Sistemas Nacionais e Internacionais de avaliação da educação básica: características e principais resultados
Brasil– avaliação da educação básicaMaria Inês Fini                       abril 2010
Principais CaracterísticasCriado em 89 aperfeiçoado em 1995Avaliação do rendimento escolar das séries terminais (4ª, 8ª e 3ª do ensino médio) em L.Portuguesa e MatemáticaUso de matriz de competências e habilidadesAplicação de provas e de questionários de fatores associados ao desempenho.Uso da metodologia TRI e Construção de Escala de Proficiência.Fornece resultados para os sistemasSistema Nacional de Avaliação da Educação Básica – SAEB
Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica – SAEBPrincipais Resultados
Avaliação da educação básica mostra            estabilidade no desempenho dos estudantes.
Atraso escolar é fator de maior impacto no rendimento escolar.
Ciclo ou seriado: desempenho é o mesmo.
Hábito de leitura e lição de casa fazem a diferença.
Características das escolas explicam desempenho.
Escolas das capitais e particulares obtêm maiores médias.Iniciou a cultura de avaliação no Brasil.Elaboração da primeira Matriz de Referência para a Avaliação.Consolidação do sistema em parceria com CONSED/UNDIME.SAEB Contribuição de valor pedagógico inestimável
PROVA BRASILSAEB universalizado em turmas de 20 alunos ou mais das escolas públicas urbanas, sem os fatores associados.Usa Matriz de Referência SAEB.Usa mesma metodologia de composição das provas e  tratamentos.Apresenta resultados na mesma escala de proficiência.Resultados por escola.
Exame Nacional de Ensino Médio – ENEM originalCaracterísticas Criado em 1998 aplicado anualmente		Exame de caráter voluntárioAfere o desenvolvimento de competências e habilidades ao final da escolaridade básica Provas interdisciplinares, contextualizadas e organizadas em situações problemaTeste de múltipla escolha e redação
Exame Nacional de Ensino Médio ENEM - originalObjetivos:Conferir ao indivíduo parâmetros para auto-avaliação.Criar referência nacional para os egressos de qualquer das modalidades do ensino médio.Alternativa  para o acesso à educação superior.A partir de 2004 PROUNI usa os resultados.A partir de 2005 resultados por escola.Em 2008, participaram cerca de 4 milhões de alunos.
Exame Nacional de Ensino Médio  ENEM- originalPRINCIPAIS RESULTADOSAusência do domínio da leitura compreensiva é principal causa do baixo desempenho.
A maior parte apresenta desempenho na faixa regular e bom.
Os homens apresentaram melhor desempenho  que as mulheres na parte objetiva da prova, mas  o resultado se inverte na redação.
Os estudantes mais jovens apresentam melhores desempenhos.Envolve um conceito mais abrangente de aprendizagem.Os eixos estruturantes do exame:  aprendizagem por resolução de problemas, interdisciplinaridade e contextualização.Só efeitos positivos para os jovens.ENEM principal contribuição de valor pedagógico para a educação
Maria Inês Fini - 11Matrizes de Referência do ENEM  original
Matrizes de Referência do ENCCEJA
Referências:Lista de habilidades a serem avaliadas, indicadas por “Comissão de Governança”Quatro áreas de Conhecimento, 30 habilidades 45 questões de prova em cada área, duas areas por dia em dois dias de provas: 3 e 4/10Nenhuma vinculação teórica ou metodológica aos exames anteriores (a não ser o nome ENEM)Maria Inês Fini - 13 ENEM atual
Exame Nacional de Certificação de Competências da Educação de Jovens e Adultos – ENCCEJA originalCriado em 2002, adesão dos sistemas	Construção de uma referência de avaliação nacional para jovens e adultos que não puderam concluir os estudos em idade apropriada.Responder às necessidades sociais e às disposições legais da Constituição e da LDB.Estruturação do ENCCEJAAs provas do ensino fundamental e do ensino médio correspondem às três áreas de conhecimento, estabelecidas na Base Comum Nacional:1)Língua Portuguesa, Língua Estrangeira, Educação Artística e Educação Física;
2)História e Geografia;
3)Matemática
4)Ciências NaturaisPISA – OCDEObjetivosEstruturar  um esquema de referenciais comuns, estabelecidos de forma colaborativa pelos países…Analisar a si próprios pela ótica do desempenho de outros países identificando seus próprios  pontos fortes e fracos.
PISA – OCDEPrincipais ResultadosPapel positivo de:expectativas elevadas.intenso ambiente de estudo.relações estreitas entre professores e alunos.Sistemas educativos de sucesso, incorporam em suas práticas educativas:gestão de resultados.definição clara sobre de objetivos.controle sistemático por todos os interessados.
PISA - principais contribuições pedagógicas para a educação no BrasilAcesso a metodologias mais estruturadasDados comparativos confiáveisInteração com equipes bem qualificadas
Novo  SARESP Apoiado no currículo de São Paulo
Provas calibradas ( itens pré-testados)
Usa a mesma métrica, a mesma gramática e contém habilidades do SAEB/ PROVA BRASIL.
 Dados comparáveis ano a ano.
