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Marketing Político e Eleitoral

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Conteúdos sobre uma metodologia de Construção Eleitoral e Política para candidatos

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Marketing Político e Eleitoral

  1. 1. CAMPANHA ELEITORAL
  2. 2. Curso de Aprofundamento em Formação Política ALESC – Abril de 2009
  3. 3. ANÁLISE DO CENÁRIO (I): <ul><li>ENTENDIMENTO MELHOR DA CANDIDATURA </li></ul><ul><li>Corporação Base : </li></ul><ul><ul><li>OBJETIVOS </li></ul></ul><ul><ul><li>HISTÓRICO </li></ul></ul><ul><ul><li>PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS </li></ul></ul><ul><ul><li>CONTROLE ADMINISTRATIVO </li></ul></ul><ul><ul><li>VÍNCULOS POLÍTICO-INSTITUCIONAIS </li></ul></ul><ul><ul><li>ORIGEM DOS RECURSOS FINANCEIROS </li></ul></ul>
  4. 4. ANÁLISE DO CENÁRIO (II): <ul><li>PROCESSO ELEITORAL : </li></ul><ul><ul><li>MÉTODOS / SISTEMÁTICA / COMO OCORRE O PLEITO </li></ul></ul><ul><ul><li>REGULAMENTAÇÃO / HOMOLOGAÇÃO DAS CHAPAS </li></ul></ul><ul><ul><li>QUESITOS NECESSÁRIOS À CANDIDATURA </li></ul></ul><ul><ul><li>FORÇAS IDENTIFICÁVEIS DE COALIZÃO / ALIANÇA / COMPOSIÇÃO </li></ul></ul><ul><ul><li>ATUAL QUADRO SITUACIONAL </li></ul></ul>
  5. 5. ANÁLISE DO CENÁRIO (III): <ul><li>PLATAFORMAS POLÍTICAS EMERGENTES ( POR CHAPA CONCORRENTE ) </li></ul><ul><ul><li>IDENTIFICAÇÃO DE SUAS AÇÕES </li></ul></ul><ul><ul><li>ESTILO RETÓRICO </li></ul></ul><ul><ul><li>OBJETIVOS IDENTIFICÁVEIS </li></ul></ul><ul><ul><li>OBJETIVOS IMPLÍCITOS (NÃO PERCEPTÍVEIS AO ELEITOR) </li></ul></ul><ul><ul><li>PONTOS FORTES (FORMAS DE MINIMIZAR SEUS EFEITOS) </li></ul></ul><ul><ul><li>PONTOS FRACOS (FORMAS DE MAXIMIZAR SEU EFEITOS) </li></ul></ul><ul><ul><li>HISTÓRICO / FORMAÇÃO DOS MEMBROS </li></ul></ul>
  6. 6. ANÁLISE DO CENÁRIO (IV): <ul><li>ELEITORADO : IDENTIFICAÇÃO DE : </li></ul><ul><ul><li>LOCALIZAÇÃO / DISPERSÃO / CONCENTRAÇÃO GEOGRÁFICA </li></ul></ul><ul><ul><li>PERFIL SÓCIO-ECONÔMICO </li></ul></ul><ul><ul><li>SEGMENTAÇÃO IDEOLÓGICA </li></ul></ul><ul><ul><li>CARACTERÍSTICAS PSICO-FISIOLÓGICAS </li></ul></ul><ul><ul><li>SUSCEPTIBILIDADES </li></ul></ul><ul><ul><li>INTENÇÕES E EXPECTATIVAS </li></ul></ul><ul><ul><li>NECESSIDADES PESSOAIS (BIO, SÓCIO E PSICOLÓGICAS) </li></ul></ul><ul><ul><li>IMAGEM ATUAL DA INSTITUIÇÃO </li></ul></ul>
  7. 7. ANÁLISE DO CENÁRIO (V): <ul><li>CHAPA / CANDIDATO : IDENTIFICAÇÃO DE: </li></ul><ul><ul><li>NÍVEL DE ENVOLVIMENTO / COMPROMETIMENTO </li></ul></ul><ul><ul><li>FACILITADORES INTERNOS (MÁQUINA ADMINISTRATIVA) </li></ul></ul><ul><ul><li>FACILITADORES EXTERNOS (OUTROS ÓRGÃOS) </li></ul></ul><ul><ul><li>FACILITADORES GERAIS </li></ul></ul><ul><ul><li>DIFICULTADORES INTERNOS (MÁQUINA ADMINISTRATIVA) </li></ul></ul><ul><ul><li>DIFICULTADORES EXTERNOS (OUTROS ÓRGÃOS) </li></ul></ul><ul><ul><li>DIFICULTADORES GERAIS </li></ul></ul>
  8. 8. AÇÕES: <ul><li>MARKETING ESTRATÉGICO </li></ul><ul><li>CANDIDATO + CHAPA = (PRODUTO + SERVIÇO) x EXPECTATIVA </li></ul><ul><li>MERCADO = ELEITORADO (TAMANHO x DISPERSÃO / CONCENTRAÇÃO) </li></ul><ul><li>SEGMENTOS DE MERCADOS: CLASSES DO ELEITORADO </li></ul><ul><ul><li>GRUPO DEMOGRÁFICO </li></ul></ul><ul><ul><li>GRUPO GEOGRÁFICO </li></ul></ul>
