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CRISE DO SISTEMA COLONIAL
• Há uma relação entre a ‘transição do
feudalismo ao capitalismo’, com os
‘movimentos de independência’,
sobretudo na América Latina.
• O PIVÔ da crise do sistema colonial foi o
processo de industrialização iniciado na
Inglaterra, desmontando a lógica da
política mercantilista.
MOTIVAÇÕES
• Há motivações que explicam o
rompimento das áreas coloniais com as
suas respectivas metrópoles.
• INTERNAMENTE: As colônias se
desenvolveram, devido à própria
exploração que se faz nelas.
• Nasce uma elite local, apesar de se
subordinar aos interesses dos grupos
dominantes da metrópole.
• O desenvolvimento das colônias promove uma
maior ‘OPRESSÃO’ das metrópoles sobre
estas.
• Cresce a oposição : colônia x metrópole.
• Paralelamente ocorrem mudanças na própria
METRÓPOLE.
• O ANTIGO REGIME ENTRA EM CRISE.
• Nascem revolução burguesas, destravando
as amarras que ainda impediam o sistema
capitalista. IDÉIAS LIBERAIS.
A IMPORTÂNCIA DO
ILUMINISMO
• Um grande aparato ideológico
acompanhou as modificações nas
metrópoles – iluminismo político e
econômico, INVESTINDO contra o
monopólio e contra o trabalho escravo
• Ora, o MONOPÓLIO e o ESCRAVISMO
eram as bases de sustentação do
ANTIGO REGIME.
CONJUNTURAS
• É preciso levar em conta a conjuntura das
colônias de povoamento e de exploração.
• A PRÓPRIA INGLATERRA, permitia
liberdade política e econômica em
algumas de suas colônias.
• NORTE X SUL.
• APÓS A GUERRA DOS 07 ANOS, A
POLÍTICA DA INGLATERRA MUDA
RADICALMENTE.
PROCESSO DE INDEPENDÊNCIA
DAS COLÔNIAS AMERICANAS
• AMOR E ÓDIO.
• APESAR DA VITÓRIA INGLESA SOBRE
A FRANÇA, A COROA DETERMINA UMA
‘SÉRIE DE MEDIDAS’ RIGOROSAS:
• IMPOSTOS:
• Lei do Selo
• Lei do Açucar e Atos de Townshend
• Lei do Chá.
DISCURSO DOS COLONOS
• “Sem representação não pode haver
tributação”
• Surgem PROTESTOS E BOICOTES.
• EM RESPOSTA SURGEM POR PARTE
DA COROA: “As leis intoleráveis”.
• SURGE O IMPASSE.
ASSEMBLÉIAS E MANIFESTOS
• Primeiro Congresso de Filadélfia.
• Segundo Congresso de Filadélfia.
• Elaboração de um documento nos moldes
iluministas.
• Guerra da Independência.
• Alianças: França, Holanda e Espanha.
• Grandes nomes.
• Primeira constituição americana.
América Católica
• Tendo como pano de fundo a independência
dos EUA, acontecem no início do séc. XIX, as
EMANCIPAÇÕES das colônias espanholas.
• CLASSES SOCIAIS NA AMÉRICA LATINA:
Chapetones, criollos, mestiços e escravos.
• 1810 – 1815 – as colônias espanholas estavam
ocupadas por tropas napoleônicas.
• Em um primeiro momento: Argentina, Paraguai,
Venezuela, Equador e Chile, conquistaram suas
independências.
• 1816-1828 – Segunda fase, já com o Rei
da Espanha no trono ( Fernando VII ).
Com o apoio da Inglaterra há uma leva de
revoltas.
• México e Peru se libertam, outras
anteriores se consolidam.
• O Uruguai, liberta-se da Espanha, mas é
dominado pelo Brasil.
• Com exceção do México, todas as novas
nações seguiram o modelo norte
americano, definindo-se como
REPÚBLICAS.
• Lembrar a DOUTRINA DE MONROE.
• Haiti, Cuba e Porto Rico foram casos
excepcionais.
Questões conceituais
• No decorrer do século XVIII, o sistema
colonial implementado pelos espanhóis na
América passou a sofrer importantes
transformações, fruto do envolvimento
metropolitano nas guerras européias e da
crise da mineração.
