Élcio Benjamim Fernanda M. Lara Janaina Alessandra Letícia Capelão de Souza Liliane Cruz Helington Frank Júnior Geraldo Múcio Setembro-2004 CEFET/MG – Centro Federal de Educação Tecnológica Formação Pedagógica de Docentes Fundamentos da Educação Profª Inajara de Sales
A  EDUCAÇÃO  DO  HOMEM  FEUDAL
:: sobre  educação  feudal :: Feudalismo A influência da igreja As escolas leigas pagãs contexto histórico Paganismo e Cristianismo A Patrística pedagogia O monaquismo O renascimento Carolíngio As escolas seculares Universidades Servos das glebas educação Os enciclopedistas A escolástica Formação:  cavaleiros,    “gentes de ofício”    mulheres Influência dos árabes Império Bizantino
Feudalismo :: contexto  histórico :: Relação de suserania e vassalagem (alicerce do sistema feudal)
Feudalismo :: contexto  histórico :: O mundo antigo e o trabalho escravo; Decadência do sistema; Igreja Católica e o fim da escravidão;
Feudalismo :: contexto  histórico :: Subdivisão da terra Servo x Vilão Escravo x Colono
Feudalismo :: contexto  histórico :: Escravidão x Servidão; As classes sociais; O enfraquecimento do poder do rei;
Feudalismo :: contexto  histórico :: Pirâmide social no sistema feudal
Feudalismo :: contexto  histórico :: O Estado e a Igreja; A transfiguração do Cristianismo; Economia feudal; Economia monástica;
Feudalismo :: contexto  histórico :: Economia feudal Exploração Saques
Feudalismo :: contexto  histórico :: Economia monástica   Trabalho servil
A influência da igreja :: contexto  histórico ::
A influência da igreja :: contexto  histórico :: Influência espiritual e política; Acúmulo e empréstimo de dinheiro; Controle do conhecimento.
A influência da igreja :: contexto  histórico :: Carlos Magno Reis bárbaros eram convertidos para receber empréstimos.
:: contexto  histórico :: As escolas leigas pagãs Escola medieval. O ensino medieval estava estreitamente ligado à Igreja
:: contexto  histórico :: As escolas leigas pagãs Ensino das sete artes liberais    (trivium e quadrivium); Existiu, ainda, após a queda do Império; Os funcionários são substituídos por  religiosos.
Paganismo e Cristianismo :: pedagogia ::
Paganismo e Cristianismo :: pedagogia :: Desaparecimento da escola pagã  A escola monástica em duas categorias :  1ª instruções para futuros monges; 2ª pregação para a plebe. A igreja abraça a instrução pública
A patrística :: pedagogia ::
A Patrística :: pedagogia :: Filosofia dos padres do século II até o V Santo Agostinho principal figura  Tenta harmoniza a fé e a razão e    converter os não-cristãos.
Os enciclopedistas :: pedagogia ::
Os enciclopedistas :: pedagogia :: Filosofia dos padres do século V até o IX Vários pensadores de saber enciclopédico  Retomam a cultura antiga e continuam o    trabalho de adequação às verdades    teológicas  Introduzem os tratados lógicos de    Aristóteles.
A escolástica :: pedagogia :: Filosofia das Escolas cristãs  Século IX até o XIV  A filosofia se torna estudo obrigatório nas escolas.
A escolástica :: pedagogia :: Os teólogos procuram:   apoiar a fé na razão;  converter os não-crentes; combater os infiéis.  Em face das heresias,  impor a crença é impossível;  é necessário trabalho de argumentação,  sustentado por um sistema lógico.
A escolástica :: pedagogia :: O método constituído de várias etapas:  A leitura – O comentário – As questões – e a discussão.  Santo Tomás de Aquino Principal  nome na divulgação e comentário da obra de Aristóteles .
O monaquismo :: educação :: Visita a um monastério National Geographic  no artigo  "New Views of Medieval Europe“ de Kenneth Setton (1962).