 Integram a base de informações para a Gestão por Resultados;Novo SARESP ContinuaçãoArticulação com o currículo:Elaboração das Matrizes de Referência da Avaliação, a partir  da definição clara de competências e habilidades, em cada disciplina e ciclo, com a indicação das expectativas de aprendizagem a serem avaliadas;
Anualmente, avaliação em Língua Portuguesa e Matemática para compor o programa de Gestão por Resultados;Novo SARESP ContinuaçãoABRANGÊNCIAAnualmente, avaliação em Língua Portuguesa e Matemática para compor o programa de Gestão por Resultados;
Anualmente, alternância entre as disciplinas das áreas de Ciências da Natureza e Ciências Humanas, concomitante à avaliação em Língua Portuguesa e Matemática;
Anualmente, avaliação nas 2ª, 4ª, 6ª e 8ª séries do EF e na 3ª série do EM.Fatores Associados ao DesempenhoPesquisa de dados que facilitam a compreensão de resultados:Questionários  - coleta de dados e informações sobre as condições intra e extra-escolares que afetam o ensino e interferem na aprendizagem. Dinâmica especial a partir de 2008: Os profissionais da rede responderam on line, em plataforma web para garantir maior agilidade  e economia na coleta dos dadosAlunos/Famílias: enviados para a residência dos alunos.
Dimensões pesquisadas nos questionários:Identificação pessoal: trajetória profissionalCaracterísticas gerais do funcionamento da escolaInfra-estrutura física e material pedagógicoPercepção da dinâmica da escolaAtividades desenvolvidas em sala de aula, por disciplina avaliadaDados sócio-econômicos
SARESP ResultadosInformações para a escola nos documentos:Boletim da Escola:Dados gerais de participação no estado e no município
 Médias gerais por disciplina e série     considerando: estado,  Município e Escola.
 Médias do SAEB e Prova Brasil 2007 por disciplina e série considerando as escolas estaduais do Brasil e as escolas estaduais de São Paulo as escolas municipais do Brasil e as escolas municipais de São Paulo.SARESP ResultadosInformações para a escola nos documentos:Boletim da Escola:Dados gerais de participação no estado e no município
 Médias gerais por disciplina e série     considerando: estado,  Município e Escola.
 Médias do SAEB e Prova Brasil 2007 por disciplina e série considerando as escolas estaduais do Brasil e as escolas estaduais de São Paulo as escolas municipais do Brasil e as escolas municipais de São Paulo.Boletim de Resultados da EscolaOs resultados obtidos pelas séries e componentes curriculares avaliados mostram :Distribuição percentual dos alunos nos Níveis de Desempenho  das escalas de proficiência de Língua Portuguesa, de Matemática.ESCALA DOSAEBESCALA DOSAEBESCALA DOSAEBESCALA DOSAEB225225225225125150175200250275300325350375400425450475500125150175200250275300325350375400425450475500125150175200250275300325350375400425450475500125150175200250275300325350375400425450475500Níveis de ProficiênciaAbaixo doBásicoAdequadoAvançadoBásico4ª EFAbaixo doBásicoAdequadoAvançadoBásico6ª EFLÍNGUA PORTUGUESAAbaixo doBásicoAdequadoAvançadoBásico8ª EFAbaixo doBásicoAdequadoAvançadoBásico3ª EM
   Data incluída no calendário escolar sem a presença de alunos, onde professores, coordenadores, diretores e supervisores analisam os resultados de suas escolas apoiados pelos relatórios pedagógicos e ajustam suas propostas de trabalho.Dia do SARESP na Escola
SARESP 2009Participação: 8.749 escolas 2.471.533 alunos      3.227 escolas municipais em 531 municípios.  112 escolas particulares  179 unidades do SESI.    86 escolas do Centro Paula Souza     2 escolas de aplicação: USP e UNICAMP
É possível utilizar os resultados da avaliação em larga escala para melhorar o desempenho dos alunos?Maria Inês Fini - 30
No conjunto da rede, o Estado superou as metas do IDESP em 2009
No ciclo I, a meta do IDESP foi amplamente superada
No ciclo II, a meta do IDESP foi amplamente superada
No Ensino Médio, a meta do IDESP foi praticamente alcançada
73% das escolas atingiram ou ultrapassaram as metas em pelo menos um nível de ensino
 93% entre as escolas que tiveram acompanhamento mais próximo da SE (com menores valores do IDESP em 2008) atingiram ou superaram as metas
Evolução da Proficiência em Língua PortuguesaEm todos os ciclos, observa-se a elevação do indicador de desempenho, comparativamente a 2008. Na comparação entre os resultados do SARESP 2008 e a edição de 2009, o destaque cabe à 4ª série do ensino fundamental, que assinala um incremento de 10 pontos no intervalo de apenas um ano. Os resultados de Língua Portuguesa assinalam uma tendência de elevação dos níveis de proficiência do alunos em todo o percurso da educação básica. A melhoria vigorosa dos níveis de letramento nas séries iniciais projeta para os anos próximos a manutenção da tendência à elevação do desempenho nas séries seguintes.
Evolução da Proficiência em MatemáticaNa comparação entre os resultados do SARESP 2008 e a edição de 2009, o destaque cabe à 4ª série do ensino fundamental, que assinala um incremento de 10 pontos no intervalo de apenas um ano. O aumento na 8ª série do ensino fundamental foi de 6 pontos. Os resultados de Matemática para o ensino fundamental também projetam um cenário de elevação dos níveis de proficiência do alunado.Os dados sugerem a existência de obstáculos mais severos à elevação dos níveis de desempenho em Matemática no ensino médio. Isso se revela na queda observada nos níveis de proficiência, em 2009, comparativamente aos resultados de 2008, com o alunado retornando ao patamar de 2007.
