Paige Bradley


Subjetividade pós moderna:


       Danação & Êxtase
Vivianne Amaral
 Disciplina: Semiótica, Estética e Conhecimento
 Pós Graduação de Engenharia e Gestão do Conhecimento/ UFSC
 Professor Francisco Fialho




Textos:

•HALL, Stuart. A identidade cultural na pós-
modernidade. Rio de Janeiro: DPA, 2007.


• CANEVACCI, Massimo. Fetichismo visuais: corpos erópticos e metrópole
comunicacional. São Paulo: Atelie. 2008.

• AMARAL, Vivianne. Notas de aula . Curso Cidade Polifônica, Culturas Juvenis e
Arte Digital / Pós Graduação Psicologia / UFSC / 2010
Nan Jun Paik




observar é observar-se
A identidade somente se torna uma questão quando está em crise, quando
algo que se supões como fixo, coerente e estável é deslocado pela experiência
da dúvida e da incerteza (Kobena Mercer)


   o sujeito do iluminismo
                                              o sujeito da modernidade
   concepção da pessoa humana como
                                              a descoberta de que o núcleo
   um indivíduo
                                              interior do sujeito não era
   centrado, unificado, dotado das
                                              autônomo e autosuficiente, mas
   capacidades de razão, de
                                              constituído na interação.
   consciência e de ação, cujo
                                              A identidade preenche o espaço
   centro, um núcleo interior que
                                              entre o interior e o exterior, entre
   emergia no nascimento, se
                                              o pessoal e o público. Sutura o
   desenvolvia , ainda que
                                              sujeito à estrutura. É o sujeito
   permanecendo idêntico. O centro
                                              sociológico
   essencial do eu era a identidade da
   pessoa.
Acontece uma mudança estrutural de tipo diferente no final do século XX:
fragmentação de paisagens culturais de classe, gênero, sexualidade, raça, etnia e
nacionalidade.
o sujeito, composto não de uma única, mas de várias identidades, algumas vezes
contraditórias ou mal-resolvidas.



                                                               Duplo deslocamento:
                                                               no mundo social /
                                                               cultural e em
o sujeito pós-                                                 si mesmo
moderno:
sem identidade
fixa, essencial
ou permanente.
DESCONTINUIDADES
deslocamento: uma estrutura
deslocada é aquela cujo centro é          Paris, te amo
deslocado, não sendo                      21 gramas
substituído por outro, mas por            Babel
uma pluralidade de centros de             Medos privados em lugares públicos
poder ( Ernest Lacleau)                   http://highrise.nfb.ca/




                                   à medida que os sistemas de significação e
                                   representação cultural se multiplicam, somos
                                   confrontados por uma multiplicidade
                                   desconcertante e cambiante de identidades
                                   possíveis, com cada uma das quais
                                   poderíamos nos identificar.

                                   Identidades temporárias.
                          Orlan
Otto Lange


o encanto do objeto
                                  a mercadoria :: coisa-corpo
  A mercadoria está viva, pronta para o
  consumo empático com toda a vitalidade.

  É singular, adquiriu uma subjetividade
  própria que a torna personalizada, just in
  time, cheia de psicologias, de fetichismos
  e de narcisismos;

  É histórica, tem o caráter próprio de seu
  tempo e frequentemente o informa com
  sua força de atração e sedução, enquanto
  produz história;

  É estética, se refere alguma coisa que
  concerne o sentir, que envolve não
  somente a arte, mas também movimento
  reflexivo e comportamental na direção do
  OBJETO.

                                  ESTUPOR
Por pós humano compreende-se que uma
 pessoa não é mais determinada pelas
 características clássicas (orgânicas) mas por
 um tipo de hibridização.




                                                                           Lady Gaga




                                                                  relação
                                                                  indivíduo&objeto
                                                                  de consumo: uma
Fritz Lang - Metropolis
                                                                  trama de fetiches
                                                                  comunicacionais

                                                                  :: uma nova
                                                 Cindy Shermann
                                                                  fantasmagoria
                                                                  sutil e imaterial
                                                                  que aflora na
       Agora, a identidade pós humana é uma                       mercadoria
       subjetividade expandida por um cruzamento digital.
corpo plenamente investido de códigos comunicacionais:
 estilos de consumo, tecnologias culturais




                    fetichismo visual ::                                            Nele Azevedo

                    o corpo expandindo-se
                    em objetos, prédios, imagens ::
                    coisas-objetos-mercadorias-actantes.
L Spuybroek

