SlideShare uma empresa Scribd logo
HISTÓRIA DAS
RELIGIÕES
Messyas Rhennyk
“A religião é a convicção de que
existem, poderes transcendentes,
pessoais ou impessoais, que atuam
no mundo, e se expressa por
pensamento, sentimento, intenção e
ação”.
Helmuth von Glasenapp (1891-1963)
Messyas Rhennyk
QUAL A ORIGEM DA RELIGIÃO ?
Messyas Rhennyk
São inúmeras as teorias para a origem da
religião, uma dessas é o fetichismo, termo
usado para designar culto dos animais,
vegetais e objetos inanimados.
Messyas Rhennyk
 O antropólogo inglês Edward
Burnett Tylor (1832-1917)
propôs uma teoria chamada
de animismo, segundo ele a
religião nasceu das
experiências que o homem
primitivo tinha, como sonhos
com entes queridos falecidos,
visões e alucinações o que
levou o ser humano a
concluir que o corpo era
habitado por uma alma ou
espírito que continuava a
viver após a morte passando
a morar nos elementos da
natureza e estes objetos em
que se acreditava que as
almas habitavam passaram a
ser adorados como deuses e
assim disse Tylor, nasceu a
religião.
Messyas Rhennyk
 Outra teoria é do antropólogo inglês Robert Ranulph
Marett (1866-1943) que contornou o animismo,
chamando-o de animatismo. Ele concluiu que os
povos primitivos ao invés de terem uma noção de
uma alma pessoal criam que existia uma força
superior impessoal que dava vida a todas as coisas;
tal crença fez com que eles tivessem um sentimento
de reverencia e temor tornando-se a base para sua
primitiva religião.
Messyas Rhennyk
 O especialista em folclore antigo, o escocês James
George Frazer (1909) em seu livro The Golder Bough (O
Ramo Dourado), argumenta que a religião surgiu da
magia dos povos primitivos que tentaram primeiro
controlar a própria vida e o seu meio imitando as coisas
que via acontecer na natureza, ou seja, borrifavam água
no chão com batuques de tambor para atrair chuvas e
trovoadas, espetavam um boneco artesanal para causar
danos aos seus inimigos bem como outras práticas
similares. Com isso surgiram os ritos, feitiços e objetos
mágicos.
Messyas Rhennyk
Segundo Sigmund Freud (1856-1939), a
religião surgiu de uma necessidade de defesa
contra as forças da natureza, como todas as
outras realizações da civilização. No indivíduo,
ela surge do desamparo. Esse desamparo é
inicialmente o desamparo da criança, e
posteriormente, o desamparo do adulto que a
continua.
Messyas Rhennyk
...Quando o indivíduo cresce e descobre que está
destinado a permanecer uma criança para
sempre, que nunca poderá passar sem proteção
contra os poderes superiores (da morte, da
natureza, etc), empresta a esses poderes as
características pertencentes à figura do pai; cria
para si próprio os deuses a quem teme e, não
obstante, confia sua própria proteção.Sendo
assim, Freud afirma que "é a defesa contra o
desamparo infantil que empresta suas feições
características à reação do adulto ao desamparo
que ele tem de reconhecer - reação que é,
exatamente, a formação da religião."
Messyas Rhennyk
A história da religião é tão antiga como
a história do próprio homem, é isto que
afirma os arqueólogos e antropólogos.
Mesmo entre civilizações mais
“primitivas” querendo-se com isso
dizer as civilizações não
desenvolvidas, há evidencias de algum
tipo de adoração.
De fato, The New Encyclopedia
Britannica (Nova enciclopédia
Britânica) diz que até onde os peritos
conseguiram descobrir, jamais existiu
um povo, em qualquer parte, em
qualquer tempo, que não fosse de
algum modo religioso
(TRATADOS, 2006, p. 19).
Messyas Rhennyk
AS FORMAS MAIS NUMEROSAS, EVIDENTES E
EXPLICITAS DE CULTO RELIGIOSO FEITO PELO
HOMEM DO PALEOLÍTICO ATÉ O MOMENTO É DATADO
POR VOLTA DE 35.000 A.C.
Messyas Rhennyk
Há anos os pesquisadores se debatem
sobre o assunto, estudando os fósseis
e outros vestígios encontrados de
povos antigos, porém são conclusões
incertas, não se sabe de fato a origem
da religião, o que se sabe é que em
toda parte do planeta onde houve
agrupamento humano, a religião é um
fenômeno de grande importância e
sempre esteve presente na história da
humanidade.
Messyas Rhennyk
Por causa de tantas incertezas, o livro Religiões
do mundo – da História antiga ao presente (em
inglês) conclui que “os modernos historiadores
de religião sabem que é impossível chegar às
origens da religião”...
“Depois de anos se debatendo com o assunto,
muitos chegaram à conclusão de que é muito
improvável que se encontre uma solução
definitiva para a pergunta sobre como a religião
começou. Em primeiro lugar, isto se dá porque
os ossos e outros vestígios de povos antigos não
nos dizem o que essas pessoas pensavam o que
temiam e porque adoravam”.
(TRATADOS 2006, p. 26)
“SENDO ASSIM AS RESPOSTAS SÃO
MERAS TEORIAS, MUITAS FORAM ATÉ
ESQUECIDAS E NENHUMA REALMENTE SE
DESTACOU COMO SENDO A VERDADEIRA
PELA SIMPLES RAZÃO DE NÃO HAVER
EVIDENCIA HISTÓRICA OU PROVA DE QUE
TAIS TEORIAS FOSSEM VERÍDICAS”.
Messyas Rhennyk
RELIGIÃO: DEFINIÇÃO
Dentro do que se
define como
religião podem-
se encontrar
muitas crenças e
filosofias
diferentes. As
diversas religiões
do mundo são de
fato muito
diferentes entre
si. Porém ainda
assim é possível
estabelecer uma
característica em
comum entre
todas elas.
Messyas Rhennyk
O dicionário Houaiss (2009), faz a
seguinte definição para religião:
“Religião é um sistema de doutrinas,
crenças e práticas rituais próprias de um
grupo social, estabelecido segundo uma
determinada concepção de divindade e
da sua relação com o homem; fé, culto.
É a crença na existência de um poder ou
princípio superior, sobrenatural, do qual
depende o destino do ser humano e ao
qual se deve respeito e obediência”.
Messyas Rhennyk
 Religião (do latim religare, significando religação com o
divino ) é um conjunto de sistemas culturais e de
crenças, além de visões de mundo, que estabelece os
símbolos que relacionam a humanidade com a
espiritualidade e os valores morais. Essa religação
abrange qualquer forma de aspecto místico e religioso
tais como: seitas, mitologias, doutrinas ou formas de
pensamento que tenham como característica
fundamental um conteúdo metafísico.
 Dawkins (2007) definiu religião como um sistema de
crenças e de práticas relativas às coisas sagradas...
 Para Gaarder, Hellern e Notaker (2000), todas as
manifestações de crenças independente do
seguimento ou matriz é religião...
Messyas Rhennyk
TIPOS DE RELIGIÃO
Há várias formas de religião, e
são muitos os modos que vários
estudiosos utilizam para
classificá-las. Porém há
características comuns às
religiões que aparecem com
maior ou menor destaque em
praticamente todas as divisões.
Nesta classificação as religiões
são divididas em 4 grandes
grupos :
Panteístas
Politeístas
Monoteístas
Ateístas
Messyas Rhennyk
PANTEÍSMO
Segundo os dicionários Priberam de língua
portuguesa (2013), panteísmo é a “doutrina
ou sistema filosófico que só admite como
Deus o todo, a universalidade dos seres”.
Para essa crença religiosa Deus não é um
ser pessoal. Considera-se como Deus a
totalidade dos seres, ou seja, a composição
de todo o universo. Tudo é Deus e Deus é
tudo.
Messyas Rhennyk
 Os panteístas costumam fazer meditações, dar
importância a cada fenômeno da natureza,
observando cada detalhe por mais
insignificante que seja. Toda a natureza, toda a
imensidão do universo é a própria divindade.
Messyas Rhennyk
BASE LITERÁRIA
 Próprias de culturas ágrafas, não possuem em geral
qualquer forma de base escrita, sendo transmitidas por
tradição oral.
Messyas Rhennyk
Mitologia
 Na mitologia panteísta, tudo é Deus, ele é o próprio
universo tudo está interligado num equilíbrio
ecossistêmico e místico. Crê-se em espíritos e
geralmente em reencarnação, é comum também o culto
aos antepassados. Procura-se manter a harmonia com a
natureza, e o mundo comumente é tido como eterno.
É muito comum o uso de ervas, banhos em rios, esses rituais
“geralmente estão ligados a natureza e ocorrendo em contato
com esta. É comum o uso de infusões de ervas, danças,
oráculos e cerimônias ao ar livre”.
Rituais
POLITEÍSMO
O termo politeísmo vem do grego que
significa crença em muitos deuses. Essas
divindades podem ser do gênero
masculino, feminino ou indefinido, porém
individual e independente, com
personalidades e vontades próprias.
Messyas Rhennyk
 Para Jostein Gaarder (2000, p. 20), “em religiões
que possuem diversos deuses, é comum estes
terem funções distintas, bem como esferas
definidas de responsabilidade”.
 O período anímico da evolução religiosa da
humanidade terrestre fez nascer diferentes tipos
de adoração: litolatria (adoração de pedras,
rochas e relevos dos solos); fitolatria (adoração
dos vegetais); zoolatria (adoração de animais);
idolatria (adoração de ídolos). A consequência
natural da idolatria é o nascimento da mitologia,
com a sua forma clássica de politeísmo...
esclarece o Dicionário Houaiss da Língua
Portuguesa (BRASILEIRA, 2010 p. 15; 16).
Messyas Rhennyk
BASE LITERÁRIA
 “Nas sociedades letradas possuem frequentemente
registros literários sobre seus mitos, e mesmo nas
ágrafas possuem tradições icônicas mais elaboradas”
Messyas Rhennyk
Mitologia
 Para os politeístas a diversidade de deuses é
incalculável, diversos deuses criaram, regem e destroem
o mundo. Relacionam-se de forma tensa com os seres
humanos, não raro hostis. As lendas dos deuses se
assemelham a dramas humanos, havendo contos dos
mais diversos tipos.
oPassam a surgir os templos, embora em geral não
abandonem totalmente os rituais ao ar livre.
Em muitos casos ocorrem os sacrifícios humanos, oráculos e
as feitiçarias de controle ambiental.
Rituais
Messyas Rhennyk
MONOTEÍSMO
“Doutrina religiosa que defende a
existência de uma única divindade.
Culto ou adoração de um único
deus” (HOUAISS, 2009).
Messyas Rhennyk
 A doutrina de um Deus supremo e único autor
da natureza é muito antiga e propagou-se em
nações importantes e populosas, onde pessoas
de todas as classes a abraçaram. A divindade,
nas religiões monoteístas, é onipotente,
onisciente e onipresente, não deixando de lado
nenhum dos aspectos da vida terrena.
Messyas Rhennyk
BASE LITERÁRIA
 Possuem Livros Sagrados definidos e que padronizam as
formas de crença, servindo como referência obrigatória e
trazendo códigos de leis. São tidos como detentores de
verdades absolutas.
Messyas Rhennyk
Mitologia
 Um Ser transcendente criou o mundo e o ser humano, há uma
relação paternal entre criador e criaturas. Na maioria dos casos
um semideus se rebela contra o criador trazendo males sobre
todos os seres. Acredita-se em Messias, que são enviados para
conduzir os povos, profetiza-se um evento renovador violento no
final dos tempos, onde a ordem será restaurada pela divindade.
o Geralmente restritas aos templos, as hierarquias ritualistas
são mais rígidas, não há oráculos pessoais, mas sim
profecias generalizadas com base no livro sagrado.
Rituais
Ateísmo, num sentido amplo, é a ausência
de crença na existência de divindades .O
ateísmo é oposto ao teísmo. O termo provém
do grego que significa “sem deus”. Entretanto
existe o ateísmo religioso. No caso do
Oriente, o Ateísmo religioso surge
principalmente na Índia, sob a forma do
Budismo e do Jainísmo, e na China, sob o
Taoismo e o Confucionismo.
Messyas Rhennyk
 Para os ateístas religiosos o universo é uma
emanação de um princípio primordial "vazio", um
Não Ser. Crê-se na possibilidade de evolução
espiritual através de um trabalho íntimo, crê-se
em diversos seres conscientes dos mais
variados níveis, e geralmente em reencarnação.
Messyas Rhennyk
BASE LITERÁRIA
 Possuem textos básicos de conteúdo predominantemente
filosófico, não possuindo, entretanto força dogmática
arbitrária ainda que sendo também revelados por sábios
ou seres iluminados”.
Messyas Rhennyk
Mitologia
 O Universo é uma emanação de um princípio primordial
"vazio", um Não Ser. Crê-se na possibilidade de evolução
espiritual através de um trabalho íntimo, crê-se em
diversos seres conscientes dos mais variados níveis, e
geralmente em reencarnação.
o Embora ainda comuns nos templos são também
frequentes fora destes. Desenvolvem-se técnicas de
concentração, meditação e purificação mais específicas,
baseadas antes de tudo no controle dos impulsos e
emoções.
Rituais
Messyas Rhennyk
AS RELIGIÕES
RELIGIÕES DOS AFRICANOS
Messyas Rhennyk
 Segundo os cientistas a África é o continente onde se
originou o homo sapiens. Portanto, a história da
humanidade se inicia lá. Ao contrário do que se pensa, na
África antes da chegada dos europeus, não só havia
povos organizados em tribos. Houve além do Egito,
diversos reinos e impérios bastante desenvolvidos, em
vários aspectos, tais como, tecnológicos, econômicos,
educacionais, culturais, e religiosos.
Messyas Rhennyk
 Há uma multiplicidade de religiões dentro desta categoria.
Religiões tradicionais africanas envolvem ensinamentos,
práticas e rituais, e visam a compreender o divino. Mesmo
dentro de uma mesma comunidade, pode haver pequenas
diferenças de percepção do sobrenatural.
 Na maioria das tribos africanas existe a crença em um
deus supremo, embora receba muitos nomes, geralmente
associado ao céu e em alguns mitos associada à deusa
terra. Para eles foi esse deus supremo que criou todas as
coisas, alguns mitos dizem que esse deus tinha um
contato íntimo com os seres humanos no início dos
tempos, mas houve um desentendimento e deus se
afastou agora só em casos de extrema emergência que se
recorre a ele, não sendo necessário perturba-lo preferindo
se voltar para os deuses e espíritos menores, esses
deuses se encontram na natureza (GAARDER, 2000).
Messyas Rhennyk
Os deuses
africanos,
popularmente
conhecidos como
orixás
correspondem a
pontos de força
da natureza, são
divididos em
quatro elementos,
água, terra, fogo
e ar e se
encontram na
natureza.
Messyas Rhennyk
HINDUÍSMO
Messyas Rhennyk
DEFINIÇÃO
 É uma religião que se desenvolveu na Índia, abrange inúmeras
tradições religiosas e culturais. O hinduísmo é uma religião
muito antiga, presume-se que tenha surgido há cerca de 4 ou 5
mil anos.
Messyas Rhennyk
Fundador
 É formado por diferentes tradições e composto por
diversos tipos, e não possui um fundador.
De um modo geral os hindus cultuam cerca de 330 mil
divindades diferentes, mas o hinduísmo é um sistema
diversificado de pensamento, com crenças que abrangem
o monoteísmo, politeísmo,
panenteísmo, panteísmo, monismo e ateísmo, e o seu
conceito de Deus é complexo, e está vinculado a cada uma
das suas tradições e filosofias.
Conceito de Deus
Messyas Rhennyk
Trimúrti- a trindade
sagrada hinduísta
composta de três
deuses- Brama que é
o criador, Xiva que é o
destruidor
(ou transformador) e
Vixnu que é o
preservador.
BASE LITERÁRIA
 O hinduísmo baseia-se no "tesouro acumulado de
leis espirituais descobertas por diferentes
pessoas em diferentes tempos."As escrituras
foram transmitidas oralmente, na forma de versos
- para auxiliar na sua memorização, muitos
séculos antes de serem escritos. Ao longo dos
séculos diversos sábios refinaram estes
ensinamentos e expandiram o cânone. Na crença
hindu pós-védica e moderna a maior parte das
escrituras não costuma ser interpretadas
literalmente; dá-se mais importância aos
significados éticos e metafóricos derivados
deles. A maior parte dos textos sagrados está
em sânscrito, e os textos se dividem em duas
classes: Shruti e Smriti.
Messyas Rhennyk
 Os Vedas formam a base do extenso sistema de
escrituras sagradas do hinduísmo, que
representam a mais antiga literatura de qualquer
língua indo-europeia, Pode ser que sua
composição tenha se iniciado por volta de 2000
a.C., ou mesmo antes. A palavra Veda, em
sânscrito significa conhecer, conhecimento.
Messyas Rhennyk
PRINCIPAIS CRENÇAS
 Avatar- Crença de que os deuses ou seres imortais,
podem se manifestar corporalmente, para viver na
terra. Qualquer espírito que ocupe um corpo de carne,
representando assim uma manifestação divina
na Terra.
 Karma e Samsara- Samsara pode ser descrito como
o fluxo incessante de renascimentos através dos
mundos. O ciclo de morte e renascimento é encarado
como um fato natural.O ciclo de ação, reação,
nascimento, morte e renascimento é um contínuo,
chamado de samsara. A noção de reencarnação e
carma é uma premissa forte do pensamento hindu. A
Lei de ação e reação, refere-se ao efeito que nossas
ações geram em nosso futuro, tanto nesta vida como
em outras vidas, após eventuais reencarnações.
O carma une os conceitos de livre-arbítrio e destino.
Messyas Rhennyk
 Yoga- Qualquer que seja a maneira na
qual o hindu defina a meta de sua vida,
existem diversos métodos (yôgas) que os
sábios ensinaram para se atingir aquela
meta.Os caminhos que um indivíduo
pode seguir para atingir a meta
espiritual da vida (moksha ou samadhi)
incluem, entre outros:
 Bhakti Yoga (o caminho do amor e da
devoção)
 Karma Yoga (o caminho da ação
correta)
 Raja Yoga (o caminho da meditação)
 Jnana Yoga (o caminho da sabedoria)
 Raja Yoga (o caminho da união real)
Messyas Rhennyk
 Moksha/Nirvana- É a libertação do
ciclo eterno de reencarnações para a
união com Brahma, o deus ou alma
universal. Uma alma atinge este
estado após viver muitas
vidas.Quando uma alma finalmente
escapa do ciclo cármico, torna-se uno
com Brahma logo que sua última
encarnação corporal morrer,
passando a existir em um plano mais
elevado da existência que transcende
os sofrimentos da vida material.
Essencialmente, podemos dizer que a
alma é reunida à energia intangível
que criou o universo. Dependendo da
ramificação do hinduísmo alguns
creem que ao atingir o nirvana a
pessoa passa a viver com deus,
outros acreditam que a pessoa passa
a fazer parte de deus, ou se tornar um
com deus.
Messyas Rhennyk
JUDAÍSMO
Messyas Rhennyk
DEFINIÇÃO
 O judaísmo é a religião monoteísta mais antiga do mundo que
sobrevive até os dias atuais, presume-se que tenha surgido há
cerca de 4 ou 5 mil anos quando segundo a crença Deus
mandou o patriarca Abraão sair em direção a terra prometida.
Messyas Rhennyk
Fundador
 O judaísmo não tem um fundador propriamente dito , é uma
religião que desenvolveu-se de forma conjunta ao da
civilização hebraica, através dos patriarcas Abraão,Isaac e
Jacó, dos 12 filhos de Jacó, mais tarde sistematizada por
Moisés, Davi, Salomão, os profetas etc., sendo que foram
esses dois últimos os reis que construíram o primeiro templo
em Jerusalém.
O monoteísmo é o princípio básico da religião
judaica. unicidade absoluta de YHWH como Deus e criador,
onipotente, onisciente, onipresente, que influencia todo o
universo, mas que não pode ser limitado de forma alguma.
Conceito de Deus
 A religião é uma das bases da cultura hebraica.
Enquanto a maioria dos povos antigos eram
politeístas, os hebreus eram monoteístas, por
meio da crença em um único Deus, eles
edificaram o judaísmo.
Messyas Rhennyk
 Segundo COTRIN (2005), a “migração, fuga,
lutas, cativeiro e dispersão fazem parte da
história do povo hebreu, que conseguiu preservar
sua cultura e tradição mesmo vivendo
espalhados pelo mundo, transmitiram uma
importante herança cultural às civilizações que os
sucederam: o monoteísmo”.
Messyas Rhennyk
 De acordo com a tradição. Abraão deixou a sua terra “Ur
dos caldeus” rumo a Canaã, a terra prometida, por um
chamado de Deus. Abraão gerou um filho chamado Isaac,
Isaac gerou Jacó que posteriormente foi chamado de
Israel, Israel gerou dose filhos, que deram origem às dose
