Consolador prometido
Consolador prometido
Se me amais, guardai os meus mandamentos;
e eu rogarei a meu Pai e ele vos enviará
outro Consolador, a fim de que fique
eternamente convosco: - O Espírito de
Verdade, que o mundo não pode receber,
porque o não vê e absolutamente o não
conhece.. (João, cap. XIV, vv. 15 a 17 e 26.)
Allan Kardec – ESE, cap.6, item 3.
Consolador prometido
Mas, quanto a vós, conhecê-lo-eis, porque
ficará convosco e estará em vós. -Porém, o
Consolador, que é o Santo Espírito, que meu
Pai enviará em meu nome, vos ensinará
todas as coisas e vos fará recordar tudo o
que vos tenho dito. (João, cap. XIV, vv. 15 a
17 e 26.)
Allan Kardec – ESE, cap.6, item 3.
Jesus
promete
outro
consolador:
o Espírito de Verdade, que o mundo ainda
não conhece, por não estar maduro para o
compreender, consolador que o Pai
enviará para ensinar todas as coisas e
para relembrar o que o Cristo há dito
Allan Kardec – ESE, cap.6, item 4.
Se, portanto, o Espírito de Verdade tinha
de vir mais tarde ensinar todas as coisas, é
que o Cristo não dissera tudo; se ele vem
relembrar o que o Cristo disse, é que o que
este disse foi esquecido ou mal
compreendido.
Allan Kardec – ESE, cap.6, item 4.
O Espiritismo vem, na época predita,
cumprir a promessa do Cristo: preside ao
seu advento o Espírito de Verdade. Ele
chama os homens à observância da lei;
ensina
todas
as
coisas
fazendo
compreender o que Jesus só disse por
parábolas.
Allan Kardec – ESE, cap.6, item 4.
Advertiu o Cristo: "Ouçam os que têm
ouvidos para ouvir." O Espiritismo vem
abrir os olhos e os ouvidos, porquanto fala
sem figuras, nem alegorias; levanta o véu
intencionalmente lançado sobre certos
mistérios.
Allan Kardec – ESE, cap.6, item 4.
Vem, finalmente, trazer a consolação
suprema aos deserdados da Terra e a
todos os que sofrem, atribuindo causa
justa e fim útil a todas as dores.
Disse o Cristo: "Bem-aventurados os
aflitos, pois que serão consolados." Mas,
como há de alguém sentir-se ditoso por
sofrer, se não sabe por que sofre?
Allan Kardec – ESE, cap.6, item 4.
O Espiritismo mostra a causa dos
sofrimentos nas existências anteriores e na
destinação da Terra, onde o homem expia
o seu passado. Mostra o objetivo dos
sofrimentos, apontando-os como crises
salutares que produzem a cura e como
meio de depuração que garante a
felicidade nas existências futuras.
Allan Kardec – ESE, cap.6, item 4.
O homem compreende que mereceu sofrer
e acha justo o sofrimento. Sabe que este
lhe auxilia o adiantamento e o aceita sem
murmurar, como o obreiro aceita o
trabalho que lhe assegurará o salário.
Allan Kardec – ESE, cap.6, item 4.
O Espiritismo lhe dá fé inabalável no
futuro e a dúvida pungente não mais se lhe
apossa da alma. Dando-lhe a ver do alto
as coisas, a importância das vicissitudes
terrenas some-se no vasto e esplêndido
horizonte que ele o faz descortinar, e a
perspectiva da felicidade que o espera lhe
dá a paciência, a resignação e a coragem
de ir até ao termo do caminho.
Allan Kardec – ESE, cap.6, item 4.
Assim, o Espiritismo realiza o que Jesus
disse
do
Consolador
prometido:
conhecimento das coisas, fazendo que o
homem saiba donde vem, para onde vai e
por que está na Terra; atrai para os
verdadeiros princípios da lei de Deus e
consola pela fé e pela esperança.
Allan Kardec – ESE, cap.6, item 4.
"Não creais que a minha doutrina se
estabeleça pacificamente; ela trará lutas
sangrentas, tendo por pretexto o meu
nome, porque os homens não me terão
compreendido, ou não me terão querido
compreender.
Allan Kardec – ESE, cap.23, itens 16.
Os irmãos, separados pelas suas
respectivas crenças, desembainharão a
espada um contra o outro e a divisão
reinará no seio de uma mesma família,
cujos membros não partilhem da mesma
crença.
Allan Kardec – ESE, cap.23, itens 16.
Vim lançar fogo à Terra para expungi-la
dos erros e dos preconceitos, do mesmo
modo que se põe fogo a um campo para
destruir nele as ervas más, e tenho pressa
de que o fogo se acenda para que a
depuração seja mais rápida, visto que do
conflito sairá triunfante a verdade.
