SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 24
Faculdade “Castro  Alves”  1º PERÍODO Disciplina: Antropologia Filosófica PROF: Fabiano Viana   A Evolução da Reflexão HumanaBlog: “Consciência Psicológica”Equipe:Adenilde  Borges           Araci   Silva                         ElbaSantana Dias                                           Márcia  Cristina da Silva                                                             Mª Aparecida dos santos Marnalva  Fernandes do CarmoPatrícia Karla Leal                                                                                                                                Robervânia  dos Anjos Blog:     Desvendando a psicologia
Reflexão -  é o modo de pensar que acompanha o ser humano na tarefa de compreender-se e compreender o mundo que lhe cerca, agindo sobre ele.   Para impedir a estagnação da reflexão, buscamos nas 03 Chaves: a Consciência Mítica, do Mito à Razão e o Conhecimento  -  onde a Filosofia para sair da postura teórica, busca  nos levar a uma tomada de atitude diante da vida, desde os fatos corriqueiros, aos mais complicados com decisões cruciais.Whitehead, matemático e lógico britânico, disse que “ a função da razão ou reflexão é promover a arte da vida”.                                                                                              Salvador, 06 de maio de 2010.
“Consciência Mítica”O Mito é sentido e vivido antes de ser interligado e formulado. Ele expressa o mundo e a realidade humana,como também é uma representação coletiva que chegou até nós, através de  várias gerações, numa complexidade tão real, mesmo  sabendo que ele, o Mito, éilógicoe irracional. Na abordagem deste contexto, acompanhamos a evolução da reflexão humana na antiguidade, cujo o cenário favorecia o nascimento da filosofia, embora ainda predominava a “Consciência Mítica”- que  é a nossa  primeira consciência; é a nossa primeira forma de organizar um conhecimento sobre uma realidade. É uma forma espontânea de nos situar no mundo. A formação dos Mitos obedece a uma necessidade natural, inerente do Ser Humano e da Cultura, na medida em que se estabelece a Ordem e  a Paz.
“ Consciência   Mítica” ,[object Object]
mito não é lenda, mas verdade.
Quando pensamos em verdade, é comum nos referirmos à coerência lógica, garantida pelo rigor da argumentação e pela apresentação de provas.
A verdade do mito é intuída, e como tal, não necessita de comprovações, porque o critério de sua adesão é a crença e a fé.
O mito é, portanto uma intuição compreensiva da realidade, cujo o nascedouro se funde nas emoções e na afetividades.
Neste sentido, antes de interpretar o mundo, o mito expressa o que desejamos ou tememos, como somos atraídos pelas coisas ou como delas nos afastamos.,[object Object]
Antiguidade: a Antiguidade centrava-se  em torno do “cosmos” ou da natureza em si estática e encarava o homem em conexão com ela. Idade Média : o homem era membro da “ordem” emanada de Deus. Idade Moderna:: firma o homem sobre si mesmo, mas predominantemente como “sujeito” ou razão, “de sorte que esta, como sujeito transcendental ou razão universal  panteísta  e  absoluta, acabou por subjugar e volatilizar o homem, convertendo-o em momento fugaz diante dos deuses  e  sem o domínio de  crença específica. Pensamento Contemporâneo : o homem tomou consciência  da inanidade  de  tais  construções e verificou haver perdido tudo, incluindo até  a  própria  personalidade  e  que principalmente, depois  de  haver  sacrificado  a  vida  do  conceito  abstrato ilusório, se  encontra  procurando  ele  mesmo
                                               Do   Mito  a   Razão ,[object Object]
Adventos das cidades-estados(póleis), alterações políticas sociais,desenvolvimento do comércio  e a expansão da colonização grega.
Na Antiguidade:
   Há  cerca de 700 anos a.C a História do Pensamento Humano ganha espaço na capacidade de formular Reflexões e marca o seu momento áureo até a dominação romana, ás vésperas da Era Cristã.
   Foi neste  período que se deu a Abertura para o Homem refletir;
   A Gênese da Reflexão humana,  fazia nascer a Filosofia, não na Grécia propriamente dita, mas nas colônias gregas do Oriente e do Ocidente, especulando sobre o Homem e sua Interioridade
   Os Filósofos pré-socráticos marcaram a História por volta do século
 VI e V a.C. e entre os mais importantes destacamos:Tales de Mileto(640-548 a.C) Astrônomo, Matemático, considerado como um dos  7 (sete)mais sábio filósofo da Antiguidade. Acreditava que a Água é a origem de tudo, mudando o rumo de muitas coisas com essa frase. Pitágoras de Samos – (570-496 a.C) (fundador da  escola de  Crotona, sul  da Magna Grécia)-considerado o célebre matemático que escrevia na pedra os princípios da Geometria.Tentou conhecer o mundo em termos quantitativos.Defendeu a visão estática e a necessidade de quantificação do ser humano. Heráclito-(540-475 a.C)  Acreditava que a origem das coisas estava no Cosmo e tinha plena certeza de que o mundo sempre estava em mudança. E que “Nós” jamais seríamos as mesmas pessoas e que tudo se transformaria em seus opostos. Ele tinha como elemento o Fogo, as Mudanças e no Conflito. Anaximandro:Primeiro cartógrafo que descobriu que a Terra estava solta no espaço, mas mesmo assim, o povo grego acreditava que a Terra fosse  um planeta plano e solto
Ainda  um  pouco  mais  do  Mito  a  Razão ,[object Object]
Parmênides nasceu em Eléia, na Itália, cerca de 530 a.C. Foi discípulo do pitagóricoAmínias e provavelmente, também seguiu as lições de Xenófanes. Em Atenas combateu a filosofia dos jônicos e, sua akmé se deu por volta de 500 a.C.
Escreveu uma obra, em poema, denominada Sobre a Natureza, composta por duas partes. Na primeira parte trata da verdade e na segunda, da opinião. A obra levanta-se contra o dualismo pitagórico e o mobilismo de Heráclito.
Parmênides formulou os dois princípios lógicos do pensamento: o principio da identidade ( o ser é o ser), e o principio da não-contradição (se o ser é, o seu contrario, não é).
Ele também foi o criador da ontologia, isto é, a doutrina do ser e de suas formas.
Para Parmênides a experiência sensorial nos faz perceber que tudo está em movimento, ou seja, em mudança. Nós mudamos, as coisas surgem e desaparecem mas o ser é imóvel e imutável, pois se se movesse, mudaria e tornar-se-ia aquilo que ele não é.

