SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 14
Baixar para ler offline
HISTÓRIA DA
AVALIAÇÃO
PSICOLÓGICA
PTOF VILCIELE DAMASCENO
PRIMEIROS REGISTROS
• China – 2200 a.C. – Seleção de candidatos no serviço público civil;
• Idade Média: proposta mais sistematizada de testes psicológicos;
• Idade Moderna: tentativa de compreensão das doenças mentais;
• Idade Contemporânea: surgimento da testagem psicológica
moderna.
Francis Galton
• Contribuições entre 1822 e 1911;
• Estudos das diferenças individuais – avaliação das
aptidões humanas por meio de medidas sensoriais;
• Pai da psicometria - desenvolvimento da análise fatorial;
• Genética do comportamento – eugenia – avaliação da
inteligência.
Karl Pearson (1857 – 1936)
• Karl Pearson foi um grande contribuidor para o desenvolvimento da
estatística como uma disciplina científica séria e independente.
• Foi em 1890, quando Karl Pearson tinha 33 anos, que um
acontecimento muito importante ocorreu em sua vida, uma vida na
qual ele havia estudado matemática, mas ainda não havia se
aprofundado em estatística. Ele se interessou por estatística
graças ao primo de Charles Darwin, Francis Galton.
• Técnica de correlação r de Pearson; O coeficiente de correlação
de Pearson (r) é um teste cujo objetivo é medir o grau de
correlação linear entre duas variáveis quantitativas, atributo
ou característica de determinado assunto.
Wilhelm Max Wundt (1832-1921)
• 1º Laboratório de psicologia experimental;
• Geralmente celebrado nos manuais de história da
psicologia como o fundador da psicologia científica.
• Foco nas semelhanças e não nas diferenças;
• Orientador de James Cattell – diferenças individuais
quanto ao tempo de reação.
James Cattell
• Experimento: Mental Tests and Measurements;
• Avaliação das diferenças individuais e de
desempenho acadêmico de crianças;
• Origem do termo mental test .
Charles Spearman (1863-1945)
• Inicia o estudo científico da inteligência
humana;
• Origina a Psicometria Clássica;
• Fator geral (G) de inteligência.
Alfred Binet (1857-1911)
• Formação influenciada pela psicologia
experimental;
• Contribuição para compreensão do
desenvolvimento cognitivo e para a
aplicação de instrumentos cognitivos;
• Escala Binet-Simon de Inteligência – marco
dos testes psicológicos;
• Incluiu itens destinados a avaliar habilidades de
resolução de problemas, memória de curto prazo,
capacidade de seguir instruções e atenção.
• Os resultados de QI eram alcançados
comparando a idade mental da criança e sua
idade cronológica.
DADOS IMPORTANTES
• 1930 – Década da análise fatorial; é uma técnica estatística que reduz um
conjunto de variáveis, extraindo todas as suas semelhanças em um número
menor de fatores. Também pode ser chamada de redução de dados.
• Ao observar um grande número de variáveis, alguns padrões comuns emergem, que
são conhecidos como fatores.
• 1938 – Thurstone - habilidades mentais primárias; aptidões espaciais e visuais,
rapidez percetual, aptidão numérica, compreensão verbal, memória, fluidez
verbal e raciocínio.
• 1951 – Lee Cronbach – coeficiente Alpha; Ele mede a correlação entre respostas em
um questionário através da análise das respostas dadas pelos respondentes,
apresentando uma correlação média entre as perguntas.
DADOS IMPORTANTES
• 1963 – Reymond Cattell – Inteligência Fluida e Cristalizada; Enquanto a inteligência
fluida envolve nossa capacidade atual de raciocinar e lidar com informações complexas
em torno de nós, inteligência cristalizada envolve aprendizado, o conhecimento e as
habilidades que são adquiridas ao longo da vida.
• Surgimento da Teoria de Resposta ao Item; A Teoria de Resposta ao Item (TRI),
método adotado nas provas do ENEM, é um sistema matemático que tem por objetivo
evitar que candidatos submetidos a um teste utilizem o fator sorte na hora de
responder às questões (itens). Esta é uma definição bem ampla e direta, considerando
a complexidade do sistema.
• 2000 – Psicologia Positiva: A psicologia positiva é um movimento recente dentro
da ciência psicológica que visa a fazer com que os psicólogos contemporâneos adotem
"uma visão mais aberta e apreciativa dos potenciais, das motivações e das capacidades
humanas“.
• Peterson e Seligman (2004) desenvolveram um sistema de classificação para os aspectos
positivos, enfatizando as forças e o caráter denominado Values in Action (VIA)
Classification of Strengths and Virtues Manual (Tradução livre: Valores em ação - Manual
de classificação de forças e virtudes).
Registros históricos nacionais
• Introdução de testes pós segunda guerra sem adaptação;
• Período de descrédito;
• 1990: Retomada de interesse na Avaliação Psicológica;
• 1997: Criação do Instituto Brasileiro de Avaliação Psicológica (IBAP)
AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA NO BRASIL
 No Brasil, a Avaliação Psicológica teve início no início do século XX com a criação de
Centros de Psicologia Aplicada, conhecidos como laboratórios, mas que não eram o
que conhecemos como tal atualmente.
 Durante este percurso até a atualidade, a área viveu fases que variaram de críticas
negativas e negação do uso dos testes até a sua ascensão baseada em
desenvolvimento técnico, científico e profissional, como o que está ocorrendo.
 As primeiras medidas psicológicas estavam relacionadas a medidas fisiológicas em
estudos internacionais.
 Os primeiros Centros de Psicologia Aplicada ou similares foram criados no início do
século XX em São Paulo, Recife e Minas Gerais por iniciativa de profissionais de
outras áreas da saúde e/ou educação.
AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA NO BRASIL
 O primeiro teste foi criado por Lourenço Filho e se propunha a mensurar medidas
escolares (Teste ABC de Prontidão Escolar). Praticamente na mesma época, publicaram-
se livros importantes para este início, estando relacionados à metodologia dos testes
psicológicos ou a construtos, como a inteligência.
 O primeiro periódico científico foi o Arquivo Brasileiro de Psicotécnica, posteriormente
renomeado de Arquivos de Psicologia.
 A área de Orientação Profissional foi um dos impulsionadores do desenvolvimento de
instrumentos de Avaliação Psicológica por ter conseguido apoio de entidades
governamentais.
 A organização dos profissionais de Avaliação Psicológica em sociedades científicas, bem
como o apoio dos Conselhos Regionais e Federal de Psicologia, possibilitaram o
desenvolvimento atual da área.
 promoveu um esforço em formar docentes e profissionais mais qualificados e
preocupados com a construção de instrumentos que seguissem diretrizes internacionais,
além de criar o Sistema de Avaliação de Testes Psicológicos (SATEPSI), um grande marco
para o aumento da qualidade dos instrumentos de avaliação.
 A perspectiva futura é a incorporação de técnicas contemporâneas de avaliação, como a
utilização da Teoria de Resposta ao Item, testes adaptativos, entre outros.
ETAPAS DA AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA
 1º passo – Anamnese
 Também chamada de entrevista diagnóstica, é o momento em que o psicólogo conversa com a pessoa.
 Assim, a anamnese pode ser tanto estruturada (com perguntas pré-escolhidas que seguem uma ordem importante) ou aberta (em que o paciente fica à
vontade para conduzir a entrevista) ou até mesmo semiestruturada (na qual o examinado tem certa liberdade, mas o psicólogo intervém com perguntas).
 2º passo – Aplicação das técnicas
 O 2º passo é o momento para aplicar os testes e avaliações a fim de obter os dados para o tipo de laudo solicitado.
 Aqui é preciso que o profissional tenha não só conhecimento dos protocolos, mas também possua habilidade para relacionar os dados coletados nos
diferentes testes.
 3º passo – Devolução ao paciente
 Uma resolução do Conselho Federal de Psicologia (CFP – 004/2019) prevê que o psicólogo deve dar um parecer ao paciente sobre como foi o teste.
 Isso passa mais segurança ao paciente a fim de compreender (ainda que não a teoria) parte do processo da avaliação psicológica.
 4º passo – Emissão do laudo
 Após esses 3 passos, é a hora de emitir o laudo.
 Este é o documento usado para avaliar como serão feitas algumas das intervenções terapêuticas, no caso do tratamento de dependentes químicos.