                                                           COI + Shine - Terra dos Gigantes
ninguém sabe onde poderá levar uma
reflexão que mantém pontos de vista
discordantes
Subjetividade

Subjetividade

  • 1.
    Paige Bradley Subjetividade pósmoderna: Danação & Êxtase
  • 2.
    Vivianne Amaral Disciplina:Semiótica, Estética e Conhecimento Pós Graduação de Engenharia e Gestão do Conhecimento/ UFSC Professor Francisco Fialho Textos: •HALL, Stuart. A identidade cultural na pós- modernidade. Rio de Janeiro: DPA, 2007. • CANEVACCI, Massimo. Fetichismo visuais: corpos erópticos e metrópole comunicacional. São Paulo: Atelie. 2008. • AMARAL, Vivianne. Notas de aula . Curso Cidade Polifônica, Culturas Juvenis e Arte Digital / Pós Graduação Psicologia / UFSC / 2010
  • 3.
    Nan Jun Paik observaré observar-se
  • 4.
    A identidade somentese torna uma questão quando está em crise, quando algo que se supões como fixo, coerente e estável é deslocado pela experiência da dúvida e da incerteza (Kobena Mercer) o sujeito do iluminismo o sujeito da modernidade concepção da pessoa humana como a descoberta de que o núcleo um indivíduo interior do sujeito não era centrado, unificado, dotado das autônomo e autosuficiente, mas capacidades de razão, de constituído na interação. consciência e de ação, cujo A identidade preenche o espaço centro, um núcleo interior que entre o interior e o exterior, entre emergia no nascimento, se o pessoal e o público. Sutura o desenvolvia , ainda que sujeito à estrutura. É o sujeito permanecendo idêntico. O centro sociológico essencial do eu era a identidade da pessoa.
  • 5.
    Acontece uma mudançaestrutural de tipo diferente no final do século XX: fragmentação de paisagens culturais de classe, gênero, sexualidade, raça, etnia e nacionalidade. o sujeito, composto não de uma única, mas de várias identidades, algumas vezes contraditórias ou mal-resolvidas. Duplo deslocamento: no mundo social / cultural e em o sujeito pós- si mesmo moderno: sem identidade fixa, essencial ou permanente.
  • 6.
    DESCONTINUIDADES deslocamento: uma estrutura deslocadaé aquela cujo centro é Paris, te amo deslocado, não sendo 21 gramas substituído por outro, mas por Babel uma pluralidade de centros de Medos privados em lugares públicos poder ( Ernest Lacleau) http://highrise.nfb.ca/ à medida que os sistemas de significação e representação cultural se multiplicam, somos confrontados por uma multiplicidade desconcertante e cambiante de identidades possíveis, com cada uma das quais poderíamos nos identificar. Identidades temporárias. Orlan
  • 7.
    Otto Lange o encantodo objeto a mercadoria :: coisa-corpo A mercadoria está viva, pronta para o consumo empático com toda a vitalidade. É singular, adquiriu uma subjetividade própria que a torna personalizada, just in time, cheia de psicologias, de fetichismos e de narcisismos; É histórica, tem o caráter próprio de seu tempo e frequentemente o informa com sua força de atração e sedução, enquanto produz história; É estética, se refere alguma coisa que concerne o sentir, que envolve não somente a arte, mas também movimento reflexivo e comportamental na direção do OBJETO. ESTUPOR
  • 8.
    Por pós humanocompreende-se que uma pessoa não é mais determinada pelas características clássicas (orgânicas) mas por um tipo de hibridização. Lady Gaga relação indivíduo&objeto de consumo: uma Fritz Lang - Metropolis trama de fetiches comunicacionais :: uma nova Cindy Shermann fantasmagoria sutil e imaterial que aflora na Agora, a identidade pós humana é uma mercadoria subjetividade expandida por um cruzamento digital.
  • 9.
    corpo plenamente investidode códigos comunicacionais: estilos de consumo, tecnologias culturais fetichismo visual :: Nele Azevedo o corpo expandindo-se em objetos, prédios, imagens :: coisas-objetos-mercadorias-actantes. L Spuybroek COI + Shine - Terra dos Gigantes
  • 10.
    ninguém sabe ondepoderá levar uma reflexão que mantém pontos de vista discordantes