A QUESTÃO DO
CONHECIMENTO

 O QUE É CONHECER?
Conhecer (lat. Cognoscere)

 Apreender diretamente algo:
  “Conhecer designa um gênero cujas
  espécies são constatar, compreender,
  perceber, conceber etc.” (A. Lalande).
O SUJEITO E O OBJETO
DO CONHECIMENTO

 Os organismos vivos adaptam-se às
  imposições do meio ambiente
 O homem convive com a realidade e
  tem a capacidade de conhecê-la
O homem possui a capacidade especial
de pensar, o que lhe permite não
apenas conviver com a realidade, como
também conhecê-la.
Conhecer a realidade significa
compreendê-la e explicá-la.
O SUJEITO E O OBJETO
DO CONHECIMENTO
 No conhecimento, envolvem-se dois
  elementos básicos: o sujeito (o
  homem) e o objeto (a realidade)
 A ligação entre o sujeito e o objeto é a
  imagem mental.
TIPOS DE CONHECIMENTO

 Diferenciam-se pela forma como o sujeito
  capta o objeto:
  - pelos sentidos: conhecimento sensorial ou
  empírico;
  - pelo raciocínio: conhecimento lógico ou
  intelectual;
  - pela crença: conhecimento de fé.
O ALCANCE DO
                CONHECIMENTO
 O homem é limitado em sua
  capacidade de captar as reais
  propriedades dos objetos.
 O acesso às reais propriedades dos
  objetos é limitado pelo “ponto de
  vista” do sujeito.
O “ponto de vista”
O “ponto de vista”
O ALCANCE DO
                   CONHECIMENTO
 O conhecimento e a utilização da
  realidade são processos lentos e
  gradativos.
 A filosofia nos ajuda a descobrir como
  a realidade nos afeta, a diferenciar
  conhecimento de sabedoria.
 O mundo diante do homem: o entendimento dos
  mecanismos da realidade possibilita melhorá-la
  e modificá-la.
 O homem age no mundo e sobre o mundo:
  consciente, ele precisa saber como a realidade o
  afeta – função da filosofia.
DISTORÇÕES DO
        CONHECIMENTO

 A validade do conhecimento depende
  do raciocínio correto.
 O raciocínio correto contém juízos
  racionalmente fundamentados.
DISTORÇÕES DO
            CONHECIMENTO
 Raciocínio indutivo: parte do particular para o
  universal (ou verdade geral); é amplamente
  utilizado nas ciências positivas:
             o ferro conduz eletricidade.
             o ouro conduz eletricidade.
             o cobre conduz eletricidade
   Logo, todos os metais conduzem eletricidade.
DISTORÇÕES DO
            CONHECIMENTO
 Raciocínio dedutivo: parte do universal para o
  particular; premissas verdadeiras implicam em
  conclusão verdadeira:
           Todos os homens são falíveis.
                 Einstein é homem.
               Logo, Einstein é falível.
Distorções do conhecimento


         Sofismas e falácias
  Armadilhas intelectuais que podem
    ser percebidas nos discursos e
     evitadas com o senso crítico
A grandeza do conhecimento

 Conhecer para satisfazer a curiosidade
  * o espanto perante o novo desencadeia a
  atividade intelectual, a necessidade de entender
  * o direito a dados objetivos equivale ao direito
  de livre escolha; o descaso pela educação e a
  manipulação da informação são formas de
  impedir o conhecimento
A grandeza do conhecimento

 Conhecer para se sentir seguro
  * o novo, o desconhecido, geram
  angústia existencial
  * a segurança psicológica depende da
  posse de informações; a desinformação
  causa angústia pessoal e social.
A grandeza do conhecimento

 Conhecer para transformar
  * conhecimento e sobrevivência: o
  homem adapta-se e transforma o meio
  * em geral, as transformações melhoram
  a qualidade de vida, mas poucos tem
  benefícios trazidos por elas
Nossa marca no mundo

 Várias gerações de homens nos
  deixaram sua marca interpretativa do
  mundo:
  - técnicos, artesãos, operários;
  - cientistas;
  - filósofos.
Nossa marca no mundo

 Malefícios da aceitação passiva do
  “mundo dos outros”: alienação,
  sujeição às ideologias, indiferença,
  que não é igual à ignorância

