CEIC – Angelo – 27/07/10 disponível em www.slideshare.net/angelojmb
Agenda Relações no além túmulo Simpatia e antipatia Metades eternas Recordação da existência corpórea Funerais
Relembrando... Progressão dos Espíritos Perispírito Individualidade Princípios Básicos do Espiritismo Fluido Universal Reencarnação Transmigrações progressivas
Os 6 Estados do Espírito 5.Eman-cipação 6.Inter-venção LE, Parte 2ª Espíritos errantes Percepções dos Espíritos Escolha das provas
Relações no além-túmulo  Hierarquia de poderes entre os diferentes grupos Reunião de Espíritos e acesso aos diferentes grupos Relações entre os bons e os maus Espíritos Comunicação entre Espíritos Acolhimento por parentes e amigos LE 274, 275, 278-283, 286, 289 e 290
Relações de simpatia e de antipatia Afeições recíprocas particulares entre Espíritos Ódio e ressentimento se conservam? Que sentimento tem aqueles a quem fizemos mal?  Afeições mútuas continuam a existir? Espíritos  simpáticos LE 291-295, 297, 300-303
Metades eternas “ Não; não há união particular e fatal, de duas almas.” LE 298 “ Não se deve, pois, aceitar a idéia de que, criados um para o outro, dois Espíritos tenham, fatalmente, que se reunir um dia na eternidade, depois de haverem estado separados por tempo mais ou menos longo.” LE 303, Nota Almas gêmeas – sentido poético Desafios da Vida Familiar, Camilo
Recordação da Existência Corpórea Lembranças da última existência corpórea Lembranças de outras existências corpóreas Compreensão do objetivo da vida terrestre Compreensão das felicidades terrestre e eterna, conforme a evolução do Espírito LE 304-308, 312-313 e 317-319
Comemoração dos mortos e Funerais Efeito sobre o Espírito Dia de finados e visita a túmulos Velório e enterro Reunião dos herdeiros LE 320, 321, 323, 325, 327 e 328
Atividades complementares Acontece assim...  Recordação de vidas corpóreas Nosso  Lar, cap. 21 Velórios e funerais Obreiros da Vida Eterna, cap. 14 Para pensar... C omo o Espírito considera o corpo que utilizou na Terra? Estátuas  e honrarias aos despojos mortais comovem  o  Espírito?

Vida Espirita II

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    CEIC – Angelo– 27/07/10 disponível em www.slideshare.net/angelojmb
  • 2.
    Agenda Relações noalém túmulo Simpatia e antipatia Metades eternas Recordação da existência corpórea Funerais
  • 3.
    Relembrando... Progressão dosEspíritos Perispírito Individualidade Princípios Básicos do Espiritismo Fluido Universal Reencarnação Transmigrações progressivas
  • 4.
    Os 6 Estadosdo Espírito 5.Eman-cipação 6.Inter-venção LE, Parte 2ª Espíritos errantes Percepções dos Espíritos Escolha das provas
  • 5.
    Relações no além-túmulo Hierarquia de poderes entre os diferentes grupos Reunião de Espíritos e acesso aos diferentes grupos Relações entre os bons e os maus Espíritos Comunicação entre Espíritos Acolhimento por parentes e amigos LE 274, 275, 278-283, 286, 289 e 290
  • 6.
    Relações de simpatiae de antipatia Afeições recíprocas particulares entre Espíritos Ódio e ressentimento se conservam? Que sentimento tem aqueles a quem fizemos mal? Afeições mútuas continuam a existir? Espíritos simpáticos LE 291-295, 297, 300-303
  • 7.
    Metades eternas “Não; não há união particular e fatal, de duas almas.” LE 298 “ Não se deve, pois, aceitar a idéia de que, criados um para o outro, dois Espíritos tenham, fatalmente, que se reunir um dia na eternidade, depois de haverem estado separados por tempo mais ou menos longo.” LE 303, Nota Almas gêmeas – sentido poético Desafios da Vida Familiar, Camilo
  • 8.