O monaquismo :: educação :: Movimento religioso desenvolvido nos  mosteiros e exerceu grande influencia na  cultura medieval Mosteiros   formados por monges e depois os ascetas    intensificando a vida comunitária
O monaquismo :: educação :: Fundação do Monte Cassino em 529   Ordem Beneditina considerada a  1a. na Idade Média Surgimento das escolas monacais em que se aprende o latim e as humanidades
:: educação :: Manuscrito do século XI do Mosteiro de Monte Cassino ilustrado com cenas da vida e da época de S. Bento.  O monaquismo
:: educação :: S. Bento escrevendo a sua regra para os monges da sua ordem;  S. Bento nos seus últimos momentos da sua vida;  O funeral de S. Bento e a visão que dois monges, muito distantes um do outro, tiveram do caminho que conduziria ao céu o fundador da sua ordem;  A louca milagrosamente curada depois de dormir na gruta que S. Bento ocupara como eremita,   S. Gregório depois de terminar a sua obra, Vida de S. Bento, de que estas ilustrações fazem parte.
O renascimento Carolíngio :: educação ::
O renascimento Carolíngio :: educação :: Inicia-se no final do século VIII e inicio IX Objetivo reforma da vida eclesiástica e conseqüentemente o sistema de ensino. Criação da escola palatina e  reestruturação e fundação de escolas  monacais, catedrais e paroquiais
O renascimento Carolíngio :: educação :: Conteúdo do ensino estudo clássico das sete artes liberais Divisão das disciplinas:  Trivium Quadrivium
O renascimento Carolíngio :: educação :: Conteúdo do ensino estudo clássico das sete artes liberais Divisão das disciplinas:  Trivium gramática, retórica e dialética   Objeto de estudo   estudo de letras e literatura, arte de bem falar,  história, lógica. Quadrivium
O renascimento Carolíngio :: educação :: Conteúdo do ensino estudo clássico das sete artes liberais Divisão das disciplinas:  Trivium geometria, aritmética, música e astronomia Objeto de estudo   geografia, lei dos números, leis dos sons e a harmonia do mundo e física Quadrivium
Um Diálogo Pedagógico do século VIII :: educação :: Disputatio  (discussão) entre o mestre Alcuíno e o segundo filho de Carlos Magno, o jovem Pepino. As adivinhas tinham, além do caráter jocoso,  uma função pedagógica: aguçar a  inteligência dos jovens. As duas coisas andavam juntas: deve-se ensinar divertindo, diz Alcuíno a Carlos Magno
Um Diálogo Pedagógico do século VIII :: educação :: P.: O que é a escrita? A.: O guarda da história. P.: O que é a palavra? A.: A delatora dos segredos da alma. 5   P.: Quem gera a palavra? A.: A língua. P.: O que são os legumes? A.: Os amigos dos médicos, o louvor dos cozinheiros. 155 P.: O que é que faz doce o amargo? A.: A fome. P.: O que é que faz com que o homem não se canse? A.: O lucro. P.: O que é o sonho dos acordados?  [14]  160 A.: A esperança.
Renascimento das cidades: as escolas seculares :: educação ::
Renascimento das cidades: as escolas seculares :: educação :: Séculos XI e XII Escolas se multiplicaram nas cidades Artesãos e comerciantes fazem doações e financiavam escolas - filhos aprenderiam a ler, escrever e contar  - mais controle dos negócios Filho dos nobres: professor particular
Renascimento das cidades: as escolas seculares :: educação :: O renascimento das cidades e o surgimento da burguesia, se deu a partir da liberação do acesso ao Mediterrâneo e o reinicio do desenvolvimento do comércio Transformação dos Burgos em cidades Burgueses são os servos libertos que se dedicam ao comércio e se abrigam nos arredores das cidades
Renascimento das cidades: as escolas seculares :: educação :: Por volta do século XI     moedas voltam a circular O comércio impulsiona o crescimento das cidades, iniciam-se as lutas contra o poder feudal e as vilas se transformam em  comunas ou cidades livres Forma-se três pólos de atividade medieval: Castelo, Mosteiro e a Cidade
Renascimento das cidades: as escolas seculares :: educação :: Surgimento das escolas seculares – do século, do mundo, atividade não-religiosa. Adequação do ensino com ênfase em história, geografia e ciência naturais Necessidade de aprender a ler, escrever e calcular Divisão da classe burguesa entre rico e  os pequenos comerciantes e artesãos, consequentemente, adaptação na educação  de acordo com seus interesses.
Formação dos “gentes de ofício” :: educação ::
Formação dos “gentes de ofício” :: educação :: Conclusão do ensino básico: 10/11 anos Meninos começam a aprender um ofício (corporação)  Ofícios dos homens libertos na cidade alfaiate, ferreiro, sapateiro, tecelão,    marceneiro, etc.
