Controlo de riscos profissionais

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Controlo de riscos profissionais

  1. 1. CONTROLO DE RISCOS PROFISSIONAIS Curso Técnico Superior de Higiene e Segurança no TrabalhoFormadora : Filipa Andrade
  2. 2. Objetivos do Módulo: Saber os Princípios Gerais da Prevenção; Saber implementar as Medidas de Prevenção e Proteção de acordo com os Riscos identificados; Saber escolher os Equipamentos de Proteção Coletiva e Individual de forma adequada e de acordo com os Riscos a que os trabalhadores vão estar expostos; Saber implementar Técnicas de Controlo, Acompanhamento, Monitorização e de Avaliação da eficácia das Medidas de Prevenção e Proteção.
  3. 3. Princípios Gerais da PrevençãoConceitos: Perigo Risco Acidente (definição e fórmula) Incidente Prevenção Controlo do Risco Não conformidade Ação preventiva Ação corretiva EPC´S e EPI’S.
  4. 4. Princípios Gerais da PrevençãoPERIGO: É o conjunto de fatores dos sistemas de trabalho (homem, máquinas e ambiente de trabalho) com propriedades capazes de causar acidentes ou danos. É a propriedade ou capacidade intrínseca de um componente do trabalho que seja potencialmente causador de danos, podendo, deste modo, relacionar-se quer com os componentes físicos, quer com os componentes humanos (fisiológicos, psicológicos ou psicossociais) do trabalho.
  5. 5. Princípios Gerais da Prevenção  Risco Perigo“É a capacidade intrínseca “É qualquer situação de uma coisa capaz de provocar uma potencialmente lesão ou um atentado causadora de danos (no homem, equipamentos contra a saúde.” de trabalho ou no ambiente de trabalho)”.
  6. 6. Princípios Gerais da PrevençãoO RISCO: É o produto da Probabilidade de uma ocorrência (acontecimento perigoso ou detonador) pela sua Severidade: R=P*S
  7. 7. Princípios Gerais da PrevençãoA SEVERIDADE: É o produto da integração da Gravidade de uma ocorrência (acontecimento perigoso ou detonador) com a Exposição aos danos da ocorrência. S=G*E
  8. 8. Princípios Gerais da PrevençãoNa Prática:  A Probabilidade e a Severidade têm curvas de desenvolvimento inversas…
  9. 9. Princípios Gerais da PrevençãoACIDENTE: O acidente é um acontecimento não planeado que se verifica no local e tempo de trabalho e produza direta ou indiretamente lesão corporal, perturbação funcional ou doença de que resulte redução na capacidade de trabalho ou de ganho ou a morte. NUNCA É FRUTO DO ACASO!EXPOSIÇÃO AO RISCO + ACONTECIMENTO DETONADOR = ACIDENTE + DANO
  10. 10. Princípios Gerais da Prevenção INCIDENTE:  Acontecimento perigoso que pode dar origem a um acidente ou ter potencial para conduzir a um acidente, mas do qual não resultam danos.EXPOSIÇÃO AO RISCO + ACONTECIMENTO DETONADOR = INCIDENTE (S/DANO)
  11. 11. Princípios Gerais da Prevenção Acidente de trabalho (Exemplo I) Exposição ao Risco: Trabalhador da construção civil s/botas c/palmilha de aço Acontecimento detonador: Ferros ou pregos espalhados no chão Acidente: Pisar um ferro ou prego Dano: Ferida ou corte no péEXPOSIÇÃO AO RISCO + ACONTECIMENTO DETONADOR = ACIDENTE + DANO
  12. 12. Princípios Gerais da Prevenção Acidente de Trabalho (Exemplo II)Exposição ao Risco Acontecimento Risco Consequência detonador ou Dano Possibilidade O que pode Lesões da ocorrência causar um pessoais ou Tarefa a ser de um evento evento perdas executada gerador de materiais perda Corte de uma Superfície Contato Queimadura chapa com quente um maçarico
  13. 13. Princípios Gerais da Prevenção EXEMPLO III: Será ACIDENTE ou INCIDENTE? O CONDUTOR SAIU ILESO, APENAS SE VERIFICARAM DANOS MATERIAIS
  14. 14. Princípios Gerais da PrevençãoPREVENÇÃO: Conjunto de métodos e técnicas que em conjunto apresentam como objetivo central: evitar ou reduzir (quando não é possível eliminar) através de um conjunto de medidas implementadas em todas as fases (conceção/projeto, produção, comercialização, etc.), o nº de acidentes e doenças profissionais da organização. Está implícita a prevenção integrada, cuja integração na estrutura da organização inclui a gestão da Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho (SHST). A Prevenção Integrada inclui o planeamento, medidasorganizativas e medidas de engenharia.