Mais conteúdo relacionado

Semelhante a A HISTÓRIA DA AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA..pdf

Anna silvia-tosin - psicodiagnostico e abord sistemico familiar
Anna silvia-tosin - psicodiagnostico e abord sistemico familiarAnna silvia-tosin - psicodiagnostico e abord sistemico familiar
Anna silvia-tosin - psicodiagnostico e abord sistemico familiarPat Queiroz
 
Aula_Psicologia aplicada: Herança do funcionalismo
Aula_Psicologia aplicada: Herança do funcionalismoAula_Psicologia aplicada: Herança do funcionalismo
Aula_Psicologia aplicada: Herança do funcionalismoAna Paula Campos
 
Aula_Psicologia aplicada: Herança do funcionalismo
Aula_Psicologia aplicada: Herança do funcionalismoAula_Psicologia aplicada: Herança do funcionalismo
Aula_Psicologia aplicada: Herança do funcionalismoAna Paula Campos
 
AULA 01 - CONHECIMENTOS E PESQUISA CIENTÍFICA.pptx
AULA 01 - CONHECIMENTOS E PESQUISA CIENTÍFICA.pptxAULA 01 - CONHECIMENTOS E PESQUISA CIENTÍFICA.pptx
AULA 01 - CONHECIMENTOS E PESQUISA CIENTÍFICA.pptxAntnioNeto744703
 
Psicologia do Desenvolvimento - slide 1 (1).pptx
Psicologia do Desenvolvimento - slide 1 (1).pptxPsicologia do Desenvolvimento - slide 1 (1).pptx
Psicologia do Desenvolvimento - slide 1 (1).pptxMaeSoaresdaSilva
 
O que é desenvolvimento humano
O que é desenvolvimento humanoO que é desenvolvimento humano
O que é desenvolvimento humanoJan Carlos
 
Avaliação psicopedagógica protocolo breve
Avaliação psicopedagógica   protocolo breveAvaliação psicopedagógica   protocolo breve
Avaliação psicopedagógica protocolo breveNanci Barillo
 
Psicologia introdução
Psicologia introduçãoPsicologia introdução
Psicologia introduçãoChrys Souza
 
Intrumentos utilizados no processo diagnostico
Intrumentos utilizados no processo diagnosticoIntrumentos utilizados no processo diagnostico
Intrumentos utilizados no processo diagnosticoThaís Castro
 