Formação dos “gentes de ofício” :: educação :: para cada profissão determina : material a ser usado, - processo de fabricação, - preço do produto, - horário de trabalho, - condições de aprendizagem. Corporações de ofício: regulamentação rigorosa da produção
Formação dos “gentes de ofício” :: educação :: para possuir oficina deve : dispor de economias, - provar que é capaz de produzir uma obra-prima em sua especialidade. - se aprovador, pagar uma taxa. Corporações de ofício: regulamentação rigorosa da produção
Formação dos “gentes de ofício” :: educação :: Aprendizes   vivem na casa dos mestres Companheiros ou oficiais empregam-se mediante remuneração Corporações passam a cobrar taxas muito altas exclusão dos mais pobres
:: educação :: Formação militar a educação do Cavaleiro
:: educação :: Formação militar a educação do Cavaleiro Cavaleiros   nobres que se dedicavam à guerra Senhores feudais desprezam  instrução e cultura aumento da riqueza (violência e saque)
:: educação :: Formação militar a educação do Cavaleiro Onde se formavam os guerreiros – os bellatores -, esses homens de armas que tiravam os seus filhos das escolas monásticas tão logo eles aprendiam gramática? escolas para formar os cavaleiros  da nobreza Bellator, -oris, adj. I - Sent. proprio: 1) Belicoso, de guerra, de batalha; Sent. figurado: 2) fogoso. Fonte: Dic. Escolar Latino-Português, Ernesto Faria.1975
:: educação :: Formação militar a educação do Cavaleiro Ritual de aprendizagem das armas Pajem Escudeiro Cavaleiro
:: educação :: Pajem Escudeiro Cavaleiro 7 ao 14 anos enviado a  outro castelo aprende equitação  e manejo com armas
:: educação :: Pajem Escudeiro Cavaleiro 14 a 21 anos acompanha    cavaleiro às    guerras,    torneios e    caçadas.
:: educação :: Pajem Escudeiro Cavaleiro Aos 21 anos Armado cavaleiro
:: educação ::
:: educação :: Formação militar a educação do Cavaleiro Onde está o cavaleiro das fantasias  da literatura e lendas?
:: educação :: Formação militar a educação do Cavaleiro Valorização das habilidades de  caça e guerra Guerras de cobiça (sede de tesouros) entre senhores
:: educação :: Universidades Cambrigde Oxford
:: educação :: Universidades Universidade:  Qualquer assembléia corporativa No caso da educação, trata-se de Universidade dos mestres e estudantes.  (Luta pela ascensão social) Século XII : Ampliação dos estudos, além das artes liberais, filosofia, teologia, leis e medicina.
:: educação :: Universidades Professores:  Clérigos não ordenados  (Pedro Abelardo,   1079 –   1142) Organização do trabalho na Universidade. Regras, proibições e privilégios
:: educação :: Universidades Exigência de provas para obter os títulos de bacharel, licenciado e doutor. Avaliação do aluno  exame privado:    -  perguntas ao júri exame  público:    -  apresentação de um trabalho ORAL  original  - estudantes fazem perguntas
:: educação :: Universidades Níveis de estudo:  1º Nível (Correspondente ao ensino médio) Retórica; Gramática; Lógica; Aritmética; Música; Geometria; Astronomia. 2° Nível (Corresponde ao ensino superior) Artes; Teologia; Medicina; Direito.
:: educação :: Universidades Salermo:  Especializada em medicina  (Primeira universidade – 1087) A de Paris:  Especializada em teologia  (Século XII)
:: educação :: Universidades Cambridge e Oxford:  Especializada em estudos científicos;  matemática, física e astronomia  (Século XII) Bolonha:  Especializada em direito  (Século XII)
:: educação :: Universidades Ao longo da  Idade Média  foram fundadas mais  de 80 universidades na Europa Ocidental.
:: educação :: Universidades Importância:  Reis e Igreja disputam seu controle  (Século XIII) A lógica aristotélica determinam as regras do bem pensar. A escolástica atinge no século XIII o seu apogeu.  (Método utilizado na universidade)
:: educação :: Universidades A Universidade torna-se o centro da fermentação intelectual. A Igreja é afrontada com freqüência. (Instalação do Santo Ofício – Inquisição. Séc. XII) Decadência das Universidades (Século XIV) A ausência de debate crítico afasta as Universidades escolásticas das tendências da ciência moderna.