  9. 9. ANÁLISE DO PROCESSO POLÍTICO (CONDIÇÕES) <ul><li>PLANEJAMENTO </li></ul><ul><li>IMPLEMENTAÇÃO PROGRAMAS QUE ATENDAM ÀS EXPECTATIVAS DO PÚBLICO-ALVO </li></ul><ul><li>CONTROLE </li></ul>
  10. 10. CONCEITOS A SEREM TRABALHADOS: <ul><li>CONCEITO DE PRODUTO/ SERVIÇO: </li></ul><ul><ul><li>ORIENTAÇÃO SOBRE A QUAL SE PRESSUPÕES QUE OS ELEITORES RESPONDERÃO FAVORAVELMENTE, COM UM ESFORÇO RELATIVO DE MARKETING, OBJETIVANDO A VITÓRIA NAS ELEIÇÕES. </li></ul></ul>
  11. 11. PREMISSAS PARA A VIABILIZAÇÃO (I): <ul><li>A CHAPA / ASSESSORIA DEVE CONCENTRAR ATENÇÃO NA TAREFA DE PRODUZIR UM BOM MIX DE PRODUTO / SERVIÇO </li></ul><ul><li>OS ELEITORES INTERESSAM-SE NUM BOM MIX PRODUTO / SERVIÇO E, SUPLEMENTARMENTE, ATENDER NECESSIDADES ESPECÍFICAS, IDENTIFICADAS OU LATENTES </li></ul>
  12. 12. PREMISSAS PARA A VIABILIZAÇÃO (II): <ul><li>OS ELEITORES CONHECEM AS CHAPAS CONCORRENTES </li></ul><ul><li>OS ELEITORES ESCOLHEM ENTRE AS CHAPAS EXISTENTES, AQUELA QUE APRESENTAR A MELHOR RELAÇÃO IMAGEM / PROPOSTA / HISTÓRICO / REALIZAÇÕES / POTENCIAL DE DESENVOLVIMENTO </li></ul>
  13. 13. CONCEITO DE ACEITAÇÃO DO CANDIDATO: <ul><li>ORIENTAÇÃO QUE PRESSUPÕE QUE OS ELEITORES NORMALMENTE NÃO VOTARÃO EM UM ÍNDICE SUFICIENTEMENTE CAPAZ DE GARANTIR A VITÓRIA, A NÃO SER QUE SEJAM ABORDADOS POR UM ESFORÇO SUBSTANCIAL DE COMUNICAÇÃO / PROMOÇÃO EFICAZ EM PERSUASÃO </li></ul>
  14. 14. PREMISSAS PARA A VIABILIZAÇÃO: <ul><li>CONSEGUIR VOTOS SUFICIENTES PARA A VITÓRIA </li></ul><ul><li>OS ELEITORES NORMALMENTE NÃO VOTARÃO O SUFICIENTE POR SI MESMOS, DE MODO A ASSEGURAR A VITÓRIA </li></ul><ul><li>OS ELEITORES PODEM SER INDUZIDOS A VOTAR EM NOSSO MIX DE PRODUTO / SERVIÇO ATRAVÉS DE VÁRIOS ESTRATAGEMAS DE ESTÍMULOS AO VOTO FAVORÁVEL </li></ul><ul><li>OS ELEITORES, PROVAVELMENTE VOTARÃO NA SITUAÇÃO E, MESMO QUE NÃO O FAÇAM, HÁ NOVOS ELEITORES A CONQUISTAR </li></ul>
  15. 15. CONCEITO DE MARKETING POLÍTICO: <ul><li>CONCEITUA-SE MARKETING POLÍTICO COMO UMA ORIENTAÇÃO DO COMANDO DA CAMPANHA, BASEADA NO ENTENDIMENTO DE QUE A TAREFA PRIMORDIAL DO COMITÊ É DETERMINAR AS NECESSIDADES, DESEJOS E VALORES DE UM ELEITORADO VISADO E, A PARTIR DISSO, ADAPTAR AS PROPOSTAS PARA PROMOVER AS SATISFAÇÕES E EXPECTATIVAS DE FORMA MAIS EFETIVA QUE SEUS CONCORRENTES </li></ul>
  16. 16. PREMISSAS PARA VIABILIZAÇÃO (I): <ul><li>A CHAPA CONCEBE SUAS PROPOSTAS E OBJETIVOS EM TERMOS DE SATISFAZER A UM CONJUNTO DE DESEJOS DEFINIDOS DE UM GRUPO / SEGMENTO EXPRESSIVO DE ELEITORES </li></ul><ul><li>O COMITÊ RECONHECE QUE A SATISFAÇÃO / ATENDIMENTO DE DESEJOS REQUER UM ATIVO PROGRAMA DE PESQUISA DE MARKETING PARA CONHECER ESSES DESEJOS. </li></ul>
  17. 17. PREMISSAS PARA VIABILIZAÇÃO (II): <ul><li>O COMITÊ RECONHECE QUE TODAS AS ATIVIDADES DE INFLUENCIAR ELEITORES DEVEM SER COLOCADAS SOB UM CONTROLE INTEGRADO DE MARKETING </li></ul><ul><li>A CHAPA ACREDITA QUE AO FAZER UM BOM TRABALHO EM SATISFAZER AOS ELEITORES, ELA GANHA SUA LEALDADE, VOTOS, PALAVRAS DE RECOMENDAÇÃO; FATORES CRUCIAIS AO ATINGIMENTO DA VITÓRIA. </li></ul>