01 como elaborar-um_quesitonario
01   como elaborar-um_quesitonario01   como elaborar-um_quesitonario
01 como elaborar-um_quesitonariogisa_legal
 
Ética e e os processos de Avaliação Psicológica
Ética e e os processos de Avaliação PsicológicaÉtica e e os processos de Avaliação Psicológica
Ética e e os processos de Avaliação PsicológicaCarynaMaximina
 
AULA INTRODUTORIA T.DA PERSONALIDADE 2022 .pptx
AULA INTRODUTORIA T.DA PERSONALIDADE 2022 .pptxAULA INTRODUTORIA T.DA PERSONALIDADE 2022 .pptx
AULA INTRODUTORIA T.DA PERSONALIDADE 2022 .pptxAndraRibeiroSouza
 
Introdução a investigação e produção científica na área da saúde
Introdução a investigação e produção científica na área da saúdeIntrodução a investigação e produção científica na área da saúde
Introdução a investigação e produção científica na área da saúdeAliny Lima
 
METODO CIENTIFICO DA PSI EXPERIMENTALkk.ppt
METODO CIENTIFICO DA PSI EXPERIMENTALkk.pptMETODO CIENTIFICO DA PSI EXPERIMENTALkk.ppt
METODO CIENTIFICO DA PSI EXPERIMENTALkk.pptlilahzara
 
Abordagens Maturacionistas
Abordagens MaturacionistasAbordagens Maturacionistas
Abordagens Maturacionistasminete
 
Tecnicas de Pesquisa em Psicologia 1
Tecnicas de Pesquisa em Psicologia 1Tecnicas de Pesquisa em Psicologia 1
Tecnicas de Pesquisa em Psicologia 1Alex Rilie
 
37280slides aula desenvolvimento humano, psicologgia da educaçao
37280slides aula desenvolvimento humano, psicologgia da educaçao37280slides aula desenvolvimento humano, psicologgia da educaçao
37280slides aula desenvolvimento humano, psicologgia da educaçaoMariaDeMatos2
 

Semelhante a A HISTÓRIA DA AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA..pdf (20)

Anna silvia-tosin - psicodiagnostico e abord sistemico familiar
Anna silvia-tosin - psicodiagnostico e abord sistemico familiarAnna silvia-tosin - psicodiagnostico e abord sistemico familiar
Anna silvia-tosin - psicodiagnostico e abord sistemico familiar
 
Aula_Psicologia aplicada: Herança do funcionalismo
Aula_Psicologia aplicada: Herança do funcionalismoAula_Psicologia aplicada: Herança do funcionalismo
Aula_Psicologia aplicada: Herança do funcionalismo
 
Aula_Psicologia aplicada: Herança do funcionalismo
Aula_Psicologia aplicada: Herança do funcionalismoAula_Psicologia aplicada: Herança do funcionalismo
Aula_Psicologia aplicada: Herança do funcionalismo
 
AULA 01 - CONHECIMENTOS E PESQUISA CIENTÍFICA.pptx
AULA 01 - CONHECIMENTOS E PESQUISA CIENTÍFICA.pptxAULA 01 - CONHECIMENTOS E PESQUISA CIENTÍFICA.pptx
AULA 01 - CONHECIMENTOS E PESQUISA CIENTÍFICA.pptx
 
Psicologia do Desenvolvimento - slide 1 (1).pptx
Psicologia do Desenvolvimento - slide 1 (1).pptxPsicologia do Desenvolvimento - slide 1 (1).pptx
Psicologia do Desenvolvimento - slide 1 (1).pptx
 
O que é desenvolvimento humano
O que é desenvolvimento humanoO que é desenvolvimento humano
O que é desenvolvimento humano
 
Avaliação psicopedagógica protocolo breve
Avaliação psicopedagógica   protocolo breveAvaliação psicopedagógica   protocolo breve
Avaliação psicopedagógica protocolo breve
 
Psicologia introdução
Psicologia introduçãoPsicologia introdução
Psicologia introdução
 
Intrumentos utilizados no processo diagnostico
Intrumentos utilizados no processo diagnosticoIntrumentos utilizados no processo diagnostico
Intrumentos utilizados no processo diagnostico
 
O estudo do desenvolvimento humano
O estudo do desenvolvimento humanoO estudo do desenvolvimento humano
O estudo do desenvolvimento humano
 
01 como elaborar-um_quesitonario
01   como elaborar-um_quesitonario01   como elaborar-um_quesitonario
01 como elaborar-um_quesitonario
 
Ética e e os processos de Avaliação Psicológica
Ética e e os processos de Avaliação PsicológicaÉtica e e os processos de Avaliação Psicológica
Ética e e os processos de Avaliação Psicológica
 
AULA INTRODUTORIA T.DA PERSONALIDADE 2022 .pptx
AULA INTRODUTORIA T.DA PERSONALIDADE 2022 .pptxAULA INTRODUTORIA T.DA PERSONALIDADE 2022 .pptx
AULA INTRODUTORIA T.DA PERSONALIDADE 2022 .pptx
 
Introdução a investigação e produção científica na área da saúde
Introdução a investigação e produção científica na área da saúdeIntrodução a investigação e produção científica na área da saúde
Introdução a investigação e produção científica na área da saúde
 