  15. 15. Princípios Gerais da Prevenção 1. Evitar os riscos; 2. Avaliar os riscos que não podem ser evitados; 3. Combater os riscos na origem; 4. Adaptar o trabalho ao homem; 5. Ter em conta a evolução técnica; 6. Substituir o que é perigoso por menos perigoso ou isento de perigo; 7.Planificar a prevenção de forma integrada; 8. Sobrepor a proteção coletiva à proteção individual; 9. Dar as instruções adequadas aos trabalhadores.
  16. 16. Princípios Gerais da PrevençãoCONTROLO DO RISCO: Controlar os riscos significa intervir sobre eles, obtendo a minimização dos seus efeitos até a um nível aceitável. A eficácia do controlo depende, assim, em larga medida de tal ação incidir na fonte da sua génese e se direcionar no sentido da adaptação do trabalho ao homem.
  17. 17. Exemplo: Como controlar o Risco? BLOQUEIO DO RISCO
  18. 18. Princípios Gerais da PrevençãoNÃO CONFORMIDADE:Qualquer desvio: das normas de trabalho, das práticas, dos procedimentos, dos regulamentos, do desempenho do sistema de gestão, etc.,que possa, direta ou indiretamente conduzir a lesões oudoenças, a danos para a propriedade, a danos para oambiente do local de trabalho, ou a uma combinaçãodestes.
  19. 19. Princípios Gerais da PrevençãoAÇÃO PREVENTIVA: Ação para eliminar a causa de uma potencial não conformidade ou de uma potencial situação indesejávelAÇÃO CORRECTIVA: Ação para eliminar a causa de uma não conformidade detetada ou de outra situação indesejável
  20. 20. Exemplo II: Ficha de Procedimentos de Inspeção e Prevenção
  21. 21. Exemplo III: Ficha de Registo de Inspeção e Prevenção
  22. 22. Critérios para a programação daimplementação de medidasEx.: hierarquização das medidas de controlo do risco é feita de acordo com os recursos disponíveis e a articulação com os diferentes departamentos da empresa.São implementadas tendo em conta: O controlo na fonte do risco; O controlo na trajetória do risco (entre a fonte e o recetor); O controlo no recetor (trabalhador)
  23. 23. Controlo e Avaliação do Risco
  24. 24. Fluxograma de controlo e avaliação dos riscos Estruturar a avaliação Estabelecer Programa Escolher a abordagem Estabelecer Programa de Avaliação de Riscos (geográfica/funcional/ de Avaliação de Riscos processual) Identificar perigos Identificar quem está Identificar padrões de exposto a riscos exposição a riscosAvaliar Riscos Investigar opções para Estabelecer(Probabilidade de prioridades de ação edano/severidade eliminar ou controlar os riscos fixar medidas denas circunstância reais)(Conformidade das medidas controloexistentes ou não) Controlar a aplicação Registar a avaliação Verificar a eficácia da medida Avaliação continua Controlar o programa de e Revisão Avaliação de Riscos (necessidade de alteração?)