Ação emergencial para a MatemáticaCurso de formaçãocontinuadaparaProfessores de MatemáticaPúblico Alvo: professores de matemática que atuam no Ensino Fundamental Ciclo II e Ensino Médio.
Carga Horária – 240 horas
Estruturação do curso:
Demanda caracterizada pelas dificuldades apontadas pelos professores na implementação da Proposta Curricular do Estado de São Paulo.
 Considera os resultados do Processo Seletivo Simplificado e a prova de Promoção pelo Mérito.
Metodologia: aulas presenciais, videoconferência, oficinas pedagógicas e atividades  WEB.Construir, descrever, interpretar  resultados de desempenho de alunos é importante desde que tenham sido construídos em base curriculares sólidas, claramente definidas pelos professores.Precisam ser amparadas por gestores arrojados que definam políticas educacionais mais abrangentes com metas de qualidade a serem atingidas e com forte amparo à projetos de implementação.40
METAS DA SEETodososalunos de 8 anosplenamentealfabetizados; Redução de 50 % das taxas de reprovaçãoda 8ª série; Redução de 50% das taxas de reprovação do EnsinoMédio; Implantação de programas de recuperação de aprendizagemnassériesfinais de todosciclos (2ª, 4ª e 8ª séries do Ensino Fundamental e 3ª série do EnsinoMédio) ;Aumento de 10% nosíndices de desempenho dos ensinos fundamental e médionasavaliaçõesnacionais e estaduais;
DIMENSÃO JURÍDICADIMENSÃO FINANCEIRADIMENSÃO PEDAGÓGICADIMENSÃO ADMINISTRATIVA
“O projeto da escola depende, sobretudo, da ousadia dos seus agentes, da ousadia de cada escola em assumir-se como tal, partindo da “cara” que tem, com o seu cotidiano e o seu tempo-espaço, isto é, o contexto histórico em que ela se insere.Projetar significa “lançar-se para a frente”, antever um futuro diferente do presente.Projeto pressupõe uma ação intencionada com um sentido definido, explicito, sobre o que se quer inovar”Moacir Gadotti
PROPOSTA PEDAGÓGICAPlanejamentoVisão da EscolaPlanos de AçãoDiagnósticoObjetivos EstratégicosMissãoMetasEscola que temosEscola que queremosEscola que vamos construirAções ou EstratégiasRecursos
Como traçar um caminho que atenda todos os aspectos ?     Que instrumentos utilizar?
Proposta Pedagógica
Mexendo com a lógica e as concepções que norteiam o Currículo Oficial da Rede Estadual de São Paulo.
“Na medida em que o homem cria, recria e decide, vão se formando as épocas históricas. E é também criando, recriando e decidindo que resolve como deve participar nessas épocas. É por isso que obtém melhor resultado toda vez que, integrando-se no espírito delas, se apropria de seus temas e reconhece suas tarefas concretas. Ponha-se ênfase, desde já, na necessidade permanente de uma atitude crítica, a única com a qual o homem poderá apreender os temas e tarefas de sua época e ir se integrando nela.” (Paulo Freire, Educação e mudança. p. 64, 2007).
Boas situações de AprendizagensAtividadesMateriais quaisquer….Currículo oficial de São Paulo
A FINALIDADE DO CURRÍCULO...
O FOCO DO CURRÍCULO...
TRABALHO E RESULTADO...
A FINALIDADE DO CURRÍCULO... O Real ...O Possível... e o Necessário
O Gestor de uma escola que aprende para ensinar  “Ao aprendiz como sujeito de sua aprendizagem corresponde, necessariamente, um professor sujeito de sua prática docente”. Telma WeiszAo professor sujeito de sua prática docente corresponde um gestor  sujeito de sua função formadora...
Adaptação de: Hernandez, Fernando - Transgressão e Mudança na educação: Os Projetos de Trabalho. Porto Alegre, RS: Ed. ARTMED, 1998.Hernandes, Fernando e Ventura, Montserrat - A Organização do Currículo por Projetos de Trabalho. Porto Alegre, RS: Ed. ARTMED, 1998, 5a. Ed.
Adaptação de: Hernandez, Fernando - Transgressão e Mudança na educação: Os Projetos de Trabalho. Porto Alegre, RS: Ed. ARTMED, 1998.Hernandes, Fernando e Ventura, Montserrat - A Organização do Currículo por Projetos de Trabalho. Porto Alegre, RS: Ed. ARTMED, 1998, 5a. Ed.
Os currículos não são conteúdos prontos a serem passados aos alunos. São uma construção e seleção de conhecimentos e práticas produzidas em contextos concretos e em dinâmicas sociais.
Por que uma atividade é diferente de uma boa situação de aprendizagem?
Princípios que determinam uma boa situação de aprendizagem:Os alunos precisam pôr em jogo tudo que sabem e pensam sobre o conteúdo que se quer ensinar;2) Os alunos têm problemas a resolver e decisões a tomar em função do que se propõem produzir;3) A organização da tarefa pelo professor garante a máxima circulação de informação possível;4) O conteúdo trabalhado mantém suas características de objeto sociocultural real, sem se transformar em objeto escolar vazio de significado social
Princípios didáticos que determinam uma boa situação de aprendizagem1Os alunos precisam pôr em jogo tudo que sabem e pensam sobre o conteúdo que se quer ensinar;
Princípios didáticos que determinam uma boa situação de aprendizagem2Os alunos têm problemas a resolver e decisões a tomar em função do que se propõem produzir;
Princípios didáticos que determinam uma boa situação de aprendizagem3A organização da tarefa pelo professor garante a máxima circulação de informação possível;
Princípios didáticos que determinam uma boa situação de aprendizagem4O conteúdo trabalhado mantém suas característicasDe  objeto sociocultural real , sem se transformar em objeto escolar vazio  de significado social.