tribos dos filhos de Israel, uma dessas tribos chamava-se
Judá de cujo nome derivou o termo judeu. Séculos depois
o termo judeu foi designado a todos os israelitas.
Messyas Rhennyk
BASE LITERÁRIA
 De acordo com a tradição judaica o
Cânone Judaico é composto de 24
livros conhecido como Tanakh que se
agrupam em 3 conjuntos: A Lei ou
Instrução, Os Profetas e Os Escritos,
Os livros de 1 e 2 Samuel, são
reunidos em um só livro, e 1 Reis e 2
Reis, também são considerados um
só livro, assim como os 12 profetas
"menores" estão em um só livro - "Os
12 profetas".
Messyas Rhennyk
 O Talmude é o livro
que reúne muitas
tradições orais e é
dividido em quatro
livros: Mishnah,
Targumin, Midrashim
e Comentários. É
considerado um livro
Sagrado, um registro
das
discussões rabínicas
que pertencem
à lei, ética, costumes
e história
do judaísmo .
Messyas Rhennyk
PRINCIPAIS ELEMENTOS DO JUDAÍSMO
 Crença em único Deus;
 Guarda do Sábado como
dia de descanso;
 Circuncisão dos meninos
ao 8º dia de nascido;
 Proibições de comer
determinados alimentos
considerados impuros;
 Crença na vinda do
Messias...
Messyas Rhennyk
RAMIFICAÇÕES DO JUDAÍSMO
Messyas Rhennyk
 O judaísmo possui diversas ramificações
cujas interpretações religiosas diferem
entre si. Cada judeu expressa sua forma de
religião, de acordo com o pensamento
religioso comunitário ao qual adere.
JUDAÍSMO RABÍNICO
Messyas Rhennyk
Judaísmo rabínico) é o nome dado ao judaísmo
tradicional, que aceita o Tanakh como revelação
divina e a Torá Oral também como fonte de
autoridade. Recebe este nome devido ao fato de
dar grande valor aos ensinamentos rabínicos
através dos tempos codificados principalmente no
Talmud . Este está subdividido em:
Judaísmo ortodoxo
Judaísmo conservador
Judaísmo
reconstrucionista
Judaísmo liberal
JUDAÍSMO CARAÍTA
Messyas Rhennyk
Defende unicamente a autoridade das Escrituras
Hebraicas como fonte de Revelação Divina, a
Crença Única e Absoluta em Deus e que sua
Revelação Única foi dada através de Moshê na
Torá (que não admite adições ou subtrações) e
nos profetas da Tanakh. Confiam na Providência
divina e esperam a vinda do Messias e a
Ressurreição dos Mortos.
JUDAÍSMO ATEÍSTICO
Messyas Rhennyk
Um judeu ateísta é um membro da comunidade
judaica que não crê na existência de Deus , mas
que ainda se considera um judeu, identificando-
se não com a religião, mas sim com os costumes
étnicos e culturais. Ainda que à primeira vista
possa parecer uma contradição, ser judeu não
leva necessariamente a uma crença religiosa.
CONCEPÇÃO SOBRE O QUE ACONTECE APÓS A MORTE
Messyas Rhennyk
Nas atuais correntes do judaísmo, as afirmações
sobre o que acontece após a morte são postulados
e não afirmações, A maioria das correntes crê em
uma ressurreição no mundo vindouro, enquanto
outra parcela do judaísmo crê na reencarnação, e
o sentido do que seja ressurreição ou reencarnação
varia de acordo com a ramificação.
CRISTIANISMO
Messyas Rhennyk
DEFINIÇÃO E FUNDADOR
O Cristianismo é uma religião que surgiu
no século I. Seu fundador foi um judeu
chamado Jesus de Nazaré.
A princípio nada mais era do que um
segmento religioso que surgiu dentro do
judaísmo com ideias inovadoras.
Messyas Rhennyk
Os judeus acreditavam que Deus enviaria um
rei ungido que libertaria seu povo da
escravidão. Este rei, conhecido como
Messias estabeleceria um reino de justiça e
paz.
Ao longo dos anos, muitos apareceram
dizendo que era este Messias. Mais ou
menos com 30 anos Jesus apareceu
proclamando que era o Messias e o Filho de
Deus e com sua doutrina eloquente atraiu
muitos seguidores.
Messyas Rhennyk
Enquanto suas mensagens agradava a muitos,
confrontava a outros, principalmente aos lideres
da religião judaica e também ao poder político,
desta forma Jesus começou a ser perseguido,
tanto por lideres judeus como pelas autoridades
romanas que dominava na época.
Messyas Rhennyk
Apesar das perseguições Jesus continuava
com suas pregações até que foi preso e
condenado à morte de cruz.
Messyas Rhennyk
Entretanto quando Jesus foi
condenado, já tinha muitos
seguidores convencidos de que
ele realmente era o Messias e
Filho Deus, o Salvador.
A morte de Jesus, fortaleceu
ainda mais a fé de seus
seguidores, pois três dias após
sua condenação, seus
discípulos afirmaram que seu
mestre havia ressuscitado
dentre os mortos.
Messyas Rhennyk
O número dos seguidores da doutrina de
Jesus, crescia cada vez mais e apesar das
perseguições os discípulos continuavam
expandindo a nova doutrina não só em
Jerusalém mas também em outros regiões,
surgindo muitas comunidades cristãs.
Segundo a tradição , foi em Antioquia que os
seguidores de Jesus foi pela primeira vez
chamados de cristãos, o conjunto dessas
comunidades era denominado Igreja.
Messyas Rhennyk
A expansão do cristianismo
se intensifica ainda mais
quando Saulo, também
conhecido como Paulo de
Tarso, um temível
perseguidor dos cristãos
se converte a esta nova
religião, pois este começou
a levar a nova mensagem
de Jesus por várias partes
do Império romano, como
Grécia e Roma.
Messyas Rhennyk
Como o cristianismo surgiu dentro do
judaísmo muitos de seus costumes eram
semelhantes a essa matriz religiosa, dentre
estes a circuncisão. Havendo assim uma
séria discussão se os cristãos não judeus
deveriam ou não seguir os rituais judaicos.
Surge então o primeiro concilio, conhecido
como o concilio de Jerusalém.
 O Concilio de Jerusalém aconteceu
mais ou menos no ano 51. Foi uma
reunião inicial entre as lideranças cristãs
nos meados do século I, para abordar se
os gentios (não-judeus) deveriam seguir
costumes da religião judaica.
 Em resultado foi elaborado uma Carta Apostólica que foi
enviada aos cristãos da Síria e Cilícia. A Carta diz que:
“Os apóstolos e os anciãos, vossos irmãos, aos irmãos dentre os
gentios que moram em Antioquia, na Síria e na Cilícia,
saudações! Tendo sabido que alguns dos nossos, sem
mandato de nossa parte, saindo até vós, perturbaram-vos,
transtornando vossas almas com suas palavras, pareceu-nos
bem, chegados a pleno acordo, escolher alguns representantes
e enviá-los a vós junto com nossos diletos Barnabé e Paulo,
homens que expuseram suas vidas pelo nome de nosso
Senhor, Jesus Cristo. Nós vos enviamos, pois, Judas e Silas,
eles também transmitindo, de viva voz, esta mesma
mensagem. De fato, pareceu bem ao Espírito Santo e a nós
não vos impor nenhum outro peso além destas coisas
necessárias: que vos abstenhais das carnes imoladas aos
ídolos, do sangue, das carnes sufocadas, e das uniões
ilegítimas. Fareis bem preservando-vos destas coisas. Passai
bem”. (Atos 15:23-29)
Jesus não deixou nada
escrito, de inicio sua
mensagem foi sendo
transmitida oralmente
pelos apóstolos, até
que estes começaram
a escrever em forma
de cartas e cópias
eram enviadas para as
comunidades cristãs.
Esses escritos
formaram
posteriormente o novo
testamento.
No governo de Nero a perseguição aos
cristãos se intensificou ainda mais, pois
eram contra a religião oficial de Roma que
era politeísta. Dentre muitas punições,
muitos cristãos foram mortos a fio de
espada, esquartejados, lançados nas arenas
para ser devorados por leões, essa
perseguição durou quase três séculos.
Apesar das perseguições o cristianismo
conseguiu sobreviver e conquistar um
número crescente de adeptos, pois sua
resistência ao sofrimento nos martírios
começou a ser interpretada como uma força
sobrenatural vinda de Deus.
Com as crises socioeconômicas que Roma
vinha sofrendo a partir do século III, muitas
pessoas das classes dominantes tornaram-se
cristãs, como consequência positiva a
perseguição aos cristãos foi diminuindo cada
vez mais. Em 313 d.C., o Imperador
Constantino que havia se convertido a nova
fé, concedeu liberdade religiosa em todo
império romano através do Edito de Milão.
Desta forma os cristãos puderam professar
publicamente sua fé, construindo templos e
celebrar seu culto. Em 380 d.C., quando
Teodósio se tornou cristão, o cristianismo
passou ser a religião oficial de Roma.
 Ao longo de sua história houve divisões
entre os cristãos, razões históricas, políticas
e teológicas contribuíram para essa divisão.
Como tentativa de unificar os cristãos foram
realizados vários concílios. Dentre estes se
destacam 7.
1. Concílio de Nicéia, 325
Assunto: A Natureza de Cristo dentro da
Trindade.
2. Concílio de Constantinopla, 381
Assunto: O modo em que a humanidade e a
divindade se relacionam em Jesus Cristo.
Conflito entre a escola de Alexandria
(alegorista) e a de Antioquia (literalista).
 3. Concílio de Éfeso, 421
 Assunto: O modo em que a humanidade e a
divindade de Jesus Cristo se relacionam... qual
foi a maneira de Jesus Cristo vir ao mundo, e
qual foi a sua natureza na encarnação. O termo
mais controvertido foi “theótokos”, termo
aplicado a Maria e significando “mãe de
Deus/genitora de Deus”.
 4. Concílio de Calcedônia, 451
 Assunto: A humanidade e a divindade de Cristo.
A questão de uma natureza ou duas. Neste
concílio a Igreja ficou dividida.
 As disputas dogmáticas que surgiram durante
o concílio levaram ao cisma calcedoniano .
 As igrejas calcedonianas eram as que
permaneceram unidas com as igrejas
de Roma e Constantinopla.
 As Igrejas que não concordaram com o concílio
de Calcedônia ficou conhecida como igrejas não
calcedonianas ou Igrejas ortodoxas
orientais. Baseiam a sua doutrina nos três
primeiros concílios
ecumênicos (Niceia, Constantinopla e Éfeso) e
por isso alguns as chamam as Igrejas dos três
concílios.
 Atualmente existe cerca de 60 milhões de
cristãos ortodoxos orientais não calcedonianos.
 Igreja Ortodoxa Copta
 Igreja Ortodoxa Síria
 Igreja Apostólica Armênia
 Igreja Ortodoxa Etíope
 Igreja Ortodoxa Eritreia
 Igreja Ortodoxa Indiana
 Apesar de serem autocéfalas, isto é,
independentes umas das outras, estas Igrejas
partilham as mesmas crenças e doutrinas
cristãs.
 5. Concílio de Constantinopla (2º) , 553
 Assunto: O modo em que a humanidade de Cristo se
relaciona com a divindade. Os “monofisitas” afirmavam
que Cristo tinha uma só natureza.
 6. Concílio de Constantinopla (3º), 680-681
 Assunto: O monotelísmo... afirmou que Cristo tinha
duas naturezas, mas uma só vontade.
 7. Nicéia (2º), 787 – Último concílio universal
 Assunto: O uso de imagens nas igrejas e no culto.
 Em 1054 houve um cisma na Igreja, conhecida como
cisma do oriente. O Cisma do Oriente é o nome dado à
divisão da Igreja Católica, ocorrida em 1054, entre a
Igreja chefiada pelo papa, em Roma, e a Igreja chefiada
pelo patriarca, em Constantinopla.O Cisma foi o
resultado de um constante distanciamento entre as
práticas cristãs efetuadas pelas duas vertentes do
catolicismo, além de representar uma disputa pelo poder
político e econômico na região mediterrânica.
O Cisma do Oriente ocorreria em 1054, após o
patriarca Miguel Cerulário ser excomungado pelo
papa de Roma. Com essa decisão, Cerulário
proclamou a separação oficial entre as duas igrejas.
A partir daí mais uma vez a Igreja ficou dividida
em Igreja Ortodoxa ou Igreja Católica do Oriente,
com sede em Constantinopla, e a Igreja Católica
Apostólica Romana, sediada em Roma.
O cristianismo agora tinha três
vertentes:
 Igreja Católica Apostólica Romana Cristã.
 Com sede em Roma.
 Igrejas Católicas ortodoxas orientais não
calcedonainas.
 Autocéfalas, ou seja independentes uma
das outras, mas partilhando a mesma fé e
doutrina.
 Igreja Católica Ortodoxa.
 Com sede em Constantinopla.
Reforma protestante
 Mais ou menos 500 anos depois do cisma no
oriente, surge mais uma vertente no
cristianismo, conhecido como Reforma
Protestante.
 Os principais autores da reforma
protestante são: Martinho Lutero, João
Calvino , o rei da Inglaterra Henrique VIII
e Thomas Muntzer.
 Martinho Lutero
o Precursor da Reforma Protestante na Europa, Lutero
nasceu na Alemanha no ano de 1483 e fez parte da
ordem agostiniana. Em 1507, ele foi ordenado padre,
mas devido as suas ideias que eram contrárias as
pregadas pela igreja católica, ele foi excomungado.
o Foi um dos primeiros a contestar fortemente os dogmas
da Igreja Católica. Afixou na porta da Igreja de
Wittenberg as 95 teses que criticavam vários pontos da
doutrina católica.
o Martinho Lutero foi convocado as desmentir as suas 95
teses na Dieta de Worms, convocada pelo imperador
Carlos V. Em 16 de abril de 1521, Lutero não só
defendeu suas teses como mostrou a necessidade da
reforma da Igreja Católica.
o Surgiu assim a Igreja Luterana.
 As 95 teses de Martinho Lutero condenava a
venda de indulgências e propunha a fundação
do luteranismo. De acordo com Lutero, a
salvação do homem ocorria pelos atos
praticados em vida e pela fé. Embora tenha
sido contrário ao comércio, teve grande apoio
dos reis e príncipes da época. Em suas teses,
condenou o culto à imagens e revogou o
celibato.
 Apesar do resultado, inicialmente o reformador
não teve a pretensão de dividir o povo cristão,
mas devido à proporção que suas 95 teses
adquiriram, este fato foi inevitável.
 Para que todos tivessem acesso as escrituras que,
até então, encontravam-se somente em latim, ele
traduziu a Bíblia para o idioma alemão.
 Com um número maior de leitores do livro
sagrado, a quantidade de protestantes aumentou
consideravelmente e entre eles, encontravam-se
muitos radicais. Precisou ser protegido durante 25
anos. Para sua proteção, ele contava com o apoio
do Sábio Frederico, da Saxônia.
 Foi responsável pela organização de muitas
comunidades evangélicas e, durante este período,
percebeu que seus ensinamentos conduziam a
divisão. Casou-se com a monja Katharina Von
Bora, no ano de 1525, e teve seis filhos.
 Martinho Lutero tinha a expectativa de que
os judeus se convertessem ao cristianismo.
Como isso não aconteceu, assumiu, nos
últimos anos de sua vida, uma forte posição
antijudaica. Em seu livro "Sobre os judeus e
suas mentiras", de 1543, o reformador
alemão defendeu o combate ao judaísmo.
Sugeriu a perseguição aos judeus, a
destruição de suas casas e sinagogas, além
do confisco de seus bens.
Alguns historiadores afirmam que muitas
das posições antissemitas de Lutero foram
resgatadas pelos nazistas alemães na época
do Holocausto.
 Princípios religiosos da Doutrina Luterana
 Em 1530, Lutero divulgou os principais princípios da
doutrina Luterana:
1. - Salvação pela fé;
2. - Presença da verdade somente na Bíblia;
3. - Extinção do clero regular (ordens religiosas);
4. - Livre interpretação da Bíblia, sem a necessidade de
pregadores, padres ou outros intermediários;
5. - Eliminação de tradições e rituais nos cultos
religiosos;
6. - Fim do celibato (proibição do casamento de padres,
por exemplo);
7. - Proibição do uso de imagens nas igrejas;
8. - Uso do alemão nos cultos religiosos (não mais o
latim como única língua);
9. - Eucaristia e batismo como únicos sacramentos
válidos.
Calvinismo
João Calvino foi um importante professor
e teólogo cristão de nacionalidade
francesa. Nasceu na cidade de Noyon em
10 de julho de 1509 e faleceu na cidade
de Genebra (Suíça) em 27 de maio de
1564.
Calvino teve um papel histórico
fundamental no processo da Reforma
Protestante. Foi o iniciador do
movimento religioso protestante
conhecido por Calvinismo.
 Biografia, ideias e doutrina
 Até os 24 anos de idade Calvino era católico. Em 1533
converteu-se ao protestantismo. Foi perseguido na
França e, no ano de 1536 fugiu para Genebra (Suíça).
 Principais ideias (concepções religiosas)
defendidas por Calvino:
1. - Salvação só é atingida através da fé;
2. - Predestinação: a salvação é concedida por Deus
somente para algumas pessoas eleitas;
3. - Todo homem é pecador por natureza;
4. - A realização de culto religioso deve ser feito em local
simples e sem imagens. O culto deve ser composto
apenas por comentários bíblicos, sem cerimônias;
5. - Realização da eucaristia e do batismo.
 Na Inglaterra, Escócia e Irlanda, as igrejas reformadas
que adotaram uma forma de governo presbiteriano em
vez de episcopal ficaram conhecidas como
igrejas presbiterianas.
Anglicanismo
 Durante o governo de Henrique VIII (1509-
1547), a burguesia fazia pressão para o aumento
do poder do parlamento. O rei, necessitando
aumentar as riquezas do Estado, confisca as terras
da Igreja, o que gera desentendimentos com o
Papa. Isso se agrava quando o monarca solicita a
anulação do casamento com Catarina de Aragão.
Ele não tinha sucessores masculinos, temia que
seu trono caísse em mãos espanholas. Toda a
nação, com medo deste fato, apoia esse pedido. O
Papa Clemente VII nega o pedido. O Rei rompe
com o papado e faz uma reforma na Igreja Inglesa.
Obriga seus membros a reconhecê-lo como chefe
supremo e a jurar-lhe fidelidade e obediência.
Obtém do clero inglês o divórcio e se casa com uma
dama da corte, Ana Bolena. O Papa tenta
intimidá-lo excomungando-o, mas não adianta.
 Surge a Igreja Anglicana.
 Em 1534, Henrique VIII decreta o Ato de Supremacia,
que consolida a separação entre a Inglaterra e o papa.
Torna-se o chefe da Igreja de seu país. A Reforma
anglicana, na prática, apresenta poucas modificações
com a Igreja romana: Questiona o Culto aos santos; A
autoridade máxima é o Rei e não o papa; Questiona o
culto às relíquias; Prega a popularização da leitura da
Bíblia. A Reforma anglicana resolveu, na prática, dois
problemas para a monarquia: a questão da herança do
trono e com a venda das terras da Igreja para a
burguesia e nobreza, dá um suporte financeiro para a
Coroa. O Anglicanismo se consolida no reinado de
Elizabeth I, filha de Henrique VIII, que renova seu
direito de soberania real sobre a Igreja, além de fixar
os fundamentos da doutrina e do culto anglicano na Lei
dos 39 Artigos, em 1563.
 OBSERVAÇÃO - O Calvinismo também criou raízes na
Inglaterra. Seus adeptos, os puritanos, iriam entrar em
choque com os anglicanos, gerando inúmeros conflitos no
século XVII, que levaram às imigrações maciças para a
região da Nova Inglaterra, na América do Norte.
 Os Anabatistas
 THOMAS MÜNTZER (1489 - 1525) Liderou
uma revolta em 1524 com camponeses da
região do Reno. Além de atacar a Igreja pela
cobrança de dízimos, passam a reivindicar a
reforma agrária e a abolição dos privilégios
feudais. Ele afirmava ser Luterano. Foi um dos
grandes pregadores do ANABATISMO (os
convertidos são batizados na idade adulta,
mesmo já sendo batizados quando criança). O
movimento se espalhou por várias regiões
alemãs com assaltos a castelos, queima dos
mosteiros e roubo de colheitas. A essas
manifestações, seguiu-se uma repressão
violenta, apoiada por Lutero em prol da
Nobreza alemã.
o Tinham a necessidade de rebatizar os indivíduos,
de separar a Igreja e o Estado, de abolir as
imagens e o culto dos santos, queria uma
igualdade absoluta entre os homens, viver com
simplicidade, pois todos eram inspirados pelo
Espírito Santo. Com base nisso, Müntzer coloca no
mesmo patamar tanto os senhores como os servos e
é criticado por Lutero, uma vez que estaria
reduzindo a liberdade a algo meramente
carnal. Seus adeptos foram fortemente
reprimidos seja nos Estados Católicos, Luteranos
ou Calvinistas.
o Com a decapitação do teólogo Thomas Müntzer, a
27 de maio de 1525, terminou a Guerra dos
Camponeses, responsável pela morte de pelo
menos cinco mil pessoas na região da Alemanha.
O cristianismo preexiste hoje em quatro
grandes vertentes:
 Igreja Católica Apostólica Romana Cristã.