  25. 25. Controlo das Situações de Risco (Opções) Normativo Legal Na práticaNormativo da Normativo Gestão Técnico
  26. 26. Controlo das Situações de Risco (Opções)Na prática Normativo Legal Normativo Técnico Normativo de Gestão
  27. 27. Critérios para Controlo das Situações de Risco Disposições Legais… Normas e diretrizes constantes de publicações: Normas Técnicas Nacionais, códigos de boas práticas, níveis de exposição profissional, normas de associações industriais, guias de fabricantes… Princípios da Hierarquia da Prevenção de Riscos…
  28. 28. Princípios da Hierarquia do Prevenção/Controlo de Riscos Desenvolver uma política global e coerente que abranja tecnologia, organização de trabalho, condições laborais, relações sociais e a influência de fatores relacionados com o ambiente de trabalho; Eliminar os riscos; Combater os riscos na fonte; Reduzir os riscos, substituindo elementos perigosos por outros menos ou não perigosos;
  29. 29. Princípios da Hierarquia do Prevenção/Controlo de Riscos Aplicar medidas de proteção coletiva de preferência a medidas de proteção individual (Circunscrever o Risco e Afastar o homem da fonte emissora)Por exemplo: controlar a exposição a fumos através de uma exaustão de fumos local, de preferência a respiradores individuais Adaptação ao progresso técnico e às alterações na informação; Procurar sempre o melhor nível de proteção individual; Nunca transferir riscos, nem de uma parte da organização para outra, nem para fora da mesma.
  30. 30. Princípios da Hierarquia do Prevenção/Controlo de Riscos SÍNTESENas situações de risco, a sequência das intervenções para o seu controlo deve ser: na fonte emissora; sobre o ambiente geral; no próprio indivíduo.
  31. 31. Princípios da Hierarquia do Prevenção/Controlo de Riscos SÍNTESEOs processos de controlo do risco devem portanto ser aplicados nesta sequência: Eliminar/reduzir o risco; Circunscrever o risco; Afastar o homem da fonte emissora; Proteger o homem.
  32. 32. Controlo de Risco – Medidas de Proteção e Controlo -Implicam medidas de engenharia, que atuam nos processos Eliminar ou produtivos, nos equipamentos e nas instalações (Ex:Reduzir o risco arejamento, aspiração localizada). -Atuação é a mais eficaz e a que deve ser encarada na fase deCircunscrever o conceção ou de projeto.riscoAfastar o Processo controlado o risco de exposição presente, devehomem da fonte intervir-se protegendo o trabalhador, afastando-o da fonte deemissora risco ou reduzindo o tempo de exposição. Podem ser aplicadas medidas de carácter organizacional, como, por exemplo, a rotação dos trabalhadores nos postos de trabalho de maior risco, informação, práticas de trabalho adequadas.Proteger o Intervenções anteriores não resultarem, ou quando a exposiçãohomem se limitar a tarefas de curta permanência (por exemplo: casos de manutenção e de limpeza), há o recurso a medidas de prevenção de carácter individual, ou seja, a utilização de equipamento de proteção individual (EPI), vigilância da saúde, etc.
  33. 33. Controlo de Risco – Medidas de Proteção e Controlo
  34. 34. Substituição de materiais e produtos utilizadosÉ possível: Substituir o agente de risco (material ou produto químico) guardando o mesmo processo de trabalho e mesmos equipamentos;(certas substituições de solventes, e de pigmentos de tintas) Substituir o agente de risco guardando o mesmo processo de trabalho porém mudando os equipamentos utilizados; Substituir o agente de risco (ex., um produto químico) mudando o processo de trabalho e os equipamentos.
  35. 35. Substituição de materiais e produtos utilizadosDeve-se considerar sempre a possibilidade de utilizaruma substância: menos tóxica; que evapore menos; que se disperse menos; que não penetre através da pele; que cause menos poluição ambiental, menos persistente no meio ambiente (ex. alteração da forma); sem risco para a segurança; que se possa utilizar em menores quantidades e com menos desperdício; que se possa utilizar com menor consumo de energia.
  36. 36. Substituição/mudança de processo ou práticas de trabalhoÉ possível: Guardar o mesmo processo de trabalho e inclusive utilizar o mesmo material, porém com equipamentos diferentes; (ex. substituição de pintura a pistola por pintura spray eletrostática) Eliminar ou reduzir o agente de risco utilizando outro processo de trabalho e outros equipamentos; (ex. das juntas para canalizações; utilização de processo com membrana ao invés de célula de mercúrio, na produção eletrolítica de cloro-álcali) Eliminar ou reduzir o agente de risco modificando as práticas de trabalho.