METODO CIENTIFICO DA PSI EXPERIMENTALkk.ppt
METODO CIENTIFICO DA PSI EXPERIMENTALkk.pptMETODO CIENTIFICO DA PSI EXPERIMENTALkk.ppt
METODO CIENTIFICO DA PSI EXPERIMENTALkk.ppt
 
Abordagens Maturacionistas
Abordagens MaturacionistasAbordagens Maturacionistas
Abordagens Maturacionistas
 
Psicologia do desenvolvimento
Psicologia do desenvolvimentoPsicologia do desenvolvimento
Psicologia do desenvolvimento
 
Rorschach 2 atual
Rorschach 2 atualRorschach 2 atual
Rorschach 2 atual
 
Tecnicas de Pesquisa em Psicologia 1
Tecnicas de Pesquisa em Psicologia 1Tecnicas de Pesquisa em Psicologia 1
Tecnicas de Pesquisa em Psicologia 1
 
37280slides aula desenvolvimento humano, psicologgia da educaçao
37280slides aula desenvolvimento humano, psicologgia da educaçao37280slides aula desenvolvimento humano, psicologgia da educaçao
37280slides aula desenvolvimento humano, psicologgia da educaçao
 

Mais de MarceloMonteiro213738

Realismo.pptx língua Portuguesa portugues
Realismo.pptx língua Portuguesa portuguesRealismo.pptx língua Portuguesa portugues
Realismo.pptx língua Portuguesa portuguesMarceloMonteiro213738
 
TIPOS DE CALOR CALOR LATENTE E CALOR SENSIVEL.pptx
TIPOS DE CALOR CALOR LATENTE E CALOR SENSIVEL.pptxTIPOS DE CALOR CALOR LATENTE E CALOR SENSIVEL.pptx
TIPOS DE CALOR CALOR LATENTE E CALOR SENSIVEL.pptxMarceloMonteiro213738
 
AULA PROPAGAÇÃO DO CALOR FÍSICA.pptxFISICA
AULA PROPAGAÇÃO DO CALOR FÍSICA.pptxFISICAAULA PROPAGAÇÃO DO CALOR FÍSICA.pptxFISICA
AULA PROPAGAÇÃO DO CALOR FÍSICA.pptxFISICAMarceloMonteiro213738
 
ucraniaxrússia.pptx CONTEXTO HISTORICO..
ucraniaxrússia.pptx CONTEXTO HISTORICO..ucraniaxrússia.pptx CONTEXTO HISTORICO..
ucraniaxrússia.pptx CONTEXTO HISTORICO..MarceloMonteiro213738
 
PRÁTICA EXPERIMENTAL - CAMARA ESCURA PRONTO OK.pptx
PRÁTICA EXPERIMENTAL - CAMARA ESCURA PRONTO OK.pptxPRÁTICA EXPERIMENTAL - CAMARA ESCURA PRONTO OK.pptx
PRÁTICA EXPERIMENTAL - CAMARA ESCURA PRONTO OK.pptxMarceloMonteiro213738
 
Unidade 04 Ano 02 LARANJA rev. Silvane.ppt
Unidade 04 Ano 02 LARANJA rev. Silvane.pptUnidade 04 Ano 02 LARANJA rev. Silvane.ppt
Unidade 04 Ano 02 LARANJA rev. Silvane.pptMarceloMonteiro213738
 
FÍSICA 2°ANO TURMA 201Mmmmmmmmmmmmm.pdf
FÍSICA 2°ANO TURMA 201Mmmmmmmmmmmmm.pdfFÍSICA 2°ANO TURMA 201Mmmmmmmmmmmmm.pdf
FÍSICA 2°ANO TURMA 201Mmmmmmmmmmmmm.pdfMarceloMonteiro213738
 
Equacao-e inequação do-1-Grau. Slides ex
Equacao-e inequação do-1-Grau. Slides exEquacao-e inequação do-1-Grau. Slides ex
Equacao-e inequação do-1-Grau. Slides exMarceloMonteiro213738
 
A HISTÓRIA DA MATEMÁTICA atraves dos tempos.pptx
A HISTÓRIA DA MATEMÁTICA atraves dos tempos.pptxA HISTÓRIA DA MATEMÁTICA atraves dos tempos.pptx
A HISTÓRIA DA MATEMÁTICA atraves dos tempos.pptxMarceloMonteiro213738
 
PSICOLOGIA--- Perspectivas Teóricas.pptx
PSICOLOGIA--- Perspectivas Teóricas.pptxPSICOLOGIA--- Perspectivas Teóricas.pptx
PSICOLOGIA--- Perspectivas Teóricas.pptxMarceloMonteiro213738
 
MEDIDAS E AVALIAÇÃO EM PSI_1psicana.pptx
MEDIDAS E AVALIAÇÃO EM PSI_1psicana.pptxMEDIDAS E AVALIAÇÃO EM PSI_1psicana.pptx
MEDIDAS E AVALIAÇÃO EM PSI_1psicana.pptxMarceloMonteiro213738
 
ppt-AULA PROPAGAÇÃO DO CALOR FÍSICA.pptx
ppt-AULA PROPAGAÇÃO DO CALOR FÍSICA.pptxppt-AULA PROPAGAÇÃO DO CALOR FÍSICA.pptx
ppt-AULA PROPAGAÇÃO DO CALOR FÍSICA.pptxMarceloMonteiro213738
 