  18. 18. SISTEMA CENTRAL DE MARKETING E INTELIGÊNCIA POLÍTICA (I): <ul><li>ESTRUTURAÇÃO: </li></ul><ul><ul><li>O SISTEMA CENTRAL DE MARKETING POLÍTICO DEVERÁ DESCREVER TODAS AS INSTITUIÇÕES-CHAVE QUE INTERAGEM PARA SUPRIR OS ELEITORES (DIRETOS, FORMADORES DE OPINIÃO, EMANADORES DE TENDÊNCIAS E INFLUÊNCIADORES), EM SEUS ANSEIOS E EXPECTATIVAS </li></ul></ul>
  19. 19. SISTEMA CENTRAL DE MARKETING E INTELIGÊNCIA POLÍTICA (II): <ul><li>ESTAS INSTITUIÇÕES-CHAVE SÃO: </li></ul><ul><ul><li>OS CANDIDATOS </li></ul></ul><ul><ul><li>OS ELEITORES TOTAIS </li></ul></ul><ul><ul><li>INTERMEDIÁRIOS (MÁQUINA ADMINISTRATIVA) </li></ul></ul><ul><ul><li>FORNECEDORES / ASSESSORES / CONSULTORES </li></ul></ul><ul><ul><li>CHAPAS / CANDIDATOS CONCORRENTES </li></ul></ul>
  20. 20. SISTEMA CENTRAL DE MARKETING E INTELIGÊNCIA POLÍTICA (III): <ul><li>OBSERVAÇÕES: </li></ul><ul><ul><li>O VENCEDOR SERÁ AQUELE QUE REALIZAR O GERENCIAMENTO DESTAS INTERAÇÕES, DE FORMA MAIS EFICAZ. </li></ul></ul><ul><ul><li>O SISTEMA CENTRAL DE MARKETING ESTÁ RODEADO DE PÚBLICOS, ISTO É, GRUPOS DETERMINADOS QUE POSSUEM INTERESSES , IMPACTOS REAIS OU POTENCIAIS SOBRE O PROCESSO ELEITORAL. EX: </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>COMUNIDADE FINANCEIRA </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>IMPRENSA </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>INSTITUIÇÕES GOVERNAMENTAIS </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>LEGISLATIVO </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>GRUPOS DE INTERESSE </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>PÚBLICO EM GERAL </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>ELEITORES </li></ul></ul></ul>
  21. 21. SISTEMA CENTRAL DE MARKETING E INTELIGÊNCIA POLÍTICA (IV): <ul><li>À MEDIDA QUE A ORGANIZAÇÃO (SISTEMA CENTRAL DE MARKETING / INTELIGÊNCIA POLÍTICA / CHAPA / CANDIDATOS / COMITÊ) ATRAI OS RECURSOS DESSES PÚBLICOS, PELO OFERECIMENTO DE BENEFÍCIOS DETERMINADOS, É QUE O MARKETING POLÍTICO ATUA, VISANDO ESSES PÚBLICOS. </li></ul>
  22. 22. SISTEMA CENTRAL DE MARKETING E INTELIGÊNCIA POLÍTICA (V): <ul><li>MACRO-AMBIENTE: FORÇAS ATUANDO SOBRE AS INSTITUIÇÕES-CHAVE ( DO SISTEMA CENTRAL DE MARKETING) E SOBRE OS PÚBLICOS DE INTERESSE; SÃO ELAS: </li></ul><ul><ul><li>DEMOGRAFIA </li></ul></ul><ul><ul><li>ECONOMIA </li></ul></ul><ul><ul><li>LEGISLAÇÃO </li></ul></ul><ul><ul><li>POLÍTICA </li></ul></ul><ul><ul><li>TECNOLOGIA </li></ul></ul><ul><ul><li>CULTURA </li></ul></ul>
  23. 23. SISTEMA CENTRAL DE MARKETING E INTELIGÊNCIA POLÍTICA (VI): <ul><li>TAIS FORÇAS SÃO FATORES INCONTROLÁVEIS, EM MUTAÇÃO CONSTANTE E VELOCIDADE CRESCENTE, COMPROMETENDO SIGNIFICATIVAMENTE A CAPACIDADE DE ADAPTAÇÃO DAS FORÇAS POLÍTICAS CONSTITUÍDAS </li></ul><ul><li>A CHAPA PASSIVA ESTÁ CONDENADA </li></ul><ul><li>A CHAPA ADAPTÁVEL PODERÁ SER ELEITA </li></ul><ul><li>A CHAPA INOVADORA DEVERÁ SER ELEITA </li></ul>
  24. 24. MARKETING ESTRATÉGICO (I): <ul><li>ANÁLISE DE OPORTUNIDADES </li></ul><ul><li>ESCOLHA DE OBJETIVOS </li></ul><ul><li>DESENVOLVIMENTO DE ESTRATÉGIAS </li></ul><ul><li>FORMULAÇÃO DE PLANOS </li></ul><ul><li>EXECUÇÃO / IMPLEMENTAÇÃO </li></ul><ul><li>CONTROLE </li></ul>
