Manual higiene e segurança no trabalho

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Manual higiene e segurança no trabalho

  1. 1. MÓDULO:6669 HIGIENE E PREVENÇÃO NO TRABALHO CURSO: TÉCNICO DE MECATRÓNICA AUTOMÓVEL FORMADORA: ENG.ª FILIPA ANDRADE MANUAL DO FORMANDO
  2. 2. ÂMBITO DE APLICAÇÃO Este manual foi elaborado no âmbito do módulo Higiene e Prevenção no Trabalho e é uma ferramenta, para o formando, de consulta e estudo.
  3. 3. Prevenção de Riscos Profissionais
  4. 4. OBJETIVOS:  Definir conceitos de saúde, doença profissional e acidente de trabalho;  Relacionar a saúde com local de trabalho;  Identificar as principais causas das doenças profissionais e dos acidentes de trabalho;  Identificar e interpreta elementos relevantes das estatísticas de acidentes de trabalho;  Identificar as principais características de um posto de trabalho-tipo;  Caracterizar as condições de trabalho ideais e as formas de as conservar;  Reconhecer as vantagens da proteção coletiva e individual;  Utilizar meios adequados de movimentação de cargas;  Identificar as regras de utilização de ecrãs de computador. Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  5. 5. O que é a Segurança e Higiene no Trabalho?  Segurança no Trabalho Prevenção dos riscos associados aos Acidentes de Trabalho.  Higiene no Trabalho Prevenção dos riscos associados ao Ambiente de Trabalho. Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  6. 6. CONCEITO Saúde “Completo bem-estar físico, mental e social, e não apenas a ausência de doença.” Organização Mundial de Saúde Assim é que eu estou fixe!!! Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  7. 7. CONCEITO  Segurança, Higiene e Saúde do Trabalho Circunstâncias e fatores que afetam o bem estar de todos os trabalhadores, incluindo os temporários, prestadores de serviços, de visitantes e de qualquer outra pessoa que se encontre no local de trabalho. Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  8. 8. ACIDENTE DE TRABALHO?! (Definição) Acidente que se verifica:  No local de trabalho  No tempo de trabalho Produz diretamente ou indiretamente: Redução na capacidade de trabalho ou de ganho*, Morte.  Perturbação funcional  Doença Resulta em: * Diminuição das possibilidades de trabalho para angariar meios de subsistência. Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  9. 9. Será Acidente de Trabalho? Resposta: Sim. Porquê?: Ausência de Equipamentos de Proteção Coletiva. Quais?!: Redes de Proteção, Barreiras de Proteção. Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  10. 10. O acidente de trabalho Não acontece por acaso! Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  11. 11. Causas dos Acidentes de Trabalho Causas Humanas Stress (cansaço, distrações); Falta de interesse (desmotivação); Incumprimento da regras de segurança (negligência) Ingestão de álcool e drogas Causas Materiais Ausência de planos de manutenção de máquinas e equipamentos; Mau estado de conservação dos materiais e equipamentos. Causas Organizacionais Ausência de sinalização de segurança; Desorganização do espaço de trabalho; Má avaliação dos riscos associados à tarefa ou ao local de trabalho; Falta de informação e formação dadas aos trabalhadores. Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  12. 12. Consequências dos Acidentes de Trabalho (Empresas)  PLANO HUMANO Desmotivação/receio de colaboradores Má reputação/ publicidade negativa  PLANO MATERIAL Estragos/Paragem da máquina ou instalação Atrasos/Perda de produção Perda Qualidade/rendimento Seleção/Formação de substitutos Perdas comerciais Degradação imagem externa Prémios de seguro maior Indemnizações/Gastos assistência médica Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  13. 13. Consequências dos Acidentes de Trabalho (País) • PLANO HUMANO Baixa do potencial humano • PLANO MATERIAL Perda de produção Recuperação do acidentado Reformas antecipadas Despesas de reeducação Diminuição do poder de compra Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  14. 14. Noção Perigo “ (É uma condição ou um conjunto de circunstâncias que têm o potencial de causar ou contribuir para uma lesão ou morte)”. Risco “É um resultado medido do efeito potencial do perigo.” Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  15. 15. Perigo vs Risco Perigo: Rocha em erosão Risco: Esmagamento Perigo: Crocodilo Risco: Mordedura (Morte) Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  16. 16. RISCOS Associados ao AMBIENTE DE TRABALHO -QUÍMICOS -INCÊNDIO -ILUMINAÇÃO -AMBIENTE TÉRMICO -RUÍDO -VIBRAÇÕES -RADIAÇÕES -PSICOSSOCIAIS -ERGONÓMICOS (POSTURAS) Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  17. 17. RISCOS Associados aos ACIDENTES DE TRABALHO QUEDAS EM ALTURA / AO MESMO NÍVEL ESCORREGADELAS CORTES / GOLPES / CHOQUES ENTALAMENTOS / AMPUTAÇÕES ELETRICIDADE (RISCOS ELÉTRICOS) INCÊNDIO / EXPLOSÕES POSTURAS E CARGAS (MOVIMENTAÇÃO MANUAL DE CARGAS) INUNDAÇÕES / DERRAMES Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  18. 18. Como evitar os Acidentes de Trabalho? PREVENÇÃO Ação de evitar ou minimizar os riscos profissionais através da criação de condições de trabalho que permitam o desenvolvimento em segurança das atividades do trabalhador. Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  19. 19. Prevenção-Empresa Como eliminar ou minimizar os riscos presentes nos locais de Trabalho? Identificar os perigos; Avaliar os riscos; Controlar os riscos; Alterar os postos de trabalho (PT’s); Adaptar os PT’s às pessoas; Elaborar normas Internas / Instruções de trabalho; Avaliar a eficácia das medidas implementadas; Elaborar listas de verificação; Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  20. 20. Prevenção-Trabalhador Cumprir as normas de Higiene e Segurança no seu local de Trabalho. Informar-se sobre os riscos do seu PT. Seguir as indicações da sinalização de segurança. Utilizar os equipamentos de segurança e mantê-los em bom estado. Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  21. 21. Prevenção-Trabalhador Cuidar da Higiene, limpeza e arrumação do seu local de trabalho. Informar a chefia de qualquer anomalia verificada. HUM!!! ISTO NÃO ERA ASSIM….. Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  22. 22. EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO COLETIVA Redes de proteção, andaimes, sinalização. Grades de proteção das máquinas. Sistemas de corte de corrente. Controlo das condições ambientais (poeiras, temperatura, gases tóxicos, ruído, luz) Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  23. 23. EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL Capacete Luvas Máscara Óculos Protetores auditivos Fato de trabalho Botas de proteção Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  24. 24. Princípios Gerais da Prevenção (directiva 89/391/CEE de 12 de Junho), Lei n.º 102/2009 de 10 de Setembro) Evitar o Risco quando possível; Identificar e avaliar os riscos que não podem ser evitados; Combater os Riscos na origem; Adaptar o trabalho ao Homem (abordagem ergonómica); Ter em conta o estudo de evolução da tecnologia; Substituir o que é perigoso pelo que não é perigoso ou isento de perigo ; Planificar a prevenção (organização e condições de trabalho); Dar prioridade às medidas de proteção coletiva relativamente às medidas de proteção individual. Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  25. 25. CONTROLAR OS RISCOS OU ELIMINÁ-LOS PREVENIR OS ACIDENTES E AS DOENÇAS PROFISSIONAIS = Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  26. 26. PREVENIR PARA NÃO TER QUE REMEDIAR Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  27. 27. NOÇÃO DE ACIDENTE DE TRABALHO