Allan Kardec – ESE, cap.23, itens 16.
A guerra sucederá a paz; ao ódio dos
partidos, a fraternidade universal; às
trevas do fanatismo, a luz da fé
esclarecida.
Allan Kardec – ESE, cap.23, itens 16.
Então, quando o campo estiver preparado,
eu vos enviarei o Consolador, o Espírito de
Verdade, que virá restabelecer todas as
coisas, isto é, que, dando a conhecer o
sentido verdadeiro das minhas palavras,
que os homens mais esclarecidos poderão
enfim compreender, porá termo a luta
fratricida que desune os filhos do mesmo
Deus.
Allan Kardec – ESE, cap.23, itens 16.
Cansados, afinal, de um combate sem
resultado, que consigo traz unicamente a
desolação e a perturbação até ao seio das
famílias, reconhecerão os homens onde
estão seus verdadeiros interesses, com
relação a este mundo e ao outro. Verão de
que lado estão os amigos e os inimigos da
tranquilidade deles.
Allan Kardec – ESE, cap.23, itens 16.
Todos então se porão sob a mesma
bandeira: a da caridade, e as coisas serão
restabelecidas na Terra, de acordo com a
verdade e os princípios que vos tenho
ensinado.
Allan Kardec – ESE, cap.23, itens 16.
- Entretanto, o Cristo acrescenta: Muitas das
coisas que vos digo ainda não as
compreendeis e muitas outras teria a dizer,
que não compreenderíeis; por isso é que vos
falo por parábolas; mais tarde, porém,
enviar-vos-ei o Consolador, o Espírito de
Verdade, que restabelecerá todas as coisas e
vo-las explicará todas. (João, caps. XIV,
XVI; Mat., cap. XVII.)
Allan Kardec – A Gênese, cap.1, itens 26 .
Se o Cristo não disse tudo quanto poderia
dizer, é que julgou conveniente deixar certas
verdades na sombra, até que os homens
chegassem ao estado de compreendê-las.
Allan Kardec – A Gênese, cap.1, itens 26 .
Como ele próprio o confessou, seu ensino
era incompleto, pois anunciava a vinda
daquele que o completaria; previra, pois,
que suas palavras não seriam bem
interpretadas, e que os homens se
desviariam do seu ensino; em suma, que
desfariam o que ele fez, uma vez que todas
as coisas hão de ser restabelecidas: ora, só
se restabelece aquilo que foi desfeito.
Allan Kardec – A Gênese, cap.1, itens 26 .
- Por que chama ele Consolador ao novo
messias? Este nome, significativo e sem
ambiguidade, encerra toda uma revelação.
Assim, ele previa que os homens teriam
necessidade de consolações, o que implica a
insuficiência daquelas que eles achariam na
crença que iam fundar.
Allan Kardec – A Gênese, cap.1, itens 27.
Talvez nunca o Cristo fosse tão claro, tão
explícito, como nestas últimas palavras, às
quais poucas pessoas deram atenção
bastante, provavelmente porque evitaram
esclarecê-las e aprofundar-lhes o sentido
profético.
Allan Kardec – A Gênese, cap.1, itens 27.
O Consolador é, pois, segundo o
pensamento de Jesus, a personificação de
uma doutrina soberanamente consoladora,
cujo inspirador há de ser o Espírito do
Verdade.
Allan Kardec – A Gênese, cap.17, itens 39.
O Espiritismo realiza, como ficou
demonstrado todas as condições do
Consolador que Jesus prometeu.

Allan Kardec – A Gênese, cap.17, item 40.
Não é uma doutrina individual, nem de
concepção humana; ninguém pode dizer-se
seu criador. É fruto do ensino coletivo dos
Espíritos, ensino a que preside o Espírito de
Verdade. Nada suprime do Evangelho: antes
o completa e elucida.
Allan Kardec – A Gênese, cap.17, item 40.
Com o auxílio das novas leis que revela,
conjugadas essas leis às que a Ciência já
descobrira, faz se compreenda o que era
ininteligível e se admita a possibilidade
daquilo que a incredulidade considerava
inadmissível. Teve precursores e profetas,
que lhe pressentiram a vinda. Pela sua força
moralizadora, ele prepara o reinado do bem
na Terra.
Allan Kardec – A Gênese, cap.17, item 40.
A doutrina de Moisés, incompleta, ficou
circunscrita ao povo judeu; a de Jesus, mais
completa, se espalhou por toda a Terra,
mediante o Cristianismo, mas não converteu
a todos; o Espiritismo, ainda mais completo,
com raízes em todas as crenças, converterá
a Humanidade.
Allan Kardec – A Gênese, cap.17, item 40.