  25. 25. MARKETING ESTRATÉGICO (II): <ul><li>CONCEITO DE OPORTUNIDADE DE MARKETING POLÍTICO: </li></ul><ul><ul><li>DEVE-SE DISTINGUIR ENTRE OPORTUNIDADES: </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>AMBIENTAIS </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>POLÍTICAS </li></ul></ul></ul><ul><li>A CHAVE DA OPORTUNIDADE DO MARKETING POLÍTICO REPOUSA SOBRE A QUESTÃO DE SE A CHAPA / COMITÊ PODE FAZER MAIS POR ESSA OPORTUNIDADE QUE SEUS CONCORRENTES, CRIANDO VANTAGENS E DIFERENCIAIS </li></ul>
  26. 26. MARKETING ESTRATÉGICO (III): <ul><li>ESCOLHA DE OBJETIVOS: </li></ul><ul><ul><li>DETERMINADOS DE MODO A SATISFAZER ALGUMA NECESSIDADE NO AMBIENTE EXTERNO. EX. IBM COMO FÁBRICA DE COMPUTADORES versus IBM COMO INSTITUIÇÃO QUE SATISFAZ A NECESSIDADE DE RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS DE NEGÓCIOS. </li></ul></ul>
  27. 27. MARKETING ESTRATÉGICO (IV): <ul><li>DESENVOLVIMENTO DE ESTRATÉGIA DE MARKETING POLÍTICO: </li></ul><ul><ul><li>SEGMENTAÇÃO </li></ul></ul><ul><ul><li>POSICIONAMENTO </li></ul></ul><ul><ul><li>PENETRAÇÃO </li></ul></ul><ul><ul><li>PERSUASÃO </li></ul></ul><ul><ul><li>ATAQUE FRONTAL </li></ul></ul><ul><ul><li>ATAQUE FLANQUEADO </li></ul></ul><ul><ul><li>GUERRILHA, ETC...... </li></ul></ul>
  28. 28. MARKETING ESTRATÉGICO (V): <ul><li>FORMULAÇÃO DE PLANOS </li></ul><ul><ul><li>METAS </li></ul></ul><ul><ul><li>ORÇAMENTO GLOBAL x RETORNO ESPERADO </li></ul></ul><ul><ul><li>ALOCAÇÃO DO COMPOSTO DE MARKETING POLÍTICO: </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>PROPAGANDA (JORNAIS, FOLHETOS, ETC...) </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>PROMOÇÃO (COMÍCIOS, FESTAS, INAUGURAÇÕES, ETC...) </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>CORPO-A-CORPO (CLUBES, ASSOCIAÇÕES, LOCAIS DE TRABALHO, ETC...) </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>EVENTOS ( PALESTRAS, SEMINÁRIOS, SIMPÓSIOS, ETC...) </li></ul></ul></ul>
  29. 29. MARKETING ESTRATÉGICO (VI): <ul><li>DETERMINAÇÃO DO NÍVEL DOS INVESTIMENTOS, EM FUNÇÃO DA ANÁLISE CUIDADOSA DO CENÁRIO DE OPERAÇÕES: </li></ul><ul><ul><li>DEMANDA (INTENÇÃO DE VOTO) </li></ul></ul><ul><ul><li>CUSTO (DA CAMPANHA) </li></ul></ul><ul><ul><li>CONCORRÊNCIA (AÇÕES DA OPOSIÇÃO) </li></ul></ul><ul><li>DEVE SER CONSIDERADA UMA MARGEM DE SEGURANÇA </li></ul>
  30. 30. MARKETING ESTRATÉGICO (VII): <ul><li>EXECUÇÃO / IMPLEMENTAÇÃO / CONTROLE: </li></ul><ul><ul><li>GUIA DE TRABALHO PARA AS REALIZAÇÕES </li></ul></ul><ul><ul><li>CONTROLE E ACOMPANHAMENTO DOS RESULTADOS </li></ul></ul><ul><ul><li>AFERIÇÃO / PERIODICIDADE (QUINZENAL / MENSAL) </li></ul></ul>
  31. 31. COMPORTAMENTO DO ELEITOR (I): <ul><li>ANÁLISE ATRAVÉS DOS SEGUINTES MODELOS: </li></ul><ul><ul><li>SOCIOLÓGICO </li></ul></ul><ul><ul><li>ECONÔMICO </li></ul></ul><ul><ul><li>PSICANALÍTICO </li></ul></ul><ul><ul><li>HIERARQUIA DAS NECESSIDADES </li></ul></ul><ul><li>OBSERVA-SE NO PROCESSO DE VOTO: </li></ul><ul><ul><li>IMPULSO </li></ul></ul><ul><ul><li>MOTIVO </li></ul></ul><ul><ul><li>ESTÍMULOS </li></ul></ul><ul><ul><li>SUGESTÃO </li></ul></ul>
  32. 32. COMPORTAMENTO DO ELEITOR (II): <ul><li>DECISÃO DO VOTO: </li></ul><ul><ul><li>INICIADOR </li></ul></ul><ul><ul><li>INFLUENCIADOR </li></ul></ul><ul><ul><li>DECISOR </li></ul></ul><ul><ul><li>VOTANTE </li></ul></ul><ul><ul><li>USUÁRIO DA INSTITUIÇÃO (FUSESC) </li></ul></ul>