  28. 28. Definição: Acidente de Trabalho É considerado acidente de trabalho o acidente que se verifique no local e no tempo de trabalho e produza direta ou indiretamente lesão corporal, perturbação funcional ou doença de que resulte a morte ou redução na capacidade de trabalho ou de ganho. (Lei n.º 98/2009 de 04 de Setembro) Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  29. 29. Entende-se como: “Local de Trabalho”: Todo o lugar em que o trabalhador se encontra ou deva dirigir-se em virtude do seu trabalho em que esteja, direta ou indiretamente, sujeito ao controlo do empregador; “Tempo de Trabalho”: Além do período normal de trabalho, o que precede o seu início, em atos de preparação ou com eles relacionados e o que se lhe segue, e ainda as interrupções normais e forçosas de trabalho. Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  30. 30. Considera-se também acidente de trabalho o ocorrido: No trajeto de ida e de regresso para e do local de trabalho; Na execução de serviços espontaneamente prestados e de que possa resultar proveito económico para a entidade empregadora; No local de trabalho, quando no exercício do direito de reunião ou de atividade de representante dos trabalhadores; Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  31. 31. Considera-se também acidente de trabalho o ocorrido (cont.): No local de trabalho, quando em frequência de curso de formação profissional ou, fora do local de trabalho, quando exista autorização expressa da entidade empregadora para tal frequência; Em atividade de procura de emprego durante o crédito de horas para tal concedido por lei aos trabalhadores com processo de cessação de contrato de trabalho em curso; Fora do local ou do tempo de trabalho, quando verificado na execução de serviços determinados pela entidade empregadora ou por esta consentidos. Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  32. 32. Considera-se ainda acidente de trabalho, situações em que: O acidente ocorra entre qualquer dos seus postos de trabalho, no caso de ter mais que um emprego; Entre a residência habitual ou ocasional e as instalações que constituem o seu local de trabalho; Entre qualquer dos locais referidos na alínea precedente e o local do pagamento da retribuição; Entre qualquer lugar dos serviços prestados espontaneamente e o local onde o trabalhador deva ser prestada qualquer forma de assistência ou tratamento por virtude de anterior acidente; Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  33. 33. Considera-se ainda acidente de trabalho, situações em que (cont.): Entre o local de trabalho e o local de refeição; Entre o local onde por determinação do empregador presta qualquer serviço relacionado com o seu trabalho e as instalações que constituem o seu local de trabalho habitual ou a sua residência habitual ou ocasional. Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  34. 34. Noção de Incidente Um acontecimento não desejado, que sob circunstâncias ligeiramente diferentes, poderia ter resultado em lesões para as pessoas, danos à propriedade ou perdas para o processo. “Um incidente é um acontecimento indesejado que pode dar origem a um acidente”. Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  35. 35. Descaracterização dos Acidentes de Trabalho: O que for dolosamente provocado pelo sinistrado; Ou provier de um ato seu ou de uma omissão que importe violação, sem causa justificativa, das condições de segurança estabelecidas pelo empregador ou previstas na lei; Os que provierem exclusivamente de negligência grosseira do sinistrado; Os que provierem de caso de força maior; Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  36. 36. Descaracterização dos Acidentes de Trabalho: O que resultar da privação, permanente ou acidental, do uso de razão do sinistrado, excepto se: Tal privação derivar da própria prestação de trabalho; For independente da vontade do sinistrado, ou Se o empregador ou seu representante, conhecendo o estado do sinistrado, consentir na prestação de trabalho. Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  37. 37. Exemplos Práticos: Incidente ou Acidente? CASO I Incidente: porque é um acontecimento indesejado que poderia resultar na queda do avião, caso um pássaro entrasse para um dos reatores e danificasse os motores. Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  38. 38. Exemplos Práticos: Incidente ou Acidente? Incidente: porque é um acontecimento indesejado que poderia resultar em afogamento, caso a praia não fosse vigiada. CASO II Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  39. 39. Exemplos Práticos: Incidente ou Acidente? Acidente: porque é um acontecimento indesejado que resultou na queda do autocarro para dentro de um buraco. Provocou danos materiais e pessoais (que podem ter resultado em lesões corporais nos passageiros). CASO III Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  40. 40. PARTICIPAÇÃO DE ACIDENTE Pelo Sinistrado ou Beneficiários  Dever de participação oral ou por escrito;  À entidade empregadora ou à pessoa que a represente;  Prazo: 48 horas. Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  41. 41. PARTICIPAÇÃO DE ACIDENTE Pelo Sinistrado ou Beneficiários  Não há dever de participação, se:  A entidade empregadora ou a pessoa que a represente presenciaram ou vieram a ter conhecimento do acidente no mesmo período. Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  42. 42. PARTICIPAÇÃO DE ACIDENTE Pelo Empregador  Entidades empregadoras com a responsabilidade transferida:  Devem participar à empresa de seguros a ocorrência do acidente, nos termos estabelecidos na apólice. Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  43. 43. PARTICIPAÇÃO DE ACIDENTE Pelo Empregador  Entidades empregadoras sem a responsabilidade transferida:  Devem participar o acidente ao tribunal competente, por escrito. Prazo: 8 dias.  Em caso de morte, o acidente deverá ser participado de imediato ao tribunal competente (pode ser enviado por fax ou outra via com o mesmo efeito de registo escrito de mensagens). Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  44. 44. Bibliografia Lei n.º 98/2009 de 04 de Setembro Regulamenta o regime de reparação de acidentes de trabalho de doenças profissionais, incluindo a reabilitação e reintegração profissionais, nos termos do artigo 284.º do Código do Trabalho, aprovado pela Lei n.º 7/2009, de 12 de Fevereiro. Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  45. 45. RISCOS FÍSICOS