GÊNESE DAS INDEPENDÊNCIAS
• O Tratado de Ultrecht ( 1713) foi uma
decorrência da derrota da Espanha na "Guerra
de Sucessão Espanhola", sendo forçada a fazer
concessões à Inglaterra, garantindo-lhes a
possibilidade de intervir no comércio colonial
através do asiento - fornecimento anual de
escravos africanos - e do permiso - venda direta
de manufaturados às colônias.
O Tratado
• Esse tratado marca o início da influência
econômica britânica sobre a região e ao
mesmo tempo, o fim do monopólio
espanhol sobre suas colônias na América.
MUDANÇAS PROMOVIDAS PELA
ESPANHA
• A abolição do sistema de frotas, e
abolição do sistema de porto único, tanto
na metrópole, como nas colônias,
pretendendo dinamizar o comércio,
favorecendo a burguesia metropolitana e
indiretamente o próprio Estado.
• Na América foi liberado o comércio inter-
colonial (desde que não concorresse com
a Espanha) e os criollos passaram a ter o
direito de comercializar diretamente com a
metrópole.
A IMPORTÂNCIA DOS
CRIOLLOS
• Os criollos enfrentavam ainda grande
obstáculo à ascensão social, na medida
em que as leis garantiam privilégios aos
nascidos na Espanha. Os cargos políticos
e administrativos , as patentes mais altas
do exército e os principais cargos
eclesiásticos eram vetados à elite colonial.
CONTEXTUALIZAÇÃO
• Soma-se à situação sócio econômica, a
influência das idéias iluministas,
difundidas na Europa no decorrer do
século XVIII e que tiveram reflexos na
América, particularmente sobre a elite
colonial
ESTOPIM
• O elemento que destravou o processo de
ruptura colonial foi a invasão das tropas
de Napoleão Bonaparte sobre a Espanha.
• A resistência à ocupação francesa iniciou-
se tanto na Espanha como nas colônias;
netas a elite criolla iniciaram a formação
de Juntas Governativas, que em várias
cidades passaram a defender a idéia de
ruptura definitiva com a metrópole.
PONTOS COMUNS
-a grande participação popular, porém sob
liderança dos criollos;
-o caráter militar, envolvendo anos de
conflito com a Espanha;
-a fragmentação territorial, processo
caracterizado pela transformação de 1
colônia em vários países livres;
-adoção do regime republicano - exceção
feita ao México.
SÍNTESE
• O processo de independência hispano-
americano dividiu-se, grosso modo, em
três fases principais: os movimentos
precursores (1780 - 1810), as rebeliões
fracassadas (1810 - 1816) e as rebeliões
vitoriosas (1817 - 1824).
• Os movimentos precursores, deflagrados
prematuramente, foram severamente reprimidos
pelas autoridades metropolitanas. Lembrar os
movimentos indígenas – TUPAC AMARU.
• Essa rebelião indígena mobilizou mais de
sessenta mil índios e só foi totalmente
esmagada pelos espanhóis em 1783, quando
foram igualmente reprimidas outras revoltas no
Chile e na Venezuela.
PRECURSOR
• Inspirado no exemplo dos Estados
Unidos, o criollo venezuelano Francisco
Miranda liderou, a partir desta época,
vários levantes e se tornou o maior
precursor da independência hispano-
americana.
SINGULARIDADE
• Após os Estados Unidos, a segunda
independência da América foi realizada
pelos escravos trabalhadores das
plantations que, em 1793, através de uma
insurreição popular contra a elite branca
libertaram o Haiti.
• FENÔMENO DA HAITIZAÇÃO.
Rebeliões fracassadas
• "As rebeliões de independência
fracassadas: a falta de apoio da Inglaterra
e dos Estados Unidos".
Os Estados Unidos, que possuíam
acordos comerciais com a Junta de
Sevilha, também não forneceram
qualquer ajuda aos rebeldes hispano-
americanos. Em 1816, os movimentos
emancipacionistas, isolados internamente
e sem apoio internacional, foram
momentaneamente vencidos pelas tropas
espanholas.
A vitória
• "A vitória do movimento de
independência: apoio da Inglaterra e dos
Estados Unidos. A doutrina Monroe".
• A presença dos libertadores.
• BOLIVAR E MARTIN.
Simon Bolívar desencadeou a campanha
militar que culminaria com a libertação da
Venezuela, da Colômbia e do Equador e,
mais ao sul, José de San Martín promovia
a libertação da Argentina, do Chile e do
Peru.