  33. 33. COMPORTAMENTO DO ELEITOR (III): <ul><li>DESPERTAR DA NECESSIDADE DO VOTO </li></ul><ul><li>PROCURA DE INFORMAÇÕES </li></ul><ul><li>AVALIAÇÃO DAS INFORMAÇÕES </li></ul><ul><li>DECISÃO DO VOTO </li></ul><ul><li>SENTIMENTOS PÓS-VOTO </li></ul>
  34. 34. SEGMENTAÇÃO DO ELEITORADO (I): <ul><li>PREFERÊNCIAS: </li></ul><ul><ul><li>HOMOGÊNEAS </li></ul></ul><ul><ul><li>DIFUSAS </li></ul></ul><ul><ul><li>CONGLOMERADAS </li></ul></ul>
  35. 35. SEGMENTAÇÃO DO ELEITORADO (II): <ul><li>EXIGÊNCIAS PARA A SEGMENTAÇÃO EFICAZ: </li></ul><ul><ul><li>MENSURABILIDADE </li></ul></ul><ul><ul><li>ACESSIBILIDADE </li></ul></ul><ul><ul><li>SUBSTANCIALIDADE </li></ul></ul>
  36. 36. SEGMENTAÇÃO DO ELEITORADO (III): <ul><li>BENEFÍCIOS PRÁTICOS: </li></ul><ul><ul><li>MELHOR POSICIONAMENTO E COMPARAÇÃO DAS OPORTUNIDADES POLÍTICAS </li></ul></ul><ul><ul><li>MELHORES AJUSTES DO PRODUTO / SERVIÇO (CANDIDATO) AO MERCADO (ELEITORADO) </li></ul></ul><ul><ul><li>DESENVOLVIMENTO DE PROGRAMAS E ORÇAMENTOS BASEADOS NUMA IDÉIA CLARA SOBRE O QUE SE TEM PELA FRENTE NA CAMPANHA </li></ul></ul>
  37. 37. SEGMENTAÇÃO DO ELEITORADO (IV): <ul><li>VARIÁVEIS DE SEGMENTAÇÃO: </li></ul><ul><ul><li>GEOGRÁFICA: </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>REGIÃO </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>TAMANHO DO MUNICÍPIO </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>DENSIDADE </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>CLIMA </li></ul></ul></ul>
  38. 38. SEGMENTAÇÃO DO ELEITORADO (V): <ul><li>VARIÁVEIS DE SEGMENTAÇÃO: </li></ul><ul><ul><li>DEMOGRÁFICA (I): </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>IDADE </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>SEXO </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>TAMANHOS DA FAMÍLIA </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>CICLO DE VIDA DA FAMÍLIA </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>RENDA </li></ul></ul></ul>
  39. 39. SEGMENTAÇÃO DO ELEITORADO (VI): <ul><li>VARIÁVEIS DE SEGMENTAÇÃO: </li></ul><ul><ul><li>DEMOGRÁFICA (II): </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>PROFISSÃO </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>INSTRUÇÃO </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>RELIGIÃO </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>RAÇA </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>NACIONALIDADE </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>CLASSE SOCIAL </li></ul></ul></ul>
  40. 40. SEGMENTAÇÃO DO ELEITORADO (VII): <ul><li>VARIÁVEIS DE SEGMENTAÇÃO </li></ul><ul><ul><li>PSICOGRÁFICA: </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>ESTILO DE VIDA </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>PERSONALIDADE </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>BENEFÍCIOS PROCURADOS </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>STATUS DE USUÁRIO </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>INTENSIDADE DE USO </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>STATUS DE LEALDADE </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>ESTÁGIO DE PROPENSÃO </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>SENSIBILIDADE AO FATOR DE MARKETING </li></ul></ul></ul>
