Riscos físicos

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Riscos físicos

  1. 1. RISCOS FÍSICOSUFCD-Ambiente, Higiene e Segurança no Trabalho Formadora. Filipa Andrade
  2. 2. RISCOS FÍSICOSSão considerados riscos físicos várias formas de energia taiscomo: Ruídos; Temperaturas excessivas; Vibrações; Pressões anormais; Radiações; Humidade.
  3. 3. RUÍDO É um conjunto de sons suscetíveis de adquirir para o homem um carater afetivo desagradável e/ou intolerável, devido sobretudo aos incómodos, à fadiga, à perturbação e não à dor que pode produzir.
  4. 4. RUÍDO Contínuo Intermitente Impacto
  5. 5. ESCALA DE DECIBÉIS (dB)
  6. 6. ESCALA DE DECIBÉIS (Consequências)
  7. 7. Limites do tempo de exposição e de tolerância ao Ruído DECRETO-LEI n.º 9/2007 de 17 de janeiro (Regulamento Geral do Ruído); Decreto-Lei nº 182/2006 de 06 de setembro (impõe os limites de exposição ao ruído excessivo).
  8. 8. Limites de ação Nível de de exposição ao ruído para o qual é pedido aos trabalhadores que adotem certos procedimentos no sentido de reduzir os efeitos nefastos que o ruído tem na audição.
  9. 9. Níveis de ação Valor de ação inferior: limite para o qual o trabalhador está exposto a uma média diária, ou semanal, de 80 dB (A). A entidade patronal tem o dever de informar os trabalhadores do limite de pressão sonora bem como fornecer os EPIS. Valor de ação inferior (pico): 135 dB (A). A entidade patronal deve adotar as mesmas medidas anteriormente referidas.
  10. 10. Níveis de ação Valor de ação superior: limite para o qual o trabalhador está exposto a uma média diária, ou semanal, de 85 dB (A). Acima do qual é requisitado a cada empregador que tome medidas praticáveis para a redução da exposição ao ruído, técnicas ou de engenharia. O uso de equipamento de proteção auditiva é obrigatório caso não seja possível realizar o controlo do nível de ruído de outra forma, ou caso as respetivas de medida de controlo ainda estejam a ser planeadas ou executadas. O uso de protetores auditivos deve ser considerado como a última medida em termos de prioridade. Valor de ação superior (pico): 137 dB (A). A entidade patronal deve adotar as mesmas medidas anteriormente referidas.
  11. 11. Valor limite de exposição (VLE) O valor limite de exposição definido é de 87 dB(A), acima dos quais nenhum colaborador pode estar exposto (tendo em consideração a utilização do equipamento de proteção auditiva). É também considerado um valor de limite de exposição, a exposição a ruídos de pico de 140 dB(C), a partir da qual as mesmas medidas devem ser adotadas;
  12. 12. Consequências (Ruído) Surdez profissional (PAIR); Fadiga nervosa, Depressão; Irritabilidade; Hipertensão; Alteração ritmos cardíaco e da respiração; Perturbações gastrointestinais; Alteração da visão noturna; Dificuldades na perceção das cores.
  13. 13. Temperaturas excessivasCALOR : As altas temperaturas provocam; Desidratação; Erupções na pele; Cãibras; Fadiga física; Distúrbios neurológicos; Problemas cardiovasculares; Insolação.
  14. 14. Temperaturas excessivasFRIO : As baixas temperaturas provocam; Feridas; Gretas e necrose da pele; Enregelamento; Agravamento das doenças reumáticas; Problemas respiratórios.
  15. 15. Vibrações (DL n.º 46/2006 de 24 de fevereiro) As vibrações são agentes físicos nocivos produzidos por certas máquinas, equipamentos e ferramentas vibrantes, que atuam por transmissão de energia mecânica, emitindo oscilações com amplitudes percetíveis pelos seres humanos. As vibrações encontram-se presentes em quase todas as atividades, nomeadamente em construção e obras públicas, indústrias extrativas, exploração florestal, fundições e transportes. Podem ser expressas em m/s2 ou em Hz (Hertz).
  16. 16. Vibrações Localizadas: Determinadas partes do Corpo (Sistema Mão-Braço)
  17. 17. Vibrações Generalizadas: Corpo Inteiro
  18. 18. VALORES LIMITE E VALORES DE AÇÃOSistema mão-braço Valor limite – 5 m/s2 Valor de ação – 2,5 m/s2Corpo inteiro Valor limite – 1,15 m/s2 Valor de ação – 0,5 m/s2
  19. 19. Vibrações (Consequências) Alterações neurovasculares; Problemas articulares (ex: Síndrome dos dedos brancos); Osteoporose; Problemas urológicos; Problemas na coluna (LME’S).
  20. 20. RadiaçõesSão formas de energia que se transmitem por ondaseletromagnéticas. A absorção das radiações pelo organismo éresponsável pelo aparecimento de diversas lesões. Podem serclassificadas em 2 grupos: Ionizantes: Raios X, radioterapia (Raios Gama). Não ionizantes: Infravermelhos, U.V, Microondas, Raios laser, etc.
  21. 21. Radiações (Espetro)
  22. 22. Radiações (Consequências) Efeitos danosos nos fetos, embriões (mutações); Queimaduras; Perturbações oculares (cataratas, conjuntivites); Lesões na pele (cancro).
  23. 23. PRESSÃO ANORMAIS AMBIENTES HIPOBÁRICOS (BAIXAS PRESSÕES <1 atm) AMBIENTES HIPERBÁRICOS (ALTAS PRESSÕES >1 atm)
  24. 24. PRESSÕES ANORMAIS Rebentamento de um tímpano: Rebentamento de um vaso sanguíneo (AVC) Libertação de Nitrogénio nos tecidos e vasos sanguíneos Embolia (Morte).
  25. 25. Humidade Excessiva As atividades ou operações executadas em locais alagados ou encharcados, com humidades excessivas, capazes de produzir danos à saúde dos trabalhadores, são situações insalubres e devem ter a atenção dos técnicos de prevenção por meio de verificações realizadas nesses locais para estudar a implementação de medidas de controlo.
  26. 26. Humidade Excessiva (Consequências) Problemas respiratórios; Problemas nas articulações; Problemas circulatórios; Doenças de pele.
  27. 27. Prevenção-Riscos Físicos Medidas de Engenharia/Construtivas; Medidas Organizacionais; Vigilância Periódica da Saúde dos Trabalhadores; Medição periódica dos níveis de ruído (Sonómetro), vibrações (Acelerómetro), radiações (Dosímetro), humidade (Higrómetro) e temperatura (Termómetro).

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