 Igrejas Católicas Apostólicas ortodoxas
orientais não calcedonainas.
 Igreja Católica Apostólica Ortodoxa.
 Igrejas protestantes.
Após a reforma protestante os cristãos ficaram
cada vez mais divididos pois surge inúmeras
igrejas com interpretações variadas dos
ensinos de Jesus.
Destacam-se os Luteranos, Anglicanos,
Presbiterianos, Batistas, Pentecostais,
Neopentecostais, Adventistas, Testemunhas de
Jeová, Mormonismo.
o Apesar das divisões, de um modo geral é
possível apresentar um conjunto de crenças
que são partilhadas pela maioria dos cristãos,
tais como:
o Deus é único;
o Jesus é o filho de Deus, Senhor e Salvador;
o A ressurreição de Jesus;
o O pecador pode ser salvo, mediante o sacrifício
de Jesus;
o O batismo;
o O julgamento final;
o A vida eterna.
ISLAMISMO
Messyas Rhennyk
DEFINIÇÃO
 O Islamismo é uma religião monoteísta que surgiu na
Península Arábica no século VII baseada nas
escrituras sagrada chamada Alcorão e nos
ensinamentos religiosos do profeta Maomé e ainda
hoje está intimamente relacionado à cultura árabe.
Entre outras razões, porque o livro sagrado dos
muçulmanos, o Corão ou Alcorão, foi escrito em
árabe.
Messyas Rhennyk
FUNDADOR
Messyas Rhennyk
Maomé nasceu em Meca,
Arábia Saudita, por volta
de 570 d.C., seu pai morreu
quando ele ainda estava no
ventre e sua mãe morreu
quando ele tinha seis anos.
Ao crescer Maomé passou a questionar as
práticas religiosas de seus dias, tais como o
politeísmo e animismo idólatras, as imoralidades
nas assembleias e quermesses religiosas, a
bebedeira, a jogatina as danças e outras práticas
que segundo ele eram pecaminosas, tudo isso era
praticado em toda a Arábia (Surata 6,137).
Messyas Rhennyk
Segundo a tradição mulçumana Maomé foi
chamado para ser profeta aos 40 anos de idade
quando estava na caverna Gar Hira para
meditar, lá o anjo Gabriel lhe apareceu
revelando a mensagem de Deus descrita no
Alcorão. Daí surgiu a mais nova religião, o Islã.
Para Maomé os judeus haviam se desviado da
verdade por violarem o Pacto que Deus havia
feito com eles e por difamarem Maria e Jesus, os
Cristãos também haviam se desviado da verdade
por enaltecerem Jesus igualando-o a Deus por
meio da doutrina da trindade (Surata 4,153-176).
Messyas Rhennyk
Os islâmicos creem essencialmente em um único
Deus, o clemente, o misericordioso e o propósito
da existência é adora-lo exclusivamente. Todos os
conceitos e práticas religiosas incluem os cinco
pilares do islão e a prática da lei islâmica, que
atinge praticamente todos os aspectos da vida e
da sociedade.
Messyas Rhennyk
O MUÇULMANOS NO MUNDO
Com cerca de 1,41-1,57 bilhão de muçulmanos,
compreendendo cerca de 21-23% da população
mundial,o islão é a segunda maior religião e uma
das que mais crescem no mundo.Predominando
em parte da África e Ásia. ( Parte verde do
mapa).
Messyas Rhennyk
Após a morte do profeta
Maomé (ou Mohammed),
houve um processo de disputa
para decidir quem deveria
sucedê-lo, da disputa pelo
direito de sucessão legítima
do Profeta, duas correntes
tornaram-se majoritárias:
os xiitas e os sunitas.
SUNITAS E XIITAS
Messyas Rhennyk
A maioria dos muçulmanos pertence a uma das
duas principais denominações; com 80% a 90%
sendo sunitas e 10% a 20% sendo xiitas. Cerca de
13% de muçulmanos vivem na Indonésia, o
maior país muçulmano do mundo. 25% vivem
no Sul da Ásia,20% no Oriente Médio, 2%
na Ásia Central, 4% nos restantes países
do Sudeste Asiático e 15% na África
Subsaariana. Comunidades islâmicas
significativas também são encontradas na China,
na Rússia e em partes da Europa. Comunidades
convertidas e de imigrantes são encontradas em
quase todas as partes do mundo.
Messyas Rhennyk
PRINCIPAIS CRENÇAS
A crença em Alá, o único Deus e em Maomé seu
grande profeta;
Fazer cinco orações diárias;
Ser generoso para com os pobres e dar esmolas;
Cumprir o jejum religioso durante o Ramadhan
(mês sagrado);
Ir a Meca pelos menos uma vez na vida.
A crença na existência dos anjos, seres criados
por Alá.
 A crença no dia do Julgamento Final, no qual as
ações de cada pessoa serão avaliadas e a crença na
predestinação: Alá tudo sabe e possui o poder de
decidir sobre o que acontece a cada pessoa.
JAINISMO
Messyas Rhennyk
 Vista durante algum tempo pelos investigadores
ocidentais como uma seita do hinduísmo ou uma
heresia do budismo, devido à partilha de
elementos comuns com estas religiões, o jainismo
é contudo um fenômeno original. Ao contrário do
budismo, o jainismo nunca teve um espírito
missionário, tendo permanecido na Índia, onde os
jainas constituem hoje cerca de quatro milhões de
crentes. Pequenas comunidades jainas existem
também na América do Norte e na Europa, em
resultado de movimentos migratórios. A palavra
jainismo tem as suas origens no
verbo sânscrito jin que significa "conquistador". Os
seus adeptos devem combater, através de uma
série de estágios, as paixões de modo a alcançar
a libertação do mundo.
Messyas Rhennyk
DEFINIÇÃO
 É uma das religiões mais antigas da Índia. Surgindo
provavelmente no século V a.C.
Messyas Rhennyk
Fundador
 Vardhamana, mais conhecido como Mahavira (traduzido
do sânscrito, significa "Grande Herói") foi o último dos
24 Tirthankaras do jainismo. Numa perspectiva histórica,
é considerado o fundador ou reformador deste sistema
religioso.
É uma religião ateísta, ou seja, não crer na existência de
um deus ou deuses.
Conceito de Deus
BUDISMO
Messyas Rhennyk
DEFINIÇÃO
 O budismo é uma religião e filosofia que abrange uma
variedade de tradições, crenças e práticas baseadas nos
ensinamentos atribuídos a Sidarta Gautama, mais
conhecido como Buda .
Messyas Rhennyk
Fundador
Sidarta Gautama
Conceito de Deus
É uma religião ateísta, ou seja, não crer na
existência de um deus pessoal ou deuses. Sidarta
Gautama não é um deus e sim um ser iluminado ( Buda).
 A história do budismo desenvolve-se desde século
VI a.C. até ao presente, começando com o
nascimento de Siddhartha Gautama. Durante este
período, a religião evoluiu à medida que encontrou
diferentes países e culturas, acrescentando ao fundo
indiano inicial elementos culturais oriundos
do Helenismo, bem como da Ásia Central,
do Sudeste asiático e Extremo Oriente. No processo
o budismo alcançou uma expansão territorial
considerável ao ponto de influenciar de uma forma
ou de outra quase todo o continente asiático. A
história do budismo caracteriza-se também pelo
desenvolvimento de vários movimentos e cismas,
entre os quais se encontram as
tradições Theravada, Mahayana e Vajrayana.
Messyas Rhennyk
BASE LITERÁRIA
 Buda não deixou nada escrito. De acordo com a
tradição budista, ainda no próprio ano em que o Buda
faleceu, teria sido realizado um concílio na cidade
de Rajaghra, onde discípulos do Buda recitaram os
ensinamentos perante uma assembleia de monges
que os transmitiram de forma oral aos seus
discípulos. Por volta do século I, os ensinamentos do
Buda começaram a ser escritos. O Cânone Pali é
considerado pela tradição Theravada como contendo
os textos que se aproximam mais dos ensinamentos
do Buda. Não existem, contudo, no budismo um livro
sagrado como a Bíblia ou o Alcorão, que seja igual
para todos os crentes; para além do Cânone Pali,
existem outros cânones budistas, como o chinês e o
tibetano.
Messyas Rhennyk
 O cânone budista divide-se em três grupos de textos,
denominado "Triplo Cesto de Flores“.
 Sutra Pitaka: agrupa os discursos do Buda tais como
teriam sido recitados por Ananda no primeiro concílio.
Divide-se por sua vez em vários subgrupos;
 Vinaya Pitaka: reúne o conjunto de regras que os
monges budistas devem seguir e cuja transgressão é
alvo de uma penitência;
 Abhidharma Pitaka: trata do aspecto filosófico e
psicológico contido nos ensinamentos do Buda,
incluindo listas de termos técnicos.
 Quando se verificou a ascensão do budismo
Mahayana, essa tradição alegou que o Buda ensinou
outras doutrinas que permaneceram ocultas até que o
mundo estivesse pronto para recebê-las; dessa forma
a tradição Mahayana inclui outros textos que não se
encontram no Theravada.
Messyas Rhennyk
PRINCIPAIS CRENÇAS
 Reencarnação- O ser humano morre e renasce
muitas vezes até atingir a iluminação.
 Meditação – Desenvolver a mente é o caminho
para a sabedoria.
 Os cinco preceitos: Não matar, não roubar, não
mentir, não consumir bebidas alcoólicas e nem
drogas e responsabilidade com a sexualidade.
 A vida está sujeita a todos os tipos de sofrimento,
sendo os mais básicos: nascimento,
envelhecimento, doença e morte. Ninguém está
isento deles.
Messyas Rhennyk
TAOISMO
Messyas Rhennyk
DEFINIÇÃO
Taoismo é o conjunto de ensinamentos e
práticas religiosas praticadas em diversos
pontos do extremo oriente. surge das
antigas crenças panteístas e crenças
xamânicas chinesas, arregimentadas em
uma forma de filosofia mística pelo filósofo
e alquimista Lao Zi há cerca de 2500 anos
na China, no chamado período dos
"estados guerreiros", sendo que a
verdadeira organização do taoismo como
religião convencional vai aparecer somente
por volta do século V.
Messyas Rhennyk
Messyas Rhennyk
Conceito de Deus
São politeístas. Os deuses taoistas são figuras
históricas que demonstraram poderes
excepcionais em vida, como por exemplo, o
Imperador Jade (supremo soberano das
divindades chinesas), Cai Shen (deus da
prosperidade), Guan Yu (senhor da honra e da
piedade), além do próprio Lao Zi, alvo de culto
pelos crentes.
Fundador
Não possui um fundador propriamente dito, pois
surgiu das crenças e tradições chinesas com
empréstimos de ideias e práticas culturais
do budismo, com a introdução de vários deuses,
deusas e uma mistura com algumas crenças
preexistentes, como a teoria dos cinco elementos,
a alquimia e o culto aos ancestrais.
BASE LITERÁRIA
A fundação do Taoismo é atribuída muitas
vezes a dois grandes personagens míticos:
O Imperador Amarelo (aproximadamente
entre 2.690 a 2.590 a.C) e Lao Tsé, século
VI a.C. Chuang Tzu e Lie Tse foram os
propagadores do Taoísmo depois de Lao
Tsé, viveram no século IV a.C.
Ao Sábio Lao Tsé é atribuído o livro Tao Te
Ching, a base literária do Taoísmo, sendo
depois da bíblia o livro mais traduzido e
difundido no mundo.
Messyas Rhennyk
Messyas Rhennyk
PRINCIPAIS CRENÇAS
 O taoismo religioso considera três categorias de
espíritos: deuses, fantasmas e antepassados. Na
veneração aos deuses, incluem-se orações e
oferendas. O sacerdócio celebrava cerimônias de
veneração às divindades locais e aos deuses mais
importantes e populares, como Fushoulu e Zao Shen.
As cerimônias mais importantes eram celebradas
pelos sacerdotes, já os rituais menores eram
entregues a cantores locais. O exorcismo e o culto
aos antepassados constituíam práticas frequentes na
religião chinesa. O taoismo religioso tem sua própria
tradição de misticismo contemplativo, parte da qual
deriva-se das próprias ideias filosóficas.
Messyas Rhennyk
CONFUCIONISMO
Messyas Rhennyk
DEFINIÇÃO
O Confucionismo é uma ideologia
religiosa, sociopolítica e sistema filosófico
praticada inicialmente na China.
Messyas Rhennyk
Fundador
Koung Fou Tseu, que tem seu nome
grafado em língua latina como Confúcio.
Conceito de Deus
É uma religião ateísta, ou seja, não crer na
existência de um deus pessoal ou deuses.
BASE LITERÁRIA
Confúcio compila a sabedoria chinesa em cinco
obras principais: I Ching (Livro das mutações), a
metafísica; Shu Ching(Livro dos documentos),
sobre a organização política, Li Ching (Livro dos
ritos), a visão social, Shih Ching (Livro dos
versos), que traduz a visão poética, e Chun-
chiu (Anais das primaveras e outonos), sobre a
história. Outros livros, conhecidos como “Os
Quatro Livros”, fazem parte do confucionismo: Ta
Hsueh (O grande aprendizado), a base da
educação, Chung Yung (A Doutrina do Meio), Lun
Yu (Os Anacletos), principal fonte do pensamento
confucionista e Meng-tzu (escritos do maior
discípulo de Confúcio).
Messyas Rhennyk
PRINCIPAIS CRENÇAS
 As ideias pregadas no Confucionismo são
bastante diferentes das encontradas nas religiões
tradicionais do Ocidente. Na filosofia de Confúcio
não há um Deus, uma unidade criadora e muito
menos templos ou igrejas.
 Culto aos antepassados e oferendas aos mortos.
 As cinco virtudes essenciais: Amar o próximo, ser
justo, ter comportamento adequado, ter
consciência da vontade dos céus, cultivar a
sabedoria e a sinceridade.
 Continuar a tradição através da família.
Messyas Rhennyk
XINTOÍSMO
Messyas Rhennyk
DEFINIÇÃO Messyas Rhennyk
Messyas Rhennyk
PRINCIPAIS CRENÇAS
Messyas Rhennyk
Messyas Rhennyk
Messyas Rhennyk
SIQUISMO
Messyas Rhennyk
DEFINIÇÃO
 O Siquismo é uma
religião monoteísta com
elementos do hinduísmo
e do islamismo. Fundada
em fins do século XV no
Punjab, região dividida
entre o Paquistão e a
Índia, pelo Guru Nanak
(1469-1539) que quis
extrair o melhor da
religião hinduísta e
islâmica para formar
uma religião unificada.
Messyas Rhennyk
Messyas Rhennyk
PRINCIPAIS CRENÇAS
Sua doutrina básica é a crença em um único
Deus verdadeiro que é eterno e sem forma, ele é
o criador de todas as coisas e deve ser alvo de
devoção. Eles seguem a tradição hindu de crer
numa alma imortal, na reencarnação e no carma.
Segundo a crença os seres humanos estão
afastados de Deus devido seu egocentrismo,
somente as ações positivas é o que fará a pessoa
progredir espiritualmente e se unir com Deus,
enquanto que as ações negativas faz com que as
pessoas renasçam muitas vezes de formas
inferiores como plantas e animais até evoluir.
O TEMPLO DE OURO
Messyas Rhennyk
Harmandir Sahib informalmente chamado de
O Templo Dourado ou Templo de Deus é
culturalmente o mais importante lugar de culto
dos siques. Está localizado na cidade
de Amritsar- Índia . Originalmente construído
em 1574, o local do templo foi cercado por um
pequeno lago e por escassa vegetação.
BASE LITERÁRIA
Messyas Rhennyk
O Sri Guru Granth Sahib é o texto religioso
central do siquismo , considerado pelos siques
como sendo o definitivo, soberano e eterno Guru,
finalizado a sequência dos Gurus da religião.
Trata-se de um texto volumoso, composto por
1 430 páginas e consiste numa coleção de hinos -
descrevendo as qualidades de Deus e a
necessidade da medição no Seu Nome (Naam).
PRINCIPAIS MENSAGENS
Um Deus único
para todos;
Todos são iguais -
as mulheres são
iguais aos homens;
Fale e viva a
verdade;
Controle os cinco
vícios (luxúria, ira,
ganância, apego e
presunção);
Messyas Rhennyk
Faça a vontade de
Deus
Pratique a
humildade, a
gentileza, a
compaixão, o amor,
etc.;
Sempre mantenha
a mente aberta e
continue a aprender.
Messyas Rhennyk
Embora pouco difundido, o Sikhismo está entre a
quinta ou sexta maior religião do mundo. O
número é estimado em cerca de 23 milhões, é
estimado que 19 milhões vivem na Índia,
concentrados, em sua maioria, no estado
do Panjabi e tem algumas comunidades em
outras partes do mundo.
Messyas Rhennyk
Em todo o mundo existem milhares de
manifestações religiosas, a religião está
difundida por toda parte...
CONCLUSÃO
Messyas Rhennyk
Compreendemos que a religião é uma forma
de alimento às nossas esperanças, como uma
força que nos impulsiona em direção à
construção daquilo que consideramos justo,
ético e ideal. A crença de que em última
instância, algo ou alguém irá nos socorrer,
que não estamos abandonados à própria sorte
e que essa transcendência pode nos dar a
força necessária para prosseguirmos em
nossa aventura pela vida! A religião pode
também nos ensinar a conviver com nossos
conflitos interiores e aceitarmos o que é
inevitável...
Messyas Rhennyk
Talvez elevar o pensamento ao céu, ao
infinito do universo, possa colocá-lo à
altura de nossos desejos!
Messyas Rhennyk
ALVES, Rubem. O que é religião? São Paulo: Edições Loyola, 2003.
ALLABOUTRELIGION. Origem da religião. Disponível em: http://www.allaboutreligion.org/portuguese/origem-
da-religiao. Acessado em: 16/09/2013.
AQUINO. Thiago André Moura de. Religiosidade Natural: Panteísmo e Práxis Vital. 28 de junho, 2013.
BRASILEIRA, Federação Espírita. Curso de Estudo Aprofundado da Doutrina Espírita. Livro I:
Cristianismo e Espiritismo: orientações espíritas e sugestões didático-pedagógicas direcionadas ao estudo do
Espiritismo. Segunda Edição. Revista e ampliada. Brasília [DF]:, 2010.
BARBIER, Regis Alain. Panteísmo. Disponível em: http://iup.org.br/panteismo-2. Acessado em: 14/06/2013.
CANCIAN, André. Os Fundamentos do Ateísmo. Disponível em: http://ateus.net/artigos/ateismo/os-
fundamentos-do-ateismo/. Acessado em: 20/07/2013.
COTRIN, Gilberto, 1955. História geral, Brasil e global. São Paulo: Saraiva, 2005.
DANTAS, Tiago. Judaísmo. Disponível em: http://www.brasilescola.com/religiao/judaismo.htm . Acessado em :
20/07/2013.
DAWKINS, Richard, 1941- Deus, um delírio. Tradução de Fernanda Ravagnani. — São Paulo, Companhia das
Letras, 2007.
DEUTERONÔMIO. In: BÍBLIA. Português. Bíblia Sagrada. Traduzida em Português por João Ferreira de
Almeida. Revista e Corrigida. Ed. 1995. São Paulo: Sociedade Bíblica do Brasil.1995. p. 141.
ELIADE, Mircea, 1907 1986. O sagrado e o profano. Tradução Rogério Fernandes. – São Paulo: Martins Fontes,
(Tópicos). 1992.
EVANGELHO segundo S. João. In: BÍBLIA. Português. Bíblia Sheed. Traduzida em Português por João Ferreira
de Almeida. Revista e Atualizada. Editor responsável Russell P. Shed. 2ª Ed. São Paulo: Vida Nova .1998. p. 1500.
FREUD, Sigmund. (1976). Totem e tabu. In S. Freud, Edição standard brasileira das obras psicológicas
completas de Sigmund Freud (Vol. 13, pp. 17-194). Rio de Janeiro: Imago. (Trabalho original publicado em 1913).
GAARDER, Jostein; HELLERN, Victor; NOTAKER, Henry. O livro das religiões.
São Paulo: Companhia das letras, 2000.
HASSAN, Naim. O caminho para o monoteísmo. Escritório do Cheikh Akl da Comunidade dos Unitaristas
Drusos, Belém, 2011.
HOUAISS, Instituto Antônio. Dicionário Eletrônico da Língua Portuguesa. Editora Objetiva Ltda. Junho de
2009.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
Messyas Rhennyk
HUME, David. História natural da religião. Tradução, apresentação e notas de Jaimir Conte. São Paulo:
Editora UNESP, 2005.
ISAÍAS. In: BÍBLIA. Português. Bíblia Sagrada Nova Tradução na Linguagem de Hoje. São Paulo:
Sociedade bíblica do Brasil. 2000. p. 841.
KARDEC, Allan. O livro dos espíritos. Tradução de Guillon Ribeiro. 76. ed. Brasília .DF. 1995.
KARDEC, Allan. A gênese. Tradução de Guillon Ribeiro. 50. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2006.
OLIVEIRA, Álvaro de. Filosofia monista. Disponível em: http://www.filosofiamonista.com.br/2012/01/o-que-e-
monismo.html. Acessado em: 10/07/2013.
PINTO, Tales. Zoroastrismo, a religião dos antigos persas. Disponível em:
http://www.brasilescola.com/mitologia/zoroastrismo-religiao-dos-antigos-persas. Acessado em: 13/07/2013.
PRIBERAM, Dicionário da Língua Portuguesa. Panteísmo. Disponível em: http://www.priberam.pt/dlpo/.
Acessado: 07 de maio, 2013.
SIQUISMO, In Britannica Escola Online. Enciclopédia Escolar Britannica. Siquismo. Disponível em:
<http://escola.britannica.com.br/article/482503/siquismo>. Acesso em: 16/09/2013.
TRATADOS, Associação Torre de Vigia de Bíblias e. O homem em busca de Deus. Cesário Lange, SP, Brasil.
Ed, 2006.
UNIVERSAL, Delta. Enciclopédia. Edição de 1987, Volume 10, pagina 5394.
VALERO, Marcus. Religião em busca da Transcendência. Disponível em: http://www.xr.pro.br/religiao.html.
Acessado em: 08/02/2013.