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

2. sócrates, sofistas, platão e aristóteles
2. sócrates, sofistas, platão e aristóteles2. sócrates, sofistas, platão e aristóteles
2. sócrates, sofistas, platão e aristótelesTiago Kestering Pereira
 
Dos presocraticos a aristóteles
Dos presocraticos a aristótelesDos presocraticos a aristóteles
Dos presocraticos a aristótelesAlan
 
O livro intitulado o mundo de sofia é um romance envolvente que
O livro intitulado o mundo de sofia é um romance envolvente queO livro intitulado o mundo de sofia é um romance envolvente que
O livro intitulado o mundo de sofia é um romance envolvente queandre barbosa
 
Capítulo 13 em busca da verdade
Capítulo 13   em busca da verdadeCapítulo 13   em busca da verdade
Capítulo 13 em busca da verdadeEdirlene Fraga
 
Slides de antropologia principal
Slides de antropologia   principalSlides de antropologia   principal
Slides de antropologia principalIvison Kauê
 
Slides de antropologia principal(1)
Slides de antropologia   principal(1)Slides de antropologia   principal(1)
Slides de antropologia principal(1)Ivison Kauê
 
História da Filosofia em Períodos
História da Filosofia em PeríodosHistória da Filosofia em Períodos
História da Filosofia em PeríodosBruno Carrasco
 
Introdu filosofia-slide
Introdu filosofia-slideIntrodu filosofia-slide
Introdu filosofia-slideRonaldo Assis
 
Sócrates, Platão e Aristóteles
Sócrates, Platão e AristótelesSócrates, Platão e Aristóteles
Sócrates, Platão e AristótelesErizon Júnior
 
Aula de filosofia antiga, tema: A questão dos universais
Aula de filosofia antiga, tema: A questão dos universaisAula de filosofia antiga, tema: A questão dos universais
Aula de filosofia antiga, tema: A questão dos universaisLeandro Nazareth Souto
 
Aula de filosofia
Aula de filosofiaAula de filosofia
Aula de filosofiaGutt1848
 
Apresentação de Filosofia
Apresentação de FilosofiaApresentação de Filosofia
Apresentação de FilosofiaWaldemir Silva
 
Cap 2 os filosofos da natureza - postar
Cap 2   os filosofos da natureza - postarCap 2   os filosofos da natureza - postar
Cap 2 os filosofos da natureza - postarJosé Ferreira Júnior
 
Dos pré socráticos ao medievais
Dos pré socráticos ao medievaisDos pré socráticos ao medievais
Dos pré socráticos ao medievaisAlan
 

Mais procurados (19)

2. sócrates, sofistas, platão e aristóteles
2. sócrates, sofistas, platão e aristóteles2. sócrates, sofistas, platão e aristóteles
2. sócrates, sofistas, platão e aristóteles
 
Dos presocraticos a aristóteles
Dos presocraticos a aristótelesDos presocraticos a aristóteles
Dos presocraticos a aristóteles
 
Origem e divisão da filosofia
Origem e divisão da filosofiaOrigem e divisão da filosofia
Origem e divisão da filosofia
 
O livro intitulado o mundo de sofia é um romance envolvente que
O livro intitulado o mundo de sofia é um romance envolvente queO livro intitulado o mundo de sofia é um romance envolvente que
O livro intitulado o mundo de sofia é um romance envolvente que
 
Cap 14 - O Empirismo Inglês
Cap 14 - O Empirismo InglêsCap 14 - O Empirismo Inglês
Cap 14 - O Empirismo Inglês
 
Filosofia antiga
Filosofia antigaFilosofia antiga
Filosofia antiga
 
Capítulo 13 em busca da verdade
Capítulo 13   em busca da verdadeCapítulo 13   em busca da verdade
Capítulo 13 em busca da verdade
 
Filosofos
FilosofosFilosofos
Filosofos
 
Aula 04 e 05 - Os Pré-Socráticos
Aula 04 e 05 - Os Pré-SocráticosAula 04 e 05 - Os Pré-Socráticos
Aula 04 e 05 - Os Pré-Socráticos
 
Slides de antropologia principal
Slides de antropologia   principalSlides de antropologia   principal
Slides de antropologia principal
 
Slides de antropologia principal(1)
Slides de antropologia   principal(1)Slides de antropologia   principal(1)
Slides de antropologia principal(1)
 
História da Filosofia em Períodos
História da Filosofia em PeríodosHistória da Filosofia em Períodos
História da Filosofia em Períodos
 
Introdu filosofia-slide
Introdu filosofia-slideIntrodu filosofia-slide
Introdu filosofia-slide
 
Sócrates, Platão e Aristóteles
Sócrates, Platão e AristótelesSócrates, Platão e Aristóteles
Sócrates, Platão e Aristóteles
 
Aula de filosofia antiga, tema: A questão dos universais
Aula de filosofia antiga, tema: A questão dos universaisAula de filosofia antiga, tema: A questão dos universais
Aula de filosofia antiga, tema: A questão dos universais
 
Aula de filosofia
Aula de filosofiaAula de filosofia
Aula de filosofia
 
Apresentação de Filosofia
Apresentação de FilosofiaApresentação de Filosofia
Apresentação de Filosofia
 
Cap 2 os filosofos da natureza - postar
Cap 2   os filosofos da natureza - postarCap 2   os filosofos da natureza - postar
Cap 2 os filosofos da natureza - postar
 
Dos pré socráticos ao medievais
Dos pré socráticos ao medievaisDos pré socráticos ao medievais
Dos pré socráticos ao medievais
 

Destaque

Sociologia ideologia e alienação
Sociologia   ideologia e alienaçãoSociologia   ideologia e alienação
Sociologia ideologia e alienaçãoPaulo Renato
 
Sociedade contemporanea e alienação
Sociedade contemporanea e alienaçãoSociedade contemporanea e alienação
Sociedade contemporanea e alienaçãoErica Frau
 
