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Ametista Nunes
Camila Lessa
Cláudia Daniel
Emanuele Santos
Francisco Batista
Luciene Santos
Nadja Paim
Patrícia Santos
Suzane Sales
Discentes do 1º Semestre de Psicologia na FCA
Docente : Fabiano Viana – Antropologia Filosófica
‘A evolução da reflexão sobre a condição
humana’
Equipe: Superando com a Psicologia
ACESSE O BLOG : http://superandocomapsicologia.blogspot.com
“ Todos os homens por natureza desejam saber.”
Aristóteles
Mito: Os mitos são, geralmente, histórias baseadas em tradições e lendas feitas
para explicar o universo, a criação do mundo, fenômenos naturais e qualquer outra coisa a
que explicações simples não são atribuíveis.
Mitologia grega: É estudo dos mitos: lendas e / ou histórias de uma cultura em
particular, creditadas como verdadeiras e que constituem um sistema religioso ou de crenças
específicos
A Grécia antiga possuía uma das mais criativas e extensas mitologias de toda a
história da humanidade. A imaginação fértil dos gregos trazia as tramas de deuses
e semideuses para os fatos históricos relatados na época, como os casos clássicos
da Ilíada e da Odisséia.
A religião politeísta grega era marcada por uma forte marca humanista. Os
heróis gregos (semi-deuses) eram os filhos de deuses com mortais. Zeus, deus
dos deuses, comandava todos os demais do topo do monte Olimpo. Podemos
destacar outros deuses gregos : Atena (deusa das artes), Apolo (deus do Sol),
Ártemis (deusa da caça e protetora das cidades), Afrodite (deusa do amor, do
sexo e da beleza corporal), entre outros.
http://www.suapesquisa.com/mitologiagrega
Mitos e Mitologia grega
Período Pré – Socrático
Os pré – socráticos foram filósofos que surgiram em colônias na Grécia antiga
antes de Sócrates,considerado um divisor de águas na filosofia.
Não há muitas obras do mesmo na filosofia. O primeiro a surgir foi Platão, um
dos seguidores de Sócrates como também Aristóteles. Eram denominados
filósofos da natureza pois os mesmos investigavam questões próprias da
natureza, onde muitas vezes se questionavam de que era feito o mundo e apartir
desses pensamentos foram quebrando a visão mítica e religiosa que prevalecia
na época, adotando uma tática cientifica de pensar sobre tais coisas.
Alguns dos filósofos se preocuparam em explicar as transformações que ocorrem na
natureza, havia uma preocupação cosmológica. A maior parte do que sabemos
desses filósofos é encontrada na Doxografia de Aristóteles, Platão, Simplício e na
obra de Diógenes Laércio (século III d. C), Vida e obra dos filósofos ilustres.
A partir do século VII a.C., há uma revolução monetária da Grécia, e advêm a ela
inovações científicas. Isso colaborou com uma nova forma de pensar, mais
racional. Os pré-socráticos inspiraram a interpretação de filósofos
contemporâneos como Nietzsche, que nos iluminou com a sua obra A filosofia na
época trágica dos Gregos e Hegel, que aplicou seu sistema na história da
filosofia.
http://www.pime.org.br/missaojovem/mjhistdaigpais2.htm
FAITANIN, P. O ofício do sábio: o modo de estudar e ensinar segundo Santo Tomás de Aquino. Cadernos da
Aquinate n. 3. Instituto Aquinate
SOFISTAS
Os sofistas foram os primeiros filósofos do período socrático, se
opunham à filosofia pré-socrática, dizendo que estes ensinavam
coisas contraditórias e repletas de erros e que não apresentavam
utilidade nas polis (cidades). Dessa forma, substituíram a natureza
que antes era o principal objeto de reflexão pela arte da persuasão.
