oportunidades para aumentar a compreensão do mundo, mas não é o que ocorre na prática. A explosão de informações funciona como uma espécie de cortina de fumaça.
  • 23. Método e técnicas Objetivo geral Contribuir para o aprimoramento do portal IBGE e do e-Gov, levando em consideração questões práticas relacionadas à Usabilidade e à Arquitetura de Informação.
  • 24. Método e técnicas Objeto A usabilidade e a Arquitetura de Informação do portal de disseminação de informações do IBGE na World Wide Web com ênfase no seu usuário e em contraste com os conceitos gerais que orientam os programas de e-Gov.
  • 25. Método e técnicas Problema Os usuários do portal têm dificuldades em encontrar as informações disponibilizadas. Isto se configura num problema de usabilidade de interfaces e de Arquitetura de Informação.
  • 26. Método e técnicas Hipótese Devido a sua alta complexidade informacional, a Arquitetura de Informação do portal IBGE não espelha as expectativas dos usuários. Isto dificulta o acesso de pesquisadores e de cidadãos comuns, que não conhecem previamente a estrutura de produção e divulgação das pesquisas do IBGE.
  • 27. Método e técnicas Método Método qualitativo Técnicas Entrevistas de história oral Avaliações assistemáticas Testes de usabilidade em campo.
  • 28. Método e técnicas História oral Entrevistas com pessoas que participaram de acontecimentos, conjunturas e visões de mundo. Permite recuperar o que não encontramos documentado; amplia o conhecimento através do estudo de experiências particulares; Entrevistados estão entre os que participaram, viveram, presenciaram ou se inteiraram de ocorrências e que possam fornecer depoimentos significativos.
  • 29. Método e técnicas Objetivos da história oral Informações sobre os canais do portal IBGE, públicos-alvo, tecnologias, conteúdos e formatos e um pouco da história de sua elaboração – segundo as palavras, recordações e visões dos profissionais que participaram de sua criação, produção e gestão.
  • 30. Método e técnicas 16 entrevistas (2004 – 2007). Técnicos (analistas de sistema) Conteudistas (jornalistas, publicitários) Designers de web Gerentes/gestores Profissionais de atendimento ao usuário
  • 31. Método e técnicas Teste de usabilidade É um processo empírico de aprender a partir dos usuários, sobre a usabilidade de um produto, observando-os durante a sua utilização. Registrados em vídeo ou em áudio, usuários interagem com o sistema, em condições controladas, para checar o sucesso das interfaces, observando dados comportamentais. (RUBIN, 1994; DUMAS & REDISH, 1994; BARNUM, 2002).
  • 32. Método e técnicas Teste de campo o pesquisador vai ao usuário em vez de convidá-lo a vir até ele; o pesquisador observa o ambiente real onde o usuário trabalha ou vive; o pesquisador observa o usuário com todas as interrupções e distrações do ambiente.
  • 33. Método e técnicas Cenário “Você está realizando uma pesquisa para o seu curso de pós-graduação (mestrado ou doutorado). A sua pesquisa envolverá o estudo do comportamento de consumo da população idosa no Brasil. Para completar a redação do capítulo inicial, você deverá incluir alguns dados demográficos atuais sobre a distribuição da população idosa no País”.
  • 34. Método e técnicas Tarefa 1 “ A partir da home page do portal IBGE, identifique em que estado do Brasil reside a maior concentração de pessoas idosas (com mais de 60 anos). Aponte o número atual, em termos absolutos.”
  • 35. Método e técnicas Tarefa 2 “ A partir da home page do portal IBGE, descubra em que bairro da cidade de Recife reside a maior concentração de cidadãos da terceira idade. Aponte o número atual, em termos absolutos.”
