O documento explora a prática do batismo em nome de Jesus, enfatizando que essa era a prática comum na igreja primitiva, conforme evidências dos Atos dos Apóstolos. Também destaca a mudança na fórmula do batismo pela igreja católica no século II, adotando a trindade. Além disso, é mencionado que textos históricos e enciclopédias confirmam que o batismo era realizado em nome de Jesus até o desenvolvimento da doutrina trinitária.