Os sofistas ensinavam técnicas que auxiliavam as pessoas a
defenderem o seu pensamento particular e suas próprias opiniões
contrárias sobre o mesmo para que dessa forma conseguisse seu
espaço. Por desprezarem algumas discussões feitas pelos filósofos,
eram chamados de céticos até mesmo por Sócrates que se rebelou
contra eles dizendo que desrespeitavam a verdade e o amor pela
sabedoria. Outros filósofos ainda acreditavam que os sofistas
criavam no meio filosófico o relativismo e o subjetivismo.
Dentre os sofistas, pode-se destacar: Protágoras, Górgias, Hípias,
Isócrates, Pródico, Crítias, Antifonte e Trasímaco, sendo que
destes, Protágoras, Górgias e Isócrates foram os mais importantes.
Estes, assim como os outros sofistas, prezavam pelo
desenvolvimento do espírito crítico e pela capacidade de
expressão.
Sócrates
“O grande segredo para a plenitude é muito
simples:compartilhar.’’
Filósofo ateniense, um dos mais importantes ícones da tradição
filosófica ocidental, e um dos fundadores da atual Filosofia
Ocidental.
Sócrates não foi muito bem aceito por parte da aristocracia grega,
pois defendia algumas idéias contrárias ao funcionamento da
sociedade grega, afirmando que muitas tradições, crenças
religiosas e costumes não ajudavam no desenvolvimento
intelectual dos cidadãos gregos. Alguns historiadores afirmam: Só
se pode falar de Sócrates como um personagem de Platão, por ele
nunca ter deixado nada escrito de sua própria autoria. Os diálogos
de Platão retratam Sócrates como mestre que se recusa a ter
discípulos, e um homem piedoso que foi executado por impiedade.
Sócrates sempre dizia que sua sabedoria era limitada à sua própria
ignorância (Só sei que nada sei.). Ele acreditava que os atos
errados eram conseqüências da própria ignorância. A intenção de
Sócrates era levar as pessoas a se sentirem ignorantes de tanto
perguntar, problematização sobre conceitos que as pessoas
tinham dogmas, verdades. De tanto questionar, principalmente os
sábios, começou a arrebanhar inimigos.
GAARDER, Jostein, O MUNDO DE SOFIA, Romance da história da Filosofia; tradução João Azenha Jr. –
São Paulo: Companhia das Letras, 1995.
Platão
“O livro é um mestre que fala, mas que não responde.”
Nascido em 428/27 a.C. Foi um filósofo e matemático
do período clássico da Grécia Antiga, autor de diversos
diálogos filosóficos e fundador da Academia em Atenas,
a primeira instituição de educação superior do mundo
ocidental. Juntamente com seu mentor, Sócrates, e seu
pupilo, Aristóteles, Platão ajudou a construir os alicerces
da filosofia natural, da ciência e da filosofia ocidental.
Acredita-se que seu nome verdadeiro tenha sido
Arístocles; Platão era um apelido que, provavelmente,
fazia referência à sua característica física, tal como o
porte atlético ou os ombros largos, ou ainda a sua ampla
capacidade intelectual de tratar de diferentes temas,
entre eles a ética, a política, a metafísica e a teoria do
conhecimento.
Aristóteles - Influência ocidental ?
Foi um filósofo grego, aluno de Platão e professor de
Alexandre, o Grande, considerado um dos maiores
pensadores de todos os tempos e criador do
pensamento lógico. É considerado por muitos o filósofo
que mais influenciou o pensamento ocidental, a exemplo
das palavras que ele criou e que passaram para quase
todas as línguas modernas
Aristóteles figura entre os mais influentes filósofos gregos,
foi chamado por Augusto Comte de "o príncipe eterno
dos verdadeiros filósofos", por Platão de "o leitor" (pela
avidez com que lia e por se ter cercado dos livros dos
poetas, filósofos e homens da ciência contemporâneos e
anteriores) e, pelos pensadores árabes, de o "preceptor
da inteligência humana".