  • 36. Método e técnicas Laboratório portátil Notebook Pentium 4 com Windows XP. Navegador Internet Explorer 6. Webcam. Mouse. Headphone e microfone de cabeça. Software de captura de telas Camtasia 3. Câmera digital com cartão de memória Gravador analógico de áudio Acesso sem fios à Internet Questionários e documentação impressos
  • 37. Método e técnicas Laboratório portátil Notebook Pentium 4 com Windows XP. Navegador Internet Explorer 6. Webcam. Mouse. Headphone e microfone de cabeça. Software de captura de telas Camtasia 3. Câmera digital com cartão de memória Gravador analógico de áudio Acesso sem fios à Internet Questionários e documentação impressos
  • 38. Método e técnicas Laboratório portátil Notebook Pentium 4 com Windows XP. Navegador Internet Explorer 6. Webcam. Mouse. Headphone e microfone de cabeça. Software de captura de telas Camtasia 3. Câmera digital com cartão de memória Gravador analógico de áudio Acesso sem fios à Internet Questionários e documentação impressos
  • 39. Método e técnicas Documentos auxiliares Questionário pré-teste para definir o perfil dos participantes; Questionário pós-teste para aplicação após o teste; Declaração de ciência e autorização consentimento para gravações e sua utilização e outras informações.
  • 40. Método e técnicas Protocolos de verbalização: Concorrente Retrospectivo
  • 41. Resultados: história oral A partir da análise das entrevistas, foi identificado o consenso de que as informações disponibilizadas pelo IBGE interessam a todos os setores da sociedade brasileira e a eles se destina. Desse modo, têm como público-alvo a sociedade vista como a totalidade dos seus cidadãos. “ Do estudante de ensino fundamental ao presidente da República”.
  • 48. Resultados: testes de campo 24 pesquisadores acadêmicos (pós-graduação) de diversas instituições. Perfil dos avaliadores
  • 49. Resultados: testes de campo Perfil dos avaliadores
  • 50. Resultados: testes de campo Perfil dos avaliadores
  • 51. Resultados: testes de campo Perfil dos avaliadores
  • 52. Resultados: testes de campo Perfil dos avaliadores
  • 53. Resultados: testes de campo Perfil dos avaliadores
  • 54. Resultados: testes de campo Perfil dos avaliadores
  • 55. Resultados: testes de campo Perfil dos avaliadores
  • 56. Resultados: testes de campo Perfil dos avaliadores
  • 57. Resultados: testes de campo Perfil dos avaliadores
  • 58. Resultados: testes de campo Perfil dos avaliadores
  • 59. Resultados: testes de campo Perfil dos avaliadores
  • 60. Resultados: testes de campo Perfil dos avaliadores
  • 61. Resultados: testes de campo Perfil dos avaliadores
  • 66. Resultados: testes de campo A experiência dos usuários A maioria dos participantes relatou uma experiência de frustração, desorientação ou dificuldade: “ Me senti muito confusa, muito perdida” (participante 8). “ Em cada opção que eu entrava, eu ficava um pouco perdido, porque não encontrava ali respostas claras” (participante 6). “ Eu fiquei completamente perdido. (...) Uma frustração total” (participante 23).
  • 73. Resultados: testes de campo Os problemas relacionam-se à ineficiência dos mecanismos de busca, à taxonomia aparentemente ilógica ou incompleta, à falta de clareza dos rótulos e links , e aos problemas de redação – todos problemas típicos de Arquitetura de Informação.
  • 74. Análise dos dados, checklist e heurísticas Problemas de usabilidade e outras observações - Usuário despende cerca de um minuto e meio para analisar o menu da home page e fazer a sua primeira escolha. - Navegar sobre um mesmo tema leva à abertura de novas janelas do navegador. - Ícones para acesso à continuação das tabelas estão pouco visíveis e abaixo da linha de scroll . Exibir lista completa
  • 75. Análise dos dados, checklist e heurísticas Problema que pode até ser importante, mas não é estritamente considerado um problema de usabilidade. Outros 5 Problema localizado ou menor; pode ser objeto de futuro aprimoramento. Menor 4 Gera um impacto moderado na usabilidade. Médio 3 Problema que gera uma significativa demora ou frustração. Maior 2 Problema que impede a realização das tarefas e que precisa ser urgentemente corrigido. Emergencial 1 Descrição Grau de severidade
  • 76. Análise dos dados, checklist e heurísticas A extensa relação de problemas e de eventos de usabilidade observados foi submetida a um processo de classificação com abordagem do tipo bottom-up , com embasamento conceitual nos critérios heurísticos de NIELSEN (2007), BASTIEN e SCAPIN (1993) e ROSENFELD (2007). Os itens foram agrupados de modo a refletir com clareza e precisão os problemas de usabilidade e de Arquitetura encontrados no estudo de caso.