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Respeito a diversidade religiosa
Respeito a diversidade religiosaRespeito a diversidade religiosa
Respeito a diversidade religiosa
Paulo Gomes
 
Ensino religioso
Ensino religiosoEnsino religioso
Ensino religioso
Eponina Alencar
 
Os pré-socráticos
Os pré-socráticosOs pré-socráticos
Os pré-socráticos
João Paulo Rodrigues
 
Aula 01 filosofia mito, natureza e razão
Aula 01   filosofia mito, natureza e razãoAula 01   filosofia mito, natureza e razão
Aula 01 filosofia mito, natureza e razão
Elizeu Nascimento Silva
 
Principais Religiões do Mundo
Principais Religiões do MundoPrincipais Religiões do Mundo
Principais Religiões do Mundo
Alex Ferreira dos Santos
 
O que é Filosofia?
O que é Filosofia?O que é Filosofia?
O que é Filosofia?
Claudio Henrique Ramos Sales
 
Slides da aula de Filosofia (João Luís) sobre A Liberdade Filosófica
Slides da aula de Filosofia (João Luís) sobre A Liberdade FilosóficaSlides da aula de Filosofia (João Luís) sobre A Liberdade Filosófica
Slides da aula de Filosofia (João Luís) sobre A Liberdade Filosófica
Turma Olímpica
 
Existencialismo
ExistencialismoExistencialismo
Existencialismo
Portal do Vestibulando
 
O Estudo das Religiões: das primitivas às contemporâneas.
O Estudo das Religiões: das primitivas às contemporâneas.O Estudo das Religiões: das primitivas às contemporâneas.
O Estudo das Religiões: das primitivas às contemporâneas.
Virna Salgado Barra
 
A RELIGIÃO NO BRASIL
A RELIGIÃO NO BRASIL A RELIGIÃO NO BRASIL
A RELIGIÃO NO BRASIL
Jorge Miklos
 
Aula de filosofia antiga, tema: Sofistas
Aula de filosofia antiga, tema: SofistasAula de filosofia antiga, tema: Sofistas
Aula de filosofia antiga, tema: Sofistas
Leandro Nazareth Souto
 
Diversidade religiosa
Diversidade religiosaDiversidade religiosa
Diversidade religiosa
terceirao-zepires
 
A Filosofia Contemporânea - Os mestres da suspeita
A Filosofia Contemporânea  - Os mestres da suspeitaA Filosofia Contemporânea  - Os mestres da suspeita
A Filosofia Contemporânea - Os mestres da suspeita
Isaquel Silva
 
Aula 06 filosofia escolástica
Aula 06   filosofia escolásticaAula 06   filosofia escolástica
Aula 06 filosofia escolástica
Elizeu Nascimento Silva
 
Slide Ética e Moral
Slide Ética e MoralSlide Ética e Moral
Slide Ética e Moral
ProfessorRogerioSant
 
Mito e filosofia
Mito e filosofiaMito e filosofia
Mito e filosofia
Carla Brígida
 
Vida e morte
Vida e morteVida e morte
Vida e morte
iraciva
 
Sociologia - Aula Introdutória
Sociologia - Aula IntrodutóriaSociologia - Aula Introdutória
Sociologia - Aula Introdutória
Paula Meyer Piagentini
 
Filosofia medieval
Filosofia medievalFilosofia medieval
Filosofia medieval
Juliana Corvino de Araújo
 
Introdução à Sociologia
Introdução à SociologiaIntrodução à Sociologia
Introdução à Sociologia
Alison Nunes
 

Mais procurados (20)

Respeito a diversidade religiosa
Respeito a diversidade religiosaRespeito a diversidade religiosa
Respeito a diversidade religiosa
 
Ensino religioso
Ensino religiosoEnsino religioso
Ensino religioso
 
Os pré-socráticos
Os pré-socráticosOs pré-socráticos
Os pré-socráticos
 
Aula 01 filosofia mito, natureza e razão
Aula 01   filosofia mito, natureza e razãoAula 01   filosofia mito, natureza e razão
Aula 01 filosofia mito, natureza e razão
 
Principais Religiões do Mundo
Principais Religiões do MundoPrincipais Religiões do Mundo
Principais Religiões do Mundo
 
O que é Filosofia?
O que é Filosofia?O que é Filosofia?
O que é Filosofia?
 
Slides da aula de Filosofia (João Luís) sobre A Liberdade Filosófica
Slides da aula de Filosofia (João Luís) sobre A Liberdade FilosóficaSlides da aula de Filosofia (João Luís) sobre A Liberdade Filosófica
Slides da aula de Filosofia (João Luís) sobre A Liberdade Filosófica
 
Existencialismo
ExistencialismoExistencialismo
Existencialismo
 
O Estudo das Religiões: das primitivas às contemporâneas.
O Estudo das Religiões: das primitivas às contemporâneas.O Estudo das Religiões: das primitivas às contemporâneas.
O Estudo das Religiões: das primitivas às contemporâneas.
 
A RELIGIÃO NO BRASIL
A RELIGIÃO NO BRASIL A RELIGIÃO NO BRASIL
A RELIGIÃO NO BRASIL
 
Aula de filosofia antiga, tema: Sofistas
Aula de filosofia antiga, tema: SofistasAula de filosofia antiga, tema: Sofistas
Aula de filosofia antiga, tema: Sofistas
 
Diversidade religiosa
Diversidade religiosaDiversidade religiosa
Diversidade religiosa
 
A Filosofia Contemporânea - Os mestres da suspeita
A Filosofia Contemporânea  - Os mestres da suspeitaA Filosofia Contemporânea  - Os mestres da suspeita
A Filosofia Contemporânea - Os mestres da suspeita
 
Aula 06 filosofia escolástica
Aula 06   filosofia escolásticaAula 06   filosofia escolástica
Aula 06 filosofia escolástica
 
Slide Ética e Moral
Slide Ética e MoralSlide Ética e Moral
Slide Ética e Moral
 
Mito e filosofia
Mito e filosofiaMito e filosofia
Mito e filosofia
 
Vida e morte
Vida e morteVida e morte
Vida e morte
 
Sociologia - Aula Introdutória
Sociologia - Aula IntrodutóriaSociologia - Aula Introdutória
Sociologia - Aula Introdutória
 
Filosofia medieval
Filosofia medievalFilosofia medieval
Filosofia medieval
 
Introdução à Sociologia
Introdução à SociologiaIntrodução à Sociologia
Introdução à Sociologia
 

Destaque

Colonização espanhola da américa
Colonização espanhola da américaColonização espanhola da américa
Colonização espanhola da américa
Ócio do Ofício
 
Religiões Abraâmicas
Religiões AbraâmicasReligiões Abraâmicas
Religiões Abraâmicas
Ricardo Fernandes
 
2 historia-inicio-da-colonizacao-v01
2   historia-inicio-da-colonizacao-v012   historia-inicio-da-colonizacao-v01
2 historia-inicio-da-colonizacao-v01
João Victor Sacramento
 
Cultura indígena genoma
Cultura indígena genomaCultura indígena genoma
Cultura indígena genoma
Murilo Cisalpino
 
Cpm his 2 ano - colonização da américa espanhola
Cpm   his 2 ano - colonização da américa espanholaCpm   his 2 ano - colonização da américa espanhola
Cpm his 2 ano - colonização da américa espanhola
Jakson Raphael Pereira Barbosa
 
Deber individual 5.1 noemi
Deber individual 5.1 noemiDeber individual 5.1 noemi
Deber individual 5.1 noemi
cristina081188
 
33 historia-colonizacao-inglesa-na-america-v01
33   historia-colonizacao-inglesa-na-america-v0133   historia-colonizacao-inglesa-na-america-v01
33 historia-colonizacao-inglesa-na-america-v01
João Victor Sacramento
 
Trajes del Mundo
Trajes del MundoTrajes del Mundo
Trajes del Mundo
Cleopatra Reina
 