  46. 46. RISCOS FÍSICOS São considerados riscos físicos várias formas de energia tais como: Ruídos; Temperaturas excessivas; Vibrações; Pressões anormais; Radiações; Humidade. Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  47. 47. RUÍDO É um conjunto de sons suscetíveis de adquirir para o homem um carater afetivo desagradável e/ou intolerável, devido sobretudo aos incómodos, à fadiga, à perturbação e não à dor que pode produzir. Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  48. 48. Contínuo Intermitente Impacto RUÍDO Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  49. 49. ESCALA DE DECIBÉIS (dB) Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  50. 50. ESCALA DE DECIBÉIS (Consequências) Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  51. 51. Limites do tempo de exposição e de tolerância ao Ruído DECRETO-LEI n.º 9/2007 de 17 de janeiro (Regulamento Geral do Ruído); Decreto-Lei nº 182/2006 de 06 de setembro (impõe os limites de exposição ao ruído excessivo). Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  52. 52. Limites de ação Nível de de exposição ao ruído para o qual é pedido aos trabalhadores que adotem certos procedimentos no sentido de reduzir os efeitos nefastos que o ruído tem na audição. Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  53. 53. Níveis de ação Valor de ação inferior: limite para o qual o trabalhador está exposto a uma média diária, ou semanal, de 80 dB (A). A entidade patronal tem o dever de informar os trabalhadores do limite de pressão sonora bem como fornecer os EPIS. Valor de ação inferior (pico): 135 dB (A). A entidade patronal deve adotar as mesmas medidas anteriormente referidas. Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  54. 54. Níveis de ação Valor de ação superior: limite para o qual o trabalhador está exposto a uma média diária, ou semanal, de 85 dB (A). Acima do qual é requisitado a cada empregador que tome medidas praticáveis para a redução da exposição ao ruído, técnicas ou de engenharia. O uso de equipamento de proteção auditiva é obrigatório caso não seja possível realizar o controlo do nível de ruído de outra forma, ou caso as respetivas de medida de controlo ainda estejam a ser planeadas ou executadas. O uso de protetores auditivos deve ser considerado como a última medida em termos de prioridade. Valor de ação superior (pico): 137 dB (A). A entidade patronal deve adotar as mesmas medidas anteriormente referidas. Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  55. 55. Valor limite de exposição (VLE) O valor limite de exposição definido é de 87 dB(A), acima dos quais nenhum colaborador pode estar exposto (tendo em consideração a utilização do equipamento de proteção auditiva). É também considerado um valor de limite de exposição, a exposição a ruídos de pico de 140 dB(C), a partir da qual as mesmas medidas devem ser adotadas; Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  56. 56. Consequências (Ruído) Surdez profissional (PAIR); Fadiga nervosa, Depressão; Irritabilidade; Hipertensão; Alteração ritmos cardíaco e da respiração; Perturbações gastrointestinais; Alteração da visão noturna; Dificuldades na perceção das cores. Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  57. 57. Temperaturas excessivas CALOR : As altas temperaturas provocam; Desidratação; Erupções na pele; Cãibras; Fadiga física; Distúrbios neurológicos; Problemas cardiovasculares; Insolação. Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  58. 58. Temperaturas excessivas FRIO : As baixas temperaturas provocam; Feridas; Gretas e necrose da pele; Enregelamento; Agravamento das doenças reumáticas; Problemas respiratórios. Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  59. 59. Vibrações (DL n.º 46/2006 de 24 de fevereiro) As vibrações são agentes físicos nocivos produzidos por certas máquinas, equipamentos e ferramentas vibrantes, que atuam por transmissão de energia mecânica, emitindo oscilações com amplitudes percetíveis pelos seres humanos. As vibrações encontram-se presentes em quase todas as atividades, nomeadamente em construção e obras públicas, indústrias extrativas, exploração florestal, fundições e transportes. Podem ser expressas em m/s2 ou em Hz (Hertz). Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  60. 60. Vibrações  Localizadas: Determinadas partes do Corpo (Sistema Mão-Braço) Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  61. 61. Vibrações Generalizadas: Corpo Inteiro Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  62. 62. VALORES LIMITE E VALORES DE AÇÃO Sistema mão-braço Valor limite – 5 m/s2 Valor de ação – 2,5 m/s2 Corpo inteiro Valor limite – 1,15 m/s2 Valor de ação – 0,5 m/s2 Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  63. 63. Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  64. 64. Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  65. 65. Vibrações (Consequências) Alterações neurovasculares; Problemas articulares (ex: Síndrome dos dedos brancos); Osteoporose; Problemas urológicos; Problemas na coluna (LME’S). Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  66. 66. Radiações São formas de energia que se transmitem por ondas eletromagnéticas. A absorção das radiações pelo organismo é responsável pelo aparecimento de diversas lesões. Podem ser classificadas em 2 grupos: Ionizantes: Raios X, radioterapia (Raios Gama). Não ionizantes: Infravermelhos, U.V, Microondas, Raios laser, etc. Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  67. 67. Radiações (Espetro) Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  68. 68. Radiações (Consequências) Efeitos danosos nos fetos, embriões (mutações); Queimaduras; Perturbações oculares (cataratas, conjuntivites); Lesões na pele (cancro). Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  69. 69. PRESSÃO ANORMAIS AMBIENTES HIPOBÁRICOS (BAIXAS PRESSÕES <1 atm) AMBIENTES HIPERBÁRICOS (ALTAS PRESSÕES >1 atm) Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  70. 70. PRESSÕES ANORMAIS Rebentamento de um tímpano: Rebentamento de um vaso sanguíneo (AVC) Libertação de Nitrogénio nos tecidos e vasos sanguíneos Embolia (Morte). Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  71. 71. Humidade Excessiva As atividades ou operações executadas em locais alagados ou encharcados, com humidades excessivas, capazes de produzir danos à saúde dos trabalhadores, são situações insalubres e devem ter a atenção dos técnicos de prevenção por meio de verificações realizadas nesses locais para estudar a implementação de medidas de controlo. Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  72. 72. Humidade Excessiva (Consequências) Problemas respiratórios; Problemas nas articulações; Problemas circulatórios; Doenças de pele. Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  73. 73. Prevenção-Riscos Físicos Medidas de Engenharia/Construtivas; Medidas Organizacionais; Vigilância Periódica da Saúde dos Trabalhadores; Medição periódica dos níveis de ruído (Sonómetro), vibrações (Acelerómetro), radiações (Dosímetro), humidade (Higrómetro) e temperatura (Termómetro). Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  74. 74. Riscos Ergonómicos
  75. 75. Entende-se por “movimentação manual de cargas”: qualquer operação de transporte ou de sustentação de uma carga por um ou mais trabalhadores (Decreto-Lei n.º 330/93, de 25-09). Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  76. 76. Lesões Músculo-Esqueléticas nos Locais de Trabalho (LME´s)- Um problema de saúde! Na Europa, diariamente:  25% dos trabalhadores queixam-se de dores de costas e 23% de dores musculares; 2% dos trabalhadores da UE-27 estão expostos, 1/4 ou mais do seu tempo de trabalho, a movimentos repetitivos das mãos e dos braços, 46% a posições dolorosas ou cansativas e 35% ao transporte ou à movimentação de cargas pesadas (*) (*) www.act.gov.pt Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  77. 77. A agricultura e a construção civil são os setores em que existe maior exposição a riscos físicos e mais queixas de LME (Lesões Músculo-Esqueléticas). Em geral, as mulheres estão menos expostas ao esforço físico mas mais expostas a movimentos repetitivos; No geral, homens e mulheres estão expostos a movimentos repetitivos das mãos e dos braços e a trabalhos realizados em posições dolorosas e cansativas. LME´s- Um problema de saúde! Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  78. 78. LME´S - Um problema de saúde! Em Portugal, as mulheres apresentam cerca de 70% mais tendinites que os homens. Fonte: Centro Nacional de Proteção Contra os Riscos Profissionais Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  79. 79. CAUSAS Falta de Informação Da Organização Do Trabalhador Insuficiente organização do trabalho Crenças (Fatores Culturais) Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  80. 80. CAUSAS Fatores físicos individuais Patologias da Coluna Alterações posturais Obesidade Sexo Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  81. 81. CAUSAS Fatores do posto de trabalho Movimentos excessivos de elevação Carga excessiva Repetitividade das tarefas Fletir o tronco frequentemente Movimentos incorretos Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  82. 82. CAUSAS Esforços feitos a frio Posições semi-estáticas prolongadas, em esforço Esforços com rotação da coluna Relações entre as pessoas no local de trabalho Fatores do posto de trabalho Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  83. 83. Causas CHEFIA TRABALHADOR TRABALHADOR TRABALHADOR Relações entre as pessoas no local de trabalho (Riscos Psicossociais) Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  84. 84. CONSEQUÊNCIAS Cervicalgia Dorsalgia Lombalgia LME´s nas regiões superiores Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  85. 85. 24 vértebras (Parte rígida) 23 discos intervertebrais (Cartilagem) Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  86. 86. Os discos intervertebrais são extremamente importantes devido às suas funções: Absorção de choques: um disco, que pode ser comparado a um pneu cheio de ar, Absorve as variações de pressão, assegurar a mobilidade: os discos facilitam os movimentos de flexão, rotação e inclinação das costas. Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  87. 87. Trabalhos ao computador Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  88. 88. Estruturas vulneráveis Sist.Cardiovascular Articulações Fáscias Meniscos Nervos Ossos Tendões Ligamentos Músculos Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  89. 89. Movimentação Manual de Cargas Aparecimento da sensação de fadiga. Esta, por sua vez, pode desencadear uma redução nos reflexos dos trabalhadores. A longo prazo A curto prazo Doenças Profissionais Acidentes de Trabalho Absentismo Cervicalgias Lombalgias Hérnias discais Dor ciática Cortes Golpes Fraturas/ contusões Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  90. 90. PREVENÇÃO Usar meios mecânicos, fornecidos pelo empregador, tais como porta-paletes manual, porta-paletes elétrico, empilhadores, carrinhos de carga, gruas, etc; Dar formação e informação ao trabalhador; Homens não devem levantar pesos com mais de 25 Kg e mulheres não devem levantar pesos com mais de 20 Kg; Rotatividade de tarefas evitando esforços e movimentos repetitivos, fazer pausas no trabalho; Adotar posturas corretas; Fazer exercício físico. Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  91. 91. LEMBRE-SE: Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  92. 92. Riscos Químicos
  93. 93. OBJETIVOS: Reconhecer os símbolos de perigo dos rótulos dos produtos químicos ; Saber a informação que deve constar nos rótulos dos produtos químicos; Compreender os cuidados a ter na manipulação de agentes químicos perigosos; Identificar as vias de entrada dos agentes químicos no corpo humano; Identificar os cuidados a ter com a eliminação de embalagens vazias de produtos químicos; Saber como se podem evitar os acidentes com agentes químicos perigosos; Compreender como atuar em caso de acidente. Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  94. 94. HIGIENE NO TRABALHO Riscos Químicos Contaminação Química Substâncias e Preparações Perigosas Riscos Físicos Ruído Vibrações Radiações Iluminação Temperatura Humidade Riscos Biológicos Bactérias, Fungos , Vírus e Parasitas (Protozoários, Helmintas, etc) Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  95. 95. Contaminação Química Contaminantes químicos, são todos os agentes químicos presentes no local de trabalho, susceptíveis de provocar efeitos adversos (doenças profissionais) nos trabalhadores expostos. Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  96. 96. Classificação das substâncias Símbolos de Perigo F - Facilmente inflamável F+ - Extremamente inflamável T - Tóxico T+ - Muito Tóxico Xi - Irritante Xn - Nocivo O - Comburente E - Explosivo C - Corrosivo N – Perigoso para o ambiente Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  97. 97. Manipulação de substâncias perigosas As substâncias tóxicas, nocivas e irritantes exigem proteção pessoal a nível cutâneo e de vias respiratórias. As substâncias corrosivas exigem proteção a nível cutâneo, a qual poderá ir da proteção das mãos e antebraço. As substâncias tóxicas para o ambiente deverão ser destruídas ou neutralizadas, segundo os processos previamente determinados, antes de descarga no ambiente. As substâncias inflamáveis e explosivas devem ser manipuladas longe das fontes de ignição e calor. As substâncias comburentes devem ser manipuladas longe das substâncias inflamáveis e explosivas, uma vez que reagem com estas violentamente. Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  98. 98. Vias de entrada - exposição Via cutânea - Há substâncias que podem penetrar no organismo, através da pele e das mucosas: por absorção. Uso de luvas, óculos!!! Via respiratória - A maior parte das substâncias entram no organismo através do sistema respiratório. Uso de máscaras!!! Via digestiva - por ingestão, pode provocar sangramento, perturbações e deformações. Não se deve comer ou beber. Via Parentérica - através da corrente sanguínea. Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  99. 99. Formas dos Agentes Químicos Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  100. 100. Rótulo Informa o tipo de produto que se encontra na embalagem; Permite evitar confusões e erros de manipulação; Ajuda a organizar a prevenção; É um auxiliar no armazenamento de produtos; É precioso em caso de acidente; Alerta para a gestão de resíduos e a proteção do ambiente. Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  101. 101. Rótulo F Xi R11: Facilmente inflamável. S15-16: Manter afastado do calor. Manter afastado de qualquer chama ou fonte de ignição - não fumar. Acetona C3H6O M=58.08 José Manuel Gomes dos Santos, Lda ABSOLVE Nome e endereço do responsável pela colocação do produto no mercado Nome da substância ou preparação química Símbolos de perigo e seu significado Riscos específicos e conselhos de segurança (frases R e S) Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  102. 102. Ficha de Dados de Segurança 1. Identificação da substância/preparação e identificação da Organização/ Empresa; 2. Composição/ informação sobre os componentes; 3. Identificação dos perigos; 4. Primeiros socorros; 5. Medidas de combate a incêndios; 6. Medidas a tomar em caso de fugas acidentais; 7. Manuseamento e armazenagem; 8. Controlo de exposição / proteção individual; Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  103. 103. Ficha de Dados de Segurança As fichas de segurança devem estar em local acessível e ser do conhecimento de todos os colaboradores. 9. Propriedades físicas e químicas; 12. Informação ecológica; 13. Informações relativas à eliminação; 14. Informações referentes ao transporte; 16. Outras informações. 