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III	  Racionalidade	  	   	  Argumentativa        2.	  Argumentação	  	  	  	  	  	  	  	  	  	  	  	  	                  ...
2.1	  O	  Domínio	  do	  Discurso	  Argumentativo	  	           –	  	  A	  Procura	  de	  Adesão	  do	  Auditório	        ...
ProblemaO	  que	  é	  um	  discurso	  argumentativo?
Discurso	  argumentativo	  e	  a	  adesão	  do	  auditórioTodos	  os	  dias	  utilizamos	  o	  discurso	  para	  levar	  o...
Lógica	  formal	  e	  lógica	  informal	  Distingue-­‐se	  demonstração	  de	  argumentação    demonstração	              ...
Demonstração	    Domínio                               Características   	  validade	  dos	  argumentos    um	  cálculo	...
Argumentação	  (retórica)                 argumentação            retórica  Domínio   	  comunicação	           Caracterí...
O	  que	  é	  a	  retóricaRetórica	  é	  o	  domínio	  da	  lógica	  informal	  que	  estuda	  a	  arte	  de	  falar	  com...
O	  que	  é	  a	  retóricaNo	  século	  XX,	  os	  debates	  sobre	  problemas	  axiológicos,	  éticos	  e	  jurídicos	  l...
Argumentação	  –	  condições	  sine	  qua	  nonA	  comunicação	  argumentativa	  é	  uma	  relação	  intersubjectiva	  e	 ...
Argumentação	  –	  condições	  sine	  qua	  nonA	  comunicação	  argumentativa	  pressupõe:	       3                      ...
Características	  gerais	  da	  retóricaA	  comunicação	  argumentativa:	       1                                    3    ...
A	  maior	  parte	  da	  comunicação	  tem	  um	  carácter	  persuasivo,	  visa	  influenciar	  o	  pensamento,	  os	  sent...
domínio	  do	  constringente	                                                                                             ...
RetóricaArte	  de	  falar	  com	  eloquência,	  com	  o	  objectivo	  de	  persuadir.Surgiu	  na	  Grécia	  clássica.Objec...
Elementos	  da	  comunicação	  argumentativaA	  comunicação	  argumentativa	  supõeum	  orador,	  um	  auditório	  e	  um	...
Elementos	  da	  comunicação	  argumentativa         orador         ethos	           Alguém	  que	  se	  propõe	  exercer	...
Elementos	  da	  comunicação	  argumentativa         auditório	           pathos         Pessoa	  ou	  pessoas	  que	  o	 ...
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Estratégias	  discursivasPara	  exercer	  influência	  sobre	  o	  auditório	  através	  do	  discurso	  e	  não	  pela	  f...
Estratégias	  discursivasProcedimentos	  mais	  usados:   Exemplos	                    Metáforas	  e	                Repet...
Estratégias	  discursivas                                          Alteração	  do	  tom	  de	  vozProcedimentos	          ...
Estratégias	  discursivasSugestão	  de	  Schopenhauer:                                                                    ...
Elementos	  da	  comunicação	  argumentativa:	  ethos,	  pathos	  e	  logosA	  comunicação	  argumentativa	  supõe	  um	  ...
O	  orador	  pode	  usar	  diferentes	  estratégias,	  em	  função	  das	  características	  do	  auditório: partir	  de	...
Usos	  da	  retóricaSão	  muitos	  os	  domínios	  onde	  se	  usa	  a	  retórica:	     comunicação	     quotidiana       ...
Retórica	  e	  opinião	  públicaNa	  política,	  quer	  nos	  regimes	  democráticos	  quer	  nos	  regimes	  totalitários...
Factores	  que	  influenciam	  a	  opinião	  pública                                                                       ...
Factores	  que	  influenciam	  a	  opinião	  públicaFactores	  individuaisComo	  os	  seres	  humanos	  têm	  tendência	  g...
Factores	  que	  influenciam	  a	  opinião	  públicaFactores	  sociaisCada	  grupo	  ou	  classe	  social	  tem	  um	  conj...
Factores	  que	  influenciam	  a	  opinião	  públicaEmoções	  colectivasQuando	  as	  pessoas	  estão	  em	  multidão,	  o	...