Conteúdos - Como se Aprende?Diferentes conteúdos se aprendem de diferentes formas1FATOSConteúdoFactualTelefonesDatas ComemorativasNomesMEMÓRIAExercitar erepetir várias vezes
Conteúdos - Como se Aprende?Diferentes conteúdos se aprendem de diferentes formas2PROCEDIMENTOSConteúdoProcedimentalDirigir CarroCozinharFREQÜÊNCIAReceber ajudadaquele que sabe
Conteúdos - Como se Aprende?Diferentes conteúdos se aprendem de diferentes formas3CONCEITOSConteúdoConceitualFotossínteseDivisãoCONSTRUÇÃOPESSOALPensar, comparar,Compreender,estabelecer relações
Conteúdos - Como se Aprende?Diferentes conteúdos se aprendem de diferentes formas4ATITUDEConteúdoAtitudinalResponsabilidadeHábito de LeituraSolidariedadeCOERÊNCIAVivenciar situaçõesque representemvalores
MODALIDADES ORGANIZATIVAS Articulação/integração entre as áreas do conhecimento.
 Organização do tempo pedagógico.MODALIDADES ORGANIZATIVAS1ATIVIDADES PERMANENTESSituações didáticas propostas com regularidade, com o objetivo de construir atitudes, criar hábitos, etc.
MODALIDADES ORGANIZATIVAS1(continuidade)ATIVIDADES PERMANENTESEx: “Você sabia...?”, “Notícia da Hora”, “Nossa semana foi assim”, “No mundo da arte”, “Roda Literária”, “Cantando e se encantando”, “Comunidade, muito prazer”, “A família também ensina”, “Descobri na Internet”, “Leitura em voz alta”, etc..
MODALIDADES ORGANIZATIVAS2SITUAÇÕES INDEPENDENTES (SISTEMATIZAÇÃO)Têm como objetivo principal a sistematização de conhecimentosEx:PontuaçãoEscala CartográficaAlgoritmoTécnica de projeção (boxe)
MODALIDADES ORGANIZATIVASPROJETOS3Prevê um produto final e planejamento com objetivos clarosContextualizam as atividades: ler, escrever, estudar, pesquisar...
Trabalho com diferentes linguagens
Finalidade, compartilhada por todos os envolvidos, que se expressa em um produto final.MODALIDADES ORGANIZATIVASSEQUÊNCIAS DIDÁTICAS4São situações didáticas articuladas, que possuem uma sequência de realização, cujo critério principal são os níveis de dificuldade.Funcionam de forma parecida com os projetos e podem integrá-los, desenvolvem habilidades e competências mas não fornecem, necessariamente, um produto final predeterminado.
GESTORES/PROFESSORES COMO CATALISADORES DA SOCIEDADE DO CONHECIMENTO Promover a aprendizagem cognitiva profunda.
 Aprender a ensinar por meio de maneiras pelas quais não foram ensinados.
 Comprometer-se com a aprendizagem profissional contínua.
Trabalhar e aprender em equipes de colegas.
 Tratar os pais como parceiros na aprendizagem.
 Desenvolver e elaborar a partir da inteligência coletiva.
 Construir uma capacidade para a mudança e o risco.
 Estimular a confiança nos processos.HARGREAVES, Andy. 2004, p. 40
O caminho é ….O CURRÍCULOque se fundamentanumaconcepção de aprendizagem
   A concepção de aprendizagem que embasa nossa proposta de trabalho pressupõe que o conhecimento não é concebido como uma cópia do real e assimilado pela relação direta do sujeito com os objetos de conhecimento, mas produto de uma atividade mental por parte de quem aprende, que organiza e integra informações e novos conhecimentos aos já existentes, construindo relações entre eles.
COMPETÊNCIAS COGNITIVASREALIZARCOMPREENDERCOMPETÊNCIASOBSERVAR
COMPETÊNCIAS – GRUPO 1Competências para Observar:Refere-se a esquemas presentativos ou representativos, propostos por Jean Piaget;a leitura do objeto (a prova) supõe, como mínimo, o domínio e, portanto, o uso das seguintes habilidades: observar, identificar, descrever, localizar, diferenciar ou discriminar, constatar, reconhecer, indicar, apontar.
COMPETÊNCIAS – GRUPO IICompetências para realizar:Relativas às competências para representar que, na prática, implicam em traduzir estas ações em procedimentos relativos ao conteúdo e ao contexto de cada questão em sua singularidade;Implicam procedimentos de classificar, seriar, ordenar, conservar, compor, decompor, fazer antecipações, calcular, medir,  interpretar.
COMPETÊNCIAS – GRUPO IIICompetênciasparaCompreender:

A gestão da escola aprendente

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    Sistemas Nacionais eInternacionais de avaliação da educação básica: características e principais resultados
  • 2.