Consolador prometido

Consolador prometido

  • 1.
  • 2.
    Consolador prometido Se meamais, guardai os meus mandamentos; e eu rogarei a meu Pai e ele vos enviará outro Consolador, a fim de que fique eternamente convosco: - O Espírito de Verdade, que o mundo não pode receber, porque o não vê e absolutamente o não conhece.. (João, cap. XIV, vv. 15 a 17 e 26.) Allan Kardec – ESE, cap.6, item 3.
  • 3.
    Consolador prometido Mas, quantoa vós, conhecê-lo-eis, porque ficará convosco e estará em vós. -Porém, o Consolador, que é o Santo Espírito, que meu Pai enviará em meu nome, vos ensinará todas as coisas e vos fará recordar tudo o que vos tenho dito. (João, cap. XIV, vv. 15 a 17 e 26.) Allan Kardec – ESE, cap.6, item 3.
  • 4.
    Jesus promete outro consolador: o Espírito deVerdade, que o mundo ainda não conhece, por não estar maduro para o compreender, consolador que o Pai enviará para ensinar todas as coisas e para relembrar o que o Cristo há dito Allan Kardec – ESE, cap.6, item 4.
  • 5.
    Se, portanto, oEspírito de Verdade tinha de vir mais tarde ensinar todas as coisas, é que o Cristo não dissera tudo; se ele vem relembrar o que o Cristo disse, é que o que este disse foi esquecido ou mal compreendido. Allan Kardec – ESE, cap.6, item 4.
  • 6.
    O Espiritismo vem,na época predita, cumprir a promessa do Cristo: preside ao seu advento o Espírito de Verdade. Ele chama os homens à observância da lei; ensina todas as coisas fazendo compreender o que Jesus só disse por parábolas. Allan Kardec – ESE, cap.6, item 4.
  • 7.
    Advertiu o Cristo:"Ouçam os que têm ouvidos para ouvir." O Espiritismo vem abrir os olhos e os ouvidos, porquanto fala sem figuras, nem alegorias; levanta o véu intencionalmente lançado sobre certos mistérios. Allan Kardec – ESE, cap.6, item 4.
  • 8.
    Vem, finalmente, trazera consolação suprema aos deserdados da Terra e a todos os que sofrem, atribuindo causa justa e fim útil a todas as dores. Disse o Cristo: "Bem-aventurados os aflitos, pois que serão consolados." Mas, como há de alguém sentir-se ditoso por sofrer, se não sabe por que sofre? Allan Kardec – ESE, cap.6, item 4.
  • 9.
    O Espiritismo mostraa causa dos sofrimentos nas existências anteriores e na destinação da Terra, onde o homem expia o seu passado. Mostra o objetivo dos sofrimentos, apontando-os como crises salutares que produzem a cura e como meio de depuração que garante a felicidade nas existências futuras. Allan Kardec – ESE, cap.6, item 4.
  • 10.
    O homem compreendeque mereceu sofrer e acha justo o sofrimento. Sabe que este lhe auxilia o adiantamento e o aceita sem murmurar, como o obreiro aceita o trabalho que lhe assegurará o salário. Allan Kardec – ESE, cap.6, item 4.
  • 11.
    O Espiritismo lhedá fé inabalável no futuro e a dúvida pungente não mais se lhe apossa da alma. Dando-lhe a ver do alto as coisas, a importância das vicissitudes terrenas some-se no vasto e esplêndido horizonte que ele o faz descortinar, e a perspectiva da felicidade que o espera lhe dá a paciência, a resignação e a coragem de ir até ao termo do caminho. Allan Kardec – ESE, cap.6, item 4.
  • 12.
    Assim, o Espiritismorealiza o que Jesus disse do Consolador prometido: conhecimento das coisas, fazendo que o homem saiba donde vem, para onde vai e por que está na Terra; atrai para os verdadeiros princípios da lei de Deus e consola pela fé e pela esperança. Allan Kardec – ESE, cap.6, item 4.
  • 13.
    "Não creais quea minha doutrina se estabeleça pacificamente; ela trará lutas sangrentas, tendo por pretexto o meu nome, porque os homens não me terão compreendido, ou não me terão querido compreender. Allan Kardec – ESE, cap.23, itens 16.
  • 14.
    Os irmãos, separadospelas suas respectivas crenças, desembainharão a espada um contra o outro e a divisão reinará no seio de uma mesma família, cujos membros não partilhem da mesma crença. Allan Kardec – ESE, cap.23, itens 16.
  • 15.
    Vim lançar fogoà Terra para expungi-la dos erros e dos preconceitos, do mesmo modo que se põe fogo a um campo para destruir nele as ervas más, e tenho pressa de que o fogo se acenda para que a depuração seja mais rápida, visto que do conflito sairá triunfante a verdade. Allan Kardec – ESE, cap.23, itens 16.