  37. 37. Substituição/mudança de processo ou práticas de trabalhoExemplos de modificações incluem os seguintes: Redução de temperatura de um processo (ex., utilização de solventes a temperaturas mais baixas, reduzindo a evaporação); Redução da área exposta de um líquido para diminuir a possibilidade de evaporação; Redução da movimentação de um líquido volátil; Redução da quantidade utilizada; Limitação ou diminuição de contato físico entre trabalhadores e agentes prejudiciais, através de dispositivos mecânicos, mecanização de operações, suportes, etc.; Motores elétricos em vez de motores combustão de interna; Automatização de pintura a pistola; uso de pintura eletrostática; pintura a pincel em vez de pintura a pistola.
  38. 38. Regras e Cuidados na Substituição do Produto/ProcessoA substituição deve obedecer às seguintes regras: Viabilidade técnica; Disponibilidade das substâncias, materiais e equipamentos substitutos no mercado; Devem ser alcançados os mesmos resultados ou obtidos produtos com a mesma utilidade; Viabilidade económica (Relação Custo-Benefício); A “não-introdução” de novo risco (ex. trocar um produto por outro menos tóxico porém com grande risco de inflamabilidade).
  39. 39. Práticas de trabalho adequadas Controlo dos RiscosPrincípios básicos para práticas de trabalho incluem: Minimizar o tempo durante o qual um agente químico tem a possibilidade de se evaporar para o ambiente de trabalho (ex. minimizando a abertura de recipientes com produtos voláteis, de reatores de polimerização, de fornos de secagem, etc); Remoção imediata de produtos acidentalmente derramados, resíduos de limpezas (ex. crostas de PVC retiradas na limpeza dos reatores de polimerização, etc para que não fiquem a poluir o ambiente de trabalho); Evitar reações que possam levam à formação acidental de subprodutos tóxicos (ex. adicionar ácido à água, etc).
  40. 40. Como estabelecer prioridades? Possibilidade de um perigo identificado causar sériaslesões ou efeitos prejudiciais para a saúde (Ex: doençaprolongada ou efeitos nocivos irreversíveis)… Número de pessoas que poderão estar afetadas pelo perigo… Conhecimento dos acidentes ou das doenças que se registam em locais semelhantes… Conhecimento de acidentes ou doenças decorrentes de perigos específicos identificados…
  41. 41. Perguntas úteis para programar uma estratégia de controlo do riscos Quais são os riscos potenciais, suas fontes e a sua localização? Pode a presença do risco ou a possibilidade da sua ocorrência ser evitada? Há uma maneira menos perigosa de executar uma certa operação (diferentes materiais, equipamentos ou práticas de trabalho)?
  42. 42. Perguntas úteis para programar uma estratégia de controlo do riscos É possível organizar o trabalho de tal maneira que o contato do agente de risco com o ar ou com o trabalhador seja menos frequente, durante menos tempo, ou a fonte de risco seja movimentada através uma distância mais curta? É possível minimizar a duração da exposição (ex. práticas de trabalho adequadas)?
  43. 43. Perguntas úteis para programar uma estratégia de avaliação/controlo do riscos O quê? Quando? Como? Onde?
  44. 44. Controlo do Risco-Deveres do empregadorApós as etapas de planear, identificaranalisar e avaliar os riscos o empregadordeve:● Decidir sobre as medidas preventivas (Quem faz o quê?);● Implementar as medidas (Prazos; Quando?)● Registar, acompanhar e rever as medidas (Como, Onde?).
  45. 45. Controlo do Risco-Deveres dos trabalhadoresApós a informação, por parte do empregador, sobre os riscosa que estão expostos e as medidas preventivas a implementar, otrabalhador deve: Colaborar com o empregador para garantir um ambiente de trabalho seguro; Ser consultado pelo empregador para a elaboração dos registos; Sempre que necessário, apresentar ao empregador propostas de minimização dos perigos e eliminação dos riscos na origem.