Encontro de Guayaquil
Em 1822 os dois libertadores encontraram-
se em Guayaquil, no Equador, onde San
Martín entregou a Bolívar o comando
supremo do exército de libertação.
POSTURAS DIFERENTES.
ESTRATÉGIAS DIFERENTES.
CONFERÊNCIA DO PANAMÁ
• Em 1826, Bolivar convocou os
representantes dos países recém-
independentes para participarem da
Conferência do Panamá, cujo objetivo era
a criação de uma confederação pan-
americana.
O sonho
• O sonho boliviano de unidade política
chocou-se, entretanto, com os interesses
das oligarquias locais e com a oposição
da Inglaterra e dos Estados Unidos, a
quem não interessavam países unidos e
fortes.
A fragmentação
• Após o fracasso da Conferência do
Panamá, a América Latina fragmentou-se
politicamente em quase duas dezenas de
pequenos Estados soberanos,
governados pelas aristocracia criolla.
• Outros fatores que interferiram nessa
grande divisão política foram o isolamento
geográfico das diversas regiões, a
compartimentação populacional, a divisão
administrativa colonial e a ausência de
integração econômica do continente. O
pan-americanismo foi vencido pela política
do "divida e domine".
MARCHA PARA O OESTE
• O fortalecimento dos EUA como nação
intensificou-se com a expansão das
fronteiras do novo Estado, por meio da
COMPRA, ANEXAÇÃO PACÍFICA OU
BELICOSA DE TERRAS.
• Inicialmente ambicionavam anexar o
Canadá, que acarretou na segunda
guerra de independência – 1812-1814,
com a demarcação de fronteiras.
Rumo ao pacífico
• O Governo americano comprou algumas
áreas:
• LOUSIANIA ( 1803 )
• FLÓRIDA (1819 )
• ALASCA ( 1867 )
• GUERRA COM O MÉXICO, anexando os
territórios do TEXAS, Califórnia, Novo
México, Arizona, Utah e Nevada.
O MASSACRE
• Lembrar DANÇA COM LOBOS - Kevin
Costner
• GENOCÍDIO.
• Apaches, Dakotas, Sioux e etc.
• A Marcha para o Oeste foi à incorporação de
territórios interioranos pelos colonos pioneiros e
desbravadores, que faziam a fronteira mover-se
sempre um passo além.Uma série de fatores
motivaram e favoreceram esta expansão:
• A escassez de terras na faixa atlântica;
• A possibilidade de as famílias de colonos
tornarem-se proprietárias, o que também atraiu
imigrantes europeus;
• A necessidade do Norte, em faze de
industrialização, de conseguir matérias-
primas e alimentos;
• A corrida do ouro;
• A conquista de áreas de pastagens para
os rebanhos;
• A construção de ferrovias, que permitia a
aplicação lucrativa de capitais e integrava
os mercados, assegurando o comércio
para a produção agrícola.
Guerra da Secessão
• Após as eleições presidenciais de 1860,
que escolheram o candidato apoiado pelo
Norte, Abraham Lincoln, os Estados
escravistas do Sul resolveram se separar
de União;formando uma confederação.
Apesar da flagrante interioridade em
número de homens em recursos e armas,
os Estados Confederados atacaram o
Norte, em 1861, dando início a guerra
civil.
• Alem de contar com a ajuda do Oeste o
Norte utilizou a Marinha para bloquear o
apoio da Europa, principalmente da
Inglaterra, aos Estados sulistas, dos quais
esse país importa o algodão para
alimentar suas industrias.
• O Sul conseguiu algumas vitórias.No
entanto, após a Batalha de Gettysburg em
1863, o Norte tomou a ofensiva,
derrotando as tropas sulistas e arrasando
completamente os Estados
Confederados.A tomada da capital da
Confederação, Richmond, na Virginia, em
1865 selou o fim da guerra, com a
rendição completa do Sul.
• A abolição da escravatura foi decretada
por Lincoln em janeiro de 1865.Porém,
não foi acompanhada de nenhum
programa que possibilitasse a integração
de negro liberto na sociedade
americana.Essa situação de desvantagem
social tendeu a se perpetuar,
principalmente devido ao aparecimento de
sociedades secretas racistas no Sul,
como o ku Klux Klan.