    Brasil– avaliação daeducação básicaMaria Inês Fini abril 2010
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    Principais CaracterísticasCriado em89 aperfeiçoado em 1995Avaliação do rendimento escolar das séries terminais (4ª, 8ª e 3ª do ensino médio) em L.Portuguesa e MatemáticaUso de matriz de competências e habilidadesAplicação de provas e de questionários de fatores associados ao desempenho.Uso da metodologia TRI e Construção de Escala de Proficiência.Fornece resultados para os sistemasSistema Nacional de Avaliação da Educação Básica – SAEB
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    Sistema Nacional deAvaliação da Educação Básica – SAEBPrincipais Resultados
  • 5.
    Avaliação da educaçãobásica mostra estabilidade no desempenho dos estudantes.
  • 6.
    Atraso escolar éfator de maior impacto no rendimento escolar.
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    Ciclo ou seriado:desempenho é o mesmo.
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    Hábito de leiturae lição de casa fazem a diferença.
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    Características das escolasexplicam desempenho.
  • 10.
    Escolas das capitaise particulares obtêm maiores médias.Iniciou a cultura de avaliação no Brasil.Elaboração da primeira Matriz de Referência para a Avaliação.Consolidação do sistema em parceria com CONSED/UNDIME.SAEB Contribuição de valor pedagógico inestimável
  • 11.
    PROVA BRASILSAEB universalizadoem turmas de 20 alunos ou mais das escolas públicas urbanas, sem os fatores associados.Usa Matriz de Referência SAEB.Usa mesma metodologia de composição das provas e tratamentos.Apresenta resultados na mesma escala de proficiência.Resultados por escola.
  • 12.
    Exame Nacional deEnsino Médio – ENEM originalCaracterísticas Criado em 1998 aplicado anualmente Exame de caráter voluntárioAfere o desenvolvimento de competências e habilidades ao final da escolaridade básica Provas interdisciplinares, contextualizadas e organizadas em situações problemaTeste de múltipla escolha e redação
  • 13.
    Exame Nacional deEnsino Médio ENEM - originalObjetivos:Conferir ao indivíduo parâmetros para auto-avaliação.Criar referência nacional para os egressos de qualquer das modalidades do ensino médio.Alternativa para o acesso à educação superior.A partir de 2004 PROUNI usa os resultados.A partir de 2005 resultados por escola.Em 2008, participaram cerca de 4 milhões de alunos.
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    Exame Nacional deEnsino Médio ENEM- originalPRINCIPAIS RESULTADOSAusência do domínio da leitura compreensiva é principal causa do baixo desempenho.
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    A maior parteapresenta desempenho na faixa regular e bom.
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    Os homens apresentarammelhor desempenho que as mulheres na parte objetiva da prova, mas o resultado se inverte na redação.
  • 17.
    Os estudantes maisjovens apresentam melhores desempenhos.Envolve um conceito mais abrangente de aprendizagem.Os eixos estruturantes do exame: aprendizagem por resolução de problemas, interdisciplinaridade e contextualização.Só efeitos positivos para os jovens.ENEM principal contribuição de valor pedagógico para a educação
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    Maria Inês Fini- 11Matrizes de Referência do ENEM original
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    Referências:Lista de habilidadesa serem avaliadas, indicadas por “Comissão de Governança”Quatro áreas de Conhecimento, 30 habilidades 45 questões de prova em cada área, duas areas por dia em dois dias de provas: 3 e 4/10Nenhuma vinculação teórica ou metodológica aos exames anteriores (a não ser o nome ENEM)Maria Inês Fini - 13 ENEM atual
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    Exame Nacional deCertificação de Competências da Educação de Jovens e Adultos – ENCCEJA originalCriado em 2002, adesão dos sistemas Construção de uma referência de avaliação nacional para jovens e adultos que não puderam concluir os estudos em idade apropriada.Responder às necessidades sociais e às disposições legais da Constituição e da LDB.Estruturação do ENCCEJAAs provas do ensino fundamental e do ensino médio correspondem às três áreas de conhecimento, estabelecidas na Base Comum Nacional:1)Língua Portuguesa, Língua Estrangeira, Educação Artística e Educação Física;
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    4)Ciências NaturaisPISA –OCDEObjetivosEstruturar um esquema de referenciais comuns, estabelecidos de forma colaborativa pelos países…Analisar a si próprios pela ótica do desempenho de outros países identificando seus próprios pontos fortes e fracos.
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    PISA – OCDEPrincipaisResultadosPapel positivo de:expectativas elevadas.intenso ambiente de estudo.relações estreitas entre professores e alunos.Sistemas educativos de sucesso, incorporam em suas práticas educativas:gestão de resultados.definição clara sobre de objetivos.controle sistemático por todos os interessados.
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    PISA - principaiscontribuições pedagógicas para a educação no BrasilAcesso a metodologias mais estruturadasDados comparativos confiáveisInteração com equipes bem qualificadas
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    Novo SARESPApoiado no currículo de São Paulo
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    Provas calibradas (itens pré-testados)
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    Usa a mesmamétrica, a mesma gramática e contém habilidades do SAEB/ PROVA BRASIL.