Ana Clara e Marcelo FEIRÃO DE ELETIVAS 2022.2.pptx
Ana Clara e Marcelo FEIRÃO DE ELETIVAS 2022.2.pptxAna Clara e Marcelo FEIRÃO DE ELETIVAS 2022.2.pptx
Ana Clara e Marcelo FEIRÃO DE ELETIVAS 2022.2.pptxMarceloMonteiro213738
 
ELETIVA_MATEMATICA-leonardoportal.com-.pdf
ELETIVA_MATEMATICA-leonardoportal.com-.pdfELETIVA_MATEMATICA-leonardoportal.com-.pdf
ELETIVA_MATEMATICA-leonardoportal.com-.pdfMarceloMonteiro213738
 
Cópia de AVALIAÇÃO 2° B 3° ANO JUAREZ GOMES 2023.docx
Cópia de AVALIAÇÃO 2° B 3° ANO JUAREZ GOMES 2023.docxCópia de AVALIAÇÃO 2° B 3° ANO JUAREZ GOMES 2023.docx
Cópia de AVALIAÇÃO 2° B 3° ANO JUAREZ GOMES 2023.docxMarceloMonteiro213738
 
matematica_alinhamento-3-anoe-medio.docx
matematica_alinhamento-3-anoe-medio.docxmatematica_alinhamento-3-anoe-medio.docx
matematica_alinhamento-3-anoe-medio.docxMarceloMonteiro213738
 
ANALISE combinatória Matemática probabilidade
ANALISE combinatória Matemática probabilidadeANALISE combinatória Matemática probabilidade
ANALISE combinatória Matemática probabilidadeMarceloMonteiro213738
 
Desenvolvimento Humano- curso psicologia
Desenvolvimento Humano- curso psicologiaDesenvolvimento Humano- curso psicologia
Desenvolvimento Humano- curso psicologiaMarceloMonteiro213738
 
ALCOOL_DROGAS_ AULA 1 ELETIVAS DE BASE 1.pptx
ALCOOL_DROGAS_ AULA 1 ELETIVAS DE BASE 1.pptxALCOOL_DROGAS_ AULA 1 ELETIVAS DE BASE 1.pptx
ALCOOL_DROGAS_ AULA 1 ELETIVAS DE BASE 1.pptxMarceloMonteiro213738
 
A consequência da crise da crise ética.pptx
A consequência da crise da crise ética.pptxA consequência da crise da crise ética.pptx
A consequência da crise da crise ética.pptxMarceloMonteiro213738
 

Mais de MarceloMonteiro213738 (20)

Realismo.pptx língua Portuguesa portugues
Realismo.pptx língua Portuguesa portuguesRealismo.pptx língua Portuguesa portugues
Realismo.pptx língua Portuguesa portugues
 
TIPOS DE CALOR CALOR LATENTE E CALOR SENSIVEL.pptx
TIPOS DE CALOR CALOR LATENTE E CALOR SENSIVEL.pptxTIPOS DE CALOR CALOR LATENTE E CALOR SENSIVEL.pptx
TIPOS DE CALOR CALOR LATENTE E CALOR SENSIVEL.pptx
 
AULA PROPAGAÇÃO DO CALOR FÍSICA.pptxFISICA
AULA PROPAGAÇÃO DO CALOR FÍSICA.pptxFISICAAULA PROPAGAÇÃO DO CALOR FÍSICA.pptxFISICA
AULA PROPAGAÇÃO DO CALOR FÍSICA.pptxFISICA
 
ucraniaxrússia.pptx CONTEXTO HISTORICO..
ucraniaxrússia.pptx CONTEXTO HISTORICO..ucraniaxrússia.pptx CONTEXTO HISTORICO..
ucraniaxrússia.pptx CONTEXTO HISTORICO..
 
PRÁTICA EXPERIMENTAL - CAMARA ESCURA PRONTO OK.pptx
PRÁTICA EXPERIMENTAL - CAMARA ESCURA PRONTO OK.pptxPRÁTICA EXPERIMENTAL - CAMARA ESCURA PRONTO OK.pptx
PRÁTICA EXPERIMENTAL - CAMARA ESCURA PRONTO OK.pptx
 
Unidade 04 Ano 02 LARANJA rev. Silvane.ppt
Unidade 04 Ano 02 LARANJA rev. Silvane.pptUnidade 04 Ano 02 LARANJA rev. Silvane.ppt
Unidade 04 Ano 02 LARANJA rev. Silvane.ppt
 
FÍSICA 2°ANO TURMA 201Mmmmmmmmmmmmm.pdf
FÍSICA 2°ANO TURMA 201Mmmmmmmmmmmmm.pdfFÍSICA 2°ANO TURMA 201Mmmmmmmmmmmmm.pdf
FÍSICA 2°ANO TURMA 201Mmmmmmmmmmmmm.pdf
 
Equacao-e inequação do-1-Grau. Slides ex
Equacao-e inequação do-1-Grau. Slides exEquacao-e inequação do-1-Grau. Slides ex
Equacao-e inequação do-1-Grau. Slides ex
 
A HISTÓRIA DA MATEMÁTICA atraves dos tempos.pptx
A HISTÓRIA DA MATEMÁTICA atraves dos tempos.pptxA HISTÓRIA DA MATEMÁTICA atraves dos tempos.pptx
A HISTÓRIA DA MATEMÁTICA atraves dos tempos.pptx
 