  • 77. Análise dos dados, checklist e heurísticas Jakob Nielsen: A liberdade de considerar heurísticas específicas que se aplicam a classes de produtos ou sistemas específicos. Critérios heurísticos do IBGE .
  • 78. Heurísticas do IBGE Navegabilidade Redução da carga de trabalho Compatibilidade com o modelo mental do usuário Liberdade e controle do usuário Homogeneidade e coerência Prevenção de erros Adaptabilidade e flexibilidade Atenção em áreas específicas Voltar
  • 79. Análise dos dados, checklist e heurísticas C heck list - instrumento projetual para orientar redesenhos, correções, acréscimos ou atualizações. O check list foi submetido à validação junto à equipe de designers e profissionais responsáveis pelo portal IBGE.
  • 80. Análise dos dados, checklist e heurísticas 30 anos, designer do portal IBGE, graduação em desenho industrial, e especialização em animação. 5 36 anos, designer do portal IBGE, graduação em desenho industrial e especialização em design de interfaces. 4 33 anos, designer do portal IBGE, graduação em desenho industrial e especialização em jogos de computador. 3 39 anos, analista do portal IBGE, graduação em análise de sistemas, especialização em marketing. Cursa mestrado em ciência da informação. 2 29 anos, designer do portal IBGE, graduação em desenho industrial e especialização em projeto e gerência de sistemas. 1 Perfil dos avaliadores do IBGE
  • 81. Análise dos dados, checklist e heurísticas
  • 82. Análise dos dados, checklist e heurísticas
  • 83. Análise dos dados, checklist e heurísticas
  • 84. Análise dos dados, checklist e heurísticas
  • 85. Análise dos dados, checklist e heurísticas
  • 86. Análise dos dados, checklist e heurísticas
  • 87. Análise dos dados, checklist e heurísticas
  • 88. Análise dos dados, checklist e heurísticas
  • 89. Análise dos dados, checklist e heurísticas
  • 90. Análise dos dados, checklist e heurísticas - “Infelizmente conhecemos muito pouco do nosso usuário. Acredito que o site do IBGE precisa ser reestruturado levando em consideração boa parte das aplicabilidades propostas no estudo.” Avaliador do IBGE 1
  • 91. Análise dos dados, checklist e heurísticas - “Acho que são pertinentes e servem bem para avaliarmos a condição do portal perante os usuários. Há muitos problemas, sabemos, e é muito importante que haja pesquisas nesta direção. E se há uma coisa que acrescento é que, de fato, pouco fazemos para conhecer de verdade o nosso usuário...” Avaliador do IBGE 2
  • 92. Análise dos dados, checklist e heurísticas - “Acredito que este check list tem seu valor em apontar muitas questões conceituais que deveriam ter influência no desenvolvimento da interface do portal e não estão sendo atualmente considerados.” Avaliador do IBGE 3
  • 93. Conclusões para o IBGE As questões relacionadas à Arquitetura de Informação e à usabilidade não são sistematicamente consideradas, dentro do processo de trabalho da equipe do IBGE. Estas disciplinas do Design não estão presentes em meio às atribuições cotidianas da equipe de designers, que se concentram na parte técnica.
  • 94. Conclusões para o IBGE Por não fazerem parte da metodologia dos projetos, os problemas objetivos e tecnológicos acabam tendo predominância e o Design é feito por intuição. “A gente faz o site no escuro”.