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    Integram abase de informações para a Gestão por Resultados;Novo SARESP ContinuaçãoArticulação com o currículo:Elaboração das Matrizes de Referência da Avaliação, a partir da definição clara de competências e habilidades, em cada disciplina e ciclo, com a indicação das expectativas de aprendizagem a serem avaliadas;
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    Anualmente, avaliação emLíngua Portuguesa e Matemática para compor o programa de Gestão por Resultados;Novo SARESP ContinuaçãoABRANGÊNCIAAnualmente, avaliação em Língua Portuguesa e Matemática para compor o programa de Gestão por Resultados;
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    Anualmente, alternância entreas disciplinas das áreas de Ciências da Natureza e Ciências Humanas, concomitante à avaliação em Língua Portuguesa e Matemática;
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    Anualmente, avaliação nas2ª, 4ª, 6ª e 8ª séries do EF e na 3ª série do EM.Fatores Associados ao DesempenhoPesquisa de dados que facilitam a compreensão de resultados:Questionários - coleta de dados e informações sobre as condições intra e extra-escolares que afetam o ensino e interferem na aprendizagem. Dinâmica especial a partir de 2008: Os profissionais da rede responderam on line, em plataforma web para garantir maior agilidade e economia na coleta dos dadosAlunos/Famílias: enviados para a residência dos alunos.
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    Dimensões pesquisadas nosquestionários:Identificação pessoal: trajetória profissionalCaracterísticas gerais do funcionamento da escolaInfra-estrutura física e material pedagógicoPercepção da dinâmica da escolaAtividades desenvolvidas em sala de aula, por disciplina avaliadaDados sócio-econômicos
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    SARESP ResultadosInformações paraa escola nos documentos:Boletim da Escola:Dados gerais de participação no estado e no município
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    Médias geraispor disciplina e série considerando: estado, Município e Escola.
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    Médias doSAEB e Prova Brasil 2007 por disciplina e série considerando as escolas estaduais do Brasil e as escolas estaduais de São Paulo as escolas municipais do Brasil e as escolas municipais de São Paulo.SARESP ResultadosInformações para a escola nos documentos:Boletim da Escola:Dados gerais de participação no estado e no município
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    Médias geraispor disciplina e série considerando: estado, Município e Escola.
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    Médias doSAEB e Prova Brasil 2007 por disciplina e série considerando as escolas estaduais do Brasil e as escolas estaduais de São Paulo as escolas municipais do Brasil e as escolas municipais de São Paulo.Boletim de Resultados da EscolaOs resultados obtidos pelas séries e componentes curriculares avaliados mostram :Distribuição percentual dos alunos nos Níveis de Desempenho das escalas de proficiência de Língua Portuguesa, de Matemática.ESCALA DOSAEBESCALA DOSAEBESCALA DOSAEBESCALA DOSAEB225225225225125150175200250275300325350375400425450475500125150175200250275300325350375400425450475500125150175200250275300325350375400425450475500125150175200250275300325350375400425450475500Níveis de ProficiênciaAbaixo doBásicoAdequadoAvançadoBásico4ª EFAbaixo doBásicoAdequadoAvançadoBásico6ª EFLÍNGUA PORTUGUESAAbaixo doBásicoAdequadoAvançadoBásico8ª EFAbaixo doBásicoAdequadoAvançadoBásico3ª EM
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    Data incluída no calendário escolar sem a presença de alunos, onde professores, coordenadores, diretores e supervisores analisam os resultados de suas escolas apoiados pelos relatórios pedagógicos e ajustam suas propostas de trabalho.Dia do SARESP na Escola
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    SARESP 2009Participação: 8.749escolas 2.471.533 alunos 3.227 escolas municipais em 531 municípios. 112 escolas particulares 179 unidades do SESI. 86 escolas do Centro Paula Souza 2 escolas de aplicação: USP e UNICAMP
  • 43.
    É possível utilizaros resultados da avaliação em larga escala para melhorar o desempenho dos alunos?Maria Inês Fini - 30
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    No conjunto darede, o Estado superou as metas do IDESP em 2009
  • 45.
    No ciclo I,a meta do IDESP foi amplamente superada
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    No ciclo II,a meta do IDESP foi amplamente superada
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    No Ensino Médio,a meta do IDESP foi praticamente alcançada
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    73% das escolasatingiram ou ultrapassaram as metas em pelo menos um nível de ensino
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    93% entreas escolas que tiveram acompanhamento mais próximo da SE (com menores valores do IDESP em 2008) atingiram ou superaram as metas
  • 50.
    Evolução da Proficiênciaem Língua PortuguesaEm todos os ciclos, observa-se a elevação do indicador de desempenho, comparativamente a 2008. Na comparação entre os resultados do SARESP 2008 e a edição de 2009, o destaque cabe à 4ª série do ensino fundamental, que assinala um incremento de 10 pontos no intervalo de apenas um ano. Os resultados de Língua Portuguesa assinalam uma tendência de elevação dos níveis de proficiência do alunos em todo o percurso da educação básica. A melhoria vigorosa dos níveis de letramento nas séries iniciais projeta para os anos próximos a manutenção da tendência à elevação do desempenho nas séries seguintes.
  • 51.
    Evolução da Proficiênciaem MatemáticaNa comparação entre os resultados do SARESP 2008 e a edição de 2009, o destaque cabe à 4ª série do ensino fundamental, que assinala um incremento de 10 pontos no intervalo de apenas um ano. O aumento na 8ª série do ensino fundamental foi de 6 pontos. Os resultados de Matemática para o ensino fundamental também projetam um cenário de elevação dos níveis de proficiência do alunado.Os dados sugerem a existência de obstáculos mais severos à elevação dos níveis de desempenho em Matemática no ensino médio. Isso se revela na queda observada nos níveis de proficiência, em 2009, comparativamente aos resultados de 2008, com o alunado retornando ao patamar de 2007.
  • 52.