KVM Cluster with DRBD, ioDrive2 and Infiniband (130802 OSC京都)
KVM Cluster with DRBD, ioDrive2 and Infiniband (130802 OSC京都)KVM Cluster with DRBD, ioDrive2 and Infiniband (130802 OSC京都)
KVM Cluster with DRBD, ioDrive2 and Infiniband (130802 OSC京都)
株式会社サードウェア
 
Neolítico
NeolíticoNeolítico
Neolítico
sabinaverde
 
Prehistoria neolitico
Prehistoria   neoliticoPrehistoria   neolitico
Prehistoria neolitico
Teresa Arrabe Campanario
 
Evangelho de Mateus traduzido do Grego e seus erros de tradução
Evangelho de Mateus traduzido do Grego e seus erros de traduçãoEvangelho de Mateus traduzido do Grego e seus erros de tradução
Evangelho de Mateus traduzido do Grego e seus erros de tradução
ASD Remanescentes
 
Trajes típicos del mundo
Trajes típicos del mundoTrajes típicos del mundo
Trajes típicos del mundo
Noelia882012
 
Roupa Típica Dos Países
Roupa Típica Dos PaísesRoupa Típica Dos Países
Roupa Típica Dos Países
magdahoffmann
 
Colonização das américas
Colonização das américasColonização das américas
Colonização das américas
harlissoncarvalho
 
Tema 8 - La Prehistoria
Tema 8 - La Prehistoria Tema 8 - La Prehistoria
Tema 8 - La Prehistoria
cherepaja
 
Colonizações inglesa, francesa e holandesa
Colonizações inglesa, francesa e holandesaColonizações inglesa, francesa e holandesa
Colonizações inglesa, francesa e holandesa
Lú Carvalho
 
Indígenas do brasil
Indígenas do brasilIndígenas do brasil
Indígenas do brasil
Fatima Freitas
 
Quadro visualização de religião ampliada
Quadro visualização de religião ampliadaQuadro visualização de religião ampliada
Quadro visualização de religião ampliada
Isaias Christal
 

Destaque (20)

Colonização espanhola da américa
Colonização espanhola da américaColonização espanhola da américa
Colonização espanhola da américa
 
Religiões Abraâmicas
Religiões AbraâmicasReligiões Abraâmicas
Religiões Abraâmicas
 
2 historia-inicio-da-colonizacao-v01
2   historia-inicio-da-colonizacao-v012   historia-inicio-da-colonizacao-v01
2 historia-inicio-da-colonizacao-v01
 
Cultura indígena genoma
Cultura indígena genomaCultura indígena genoma
Cultura indígena genoma
 
Cpm his 2 ano - colonização da américa espanhola
Cpm   his 2 ano - colonização da américa espanholaCpm   his 2 ano - colonização da américa espanhola
Cpm his 2 ano - colonização da américa espanhola
 
Deber individual 5.1 noemi
Deber individual 5.1 noemiDeber individual 5.1 noemi
Deber individual 5.1 noemi
 
33 historia-colonizacao-inglesa-na-america-v01
33   historia-colonizacao-inglesa-na-america-v0133   historia-colonizacao-inglesa-na-america-v01
33 historia-colonizacao-inglesa-na-america-v01
 
Trajes del Mundo
Trajes del MundoTrajes del Mundo
Trajes del Mundo
 
A roupa dos atletas
A roupa dos atletasA roupa dos atletas
A roupa dos atletas
 
KVM Cluster with DRBD, ioDrive2 and Infiniband (130802 OSC京都)
KVM Cluster with DRBD, ioDrive2 and Infiniband (130802 OSC京都)KVM Cluster with DRBD, ioDrive2 and Infiniband (130802 OSC京都)
KVM Cluster with DRBD, ioDrive2 and Infiniband (130802 OSC京都)
 
Neolítico
NeolíticoNeolítico
Neolítico
 
Prehistoria neolitico
Prehistoria   neoliticoPrehistoria   neolitico
Prehistoria neolitico
 
Evangelho de Mateus traduzido do Grego e seus erros de tradução
Evangelho de Mateus traduzido do Grego e seus erros de traduçãoEvangelho de Mateus traduzido do Grego e seus erros de tradução
Evangelho de Mateus traduzido do Grego e seus erros de tradução
 
Trajes típicos del mundo
Trajes típicos del mundoTrajes típicos del mundo
Trajes típicos del mundo
 
Roupa Típica Dos Países
Roupa Típica Dos PaísesRoupa Típica Dos Países
Roupa Típica Dos Países
 
Colonização das américas
Colonização das américasColonização das américas
Colonização das américas
 
Tema 8 - La Prehistoria
Tema 8 - La Prehistoria Tema 8 - La Prehistoria
Tema 8 - La Prehistoria
 
Colonizações inglesa, francesa e holandesa
Colonizações inglesa, francesa e holandesaColonizações inglesa, francesa e holandesa
Colonizações inglesa, francesa e holandesa
 
Indígenas do brasil
Indígenas do brasilIndígenas do brasil
Indígenas do brasil
 
Quadro visualização de religião ampliada
Quadro visualização de religião ampliadaQuadro visualização de religião ampliada
Quadro visualização de religião ampliada
 

Semelhante a História das-religiões

Religiões, Seitas e Heresias - Aula 1
Religiões, Seitas e Heresias - Aula 1Religiões, Seitas e Heresias - Aula 1
Religiões, Seitas e Heresias - Aula 1
PIBJA
 
Introdução ao pensamento religioso
Introdução ao pensamento religiosoIntrodução ao pensamento religioso
Introdução ao pensamento religioso
Jarley Fernandes
 
Religiões da humanidade
Religiões da humanidadeReligiões da humanidade
Religiões da humanidade
Over Lane
 
Materialismo e Espiritismo
Materialismo e EspiritismoMaterialismo e Espiritismo
Materialismo e Espiritismo
Helio Cruz
 
Religiões da humanidade.
Religiões da humanidade.Religiões da humanidade.
Religiões da humanidade.
Over Lane
 
Religioes da humanidade
Religioes da humanidadeReligioes da humanidade
Religioes da humanidade
Over Lane
 
Filosofia das religiões aulas 1 e 2
Filosofia das religiões aulas 1 e 2Filosofia das religiões aulas 1 e 2
Filosofia das religiões aulas 1 e 2
Keiler Vasconcelos
 
Conhecimento Religioso
Conhecimento ReligiosoConhecimento Religioso
Conhecimento Religioso
Gilberto75
 
Homo religiosus
Homo religiosusHomo religiosus
Homo religiosus
Silas Bruno Mps
 
Slides da Disciplina de Filosofia da Religião
Slides da Disciplina de Filosofia da ReligiãoSlides da Disciplina de Filosofia da Religião
Slides da Disciplina de Filosofia da Religião
andrealvessobral
 
Instituição religiosa
Instituição religiosaInstituição religiosa
Instituição religiosa
roberto mosca junior
 
O Que Religião.pptx
O Que Religião.pptxO Que Religião.pptx
O Que Religião.pptx
RafaelAssis52
 
Religioes da humanidade
Religioes da humanidade  Religioes da humanidade
Religioes da humanidade
Paulo Henrique
 
Conhecimento Religioso
Conhecimento ReligiosoConhecimento Religioso
Filosofia medieval slide
Filosofia medieval slideFilosofia medieval slide
Filosofia medieval slide
Alexandre Misturini
 
Apostila de movimento religiosos
Apostila de movimento religiososApostila de movimento religiosos
Apostila de movimento religiosos
Ederaldo Rodrigues
 
Antropologia, histótia e sociologia da religião
Antropologia, histótia e sociologia da religiãoAntropologia, histótia e sociologia da religião
Antropologia, histótia e sociologia da religião
Werkson Azeredo
 
Aula 05 Curso Básico de Espiritismo
Aula 05 Curso Básico de EspiritismoAula 05 Curso Básico de Espiritismo
Aula 05 Curso Básico de Espiritismo
liliancostadias
 
Fé e razão, uma conversa entre a ciência e a religião
Fé e razão, uma conversa entre a ciência e a religiãoFé e razão, uma conversa entre a ciência e a religião
Fé e razão, uma conversa entre a ciência e a religião
Leandro Nazareth Souto
 
A origem da humanidade
A origem da humanidadeA origem da humanidade
A origem da humanidade
ViniciusGomes153
 

Semelhante a História das-religiões (20)

Religiões, Seitas e Heresias - Aula 1
Religiões, Seitas e Heresias - Aula 1Religiões, Seitas e Heresias - Aula 1
Religiões, Seitas e Heresias - Aula 1
 
Introdução ao pensamento religioso
Introdução ao pensamento religiosoIntrodução ao pensamento religioso
Introdução ao pensamento religioso
 
Religiões da humanidade
Religiões da humanidadeReligiões da humanidade
Religiões da humanidade
 
Materialismo e Espiritismo
Materialismo e EspiritismoMaterialismo e Espiritismo
Materialismo e Espiritismo
 
Religiões da humanidade.
Religiões da humanidade.Religiões da humanidade.
Religiões da humanidade.
 
Religioes da humanidade
Religioes da humanidadeReligioes da humanidade
Religioes da humanidade
 
Filosofia das religiões aulas 1 e 2
Filosofia das religiões aulas 1 e 2Filosofia das religiões aulas 1 e 2
Filosofia das religiões aulas 1 e 2
 
Conhecimento Religioso
Conhecimento ReligiosoConhecimento Religioso
Conhecimento Religioso
 
Homo religiosus
Homo religiosusHomo religiosus
Homo religiosus
 
Slides da Disciplina de Filosofia da Religião
Slides da Disciplina de Filosofia da ReligiãoSlides da Disciplina de Filosofia da Religião
Slides da Disciplina de Filosofia da Religião
 
Instituição religiosa
Instituição religiosaInstituição religiosa
Instituição religiosa
 
O Que Religião.pptx
O Que Religião.pptxO Que Religião.pptx
O Que Religião.pptx
 
Religioes da humanidade
Religioes da humanidade  Religioes da humanidade
Religioes da humanidade
 
Conhecimento Religioso
Conhecimento ReligiosoConhecimento Religioso
Conhecimento Religioso
 
Filosofia medieval slide
Filosofia medieval slideFilosofia medieval slide
Filosofia medieval slide
 
Apostila de movimento religiosos
Apostila de movimento religiososApostila de movimento religiosos
Apostila de movimento religiosos
 
Antropologia, histótia e sociologia da religião
Antropologia, histótia e sociologia da religiãoAntropologia, histótia e sociologia da religião
Antropologia, histótia e sociologia da religião
 
Aula 05 Curso Básico de Espiritismo
Aula 05 Curso Básico de EspiritismoAula 05 Curso Básico de Espiritismo
Aula 05 Curso Básico de Espiritismo
 
Fé e razão, uma conversa entre a ciência e a religião
Fé e razão, uma conversa entre a ciência e a religiãoFé e razão, uma conversa entre a ciência e a religião
Fé e razão, uma conversa entre a ciência e a religião
 
A origem da humanidade
A origem da humanidadeA origem da humanidade
A origem da humanidade
 

