O documento analisa a relação entre a reforma do Estado brasileiro e a gestão da educação, destacando como o capitalismo influenciou a estrutura educacional. Discute a transição de modelos de produção, desde o fordismo até o toyotismo, e as consequências dessas mudanças para as políticas educacionais e a descentralização no Brasil. A análise evidencia que as reformas promovidas foram impulsionadas por interesses do mercado, resultando em uma educação vista como mercadoria e em desafios contínuos para a garantia do direito à educação.