    Ação emergencial paraa MatemáticaCurso de formaçãocontinuadaparaProfessores de MatemáticaPúblico Alvo: professores de matemática que atuam no Ensino Fundamental Ciclo II e Ensino Médio.
  • 53.
  • 54.
  • 55.
    Demanda caracterizada pelasdificuldades apontadas pelos professores na implementação da Proposta Curricular do Estado de São Paulo.
  • 56.
    Considera osresultados do Processo Seletivo Simplificado e a prova de Promoção pelo Mérito.
  • 57.
    Metodologia: aulas presenciais,videoconferência, oficinas pedagógicas e atividades WEB.Construir, descrever, interpretar resultados de desempenho de alunos é importante desde que tenham sido construídos em base curriculares sólidas, claramente definidas pelos professores.Precisam ser amparadas por gestores arrojados que definam políticas educacionais mais abrangentes com metas de qualidade a serem atingidas e com forte amparo à projetos de implementação.40
  • 58.
    METAS DA SEETodososalunosde 8 anosplenamentealfabetizados; Redução de 50 % das taxas de reprovaçãoda 8ª série; Redução de 50% das taxas de reprovação do EnsinoMédio; Implantação de programas de recuperação de aprendizagemnassériesfinais de todosciclos (2ª, 4ª e 8ª séries do Ensino Fundamental e 3ª série do EnsinoMédio) ;Aumento de 10% nosíndices de desempenho dos ensinos fundamental e médionasavaliaçõesnacionais e estaduais;
  • 59.
    DIMENSÃO JURÍDICADIMENSÃO FINANCEIRADIMENSÃOPEDAGÓGICADIMENSÃO ADMINISTRATIVA
  • 61.
    “O projeto daescola depende, sobretudo, da ousadia dos seus agentes, da ousadia de cada escola em assumir-se como tal, partindo da “cara” que tem, com o seu cotidiano e o seu tempo-espaço, isto é, o contexto histórico em que ela se insere.Projetar significa “lançar-se para a frente”, antever um futuro diferente do presente.Projeto pressupõe uma ação intencionada com um sentido definido, explicito, sobre o que se quer inovar”Moacir Gadotti
  • 62.
    PROPOSTA PEDAGÓGICAPlanejamentoVisão daEscolaPlanos de AçãoDiagnósticoObjetivos EstratégicosMissãoMetasEscola que temosEscola que queremosEscola que vamos construirAções ou EstratégiasRecursos
  • 63.
    Como traçar umcaminho que atenda todos os aspectos ? Que instrumentos utilizar?
  • 64.
  • 65.
    Mexendo com alógica e as concepções que norteiam o Currículo Oficial da Rede Estadual de São Paulo.
  • 66.
    “Na medida emque o homem cria, recria e decide, vão se formando as épocas históricas. E é também criando, recriando e decidindo que resolve como deve participar nessas épocas. É por isso que obtém melhor resultado toda vez que, integrando-se no espírito delas, se apropria de seus temas e reconhece suas tarefas concretas. Ponha-se ênfase, desde já, na necessidade permanente de uma atitude crítica, a única com a qual o homem poderá apreender os temas e tarefas de sua época e ir se integrando nela.” (Paulo Freire, Educação e mudança. p. 64, 2007).
  • 67.
    Boas situações deAprendizagensAtividadesMateriais quaisquer….Currículo oficial de São Paulo
  • 68.
    A FINALIDADE DOCURRÍCULO...
  • 69.
    O FOCO DOCURRÍCULO...
  • 70.
  • 71.
    A FINALIDADE DOCURRÍCULO... O Real ...O Possível... e o Necessário
  • 72.
    O Gestor deuma escola que aprende para ensinar “Ao aprendiz como sujeito de sua aprendizagem corresponde, necessariamente, um professor sujeito de sua prática docente”. Telma WeiszAo professor sujeito de sua prática docente corresponde um gestor sujeito de sua função formadora...
  • 73.
    Adaptação de: Hernandez,Fernando - Transgressão e Mudança na educação: Os Projetos de Trabalho. Porto Alegre, RS: Ed. ARTMED, 1998.Hernandes, Fernando e Ventura, Montserrat - A Organização do Currículo por Projetos de Trabalho. Porto Alegre, RS: Ed. ARTMED, 1998, 5a. Ed.
  • 74.
    Adaptação de: Hernandez,Fernando - Transgressão e Mudança na educação: Os Projetos de Trabalho. Porto Alegre, RS: Ed. ARTMED, 1998.Hernandes, Fernando e Ventura, Montserrat - A Organização do Currículo por Projetos de Trabalho. Porto Alegre, RS: Ed. ARTMED, 1998, 5a. Ed.
  • 75.
    Os currículos nãosão conteúdos prontos a serem passados aos alunos. São uma construção e seleção de conhecimentos e práticas produzidas em contextos concretos e em dinâmicas sociais.
  • 76.
    Por que umaatividade é diferente de uma boa situação de aprendizagem?
  • 77.
    Princípios que determinamuma boa situação de aprendizagem:Os alunos precisam pôr em jogo tudo que sabem e pensam sobre o conteúdo que se quer ensinar;2) Os alunos têm problemas a resolver e decisões a tomar em função do que se propõem produzir;3) A organização da tarefa pelo professor garante a máxima circulação de informação possível;4) O conteúdo trabalhado mantém suas características de objeto sociocultural real, sem se transformar em objeto escolar vazio de significado social
  • 78.