  • 16.
    A guerra sucederáa paz; ao ódio dos partidos, a fraternidade universal; às trevas do fanatismo, a luz da fé esclarecida. Allan Kardec – ESE, cap.23, itens 16.
  • 17.
    Então, quando ocampo estiver preparado, eu vos enviarei o Consolador, o Espírito de Verdade, que virá restabelecer todas as coisas, isto é, que, dando a conhecer o sentido verdadeiro das minhas palavras, que os homens mais esclarecidos poderão enfim compreender, porá termo a luta fratricida que desune os filhos do mesmo Deus. Allan Kardec – ESE, cap.23, itens 16.
  • 18.
    Cansados, afinal, deum combate sem resultado, que consigo traz unicamente a desolação e a perturbação até ao seio das famílias, reconhecerão os homens onde estão seus verdadeiros interesses, com relação a este mundo e ao outro. Verão de que lado estão os amigos e os inimigos da tranquilidade deles. Allan Kardec – ESE, cap.23, itens 16.
  • 19.
    Todos então seporão sob a mesma bandeira: a da caridade, e as coisas serão restabelecidas na Terra, de acordo com a verdade e os princípios que vos tenho ensinado. Allan Kardec – ESE, cap.23, itens 16.
  • 20.
    - Entretanto, oCristo acrescenta: Muitas das coisas que vos digo ainda não as compreendeis e muitas outras teria a dizer, que não compreenderíeis; por isso é que vos falo por parábolas; mais tarde, porém, enviar-vos-ei o Consolador, o Espírito de Verdade, que restabelecerá todas as coisas e vo-las explicará todas. (João, caps. XIV, XVI; Mat., cap. XVII.) Allan Kardec – A Gênese, cap.1, itens 26 .
  • 21.
    Se o Cristonão disse tudo quanto poderia dizer, é que julgou conveniente deixar certas verdades na sombra, até que os homens chegassem ao estado de compreendê-las. Allan Kardec – A Gênese, cap.1, itens 26 .
  • 22.
    Como ele próprioo confessou, seu ensino era incompleto, pois anunciava a vinda daquele que o completaria; previra, pois, que suas palavras não seriam bem interpretadas, e que os homens se desviariam do seu ensino; em suma, que desfariam o que ele fez, uma vez que todas as coisas hão de ser restabelecidas: ora, só se restabelece aquilo que foi desfeito. Allan Kardec – A Gênese, cap.1, itens 26 .
  • 23.
    - Por quechama ele Consolador ao novo messias? Este nome, significativo e sem ambiguidade, encerra toda uma revelação. Assim, ele previa que os homens teriam necessidade de consolações, o que implica a insuficiência daquelas que eles achariam na crença que iam fundar. Allan Kardec – A Gênese, cap.1, itens 27.
  • 24.
    Talvez nunca oCristo fosse tão claro, tão explícito, como nestas últimas palavras, às quais poucas pessoas deram atenção bastante, provavelmente porque evitaram esclarecê-las e aprofundar-lhes o sentido profético. Allan Kardec – A Gênese, cap.1, itens 27.
  • 25.
    O Consolador é,pois, segundo o pensamento de Jesus, a personificação de uma doutrina soberanamente consoladora, cujo inspirador há de ser o Espírito do Verdade. Allan Kardec – A Gênese, cap.17, itens 39.
  • 26.
    O Espiritismo realiza,como ficou demonstrado todas as condições do Consolador que Jesus prometeu. Allan Kardec – A Gênese, cap.17, item 40.
  • 27.
    Não é umadoutrina individual, nem de concepção humana; ninguém pode dizer-se seu criador. É fruto do ensino coletivo dos Espíritos, ensino a que preside o Espírito de Verdade. Nada suprime do Evangelho: antes o completa e elucida. Allan Kardec – A Gênese, cap.17, item 40.
  • 28.
    Com o auxíliodas novas leis que revela, conjugadas essas leis às que a Ciência já descobrira, faz se compreenda o que era ininteligível e se admita a possibilidade daquilo que a incredulidade considerava inadmissível. Teve precursores e profetas, que lhe pressentiram a vinda. Pela sua força moralizadora, ele prepara o reinado do bem na Terra. Allan Kardec – A Gênese, cap.17, item 40.
  • 29.
    A doutrina deMoisés, incompleta, ficou circunscrita ao povo judeu; a de Jesus, mais completa, se espalhou por toda a Terra, mediante o Cristianismo, mas não converteu a todos; o Espiritismo, ainda mais completo, com raízes em todas as crenças, converterá a Humanidade. Allan Kardec – A Gênese, cap.17, item 40.