:: educação :: Formação das mulheres Sobre a educação das meninas, as opiniões divergiam.  Muitos pais preferiam que elas ficassem ignorantes; outros pensavam que elas deviam aprender a ler para estudar os textos sagrados e neles pautar a sua conduta. Havia quem defendesse que as mulheres deveriam ser bem instruídas para quem fossem capazes de administrar seus bens e controlar suas despesas quando adultas. Nas famílias que viviam mais isoladas, as mulheres tinham um mesmo destino: não recebiam nenhuma instrução.
:: educação :: Formação das mulheres O acesso a educação (pobres e nobres) Emancipação das cidades livres    surgimento das escolas seculares. Século VI nos mosteiros Os beneditinos
E o servo das glebas? :: educação :: Terreno feudal a que os servos estavam adistritos
E o servo das glebas? :: educação :: Predomínio de uma sociedade    estática, hierarquizada. Livros ilustrados Poesia e música é o que atinge o    povo de modo mais direto.
Influência dos árabes :: educação :: O profeta Maomé, visto numa pintura turca da Idade Média. Os muçulmanos árabes normalmente fazem restrições à representação da figura humana, e mais ainda do profeta fundador de sua religião. Contudo, os artistas turcos, apesar de também muçulmanos, não se sujeitavam a tal restrição.
Influência dos árabes :: educação :: Século VII  - Maomé funda a religião  islâmica; Século X  - Criação de inúmeras escolas primárias pelos árabes.
Influência dos árabes :: educação :: Durante a influência árabe: as cidades de Córdova, Toledo,  Granada e Sevilha  tornaram-se  grandes centros culturais.
Império Bizantino :: educação ::
Império Bizantino :: educação :: Século VI  - O Imperador Justiniano tenta  conservar os costumes romanos. (Grande revisão e sistematização do Direito Romano); Século XI  - Cume da divergência entre os imperadores e o papado. Cisma do Oriente.
Império Bizantino :: educação :: Criação da Igreja Cristã Ortodoxa grega; Os bizantinos recusam a autoridade do papa de Roma; Separação das duas Igrejas.
Império Bizantino :: educação :: Escolas superiores: Não havia predomínio do ensino religioso; Os clássicos eram estudados sem restrição; Meta: a mesma da estabelecida  na Antigüidade ->  fornecer funcionários capacitados para a administração do Estado .
:: contexto histórico – pedagogia - educação ::  Conclusão A educação surge como instrumento  para um fim maior, a salvação da  alma e a vida eterna.  Predomina a visão teocêntrica,  a de Deus como fundamento de  toda a ação pedagógica e  finalidade da formação do cristão.
:: contexto histórico – pedagogia - educação ::  Referências Bibliográficas www.patristica.netfirms.com/  - Patrística www.corazones.org/ santos/escolastica.htm   Escolástica http://stthaquinas.8m.com/images.html  Tomás de aquino  http://www.ewtn.com/spanish/Saints/Tom%C3%A1s_de_Aquino.htm www.elarcadigital.com.ar/ 62/suplementos.asp  Enciclopedista http://www.johndclare.net/Church2. htm   Monaquista http://www.lourencocastanho.com.br/trabalho/micro9/CARLOS%20MAGNO. htm  Carlos Magno http://www.hottopos.com/videtur16/jean.htm   Diálogo pedagógico http://www.antiquemapsandprints.com/CET. htm  Cambridge http://www.constelar.com.br/revista/edicao40/islam1. htm  Maomé http://www.imperiobizantino.com /  Bizantino www.hottopos.com/mp5/   Santo Agostinho

A Educacao do Homem Feudal

  • 1.
    Élcio Benjamim FernandaM. Lara Janaina Alessandra Letícia Capelão de Souza Liliane Cruz Helington Frank Júnior Geraldo Múcio Setembro-2004 CEFET/MG – Centro Federal de Educação Tecnológica Formação Pedagógica de Docentes Fundamentos da Educação Profª Inajara de Sales
  • 2.
    A EDUCAÇÃO DO HOMEM FEUDAL
  • 3.
    :: sobre educação feudal :: Feudalismo A influência da igreja As escolas leigas pagãs contexto histórico Paganismo e Cristianismo A Patrística pedagogia O monaquismo O renascimento Carolíngio As escolas seculares Universidades Servos das glebas educação Os enciclopedistas A escolástica Formação: cavaleiros, “gentes de ofício” mulheres Influência dos árabes Império Bizantino
  • 4.