História das-religiões

  • 2. “A religião é a convicção de que existem, poderes transcendentes, pessoais ou impessoais, que atuam no mundo, e se expressa por pensamento, sentimento, intenção e ação”. Helmuth von Glasenapp (1891-1963) Messyas Rhennyk
  • 3. QUAL A ORIGEM DA RELIGIÃO ? Messyas Rhennyk
  • 4. São inúmeras as teorias para a origem da religião, uma dessas é o fetichismo, termo usado para designar culto dos animais, vegetais e objetos inanimados. Messyas Rhennyk
  • 5.  O antropólogo inglês Edward Burnett Tylor (1832-1917) propôs uma teoria chamada de animismo, segundo ele a religião nasceu das experiências que o homem primitivo tinha, como sonhos com entes queridos falecidos, visões e alucinações o que levou o ser humano a concluir que o corpo era habitado por uma alma ou espírito que continuava a viver após a morte passando a morar nos elementos da natureza e estes objetos em que se acreditava que as almas habitavam passaram a ser adorados como deuses e assim disse Tylor, nasceu a religião. Messyas Rhennyk
  • 6.  Outra teoria é do antropólogo inglês Robert Ranulph Marett (1866-1943) que contornou o animismo, chamando-o de animatismo. Ele concluiu que os povos primitivos ao invés de terem uma noção de uma alma pessoal criam que existia uma força superior impessoal que dava vida a todas as coisas; tal crença fez com que eles tivessem um sentimento de reverencia e temor tornando-se a base para sua primitiva religião. Messyas Rhennyk
  • 7.  O especialista em folclore antigo, o escocês James George Frazer (1909) em seu livro The Golder Bough (O Ramo Dourado), argumenta que a religião surgiu da magia dos povos primitivos que tentaram primeiro controlar a própria vida e o seu meio imitando as coisas que via acontecer na natureza, ou seja, borrifavam água no chão com batuques de tambor para atrair chuvas e trovoadas, espetavam um boneco artesanal para causar danos aos seus inimigos bem como outras práticas similares. Com isso surgiram os ritos, feitiços e objetos mágicos. Messyas Rhennyk
  • 8. Segundo Sigmund Freud (1856-1939), a religião surgiu de uma necessidade de defesa contra as forças da natureza, como todas as outras realizações da civilização. No indivíduo, ela surge do desamparo. Esse desamparo é inicialmente o desamparo da criança, e posteriormente, o desamparo do adulto que a continua. Messyas Rhennyk
  • 9. ...Quando o indivíduo cresce e descobre que está destinado a permanecer uma criança para sempre, que nunca poderá passar sem proteção contra os poderes superiores (da morte, da natureza, etc), empresta a esses poderes as características pertencentes à figura do pai; cria para si próprio os deuses a quem teme e, não obstante, confia sua própria proteção.Sendo assim, Freud afirma que "é a defesa contra o desamparo infantil que empresta suas feições características à reação do adulto ao desamparo que ele tem de reconhecer - reação que é, exatamente, a formação da religião." Messyas Rhennyk
  • 10. A história da religião é tão antiga como a história do próprio homem, é isto que afirma os arqueólogos e antropólogos. Mesmo entre civilizações mais “primitivas” querendo-se com isso dizer as civilizações não desenvolvidas, há evidencias de algum tipo de adoração. De fato, The New Encyclopedia Britannica (Nova enciclopédia Britânica) diz que até onde os peritos conseguiram descobrir, jamais existiu um povo, em qualquer parte, em qualquer tempo, que não fosse de algum modo religioso (TRATADOS, 2006, p. 19). Messyas Rhennyk
  • 11. AS FORMAS MAIS NUMEROSAS, EVIDENTES E EXPLICITAS DE CULTO RELIGIOSO FEITO PELO HOMEM DO PALEOLÍTICO ATÉ O MOMENTO É DATADO POR VOLTA DE 35.000 A.C. Messyas Rhennyk
  • 12. Há anos os pesquisadores se debatem sobre o assunto, estudando os fósseis e outros vestígios encontrados de povos antigos, porém são conclusões incertas, não se sabe de fato a origem da religião, o que se sabe é que em toda parte do planeta onde houve agrupamento humano, a religião é um fenômeno de grande importância e sempre esteve presente na história da humanidade. Messyas Rhennyk
  • 13. Por causa de tantas incertezas, o livro Religiões do mundo – da História antiga ao presente (em inglês) conclui que “os modernos historiadores de religião sabem que é impossível chegar às origens da religião”... “Depois de anos se debatendo com o assunto, muitos chegaram à conclusão de que é muito improvável que se encontre uma solução definitiva para a pergunta sobre como a religião começou. Em primeiro lugar, isto se dá porque os ossos e outros vestígios de povos antigos não nos dizem o que essas pessoas pensavam o que temiam e porque adoravam”. (TRATADOS 2006, p. 26)
  • 14. “SENDO ASSIM AS RESPOSTAS SÃO MERAS TEORIAS, MUITAS FORAM ATÉ ESQUECIDAS E NENHUMA REALMENTE SE DESTACOU COMO SENDO A VERDADEIRA PELA SIMPLES RAZÃO DE NÃO HAVER EVIDENCIA HISTÓRICA OU PROVA DE QUE TAIS TEORIAS FOSSEM VERÍDICAS”. Messyas Rhennyk
  • 15. RELIGIÃO: DEFINIÇÃO Dentro do que se define como religião podem- se encontrar muitas crenças e filosofias diferentes. As diversas religiões do mundo são de fato muito diferentes entre si. Porém ainda assim é possível estabelecer uma característica em comum entre todas elas. Messyas Rhennyk
  • 16. O dicionário Houaiss (2009), faz a seguinte definição para religião: “Religião é um sistema de doutrinas, crenças e práticas rituais próprias de um grupo social, estabelecido segundo uma determinada concepção de divindade e da sua relação com o homem; fé, culto. É a crença na existência de um poder ou princípio superior, sobrenatural, do qual depende o destino do ser humano e ao qual se deve respeito e obediência”. Messyas Rhennyk
  • 17.  Religião (do latim religare, significando religação com o divino ) é um conjunto de sistemas culturais e de crenças, além de visões de mundo, que estabelece os símbolos que relacionam a humanidade com a espiritualidade e os valores morais. Essa religação abrange qualquer forma de aspecto místico e religioso tais como: seitas, mitologias, doutrinas ou formas de pensamento que tenham como característica fundamental um conteúdo metafísico.  Dawkins (2007) definiu religião como um sistema de crenças e de práticas relativas às coisas sagradas...  Para Gaarder, Hellern e Notaker (2000), todas as manifestações de crenças independente do seguimento ou matriz é religião... Messyas Rhennyk
  • 18. TIPOS DE RELIGIÃO Há várias formas de religião, e são muitos os modos que vários estudiosos utilizam para classificá-las. Porém há características comuns às religiões que aparecem com maior ou menor destaque em praticamente todas as divisões. Nesta classificação as religiões são divididas em 4 grandes grupos : Panteístas Politeístas Monoteístas Ateístas Messyas Rhennyk
  • 19. PANTEÍSMO Segundo os dicionários Priberam de língua portuguesa (2013), panteísmo é a “doutrina ou sistema filosófico que só admite como Deus o todo, a universalidade dos seres”. Para essa crença religiosa Deus não é um ser pessoal. Considera-se como Deus a totalidade dos seres, ou seja, a composição de todo o universo. Tudo é Deus e Deus é tudo. Messyas Rhennyk
  • 20.  Os panteístas costumam fazer meditações, dar importância a cada fenômeno da natureza, observando cada detalhe por mais insignificante que seja. Toda a natureza, toda a imensidão do universo é a própria divindade. Messyas Rhennyk
  • 21. BASE LITERÁRIA  Próprias de culturas ágrafas, não possuem em geral qualquer forma de base escrita, sendo transmitidas por tradição oral. Messyas Rhennyk Mitologia  Na mitologia panteísta, tudo é Deus, ele é o próprio universo tudo está interligado num equilíbrio ecossistêmico e místico. Crê-se em espíritos e geralmente em reencarnação, é comum também o culto aos antepassados. Procura-se manter a harmonia com a natureza, e o mundo comumente é tido como eterno. É muito comum o uso de ervas, banhos em rios, esses rituais “geralmente estão ligados a natureza e ocorrendo em contato com esta. É comum o uso de infusões de ervas, danças, oráculos e cerimônias ao ar livre”. Rituais
  • 22. POLITEÍSMO O termo politeísmo vem do grego que significa crença em muitos deuses. Essas divindades podem ser do gênero masculino, feminino ou indefinido, porém individual e independente, com personalidades e vontades próprias. Messyas Rhennyk
  • 23.  Para Jostein Gaarder (2000, p. 20), “em religiões que possuem diversos deuses, é comum estes terem funções distintas, bem como esferas definidas de responsabilidade”.  O período anímico da evolução religiosa da humanidade terrestre fez nascer diferentes tipos de adoração: litolatria (adoração de pedras, rochas e relevos dos solos); fitolatria (adoração dos vegetais); zoolatria (adoração de animais); idolatria (adoração de ídolos). A consequência natural da idolatria é o nascimento da mitologia, com a sua forma clássica de politeísmo... esclarece o Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa (BRASILEIRA, 2010 p. 15; 16). Messyas Rhennyk
  • 24. BASE LITERÁRIA  “Nas sociedades letradas possuem frequentemente registros literários sobre seus mitos, e mesmo nas ágrafas possuem tradições icônicas mais elaboradas” Messyas Rhennyk Mitologia  Para os politeístas a diversidade de deuses é incalculável, diversos deuses criaram, regem e destroem o mundo. Relacionam-se de forma tensa com os seres humanos, não raro hostis. As lendas dos deuses se assemelham a dramas humanos, havendo contos dos mais diversos tipos. oPassam a surgir os templos, embora em geral não abandonem totalmente os rituais ao ar livre. Em muitos casos ocorrem os sacrifícios humanos, oráculos e as feitiçarias de controle ambiental. Rituais
  • 26. MONOTEÍSMO “Doutrina religiosa que defende a existência de uma única divindade. Culto ou adoração de um único deus” (HOUAISS, 2009). Messyas Rhennyk
  • 27.  A doutrina de um Deus supremo e único autor da natureza é muito antiga e propagou-se em nações importantes e populosas, onde pessoas de todas as classes a abraçaram. A divindade, nas religiões monoteístas, é onipotente, onisciente e onipresente, não deixando de lado nenhum dos aspectos da vida terrena. Messyas Rhennyk
  • 28. BASE LITERÁRIA  Possuem Livros Sagrados definidos e que padronizam as formas de crença, servindo como referência obrigatória e trazendo códigos de leis. São tidos como detentores de verdades absolutas. Messyas Rhennyk Mitologia  Um Ser transcendente criou o mundo e o ser humano, há uma relação paternal entre criador e criaturas. Na maioria dos casos um semideus se rebela contra o criador trazendo males sobre todos os seres. Acredita-se em Messias, que são enviados para conduzir os povos, profetiza-se um evento renovador violento no final dos tempos, onde a ordem será restaurada pela divindade. o Geralmente restritas aos templos, as hierarquias ritualistas são mais rígidas, não há oráculos pessoais, mas sim profecias generalizadas com base no livro sagrado. Rituais
  • 29. Ateísmo, num sentido amplo, é a ausência de crença na existência de divindades .O ateísmo é oposto ao teísmo. O termo provém do grego que significa “sem deus”. Entretanto existe o ateísmo religioso. No caso do Oriente, o Ateísmo religioso surge principalmente na Índia, sob a forma do Budismo e do Jainísmo, e na China, sob o Taoismo e o Confucionismo. Messyas Rhennyk
  • 30.  Para os ateístas religiosos o universo é uma emanação de um princípio primordial "vazio", um Não Ser. Crê-se na possibilidade de evolução espiritual através de um trabalho íntimo, crê-se em diversos seres conscientes dos mais variados níveis, e geralmente em reencarnação. Messyas Rhennyk
  • 31. BASE LITERÁRIA  Possuem textos básicos de conteúdo predominantemente filosófico, não possuindo, entretanto força dogmática arbitrária ainda que sendo também revelados por sábios ou seres iluminados”. Messyas Rhennyk Mitologia  O Universo é uma emanação de um princípio primordial "vazio", um Não Ser. Crê-se na possibilidade de evolução espiritual através de um trabalho íntimo, crê-se em diversos seres conscientes dos mais variados níveis, e geralmente em reencarnação. o Embora ainda comuns nos templos são também frequentes fora destes. Desenvolvem-se técnicas de concentração, meditação e purificação mais específicas, baseadas antes de tudo no controle dos impulsos e emoções. Rituais
  • 34.  Segundo os cientistas a África é o continente onde se originou o homo sapiens. Portanto, a história da humanidade se inicia lá. Ao contrário do que se pensa, na África antes da chegada dos europeus, não só havia povos organizados em tribos. Houve além do Egito, diversos reinos e impérios bastante desenvolvidos, em vários aspectos, tais como, tecnológicos, econômicos, educacionais, culturais, e religiosos. Messyas Rhennyk
  • 35.  Há uma multiplicidade de religiões dentro desta categoria. Religiões tradicionais africanas envolvem ensinamentos, práticas e rituais, e visam a compreender o divino. Mesmo dentro de uma mesma comunidade, pode haver pequenas diferenças de percepção do sobrenatural.  Na maioria das tribos africanas existe a crença em um deus supremo, embora receba muitos nomes, geralmente associado ao céu e em alguns mitos associada à deusa terra. Para eles foi esse deus supremo que criou todas as coisas, alguns mitos dizem que esse deus tinha um contato íntimo com os seres humanos no início dos tempos, mas houve um desentendimento e deus se afastou agora só em casos de extrema emergência que se recorre a ele, não sendo necessário perturba-lo preferindo se voltar para os deuses e espíritos menores, esses deuses se encontram na natureza (GAARDER, 2000). Messyas Rhennyk
  • 36. Os deuses africanos, popularmente conhecidos como orixás correspondem a pontos de força da natureza, são divididos em quatro elementos, água, terra, fogo e ar e se encontram na natureza. Messyas Rhennyk
  • 38. DEFINIÇÃO  É uma religião que se desenvolveu na Índia, abrange inúmeras tradições religiosas e culturais. O hinduísmo é uma religião muito antiga, presume-se que tenha surgido há cerca de 4 ou 5 mil anos. Messyas Rhennyk Fundador  É formado por diferentes tradições e composto por diversos tipos, e não possui um fundador. De um modo geral os hindus cultuam cerca de 330 mil divindades diferentes, mas o hinduísmo é um sistema diversificado de pensamento, com crenças que abrangem o monoteísmo, politeísmo, panenteísmo, panteísmo, monismo e ateísmo, e o seu conceito de Deus é complexo, e está vinculado a cada uma das suas tradições e filosofias. Conceito de Deus
  • 39. Messyas Rhennyk Trimúrti- a trindade sagrada hinduísta composta de três deuses- Brama que é o criador, Xiva que é o destruidor (ou transformador) e Vixnu que é o preservador.
  • 40. BASE LITERÁRIA  O hinduísmo baseia-se no "tesouro acumulado de leis espirituais descobertas por diferentes pessoas em diferentes tempos."As escrituras foram transmitidas oralmente, na forma de versos - para auxiliar na sua memorização, muitos séculos antes de serem escritos. Ao longo dos séculos diversos sábios refinaram estes ensinamentos e expandiram o cânone. Na crença hindu pós-védica e moderna a maior parte das escrituras não costuma ser interpretadas literalmente; dá-se mais importância aos significados éticos e metafóricos derivados deles. A maior parte dos textos sagrados está em sânscrito, e os textos se dividem em duas classes: Shruti e Smriti. Messyas Rhennyk
  • 41.  Os Vedas formam a base do extenso sistema de escrituras sagradas do hinduísmo, que representam a mais antiga literatura de qualquer língua indo-europeia, Pode ser que sua composição tenha se iniciado por volta de 2000 a.C., ou mesmo antes. A palavra Veda, em sânscrito significa conhecer, conhecimento. Messyas Rhennyk
  • 42. PRINCIPAIS CRENÇAS  Avatar- Crença de que os deuses ou seres imortais, podem se manifestar corporalmente, para viver na terra. Qualquer espírito que ocupe um corpo de carne, representando assim uma manifestação divina na Terra.  Karma e Samsara- Samsara pode ser descrito como o fluxo incessante de renascimentos através dos mundos. O ciclo de morte e renascimento é encarado como um fato natural.O ciclo de ação, reação, nascimento, morte e renascimento é um contínuo, chamado de samsara. A noção de reencarnação e carma é uma premissa forte do pensamento hindu. A Lei de ação e reação, refere-se ao efeito que nossas ações geram em nosso futuro, tanto nesta vida como em outras vidas, após eventuais reencarnações. O carma une os conceitos de livre-arbítrio e destino. Messyas Rhennyk
  • 43.  Yoga- Qualquer que seja a maneira na qual o hindu defina a meta de sua vida, existem diversos métodos (yôgas) que os sábios ensinaram para se atingir aquela meta.Os caminhos que um indivíduo pode seguir para atingir a meta espiritual da vida (moksha ou samadhi) incluem, entre outros:  Bhakti Yoga (o caminho do amor e da devoção)  Karma Yoga (o caminho da ação correta)  Raja Yoga (o caminho da meditação)  Jnana Yoga (o caminho da sabedoria)  Raja Yoga (o caminho da união real) Messyas Rhennyk
  • 44.  Moksha/Nirvana- É a libertação do ciclo eterno de reencarnações para a união com Brahma, o deus ou alma universal. Uma alma atinge este estado após viver muitas vidas.Quando uma alma finalmente escapa do ciclo cármico, torna-se uno com Brahma logo que sua última encarnação corporal morrer, passando a existir em um plano mais elevado da existência que transcende os sofrimentos da vida material. Essencialmente, podemos dizer que a alma é reunida à energia intangível que criou o universo. Dependendo da ramificação do hinduísmo alguns creem que ao atingir o nirvana a pessoa passa a viver com deus, outros acreditam que a pessoa passa a fazer parte de deus, ou se tornar um com deus. Messyas Rhennyk
  • 46. DEFINIÇÃO  O judaísmo é a religião monoteísta mais antiga do mundo que sobrevive até os dias atuais, presume-se que tenha surgido há cerca de 4 ou 5 mil anos quando segundo a crença Deus mandou o patriarca Abraão sair em direção a terra prometida. Messyas Rhennyk Fundador  O judaísmo não tem um fundador propriamente dito , é uma religião que desenvolveu-se de forma conjunta ao da civilização hebraica, através dos patriarcas Abraão,Isaac e Jacó, dos 12 filhos de Jacó, mais tarde sistematizada por Moisés, Davi, Salomão, os profetas etc., sendo que foram esses dois últimos os reis que construíram o primeiro templo em Jerusalém. O monoteísmo é o princípio básico da religião judaica. unicidade absoluta de YHWH como Deus e criador, onipotente, onisciente, onipresente, que influencia todo o universo, mas que não pode ser limitado de forma alguma. Conceito de Deus
  • 47.  A religião é uma das bases da cultura hebraica. Enquanto a maioria dos povos antigos eram politeístas, os hebreus eram monoteístas, por meio da crença em um único Deus, eles edificaram o judaísmo. Messyas Rhennyk
  • 48.  Segundo COTRIN (2005), a “migração, fuga, lutas, cativeiro e dispersão fazem parte da história do povo hebreu, que conseguiu preservar sua cultura e tradição mesmo vivendo espalhados pelo mundo, transmitiram uma importante herança cultural às civilizações que os sucederam: o monoteísmo”. Messyas Rhennyk
  • 49.  De acordo com a tradição. Abraão deixou a sua terra “Ur dos caldeus” rumo a Canaã, a terra prometida, por um chamado de Deus. Abraão gerou um filho chamado Isaac, Isaac gerou Jacó que posteriormente foi chamado de Israel, Israel gerou dose filhos, que deram origem às dose tribos dos filhos de Israel, uma dessas tribos chamava-se Judá de cujo nome derivou o termo judeu. Séculos depois o termo judeu foi designado a todos os israelitas. Messyas Rhennyk