Alienação e-trabalho
Alienação e-trabalhoAlienação e-trabalho
Alienação e-trabalhoEdirlene Fraga
 

Destaque (7)

Alienação
AlienaçãoAlienação
Alienação
 
Sociologia ideologia e alienação
Sociologia   ideologia e alienaçãoSociologia   ideologia e alienação
Sociologia ideologia e alienação
 
Ideologia e alienação
Ideologia e alienaçãoIdeologia e alienação
Ideologia e alienação
 
Sociedade contemporanea e alienação
Sociedade contemporanea e alienaçãoSociedade contemporanea e alienação
Sociedade contemporanea e alienação
 
Alienação e-trabalho
Alienação e-trabalhoAlienação e-trabalho
Alienação e-trabalho
 
Ideologia e Alienação
Ideologia e AlienaçãoIdeologia e Alienação
Ideologia e Alienação
 
ALIENAÇÃO E IDEOLOGIA
ALIENAÇÃO E IDEOLOGIAALIENAÇÃO E IDEOLOGIA
ALIENAÇÃO E IDEOLOGIA
 

Semelhante a A evolução da reflexão humana.

Slides Antropologia
Slides AntropologiaSlides Antropologia
Slides AntropologiaMisterios10
 
Slide antropologia filosofica
Slide antropologia filosoficaSlide antropologia filosofica
Slide antropologia filosoficaPsicoemfoco
 
Slide antropologia filosofica
Slide antropologia filosoficaSlide antropologia filosofica
Slide antropologia filosoficaPsicoemfoco
 
Apresentacao de antropologia psicologia
Apresentacao de antropologia psicologia  Apresentacao de antropologia psicologia
Apresentacao de antropologia psicologia faculdade11
 
Trabalho de antropologia
Trabalho de antropologiaTrabalho de antropologia
Trabalho de antropologiaPSIFCA
 
Evolução histórica da reflexão sobre a condição humana
Evolução histórica da reflexão sobre a condição humanaEvolução histórica da reflexão sobre a condição humana
Evolução histórica da reflexão sobre a condição humana19121992
 
TRABALHO SOBRE A ORIGEM DA PSICOLOGIA - SÓCRATES
TRABALHO SOBRE A ORIGEM DA PSICOLOGIA - SÓCRATESTRABALHO SOBRE A ORIGEM DA PSICOLOGIA - SÓCRATES
TRABALHO SOBRE A ORIGEM DA PSICOLOGIA - SÓCRATESClodomir Araújo
 
Antropologia (Slide)[1][1][1]
Antropologia (Slide)[1][1][1]Antropologia (Slide)[1][1][1]
Antropologia (Slide)[1][1][1]Dell Sales
 
Condição Humana
Condição HumanaCondição Humana
Condição Humanapsicologia
 
1 aula - fil. impressão.pptx
1 aula - fil. impressão.pptx1 aula - fil. impressão.pptx
1 aula - fil. impressão.pptxjosuelsilva19
 
2º Aula em busca da verdade.pptx
2º Aula em busca da verdade.pptx2º Aula em busca da verdade.pptx
2º Aula em busca da verdade.pptxFlavioCandido8
 

Semelhante a A evolução da reflexão humana. (20)

Slides Antropologia
Slides AntropologiaSlides Antropologia
Slides Antropologia
 
Slide antropologia filosofica
Slide antropologia filosoficaSlide antropologia filosofica
Slide antropologia filosofica
 
Slide antropologia filosofica
Slide antropologia filosoficaSlide antropologia filosofica
Slide antropologia filosofica
 
Antropologia Filosófica
Antropologia FilosóficaAntropologia Filosófica
Antropologia Filosófica
 
Apresentacao de antropologia psicologia
Apresentacao de antropologia psicologia  Apresentacao de antropologia psicologia
Apresentacao de antropologia psicologia
 
Trabalho de antropologia
Trabalho de antropologiaTrabalho de antropologia
Trabalho de antropologia
 
2a. apostila-de-filosofia
2a. apostila-de-filosofia2a. apostila-de-filosofia
2a. apostila-de-filosofia
 
Antropologia
Antropologia Antropologia
Antropologia
 
VisãO Geral da Filosofia
VisãO Geral da FilosofiaVisãO Geral da Filosofia
VisãO Geral da Filosofia
 
Evolução histórica da reflexão sobre a condição humana
Evolução histórica da reflexão sobre a condição humanaEvolução histórica da reflexão sobre a condição humana
Evolução histórica da reflexão sobre a condição humana
 
Antropologia slides
Antropologia slidesAntropologia slides
Antropologia slides
 
História da Filosofia
História da FilosofiaHistória da Filosofia
História da Filosofia
 
TRABALHO SOBRE A ORIGEM DA PSICOLOGIA - SÓCRATES
TRABALHO SOBRE A ORIGEM DA PSICOLOGIA - SÓCRATESTRABALHO SOBRE A ORIGEM DA PSICOLOGIA - SÓCRATES
TRABALHO SOBRE A ORIGEM DA PSICOLOGIA - SÓCRATES
 
Antropologia (Slide)[1][1][1]
Antropologia (Slide)[1][1][1]Antropologia (Slide)[1][1][1]
Antropologia (Slide)[1][1][1]
 
Condição Humana
Condição HumanaCondição Humana
Condição Humana
 
1 aula - fil. impressão.pptx
1 aula - fil. impressão.pptx1 aula - fil. impressão.pptx
1 aula - fil. impressão.pptx
 
Antropologia
AntropologiaAntropologia
Antropologia
 
Filosofia Unidade 2
Filosofia Unidade 2Filosofia Unidade 2
Filosofia Unidade 2
 
2º Aula em busca da verdade.pptx
2º Aula em busca da verdade.pptx2º Aula em busca da verdade.pptx
2º Aula em busca da verdade.pptx
 
Blog
BlogBlog
Blog
 

Último

HORA DO CONTO4_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO4_BECRE D. CARLOS I_2023_2024HORA DO CONTO4_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO4_BECRE D. CARLOS I_2023_2024Sandra Pratas
 
Apresentação sobre o Combate a Dengue 2024
Apresentação sobre o Combate a Dengue 2024Apresentação sobre o Combate a Dengue 2024
Apresentação sobre o Combate a Dengue 2024GleyceMoreiraXWeslle
 