  41. 41. CONCEITUAÇÃO DO “PRODUTO” CANDIDATO (I): <ul><li>UM PRODUTO É QUALQUER COISA QUE PODE SER OFERECIDA A UM MERCADO PARA AQUISIÇÃO, ADOÇÃO OU CONSUMO; INCLUI OBJETOS FÍSICOS, SERVIÇOS, PERSONALIDADES , LUGARES, ORGANIZAÇÕES E IDÉIAS . </li></ul>
  42. 42. CONCEITUAÇÃO DO “PRODUTO” CANDIDATO (II): <ul><li>1º CONCEITO DE PRODUTO / CANDIDATO: </li></ul><ul><ul><li>TANGÍVEL : OBJETO FÍSICO OFERECIDO AO MERCADO-ALVO, PODE POSSUIR ATÉ CINCO (5) CARACTERÍSTICAS: </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>NÍVEL DE QUALIDADE </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>ASPECTOS </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>ESTILO </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>MARCA REGISTRADA </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>EMBALAGEM / APRESENTAÇÃO </li></ul></ul></ul>
  43. 43. CONCEITUAÇÃO DO “PRODUTO” CANDIDATO (III): <ul><li>2º CONCEITO DE PRODUTO / CANDIDATO </li></ul><ul><ul><li>GENÉRICO : UTILIDADE OU BENEFÍCIO ESSENCIAL QUE ESTÁ SENDO OFERECIDO OU PROCURADO PELO ELEITOR. NESTE CASO, O MARKETING POLÍTICO ESTARÁ VENDENDO BENEFÍCIOS E NÃO APARÊNCIAS. </li></ul></ul>
  44. 44. CONCEITUAÇÃO DO “PRODUTO” CANDIDATO (IV): <ul><li>3º CONCEITO DE PRODUTO / CANDIDATO </li></ul><ul><ul><li>AMPLIADO : É A TOTALIDADE DOS BENEFÍCIOS QUE A PESSOA RECEBE OU EXPERIMENTA NA OBTENÇÃO DE UM PRODUTO TANGÍVEL. </li></ul></ul>
  45. 45. MARCA REGISTRADA DE UM CANDIDATO (I): <ul><li>A NECESSIDADE DE SE TER UMA MARCA POLÍTICA, UMA ASSOCIAÇÃO SIMBOLÓGICA: </li></ul><ul><ul><li>NOME </li></ul></ul><ul><ul><li>TERMO </li></ul></ul><ul><ul><li>SINAL </li></ul></ul><ul><ul><li>DESENHO </li></ul></ul><ul><ul><li>SÍMBOLO </li></ul></ul><ul><ul><li>OU UMA COMBINAÇÃO DESTES </li></ul></ul>
  46. 46. MARCA REGISTRADA DE UM CANDIDATO (II): <ul><li>NO SENTIDO DE SE IDENTIFICAR E ASSOCIAR: </li></ul><ul><ul><li>BENS </li></ul></ul><ul><ul><li>SERVIÇOS </li></ul></ul><ul><ul><li>IDÉIAS </li></ul></ul><ul><ul><li>PROPOSTAS DE UM CANDIDATO OU UMA CHAPA </li></ul></ul><ul><li>DE FORMA A DIFERENCIÁ-LA DAS CHAPAS / CANDIDATURAS CONCORRENTES. </li></ul>
  47. 47. COMUNICAÇÃO / PROMOÇÃO (I): <ul><li>CONCEITO INTEGRADO DE COMUNICAÇÃO E AÇÕES POLÍTICAS </li></ul><ul><ul><li>O MARKETING POLÍTICO EXIGE MAIS QUE DESENVOLVER UM BOM CANDIDATO E TORNÁ-LO PALATÁVEL E ACESSÍVEL AO SEU ELEITORADO </li></ul></ul><ul><ul><li>A CHAPA / COLIGAÇÃO / CANDIDATO QUE DESEJAR OBTER MAIS VOTOS DE FORMA A VENCER O PLEITO, DEVE DESENVOLVER UM PROGRAMA EFICAZ DE COMUNICAÇÃO E PROMOÇÃO PESSOAL E DE IDÉIAS </li></ul></ul><ul><ul><li>TAL FATO É DECORRÊNCIA DA NATUREZA DOS ELEITORES E DAS CHAPAS CONCORRENTES, QUE OBRIGAM A ADOÇÃO DO PAPEL DE COMUNICADOR. </li></ul></ul>
  48. 48. COMUNICAÇÃO / PROMOÇÃO (II): <ul><li>A EFICIÊNCIA PASSA PELA INTEGRAÇÃO DA COMUNICAÇÃO, ONDE DEVE SER BUSCADO UM NAMORO COM OS ELEITORES, ESTABELECENDO UM RELACIONAMENTO EMOCIONALMENTE SATISFATÓRIO. </li></ul>
  49. 49. PROCESSO DE PERSUASÃO (I): <ul><li>A CANDIDATURA DEVERÁ BUSCAR UMA COMUNICAÇÃO PERSUASIVA E EFICAZ </li></ul><ul><li>ISTO OCORRE QUANDO A CHAPA DISPÕE DE EQUIPE APROPRIADA PARA TAL FIM. (EX. JORNALISTAS, PROFISSIONAIS DE MARKETING, COMUNICAÇÃO, IMPRENSA, MÍDIA, RELAÇÕES PÚBLICAS, MILITÂNCIA SUPERVISIONADA, ETC...) </li></ul>