Santo Agostinho
Agostinho foi uma figura importante no desenvolvimento do cristianismo
no Ocidente. Santo Agostinho foi um pensador e teólogo.
Em seu livro O livre-arbítrio, Santo Agostinho tenta provar de forma
filosófica de que Deus não é o criador do mal. Pois, para ele, tornava-se
inconcebível o fato de que um ser tão bom, pudesse ter criado o mal. É
largamente devido à influência de Agostinho que o cristianismo ocidental
concorda com a doutrina do pecado original.
Filosofia medieval
http://www.mundodosfilosofos.com.br/agostinho.htm
Filosofia medieval
São Thomaz de Aquino
Tomás de Aquino era chamado de o mais sábio dos santos
e o mais santo dos sábios. A partir dele, a Igreja tem uma
Teologia (fundada na revelação) e uma Filosofia (baseada
no exercício da razão humana) que se fundem numa
síntese definitiva: fé e razão, unidas em sua orientação
comum rumo a Deus.
Afirmou que não pode haver contradição entre fé e razão.
Aquino concorda e aprimora Agostinho quando diz que "A
verdade é o meio pelo qual se manifesta aquilo que é".
CHESTERTON, Santo Tomás de Aquino. Braga: Livr. Cruz, 1957.
Pensamento moderno
Renascimento : O olhar sobre si mesmo
A renascença corresponde ao período de "renascimento"
das letras e das arte como um todo, movimento este
iniciado na Itália no Século 14, tendo alcançado seu auge no
Século 16, influenciando todas os demais países da Europa.
Os termos Renascença ou Renascimento passaram a ser
utilizados a partir do Século 15 para designar o retorno da
cultura aos padrões clássicos.
A história passou por grandes revoluções no período
renascentista. Na Renascença, o homem voltou seu olhar
sobre si mesmo, isto é, houve o ressurgimento dos estudos
nos campos das ciências humanas, em que o próprio
homem toma-se como objeto de observação, ao mesmo
tempo em que é o observador.
No campo da ciência, o período foi um dos mais férteis na
história da humanidade.
ANTUNES, Alberto, ESTANQUEIRO, António, VIDIGAL, Mário (1994) – Filosofia 11º ano. Lisboa: Editorial
Presence.
Pensamento moderno
Humanismo: As suas diversas posturas éticas
O Humanismo pode ser definido como um conjunto de ideais e princípios que
valorizam as ações humanas e valores morais (respeito, justiça, honra,
amor, liberdade, solidariedade, etc). Para os humanistas, os seres humanos
são os responsáveis pela criação e desenvolvimento destes valores. Desta
forma, o pensamento humanista entra em contradição com o pensamento
religioso que afirma que Deus é o criador destes valores..
Fonte: www.brasilescola.com/historia/o-humanismo.htm
Empirismo / Racionalismo
Empirismo
Na filosofia, Empirismo é um
movimento que acredita nas
experiências como únicas
(ou principais) formadoras das idéias,
discordando, portanto, da noção de
idéias inatas .
A doutrina do empirismo foi definida
explicitamente pela primeira vez pelo
filósofo inglês John Locke no século
XVII. Locke argumentou que a
mente seria, originalmente, um
"quadro em branco" (tabula rasa),
sobre o qual é gravado o
conhecimento, cuja base é a
sensação. Ou seja, todas as pessoas,
ao nascer, o fazem sem saber de
absolutamente nada, sem impressão
nenhuma, sem conhecimento algum.
Todo o processo do conhecer, do
saber e do agir é aprendido pela
experiência, pela tentativa e erro.
Racionalismo
O Racionalismo é a corrente filosófica
que iniciou com a definição do
raciocínio que é a operação
mental, discursiva e lógica.
Este usa uma ou mais proposições
para extrair conclusões, se uma ou
outra proposição é verdadeira,
falsa ou provável.
O Racionalismo é uma doutrina que
afirma que tudo que existe tem
uma causa.