Geometria 5to Educacion Primaria EDU Ccesa007.pdf
Geometria  5to Educacion Primaria EDU  Ccesa007.pdfGeometria  5to Educacion Primaria EDU  Ccesa007.pdf
Geometria 5to Educacion Primaria EDU Ccesa007.pdfDemetrio Ccesa Rayme
 
Slides Lição 2, Central Gospel, A Volta Do Senhor Jesus , 1Tr24.pptx
Slides Lição 2, Central Gospel, A Volta Do Senhor Jesus , 1Tr24.pptxSlides Lição 2, Central Gospel, A Volta Do Senhor Jesus , 1Tr24.pptx
Slides Lição 2, Central Gospel, A Volta Do Senhor Jesus , 1Tr24.pptxLuizHenriquedeAlmeid6
 
Currículo escolar na perspectiva da educação inclusiva.pdf
Currículo escolar na perspectiva da educação inclusiva.pdfCurrículo escolar na perspectiva da educação inclusiva.pdf
Currículo escolar na perspectiva da educação inclusiva.pdfIedaGoethe
 
TREINAMENTO - BOAS PRATICAS DE HIGIENE NA COZINHA.ppt
TREINAMENTO - BOAS PRATICAS DE HIGIENE NA COZINHA.pptTREINAMENTO - BOAS PRATICAS DE HIGIENE NA COZINHA.ppt
TREINAMENTO - BOAS PRATICAS DE HIGIENE NA COZINHA.pptAlineSilvaPotuk
 
Mesoamérica.Astecas,inca,maias , olmecas
Mesoamérica.Astecas,inca,maias , olmecasMesoamérica.Astecas,inca,maias , olmecas
Mesoamérica.Astecas,inca,maias , olmecasRicardo Diniz campos
 
QUIZ DE MATEMATICA SHOW DO MILHÃO PREPARAÇÃO ÇPARA AVALIAÇÕES EXTERNAS
QUIZ DE MATEMATICA SHOW DO MILHÃO PREPARAÇÃO ÇPARA AVALIAÇÕES EXTERNASQUIZ DE MATEMATICA SHOW DO MILHÃO PREPARAÇÃO ÇPARA AVALIAÇÕES EXTERNAS
QUIZ DE MATEMATICA SHOW DO MILHÃO PREPARAÇÃO ÇPARA AVALIAÇÕES EXTERNASEdinardo Aguiar
 
DIGNITAS INFINITA - DIGNIDADE HUMANA -Declaração do Dicastério para a Doutrin...
DIGNITAS INFINITA - DIGNIDADE HUMANA -Declaração do Dicastério para a Doutrin...DIGNITAS INFINITA - DIGNIDADE HUMANA -Declaração do Dicastério para a Doutrin...
DIGNITAS INFINITA - DIGNIDADE HUMANA -Declaração do Dicastério para a Doutrin...Martin M Flynn
 
Slide de exemplo sobre o Sítio do Pica Pau Amarelo.pptx
Slide de exemplo sobre o Sítio do Pica Pau Amarelo.pptxSlide de exemplo sobre o Sítio do Pica Pau Amarelo.pptx
Slide de exemplo sobre o Sítio do Pica Pau Amarelo.pptxconcelhovdragons
 
ÁREA DE FIGURAS PLANAS - DESCRITOR DE MATEMATICA D12 ENSINO MEDIO.pptx
ÁREA DE FIGURAS PLANAS - DESCRITOR DE MATEMATICA D12 ENSINO MEDIO.pptxÁREA DE FIGURAS PLANAS - DESCRITOR DE MATEMATICA D12 ENSINO MEDIO.pptx
ÁREA DE FIGURAS PLANAS - DESCRITOR DE MATEMATICA D12 ENSINO MEDIO.pptxDeyvidBriel
 
Guia completo da Previdênci a - Reforma .pdf
Guia completo da Previdênci a - Reforma .pdfGuia completo da Previdênci a - Reforma .pdf
Guia completo da Previdênci a - Reforma .pdfEyshilaKelly1
 
LIVRO A BELA BORBOLETA. Ziraldo e Zélio.
LIVRO A BELA BORBOLETA. Ziraldo e Zélio.LIVRO A BELA BORBOLETA. Ziraldo e Zélio.
LIVRO A BELA BORBOLETA. Ziraldo e Zélio.HildegardeAngel
 
As Viagens Missionária do Apostolo Paulo.pptx
As Viagens Missionária do Apostolo Paulo.pptxAs Viagens Missionária do Apostolo Paulo.pptx
As Viagens Missionária do Apostolo Paulo.pptxAlexandreFrana33
 
Aula - 2º Ano - Cultura e Sociedade - Conceitos-chave
Aula - 2º Ano - Cultura e Sociedade - Conceitos-chaveAula - 2º Ano - Cultura e Sociedade - Conceitos-chave
Aula - 2º Ano - Cultura e Sociedade - Conceitos-chaveaulasgege
 
Dança Contemporânea na arte da dança primeira parte
Dança Contemporânea na arte da dança primeira parteDança Contemporânea na arte da dança primeira parte
Dança Contemporânea na arte da dança primeira partecoletivoddois
 
organizaao-do-clube-de-lideres-ctd-aamar_compress.pdf
organizaao-do-clube-de-lideres-ctd-aamar_compress.pdforganizaao-do-clube-de-lideres-ctd-aamar_compress.pdf
organizaao-do-clube-de-lideres-ctd-aamar_compress.pdfCarlosRodrigues832670
 
19 de abril - Dia dos povos indigenas brasileiros
19 de abril - Dia dos povos indigenas brasileiros19 de abril - Dia dos povos indigenas brasileiros
19 de abril - Dia dos povos indigenas brasileirosMary Alvarenga
 
Free-Netflix-PowerPoint-Template-pptheme-1.pptx
Free-Netflix-PowerPoint-Template-pptheme-1.pptxFree-Netflix-PowerPoint-Template-pptheme-1.pptx
Free-Netflix-PowerPoint-Template-pptheme-1.pptxkarinasantiago54
 

Último (20)

HORA DO CONTO4_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO4_BECRE D. CARLOS I_2023_2024HORA DO CONTO4_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO4_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
 