    Feudalismo :: contexto histórico :: Relação de suserania e vassalagem (alicerce do sistema feudal)
  • 5.
    Feudalismo :: contexto histórico :: O mundo antigo e o trabalho escravo; Decadência do sistema; Igreja Católica e o fim da escravidão;
  • 6.
    Feudalismo :: contexto histórico :: Subdivisão da terra Servo x Vilão Escravo x Colono
  • 7.
    Feudalismo :: contexto histórico :: Escravidão x Servidão; As classes sociais; O enfraquecimento do poder do rei;
  • 8.
    Feudalismo :: contexto histórico :: Pirâmide social no sistema feudal
  • 9.
    Feudalismo :: contexto histórico :: O Estado e a Igreja; A transfiguração do Cristianismo; Economia feudal; Economia monástica;
  • 10.
    Feudalismo :: contexto histórico :: Economia feudal Exploração Saques
  • 11.
    Feudalismo :: contexto histórico :: Economia monástica Trabalho servil
  • 12.
    A influência daigreja :: contexto histórico ::
  • 13.
    A influência daigreja :: contexto histórico :: Influência espiritual e política; Acúmulo e empréstimo de dinheiro; Controle do conhecimento.
  • 14.
    A influência daigreja :: contexto histórico :: Carlos Magno Reis bárbaros eram convertidos para receber empréstimos.
  • 15.
    :: contexto histórico :: As escolas leigas pagãs Escola medieval. O ensino medieval estava estreitamente ligado à Igreja
  • 16.
    :: contexto histórico :: As escolas leigas pagãs Ensino das sete artes liberais (trivium e quadrivium); Existiu, ainda, após a queda do Império; Os funcionários são substituídos por religiosos.
  • 17.
    Paganismo e Cristianismo:: pedagogia ::
  • 18.
    Paganismo e Cristianismo:: pedagogia :: Desaparecimento da escola pagã A escola monástica em duas categorias : 1ª instruções para futuros monges; 2ª pregação para a plebe. A igreja abraça a instrução pública
  • 19.
    A patrística ::pedagogia ::
  • 20.
    A Patrística ::pedagogia :: Filosofia dos padres do século II até o V Santo Agostinho principal figura Tenta harmoniza a fé e a razão e converter os não-cristãos.
  • 21.
  • 22.
    Os enciclopedistas ::pedagogia :: Filosofia dos padres do século V até o IX Vários pensadores de saber enciclopédico Retomam a cultura antiga e continuam o trabalho de adequação às verdades teológicas Introduzem os tratados lógicos de Aristóteles.
  • 23.
    A escolástica ::pedagogia :: Filosofia das Escolas cristãs Século IX até o XIV A filosofia se torna estudo obrigatório nas escolas.
  • 24.
    A escolástica ::pedagogia :: Os teólogos procuram: apoiar a fé na razão; converter os não-crentes; combater os infiéis. Em face das heresias, impor a crença é impossível; é necessário trabalho de argumentação, sustentado por um sistema lógico.
  • 25.
    A escolástica ::pedagogia :: O método constituído de várias etapas: A leitura – O comentário – As questões – e a discussão. Santo Tomás de Aquino Principal nome na divulgação e comentário da obra de Aristóteles .
  • 26.
    O monaquismo ::educação :: Visita a um monastério National Geographic no artigo "New Views of Medieval Europe“ de Kenneth Setton (1962).
  • 27.
    O monaquismo ::educação :: Movimento religioso desenvolvido nos mosteiros e exerceu grande influencia na cultura medieval Mosteiros formados por monges e depois os ascetas intensificando a vida comunitária
  • 28.
    O monaquismo ::educação :: Fundação do Monte Cassino em 529 Ordem Beneditina considerada a 1a. na Idade Média Surgimento das escolas monacais em que se aprende o latim e as humanidades
  • 29.
    :: educação ::Manuscrito do século XI do Mosteiro de Monte Cassino ilustrado com cenas da vida e da época de S. Bento. O monaquismo
  • 30.