  46. 46. Sinalização de Segurança
  47. 47. SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA O QUE É? Toda a sinalização que está relacionada com um objeto, atividade ou situação e que fornece indicação relativa à segurança e/ou à saúde do trabalhadorPor intermédio de uma placa, uma cor, um sinal luminosoou acústico, uma comunicação verbal ou um sinal gestual
  48. 48. SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇALegislação aplicável: Decreto Lei n.º 141/95 de 14 de Junho Portaria n.º 1456-A/95 de 11 de DezembroImportância da sinalização: Estimula e desenvolve a atenção do trabalhador para os riscos a que está exposto, permitindo-lhe ainda recordar as instruções e os procedimentos adequados em situações concretas.
  49. 49. SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA Cor Significado/Finalidade Indicações e Precisões Sinal de proibição Atitudes Perigosas Perigo - Alarme Stop, pausa, dispositivos de corte emergência Material e equipamento de Identificação e localização combate a incêndios Sinal de Aviso Atenção, precaução e verificação Sinal de Obrigação Comportamento ou ação específicos. Obrigação de utilizar equipamentos de proteção individual Sinal de salvamento ou Portas, saídas, vias, socorro evacuação, material, postos e locais específicos Situação de segurança Regresso à normalidade
  50. 50. SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA Sinais de Proibição  Indicam comportamentos proibidos de acordo com o pictograma inserido no sinal  São utilizados em instalação, acessos, aparelhos, instruções e procedimentos, etc.  Têm forma circular, o contorno vermelho, pictograma a preto e o fundo branco Proibido fumar Proibido foguear/fazer fogo
  51. 51. SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇASinais Informativos de Prevenção e Combate a Incêndios Fornecem indicações sobre a localização do material de combate a incêndios Têm forma retangular ou quadrada, fundo vermelho e pictograma branco Noções Básicas SHT
  52. 52. SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA Sinais de Perigo  Indicam situações de risco potencial de acordo com o pictograma inserido no sinal  São utilizados em instalação, acessos, aparelhos, instruções e procedimentos, etc.  Têm forma triangular, o contorno e pictograma a preto e o fundo amareloPerigos Vários Perigo de Perigo de incêndio eletrocussão
  53. 53. SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇASinais de Obrigação Indicam comportamentos obrigatórios de acordo com o pictograma inserido no sinal São utilizados em instalação, acessos, aparelhos, instruções e procedimentos, etc. Têm forma circular, fundo azul e pictograma a branco Proteção Proteção obrigatória dos obrigatória dos olhos olhos e vias respiratórias
  54. 54. SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇASinais de Emergência Fornecem informações de salvamento de acordo com o pictograma inserido no sinal São utilizados em instalação, acessos e equipamentos, etc. Têm forma retangular, fundo verde e pictograma a branco Posto de primeiros Lava-olhos de socorros emergência
  55. 55. SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇASinais de Emergência Saída de emergência Direção de à esquerda evacuação
  56. 56. SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇASinais Gestuais:
  57. 57. SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇASinais Gestuais:
  58. 58. SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA(BARREIRAS DE PROTEÇÃO, FITAS DE SEGURANÇA, PIN’S, PLACAS INFORMATIVAS, ETC): EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO COLETIVA (EPC´S)
  59. 59. SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA Tubagens (NP 182 1966):
  60. 60. SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇATubagens:
  61. 61. SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA Tubagens:Para além das cores as tubagens devem ter setas queindiquem o sentido do fluído.
  62. 62. SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇALosangulo de Perigo (Código NFPA*):O risco de exposição ao perigo é definido através de umintervalo de números que vai de 0 a 4. Quanto maior for onúmero assinalado nas partes H, F e R maior será o perigo. * National Fire Protection Association
  63. 63. SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇAPerigo de Incêndio (F)4 – Extremamente Inflamável3 – Facilmente Inflamável2 – Inflamável se exposto ao calor1 – Inflamável se aquecido0 – Não InflamávelRisco Relativo à Saúde (H)4 – Extremamente perigoso! Evitar qualquer tipo de contacto com vapores ou líquidos sem que tenham sido tomadas medidas de proteção adequadas.3 – Perigo grave! Não entrar em zonas de risco sem ter colocado as proteções integrais para o corpo e para as vias respiratórias.2 – Perigo! Não parar em zonas de risco sem respiradores ou roupas de proteção.1 – Perigo reduzido! Aconselha-se o uso de respiradores.0 – Não perigoso.