Apresentação sobre o Combate a Dengue 2024
Apresentação sobre o Combate a Dengue 2024Apresentação sobre o Combate a Dengue 2024
Apresentação sobre o Combate a Dengue 2024
 
Geometria 5to Educacion Primaria EDU Ccesa007.pdf
Geometria  5to Educacion Primaria EDU  Ccesa007.pdfGeometria  5to Educacion Primaria EDU  Ccesa007.pdf
Geometria 5to Educacion Primaria EDU Ccesa007.pdf
 
Slides Lição 2, Central Gospel, A Volta Do Senhor Jesus , 1Tr24.pptx
Slides Lição 2, Central Gospel, A Volta Do Senhor Jesus , 1Tr24.pptxSlides Lição 2, Central Gospel, A Volta Do Senhor Jesus , 1Tr24.pptx
Slides Lição 2, Central Gospel, A Volta Do Senhor Jesus , 1Tr24.pptx
 
Currículo escolar na perspectiva da educação inclusiva.pdf
Currículo escolar na perspectiva da educação inclusiva.pdfCurrículo escolar na perspectiva da educação inclusiva.pdf
Currículo escolar na perspectiva da educação inclusiva.pdf
 
TREINAMENTO - BOAS PRATICAS DE HIGIENE NA COZINHA.ppt
TREINAMENTO - BOAS PRATICAS DE HIGIENE NA COZINHA.pptTREINAMENTO - BOAS PRATICAS DE HIGIENE NA COZINHA.ppt
TREINAMENTO - BOAS PRATICAS DE HIGIENE NA COZINHA.ppt
 
Mesoamérica.Astecas,inca,maias , olmecas
Mesoamérica.Astecas,inca,maias , olmecasMesoamérica.Astecas,inca,maias , olmecas
Mesoamérica.Astecas,inca,maias , olmecas
 
QUIZ DE MATEMATICA SHOW DO MILHÃO PREPARAÇÃO ÇPARA AVALIAÇÕES EXTERNAS
QUIZ DE MATEMATICA SHOW DO MILHÃO PREPARAÇÃO ÇPARA AVALIAÇÕES EXTERNASQUIZ DE MATEMATICA SHOW DO MILHÃO PREPARAÇÃO ÇPARA AVALIAÇÕES EXTERNAS
QUIZ DE MATEMATICA SHOW DO MILHÃO PREPARAÇÃO ÇPARA AVALIAÇÕES EXTERNAS
 
DIGNITAS INFINITA - DIGNIDADE HUMANA -Declaração do Dicastério para a Doutrin...
DIGNITAS INFINITA - DIGNIDADE HUMANA -Declaração do Dicastério para a Doutrin...DIGNITAS INFINITA - DIGNIDADE HUMANA -Declaração do Dicastério para a Doutrin...
DIGNITAS INFINITA - DIGNIDADE HUMANA -Declaração do Dicastério para a Doutrin...
 
Slide de exemplo sobre o Sítio do Pica Pau Amarelo.pptx
Slide de exemplo sobre o Sítio do Pica Pau Amarelo.pptxSlide de exemplo sobre o Sítio do Pica Pau Amarelo.pptx
Slide de exemplo sobre o Sítio do Pica Pau Amarelo.pptx
 
ÁREA DE FIGURAS PLANAS - DESCRITOR DE MATEMATICA D12 ENSINO MEDIO.pptx
ÁREA DE FIGURAS PLANAS - DESCRITOR DE MATEMATICA D12 ENSINO MEDIO.pptxÁREA DE FIGURAS PLANAS - DESCRITOR DE MATEMATICA D12 ENSINO MEDIO.pptx
ÁREA DE FIGURAS PLANAS - DESCRITOR DE MATEMATICA D12 ENSINO MEDIO.pptx
 
Guia completo da Previdênci a - Reforma .pdf
Guia completo da Previdênci a - Reforma .pdfGuia completo da Previdênci a - Reforma .pdf
Guia completo da Previdênci a - Reforma .pdf
 
LIVRO A BELA BORBOLETA. Ziraldo e Zélio.
LIVRO A BELA BORBOLETA. Ziraldo e Zélio.LIVRO A BELA BORBOLETA. Ziraldo e Zélio.
LIVRO A BELA BORBOLETA. Ziraldo e Zélio.
 
As Viagens Missionária do Apostolo Paulo.pptx
As Viagens Missionária do Apostolo Paulo.pptxAs Viagens Missionária do Apostolo Paulo.pptx
As Viagens Missionária do Apostolo Paulo.pptx
 
Aula - 2º Ano - Cultura e Sociedade - Conceitos-chave
Aula - 2º Ano - Cultura e Sociedade - Conceitos-chaveAula - 2º Ano - Cultura e Sociedade - Conceitos-chave
Aula - 2º Ano - Cultura e Sociedade - Conceitos-chave
 
Dança Contemporânea na arte da dança primeira parte
Dança Contemporânea na arte da dança primeira parteDança Contemporânea na arte da dança primeira parte
Dança Contemporânea na arte da dança primeira parte
 
organizaao-do-clube-de-lideres-ctd-aamar_compress.pdf
organizaao-do-clube-de-lideres-ctd-aamar_compress.pdforganizaao-do-clube-de-lideres-ctd-aamar_compress.pdf
organizaao-do-clube-de-lideres-ctd-aamar_compress.pdf
 
19 de abril - Dia dos povos indigenas brasileiros
19 de abril - Dia dos povos indigenas brasileiros19 de abril - Dia dos povos indigenas brasileiros
19 de abril - Dia dos povos indigenas brasileiros
 
Free-Netflix-PowerPoint-Template-pptheme-1.pptx
Free-Netflix-PowerPoint-Template-pptheme-1.pptxFree-Netflix-PowerPoint-Template-pptheme-1.pptx
Free-Netflix-PowerPoint-Template-pptheme-1.pptx
 
(76- ESTUDO MATEUS) A ACLAMAÇÃO DO REI..
(76- ESTUDO MATEUS) A ACLAMAÇÃO DO REI..(76- ESTUDO MATEUS) A ACLAMAÇÃO DO REI..
(76- ESTUDO MATEUS) A ACLAMAÇÃO DO REI..
 