11. Informação toxicológica; 15. Informações sobre regulamentação; 10. Estabilidade e reatividade; Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  104. 104. Medidas de proteção e prevenção 1ª Identificação da substância através rótulo; 2ª Identificação do tipo de substância perigosa; 3ª Avaliação da segurança da embalagem em que a substância está contida, no que respeita à possibilidade de derrame ou lenta evaporação e consequente contaminação do ar; 4ª Definição dos cuidados necessários para a sua manipulação; 5ª Condições de armazenagem no que respeita ao local e definição das condições adequadas de ventilação e temperatura. Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  105. 105. Regras na Armazenagem A armazenagem prolongada de produtos químicos deverá obedecer a condições de ventilação, temperatura e humidade adequadas.  A armazenagem deve ser feita em recipientes adequados e em bom estado de conservação e nunca abertos.  Os rótulos das substâncias armazenadas devem estar em bom estado de conservação e legíveis.  Na zona de armazenagem não devem existir garrafas ou embalagens de comida.   Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade Bacia de retenção
  106. 106. Regras na Armazenagem Não comer ou fumar; Não armazenar os produtos diretamente sobre o pavimento (colocar em paletes, prateleiras, bacias de retenção, etc); Manter os produtos nas suas embalagens originais e conservar o rótulo; Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  107. 107. Regras na Armazenagem Ter em consideração que a capacidade de armazenamento não deve ser excedida; Arrumar os produtos de acordo com a sua classificação toxicológica, propriedades físico-químicas e substâncias ativas; Colocar sinalização de segurança adequada (Sinais de perigo, obrigação, meios de extinção e combate a incêndios, meios de salvamento e emergência). Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  108. 108. Ex: Armazenagem de produtos químicos (Oficina) Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade Armários Bacias de retenção
  109. 109. Ex: Armazenagem de Produtos Fitofarmacêuticos (PF) Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  110. 110. Tabela de incompatibilidade química (+) Podem ser armazenados juntos; (-) Não devem ser armazenados juntos; (0) Podem ser armazenados juntos se se adotarem certas medidas específicas de prevenção. Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  111. 111. Ex: Planta de um Armazém de PF Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  112. 112. Sinalização de Segurança (Layout-Oficina) Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  113. 113. Primeiros Socorros (Salvamento/Emergência) Em caso de contacto com a pele: Lavar a pele com água (e sabão). Consultar um médico se a irritação surgir ou persistir. Em caso de contacto com os olhos: Lavar os olhos imediatamente com água durante 15 minutos, mantendo as pálpebras bem afastadas. Consultar um médico. Em caso de inalação: Remover vítima para local arejado (ar livre). Consultar um médico se sintomas persistirem. Em caso de ingestão: Não induzir o vómito. Consultar imediatamente um médico e levar ficha de segurança do produto. Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  114. 114. Embalagens vazias: Cuidados a ter Embalagens vazias de óleo lubrificante devem ser depositadas em contentores próprios para a reciclagem Nunca retirar o rótulo das embalagens vazias que vão para reciclar Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  115. 115. LEIA O RÓTULO IDENTIFIQUE OS PERIGOS E PROTEJA-SE!!! Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  116. 116. RISCOS BIOLÓGICOS
  117. 117. O QUE SÃO RISCOS BIOLÓGICOS? São aqueles que incluem infeções agudas ou crónicas, parasitoses, reações tóxicas ou reações alérgicas a plantas e animais. Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  118. 118. São considerados Riscos Biológicos Bactérias Vírus Fungos Parasitas - Protozoários - Helmintas Priões Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  119. 119. Vias de Transmissão dos Agentes Biológicos Direta: Transmissão do agente biológico sem a intermediação de veículos ou vetores. Exemplo: Transmissão através do contacto entre o indivíduo infetado e o indivíduo são. Indireta: Transmissão do agente biológico por meio de veículos ou vetores. Exemplo: Transmissão através das mãos, inalação de gotículas, instrumentos, agulhas, vestuário, lençóis, água, alimentos e superfícies infetadas. Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  120. 120. Bactérias São organismos microscópios unicelulares, procariotas (não possuem membrana nuclear). Podem ser encontradas na forma isolada ou em colónias. Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  121. 121. Classificação das Bactérias Respiração Forma e grau de agregação Movimento Metabolismo (fontes de carbono e de energia) Membrana celular (Classificação de Gram) Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  122. 122. Classificação das Bactérias De acordo com a respiração: Aeróbias Anaeróbias Anaeróbias Facultativas Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  123. 123. Classificação das Bactérias De acordo com a forma: Esféricas – cocos Bastonetes – bacilos Saca-rolhas – espirilos Vírgula – vibriões Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  124. 124. Classificação das Bactérias As bactérias móveis deslocam-se através de flagelos ou pilus. De acordo com o movimento: Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  125. 125. Classificação das Bactérias De acordo com o metabolismo: Fonte de Carbono (C) •Autotróficas •Heterotróficas Fonte de Energia •Fototróficas (Luz) •Quimiotróficas (Compostos Químicos) Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  126. 126. Classificação das Bactérias Gram (+) : bactérias que possuem parede celular com uma única e espessa camada de peptidoglicanos. Pelo emprego da coloração de Gram, tingem-se na cor púrpura ou azul quando fixadas com cristal violeta De acordo com a parede celular Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  127. 127. Classificação das Bactérias Gram (-) : bactérias que possuem uma parede celular mais delgada e uma segunda membrana lipídica - distinta quimicamente da membrana plasmática - no exterior desta parede celular. Não fixam o cristal violeta . De acordo com a parede celular Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  128. 128. Classificação das Bactérias Crescimento e Reprodução: As bactérias reproduzem muito rapidamente dando origem a um grande número de descendentes. A maior parte delas reproduzem-se assexuadamente. Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  129. 129. Vírus São pequenos agentes infeciosos que apresentam um genoma constituído por DNA ou RNA. Os ácidos nucléicos dos vírus geralmente apresentam-se revestidos por um invólucro protéico formado por uma ou várias proteínas o qual pode ser envolvido por um envelope formado por uma camada lipídica. Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  130. 130. Vírus O ciclo de vida é constituído por 5 fases (Fixação, Internalização, Remoção do invólucro, Replicação e Liberação). Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  131. 131. Fungos São seres vivos, unicelulares ou pluricelulares, eucariotas que podem provocar doenças no homem, como por exemplo micoses. Dividem-se em três grupos: ● Leveduras ● Bolores ● Cogumelos Hifa Esporângio Esporos Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  132. 