    Recordação da ExistênciaCorpórea Lembranças da última existência corpórea Lembranças de outras existências corpóreas Compreensão do objetivo da vida terrestre Compreensão das felicidades terrestre e eterna, conforme a evolução do Espírito LE 304-308, 312-313 e 317-319
  • 9.
    Comemoração dos mortose Funerais Efeito sobre o Espírito Dia de finados e visita a túmulos Velório e enterro Reunião dos herdeiros LE 320, 321, 323, 325, 327 e 328
  • 10.
    Atividades complementares Aconteceassim... Recordação de vidas corpóreas Nosso Lar, cap. 21 Velórios e funerais Obreiros da Vida Eterna, cap. 14 Para pensar... C omo o Espírito considera o corpo que utilizou na Terra? Estátuas e honrarias aos despojos mortais comovem o Espírito?

Notas do Editor

  • #3 No último encontro tratou-se da aula Vida Espírita I   Espíritos errantes Percepção, sensação e sofrimento dos Espíritos Escolha das provas Aula de hoje é para tirar diversas dúvidas do dia-a-dia do mundo espiritual e percebermos a grande analogia existente com o mundo material.
  • #4 Os Espíritos progridem através da escala espírita ( Espíritos imperfeitos, bons e puros ); o objetivo da encarnação é o aperfeiçoamento do Espírito ( LE 132 ). A alma após a morte mantém sua individualidade, suas conquistas ( LE 150 ). O perispírito permitirá o reconhecimento entre as diversas individualidades.
  • #5 Estamos tratando da 2ª parte do LE, onde Kardec explicita as observações colhidas sobre o mundo espírita e as organiza didaticamente: Cap. II – objetivo da encarnação, da alma Cap. III – Da volta do Espírito, extinta a vida corpórea, à vida espiritual Cap. IV e V – Pluralidade das existências, fatos e argumentos, justiça da reencarnação Cap. VI – Da vida espírita: percepções, sensações e sofrimentos dos Espíritos
  • #6 Subordinação e autoridade decorrem do grau de superioridade alcançado, levado à ascendência moral irresistível. Os Espíritos inferiores não podem se furtar a esta autoridade. O poder na Terra não lhe dá poder na erraticidade ( LE 274-275 ). Estão misturados e se vêem, unidos por grupos ou famílias de afinidade e simpatia: os bons pelo desejo de fazer o bem, os maus pelo desejo de fazer o mal, por vergonha ou necessidade. Há regiões interditadas aos maus ( LE 278-279 ). Os bons se ocupam em combater as más inclinações dos outros, a fim de ajudá-los a subir. Os Espíritos inferiores se comprazem em nos induzir ao mal pelo despeito que lhes causa o não terem merecido estar entre os bons, impedindo quanto possam que os Espíritos ainda inexperientes alcancem o supremo bem. ( LE 280-281 ) Eles se vêem e se compreendem, pois o fluido universal estabelece entre eles constante comunicação; é o veículo da transmissão de seus pensamentos, como, para nós, o ar o é do som. Não podem dissimular os pensamentos, pois tudo é patente, sobretudo para os Espíritos perfeitos. Podem afastar-se uns dos outros, mas sempre se vêem, embora certos Espíritos possam muito bem tornar-se invisíveis a outros Espíritos, se julgarem útil fazê-lo ( LE 282-283 ). Espírito não os vê imediatamente, pois é necessário algum tempo até reconhecer-se como Espírito e desembaraçar-se do véu material ( LE 286 ). Mas vão ao encontro da alma a quem são afeiçoados para felicitá-lo e ajudarem a desprendê-lo dos liames corporais, se foi um bom Espírito. Caso contrário sofre a punição de permanecer em isolamento ou na companhia de semelhantes desconhecidos ( LE 289 ). Se houver diferença de grau evolutivo, haverá visitas eventuais até poderem caminhar lado a lado ( LE 290 ).