• TAXAÇAO / PROTECIONISMO
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  • 1. CRISE DO SISTEMA COLONIAL • Há uma relação entre a ‘transição do feudalismo ao capitalismo’, com os ‘movimentos de independência’, sobretudo na América Latina. • O PIVÔ da crise do sistema colonial foi o processo de industrialização iniciado na Inglaterra, desmontando a lógica da política mercantilista.
  • 2. MOTIVAÇÕES • Há motivações que explicam o rompimento das áreas coloniais com as suas respectivas metrópoles. • INTERNAMENTE: As colônias se desenvolveram, devido à própria exploração que se faz nelas. • Nasce uma elite local, apesar de se subordinar aos interesses dos grupos dominantes da metrópole.
  • 3. • O desenvolvimento das colônias promove uma maior ‘OPRESSÃO’ das metrópoles sobre estas. • Cresce a oposição : colônia x metrópole. • Paralelamente ocorrem mudanças na própria METRÓPOLE. • O ANTIGO REGIME ENTRA EM CRISE. • Nascem revolução burguesas, destravando as amarras que ainda impediam o sistema capitalista. IDÉIAS LIBERAIS.
  • 4. A IMPORTÂNCIA DO ILUMINISMO • Um grande aparato ideológico acompanhou as modificações nas metrópoles – iluminismo político e econômico, INVESTINDO contra o monopólio e contra o trabalho escravo • Ora, o MONOPÓLIO e o ESCRAVISMO eram as bases de sustentação do ANTIGO REGIME.
  • 5. CONJUNTURAS • É preciso levar em conta a conjuntura das colônias de povoamento e de exploração. • A PRÓPRIA INGLATERRA, permitia liberdade política e econômica em algumas de suas colônias. • NORTE X SUL. • APÓS A GUERRA DOS 07 ANOS, A POLÍTICA DA INGLATERRA MUDA RADICALMENTE.
  • 6. PROCESSO DE INDEPENDÊNCIA DAS COLÔNIAS AMERICANAS • AMOR E ÓDIO. • APESAR DA VITÓRIA INGLESA SOBRE A FRANÇA, A COROA DETERMINA UMA ‘SÉRIE DE MEDIDAS’ RIGOROSAS: • IMPOSTOS: • Lei do Selo • Lei do Açucar e Atos de Townshend • Lei do Chá.
  • 7. DISCURSO DOS COLONOS • “Sem representação não pode haver tributação” • Surgem PROTESTOS E BOICOTES. • EM RESPOSTA SURGEM POR PARTE DA COROA: “As leis intoleráveis”. • SURGE O IMPASSE.
  • 8. ASSEMBLÉIAS E MANIFESTOS • Primeiro Congresso de Filadélfia. • Segundo Congresso de Filadélfia. • Elaboração de um documento nos moldes iluministas. • Guerra da Independência. • Alianças: França, Holanda e Espanha. • Grandes nomes. • Primeira constituição americana.
  • 9. América Católica • Tendo como pano de fundo a independência dos EUA, acontecem no início do séc. XIX, as EMANCIPAÇÕES das colônias espanholas. • CLASSES SOCIAIS NA AMÉRICA LATINA: Chapetones, criollos, mestiços e escravos. • 1810 – 1815 – as colônias espanholas estavam ocupadas por tropas napoleônicas. • Em um primeiro momento: Argentina, Paraguai, Venezuela, Equador e Chile, conquistaram suas independências.
  • 10. • 1816-1828 – Segunda fase, já com o Rei da Espanha no trono ( Fernando VII ). Com o apoio da Inglaterra há uma leva de revoltas. • México e Peru se libertam, outras anteriores se consolidam. • O Uruguai, liberta-se da Espanha, mas é dominado pelo Brasil.
  • 11. • Com exceção do México, todas as novas nações seguiram o modelo norte americano, definindo-se como REPÚBLICAS. • Lembrar a DOUTRINA DE MONROE. • Haiti, Cuba e Porto Rico foram casos excepcionais.
  • 12. Questões conceituais • No decorrer do século XVIII, o sistema colonial implementado pelos espanhóis na América passou a sofrer importantes transformações, fruto do envolvimento metropolitano nas guerras européias e da crise da mineração.