132. Parasitas São organismos que vivem em associação com outros dos quais retiram os meios para a sua sobrevivência, normalmente prejudicando o organismo hospedeiro, um processo conhecido por parasitismo. Podem ser unicelulares (Protozoários) ou pluricelulares (Helmintas). Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  133. 133. Protozoários São organismos unicelulares, eucariotas, heterotróficos, protistas semelhantes a animais. A designação protozoário significa (proto = primeiro + zoa = animal). Vivem na água e no solo. Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  134. 134. Priões São proteínas patogénicas (letais), que se encontram normalmente no sistema nervoso central, capazes de se replicarem no hospedeiro forçando as proteínas normais, do mesmo tipo, adotarem a forma aberrante (infeciosa). Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  135. 135. Doenças provocadas por Agentes Patogénicos Tipo Agentes Doenças Bactérias Salmonella, Legionella pneumophila Bacilo de Koch Febre Tifóide/Gastroenterites Pneumonia/Doença do Legionário Tuberculose Vírus VIH, Influenza, Hepatitis B virus, Rubella virus, Morbillivirus, V. Zoster virus Sida, Gripe, Hepatite B Rubéola, Sarampo, Varicela Fungos Candida albicans, Trichophyton rubrum Candidíase Pé de atleta Parasitas Ascaris lumbricoides Anoplura Echinophthiriidae Ascaridíase (Lombriga) Piolho humano Protozoários Plasmodium, Toxoplasma gondii Malária Toxoplasmose Priões Proteínas patogénicas Creutzfeldt- Jakob, BSE Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  136. 136. Classificação dos Agentes Patogénicos (DL n.º 84/97, 16 de Abril) Grupo 1- Agente biológico cuja probabilidade de causar doença no ser humano é baixa. Grupo 2- Agente biológico que pode causar doenças no ser humano e constituir um perigo para os trabalhadores. Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  137. 137. Classificação dos Agentes Patogénicos (DL n.º 84/97, 16 de Abril) Grupo 3- Agente biológico que pode causar doenças no ser humano e constituir um risco grave para os trabalhadores. Grupo 4- Agente biológico que causa doenças graves no ser humano e constitui um risco grave para os trabalhadores. Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  138. 138. Classificação dos Agentes Patogénicos (DL n.º 84/97, 16 de Abril) GRUPO AGENTE PATOGÉNICO (Exemplos) 1 E. coli (Gastroenterites) 2 Staphylococcus aureus, Candida albicans, Rubella virus 3 Vírus da Hepatite, Vírus da Imunodeficiência Humana (HIV) 4 Vírus do Ébola (febres hemorrágicas) Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  139. 139. Avaliação de Riscos Biológicos Quando se procede a uma avaliação de riscos, deve ter-se informação disponível e credível sobre: Classificação dos agentes biológicos perigosos; Sensibilidade de alguns trabalhadores; Recomendações da Direção-Geral de Saúde; Informações técnicas existentes sobre doenças; relacionadas com a natureza do trabalho; Conhecimento da doença verificada, num trabalhador, que esteja diretamente relacionada com o seu trabalho. Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  140. 140. Avaliação do risco Exposição a agentes Biológicos: Grupos 2,3,4 Exposição a agentes Biológicos: Grupo 1 Atividades sem utilização e manipulação deliberadas de agentes biológicos Risco controlado Risco potencial Medidas Medidas -Prevenção técnica ( incluindo substituição de agentes biológicos e medidas de confinamento) -Prevenção médica -Formação e informação -Prevenção técnica -Prevenção médica -Formação e informação Práticas elementares de higiene e de segurança Avaliação periódica Atividades com utilização e manipulação deliberadas de agentes biológicos identificados de acordo com a lista constante da portaria nº1036/98 de 15 de Dezembro
  141. 141. Medidas de Prevenção dos Agentes Biológicos Vigilância da saúde dos trabalhadores, limpeza e desinfeção dos locais de trabalho, boas práticas de higiene pessoal; Redução do risco de exposição do trabalhador a um nível tão baixo quanto o possível; Limitação ao mínimo do número de trabalhadores expostos ou com possibilidade de o serem; Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  142. 142. Medidas de Prevenção dos Agentes Biológicos Evitar a formação de aerossóis e poeiras, inclusive durante as atividades de limpeza ou manutenção. Muitos agentes biológicos são transmitidos pelo ar; Aplicação de medidas de proteção coletiva (EPC´s) e individual (EPI´s), se a exposição não puder ser evitada por outros meios. Dar informação e formação adequada aos trabalhadores; Utilização de meios de recolha, armazenagem e evacuação de resíduos, após tratamento adequado (ex. uso de germicidas), incluindo o usos de recipientes seguros e identificáveis sempre que necessário. Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  143. 143. Medidas de Prevenção dos Agentes Biológicos Eq. Proteção Coletiva (EPC´s) Eq. Proteção Individual (EPI´s) Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  144. 144. Vigilância da Saúde A exposição dos trabalhadores a agentes biológicos, poderá resultar no desenvolvimento de doenças profissionais, pelo que a vigilância da saúde assume um carácter fundamental. Em alguns casos a vacinação deve ser colocada à disposição dos trabalhadores. Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  145. 145. Vigilância da Saúde A vigilância da saúde deve incluir os seguintes procedimentos: Registo da história clínica e profissional do trabalhador (ficha de aptidão médica); Avaliação individual do estado de saúde do trabalhador; Vigilância biológica, sempre que necessário; Rastreio de efeitos precoces e reversíveis. Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  146. 146. Agentes Biológicos vs Doenças Profissionais LEGISLAÇÃO: Portaria n.º 405/98, de 11 de Julho aprova a classificação dos agentes biológicos conforme estipulado no Decreto-Lei n.º 84/97, de 16 de Abril. Portaria n.º 1036/98, de 15 de Dezembro veio alterar a lista dos agentes biológicos classificados para efeitos da prevenção de riscos profissionais, aprovada pela Portaria n.º405/98, de 11 de Julho. Decreto Regulamentar n.º 6/2001, de 5 de Maio, apresenta uma listagem de doenças profissionais (alterado pelo DR n.º 76/2007 de 17 de Julho). Decreto-Lei n.º 84/97de 16 de Abril estabelece as regras de proteção dos trabalhadores contra os riscos de exposição a agentes biológicos durante o trabalho. Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  147. 147. Conclusão A saúde biológica e mental do trabalhador deve SEMPRE ser preservada através de ações preventivas. É mais lucrativo ter custos com os EPI’s e EPC’s e com a vigilância da saúde do que gastos com funcionários doentes e afastados dos seus postos de trabalho. Sejamos prevenidos e perseverantes, mais vale prevenir do que remediar! Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  148. 148. Sinalização de Segurança