Os filósofos racionalistas utilizaram
a matemática como instrumento
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Fonte: Enciclopédia Digital Master.
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Antropologia

  • 1. Ametista Nunes Camila Lessa Cláudia Daniel Emanuele Santos Francisco Batista Luciene Santos Nadja Paim Patrícia Santos Suzane Sales Discentes do 1º Semestre de Psicologia na FCA Docente : Fabiano Viana – Antropologia Filosófica ‘A evolução da reflexão sobre a condição humana’ Equipe: Superando com a Psicologia ACESSE O BLOG : http://superandocomapsicologia.blogspot.com
  • 2. “ Todos os homens por natureza desejam saber.” Aristóteles
  • 3. Mito: Os mitos são, geralmente, histórias baseadas em tradições e lendas feitas para explicar o universo, a criação do mundo, fenômenos naturais e qualquer outra coisa a que explicações simples não são atribuíveis. Mitologia grega: É estudo dos mitos: lendas e / ou histórias de uma cultura em particular, creditadas como verdadeiras e que constituem um sistema religioso ou de crenças específicos A Grécia antiga possuía uma das mais criativas e extensas mitologias de toda a história da humanidade. A imaginação fértil dos gregos trazia as tramas de deuses e semideuses para os fatos históricos relatados na época, como os casos clássicos da Ilíada e da Odisséia. A religião politeísta grega era marcada por uma forte marca humanista. Os heróis gregos (semi-deuses) eram os filhos de deuses com mortais. Zeus, deus dos deuses, comandava todos os demais do topo do monte Olimpo. Podemos destacar outros deuses gregos : Atena (deusa das artes), Apolo (deus do Sol), Ártemis (deusa da caça e protetora das cidades), Afrodite (deusa do amor, do sexo e da beleza corporal), entre outros. http://www.suapesquisa.com/mitologiagrega Mitos e Mitologia grega
  • 4. Período Pré – Socrático Os pré – socráticos foram filósofos que surgiram em colônias na Grécia antiga antes de Sócrates,considerado um divisor de águas na filosofia. Não há muitas obras do mesmo na filosofia. O primeiro a surgir foi Platão, um dos seguidores de Sócrates como também Aristóteles. Eram denominados filósofos da natureza pois os mesmos investigavam questões próprias da natureza, onde muitas vezes se questionavam de que era feito o mundo e apartir desses pensamentos foram quebrando a visão mítica e religiosa que prevalecia na época, adotando uma tática cientifica de pensar sobre tais coisas. Alguns dos filósofos se preocuparam em explicar as transformações que ocorrem na natureza, havia uma preocupação cosmológica. A maior parte do que sabemos desses filósofos é encontrada na Doxografia de Aristóteles, Platão, Simplício e na obra de Diógenes Laércio (século III d. C), Vida e obra dos filósofos ilustres. A partir do século VII a.C., há uma revolução monetária da Grécia, e advêm a ela inovações científicas. Isso colaborou com uma nova forma de pensar, mais racional. Os pré-socráticos inspiraram a interpretação de filósofos contemporâneos como Nietzsche, que nos iluminou com a sua obra A filosofia na época trágica dos Gregos e Hegel, que aplicou seu sistema na história da filosofia. http://www.pime.org.br/missaojovem/mjhistdaigpais2.htm FAITANIN, P. O ofício do sábio: o modo de estudar e ensinar segundo Santo Tomás de Aquino. Cadernos da Aquinate n. 3. Instituto Aquinate
  • 5. SOFISTAS Os sofistas foram os primeiros filósofos do período socrático, se opunham à filosofia pré-socrática, dizendo que estes ensinavam coisas contraditórias e repletas de erros e que não apresentavam utilidade nas polis (cidades). Dessa forma, substituíram a natureza que antes era o principal objeto de reflexão pela arte da persuasão. Os sofistas ensinavam técnicas que auxiliavam as pessoas a defenderem o seu pensamento particular e suas próprias opiniões contrárias sobre o mesmo para que dessa forma conseguisse seu espaço. Por desprezarem algumas discussões feitas pelos filósofos, eram chamados de céticos até mesmo por Sócrates que se rebelou contra eles dizendo que desrespeitavam a verdade e o amor pela sabedoria. Outros filósofos ainda acreditavam que os sofistas criavam no meio filosófico o relativismo e o subjetivismo. Dentre os sofistas, pode-se destacar: Protágoras, Górgias, Hípias, Isócrates, Pródico, Crítias, Antifonte e Trasímaco, sendo que destes, Protágoras, Górgias e Isócrates foram os mais importantes. Estes, assim como os outros sofistas, prezavam pelo desenvolvimento do espírito crítico e pela capacidade de expressão.