  50. 50. PROCESSO DE PERSUASÃO (II): <ul><li>A COMUNICAÇÃO PERSUASIVA ACONTECE QUANDO UM EMITENTE CONSCIENTEMENTE DESENVOLVE SUA MENSAGEM NO SENTIDO DE CONSEGUIR UM EFEITO CALCULADO SOBRE: </li></ul><ul><ul><li>A ATITUDE </li></ul></ul><ul><ul><li>O POSICIONAMENTO IDEOLÓGICO DO PÚBLICO VISADO </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>ELEITORADO TOTAL E/OU SEGMENTOS DE ELEITORES, INFLUENCIADORES, ETC... </li></ul></ul></ul>
  51. 51. PROCESSO DE PERSUASÃO (III): <ul><li>MODELO RETÓRICO : 3 FUNÇÕES DE ARISTÓTELES </li></ul><ul><ul><li>O USO DO CARÁTER PARA TORNAR O DISCURSO DIGNO DE CRÉDITO </li></ul></ul><ul><ul><li>O ESTÍMULO DE UMA EMOÇÃO DESEJADA NO PÚBLICO </li></ul></ul><ul><ul><li>COMPROVAÇÃO DE PROVA APARENTE (QUALIDADE / ATRIBUTO / OBRAS / REALIZAÇÕES / CONQUISTAS / ETC...) </li></ul></ul>
  52. 52. PROCESSO DE PERSUASÃO (IV): <ul><li>MODELO DE PROPAGANDA (I): </li></ul><ul><ul><li>É O MODELO USADO QUANDO UMA INSTITUIÇÃO ( IGREJA, ESTADO, EMPRESA, POLÍTICOS, ETC...) ESTÁ TENTANDO OBTER APOIO POTENCIAL PARA SUA CAUSA. </li></ul></ul><ul><ul><li>O PROCESSO DE PERSUASÃO É EM TERMOS MUITO MAIS AMPLOS DO QUE SIMPLESMENTE O USO DE PALAVRAS </li></ul></ul>
  53. 53. PROCESSO DE PERSUASÃO (V): <ul><li>MODELO DE PROPAGANDA (II) </li></ul><ul><ul><li>O PROCESSO DE PROPAGANDA É MAIS ABRANGENTE E EFICAZ POIS CONSIDERA A INTERAÇÃO DOS SEGUINTES FATORES: </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>PALAVRAS (RETÓRICA) </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>SENTIMENTOS (AMBIENTE) </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>EXPERIÊNCIA (EVENTOS) </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>OBJETIVA A CONQUISTA DE ADESÕES DE ELEITORES / INFLUENCIADORES </li></ul></ul>
  54. 54. PROCESSO DE PERSUASÃO (VI): <ul><li>MODELO DE NEGOCIAÇÃO: </li></ul><ul><ul><li>A PERSUASÃO É VISTA NO CONTEXTO DE UM NEGOCIADOR SE DEFRONTANDO COM OUTRO NEGOCIADOR, NORMALMENTE EM DEBATES PÚBLICOS, DIPLOMACIA INTERNACIONAL, PROCESSO LEGISLATIVO E NEGOCIAÇÕES COMERCIAIS. </li></ul></ul><ul><ul><li>O NEGOCIADOR POSSUI DOIS (2) INSTRUMENTOS: </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>INDUZIMENTOS: MOTIVADORES POSITIVOS E CONCESSÕES QUE SÃO OFERECIDAS (EX: ELOGIOS, PROMESSAS, OUTRAS INICIATIVAS, ETC...) </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>AMEAÇAS: MOTIVADORES NEGATIVOS (EX: BOICOTE, COMPROMETIMENTO, “BADALAÇÕES”, CHANTAGENS, ETC...) </li></ul></ul></ul>
  55. 55. PROCESSO DE PERSUASÃO (VII): <ul><li>MODELO DE COMUNICAÇÃO: </li></ul><ul><ul><li>É NECESSÁRIO CONSIDERAR: </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>QUEM (COMUNICADOR) </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>DIZ O QUE (MENSAGEM) </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>EM QUE CANAL / VEÍCULO (MÍDIA) </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>PARA QUEM (RECEPTOR) </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>COM QUE EFEITO (FEED BACK) </li></ul></ul></ul>