    :: educação ::S. Bento escrevendo a sua regra para os monges da sua ordem;  S. Bento nos seus últimos momentos da sua vida;  O funeral de S. Bento e a visão que dois monges, muito distantes um do outro, tiveram do caminho que conduziria ao céu o fundador da sua ordem;  A louca milagrosamente curada depois de dormir na gruta que S. Bento ocupara como eremita,  S. Gregório depois de terminar a sua obra, Vida de S. Bento, de que estas ilustrações fazem parte.
  • 31.
  • 32.
    O renascimento Carolíngio:: educação :: Inicia-se no final do século VIII e inicio IX Objetivo reforma da vida eclesiástica e conseqüentemente o sistema de ensino. Criação da escola palatina e reestruturação e fundação de escolas monacais, catedrais e paroquiais
  • 33.
    O renascimento Carolíngio:: educação :: Conteúdo do ensino estudo clássico das sete artes liberais Divisão das disciplinas: Trivium Quadrivium
  • 34.
    O renascimento Carolíngio:: educação :: Conteúdo do ensino estudo clássico das sete artes liberais Divisão das disciplinas: Trivium gramática, retórica e dialética Objeto de estudo estudo de letras e literatura, arte de bem falar, história, lógica. Quadrivium
  • 35.
    O renascimento Carolíngio:: educação :: Conteúdo do ensino estudo clássico das sete artes liberais Divisão das disciplinas: Trivium geometria, aritmética, música e astronomia Objeto de estudo geografia, lei dos números, leis dos sons e a harmonia do mundo e física Quadrivium
  • 36.
    Um Diálogo Pedagógicodo século VIII :: educação :: Disputatio (discussão) entre o mestre Alcuíno e o segundo filho de Carlos Magno, o jovem Pepino. As adivinhas tinham, além do caráter jocoso, uma função pedagógica: aguçar a inteligência dos jovens. As duas coisas andavam juntas: deve-se ensinar divertindo, diz Alcuíno a Carlos Magno
  • 37.
    Um Diálogo Pedagógicodo século VIII :: educação :: P.: O que é a escrita? A.: O guarda da história. P.: O que é a palavra? A.: A delatora dos segredos da alma. 5   P.: Quem gera a palavra? A.: A língua. P.: O que são os legumes? A.: Os amigos dos médicos, o louvor dos cozinheiros. 155 P.: O que é que faz doce o amargo? A.: A fome. P.: O que é que faz com que o homem não se canse? A.: O lucro. P.: O que é o sonho dos acordados? [14] 160 A.: A esperança.
  • 38.
    Renascimento das cidades:as escolas seculares :: educação ::
  • 39.
    Renascimento das cidades:as escolas seculares :: educação :: Séculos XI e XII Escolas se multiplicaram nas cidades Artesãos e comerciantes fazem doações e financiavam escolas - filhos aprenderiam a ler, escrever e contar - mais controle dos negócios Filho dos nobres: professor particular
  • 40.
    Renascimento das cidades:as escolas seculares :: educação :: O renascimento das cidades e o surgimento da burguesia, se deu a partir da liberação do acesso ao Mediterrâneo e o reinicio do desenvolvimento do comércio Transformação dos Burgos em cidades Burgueses são os servos libertos que se dedicam ao comércio e se abrigam nos arredores das cidades
  • 41.
    Renascimento das cidades:as escolas seculares :: educação :: Por volta do século XI moedas voltam a circular O comércio impulsiona o crescimento das cidades, iniciam-se as lutas contra o poder feudal e as vilas se transformam em comunas ou cidades livres Forma-se três pólos de atividade medieval: Castelo, Mosteiro e a Cidade
  • 42.
    Renascimento das cidades:as escolas seculares :: educação :: Surgimento das escolas seculares – do século, do mundo, atividade não-religiosa. Adequação do ensino com ênfase em história, geografia e ciência naturais Necessidade de aprender a ler, escrever e calcular Divisão da classe burguesa entre rico e os pequenos comerciantes e artesãos, consequentemente, adaptação na educação de acordo com seus interesses.
  • 43.
    Formação dos “gentesde ofício” :: educação ::
  • 44.
    Formação dos “gentesde ofício” :: educação :: Conclusão do ensino básico: 10/11 anos Meninos começam a aprender um ofício (corporação) Ofícios dos homens libertos na cidade alfaiate, ferreiro, sapateiro, tecelão, marceneiro, etc.
  • 45.