PSICOLOGIA--- Perspectivas Teóricas.pptx
PSICOLOGIA--- Perspectivas Teóricas.pptxPSICOLOGIA--- Perspectivas Teóricas.pptx
PSICOLOGIA--- Perspectivas Teóricas.pptx
 
MEDIDAS E AVALIAÇÃO EM PSI_1psicana.pptx
MEDIDAS E AVALIAÇÃO EM PSI_1psicana.pptxMEDIDAS E AVALIAÇÃO EM PSI_1psicana.pptx
MEDIDAS E AVALIAÇÃO EM PSI_1psicana.pptx
 
ppt-AULA PROPAGAÇÃO DO CALOR FÍSICA.pptx
ppt-AULA PROPAGAÇÃO DO CALOR FÍSICA.pptxppt-AULA PROPAGAÇÃO DO CALOR FÍSICA.pptx
ppt-AULA PROPAGAÇÃO DO CALOR FÍSICA.pptx
 
Ana Clara e Marcelo FEIRÃO DE ELETIVAS 2022.2.pptx
Ana Clara e Marcelo FEIRÃO DE ELETIVAS 2022.2.pptxAna Clara e Marcelo FEIRÃO DE ELETIVAS 2022.2.pptx
Ana Clara e Marcelo FEIRÃO DE ELETIVAS 2022.2.pptx
 
ELETIVA_MATEMATICA-leonardoportal.com-.pdf
ELETIVA_MATEMATICA-leonardoportal.com-.pdfELETIVA_MATEMATICA-leonardoportal.com-.pdf
ELETIVA_MATEMATICA-leonardoportal.com-.pdf
 
Cópia de AVALIAÇÃO 2° B 3° ANO JUAREZ GOMES 2023.docx
Cópia de AVALIAÇÃO 2° B 3° ANO JUAREZ GOMES 2023.docxCópia de AVALIAÇÃO 2° B 3° ANO JUAREZ GOMES 2023.docx
Cópia de AVALIAÇÃO 2° B 3° ANO JUAREZ GOMES 2023.docx
 
matematica_alinhamento-3-anoe-medio.docx
matematica_alinhamento-3-anoe-medio.docxmatematica_alinhamento-3-anoe-medio.docx
matematica_alinhamento-3-anoe-medio.docx
 
ANALISE combinatória Matemática probabilidade
ANALISE combinatória Matemática probabilidadeANALISE combinatória Matemática probabilidade
ANALISE combinatória Matemática probabilidade
 
Desenvolvimento Humano- curso psicologia
Desenvolvimento Humano- curso psicologiaDesenvolvimento Humano- curso psicologia
Desenvolvimento Humano- curso psicologia
 
ALCOOL_DROGAS_ AULA 1 ELETIVAS DE BASE 1.pptx
ALCOOL_DROGAS_ AULA 1 ELETIVAS DE BASE 1.pptxALCOOL_DROGAS_ AULA 1 ELETIVAS DE BASE 1.pptx
ALCOOL_DROGAS_ AULA 1 ELETIVAS DE BASE 1.pptx
 
A consequência da crise da crise ética.pptx
A consequência da crise da crise ética.pptxA consequência da crise da crise ética.pptx
A consequência da crise da crise ética.pptx
 

Último

Anatomia do Sistema Respiratorio função e movimentos musculares.
Anatomia do Sistema Respiratorio função e movimentos musculares.Anatomia do Sistema Respiratorio função e movimentos musculares.
Anatomia do Sistema Respiratorio função e movimentos musculares.FabioCorreia46
 
FUNDAMENTOS DA ENFERMAGEM II- FUNDAMENTOS DA ENFERMAGEM II- PREVENÇÃO E CONTR...
FUNDAMENTOS DA ENFERMAGEM II- FUNDAMENTOS DA ENFERMAGEM II- PREVENÇÃO E CONTR...FUNDAMENTOS DA ENFERMAGEM II- FUNDAMENTOS DA ENFERMAGEM II- PREVENÇÃO E CONTR...
FUNDAMENTOS DA ENFERMAGEM II- FUNDAMENTOS DA ENFERMAGEM II- PREVENÇÃO E CONTR...kassiasilva1571
 
ATIVIDADE 1 - FSCE - FORMAÇÃO SOCIOCULTURAL E ÉTICA II - 52_2024.pdf
ATIVIDADE 1 - FSCE - FORMAÇÃO SOCIOCULTURAL E ÉTICA II - 52_2024.pdfATIVIDADE 1 - FSCE - FORMAÇÃO SOCIOCULTURAL E ÉTICA II - 52_2024.pdf
ATIVIDADE 1 - FSCE - FORMAÇÃO SOCIOCULTURAL E ÉTICA II - 52_2024.pdfboxac76813
 
Treinamento Básico em Primeiros Socorros.ppt
Treinamento Básico em Primeiros Socorros.pptTreinamento Básico em Primeiros Socorros.ppt
Treinamento Básico em Primeiros Socorros.pptFabioSouza270
 
Humanização na Enfermagem: o que é e qual a importância?
Humanização na Enfermagem: o que é e qual a importância?Humanização na Enfermagem: o que é e qual a importância?
Humanização na Enfermagem: o que é e qual a importância?carloslins20
 
ATLAS DE FOTOGRAMETRIA FORENSE - EEPHCFMUSP .pdf
ATLAS DE FOTOGRAMETRIA FORENSE - EEPHCFMUSP .pdfATLAS DE FOTOGRAMETRIA FORENSE - EEPHCFMUSP .pdf
ATLAS DE FOTOGRAMETRIA FORENSE - EEPHCFMUSP .pdfWendelldaLuz
 

Último (6)

Anatomia do Sistema Respiratorio função e movimentos musculares.
Anatomia do Sistema Respiratorio função e movimentos musculares.Anatomia do Sistema Respiratorio função e movimentos musculares.
Anatomia do Sistema Respiratorio função e movimentos musculares.
 