  • 13. GÊNESE DAS INDEPENDÊNCIAS • O Tratado de Ultrecht ( 1713) foi uma decorrência da derrota da Espanha na "Guerra de Sucessão Espanhola", sendo forçada a fazer concessões à Inglaterra, garantindo-lhes a possibilidade de intervir no comércio colonial através do asiento - fornecimento anual de escravos africanos - e do permiso - venda direta de manufaturados às colônias.
  • 14. O Tratado • Esse tratado marca o início da influência econômica britânica sobre a região e ao mesmo tempo, o fim do monopólio espanhol sobre suas colônias na América.
  • 15. MUDANÇAS PROMOVIDAS PELA ESPANHA • A abolição do sistema de frotas, e abolição do sistema de porto único, tanto na metrópole, como nas colônias, pretendendo dinamizar o comércio, favorecendo a burguesia metropolitana e indiretamente o próprio Estado.
  • 16. • Na América foi liberado o comércio inter- colonial (desde que não concorresse com a Espanha) e os criollos passaram a ter o direito de comercializar diretamente com a metrópole.
  • 17. A IMPORTÂNCIA DOS CRIOLLOS • Os criollos enfrentavam ainda grande obstáculo à ascensão social, na medida em que as leis garantiam privilégios aos nascidos na Espanha. Os cargos políticos e administrativos , as patentes mais altas do exército e os principais cargos eclesiásticos eram vetados à elite colonial.
  • 18. CONTEXTUALIZAÇÃO • Soma-se à situação sócio econômica, a influência das idéias iluministas, difundidas na Europa no decorrer do século XVIII e que tiveram reflexos na América, particularmente sobre a elite colonial
  • 19. ESTOPIM • O elemento que destravou o processo de ruptura colonial foi a invasão das tropas de Napoleão Bonaparte sobre a Espanha.
  • 20. • A resistência à ocupação francesa iniciou- se tanto na Espanha como nas colônias; netas a elite criolla iniciaram a formação de Juntas Governativas, que em várias cidades passaram a defender a idéia de ruptura definitiva com a metrópole.
  • 21. PONTOS COMUNS -a grande participação popular, porém sob liderança dos criollos; -o caráter militar, envolvendo anos de conflito com a Espanha; -a fragmentação territorial, processo caracterizado pela transformação de 1 colônia em vários países livres; -adoção do regime republicano - exceção feita ao México.
  • 22. SÍNTESE • O processo de independência hispano- americano dividiu-se, grosso modo, em três fases principais: os movimentos precursores (1780 - 1810), as rebeliões fracassadas (1810 - 1816) e as rebeliões vitoriosas (1817 - 1824).
  • 23. • Os movimentos precursores, deflagrados prematuramente, foram severamente reprimidos pelas autoridades metropolitanas. Lembrar os movimentos indígenas – TUPAC AMARU. • Essa rebelião indígena mobilizou mais de sessenta mil índios e só foi totalmente esmagada pelos espanhóis em 1783, quando foram igualmente reprimidas outras revoltas no Chile e na Venezuela.
  • 24. PRECURSOR • Inspirado no exemplo dos Estados Unidos, o criollo venezuelano Francisco Miranda liderou, a partir desta época, vários levantes e se tornou o maior precursor da independência hispano- americana.
  • 25. SINGULARIDADE • Após os Estados Unidos, a segunda independência da América foi realizada pelos escravos trabalhadores das plantations que, em 1793, através de uma insurreição popular contra a elite branca libertaram o Haiti. • FENÔMENO DA HAITIZAÇÃO.
  • 26. Rebeliões fracassadas • "As rebeliões de independência fracassadas: a falta de apoio da Inglaterra e dos Estados Unidos".
  • 27. Os Estados Unidos, que possuíam acordos comerciais com a Junta de Sevilha, também não forneceram qualquer ajuda aos rebeldes hispano- americanos. Em 1816, os movimentos emancipacionistas, isolados internamente e sem apoio internacional, foram momentaneamente vencidos pelas tropas espanholas.
  • 28. A vitória • "A vitória do movimento de independência: apoio da Inglaterra e dos Estados Unidos. A doutrina Monroe". • A presença dos libertadores. • BOLIVAR E MARTIN.
  • 29. Simon Bolívar desencadeou a campanha militar que culminaria com a libertação da Venezuela, da Colômbia e do Equador e, mais ao sul, José de San Martín promovia a libertação da Argentina, do Chile e do Peru.