  • 6. Sócrates “O grande segredo para a plenitude é muito simples:compartilhar.’’ Filósofo ateniense, um dos mais importantes ícones da tradição filosófica ocidental, e um dos fundadores da atual Filosofia Ocidental. Sócrates não foi muito bem aceito por parte da aristocracia grega, pois defendia algumas idéias contrárias ao funcionamento da sociedade grega, afirmando que muitas tradições, crenças religiosas e costumes não ajudavam no desenvolvimento intelectual dos cidadãos gregos. Alguns historiadores afirmam: Só se pode falar de Sócrates como um personagem de Platão, por ele nunca ter deixado nada escrito de sua própria autoria. Os diálogos de Platão retratam Sócrates como mestre que se recusa a ter discípulos, e um homem piedoso que foi executado por impiedade. Sócrates sempre dizia que sua sabedoria era limitada à sua própria ignorância (Só sei que nada sei.). Ele acreditava que os atos errados eram conseqüências da própria ignorância. A intenção de Sócrates era levar as pessoas a se sentirem ignorantes de tanto perguntar, problematização sobre conceitos que as pessoas tinham dogmas, verdades. De tanto questionar, principalmente os sábios, começou a arrebanhar inimigos. GAARDER, Jostein, O MUNDO DE SOFIA, Romance da história da Filosofia; tradução João Azenha Jr. – São Paulo: Companhia das Letras, 1995.
  • 7. Platão “O livro é um mestre que fala, mas que não responde.” Nascido em 428/27 a.C. Foi um filósofo e matemático do período clássico da Grécia Antiga, autor de diversos diálogos filosóficos e fundador da Academia em Atenas, a primeira instituição de educação superior do mundo ocidental. Juntamente com seu mentor, Sócrates, e seu pupilo, Aristóteles, Platão ajudou a construir os alicerces da filosofia natural, da ciência e da filosofia ocidental. Acredita-se que seu nome verdadeiro tenha sido Arístocles; Platão era um apelido que, provavelmente, fazia referência à sua característica física, tal como o porte atlético ou os ombros largos, ou ainda a sua ampla capacidade intelectual de tratar de diferentes temas, entre eles a ética, a política, a metafísica e a teoria do conhecimento.
  • 8. Aristóteles - Influência ocidental ? Foi um filósofo grego, aluno de Platão e professor de Alexandre, o Grande, considerado um dos maiores pensadores de todos os tempos e criador do pensamento lógico. É considerado por muitos o filósofo que mais influenciou o pensamento ocidental, a exemplo das palavras que ele criou e que passaram para quase todas as línguas modernas Aristóteles figura entre os mais influentes filósofos gregos, foi chamado por Augusto Comte de "o príncipe eterno dos verdadeiros filósofos", por Platão de "o leitor" (pela avidez com que lia e por se ter cercado dos livros dos poetas, filósofos e homens da ciência contemporâneos e anteriores) e, pelos pensadores árabes, de o "preceptor da inteligência humana".