FUNDAMENTOS DA ENFERMAGEM II- FUNDAMENTOS DA ENFERMAGEM II- PREVENÇÃO E CONTR...
FUNDAMENTOS DA ENFERMAGEM II- FUNDAMENTOS DA ENFERMAGEM II- PREVENÇÃO E CONTR...FUNDAMENTOS DA ENFERMAGEM II- FUNDAMENTOS DA ENFERMAGEM II- PREVENÇÃO E CONTR...
FUNDAMENTOS DA ENFERMAGEM II- FUNDAMENTOS DA ENFERMAGEM II- PREVENÇÃO E CONTR...
 
ATIVIDADE 1 - FSCE - FORMAÇÃO SOCIOCULTURAL E ÉTICA II - 52_2024.pdf
ATIVIDADE 1 - FSCE - FORMAÇÃO SOCIOCULTURAL E ÉTICA II - 52_2024.pdfATIVIDADE 1 - FSCE - FORMAÇÃO SOCIOCULTURAL E ÉTICA II - 52_2024.pdf
ATIVIDADE 1 - FSCE - FORMAÇÃO SOCIOCULTURAL E ÉTICA II - 52_2024.pdf
 
Treinamento Básico em Primeiros Socorros.ppt
Treinamento Básico em Primeiros Socorros.pptTreinamento Básico em Primeiros Socorros.ppt
Treinamento Básico em Primeiros Socorros.ppt
 
Humanização na Enfermagem: o que é e qual a importância?
Humanização na Enfermagem: o que é e qual a importância?Humanização na Enfermagem: o que é e qual a importância?
Humanização na Enfermagem: o que é e qual a importância?
 
ATLAS DE FOTOGRAMETRIA FORENSE - EEPHCFMUSP .pdf
ATLAS DE FOTOGRAMETRIA FORENSE - EEPHCFMUSP .pdfATLAS DE FOTOGRAMETRIA FORENSE - EEPHCFMUSP .pdf
ATLAS DE FOTOGRAMETRIA FORENSE - EEPHCFMUSP .pdf
 