  149. 149. SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA O QUE É? Toda a sinalização que está relacionada com um objeto, atividade ou situação e que fornece indicação relativa à segurança e/ou à saúde do trabalhador Por intermédio de uma placa, uma cor, um sinal luminoso ou acústico, uma comunicação verbal ou um sinal gestual Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  150. 150. SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA Legislação aplicável: Decreto Lei n.º 141/95 de 14 de Junho Portaria n.º 1456-A/95 de 11 de Dezembro Importância da sinalização: Estimula e desenvolve a atenção do trabalhador para os riscos a que está exposto, permitindo-lhe ainda recordar as instruções e os procedimentos adequados em situações concretas. Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  151. 151. SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA Cor Significado/Finalidade Indicações e Precisões Sinal de proibição Atitudes Perigosas Perigo - Alarme Stop, pausa, dispositivos de corte emergência Material e equipamento de combate a incêndios Identificação e localização Sinal de Aviso Atenção, precaução e verificação Sinal de Obrigação Comportamento ou ação específicos. Obrigação de utilizar equipamentos de proteção individual Sinal de salvamento ou socorro Portas, saídas, vias, evacuação, material, postos e locais específicos Situação de segurança Regresso à normalidade Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  152. 152. SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA Sinais de Proibição Indicam comportamentos proibidos de acordo com o pictograma inserido no sinal São utilizados em instalação, acessos, aparelhos, instruções e procedimentos, etc. Têm forma circular, o contorno vermelho, pictograma a preto e o fundo branco Proibido fumar Proibido foguear/fazer fogo Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  153. 153. SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA Sinais Informativos de Prevenção e Combate a Incêndios Fornecem indicações sobre a localização do material de combate a incêndios Têm forma retangular ou quadrada, fundo vermelho e pictograma branco Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade Extintor Carretel Telefone de emergência
  154. 154. SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA Sinais de Perigo Indicam situações de risco potencial de acordo com o pictograma inserido no sinal São utilizados em instalação, acessos, aparelhos, instruções e procedimentos, etc. Têm forma triangular, o contorno e pictograma a preto e o fundo amarelo Perigos Vários Perigo de incêndio Perigo de eletrocussão Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  155. 155. SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA Sinais de Obrigação Indicam comportamentos obrigatórios de acordo com o pictograma inserido no sinal São utilizados em instalação, acessos, aparelhos, instruções e procedimentos, etc. Têm forma circular, fundo azul e pictograma a branco Proteção obrigatória dos olhos Proteção obrigatória dos olhos e vias respiratórias Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  156. 156. SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA Sinais de Emergência Fornecem informações de salvamento de acordo com o pictograma inserido no sinal São utilizados em instalação, acessos e equipamentos, etc. Têm forma retangular, fundo verde e pictograma a branco Posto de primeiros socorros Lava-olhos de emergência Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  157. 157. SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA Sinais de Emergência Saída de emergência à esquerda Direção de evacuação Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  158. 158. SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA Sinais Gestuais: Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  159. 159. SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA Sinais Gestuais: Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  160. 160. SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA (BARREIRAS DE PROTEÇÃO, FITAS DE SEGURANÇA, PIN’S, PLACAS INFORMATIVAS, ETC): EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO COLETIVA (EPC´S) Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  161. 161. SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA Tubagens (NP 182 1966): Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  162. 162. SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA Tubagens: Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  163. 163. SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA Tubagens: Para além das cores as tubagens devem ter setas que indiquem o sentido do fluído. Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  164. 164. SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA Losangulo de Perigo (Código NFPA*): O risco de exposição ao perigo é definido através de um intervalo de números que vai de 0 a 4. Quanto maior for o número assinalado nas partes H, F e R maior será o perigo. * National Fire Protection Association Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  165. 165. SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA Perigo de Incêndio (F) 4 – Extremamente Inflamável 3 – Facilmente Inflamável 2 – Inflamável se exposto ao calor 1 – Inflamável se aquecido 0 – Não Inflamável Risco Relativo à Saúde (H) 4 – Extremamente perigoso! Evitar qualquer tipo de contacto com vapores ou líquidos sem que tenham sido tomadas medidas de proteção adequadas. 3 – Perigo grave! Não entrar em zonas de risco sem ter colocado as proteções integrais para o corpo e para as vias respiratórias. 2 – Perigo! Não parar em zonas de risco sem respiradores ou roupas de proteção. 1 – Perigo reduzido! Aconselha-se o uso de respiradores. 0 – Não perigoso. Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  166. 166. SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA Reatividade (R) 4 – Grave perigo de deflagração e descargas ou reações explosivas a temperaturas atmosféricas normais. Criar uma zona de segurança. Evacuar imediatamente as áreas ameaçadas em caso de incêndio. 3 – Perigo de deflagração e descargas ou reações explosivas por efeito de uma fonte de ignição devido a aquecimento ou contacto com água. Criar uma zona de segurança. Apagar as chamas mantendo-se distante do fogo. 2 – Perigo de violentas reações químicas a temperaturas e pressões elevadas, ou após contacto com a água. Apagar o fogo mantendo-se sempre distante do mesmo. 1 – Torna-se inalável após aquecimento ou pode reagir se estiver em contacto com a água. 0 – Estável em presença de condições normais, até em caso de incêndio. Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  167. 167. SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  168. 168. SINAIS DE OBRIGAÇÃO
  169. 169. SINAIS DE PROIBIÇÃO
  170. 170. SINAIS DE AVISO-PERIGO
  171. 171. SINAIS DE EMERGÊNCIA
  172. 172. SINAIS DE COMBATE A INCÊNDIOS
  173. 173. EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL (EPI’S)