  • #7 Além da simpatia geral, oriunda da semelhança que entre eles exista, existem as ... mais forte é o laço que prende os Espíritos uns aos outros porque então esse laço não se acha exposto às vicissitudes das paixões. ( LE 291 ) Ódio entre Espíritos impuros se mantém ( LE 292 ). Ressentimento entre inimigos não se conserva, se o motivo era pueril ( na concepção espiritual ) ou material ( mesmo que estejam pouco desmaterializados ). Espíritos imperfeitos conservam animosidade enquanto não se purificam. Não havendo mais antipatia ou a causa das desavenças, eles se aproximam. Comparação de desavenças entre colegiais ( LE 293 ). A lembrança de atos maus recíprocos induz os Espíritos a se afastarem ( LE 294 ). 295. Que sentimento anima, depois da morte, aqueles a quem fizemos mal neste mundo? “Se são bons, eles vos perdoam, segundo o vosso arrependimento. Se maus, é possível que guardem ressentimento do mal que lhes fizestes e vos persigam até, não raro, em outra existência. Deus pode permitir que assim seja, por castigo.” Isto é a brecha para a obsessão. Afeição mútua continua a existir desde que originada na verdadeira simpatia. Se nasceu de causa física, desaparece com a causa. As afeições entre os Espíritos são mais sólidas e duráveis do que na Terra. ( LE 297 ) A simpatia que atrai um Espírito para outro resulta da perfeita concordância de seus pendores e instintos ( LE 301 ), da igualdade dos graus de elevação ( LE 302 ). As relações de simpatia são dinâmicas, especialmente nos graus inferiores de evolução ( LE 303 ). Os Espíritos puros estão reciprocamente unidos ( LE 300 ).
  • #8 A união que há é a de todos os Espíritos, mas em graus diversos, segundo a categoria que ocupam, isto é, segundo a perfeição que tenham adquirido. Quanto mais perfeitos, tanto mais unidos. ( LE 298 ) “ A expressão é inexata. Se um Espírito fosse a metade do outro, separados os dois, estariam ambos incompletos.” ( LE 299 ) A teoria das metades eternas encerra uma simples figura, representativa da união de dois Espíritos simpáticos. ( LE 303, Nota )
  • #9 O Espírito lembra-se das coisas pouco a pouco após a morte. Há que se considerar tb o período de perturbação após a morte. Lembra do que foi ou é importante para o seu estado atual ou para sua evolução. Quanto mais desmaterializado estiver, tanto menos importância dará às coisas materiais. A infância espiritual se perde no esquecimento. (LE 304-308, 319) Vê e compreende muito melhor o objetivo da vida terrestre em relação à vida futura do que em vida do seu corpo. Compreende a necessidade da sua purificação para chegar ao infinito e percebe que em cada existência deixa algumas impurezas. ( LE 306b ) A lembrança dos sofrimentos enquanto encarnado faz compreender melhor o valor da felicidade que podem gozar como Espírito. Só os Espíritos inferiores, com sua natureza impura, sentem saudades dos gozos inferiores que lhe satisfaziam e que lhes causaram expiações pelo sofrimento. A felicidade eterna é bem mais preferível aos prazeres efêmeros. ( LE 312-313, 317-318 ) As condições dos Espíritos e as maneiras por que vêem as coisas variam ao infinito, de conformidade com os graus de desenvolvimento moral e intelectual em que se achem. ( LE 317-318 )
  • #10 Aumenta a felicidade do Espírito ou alivia seu sofrimento. ( LE 320 ) Finados é indiferente para os Espíritos, pois atendem a quem lhe dirigem os pensamentos. Comparecem aos cemitérios por seus amigos, não pela multidão que lá comparece. A visita é a representação exterior de um fato íntimo, a prece é que santifica o ato da rememoração. Nada importa o lugar, desde que é feita com o coração. ( LE 321, 323 ) Escolha do local do enterro é irrelevante para um Espírito elevado. A reunião dos despojos mortais num jazigo familiar é útil aos homens e louvável, mas sem importância para os Espíritos. O Espírito geralmente assiste ao enterro, embora perturbado, e sofre a influenciação dos sentimentos dos encarnados presentes. ( LE 325 e 327 ) Assiste à reunião de seus herdeiros quase sempre. Para seu ensinamento e castigo dos culpados, Deus permite que assim aconteça. ( LE 328 )
  • #11 Próxima aula – Volta do Espírito à vida corporal I   Prelúdio da volta União de alma e corpo Aborto Faculdades morais e intelectuais Influência do organismo