A evolução da reflexão humana.

  • 1. Faculdade “Castro Alves” 1º PERÍODO Disciplina: Antropologia Filosófica PROF: Fabiano Viana A Evolução da Reflexão HumanaBlog: “Consciência Psicológica”Equipe:Adenilde Borges Araci Silva ElbaSantana Dias Márcia Cristina da Silva Mª Aparecida dos santos Marnalva Fernandes do CarmoPatrícia Karla Leal Robervânia dos Anjos Blog: Desvendando a psicologia
  • 2. Reflexão - é o modo de pensar que acompanha o ser humano na tarefa de compreender-se e compreender o mundo que lhe cerca, agindo sobre ele. Para impedir a estagnação da reflexão, buscamos nas 03 Chaves: a Consciência Mítica, do Mito à Razão e o Conhecimento - onde a Filosofia para sair da postura teórica, busca nos levar a uma tomada de atitude diante da vida, desde os fatos corriqueiros, aos mais complicados com decisões cruciais.Whitehead, matemático e lógico britânico, disse que “ a função da razão ou reflexão é promover a arte da vida”. Salvador, 06 de maio de 2010.
  • 3. “Consciência Mítica”O Mito é sentido e vivido antes de ser interligado e formulado. Ele expressa o mundo e a realidade humana,como também é uma representação coletiva que chegou até nós, através de várias gerações, numa complexidade tão real, mesmo sabendo que ele, o Mito, éilógicoe irracional. Na abordagem deste contexto, acompanhamos a evolução da reflexão humana na antiguidade, cujo o cenário favorecia o nascimento da filosofia, embora ainda predominava a “Consciência Mítica”- que é a nossa primeira consciência; é a nossa primeira forma de organizar um conhecimento sobre uma realidade. É uma forma espontânea de nos situar no mundo. A formação dos Mitos obedece a uma necessidade natural, inerente do Ser Humano e da Cultura, na medida em que se estabelece a Ordem e a Paz.
  • 4.
  • 5. mito não é lenda, mas verdade.
  • 6. Quando pensamos em verdade, é comum nos referirmos à coerência lógica, garantida pelo rigor da argumentação e pela apresentação de provas.
  • 7. A verdade do mito é intuída, e como tal, não necessita de comprovações, porque o critério de sua adesão é a crença e a fé.
  • 8. O mito é, portanto uma intuição compreensiva da realidade, cujo o nascedouro se funde nas emoções e na afetividades.
  • 9.
  • 10. Antiguidade: a Antiguidade centrava-se em torno do “cosmos” ou da natureza em si estática e encarava o homem em conexão com ela. Idade Média : o homem era membro da “ordem” emanada de Deus. Idade Moderna:: firma o homem sobre si mesmo, mas predominantemente como “sujeito” ou razão, “de sorte que esta, como sujeito transcendental ou razão universal panteísta e absoluta, acabou por subjugar e volatilizar o homem, convertendo-o em momento fugaz diante dos deuses e sem o domínio de crença específica. Pensamento Contemporâneo : o homem tomou consciência da inanidade de tais construções e verificou haver perdido tudo, incluindo até a própria personalidade e que principalmente, depois de haver sacrificado a vida do conceito abstrato ilusório, se encontra procurando ele mesmo
  • 11.
  • 12. Adventos das cidades-estados(póleis), alterações políticas sociais,desenvolvimento do comércio e a expansão da colonização grega.
  • 14. Há cerca de 700 anos a.C a História do Pensamento Humano ganha espaço na capacidade de formular Reflexões e marca o seu momento áureo até a dominação romana, ás vésperas da Era Cristã.
  • 15. Foi neste período que se deu a Abertura para o Homem refletir;
  • 16. A Gênese da Reflexão humana, fazia nascer a Filosofia, não na Grécia propriamente dita, mas nas colônias gregas do Oriente e do Ocidente, especulando sobre o Homem e sua Interioridade
  • 17. Os Filósofos pré-socráticos marcaram a História por volta do século
  • 18. VI e V a.C. e entre os mais importantes destacamos:Tales de Mileto(640-548 a.C) Astrônomo, Matemático, considerado como um dos 7 (sete)mais sábio filósofo da Antiguidade. Acreditava que a Água é a origem de tudo, mudando o rumo de muitas coisas com essa frase. Pitágoras de Samos – (570-496 a.C) (fundador da escola de Crotona, sul da Magna Grécia)-considerado o célebre matemático que escrevia na pedra os princípios da Geometria.Tentou conhecer o mundo em termos quantitativos.Defendeu a visão estática e a necessidade de quantificação do ser humano. Heráclito-(540-475 a.C) Acreditava que a origem das coisas estava no Cosmo e tinha plena certeza de que o mundo sempre estava em mudança. E que “Nós” jamais seríamos as mesmas pessoas e que tudo se transformaria em seus opostos. Ele tinha como elemento o Fogo, as Mudanças e no Conflito. Anaximandro:Primeiro cartógrafo que descobriu que a Terra estava solta no espaço, mas mesmo assim, o povo grego acreditava que a Terra fosse um planeta plano e solto
  • 19.
  • 20. Parmênides nasceu em Eléia, na Itália, cerca de 530 a.C. Foi discípulo do pitagóricoAmínias e provavelmente, também seguiu as lições de Xenófanes. Em Atenas combateu a filosofia dos jônicos e, sua akmé se deu por volta de 500 a.C.
  • 21. Escreveu uma obra, em poema, denominada Sobre a Natureza, composta por duas partes. Na primeira parte trata da verdade e na segunda, da opinião. A obra levanta-se contra o dualismo pitagórico e o mobilismo de Heráclito.
  • 22. Parmênides formulou os dois princípios lógicos do pensamento: o principio da identidade ( o ser é o ser), e o principio da não-contradição (se o ser é, o seu contrario, não é).
  • 23. Ele também foi o criador da ontologia, isto é, a doutrina do ser e de suas formas.
  • 24. Para Parmênides a experiência sensorial nos faz perceber que tudo está em movimento, ou seja, em mudança. Nós mudamos, as coisas surgem e desaparecem mas o ser é imóvel e imutável, pois se se movesse, mudaria e tornar-se-ia aquilo que ele não é.
  • 26. Zenão nasceu em Eléia, na Itália, por volta de 504 a.C e teve sua akmé aproximadamente em 461 a.C. Foi o criador da dialética, isto é, a argumentação combativa, e um ferrenho defensor de seu mestre, Parmênides, principalmente contra as criticas dos pitagóricos.
