O documento discute a história do sistema judiciário em Portugal e no Brasil colonial, destacando que desde a colonização o acesso à justiça era difícil devido à falta de estrutura e centralização. Também analisa problemas atuais como morosidade, formalismo excessivo e falta de recursos que dificultam o acesso à justiça, especialmente para os mais pobres. Defende que o acesso à justiça deve garantir a proteção efetiva dos direitos de todos.