  • 50. BASE LITERÁRIA  De acordo com a tradição judaica o Cânone Judaico é composto de 24 livros conhecido como Tanakh que se agrupam em 3 conjuntos: A Lei ou Instrução, Os Profetas e Os Escritos, Os livros de 1 e 2 Samuel, são reunidos em um só livro, e 1 Reis e 2 Reis, também são considerados um só livro, assim como os 12 profetas "menores" estão em um só livro - "Os 12 profetas". Messyas Rhennyk
  • 51.  O Talmude é o livro que reúne muitas tradições orais e é dividido em quatro livros: Mishnah, Targumin, Midrashim e Comentários. É considerado um livro Sagrado, um registro das discussões rabínicas que pertencem à lei, ética, costumes e história do judaísmo . Messyas Rhennyk
  • 52. PRINCIPAIS ELEMENTOS DO JUDAÍSMO  Crença em único Deus;  Guarda do Sábado como dia de descanso;  Circuncisão dos meninos ao 8º dia de nascido;  Proibições de comer determinados alimentos considerados impuros;  Crença na vinda do Messias... Messyas Rhennyk
  • 53. RAMIFICAÇÕES DO JUDAÍSMO Messyas Rhennyk  O judaísmo possui diversas ramificações cujas interpretações religiosas diferem entre si. Cada judeu expressa sua forma de religião, de acordo com o pensamento religioso comunitário ao qual adere.
  • 54. JUDAÍSMO RABÍNICO Messyas Rhennyk Judaísmo rabínico) é o nome dado ao judaísmo tradicional, que aceita o Tanakh como revelação divina e a Torá Oral também como fonte de autoridade. Recebe este nome devido ao fato de dar grande valor aos ensinamentos rabínicos através dos tempos codificados principalmente no Talmud . Este está subdividido em: Judaísmo ortodoxo Judaísmo conservador Judaísmo reconstrucionista Judaísmo liberal
  • 55. JUDAÍSMO CARAÍTA Messyas Rhennyk Defende unicamente a autoridade das Escrituras Hebraicas como fonte de Revelação Divina, a Crença Única e Absoluta em Deus e que sua Revelação Única foi dada através de Moshê na Torá (que não admite adições ou subtrações) e nos profetas da Tanakh. Confiam na Providência divina e esperam a vinda do Messias e a Ressurreição dos Mortos.
  • 56. JUDAÍSMO ATEÍSTICO Messyas Rhennyk Um judeu ateísta é um membro da comunidade judaica que não crê na existência de Deus , mas que ainda se considera um judeu, identificando- se não com a religião, mas sim com os costumes étnicos e culturais. Ainda que à primeira vista possa parecer uma contradição, ser judeu não leva necessariamente a uma crença religiosa.
  • 57. CONCEPÇÃO SOBRE O QUE ACONTECE APÓS A MORTE Messyas Rhennyk Nas atuais correntes do judaísmo, as afirmações sobre o que acontece após a morte são postulados e não afirmações, A maioria das correntes crê em uma ressurreição no mundo vindouro, enquanto outra parcela do judaísmo crê na reencarnação, e o sentido do que seja ressurreição ou reencarnação varia de acordo com a ramificação.
  • 59. DEFINIÇÃO E FUNDADOR O Cristianismo é uma religião que surgiu no século I. Seu fundador foi um judeu chamado Jesus de Nazaré. A princípio nada mais era do que um segmento religioso que surgiu dentro do judaísmo com ideias inovadoras. Messyas Rhennyk
  • 60. Os judeus acreditavam que Deus enviaria um rei ungido que libertaria seu povo da escravidão. Este rei, conhecido como Messias estabeleceria um reino de justiça e paz. Ao longo dos anos, muitos apareceram dizendo que era este Messias. Mais ou menos com 30 anos Jesus apareceu proclamando que era o Messias e o Filho de Deus e com sua doutrina eloquente atraiu muitos seguidores. Messyas Rhennyk
  • 61. Enquanto suas mensagens agradava a muitos, confrontava a outros, principalmente aos lideres da religião judaica e também ao poder político, desta forma Jesus começou a ser perseguido, tanto por lideres judeus como pelas autoridades romanas que dominava na época. Messyas Rhennyk
  • 62. Apesar das perseguições Jesus continuava com suas pregações até que foi preso e condenado à morte de cruz. Messyas Rhennyk
  • 63. Entretanto quando Jesus foi condenado, já tinha muitos seguidores convencidos de que ele realmente era o Messias e Filho Deus, o Salvador. A morte de Jesus, fortaleceu ainda mais a fé de seus seguidores, pois três dias após sua condenação, seus discípulos afirmaram que seu mestre havia ressuscitado dentre os mortos. Messyas Rhennyk
  • 64. O número dos seguidores da doutrina de Jesus, crescia cada vez mais e apesar das perseguições os discípulos continuavam expandindo a nova doutrina não só em Jerusalém mas também em outros regiões, surgindo muitas comunidades cristãs. Segundo a tradição , foi em Antioquia que os seguidores de Jesus foi pela primeira vez chamados de cristãos, o conjunto dessas comunidades era denominado Igreja. Messyas Rhennyk
  • 65. A expansão do cristianismo se intensifica ainda mais quando Saulo, também conhecido como Paulo de Tarso, um temível perseguidor dos cristãos se converte a esta nova religião, pois este começou a levar a nova mensagem de Jesus por várias partes do Império romano, como Grécia e Roma. Messyas Rhennyk
  • 66. Como o cristianismo surgiu dentro do judaísmo muitos de seus costumes eram semelhantes a essa matriz religiosa, dentre estes a circuncisão. Havendo assim uma séria discussão se os cristãos não judeus deveriam ou não seguir os rituais judaicos. Surge então o primeiro concilio, conhecido como o concilio de Jerusalém.  O Concilio de Jerusalém aconteceu mais ou menos no ano 51. Foi uma reunião inicial entre as lideranças cristãs nos meados do século I, para abordar se os gentios (não-judeus) deveriam seguir costumes da religião judaica.
  • 67.  Em resultado foi elaborado uma Carta Apostólica que foi enviada aos cristãos da Síria e Cilícia. A Carta diz que: “Os apóstolos e os anciãos, vossos irmãos, aos irmãos dentre os gentios que moram em Antioquia, na Síria e na Cilícia, saudações! Tendo sabido que alguns dos nossos, sem mandato de nossa parte, saindo até vós, perturbaram-vos, transtornando vossas almas com suas palavras, pareceu-nos bem, chegados a pleno acordo, escolher alguns representantes e enviá-los a vós junto com nossos diletos Barnabé e Paulo, homens que expuseram suas vidas pelo nome de nosso Senhor, Jesus Cristo. Nós vos enviamos, pois, Judas e Silas, eles também transmitindo, de viva voz, esta mesma mensagem. De fato, pareceu bem ao Espírito Santo e a nós não vos impor nenhum outro peso além destas coisas necessárias: que vos abstenhais das carnes imoladas aos ídolos, do sangue, das carnes sufocadas, e das uniões ilegítimas. Fareis bem preservando-vos destas coisas. Passai bem”. (Atos 15:23-29)
  • 68. Jesus não deixou nada escrito, de inicio sua mensagem foi sendo transmitida oralmente pelos apóstolos, até que estes começaram a escrever em forma de cartas e cópias eram enviadas para as comunidades cristãs. Esses escritos formaram posteriormente o novo testamento.
  • 69. No governo de Nero a perseguição aos cristãos se intensificou ainda mais, pois eram contra a religião oficial de Roma que era politeísta. Dentre muitas punições, muitos cristãos foram mortos a fio de espada, esquartejados, lançados nas arenas para ser devorados por leões, essa perseguição durou quase três séculos. Apesar das perseguições o cristianismo conseguiu sobreviver e conquistar um número crescente de adeptos, pois sua resistência ao sofrimento nos martírios começou a ser interpretada como uma força sobrenatural vinda de Deus.
  • 70. Com as crises socioeconômicas que Roma vinha sofrendo a partir do século III, muitas pessoas das classes dominantes tornaram-se cristãs, como consequência positiva a perseguição aos cristãos foi diminuindo cada vez mais. Em 313 d.C., o Imperador Constantino que havia se convertido a nova fé, concedeu liberdade religiosa em todo império romano através do Edito de Milão. Desta forma os cristãos puderam professar publicamente sua fé, construindo templos e celebrar seu culto. Em 380 d.C., quando Teodósio se tornou cristão, o cristianismo passou ser a religião oficial de Roma.
  • 71.  Ao longo de sua história houve divisões entre os cristãos, razões históricas, políticas e teológicas contribuíram para essa divisão. Como tentativa de unificar os cristãos foram realizados vários concílios. Dentre estes se destacam 7. 1. Concílio de Nicéia, 325 Assunto: A Natureza de Cristo dentro da Trindade. 2. Concílio de Constantinopla, 381 Assunto: O modo em que a humanidade e a divindade se relacionam em Jesus Cristo. Conflito entre a escola de Alexandria (alegorista) e a de Antioquia (literalista).
  • 72.  3. Concílio de Éfeso, 421  Assunto: O modo em que a humanidade e a divindade de Jesus Cristo se relacionam... qual foi a maneira de Jesus Cristo vir ao mundo, e qual foi a sua natureza na encarnação. O termo mais controvertido foi “theótokos”, termo aplicado a Maria e significando “mãe de Deus/genitora de Deus”.  4. Concílio de Calcedônia, 451  Assunto: A humanidade e a divindade de Cristo. A questão de uma natureza ou duas. Neste concílio a Igreja ficou dividida.
  • 73.  As disputas dogmáticas que surgiram durante o concílio levaram ao cisma calcedoniano .  As igrejas calcedonianas eram as que permaneceram unidas com as igrejas de Roma e Constantinopla.  As Igrejas que não concordaram com o concílio de Calcedônia ficou conhecida como igrejas não calcedonianas ou Igrejas ortodoxas orientais. Baseiam a sua doutrina nos três primeiros concílios ecumênicos (Niceia, Constantinopla e Éfeso) e por isso alguns as chamam as Igrejas dos três concílios.
  • 74.  Atualmente existe cerca de 60 milhões de cristãos ortodoxos orientais não calcedonianos.  Igreja Ortodoxa Copta  Igreja Ortodoxa Síria  Igreja Apostólica Armênia  Igreja Ortodoxa Etíope  Igreja Ortodoxa Eritreia  Igreja Ortodoxa Indiana  Apesar de serem autocéfalas, isto é, independentes umas das outras, estas Igrejas partilham as mesmas crenças e doutrinas cristãs.
  • 75.  5. Concílio de Constantinopla (2º) , 553  Assunto: O modo em que a humanidade de Cristo se relaciona com a divindade. Os “monofisitas” afirmavam que Cristo tinha uma só natureza.  6. Concílio de Constantinopla (3º), 680-681  Assunto: O monotelísmo... afirmou que Cristo tinha duas naturezas, mas uma só vontade.  7. Nicéia (2º), 787 – Último concílio universal  Assunto: O uso de imagens nas igrejas e no culto.  Em 1054 houve um cisma na Igreja, conhecida como cisma do oriente. O Cisma do Oriente é o nome dado à divisão da Igreja Católica, ocorrida em 1054, entre a Igreja chefiada pelo papa, em Roma, e a Igreja chefiada pelo patriarca, em Constantinopla.O Cisma foi o resultado de um constante distanciamento entre as práticas cristãs efetuadas pelas duas vertentes do catolicismo, além de representar uma disputa pelo poder político e econômico na região mediterrânica.
  • 76. O Cisma do Oriente ocorreria em 1054, após o patriarca Miguel Cerulário ser excomungado pelo papa de Roma. Com essa decisão, Cerulário proclamou a separação oficial entre as duas igrejas. A partir daí mais uma vez a Igreja ficou dividida em Igreja Ortodoxa ou Igreja Católica do Oriente, com sede em Constantinopla, e a Igreja Católica Apostólica Romana, sediada em Roma.
  • 77. O cristianismo agora tinha três vertentes:  Igreja Católica Apostólica Romana Cristã.  Com sede em Roma.  Igrejas Católicas ortodoxas orientais não calcedonainas.  Autocéfalas, ou seja independentes uma das outras, mas partilhando a mesma fé e doutrina.  Igreja Católica Ortodoxa.  Com sede em Constantinopla.
  • 78. Reforma protestante  Mais ou menos 500 anos depois do cisma no oriente, surge mais uma vertente no cristianismo, conhecido como Reforma Protestante.  Os principais autores da reforma protestante são: Martinho Lutero, João Calvino , o rei da Inglaterra Henrique VIII e Thomas Muntzer.
  • 79.  Martinho Lutero o Precursor da Reforma Protestante na Europa, Lutero nasceu na Alemanha no ano de 1483 e fez parte da ordem agostiniana. Em 1507, ele foi ordenado padre, mas devido as suas ideias que eram contrárias as pregadas pela igreja católica, ele foi excomungado. o Foi um dos primeiros a contestar fortemente os dogmas da Igreja Católica. Afixou na porta da Igreja de Wittenberg as 95 teses que criticavam vários pontos da doutrina católica. o Martinho Lutero foi convocado as desmentir as suas 95 teses na Dieta de Worms, convocada pelo imperador Carlos V. Em 16 de abril de 1521, Lutero não só defendeu suas teses como mostrou a necessidade da reforma da Igreja Católica. o Surgiu assim a Igreja Luterana.
  • 80.  As 95 teses de Martinho Lutero condenava a venda de indulgências e propunha a fundação do luteranismo. De acordo com Lutero, a salvação do homem ocorria pelos atos praticados em vida e pela fé. Embora tenha sido contrário ao comércio, teve grande apoio dos reis e príncipes da época. Em suas teses, condenou o culto à imagens e revogou o celibato.  Apesar do resultado, inicialmente o reformador não teve a pretensão de dividir o povo cristão, mas devido à proporção que suas 95 teses adquiriram, este fato foi inevitável.
  • 81.  Para que todos tivessem acesso as escrituras que, até então, encontravam-se somente em latim, ele traduziu a Bíblia para o idioma alemão.  Com um número maior de leitores do livro sagrado, a quantidade de protestantes aumentou consideravelmente e entre eles, encontravam-se muitos radicais. Precisou ser protegido durante 25 anos. Para sua proteção, ele contava com o apoio do Sábio Frederico, da Saxônia.  Foi responsável pela organização de muitas comunidades evangélicas e, durante este período, percebeu que seus ensinamentos conduziam a divisão. Casou-se com a monja Katharina Von Bora, no ano de 1525, e teve seis filhos.
  • 82.  Martinho Lutero tinha a expectativa de que os judeus se convertessem ao cristianismo. Como isso não aconteceu, assumiu, nos últimos anos de sua vida, uma forte posição antijudaica. Em seu livro "Sobre os judeus e suas mentiras", de 1543, o reformador alemão defendeu o combate ao judaísmo. Sugeriu a perseguição aos judeus, a destruição de suas casas e sinagogas, além do confisco de seus bens. Alguns historiadores afirmam que muitas das posições antissemitas de Lutero foram resgatadas pelos nazistas alemães na época do Holocausto.
  • 83.  Princípios religiosos da Doutrina Luterana  Em 1530, Lutero divulgou os principais princípios da doutrina Luterana: 1. - Salvação pela fé; 2. - Presença da verdade somente na Bíblia; 3. - Extinção do clero regular (ordens religiosas); 4. - Livre interpretação da Bíblia, sem a necessidade de pregadores, padres ou outros intermediários; 5. - Eliminação de tradições e rituais nos cultos religiosos; 6. - Fim do celibato (proibição do casamento de padres, por exemplo); 7. - Proibição do uso de imagens nas igrejas; 8. - Uso do alemão nos cultos religiosos (não mais o latim como única língua); 9. - Eucaristia e batismo como únicos sacramentos válidos.
  • 84. Calvinismo João Calvino foi um importante professor e teólogo cristão de nacionalidade francesa. Nasceu na cidade de Noyon em 10 de julho de 1509 e faleceu na cidade de Genebra (Suíça) em 27 de maio de 1564. Calvino teve um papel histórico fundamental no processo da Reforma Protestante. Foi o iniciador do movimento religioso protestante conhecido por Calvinismo.
  • 85.  Biografia, ideias e doutrina  Até os 24 anos de idade Calvino era católico. Em 1533 converteu-se ao protestantismo. Foi perseguido na França e, no ano de 1536 fugiu para Genebra (Suíça).  Principais ideias (concepções religiosas) defendidas por Calvino: 1. - Salvação só é atingida através da fé; 2. - Predestinação: a salvação é concedida por Deus somente para algumas pessoas eleitas; 3. - Todo homem é pecador por natureza; 4. - A realização de culto religioso deve ser feito em local simples e sem imagens. O culto deve ser composto apenas por comentários bíblicos, sem cerimônias; 5. - Realização da eucaristia e do batismo.  Na Inglaterra, Escócia e Irlanda, as igrejas reformadas que adotaram uma forma de governo presbiteriano em vez de episcopal ficaram conhecidas como igrejas presbiterianas.
  • 86. Anglicanismo  Durante o governo de Henrique VIII (1509- 1547), a burguesia fazia pressão para o aumento do poder do parlamento. O rei, necessitando aumentar as riquezas do Estado, confisca as terras da Igreja, o que gera desentendimentos com o Papa. Isso se agrava quando o monarca solicita a anulação do casamento com Catarina de Aragão. Ele não tinha sucessores masculinos, temia que seu trono caísse em mãos espanholas. Toda a nação, com medo deste fato, apoia esse pedido. O Papa Clemente VII nega o pedido. O Rei rompe com o papado e faz uma reforma na Igreja Inglesa. Obriga seus membros a reconhecê-lo como chefe supremo e a jurar-lhe fidelidade e obediência. Obtém do clero inglês o divórcio e se casa com uma dama da corte, Ana Bolena. O Papa tenta intimidá-lo excomungando-o, mas não adianta.  Surge a Igreja Anglicana.
  • 87.  Em 1534, Henrique VIII decreta o Ato de Supremacia, que consolida a separação entre a Inglaterra e o papa. Torna-se o chefe da Igreja de seu país. A Reforma anglicana, na prática, apresenta poucas modificações com a Igreja romana: Questiona o Culto aos santos; A autoridade máxima é o Rei e não o papa; Questiona o culto às relíquias; Prega a popularização da leitura da Bíblia. A Reforma anglicana resolveu, na prática, dois problemas para a monarquia: a questão da herança do trono e com a venda das terras da Igreja para a burguesia e nobreza, dá um suporte financeiro para a Coroa. O Anglicanismo se consolida no reinado de Elizabeth I, filha de Henrique VIII, que renova seu direito de soberania real sobre a Igreja, além de fixar os fundamentos da doutrina e do culto anglicano na Lei dos 39 Artigos, em 1563.  OBSERVAÇÃO - O Calvinismo também criou raízes na Inglaterra. Seus adeptos, os puritanos, iriam entrar em choque com os anglicanos, gerando inúmeros conflitos no século XVII, que levaram às imigrações maciças para a região da Nova Inglaterra, na América do Norte.
  • 88.  Os Anabatistas  THOMAS MÜNTZER (1489 - 1525) Liderou uma revolta em 1524 com camponeses da região do Reno. Além de atacar a Igreja pela cobrança de dízimos, passam a reivindicar a reforma agrária e a abolição dos privilégios feudais. Ele afirmava ser Luterano. Foi um dos grandes pregadores do ANABATISMO (os convertidos são batizados na idade adulta, mesmo já sendo batizados quando criança). O movimento se espalhou por várias regiões alemãs com assaltos a castelos, queima dos mosteiros e roubo de colheitas. A essas manifestações, seguiu-se uma repressão violenta, apoiada por Lutero em prol da Nobreza alemã.
  • 89. o Tinham a necessidade de rebatizar os indivíduos, de separar a Igreja e o Estado, de abolir as imagens e o culto dos santos, queria uma igualdade absoluta entre os homens, viver com simplicidade, pois todos eram inspirados pelo Espírito Santo. Com base nisso, Müntzer coloca no mesmo patamar tanto os senhores como os servos e é criticado por Lutero, uma vez que estaria reduzindo a liberdade a algo meramente carnal. Seus adeptos foram fortemente reprimidos seja nos Estados Católicos, Luteranos ou Calvinistas. o Com a decapitação do teólogo Thomas Müntzer, a 27 de maio de 1525, terminou a Guerra dos Camponeses, responsável pela morte de pelo menos cinco mil pessoas na região da Alemanha.
  • 90. O cristianismo preexiste hoje em quatro grandes vertentes:  Igreja Católica Apostólica Romana Cristã.  Igrejas Católicas Apostólicas ortodoxas orientais não calcedonainas.  Igreja Católica Apostólica Ortodoxa.  Igrejas protestantes. Após a reforma protestante os cristãos ficaram cada vez mais divididos pois surge inúmeras igrejas com interpretações variadas dos ensinos de Jesus. Destacam-se os Luteranos, Anglicanos, Presbiterianos, Batistas, Pentecostais, Neopentecostais, Adventistas, Testemunhas de Jeová, Mormonismo.
  • 91. o Apesar das divisões, de um modo geral é possível apresentar um conjunto de crenças que são partilhadas pela maioria dos cristãos, tais como: o Deus é único; o Jesus é o filho de Deus, Senhor e Salvador; o A ressurreição de Jesus; o O pecador pode ser salvo, mediante o sacrifício de Jesus; o O batismo; o O julgamento final; o A vida eterna.
  • 93. DEFINIÇÃO  O Islamismo é uma religião monoteísta que surgiu na Península Arábica no século VII baseada nas escrituras sagrada chamada Alcorão e nos ensinamentos religiosos do profeta Maomé e ainda hoje está intimamente relacionado à cultura árabe. Entre outras razões, porque o livro sagrado dos muçulmanos, o Corão ou Alcorão, foi escrito em árabe. Messyas Rhennyk
  • 94. FUNDADOR Messyas Rhennyk Maomé nasceu em Meca, Arábia Saudita, por volta de 570 d.C., seu pai morreu quando ele ainda estava no ventre e sua mãe morreu quando ele tinha seis anos. Ao crescer Maomé passou a questionar as práticas religiosas de seus dias, tais como o politeísmo e animismo idólatras, as imoralidades nas assembleias e quermesses religiosas, a bebedeira, a jogatina as danças e outras práticas que segundo ele eram pecaminosas, tudo isso era praticado em toda a Arábia (Surata 6,137).
  • 95. Messyas Rhennyk Segundo a tradição mulçumana Maomé foi chamado para ser profeta aos 40 anos de idade quando estava na caverna Gar Hira para meditar, lá o anjo Gabriel lhe apareceu revelando a mensagem de Deus descrita no Alcorão. Daí surgiu a mais nova religião, o Islã. Para Maomé os judeus haviam se desviado da verdade por violarem o Pacto que Deus havia feito com eles e por difamarem Maria e Jesus, os Cristãos também haviam se desviado da verdade por enaltecerem Jesus igualando-o a Deus por meio da doutrina da trindade (Surata 4,153-176).
  • 96. Messyas Rhennyk Os islâmicos creem essencialmente em um único Deus, o clemente, o misericordioso e o propósito da existência é adora-lo exclusivamente. Todos os conceitos e práticas religiosas incluem os cinco pilares do islão e a prática da lei islâmica, que atinge praticamente todos os aspectos da vida e da sociedade.
  • 97. Messyas Rhennyk O MUÇULMANOS NO MUNDO Com cerca de 1,41-1,57 bilhão de muçulmanos, compreendendo cerca de 21-23% da população mundial,o islão é a segunda maior religião e uma das que mais crescem no mundo.Predominando em parte da África e Ásia. ( Parte verde do mapa).
  • 98. Messyas Rhennyk Após a morte do profeta Maomé (ou Mohammed), houve um processo de disputa para decidir quem deveria sucedê-lo, da disputa pelo direito de sucessão legítima do Profeta, duas correntes tornaram-se majoritárias: os xiitas e os sunitas. SUNITAS E XIITAS
  • 99. Messyas Rhennyk A maioria dos muçulmanos pertence a uma das duas principais denominações; com 80% a 90% sendo sunitas e 10% a 20% sendo xiitas. Cerca de 13% de muçulmanos vivem na Indonésia, o maior país muçulmano do mundo. 25% vivem no Sul da Ásia,20% no Oriente Médio, 2% na Ásia Central, 4% nos restantes países do Sudeste Asiático e 15% na África Subsaariana. Comunidades islâmicas significativas também são encontradas na China, na Rússia e em partes da Europa. Comunidades convertidas e de imigrantes são encontradas em quase todas as partes do mundo.
  • 100. Messyas Rhennyk PRINCIPAIS CRENÇAS A crença em Alá, o único Deus e em Maomé seu grande profeta; Fazer cinco orações diárias; Ser generoso para com os pobres e dar esmolas; Cumprir o jejum religioso durante o Ramadhan (mês sagrado); Ir a Meca pelos menos uma vez na vida. A crença na existência dos anjos, seres criados por Alá.  A crença no dia do Julgamento Final, no qual as ações de cada pessoa serão avaliadas e a crença na predestinação: Alá tudo sabe e possui o poder de decidir sobre o que acontece a cada pessoa.
  • 102.  Vista durante algum tempo pelos investigadores ocidentais como uma seita do hinduísmo ou uma heresia do budismo, devido à partilha de elementos comuns com estas religiões, o jainismo é contudo um fenômeno original. Ao contrário do budismo, o jainismo nunca teve um espírito missionário, tendo permanecido na Índia, onde os jainas constituem hoje cerca de quatro milhões de crentes. Pequenas comunidades jainas existem também na América do Norte e na Europa, em resultado de movimentos migratórios. A palavra jainismo tem as suas origens no verbo sânscrito jin que significa "conquistador". Os seus adeptos devem combater, através de uma série de estágios, as paixões de modo a alcançar a libertação do mundo. Messyas Rhennyk
  • 103. DEFINIÇÃO  É uma das religiões mais antigas da Índia. Surgindo provavelmente no século V a.C. Messyas Rhennyk Fundador  Vardhamana, mais conhecido como Mahavira (traduzido do sânscrito, significa "Grande Herói") foi o último dos 24 Tirthankaras do jainismo. Numa perspectiva histórica, é considerado o fundador ou reformador deste sistema religioso. É uma religião ateísta, ou seja, não crer na existência de um deus ou deuses. Conceito de Deus
  • 105. DEFINIÇÃO  O budismo é uma religião e filosofia que abrange uma variedade de tradições, crenças e práticas baseadas nos ensinamentos atribuídos a Sidarta Gautama, mais conhecido como Buda . Messyas Rhennyk Fundador Sidarta Gautama Conceito de Deus É uma religião ateísta, ou seja, não crer na existência de um deus pessoal ou deuses. Sidarta Gautama não é um deus e sim um ser iluminado ( Buda).
  • 106.  A história do budismo desenvolve-se desde século VI a.C. até ao presente, começando com o nascimento de Siddhartha Gautama. Durante este período, a religião evoluiu à medida que encontrou diferentes países e culturas, acrescentando ao fundo indiano inicial elementos culturais oriundos do Helenismo, bem como da Ásia Central, do Sudeste asiático e Extremo Oriente. No processo o budismo alcançou uma expansão territorial considerável ao ponto de influenciar de uma forma ou de outra quase todo o continente asiático. A história do budismo caracteriza-se também pelo desenvolvimento de vários movimentos e cismas, entre os quais se encontram as tradições Theravada, Mahayana e Vajrayana. Messyas Rhennyk
  • 107. BASE LITERÁRIA  Buda não deixou nada escrito. De acordo com a tradição budista, ainda no próprio ano em que o Buda faleceu, teria sido realizado um concílio na cidade de Rajaghra, onde discípulos do Buda recitaram os ensinamentos perante uma assembleia de monges que os transmitiram de forma oral aos seus discípulos. Por volta do século I, os ensinamentos do Buda começaram a ser escritos. O Cânone Pali é considerado pela tradição Theravada como contendo os textos que se aproximam mais dos ensinamentos do Buda. Não existem, contudo, no budismo um livro sagrado como a Bíblia ou o Alcorão, que seja igual para todos os crentes; para além do Cânone Pali, existem outros cânones budistas, como o chinês e o tibetano. Messyas Rhennyk
  • 108.  O cânone budista divide-se em três grupos de textos, denominado "Triplo Cesto de Flores“.  Sutra Pitaka: agrupa os discursos do Buda tais como teriam sido recitados por Ananda no primeiro concílio. Divide-se por sua vez em vários subgrupos;  Vinaya Pitaka: reúne o conjunto de regras que os monges budistas devem seguir e cuja transgressão é alvo de uma penitência;  Abhidharma Pitaka: trata do aspecto filosófico e psicológico contido nos ensinamentos do Buda, incluindo listas de termos técnicos.  Quando se verificou a ascensão do budismo Mahayana, essa tradição alegou que o Buda ensinou outras doutrinas que permaneceram ocultas até que o mundo estivesse pronto para recebê-las; dessa forma a tradição Mahayana inclui outros textos que não se encontram no Theravada. Messyas Rhennyk
  • 109. PRINCIPAIS CRENÇAS  Reencarnação- O ser humano morre e renasce muitas vezes até atingir a iluminação.  Meditação – Desenvolver a mente é o caminho para a sabedoria.  Os cinco preceitos: Não matar, não roubar, não mentir, não consumir bebidas alcoólicas e nem drogas e responsabilidade com a sexualidade.  A vida está sujeita a todos os tipos de sofrimento, sendo os mais básicos: nascimento, envelhecimento, doença e morte. Ninguém está isento deles. Messyas Rhennyk
  • 111. DEFINIÇÃO Taoismo é o conjunto de ensinamentos e práticas religiosas praticadas em diversos pontos do extremo oriente. surge das antigas crenças panteístas e crenças xamânicas chinesas, arregimentadas em uma forma de filosofia mística pelo filósofo e alquimista Lao Zi há cerca de 2500 anos na China, no chamado período dos "estados guerreiros", sendo que a verdadeira organização do taoismo como religião convencional vai aparecer somente por volta do século V. Messyas Rhennyk
  • 112. Messyas Rhennyk Conceito de Deus São politeístas. Os deuses taoistas são figuras históricas que demonstraram poderes excepcionais em vida, como por exemplo, o Imperador Jade (supremo soberano das divindades chinesas), Cai Shen (deus da prosperidade), Guan Yu (senhor da honra e da piedade), além do próprio Lao Zi, alvo de culto pelos crentes. Fundador Não possui um fundador propriamente dito, pois surgiu das crenças e tradições chinesas com empréstimos de ideias e práticas culturais do budismo, com a introdução de vários deuses, deusas e uma mistura com algumas crenças preexistentes, como a teoria dos cinco elementos, a alquimia e o culto aos ancestrais.
  • 113. BASE LITERÁRIA A fundação do Taoismo é atribuída muitas vezes a dois grandes personagens míticos: O Imperador Amarelo (aproximadamente entre 2.690 a 2.590 a.C) e Lao Tsé, século VI a.C. Chuang Tzu e Lie Tse foram os propagadores do Taoísmo depois de Lao Tsé, viveram no século IV a.C. Ao Sábio Lao Tsé é atribuído o livro Tao Te Ching, a base literária do Taoísmo, sendo depois da bíblia o livro mais traduzido e difundido no mundo. Messyas Rhennyk
  • 115. PRINCIPAIS CRENÇAS  O taoismo religioso considera três categorias de espíritos: deuses, fantasmas e antepassados. Na veneração aos deuses, incluem-se orações e oferendas. O sacerdócio celebrava cerimônias de veneração às divindades locais e aos deuses mais importantes e populares, como Fushoulu e Zao Shen. As cerimônias mais importantes eram celebradas pelos sacerdotes, já os rituais menores eram entregues a cantores locais. O exorcismo e o culto aos antepassados constituíam práticas frequentes na religião chinesa. O taoismo religioso tem sua própria tradição de misticismo contemplativo, parte da qual deriva-se das próprias ideias filosóficas. Messyas Rhennyk
  • 117. DEFINIÇÃO O Confucionismo é uma ideologia religiosa, sociopolítica e sistema filosófico praticada inicialmente na China. Messyas Rhennyk Fundador Koung Fou Tseu, que tem seu nome grafado em língua latina como Confúcio. Conceito de Deus É uma religião ateísta, ou seja, não crer na existência de um deus pessoal ou deuses.
  • 118. BASE LITERÁRIA Confúcio compila a sabedoria chinesa em cinco obras principais: I Ching (Livro das mutações), a metafísica; Shu Ching(Livro dos documentos), sobre a organização política, Li Ching (Livro dos ritos), a visão social, Shih Ching (Livro dos versos), que traduz a visão poética, e Chun- chiu (Anais das primaveras e outonos), sobre a história. Outros livros, conhecidos como “Os Quatro Livros”, fazem parte do confucionismo: Ta Hsueh (O grande aprendizado), a base da educação, Chung Yung (A Doutrina do Meio), Lun Yu (Os Anacletos), principal fonte do pensamento confucionista e Meng-tzu (escritos do maior discípulo de Confúcio). Messyas Rhennyk
  • 119. PRINCIPAIS CRENÇAS  As ideias pregadas no Confucionismo são bastante diferentes das encontradas nas religiões tradicionais do Ocidente. Na filosofia de Confúcio não há um Deus, uma unidade criadora e muito menos templos ou igrejas.  Culto aos antepassados e oferendas aos mortos.  As cinco virtudes essenciais: Amar o próximo, ser justo, ter comportamento adequado, ter consciência da vontade dos céus, cultivar a sabedoria e a sinceridade.  Continuar a tradição através da família. Messyas Rhennyk
  • 127. DEFINIÇÃO  O Siquismo é uma religião monoteísta com elementos do hinduísmo e do islamismo. Fundada em fins do século XV no Punjab, região dividida entre o Paquistão e a Índia, pelo Guru Nanak (1469-1539) que quis extrair o melhor da religião hinduísta e islâmica para formar uma religião unificada. Messyas Rhennyk
  • 128. Messyas Rhennyk PRINCIPAIS CRENÇAS Sua doutrina básica é a crença em um único Deus verdadeiro que é eterno e sem forma, ele é o criador de todas as coisas e deve ser alvo de devoção. Eles seguem a tradição hindu de crer numa alma imortal, na reencarnação e no carma. Segundo a crença os seres humanos estão afastados de Deus devido seu egocentrismo, somente as ações positivas é o que fará a pessoa progredir espiritualmente e se unir com Deus, enquanto que as ações negativas faz com que as pessoas renasçam muitas vezes de formas inferiores como plantas e animais até evoluir.
  • 129.
  • 130. O TEMPLO DE OURO Messyas Rhennyk Harmandir Sahib informalmente chamado de O Templo Dourado ou Templo de Deus é culturalmente o mais importante lugar de culto dos siques. Está localizado na cidade de Amritsar- Índia . Originalmente construído em 1574, o local do templo foi cercado por um pequeno lago e por escassa vegetação.
  • 131. BASE LITERÁRIA Messyas Rhennyk O Sri Guru Granth Sahib é o texto religioso central do siquismo , considerado pelos siques como sendo o definitivo, soberano e eterno Guru, finalizado a sequência dos Gurus da religião. Trata-se de um texto volumoso, composto por 1 430 páginas e consiste numa coleção de hinos - descrevendo as qualidades de Deus e a necessidade da medição no Seu Nome (Naam).
  • 132. PRINCIPAIS MENSAGENS Um Deus único para todos; Todos são iguais - as mulheres são iguais aos homens; Fale e viva a verdade; Controle os cinco vícios (luxúria, ira, ganância, apego e presunção); Messyas Rhennyk Faça a vontade de Deus Pratique a humildade, a gentileza, a compaixão, o amor, etc.; Sempre mantenha a mente aberta e continue a aprender.
  • 133. Messyas Rhennyk Embora pouco difundido, o Sikhismo está entre a quinta ou sexta maior religião do mundo. O número é estimado em cerca de 23 milhões, é estimado que 19 milhões vivem na Índia, concentrados, em sua maioria, no estado do Panjabi e tem algumas comunidades em outras partes do mundo.
  • 134. Messyas Rhennyk Em todo o mundo existem milhares de manifestações religiosas, a religião está difundida por toda parte... CONCLUSÃO
  • 135. Messyas Rhennyk Compreendemos que a religião é uma forma de alimento às nossas esperanças, como uma força que nos impulsiona em direção à construção daquilo que consideramos justo, ético e ideal. A crença de que em última instância, algo ou alguém irá nos socorrer, que não estamos abandonados à própria sorte e que essa transcendência pode nos dar a força necessária para prosseguirmos em nossa aventura pela vida! A religião pode também nos ensinar a conviver com nossos conflitos interiores e aceitarmos o que é inevitável...
  • 136. Messyas Rhennyk Talvez elevar o pensamento ao céu, ao infinito do universo, possa colocá-lo à altura de nossos desejos!
  • 137. Messyas Rhennyk ALVES, Rubem. O que é religião? São Paulo: Edições Loyola, 2003. ALLABOUTRELIGION. Origem da religião. Disponível em: http://www.allaboutreligion.org/portuguese/origem- da-religiao. Acessado em: 16/09/2013. AQUINO. Thiago André Moura de. Religiosidade Natural: Panteísmo e Práxis Vital. 28 de junho, 2013. BRASILEIRA, Federação Espírita. Curso de Estudo Aprofundado da Doutrina Espírita. Livro I: Cristianismo e Espiritismo: orientações espíritas e sugestões didático-pedagógicas direcionadas ao estudo do Espiritismo. Segunda Edição. Revista e ampliada. Brasília [DF]:, 2010. BARBIER, Regis Alain. Panteísmo. Disponível em: http://iup.org.br/panteismo-2. Acessado em: 14/06/2013. CANCIAN, André. Os Fundamentos do Ateísmo. Disponível em: http://ateus.net/artigos/ateismo/os- fundamentos-do-ateismo/. Acessado em: 20/07/2013. COTRIN, Gilberto, 1955. História geral, Brasil e global. São Paulo: Saraiva, 2005. DANTAS, Tiago. Judaísmo. Disponível em: http://www.brasilescola.com/religiao/judaismo.htm . Acessado em : 20/07/2013. DAWKINS, Richard, 1941- Deus, um delírio. Tradução de Fernanda Ravagnani. — São Paulo, Companhia das Letras, 2007. DEUTERONÔMIO. In: BÍBLIA. Português. Bíblia Sagrada. Traduzida em Português por João Ferreira de Almeida. Revista e Corrigida. Ed. 1995. São Paulo: Sociedade Bíblica do Brasil.1995. p. 141. ELIADE, Mircea, 1907 1986. O sagrado e o profano. Tradução Rogério Fernandes. – São Paulo: Martins Fontes, (Tópicos). 1992. EVANGELHO segundo S. João. In: BÍBLIA. Português. Bíblia Sheed. Traduzida em Português por João Ferreira de Almeida. Revista e Atualizada. Editor responsável Russell P. Shed. 2ª Ed. São Paulo: Vida Nova .1998. p. 1500. FREUD, Sigmund. (1976). Totem e tabu. In S. Freud, Edição standard brasileira das obras psicológicas completas de Sigmund Freud (Vol. 13, pp. 17-194). Rio de Janeiro: Imago. (Trabalho original publicado em 1913). GAARDER, Jostein; HELLERN, Victor; NOTAKER, Henry. O livro das religiões. São Paulo: Companhia das letras, 2000. HASSAN, Naim. O caminho para o monoteísmo. Escritório do Cheikh Akl da Comunidade dos Unitaristas Drusos, Belém, 2011. HOUAISS, Instituto Antônio. Dicionário Eletrônico da Língua Portuguesa. Editora Objetiva Ltda. Junho de 2009. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
  • 138. Messyas Rhennyk HUME, David. História natural da religião. Tradução, apresentação e notas de Jaimir Conte. São Paulo: Editora UNESP, 2005. ISAÍAS. In: BÍBLIA. Português. Bíblia Sagrada Nova Tradução na Linguagem de Hoje. São Paulo: Sociedade bíblica do Brasil. 2000. p. 841. KARDEC, Allan. O livro dos espíritos. Tradução de Guillon Ribeiro. 76. ed. Brasília .DF. 1995. KARDEC, Allan. A gênese. Tradução de Guillon Ribeiro. 50. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2006. OLIVEIRA, Álvaro de. Filosofia monista. Disponível em: http://www.filosofiamonista.com.br/2012/01/o-que-e- monismo.html. Acessado em: 10/07/2013. PINTO, Tales. Zoroastrismo, a religião dos antigos persas. Disponível em: http://www.brasilescola.com/mitologia/zoroastrismo-religiao-dos-antigos-persas. Acessado em: 13/07/2013. PRIBERAM, Dicionário da Língua Portuguesa. Panteísmo. Disponível em: http://www.priberam.pt/dlpo/. Acessado: 07 de maio, 2013. SIQUISMO, In Britannica Escola Online. Enciclopédia Escolar Britannica. Siquismo. Disponível em: <http://escola.britannica.com.br/article/482503/siquismo>. Acesso em: 16/09/2013. TRATADOS, Associação Torre de Vigia de Bíblias e. O homem em busca de Deus. Cesário Lange, SP, Brasil. Ed, 2006. UNIVERSAL, Delta. Enciclopédia. Edição de 1987, Volume 10, pagina 5394. VALERO, Marcus. Religião em busca da Transcendência. Disponível em: http://www.xr.pro.br/religiao.html. Acessado em: 08/02/2013.