  64. 64. SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇAReatividade (R)4 – Grave perigo de deflagração e descargas ou reações explosivas a temperaturas atmosféricas normais.Criar uma zona de segurança. Evacuar imediatamente as áreas ameaçadas em caso de incêndio.3 – Perigo de deflagração e descargas ou reações explosivas por efeito de uma fonte de ignição devido a aquecimento ou contacto com água. Criar uma zona de segurança. Apagar as chamas mantendo-se distante do fogo.2 – Perigo de violentas reações químicas a temperaturas e pressões elevadas, ou após contacto com a água. Apagar o fogo mantendo-se sempre distante do mesmo.1 – Torna-se inalável após aquecimento ou pode reagir se estiver em contacto com a água.0 – Estável em presença de condições normais, até em caso de incêndio.
  65. 65. SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA
  66. 66. EQUIPAMENTOS DEPROTEÇÃO INDIVIDUAL (EPI’S)
  67. 67. A Importância dosEquipamentos de Proteção Individual (EPI’S)
  68. 68. Equipamentos de Proteção Individual-EPI’SOs perigos são fontes potenciais deacidente, assim os equipamentos deproteção individual surgem como umaforma de controlo de riscos, dentro delimites aceitáveis, já que a suaeliminação só muito raramente épossível.
  69. 69. Equipamentos de Proteção Individual-EPI’S Na seleção dos equipamentos de proteçãoindividual deve-se ter em conta: Os riscos a que está exposto o trabalhador; As condições em que trabalha; A parte do corpo a proteger; As características do próprio trabalhador. Assim os EPI’S devem obedecer aos seguintes requisitos:serem cómodos, robustos, leves e adaptáveis.
  70. 70. Equipamentos de Proteção Individual-EPI’SA entidade patronal tem o dever defornecer gratuitamente, aos trabalhadores,os equipamentos de proteção individual quedevem: Ser adequados relativamente aos riscos a prevenir; Não ser eles próprios geradores de novos riscos; Assegurar a higiene, segurança e saúde dos trabalhadores.
  71. 71. Equipamentos de Proteção Individual-EPI’STipos de riscosO trabalhador pode estar exposto a váriostipos de riscos:Físicos (cortes, quedas, entalamentos, …);Químicos (produtos químicos, pesticidas,gases, vapores, poeiras, …);Biológicos (bactérias, fungos, vírus …).
  72. 72. Equipamentos de Proteção Individual-EPI’S Principais Tipos de Proteção Individual: Proteção da cabeça; Proteção dos olhos e rosto; Proteção das vias respiratórias; Proteção dos ouvidos; Proteção do tronco; Proteção dos pés e dos membros inferiores; Proteção das mãos e dos membrossuperiores.
  73. 73. Equipamentos de Proteção Individual-EPI’S Proteção da cabeça A cabeça deve ser adequadamente protegida perante o risco de queda de objetos pesados, pancadas violentas ou projeção de partículas. A proteção da cabeça obtém-se mediante o uso de capacete de proteção o qual deve apresentar elevada resistência ao impacto e à penetração.
  74. 74. Equipamentos de Proteção Individual-EPI’SProteção da cabeça (EN 397 e EN 812)
  75. 75. Equipamentos de Proteção Individual-EPI’S Proteção dos olhos e rosto Os olhos constituem uma das partes mais sensíveis do corpo onde os acidentes podem atingir a maior gravidade. Os olhos e também o rosto protegem-se com óculos e viseiras apropriados, cujos vidros deverão resistir ao choque, à corrosão e às radiações, conforme os casos.