  • 95. Conclusões para o IBGE A Instituição encontrava-se no “nível zero de maturidade” quanto à consciência da usabilidade como disciplina formal do Design. (SCHAFFER, 2004)
  • 96. Conclusões para o IBGE A lógica reflete os processos de produção de informações e de sua disseminação para os veículos de massa. É o modelo dos provedores de conteúdo do IBGE, mas não o modelo de busca dos usuários que acessam o seu portal.
  • 97. Conclusões para o IBGE Modelo mental: Os pesquisadores esperavam acessar a informação partindo de um nível temático geral para o específico. A metáfora geográfica também representou forte referência mental. O portal não refletiu as expectativas.
  • 98. Conclusões para o IBGE Deve adotar novas formas de organizar e estruturar a sua informação, de modo a facilitar o acesso dos dados aos pesquisadores que não estão familiarizados com os nomes, terminologias ou as metodologias de suas pesquisas.
  • 99. Conclusões para o IBGE Prover diferentes dimensões de acesso à informação: Taxonomias alternativas: temas, localização geográfica, formatos, públicos-alvo e títulos das pesquisas.
  • 100. Conclusões para o IBGE A consistência do sistema de rotulação deve ser garantida quanto a estilo, apresentação, sintaxe, granularidade, completude e linguagem do usuário. O sistema de rotulação deve evitar o emprego de jargões da organização como a sigla SIDRA.
  • 101. Conclusões para o IBGE Os testes nos alertaram para o fato de que atenção especial deve ser dispensada aos mecanismos de busca.
  • 102. Conclusões para o IBGE Lista de problemas de alta prioridade que necessitam de correção imediata. Avaliados com o grau 1 de severidade, emergenciais e impedem a realização de tarefas. Lista emergencial
  • 103. Conclusões para o IBGE Questionar a opção estética pelo estilo visual de “portal”, inspirado em sites famosos. A estética de portal levou a uma grande aglutinação de rótulos, links e itens de informação na primeira página – o que é interpretado, por considerável parte dos usuários, como “poluição visual”.
  • 104. Conclusões para o IBGE Além das linguagens técnica , jornalística e pedagógica , uma quarta linguagem precisará ser concebida para facilitar a apresentação de informações ao cidadão e garantir a compreensão. A linguagem do cidadão .
  • 105. Conclusões para o IBGE No modelo da “disponibilização” de informações, coloca-se o dado online à disposição do especialista. Na verdadeira comunicação, trabalha-se com a utilização e a apropriação desse dado pelo cidadão.
  • 106. Conclusões para o e-Gov Os métodos da AI e do DCU podem contribuir em todas as fases de desenvolvimento e implantação do e-Gov: fase 1 – a presença na Web; fase 2 – interação com o usuário; fase 3 – transações e serviços; e fase 4 – redefinição dos serviços do Estado.
  • 107. Conclusões para o e-Gov Uma profunda mudança filosófica deve ocorrer em direção ao desenvolvimento de tecnologias centradas no usuário, pois a maioria das empresas está focada na geração de funcionalidades. A partir de demandas de executivos, de departamentos de marketing ou de vendas.
  • 108. Conclusões para o e-Gov A equipe de Design deverá mudar seu próprio paradigma. Deve desenvolver projetos a partir de um processo iterativo (prototipar-testar-redesenhar) e, as organizações devem desenvolver a cultura de suporte a este tipo de metodologia.
  • 109. Desdobramentos da pesquisa Um tópico que merece investigação adicional é a questão da institucionalização da usabilidade nas organizações do Estado. Seria adequado pensar em definir parâmetros para um modelo normativo da usabilidade?
  • 110. Consideração final O sentido da ação transformadora que o designer, o ergonomista e o arquiteto de informação podem desempenhar nas organizações do Estado. Ao deslocar o foco dos projetos do sistema técnico para o ser humano, esses profissionais podem ter uma contribuição concreta a oferecer à dinâmica de mudança das organizações.