O documento analisa as causas da independência argentina, destacando fenômenos como a crise do antigo regime, a autonomia resultante das guerras napoleônicas e a influência das ideias iluministas. A independência foi formalmente declarada em 9 de julho de 1816, após debates no Congresso de Tucumã, e apoiada por potências como Inglaterra e EUA. A unificação da Argentina foi um processo complexo, marcado por conflitos internos e a elaboração de sua constituição.