    Princípios didáticos quedeterminam uma boa situação de aprendizagem1Os alunos precisam pôr em jogo tudo que sabem e pensam sobre o conteúdo que se quer ensinar;
  • 79.
    Princípios didáticos quedeterminam uma boa situação de aprendizagem2Os alunos têm problemas a resolver e decisões a tomar em função do que se propõem produzir;
  • 80.
    Princípios didáticos quedeterminam uma boa situação de aprendizagem3A organização da tarefa pelo professor garante a máxima circulação de informação possível;
  • 81.
    Princípios didáticos quedeterminam uma boa situação de aprendizagem4O conteúdo trabalhado mantém suas característicasDe objeto sociocultural real , sem se transformar em objeto escolar vazio de significado social.
  • 82.
    Conteúdos - Comose Aprende?Diferentes conteúdos se aprendem de diferentes formas1FATOSConteúdoFactualTelefonesDatas ComemorativasNomesMEMÓRIAExercitar erepetir várias vezes
  • 83.
    Conteúdos - Comose Aprende?Diferentes conteúdos se aprendem de diferentes formas2PROCEDIMENTOSConteúdoProcedimentalDirigir CarroCozinharFREQÜÊNCIAReceber ajudadaquele que sabe
  • 84.
    Conteúdos - Comose Aprende?Diferentes conteúdos se aprendem de diferentes formas3CONCEITOSConteúdoConceitualFotossínteseDivisãoCONSTRUÇÃOPESSOALPensar, comparar,Compreender,estabelecer relações
  • 85.
    Conteúdos - Comose Aprende?Diferentes conteúdos se aprendem de diferentes formas4ATITUDEConteúdoAtitudinalResponsabilidadeHábito de LeituraSolidariedadeCOERÊNCIAVivenciar situaçõesque representemvalores
  • 86.
  • 87.
    Organização dotempo pedagógico.MODALIDADES ORGANIZATIVAS1ATIVIDADES PERMANENTESSituações didáticas propostas com regularidade, com o objetivo de construir atitudes, criar hábitos, etc.
  • 88.
    MODALIDADES ORGANIZATIVAS1(continuidade)ATIVIDADES PERMANENTESEx:“Você sabia...?”, “Notícia da Hora”, “Nossa semana foi assim”, “No mundo da arte”, “Roda Literária”, “Cantando e se encantando”, “Comunidade, muito prazer”, “A família também ensina”, “Descobri na Internet”, “Leitura em voz alta”, etc..
  • 89.
    MODALIDADES ORGANIZATIVAS2SITUAÇÕES INDEPENDENTES(SISTEMATIZAÇÃO)Têm como objetivo principal a sistematização de conhecimentosEx:PontuaçãoEscala CartográficaAlgoritmoTécnica de projeção (boxe)
  • 90.
    MODALIDADES ORGANIZATIVASPROJETOS3Prevê umproduto final e planejamento com objetivos clarosContextualizam as atividades: ler, escrever, estudar, pesquisar...
  • 91.
  • 92.
    Finalidade, compartilhada portodos os envolvidos, que se expressa em um produto final.MODALIDADES ORGANIZATIVASSEQUÊNCIAS DIDÁTICAS4São situações didáticas articuladas, que possuem uma sequência de realização, cujo critério principal são os níveis de dificuldade.Funcionam de forma parecida com os projetos e podem integrá-los, desenvolvem habilidades e competências mas não fornecem, necessariamente, um produto final predeterminado.
  • 93.
    GESTORES/PROFESSORES COMO CATALISADORESDA SOCIEDADE DO CONHECIMENTO Promover a aprendizagem cognitiva profunda.
  • 94.
    Aprender aensinar por meio de maneiras pelas quais não foram ensinados.
  • 95.
    Comprometer-se coma aprendizagem profissional contínua.
  • 96.
    Trabalhar e aprenderem equipes de colegas.
  • 97.
    Tratar ospais como parceiros na aprendizagem.
  • 98.
    Desenvolver eelaborar a partir da inteligência coletiva.
  • 99.
    Construir umacapacidade para a mudança e o risco.
  • 100.
    Estimular aconfiança nos processos.HARGREAVES, Andy. 2004, p. 40
  • 101.
    O caminho é….O CURRÍCULOque se fundamentanumaconcepção de aprendizagem
  • 102.
    A concepção de aprendizagem que embasa nossa proposta de trabalho pressupõe que o conhecimento não é concebido como uma cópia do real e assimilado pela relação direta do sujeito com os objetos de conhecimento, mas produto de uma atividade mental por parte de quem aprende, que organiza e integra informações e novos conhecimentos aos já existentes, construindo relações entre eles.
  • 103.
  • 104.
    COMPETÊNCIAS – GRUPO1Competências para Observar:Refere-se a esquemas presentativos ou representativos, propostos por Jean Piaget;a leitura do objeto (a prova) supõe, como mínimo, o domínio e, portanto, o uso das seguintes habilidades: observar, identificar, descrever, localizar, diferenciar ou discriminar, constatar, reconhecer, indicar, apontar.
  • 105.
    COMPETÊNCIAS – GRUPOIICompetências para realizar:Relativas às competências para representar que, na prática, implicam em traduzir estas ações em procedimentos relativos ao conteúdo e ao contexto de cada questão em sua singularidade;Implicam procedimentos de classificar, seriar, ordenar, conservar, compor, decompor, fazer antecipações, calcular, medir, interpretar.
  • 106.
    COMPETÊNCIAS – GRUPOIIICompetênciasparaCompreender: