RREELLIIGGIIÃÃOO 
EEggiippcciiaa 
AAllttaaiirr AAgguuiillaarr
AA RREELLIIGGIIÃÃOO 
 Os egípcios são 
considerados os mais 
religiosos dos homens. 
 Eram politeístas 
(Acreditavam em muitos 
deuses) . 
 Alguns deuses eram 
animais, outros humanos e 
alguns misturavam as 
formas humana e animal.
PPRRIINNCCIIPPAAIISS DDEEUUSSEESS 
Ámon-Rá EEGGÍÍPPCCIIOOSS 
Deus-sol. Era 
venerado em 
todo o Egipto. 
Ísis 
Protectora das 
crianças e da 
fecundidade. 
Mulher de Osíris 
Osíris 
Deus das Terras e das 
Sementeiras. É perante 
ele que os mortos se 
apresentam na 
esperança de vida 
eterna. 
Anúbis 
Deus dos mortos 
e rei dos 
embalsamadores
PPRRIINNCCIIPPAAIISS DDEEUUSSEESS 
EEGGÍÍPPCCIIOOSS 
Hórus 
Filho de Osíris e 
Ísis. Deus da 
sorte e da 
ressurreição 
Hathor 
Deusa da 
música, da 
alegria e do 
amor 
Bes 
Protege os egípcios 
na sua vida 
quotidiana. 
Tot 
Deus da 
sabedoria e da 
escrita
AA VVIIDDAA EETTEERRNNAA 
Os egípcios acreditavam 
na imortalidade da alma e na 
reencarnação. Como 
Acreditavam na vida para além 
da morte, era necessário 
preparar os corpos 
devidamente para poderem 
viver 
na outra vida. Essa crença 
obrigou-os a aperfeiçoar a 
técnica de embalsamento dos 
mortos.
AA PPRREEPPAARRAAÇÇÃÃOO DDOO 
CCOORRPPOO 1.CARPIDEIRAS 
Membros da família rodeiam a 
cama do morto. Embora a 
família 
esteja presente, são 
contratadas 
também carpideiras 
profissionais 
para seguirem o cortejo, a fim 
de 
mostrar respeito da família pelo 
seu parente falecido. 
2. EMBALSAMAMENTO 
Os embalsamadores retiram o 
cérebro e os orgãos internos do 
morto e colocam-nos de lado. 
Depois cobrem o corpo com um sal 
chamado matro, para secar o corpo 
e preservá-lo para a vida após a 
morte.
AA PPRREEPPAARRAAÇÇÃÃOO DDOO 
CCOORRPPOO 
3. MUMIFICAÇÃO 
Depois enrolam o corpo em muitos 
metros de linho. À medida que vão 
enrolando o corpo com as várias 
camadas, põem jóias e amuletos 
entre 
as faixas e rezam pela alma do 
morto. 4. MÁSCARA DOS DEUSES 
Na múmia colocam uma máscara que 
é 
um retrato do homem morto. Todo 
este 
processo demora setenta dias e, 
durante este tempo, os embalsa-madores 
usam máscaras de animais 
e 
fazem o papel de Deuses.
AA PPRREEPPAARRAAÇÇÃÃOO DDOO 
CCOORRPPOO 
5. O CORTEJO 
No dia do funeral, um cortejo de parentes e criados, 
carregando os bens do morto, vai desde sua casa 
até à oficina do embalsamador. Aí juntam-se ao 
sacerdote e às carpideiras. A múmia está agora 
dentro do seu caixão, em cima de um trenó, e atrás 
vem o vaso canópico, que contém os orgãos 
internos.
A PPRREEPPAARRAAÇÇÃÃOO DDOO CCOORRPPOO 
66.. AAPPAAGGAARR AASS PPÉÉGGAADDAASS 
Levam o sarcófago, que tem a forma de um corpo, 
para a pirâmide e colocam-no numa urna 
rectangular 
e selam a tampa da urna. Um sacerdote varre a 
câmara onde fica a urna e afasta qualquer traço de 
vida humana e, assim, mantém o mal afastado do 
túmulo.
O QUE ACONTECIA AOS 
MAIS POBRES? 
Os pobres eram 
enterrados num 
buraco na areia e 
cobertos por uma 
esteira. O corpo 
do defunto é 
deitado de lado, 
como se estivesse 
a dormir. O local é 
depois protegido 
por grandes 
pedras, para 
evitar que os 
chacais 
desenterrem o 
corpo, 
perturbando o seu 
sono eterno.
OO JJUULLGGAAMMEENNTTOO DDEE 
OOSSÍÍRRIISS 
A alma do morto irá ser julgada. Anúbis conduz a alma ao 
local do Julgamento, presidido por Osíris. O coração do morto é 
colocado numa balança, em comparação com uma pena de Avestruz. 
Ele teve uma vida exemplar e, por isso, o coração foi mais leve e a 
sua recompensa é uma vida eterna cheia de paz. Amit, monstro do 
Nilo, devora os mortos cujo coração pese mais do que a pena de 
avestruz por terem sido maus em vida.
BBIIBBLLIIOOGGRRAAFFIIAA 
•AAllvveess,,EElliisseeuu -- HHiissttóórriiaa 77 --PPoorrttoo EEddiittoorraa 
•CCaannttaannhheeddee,, FFrraanncciissccoo -- HHiissttóórriiaa 77 ––TTeexxttoo 
EEddiittoorraa 
•NNoo TTeemmppoo ddooss AAnnttiiggooss EEggííppcciiooss –– PPllááttaannoo 
EEddiittoorraa 
•CCoonnttii,,FFlláávviioo -- OOss AAnnttiiggooss EEggííppcciiooss --CCíírrccuulloo ddee 
LLeeiittoorreess 
•EEggiippttoo ee GGrréécciiaa AAnnttiiggaa –– CCooll.. HHiissttóórriiaa ddaa 
HHuummaanniiddaaddee--LLaarroouussssee 
•EEggiippttoo-- UUmm tteessoouurroo ddaa HHuummaanniiddaaddee--PPllaanneettaa 
DDeeAAggoossttiinnii 
•NNaass mmaarrggeennss ddoo NNiilloo,, nnoo tteemmppoo ddooss ffaarraaóóss-- 
CCiivviilliizzaaççããoo//CCíírrccuulloo ddee LLeeiittoorreess 
•AAnnddrreeuu,,GGuuiilllleemmeettttee -- AAbbcceeddáárriioo ddoo AAnnttiiggoo 
EEggiippttoo--PPúúbblliiccoo 
•CCoommoo vviivviiaamm ooss PPoovvooss –– CCíírrccuulloo ddee LLeeiittoorreess..

Religião Egípcia - Prof.Altair Aguilar

  • 1.
  • 2.
    AA RREELLIIGGIIÃÃOO Os egípcios são considerados os mais religiosos dos homens.  Eram politeístas (Acreditavam em muitos deuses) .  Alguns deuses eram animais, outros humanos e alguns misturavam as formas humana e animal.
  • 3.
    PPRRIINNCCIIPPAAIISS DDEEUUSSEESS Ámon-RáEEGGÍÍPPCCIIOOSS Deus-sol. Era venerado em todo o Egipto. Ísis Protectora das crianças e da fecundidade. Mulher de Osíris Osíris Deus das Terras e das Sementeiras. É perante ele que os mortos se apresentam na esperança de vida eterna. Anúbis Deus dos mortos e rei dos embalsamadores
  • 4.
    PPRRIINNCCIIPPAAIISS DDEEUUSSEESS EEGGÍÍPPCCIIOOSS Hórus Filho de Osíris e Ísis. Deus da sorte e da ressurreição Hathor Deusa da música, da alegria e do amor Bes Protege os egípcios na sua vida quotidiana. Tot Deus da sabedoria e da escrita
  • 5.
    AA VVIIDDAA EETTEERRNNAA Os egípcios acreditavam na imortalidade da alma e na reencarnação. Como Acreditavam na vida para além da morte, era necessário preparar os corpos devidamente para poderem viver na outra vida. Essa crença obrigou-os a aperfeiçoar a técnica de embalsamento dos mortos.
  • 6.
    AA PPRREEPPAARRAAÇÇÃÃOO DDOO CCOORRPPOO 1.CARPIDEIRAS Membros da família rodeiam a cama do morto. Embora a família esteja presente, são contratadas também carpideiras profissionais para seguirem o cortejo, a fim de mostrar respeito da família pelo seu parente falecido. 2. EMBALSAMAMENTO Os embalsamadores retiram o cérebro e os orgãos internos do morto e colocam-nos de lado. Depois cobrem o corpo com um sal chamado matro, para secar o corpo e preservá-lo para a vida após a morte.
  • 7.
    AA PPRREEPPAARRAAÇÇÃÃOO DDOO CCOORRPPOO 3. MUMIFICAÇÃO Depois enrolam o corpo em muitos metros de linho. À medida que vão enrolando o corpo com as várias camadas, põem jóias e amuletos entre as faixas e rezam pela alma do morto. 4. MÁSCARA DOS DEUSES Na múmia colocam uma máscara que é um retrato do homem morto. Todo este processo demora setenta dias e, durante este tempo, os embalsa-madores usam máscaras de animais e fazem o papel de Deuses.
  • 8.
    AA PPRREEPPAARRAAÇÇÃÃOO DDOO CCOORRPPOO 5. O CORTEJO No dia do funeral, um cortejo de parentes e criados, carregando os bens do morto, vai desde sua casa até à oficina do embalsamador. Aí juntam-se ao sacerdote e às carpideiras. A múmia está agora dentro do seu caixão, em cima de um trenó, e atrás vem o vaso canópico, que contém os orgãos internos.
  • 9.
    A PPRREEPPAARRAAÇÇÃÃOO DDOOCCOORRPPOO 66.. AAPPAAGGAARR AASS PPÉÉGGAADDAASS Levam o sarcófago, que tem a forma de um corpo, para a pirâmide e colocam-no numa urna rectangular e selam a tampa da urna. Um sacerdote varre a câmara onde fica a urna e afasta qualquer traço de vida humana e, assim, mantém o mal afastado do túmulo.
  • 10.
    O QUE ACONTECIAAOS MAIS POBRES? Os pobres eram enterrados num buraco na areia e cobertos por uma esteira. O corpo do defunto é deitado de lado, como se estivesse a dormir. O local é depois protegido por grandes pedras, para evitar que os chacais desenterrem o corpo, perturbando o seu sono eterno.
  • 11.
    OO JJUULLGGAAMMEENNTTOO DDEE OOSSÍÍRRIISS A alma do morto irá ser julgada. Anúbis conduz a alma ao local do Julgamento, presidido por Osíris. O coração do morto é colocado numa balança, em comparação com uma pena de Avestruz. Ele teve uma vida exemplar e, por isso, o coração foi mais leve e a sua recompensa é uma vida eterna cheia de paz. Amit, monstro do Nilo, devora os mortos cujo coração pese mais do que a pena de avestruz por terem sido maus em vida.
  • 12.
    BBIIBBLLIIOOGGRRAAFFIIAA •AAllvveess,,EElliisseeuu --HHiissttóórriiaa 77 --PPoorrttoo EEddiittoorraa •CCaannttaannhheeddee,, FFrraanncciissccoo -- HHiissttóórriiaa 77 ––TTeexxttoo EEddiittoorraa •NNoo TTeemmppoo ddooss AAnnttiiggooss EEggííppcciiooss –– PPllááttaannoo EEddiittoorraa •CCoonnttii,,FFlláávviioo -- OOss AAnnttiiggooss EEggííppcciiooss --CCíírrccuulloo ddee LLeeiittoorreess •EEggiippttoo ee GGrréécciiaa AAnnttiiggaa –– CCooll.. HHiissttóórriiaa ddaa HHuummaanniiddaaddee--LLaarroouussssee •EEggiippttoo-- UUmm tteessoouurroo ddaa HHuummaanniiddaaddee--PPllaanneettaa DDeeAAggoossttiinnii •NNaass mmaarrggeennss ddoo NNiilloo,, nnoo tteemmppoo ddooss ffaarraaóóss-- CCiivviilliizzaaççããoo//CCíírrccuulloo ddee LLeeiittoorreess •AAnnddrreeuu,,GGuuiilllleemmeettttee -- AAbbcceeddáárriioo ddoo AAnnttiiggoo EEggiippttoo--PPúúbblliiccoo •CCoommoo vviivviiaamm ooss PPoovvooss –– CCíírrccuulloo ddee LLeeiittoorreess..