  56. 56. PROCESSO DE PERSUASÃO (VIII): <ul><li>MODELO DE PROMOÇÃO (I): </li></ul><ul><ul><li>PROPAGANDA DE ESPAÇO </li></ul></ul><ul><ul><li>PROPAGANDA COM ALTO-FALANTES </li></ul></ul><ul><ul><li>MALA-DIRETA </li></ul></ul><ul><ul><li>DISCURSOS </li></ul></ul>
  57. 57. PROCESSO DE PERSUASÃO (VIII): <ul><li>MODELO DE PROMOÇÃO (II): </li></ul><ul><ul><li>APRESENTAÇÕES </li></ul></ul><ul><ul><li>DEMONSTRAÇÕES (INAUGURAÇÕES) </li></ul></ul><ul><ul><li>CONCURSOS </li></ul></ul><ul><ul><li>PRÊMIOS </li></ul></ul>
  58. 58. PROCESSO DE PERSUASÃO (IX): <ul><li>MODELO DE PROMOÇÃO (III): </li></ul><ul><ul><li>AMOSTRAS </li></ul></ul><ul><ul><li>LITERATURA TÉCNICA (PROGRAMA DE CAMPANHA) </li></ul></ul><ul><ul><li>FILMES </li></ul></ul><ul><ul><li>EXPOSIÇÕES / CONFERÊNCIAS </li></ul></ul>
  59. 59. PROCESSO DE PERSUASÃO (X): <ul><li>MODELO DE PROMOÇÃO (IV): </li></ul><ul><ul><li>“ EMBALAGEM” DO CANDIDATO </li></ul></ul><ul><ul><li>PUBLICIDADE DA CHAPA DO CANDIDATO </li></ul></ul><ul><ul><li>PROGRAMAS DE IDENTIFICAÇÃO DA CHAPA </li></ul></ul><ul><ul><li>ENDOSSOS / AVAL DE PESSOAS DE INFLUÊNCIA </li></ul></ul>
  60. 60. PROCESSO DE PERSUASÃO (XI): <ul><li>MODELO DE PUBLICIDADE (I): </li></ul><ul><ul><li>UMA CHAPA E SEUS CANDIDATOS, ATRAVÉS DA PUBLICIDADE, PODE CAPTAR A ATENÇÃO DO PÚBLICO EM GERAL, NO QUAL INSERE-SE O PÚBLICO-ALVO, PELO SIMPLES FATO DE SER VALIOSA EM TERMOS DE NOTÍCIAS. </li></ul></ul><ul><ul><li>NESTE CASO, A CHAPA / COLIGAÇÃO NÃO PAGA PELA PUBLICIDADE QUE RECEBEM </li></ul></ul><ul><ul><li>OS RESULTADOS COSTUMAM SER ESPETACULARES </li></ul></ul>
  61. 61. PROCESSO DE PERSUASÃO (XII): <ul><li>MODELO DE PUBLICIDADE (II): </li></ul><ul><ul><li>A PUBLICIDADE APRESENTA TRÊS QUALIDADES DISTINTAS: </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>ALTO GRAU DE VERACIDADE : OS ARTIGOS DE JORNAIS E AS REPORTAGENS PARECEM AOS LEITORES E ELEITORES, RELATOS AUTÊNTICOS </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>ESTAR DESPREVENIDO : ATINGE OS ELEITORES QUE EVITAM AS PROPAGANDAS </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>DRAMATIZAÇÃO : A PUBLICIDADE TEM, COMO A PROPAGANDA, POTENCIAL PARA A DRAMATIZAÇÃO </li></ul></ul></ul>
  62. 62. FECHAMENTO: <ul><li>O MODELO DO COMPOSTO PROMOCIONAL DESCREVE AS CARACTERÍSTICAS RELATIVAS E AS PROPRIEDADES DAS QUATRO (4) FORMAS DE PROMOÇÃO: </li></ul><ul><ul><li>PROPAGANDA </li></ul></ul><ul><ul><li>VENDA CONCEITUAL DO CANDIDATO / CHAPA </li></ul></ul><ul><ul><li>PUBLICIDADE </li></ul></ul><ul><ul><li>PROMOÇÃO DO CANDIDATO / CHAPA / PROGRAMA </li></ul></ul>
  63. 63. CONCLUSÃO: <ul><li>A GRANDE ARTE ESTÁ EM MISTURAR TODOS ESSES INGREDIENTES / ELEMENTOS, NUM COMPOSTO IDEAL DE: </li></ul><ul><ul><li>PROMOÇÃO </li></ul></ul><ul><ul><li>COMUNICAÇÃO </li></ul></ul><ul><ul><li>CONCEITUAÇÃO </li></ul></ul><ul><ul><li>SEGMENTAÇÃO </li></ul></ul><ul><li>QUE MAXIMIZE AS CHANCES DE: </li></ul><ul><ul><li>DIFERENCIAÇÃO </li></ul></ul><ul><ul><li>CONQUISTA </li></ul></ul><ul><ul><li>ADOÇÃO DAS CARACTERÍSTICAS IDEOLÓGICAS E POLÍTICAS </li></ul></ul><ul><li>DE MODO A COMPELIR DETERMINADAS FORÇAS, À </li></ul>
  64. 64. VITÓRIA NAS ELEIÇÕES
  65. 65. <ul><li>Paulo Sérgio de Moura Bastos </li></ul><ul><li>(55 48) 9119.5459 </li></ul><ul><li>[email_address] </li></ul>

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