  • 9. Santo Agostinho Agostinho foi uma figura importante no desenvolvimento do cristianismo no Ocidente. Santo Agostinho foi um pensador e teólogo. Em seu livro O livre-arbítrio, Santo Agostinho tenta provar de forma filosófica de que Deus não é o criador do mal. Pois, para ele, tornava-se inconcebível o fato de que um ser tão bom, pudesse ter criado o mal. É largamente devido à influência de Agostinho que o cristianismo ocidental concorda com a doutrina do pecado original. Filosofia medieval http://www.mundodosfilosofos.com.br/agostinho.htm
  • 10. Filosofia medieval São Thomaz de Aquino Tomás de Aquino era chamado de o mais sábio dos santos e o mais santo dos sábios. A partir dele, a Igreja tem uma Teologia (fundada na revelação) e uma Filosofia (baseada no exercício da razão humana) que se fundem numa síntese definitiva: fé e razão, unidas em sua orientação comum rumo a Deus. Afirmou que não pode haver contradição entre fé e razão. Aquino concorda e aprimora Agostinho quando diz que "A verdade é o meio pelo qual se manifesta aquilo que é". CHESTERTON, Santo Tomás de Aquino. Braga: Livr. Cruz, 1957.
  • 11. Pensamento moderno Renascimento : O olhar sobre si mesmo A renascença corresponde ao período de "renascimento" das letras e das arte como um todo, movimento este iniciado na Itália no Século 14, tendo alcançado seu auge no Século 16, influenciando todas os demais países da Europa. Os termos Renascença ou Renascimento passaram a ser utilizados a partir do Século 15 para designar o retorno da cultura aos padrões clássicos. A história passou por grandes revoluções no período renascentista. Na Renascença, o homem voltou seu olhar sobre si mesmo, isto é, houve o ressurgimento dos estudos nos campos das ciências humanas, em que o próprio homem toma-se como objeto de observação, ao mesmo tempo em que é o observador. No campo da ciência, o período foi um dos mais férteis na história da humanidade. ANTUNES, Alberto, ESTANQUEIRO, António, VIDIGAL, Mário (1994) – Filosofia 11º ano. Lisboa: Editorial Presence.
  • 12. Pensamento moderno Humanismo: As suas diversas posturas éticas O Humanismo pode ser definido como um conjunto de ideais e princípios que valorizam as ações humanas e valores morais (respeito, justiça, honra, amor, liberdade, solidariedade, etc). Para os humanistas, os seres humanos são os responsáveis pela criação e desenvolvimento destes valores. Desta forma, o pensamento humanista entra em contradição com o pensamento religioso que afirma que Deus é o criador destes valores.. Fonte: www.brasilescola.com/historia/o-humanismo.htm
  • 13. Empirismo / Racionalismo Empirismo Na filosofia, Empirismo é um movimento que acredita nas experiências como únicas (ou principais) formadoras das idéias, discordando, portanto, da noção de idéias inatas . A doutrina do empirismo foi definida explicitamente pela primeira vez pelo filósofo inglês John Locke no século XVII. Locke argumentou que a mente seria, originalmente, um "quadro em branco" (tabula rasa), sobre o qual é gravado o conhecimento, cuja base é a sensação. Ou seja, todas as pessoas, ao nascer, o fazem sem saber de absolutamente nada, sem impressão nenhuma, sem conhecimento algum. Todo o processo do conhecer, do saber e do agir é aprendido pela experiência, pela tentativa e erro. Racionalismo O Racionalismo é a corrente filosófica que iniciou com a definição do raciocínio que é a operação mental, discursiva e lógica. Este usa uma ou mais proposições para extrair conclusões, se uma ou outra proposição é verdadeira, falsa ou provável. O Racionalismo é uma doutrina que afirma que tudo que existe tem uma causa. Os filósofos racionalistas utilizaram a matemática como instrumento da razão para explicar a realidade. Com esse objetivo, René Descartes elaborou um método baseado na Geometria. Fonte: Enciclopédia Digital Master. http://pt.wikipedia.org/wiki