A vida quotidiana
Na segunda metade do século XIX, as  principais actividades eram a agricultura e  a criação de gado.  Muitos camponeses trabalhavam em terras que não lhes pertenciam, sobretudo rendeiros, jornaleiros e criados ou assalariados. Havia também os pequenos proprietários mas apesar de serem proprietários as suas terras mal davam para se sustentar.  Os grandes proprietários eram os nobres que tinham conseguido manter as suas terras, ou burgueses que tinha herdado ou obtido ao Estado.  Habitantes, profissões e proprietários
Alimentação A alimentação era muito simples  e feita a base dos produtos que  cultivavam e normalmente era  pão, azeitonas, sardinhas, carne de porco, sopa de legumes frescos ou secos. Habitações O tipo de casas varia conforme a sua localização, o clima e os utensílios que existem na zona, mas os interiores das casas eram sempre simples e modestos.
Homem e mulher dos  arredores do Porto com traje de romaria  Homem e mulher  de  Ovar Ceifeira do Minho Pescadores de Ílhavo Camponesa do Alentejo Campino da Estremadura Vestuário
Divertimentos Jogo do Chinquilho Procissão Armando aos pássaros Bailes na Aldeia
A vida quotidiana
Habitantes e profissões Na segunda metade do século  XIX a cidade de Lisboa e do  Porto cresceu bastante em  parte da população Portuguesa,  cresceu quase mais de 5 milhões.  Os moradores que viviam nas grandes cidades eram as classes populares.  A burguesia predominava também na cidade de Lisboa e Porto e os serviços que eram habituais para essa classe popular era: vendedores ambulantes, banqueiros, comerciantes, industriais, médicos, advogados, professores e funcionários públicos.
O vestuário e a moda do século XIX O vestuário usado pelas classes populares variava conforme as novas modas que vinham de França e de Grã-Bretanha.  Mas havia sempre distintivas comuns, no traje feminino, usava-se sempre saias até ao chão com muito volume e roda, em 1845 e 1866 as mulheres ponham estruturas de ferro ou várias saias duras por dentro do vestido, mas depois passou-se a usar uma espécie de almofada, sobre os rins para elevar a saia, a  tournure.  No traje masculino usava-se geralmente a casaca, o colete, as calças,  também se podiam utilizar uma sobrecasaca,  que ia até aos pés. Por baixo vestia-se uma camisa e punha-se uma gravata, e na cabeça utilizava-se um chapéu alto. O boné era utilizado em passeios ou desporto.
Habitações e condições de vida Nas cidades de Lisboa e do Porto, surgiram novos bairros e os prédios aumentaram em amplitude e em número.  -A parte mais rica da população construía luxuosas residências, e tinha um enorme cuidado com a decoração.  -As classes médias viviam em apartamentos mais ou menos espaçosos.  -Os mais pobres habitavam em bairros miseráveis e muito cheios, sem esgotos ou qualquer higiene.
Alimentação A burguesia e a Nobreza tinham uma alimentação variada e comiam bem.  Faziam normalmente quatro refeições por dia, comiam deliciosos pratos de carne e apreciavam as afáveis sobremesas.  Nessa época aumentaram-se os restaurantes, e os cozinheiros inventavam novas receitas.  O povo das cidades não tinha dinheiro e alimentava-se de pão, legumes,  toucinho e sardinhas.
Divertimentos Andavam de bicicleta Os banhos em Algés Frequentavam grandes festas em palacetes da burguesia
Vendedores ambulantes Para não faltar nada na cidade os vendedores ambulantes chegavam muito cedo, tentando vender os seus produtos, e para eles (as) conquistarem a freguesia cantavam uma canção “O pregão”. Vendedora de roupas de Lisboa Varina de Lisboa Galinheira do Porto Vendedor de cestos de Lisboa Aguadeiro de Lisboa
A mudança e a modernização  Durante a metade do século XIX, as  grandes cidades de Lisboa e do Porto  modernizaram-se, á relação das grandes  capitais Europeias.  -A higiene nas ruas e nas casas passou a impedir doenças entre a população,  a água passou a ser canalizada, aumentaram as redes de esgotos, passou a haver meios de recolha do lixo.  -A iluminação das ruas colaborou para haver menos assaltos e roubos.  -Novas ruas e avenidas pavimentadas.  -Novos meios de transportes públicos.