  • 30. Encontro de Guayaquil Em 1822 os dois libertadores encontraram- se em Guayaquil, no Equador, onde San Martín entregou a Bolívar o comando supremo do exército de libertação. POSTURAS DIFERENTES. ESTRATÉGIAS DIFERENTES.
  • 31. CONFERÊNCIA DO PANAMÁ • Em 1826, Bolivar convocou os representantes dos países recém- independentes para participarem da Conferência do Panamá, cujo objetivo era a criação de uma confederação pan- americana.
  • 32. O sonho • O sonho boliviano de unidade política chocou-se, entretanto, com os interesses das oligarquias locais e com a oposição da Inglaterra e dos Estados Unidos, a quem não interessavam países unidos e fortes.
  • 33. A fragmentação • Após o fracasso da Conferência do Panamá, a América Latina fragmentou-se politicamente em quase duas dezenas de pequenos Estados soberanos, governados pelas aristocracia criolla.
  • 34. • Outros fatores que interferiram nessa grande divisão política foram o isolamento geográfico das diversas regiões, a compartimentação populacional, a divisão administrativa colonial e a ausência de integração econômica do continente. O pan-americanismo foi vencido pela política do "divida e domine".
  • 35. MARCHA PARA O OESTE • O fortalecimento dos EUA como nação intensificou-se com a expansão das fronteiras do novo Estado, por meio da COMPRA, ANEXAÇÃO PACÍFICA OU BELICOSA DE TERRAS. • Inicialmente ambicionavam anexar o Canadá, que acarretou na segunda guerra de independência – 1812-1814, com a demarcação de fronteiras.
  • 36. Rumo ao pacífico • O Governo americano comprou algumas áreas: • LOUSIANIA ( 1803 ) • FLÓRIDA (1819 ) • ALASCA ( 1867 ) • GUERRA COM O MÉXICO, anexando os territórios do TEXAS, Califórnia, Novo México, Arizona, Utah e Nevada.
  • 37. O MASSACRE • Lembrar DANÇA COM LOBOS - Kevin Costner • GENOCÍDIO. • Apaches, Dakotas, Sioux e etc.
  • 38. • A Marcha para o Oeste foi à incorporação de territórios interioranos pelos colonos pioneiros e desbravadores, que faziam a fronteira mover-se sempre um passo além.Uma série de fatores motivaram e favoreceram esta expansão: • A escassez de terras na faixa atlântica; • A possibilidade de as famílias de colonos tornarem-se proprietárias, o que também atraiu imigrantes europeus;
  • 39. • A necessidade do Norte, em faze de industrialização, de conseguir matérias- primas e alimentos; • A corrida do ouro; • A conquista de áreas de pastagens para os rebanhos; • A construção de ferrovias, que permitia a aplicação lucrativa de capitais e integrava os mercados, assegurando o comércio para a produção agrícola.
  • 40. Guerra da Secessão • Após as eleições presidenciais de 1860, que escolheram o candidato apoiado pelo Norte, Abraham Lincoln, os Estados escravistas do Sul resolveram se separar de União;formando uma confederação. Apesar da flagrante interioridade em número de homens em recursos e armas, os Estados Confederados atacaram o Norte, em 1861, dando início a guerra civil.
  • 41. • Alem de contar com a ajuda do Oeste o Norte utilizou a Marinha para bloquear o apoio da Europa, principalmente da Inglaterra, aos Estados sulistas, dos quais esse país importa o algodão para alimentar suas industrias.
  • 42. • O Sul conseguiu algumas vitórias.No entanto, após a Batalha de Gettysburg em 1863, o Norte tomou a ofensiva, derrotando as tropas sulistas e arrasando completamente os Estados Confederados.A tomada da capital da Confederação, Richmond, na Virginia, em 1865 selou o fim da guerra, com a rendição completa do Sul.
  • 43. • A abolição da escravatura foi decretada por Lincoln em janeiro de 1865.Porém, não foi acompanhada de nenhum programa que possibilitasse a integração de negro liberto na sociedade americana.Essa situação de desvantagem social tendeu a se perpetuar, principalmente devido ao aparecimento de sociedades secretas racistas no Sul, como o ku Klux Klan.
  • 44. • TAXAÇAO / PROTECIONISMO • ABOLIÇAO / FIM DO ESCRAVISMO