A questão do conhecimento

  • 1.
    A QUESTÃO DO CONHECIMENTO O QUE É CONHECER?
  • 2.
    Conhecer (lat. Cognoscere) Apreender diretamente algo: “Conhecer designa um gênero cujas espécies são constatar, compreender, perceber, conceber etc.” (A. Lalande).
  • 3.
    O SUJEITO EO OBJETO DO CONHECIMENTO  Os organismos vivos adaptam-se às imposições do meio ambiente  O homem convive com a realidade e tem a capacidade de conhecê-la
  • 4.
    O homem possuia capacidade especial de pensar, o que lhe permite não apenas conviver com a realidade, como também conhecê-la. Conhecer a realidade significa compreendê-la e explicá-la.
  • 5.
    O SUJEITO EO OBJETO DO CONHECIMENTO  No conhecimento, envolvem-se dois elementos básicos: o sujeito (o homem) e o objeto (a realidade)  A ligação entre o sujeito e o objeto é a imagem mental.
  • 6.
    TIPOS DE CONHECIMENTO Diferenciam-se pela forma como o sujeito capta o objeto: - pelos sentidos: conhecimento sensorial ou empírico; - pelo raciocínio: conhecimento lógico ou intelectual; - pela crença: conhecimento de fé.
  • 7.
    O ALCANCE DO CONHECIMENTO  O homem é limitado em sua capacidade de captar as reais propriedades dos objetos.  O acesso às reais propriedades dos objetos é limitado pelo “ponto de vista” do sujeito.
  • 8.
    O “ponto devista”
  • 9.
    O “ponto devista”
  • 10.
    O ALCANCE DO CONHECIMENTO  O conhecimento e a utilização da realidade são processos lentos e gradativos.  A filosofia nos ajuda a descobrir como a realidade nos afeta, a diferenciar conhecimento de sabedoria.
  • 11.
     O mundodiante do homem: o entendimento dos mecanismos da realidade possibilita melhorá-la e modificá-la.  O homem age no mundo e sobre o mundo: consciente, ele precisa saber como a realidade o afeta – função da filosofia.
  • 12.
    DISTORÇÕES DO CONHECIMENTO  A validade do conhecimento depende do raciocínio correto.  O raciocínio correto contém juízos racionalmente fundamentados.
  • 13.
    DISTORÇÕES DO CONHECIMENTO  Raciocínio indutivo: parte do particular para o universal (ou verdade geral); é amplamente utilizado nas ciências positivas: o ferro conduz eletricidade. o ouro conduz eletricidade. o cobre conduz eletricidade Logo, todos os metais conduzem eletricidade.
  • 14.
    DISTORÇÕES DO CONHECIMENTO  Raciocínio dedutivo: parte do universal para o particular; premissas verdadeiras implicam em conclusão verdadeira: Todos os homens são falíveis. Einstein é homem. Logo, Einstein é falível.
  • 15.
    Distorções do conhecimento Sofismas e falácias Armadilhas intelectuais que podem ser percebidas nos discursos e evitadas com o senso crítico
  • 16.
    A grandeza doconhecimento  Conhecer para satisfazer a curiosidade * o espanto perante o novo desencadeia a atividade intelectual, a necessidade de entender * o direito a dados objetivos equivale ao direito de livre escolha; o descaso pela educação e a manipulação da informação são formas de impedir o conhecimento
  • 17.
    A grandeza doconhecimento  Conhecer para se sentir seguro * o novo, o desconhecido, geram angústia existencial * a segurança psicológica depende da posse de informações; a desinformação causa angústia pessoal e social.
  • 18.
    A grandeza doconhecimento  Conhecer para transformar * conhecimento e sobrevivência: o homem adapta-se e transforma o meio * em geral, as transformações melhoram a qualidade de vida, mas poucos tem benefícios trazidos por elas
  • 19.
    Nossa marca nomundo  Várias gerações de homens nos deixaram sua marca interpretativa do mundo: - técnicos, artesãos, operários; - cientistas; - filósofos.
  • 20.
    Nossa marca nomundo  Malefícios da aceitação passiva do “mundo dos outros”: alienação, sujeição às ideologias, indiferença, que não é igual à ignorância