  174. 174. A Importância dos Equipamentos de Proteção Individual (EPI’S) Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  175. 175. Os perigos são fontes potenciais de acidente, assim os equipamentos de proteção individual surgem como uma forma de controlo de riscos, dentro de limites aceitáveis, já que a sua eliminação só muito raramente é possível. Equipamentos de Proteção Individual- EPI’S Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  176. 176. Na seleção dos equipamentos de proteção individual deve-se ter em conta: Os riscos a que está exposto o trabalhador; As condições em que trabalha; A parte do corpo a proteger; As características do próprio trabalhador. Assim os EPI’S devem obedecer aos seguintes requisitos: serem cómodos, robustos, leves e adaptáveis. Equipamentos de Proteção Individual- EPI’S Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  177. 177. A entidade patronal tem o dever de fornecer gratuitamente, aos trabalhadores, os equipamentos de proteção individual que devem: Ser adequados relativamente aos riscos a prevenir; Não ser eles próprios geradores de novos riscos; Assegurar a higiene, segurança e saúde dos trabalhadores. Equipamentos de Proteção Individual- EPI’S Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  178. 178. Tipos de riscos O trabalhador pode estar exposto a vários tipos de riscos: Físicos (cortes, quedas, entalamentos, …); Químicos (produtos químicos, pesticidas, gases, vapores, poeiras, …); Biológicos (bactérias, fungos, vírus, parasitas…). Equipamentos de Proteção Individual- EPI’S Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  179. 179. Principais Tipos de Proteção Individual: Proteção da cabeça; Proteção dos olhos e rosto; Proteção das vias respiratórias; Proteção dos ouvidos; Proteção do tronco; Proteção dos pés e dos membros inferiores; Proteção das mãos e dos membros superiores. Equipamentos de Proteção Individual-EPI’S Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  180. 180. Proteção da cabeça A cabeça deve ser adequadamente protegida perante o risco de queda de objetos pesados, pancadas violentas ou projeção de partículas. A proteção da cabeça obtém-se mediante o uso de capacete de proteção o qual deve apresentar elevada resistência ao impacto e à penetração. Equipamentos de Proteção Individual-EPI’S Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  181. 181. Proteção da cabeça (EN 397 e EN 812) Equipamentos de Proteção Individual-EPI’S Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  182. 182. Proteção dos olhos e rosto Os olhos constituem uma das partes mais sensíveis do corpo onde os acidentes podem atingir a maior gravidade. Os olhos e também o rosto protegem-se com óculos e viseiras apropriados, cujos vidros deverão resistir ao choque, à corrosão e às radiações, conforme os casos. Equipamentos de Proteção Individual-EPI’S Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  183. 183. As lesões nos olhos podem ser devidas a diferentes causas: Ações mecânicas: através de poeiras, partículas ou aparas. Ações óticas: através da luz visível, invisível ou raios laser. Ações térmicas: devidas a temperaturas extremas. Ações químicas: através de produtos corrosivos ou tóxicos. Equipamentos de Proteção Individual-EPI’S Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  184. 184. Proteção dos olhos e rosto (EN 166, EN 375, EN 175, EN 169) Equipamentos de Proteção Individual-EPI’S Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  185. 185. Proteção das vias respiratórias A atmosfera dos locais de trabalho encontra-se muitas vezes, contaminada em virtude da existência de agentes químicos agressivos, tais como gases, vapores, neblinas, fibras, poeiras. A proteção das vias respiratórias é feita através dos dispositivos de proteção respiratória – aparelhos filtrantes (máscaras) Equipamentos de Proteção Individual-EPI’S Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  186. 186. Proteção das vias respiratórias (EN 136, EN 140, EN 141, EN 143) Equipamentos de Proteção Individual-EPI’S Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  187. 187. Proteção dos ouvidos O ruído constitui uma causa de incómodo para o trabalho, um obstáculo às comunicações verbais e sonoras. Pode provocar fadiga, distúrbios gastrointestinais, diminuição da memória, irritabilidade, depressão. Existem dois tipos de protetores de ouvidos: Auriculares ou tampões; Auscultadores ou abafadores. Equipamentos de Proteção Individual-EPI’S Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  188. 188. Proteção dos ouvidos (EN 352) Equipamentos de Proteção Individual-EPI’S Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  189. 189. Proteção do tronco O tronco é protegido através do vestuário, que pode ser de diferentes tecidos. Deve ser cingido ao corpo por forma a evitar a prisão pelos órgãos em movimento. A gravata ou cachecol constituem geralmente um risco. Equipamentos de Proteção Individual-EPI’S Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  190. 190. Proteção do tronco Equipamentos de Proteção Individual-EPI’S Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  191. 191. Equipamentos de Proteção Individual-EPI’S (Vestuário) EN 343 (intempéries) EN 368/9, EN 465/6/7/8/9 (química), Pr EN943(gases) EN 381 (serras manuais) EN 471 (alta visibilidade EN1149 (anti-estático) EN 531 (exposição solar), EN 533 (anti-inflamável) EN 342 (frio) Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  192. 192. Proteção dos pés e dos membros inferiores A proteção dos pés deve ser considerada quando há possibilidade de lesões a partir de efeitos mecânicos, térmicos, químicos ou elétricos. Quando há possibilidade de queda de materiais, deverão ser usados sapatos ou botas revestidos com biqueira e palmilha de aço. Equipamentos de Proteção Individual-EPI’S Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  193. 193. Proteção dos pés e dos membros inferiores (EN 344, EN 345 “S”, EN 346 “P”, EN 347) Equipamentos de Proteção Individual-EPI’S Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  194. 194. Proteção das mãos e dos membros superiores Os ferimentos nas mãos constituem o tipo de lesão mais frequente. Daí a necessidade da sua proteção. O braço e antebraço estão geralmente menos expostos do que as mãos. A proteção é feita através de luvas, sendo que estas são escolhidas de acordo com a função do trabalhador (ação química, mecânica, térmica, etc). Equipamentos de Proteção Individual-EPI’S Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  195. 195. Proteção das mãos e dos membros superiores Equipamentos de Proteção Individual-EPI’S Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  196. 196. Equipamentos de Proteção Individual- EPI’S EN 388 (mecânica.) EN 374 (química) EN 511 (frio) EN 407 (calor) EN 10819 (vibrações) EN 420 (requisitos gerais de fabricação) A EN 420 geralmente combina-se com as outras tendo diferentes níveis de desempenho para a: - Resistência à permeabilidade (1-4) - Resistência à penetração (1-3) Proteção das mãos (Pictogramas) Mecânica Cortes Eletricidade estática Química Biológica Frio Calor e Fogo Radiação Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  197. 197. Conclusão Por cada Acidente que não se dá, há um valor considerável que não é gasto, que é poupado; Vale a pena investir parte dele em medidas de prevenção/proteção; Por cada acidente que não se dá, há alguém que não fica ferido, há alguém que não fica doente, há alguém que fica vivo! Higiene e Prevenção no Trabalho – Curso de Técnico de Mecatrónica Automóvel- Filipa Andrade
  198. 198. Bibliografia Directiva 89/391/CEE de 12 de Junho Lei n.º 102/2009 de 10 de setembro (Regime jurídico de SST) Lei n.º 98/2009 de 04 de setembro (Regime Jurídico Reparação dos Acidentes de trabalho) Movimentação Manual de cargas Decreto-Lei n. 330/93 de 25 de Setembro Ruído DECRETO-LEI n.º 9/2007 de 17 de janeiro (Regulamento Geral do Ruído); Decreto-Lei nº 182/2006 de 06 de setembro (impõe os limites de exposição ao ruído excessivo).
  199. 199. Bibliografia Vibrações DL n.º 46/2006 de 24 de fevereiro Produtos químicos Decreto-Lei n.º 24/2012 de 6 de fevereiro Decreto-Lei n.º 98/2010 de 11 de agosto Decreto-Lei n.º 173/2005 de 21 de Outubro Sinalização de segurança Decreto Lei n.º 141/95 de 14 de junho Portaria n.º 1456-A/95 de 11 de dezembro NP 182 1966)
  200. 200. WEBGRAFIA www.osha.europa.eu/pt www.act.pt www.forma-te.com www.slideshare.net/
  201. 201. AUTORIA: ENG.ª FILIPA ANDRADE EMAIL: PIPAANDRADE@GMAIL.COM

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