  • 27. Defendeu o ser uno, contínuo e indivisível de seu mestre contra o ser múltiplo, descontínuo e divisível dos pitagóricos.
  • 28. Zenão jamais defendia diretamente as teses de Parmênides. Anaximandro foi um sucessor de Tales. Nasceu por volta de 610 a.C. e morreu aproximadamente em 547 a.C. e de sua vida praticamente nada se sabe. Foi geógrafo, matemático, astrônomo e político. Relatos nos dão conta de que escreveu um livro, posteriormente chamado "Sobre a natureza". Atribui-se a Anaximandro a confecção de um Mapa-Mundi com o mundo já conhecido naquela época. Anaxímenes de Mileto Ao que consta, Anaxímenes foi discípulo e continuador de Anaximandro. Nasceu por volta de 585 a.C. e morreu próximo de 545 a.C. Também escreveu uma obra intitulada posteriormente "Sobre a natureza". Dedicou-se especialmente à meteorologia. Foi o primeiro a afirmar que a Lua recebe luz do Sol. Apesar de ser um discípulo de Anaximandro, Anaxímenes discorda de seu mestre já que, para ele, a natureza não é indefinida (embora concorde que é ilimitada). Sua phýsis é o ar, que diferencia-se nas substâncias, por rarefação e condensação, tornando-se fogo, vento, nuvem, água e, daí, terra, pedras e as demais coisas até então conhecidas. Xenófanes de Colofão Xenófanes nasceu por volta 570 a.C. em Colofão, na Jônia. Pouco se sabe sobre ele, e sua importância para filosofia reside na critica ao senso comum e aos aspectos antropomórficos dos deuses míticos. Ele afirma a existência de um deus único, infalível e justo, sem forma humana ou qualquer outra conhecida por nós. Não se move, e por essa razão, não está sujeito a mudanças, ao tempo e ao devir.
  • 29. Período Clássico (Secs. V e IV a.C.)Era o auge da civilização grega, na política – a expressão da democracia ateniense; desenvolvimento das artes, literatura e filosofia e a época dos filósofos Sócrates, Platão e Aristóteles.Sócrates(469 a399 a.C) Filho do Escultor Sofronisco e da parteira Fenareta; viveu na época magna da Grécia em que os artistas embelezavam Atenas. Em 432 a.C fez parte do conflito entre Esparta e Atenas e se destacou por sua bravura e resistência física.Criou uma nova concepção para a Alma – como sede da consciência normal e do caráter e que a nossa realidade interior se manifesta através das palavras e ações.Eterno Questionador- Criador da Ética e autor das Frases: “Só sei uma coisa: é que nada sei.” E a que esta escrita no Oráculo de Delfos: “Homem, conhece-te a ti mesmo”.Foi acusado pela sociedade de Atenas de corruptor da juventude,inimigo da democracia de Atenas e por desafiar os preconceitos sociais da época, foi condenado a beber Cicuta(veneno), aos 72 anos, no ano de 399 a.C.Cria o método da Maiêutica(parto da Idéias) que estimula seus alunos a dar a luz a Novas idéias, fundamentados em argumentação lógica e coerente com a essência da idéia central.
  • 30.
  • 31. Filho de Família da aristocracia grega, foi amigo fiel e aluno de Sócrates.
  • 32. Acreditava que a alma, antes de se encarnar, já teria vivido no mundo as idéias e que o desenvolvimento do Homem era por Intuição e pela busca da Intelectualidade. Autor do
  • 33. Mito da Caverna    O Mito da Caverna narrado por Platão no livro VII do Republicaé, talvez, uma das mais poderosas metáforas imaginadas pela filosofia, em qualquer tempo, para descrever a situação geral em que se encontra a humanidade. Para o filósofo, todos nós estamos condenados a ver sombras a nossa frente e tomá-las como verdadeiras. Essa poderosa crítica à condição dos homens, escrita há quase 2500 anos atrás, inspirou e ainda inspira inúmeras reflexões pelos tempos a fora. A mais recente delas é o livro de José Saramago A Caverna.
  • 34. A Condição Humana Platão viu a maioria da humanidade condenada a uma infeliz condição. Imaginou (no Livro VII de A República, um diálogo escrito entre 380-370 a.C.) todos presos desde a infância no fundo de uma caverna, imobilizados, obrigados pelas correntes que os atavam a olharem sempre a parede em frente. O que veriam então? Supondo a seguir que existissem algumas pessoas, uns prisioneiros, carregando para lá para cá, sobre suas cabeças, estatuetas de homens, de animais, vasos, bacias e outros vasilhames, por detrás do muro onde os demais estavam encadeados, havendo ainda uma escassa iluminação vindo do fundo do subterrâneo, disse que os habitantes daquele triste lugar só poderiam enxergar o bruxuleio das sombras daqueles objetos, surgindo e se desfazendo diante deles. Era assim que viviam os homens, concluiu ele. Acreditavam que as imagens fantasmagóricas que apareciam aos seus olhos (que Platão chama de ídolos) eram verdadeiras, tomando o espectro pela realidade. A sua existência era pois inteiramente dominada pela ignorância (agnóia).
  • 35.
  • 36. Seu realismo moderado considera como única fonte do conhecimento a experiência sensível; sobre os dados desta, a inteligência age para, mediante a abstração, atingir a essência dos seres.
  • 37.
  • 38. Aristóteles A Metafísica de Aristóteles acha-se intimamente ligada à sua Lógica, que é a codificação das leis, que não só regem o pensamento, mas também (realismo) articulam a realidade. No Organom, instrumento para pensar corretamente, desenvolve a ciência platônica da definição, acrescendo-a de trabalhos sobre a i ndução, o silogismo, os princípios lógicos, etc.A política descreve três tipos de governo: o de um só indivíduo, monarquia, cuja doença é a tirania, o dos melhores, aristocracia, cuja doença é a oligarquia; o de todos, democracia, cuja doença é a demagogia. Para Aristóteles, “o homem é um animal político”, pois se ocupa dos negócios da polis, sociedade, o que o distingue dos outros animais. E sua felicidade consiste no equilíbrio, que é racional, no meio termo: a áurea mediana. Da obra de Aristóteles conhecemos 22 tratados sobre: Lógica, Filosofia, Metafísica, Física, Biologia, Psicologia, Política, Belas-Artes.