    Formação dos “gentesde ofício” :: educação :: para cada profissão determina : material a ser usado, - processo de fabricação, - preço do produto, - horário de trabalho, - condições de aprendizagem. Corporações de ofício: regulamentação rigorosa da produção
  • 46.
    Formação dos “gentesde ofício” :: educação :: para possuir oficina deve : dispor de economias, - provar que é capaz de produzir uma obra-prima em sua especialidade. - se aprovador, pagar uma taxa. Corporações de ofício: regulamentação rigorosa da produção
  • 47.
    Formação dos “gentesde ofício” :: educação :: Aprendizes vivem na casa dos mestres Companheiros ou oficiais empregam-se mediante remuneração Corporações passam a cobrar taxas muito altas exclusão dos mais pobres
  • 48.
    :: educação ::Formação militar a educação do Cavaleiro
  • 49.
    :: educação ::Formação militar a educação do Cavaleiro Cavaleiros nobres que se dedicavam à guerra Senhores feudais desprezam instrução e cultura aumento da riqueza (violência e saque)
  • 50.
    :: educação ::Formação militar a educação do Cavaleiro Onde se formavam os guerreiros – os bellatores -, esses homens de armas que tiravam os seus filhos das escolas monásticas tão logo eles aprendiam gramática? escolas para formar os cavaleiros da nobreza Bellator, -oris, adj. I - Sent. proprio: 1) Belicoso, de guerra, de batalha; Sent. figurado: 2) fogoso. Fonte: Dic. Escolar Latino-Português, Ernesto Faria.1975
  • 51.
    :: educação ::Formação militar a educação do Cavaleiro Ritual de aprendizagem das armas Pajem Escudeiro Cavaleiro
  • 52.
    :: educação ::Pajem Escudeiro Cavaleiro 7 ao 14 anos enviado a outro castelo aprende equitação e manejo com armas
  • 53.
    :: educação ::Pajem Escudeiro Cavaleiro 14 a 21 anos acompanha cavaleiro às guerras, torneios e caçadas.
  • 54.
    :: educação ::Pajem Escudeiro Cavaleiro Aos 21 anos Armado cavaleiro
  • 55.
  • 56.
    :: educação ::Formação militar a educação do Cavaleiro Onde está o cavaleiro das fantasias da literatura e lendas?
  • 57.
    :: educação ::Formação militar a educação do Cavaleiro Valorização das habilidades de caça e guerra Guerras de cobiça (sede de tesouros) entre senhores
  • 58.
    :: educação ::Universidades Cambrigde Oxford
  • 59.
    :: educação ::Universidades Universidade: Qualquer assembléia corporativa No caso da educação, trata-se de Universidade dos mestres e estudantes. (Luta pela ascensão social) Século XII : Ampliação dos estudos, além das artes liberais, filosofia, teologia, leis e medicina.
  • 60.
    :: educação ::Universidades Professores: Clérigos não ordenados (Pedro Abelardo,  1079 –  1142) Organização do trabalho na Universidade. Regras, proibições e privilégios
  • 61.
    :: educação ::Universidades Exigência de provas para obter os títulos de bacharel, licenciado e doutor. Avaliação do aluno exame privado: - perguntas ao júri exame público: - apresentação de um trabalho ORAL original - estudantes fazem perguntas
  • 62.
    :: educação ::Universidades Níveis de estudo: 1º Nível (Correspondente ao ensino médio) Retórica; Gramática; Lógica; Aritmética; Música; Geometria; Astronomia. 2° Nível (Corresponde ao ensino superior) Artes; Teologia; Medicina; Direito.
  • 63.
    :: educação ::Universidades Salermo: Especializada em medicina (Primeira universidade – 1087) A de Paris: Especializada em teologia (Século XII)
  • 64.
    :: educação ::Universidades Cambridge e Oxford: Especializada em estudos científicos; matemática, física e astronomia (Século XII) Bolonha: Especializada em direito (Século XII)
  • 65.
    :: educação ::Universidades Ao longo da Idade Média foram fundadas mais de 80 universidades na Europa Ocidental.
  • 66.
    :: educação ::Universidades Importância: Reis e Igreja disputam seu controle (Século XIII) A lógica aristotélica determinam as regras do bem pensar. A escolástica atinge no século XIII o seu apogeu. (Método utilizado na universidade)
  • 67.