A HISTÓRIA DA AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA..pdf

  • 2. PRIMEIROS REGISTROS • China – 2200 a.C. – Seleção de candidatos no serviço público civil; • Idade Média: proposta mais sistematizada de testes psicológicos; • Idade Moderna: tentativa de compreensão das doenças mentais; • Idade Contemporânea: surgimento da testagem psicológica moderna.
  • 3. Francis Galton • Contribuições entre 1822 e 1911; • Estudos das diferenças individuais – avaliação das aptidões humanas por meio de medidas sensoriais; • Pai da psicometria - desenvolvimento da análise fatorial; • Genética do comportamento – eugenia – avaliação da inteligência.
  • 4. Karl Pearson (1857 – 1936) • Karl Pearson foi um grande contribuidor para o desenvolvimento da estatística como uma disciplina científica séria e independente. • Foi em 1890, quando Karl Pearson tinha 33 anos, que um acontecimento muito importante ocorreu em sua vida, uma vida na qual ele havia estudado matemática, mas ainda não havia se aprofundado em estatística. Ele se interessou por estatística graças ao primo de Charles Darwin, Francis Galton. • Técnica de correlação r de Pearson; O coeficiente de correlação de Pearson (r) é um teste cujo objetivo é medir o grau de correlação linear entre duas variáveis quantitativas, atributo ou característica de determinado assunto.
  • 5. Wilhelm Max Wundt (1832-1921) • 1º Laboratório de psicologia experimental; • Geralmente celebrado nos manuais de história da psicologia como o fundador da psicologia científica. • Foco nas semelhanças e não nas diferenças; • Orientador de James Cattell – diferenças individuais quanto ao tempo de reação.
  • 6. James Cattell • Experimento: Mental Tests and Measurements; • Avaliação das diferenças individuais e de desempenho acadêmico de crianças; • Origem do termo mental test .
  • 7. Charles Spearman (1863-1945) • Inicia o estudo científico da inteligência humana; • Origina a Psicometria Clássica; • Fator geral (G) de inteligência.
  • 8. Alfred Binet (1857-1911) • Formação influenciada pela psicologia experimental; • Contribuição para compreensão do desenvolvimento cognitivo e para a aplicação de instrumentos cognitivos; • Escala Binet-Simon de Inteligência – marco dos testes psicológicos; • Incluiu itens destinados a avaliar habilidades de resolução de problemas, memória de curto prazo, capacidade de seguir instruções e atenção. • Os resultados de QI eram alcançados comparando a idade mental da criança e sua idade cronológica.
  • 9. DADOS IMPORTANTES • 1930 – Década da análise fatorial; é uma técnica estatística que reduz um conjunto de variáveis, extraindo todas as suas semelhanças em um número menor de fatores. Também pode ser chamada de redução de dados. • Ao observar um grande número de variáveis, alguns padrões comuns emergem, que são conhecidos como fatores. • 1938 – Thurstone - habilidades mentais primárias; aptidões espaciais e visuais, rapidez percetual, aptidão numérica, compreensão verbal, memória, fluidez verbal e raciocínio. • 1951 – Lee Cronbach – coeficiente Alpha; Ele mede a correlação entre respostas em um questionário através da análise das respostas dadas pelos respondentes, apresentando uma correlação média entre as perguntas.
  • 10. DADOS IMPORTANTES • 1963 – Reymond Cattell – Inteligência Fluida e Cristalizada; Enquanto a inteligência fluida envolve nossa capacidade atual de raciocinar e lidar com informações complexas em torno de nós, inteligência cristalizada envolve aprendizado, o conhecimento e as habilidades que são adquiridas ao longo da vida. • Surgimento da Teoria de Resposta ao Item; A Teoria de Resposta ao Item (TRI), método adotado nas provas do ENEM, é um sistema matemático que tem por objetivo evitar que candidatos submetidos a um teste utilizem o fator sorte na hora de responder às questões (itens). Esta é uma definição bem ampla e direta, considerando a complexidade do sistema. • 2000 – Psicologia Positiva: A psicologia positiva é um movimento recente dentro da ciência psicológica que visa a fazer com que os psicólogos contemporâneos adotem "uma visão mais aberta e apreciativa dos potenciais, das motivações e das capacidades humanas“. • Peterson e Seligman (2004) desenvolveram um sistema de classificação para os aspectos positivos, enfatizando as forças e o caráter denominado Values in Action (VIA) Classification of Strengths and Virtues Manual (Tradução livre: Valores em ação - Manual de classificação de forças e virtudes).
  • 11. Registros históricos nacionais • Introdução de testes pós segunda guerra sem adaptação; • Período de descrédito; • 1990: Retomada de interesse na Avaliação Psicológica; • 1997: Criação do Instituto Brasileiro de Avaliação Psicológica (IBAP)
  • 12. AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA NO BRASIL  No Brasil, a Avaliação Psicológica teve início no início do século XX com a criação de Centros de Psicologia Aplicada, conhecidos como laboratórios, mas que não eram o que conhecemos como tal atualmente.  Durante este percurso até a atualidade, a área viveu fases que variaram de críticas negativas e negação do uso dos testes até a sua ascensão baseada em desenvolvimento técnico, científico e profissional, como o que está ocorrendo.  As primeiras medidas psicológicas estavam relacionadas a medidas fisiológicas em estudos internacionais.  Os primeiros Centros de Psicologia Aplicada ou similares foram criados no início do século XX em São Paulo, Recife e Minas Gerais por iniciativa de profissionais de outras áreas da saúde e/ou educação.
  • 13. AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA NO BRASIL  O primeiro teste foi criado por Lourenço Filho e se propunha a mensurar medidas escolares (Teste ABC de Prontidão Escolar). Praticamente na mesma época, publicaram- se livros importantes para este início, estando relacionados à metodologia dos testes psicológicos ou a construtos, como a inteligência.  O primeiro periódico científico foi o Arquivo Brasileiro de Psicotécnica, posteriormente renomeado de Arquivos de Psicologia.  A área de Orientação Profissional foi um dos impulsionadores do desenvolvimento de instrumentos de Avaliação Psicológica por ter conseguido apoio de entidades governamentais.  A organização dos profissionais de Avaliação Psicológica em sociedades científicas, bem como o apoio dos Conselhos Regionais e Federal de Psicologia, possibilitaram o desenvolvimento atual da área.  promoveu um esforço em formar docentes e profissionais mais qualificados e preocupados com a construção de instrumentos que seguissem diretrizes internacionais, além de criar o Sistema de Avaliação de Testes Psicológicos (SATEPSI), um grande marco para o aumento da qualidade dos instrumentos de avaliação.  A perspectiva futura é a incorporação de técnicas contemporâneas de avaliação, como a utilização da Teoria de Resposta ao Item, testes adaptativos, entre outros.
  • 14. ETAPAS DA AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA  1º passo – Anamnese  Também chamada de entrevista diagnóstica, é o momento em que o psicólogo conversa com a pessoa.  Assim, a anamnese pode ser tanto estruturada (com perguntas pré-escolhidas que seguem uma ordem importante) ou aberta (em que o paciente fica à vontade para conduzir a entrevista) ou até mesmo semiestruturada (na qual o examinado tem certa liberdade, mas o psicólogo intervém com perguntas).  2º passo – Aplicação das técnicas  O 2º passo é o momento para aplicar os testes e avaliações a fim de obter os dados para o tipo de laudo solicitado.  Aqui é preciso que o profissional tenha não só conhecimento dos protocolos, mas também possua habilidade para relacionar os dados coletados nos diferentes testes.  3º passo – Devolução ao paciente  Uma resolução do Conselho Federal de Psicologia (CFP – 004/2019) prevê que o psicólogo deve dar um parecer ao paciente sobre como foi o teste.  Isso passa mais segurança ao paciente a fim de compreender (ainda que não a teoria) parte do processo da avaliação psicológica.  4º passo – Emissão do laudo  Após esses 3 passos, é a hora de emitir o laudo.  Este é o documento usado para avaliar como serão feitas algumas das intervenções terapêuticas, no caso do tratamento de dependentes químicos.