A vida quotidiana

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    Na segunda metadedo século XIX, as principais actividades eram a agricultura e a criação de gado. Muitos camponeses trabalhavam em terras que não lhes pertenciam, sobretudo rendeiros, jornaleiros e criados ou assalariados. Havia também os pequenos proprietários mas apesar de serem proprietários as suas terras mal davam para se sustentar. Os grandes proprietários eram os nobres que tinham conseguido manter as suas terras, ou burgueses que tinha herdado ou obtido ao Estado. Habitantes, profissões e proprietários
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    Alimentação A alimentaçãoera muito simples e feita a base dos produtos que cultivavam e normalmente era pão, azeitonas, sardinhas, carne de porco, sopa de legumes frescos ou secos. Habitações O tipo de casas varia conforme a sua localização, o clima e os utensílios que existem na zona, mas os interiores das casas eram sempre simples e modestos.
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    Homem e mulherdos arredores do Porto com traje de romaria Homem e mulher de Ovar Ceifeira do Minho Pescadores de Ílhavo Camponesa do Alentejo Campino da Estremadura Vestuário
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    Divertimentos Jogo doChinquilho Procissão Armando aos pássaros Bailes na Aldeia
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    Habitantes e profissõesNa segunda metade do século XIX a cidade de Lisboa e do Porto cresceu bastante em parte da população Portuguesa, cresceu quase mais de 5 milhões. Os moradores que viviam nas grandes cidades eram as classes populares. A burguesia predominava também na cidade de Lisboa e Porto e os serviços que eram habituais para essa classe popular era: vendedores ambulantes, banqueiros, comerciantes, industriais, médicos, advogados, professores e funcionários públicos.
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    O vestuário ea moda do século XIX O vestuário usado pelas classes populares variava conforme as novas modas que vinham de França e de Grã-Bretanha. Mas havia sempre distintivas comuns, no traje feminino, usava-se sempre saias até ao chão com muito volume e roda, em 1845 e 1866 as mulheres ponham estruturas de ferro ou várias saias duras por dentro do vestido, mas depois passou-se a usar uma espécie de almofada, sobre os rins para elevar a saia, a tournure. No traje masculino usava-se geralmente a casaca, o colete, as calças, também se podiam utilizar uma sobrecasaca, que ia até aos pés. Por baixo vestia-se uma camisa e punha-se uma gravata, e na cabeça utilizava-se um chapéu alto. O boné era utilizado em passeios ou desporto.
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    Habitações e condiçõesde vida Nas cidades de Lisboa e do Porto, surgiram novos bairros e os prédios aumentaram em amplitude e em número. -A parte mais rica da população construía luxuosas residências, e tinha um enorme cuidado com a decoração. -As classes médias viviam em apartamentos mais ou menos espaçosos. -Os mais pobres habitavam em bairros miseráveis e muito cheios, sem esgotos ou qualquer higiene.
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    Alimentação A burguesiae a Nobreza tinham uma alimentação variada e comiam bem. Faziam normalmente quatro refeições por dia, comiam deliciosos pratos de carne e apreciavam as afáveis sobremesas. Nessa época aumentaram-se os restaurantes, e os cozinheiros inventavam novas receitas. O povo das cidades não tinha dinheiro e alimentava-se de pão, legumes, toucinho e sardinhas.
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    Divertimentos Andavam debicicleta Os banhos em Algés Frequentavam grandes festas em palacetes da burguesia
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    Vendedores ambulantes Paranão faltar nada na cidade os vendedores ambulantes chegavam muito cedo, tentando vender os seus produtos, e para eles (as) conquistarem a freguesia cantavam uma canção “O pregão”. Vendedora de roupas de Lisboa Varina de Lisboa Galinheira do Porto Vendedor de cestos de Lisboa Aguadeiro de Lisboa
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    A mudança ea modernização Durante a metade do século XIX, as grandes cidades de Lisboa e do Porto modernizaram-se, á relação das grandes capitais Europeias. -A higiene nas ruas e nas casas passou a impedir doenças entre a população, a água passou a ser canalizada, aumentaram as redes de esgotos, passou a haver meios de recolha do lixo. -A iluminação das ruas colaborou para haver menos assaltos e roubos. -Novas ruas e avenidas pavimentadas. -Novos meios de transportes públicos.