    :: educação ::Universidades A Universidade torna-se o centro da fermentação intelectual. A Igreja é afrontada com freqüência. (Instalação do Santo Ofício – Inquisição. Séc. XII) Decadência das Universidades (Século XIV) A ausência de debate crítico afasta as Universidades escolásticas das tendências da ciência moderna.
  • 68.
    :: educação ::Formação das mulheres Sobre a educação das meninas, as opiniões divergiam. Muitos pais preferiam que elas ficassem ignorantes; outros pensavam que elas deviam aprender a ler para estudar os textos sagrados e neles pautar a sua conduta. Havia quem defendesse que as mulheres deveriam ser bem instruídas para quem fossem capazes de administrar seus bens e controlar suas despesas quando adultas. Nas famílias que viviam mais isoladas, as mulheres tinham um mesmo destino: não recebiam nenhuma instrução.
  • 69.
    :: educação ::Formação das mulheres O acesso a educação (pobres e nobres) Emancipação das cidades livres surgimento das escolas seculares. Século VI nos mosteiros Os beneditinos
  • 70.
    E o servodas glebas? :: educação :: Terreno feudal a que os servos estavam adistritos
  • 71.
    E o servodas glebas? :: educação :: Predomínio de uma sociedade estática, hierarquizada. Livros ilustrados Poesia e música é o que atinge o povo de modo mais direto.
  • 72.
    Influência dos árabes:: educação :: O profeta Maomé, visto numa pintura turca da Idade Média. Os muçulmanos árabes normalmente fazem restrições à representação da figura humana, e mais ainda do profeta fundador de sua religião. Contudo, os artistas turcos, apesar de também muçulmanos, não se sujeitavam a tal restrição.
  • 73.
    Influência dos árabes:: educação :: Século VII - Maomé funda a religião islâmica; Século X - Criação de inúmeras escolas primárias pelos árabes.
  • 74.
    Influência dos árabes:: educação :: Durante a influência árabe: as cidades de Córdova, Toledo, Granada e Sevilha tornaram-se grandes centros culturais.
  • 75.
    Império Bizantino ::educação ::
  • 76.
    Império Bizantino ::educação :: Século VI - O Imperador Justiniano tenta conservar os costumes romanos. (Grande revisão e sistematização do Direito Romano); Século XI - Cume da divergência entre os imperadores e o papado. Cisma do Oriente.
  • 77.
    Império Bizantino ::educação :: Criação da Igreja Cristã Ortodoxa grega; Os bizantinos recusam a autoridade do papa de Roma; Separação das duas Igrejas.
  • 78.
    Império Bizantino ::educação :: Escolas superiores: Não havia predomínio do ensino religioso; Os clássicos eram estudados sem restrição; Meta: a mesma da estabelecida na Antigüidade -> fornecer funcionários capacitados para a administração do Estado .
  • 79.
    :: contexto histórico– pedagogia - educação :: Conclusão A educação surge como instrumento para um fim maior, a salvação da alma e a vida eterna. Predomina a visão teocêntrica, a de Deus como fundamento de toda a ação pedagógica e finalidade da formação do cristão.
  • 80.
    :: contexto histórico– pedagogia - educação :: Referências Bibliográficas www.patristica.netfirms.com/ - Patrística www.corazones.org/ santos/escolastica.htm Escolástica http://stthaquinas.8m.com/images.html Tomás de aquino http://www.ewtn.com/spanish/Saints/Tom%C3%A1s_de_Aquino.htm www.elarcadigital.com.ar/ 62/suplementos.asp Enciclopedista http://www.johndclare.net/Church2. htm Monaquista http://www.lourencocastanho.com.br/trabalho/micro9/CARLOS%20MAGNO. htm Carlos Magno http://www.hottopos.com/videtur16/jean.htm Diálogo pedagógico http://www.antiquemapsandprints.com/CET. htm Cambridge http://www.constelar.com.br/revista/edicao40/islam1. htm Maomé http://www.imperiobizantino.com / Bizantino www.hottopos.com/mp5/ Santo Agostinho

Notas do Editor

  • #39 Cena escolar do século XV Um aluno recita a licao ajoelhado diante de seu mestre O que o professor tem nas mãos? Para que serve? Há mesas para os alunos? Como é o chão?
  • #48 Somente os filhos dos mestres passam a ter acesso às provas de ofício
  • #57 Não havia perigo para um homem protegido por uma armadura
  • #58 Educação do cavaleiro nao destaca a atividade intelectual Senhores não se importavam em administrar terras