  • 39. O Conhecimento No decorrer da história humana, vimos que há diversas maneiras de compreender “O que é a Verdade”. É importante evitar o ceticismo radical que se distancia da filosofia e nem aderir ao dogmatismo excessivo que se aloja no comodismo das verdades absolutas, mas encarar o Espanto, a Admiração, a Controvérsia e aceitar o movimento contínuo entre a certeza e a incerteza. Isto significa que devemos sempre estar em busca do conhecimento para dar sentido ao mundo e saber interpretar a realidade, descobrindo as formas, para nela poder agir. Hoje, no pensamento contemporâneo, não se busca mais a verdade que existe por trás dos conceitos, como antigamente, o que significa que a forma como se está passando o conhecimento é através do exercício da Liberdade de Pensamentos e do Diálogo, pelos quais os indivíduos compartilham as suas idéias bem mais próximas do real.
  • 40. Santo Agostinho e o Período Medieval O desenvolvimento do conhecimento durante a Idade Média conta com particularidades diversas que se afasta daquela errônea perspectiva que a define como a “idade das trevas”. Contudo, a predominância dos valores religiosos e as demais condições específicas fazem do período medieval apenas singular em relação aos demais períodos históricos. Nesse sentido, o expressivo monopólio intelectual exercido pela Igreja vai estabelecer uma cultura de traço fortemente teocêntrico.Não por acaso, os mais proeminentes filósofos que surgem nessa época tiveram grande preocupação em discutir assuntos diretamente ligados ao desenvolvimento e a compreensão das doutrinas cristãs. Já durante o século III, Tertuliano apontava que o conhecimento não poderia ser válido se não estivesse atrelado aos valores cristãos. Logo em seguida, outros clérigos defenderiam que as verdades do pensamento dogmático cristão não poderiam estar subordinadas à razão.
  • 41. Santo Agostinho É interessante notar que, existiam outros pensadores medievais que não advogavam a favor dessa completa oposição entre a fé e a razão. Um dos mais expressivos representantes dessa conciliação foi Santo Agostinho, que entre os séculos IV e V defenderia a busca de explicações racionais que justificassem as crenças. Em suas obras “Confissões” e “Cidade de Deus”, inspiradas em Platão, aponta para o valor onipresente da ação divina. Para ele, o homem não teria autonomia para alcançar a própria salvação espiritual.A idéia de subordinação do homem em relação a Deus e da razão à fé acabou tendo grande predominância durante vários séculos no pensamento filosófico medieval. Mais do que refletir interesses que legitimavam o poder religioso da época, o negativismo impregnado no ideário de Santo Agostinho deve ser visto como uma conseqüência próxima às conturbações, guerras e invasões que viriam a marcar a formação do mundo medieval.
  • 42. São Tomás de Aquino Contudo, as transformações experimentadas com a Baixa Idade Média viriam a promover uma interessante revisão da teologia agostiniana. A chamada filosofia escolástica apareceria com o intuito de promover a harmonização entre os campos da fé e da razão. Entre seus principais representantes estava São Tomas de Aquino, que durante o século XIII lecionou na universidade de Paris e publicou “Suma Teológica”, obra onde dialoga com diversos pontos do pensamento aristotélico.
  • 43. São Tomás de Aquino São Tomás, talvez influenciado pelos rigores que organizavam a Igreja, preocupou-se em criar formas de conhecimento que não se apequenassem em relação a nenhum tipo de questionamento. Paralelamente, sua obra terá uma composição mais otimista em relação a figura do homem. Isso porque acreditava que nem todas as coisas a serem desvendadas no mundo dependiam única e exclusivamente da ação divina. Dessa maneira, o homem teria papel ativo na produção de conhecimento.Apesar dessa nova concepção, a filosofia escolástica não será promotora de um distanciamento das questões religiosas e, muito menos, se afastou das mesmas. Mesmo reconhecendo o valor positivo do livre-arbítrio do homem, a escolástica defende o papel central que a Igreja teria na definição dos caminhos e atitudes que poderiam levar o homem à salvação. Com isso, os escolásticos promoveram o combate às heresias e preservaram as funções primordiais da Igreja.
  • 44. A Idade Moderna é caracterizada por: Renascimento Cultural – surto humanista Reforma religiosa Descobrimentos marítimos Advento do experimentalismo científico Ciência e técnica conseguem unir-se Copérnico e Aristóteles sendo questionados O Empirismo-Não admitindo que o espírito tenha leis próprias.
  • 45. Empirismo Expressão dada a todas as doutrinas filosóficas que negam a existência das idéias inatas como princípios de conhecimento logicamente distintos da experiência É um movimento que acredita nas experiências como idéias únicas (ou principais) discordando, portanto, da noção de idéias inatas - ( os conceitos matemáticos e a idéia de Deus.)
  • 47. Doutrina segundo a qual todo conhecimento certo provém de princípios irrecusáveis, a priori, evidentes, de que ela é conseqüência necessária, e por si sós, os sentidos não podem fornecer senão uma idéia confusa e provisória da verdade. (Descartes, Espinoza, Hegel) Racionalismo
  • 48. René Descartes (1596-1650) Conhecimento - o poder de conhecer um todo indivisível funcionando de modo simples, idêntico e absoluto- - idéias adventícias (da experiência) - idéias factícias ou combinatórias (inventadas) - idéias inatas (colocadas por Deus) "eu pensante imperfeito e finito é dotado da idéia de perfeição e do infinito." Em "Meditações" (1641) Prova a existência de Deus como fundamento da objetividade.
  • 49. Referências:ARANHA, Maria Lucia Arruda – Introdução à Filosofia, S.Paulo,Moderna,1993CHAUI Marilena, O que é Ideologia,S.Paulo, Brasiliense, 1997