O documento discute os desafios atuais do Poder Judiciário brasileiro, como o aumento da litigiosidade e a morosidade processual. O autor propõe medidas para acelerar processos, como uso de meios eletrônicos e priorização de recursos com repercussão geral. Também defende maior diálogo com outros atores e uso de métodos alternativos de resolução de conflitos.