  76. 76. Equipamentos de Proteção Individual-EPI’S As lesões nos olhos podem ser devidas a diferentes causas: Ações mecânicas: através de poeiras, partículas ou aparas. Ações óticas: através da luz visível, invisível ou raios laser. Ações térmicas: devidas a temperaturas extremas. Ações químicas: através de produtos corrosivos ou tóxicos.
  77. 77. Equipamentos de Proteção Individual-EPI’S Proteção dos olhos e rosto (EN 166, EN 375, EN 175, EN 169)
  78. 78. Equipamentos de Proteção Individual-EPI’S Proteção das vias respiratórias A atmosfera dos locais de trabalho encontra- se muitas vezes, contaminada em virtude da existência de agentes químicos agressivos, tais como gases, vapores, neblinas, fibras, poeiras. A proteção das vias respiratórias é feita através dos dispositivos de proteção respiratória – aparelhos filtrantes (máscaras)
  79. 79. Equipamentos de Proteção Individual-EPI’SProteção das vias respiratórias(EN 136, EN 140, EN 141, EN 143)
  80. 80. Equipamentos de Proteção Individual-EPI’S Proteção dos ouvidos O ruído constitui uma causa de incómodo para o trabalho, um obstáculo às comunicações verbais e sonoras. Pode provocar fadiga, distúrbios gastrointestinais, diminuição da memória, irritabilidade, depressão. Existem dois tipos de protetores de ouvidos: Auriculares ou tampões;  Auscultadores ou abafadores.
  81. 81. Equipamentos de Proteção Individual-EPI’S Proteção dos ouvidos (EN 352)
  82. 82. Equipamentos de Proteção Individual-EPI’S Proteção do tronco O tronco é protegido através do vestuário, que pode ser de diferentes tecidos. Deve ser cingido ao corpo por forma a evitar a prisão pelos órgãos em movimento. A gravata ou cachecol constituem geralmente um risco.
  83. 83. Equipamentos de Proteção Individual-EPI’S Proteção do tronco
  84. 84. Equipamentos de Proteção Individual- EPI’S (Vestuário) EN 342 (frio) EN 343 (intempéries) EN 368/9, EN 465/6/7/8/9 (química), Pr EN943(gases) EN 381 (serras manuais) EN 471 (alta visibilidade EN1149 (anti-estático) EN 531 (exposição solar), EN 533 (anti-inflamável)
  85. 85. Equipamentos de Proteção Individual-EPI’S Proteção dos pés e dos membros inferiores A proteção dos pés deve ser considerada quando há possibilidade de lesões a partir de efeitos mecânicos, térmicos, químicos ou elétricos. Quando há possibilidade de queda de materiais, deverão ser usados sapatos ou botas revestidos com biqueira e palmilha de aço.
  86. 86. Equipamentos de Proteção Individual-EPI’S Proteção dos pés e dos membros inferiores (EN 344, EN 345 “S”, EN 346 “P”, EN 347)
  87. 87. Equipamentos de Proteção Individual-EPI’S Proteção das mãos e dos membros superiores Os ferimentos nas mãos constituem o tipo de lesão mais frequente. Daí a necessidade da sua proteção. O braço e antebraço estão geralmente menos expostos do que as mãos. A proteção é feita através de luvas, sendo que estas são escolhidas de acordo com a função do trabalhador (ação química, mecânica, térmica, etc).
  88. 88. Equipamentos de Proteção Individual-EPI’S Proteção das mãos e dos membros superiores
  89. 89. Equipamentos de Proteção Individual-EPI’S  EN 388 (mecânica.)  EN 374 (química)  EN 511 (frio)Proteção das mãos  EN 407 (calor) (Pictogramas)  EN 10819 (vibrações)  EN 420 (requisitos gerais de fabricação) A EN 420 geralmente combina-se com as outras tendo diferentes níveis de desempenho para a: - Resistência à permeabilidade (1-4) - Resistência à penetração (1-3)
  90. 90. ConclusãoPor cada Acidente que não se dá, há um valorconsiderável que não é gasto, que é poupado;Vale a pena investir parte dele em medidas deprevenção/proteção;Por cada acidente que não se dá, há alguémque não fica ferido, há alguém que fica vivo.

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