Factores	  que	  influenciam	  a	  opinião	  públicaLíderes	  de	  opiniãoOs	  líderes	  de	  opinião	  são	  pessoas	  que...
Factores	  que	  influenciam	  a	  opinião	  públicaMeios	  de	  comunicação	  socialÉ	  conhecida	  a	  força	  dos	  meio...
Domínios	  de	  intervenção	  da	  retórica	  A	  retórica	  é	  usada no	  discurso	  político	  e	  jurídico nos	  mei...
Factores	  que	  influenciam	  a	  opinião	  pública	   Factores	  individuais Factores	  sociais Emoções	  colectivas ...
Discurso	  publicitárioNa	  nossa	  sociedade,	  a	  retórica	  é	  aplicada	  na	  actividade	  publicitária	  (quer	  no...
Planificação	  de	  um	  anúncio	  publicitárioA	  figura	  de	  retórica	  a	  utilizar	  numa	  campanha	  é	  discutida	 ...
O	  que	  faz	  a	  publicidade	  para	  seduzir	  o	  seu	  auditório	         Utiliza	  a	  sedução,	  provocando	  carê...
O	  que	  faz	  a	  publicidade	  para	  seduzir	  o	  seu	  auditório	              Apela	  à	  sensibilidade            ...
Estratégias	  da	  publicidade   Estratégia                     Objectivos     usar	  a	  mensagem	       afagar	  o	  e...
Tácticas	  da	  publicidade  Texto                             Marca    coloquial                               curta   ...
Tácticas	  da	  publicidade
A	  publicidade	  utiliza	  a	  retórica	  para	  induzir	  o	  consumo.	  Recorre	  a	  símbolos,	  imagens,	  valores	  ...
Estrutura	  do	  discurso	  argumentativoUm	  discurso	  argumentativo	  deve	  ter	  uma	  estrutura	  e	  uma	  organiza...
Estrutura	  do	  discurso	  argumentativo                                                      2                          ...
Estrutura	  do	  discurso	                                        2                   manual,	  p.	  10
Como	  elaborar	  um	  discurso	  argumentativo   Perguntas                                              Tarefas Qual	  o	...
Como	  elaborar	  um	  discurso	  argumentativo   Perguntas                                                  Tarefas      ...
Regras	  para	  construir	  Para	  construir	  bons	  argumentos	  (segundo	  Anthony	  Weston):  Distinguir	             ...
Regras	  para	  construir	  bons	  argumentosPara	  construir	  bons	  argumentos	  (segundo	  Sérgio	  Navega):  Aceitabi...
Exercícios 5 e 6
Usos	  da	  retóricaDiscursos: político                         contribuem	  para	   jurídico               a	  formação...
Os exercícios continuam no “Moodle”                       Jorge Barbosa, 2012
Diga	  quais	  são	  as	  afirmações	  verdadeiras	  e	  quais	  são	  as	  falsas.   Afirmações                            ...
Diga	  quais	  são	  as	  afirmações	  verdadeiras	  e	  quais	  são	  as	  falsas.   Afirmações                            ...
Diga	  quais	  são	  as	  afirmações	  verdadeiras	  e	  quais	  são	  as	  falsas.   Afirmações                            ...
Indique	  a	  opção	  verdadeira.   1                                                                                     ...
Diga	  quais	  são	  as	  afirmações	  verdadeiras	  e	  quais	  são	  as	  falsas.   Afirmações                            ...
Diga	  quais	  são	  as	  afirmações	  verdadeiras	  e	  quais	  são	  as	  falsas.   Afirmações                            ...
Discurso	  (argumentativo)	  Exposição	  metódica	  que	  visa	  influenciar	  o	  pensamento,	  os	  sentimentos	  e	  a	 ...
Comunicação	  argumentativa	  O	  processo	  de	  troca	  de	  mensagens	  cuja	  finalidade	  (telos)	  é	  a	  procura	  ...
Lógica	  informal	  Estudo	  dos	  aspectos	  da	  argumentação	  que	  não	  dependem	  exclusivamente	  da	  forma	  lóg...
ConstringenteDiz-­‐se	  de	  uma	  conclusão	  que	  decorre	  necessariamente	  das	  premissas.	  
VerosímilDiz-­‐se	  do	  que	  se	  pode	  admitir	  como	  eventualmente	  verdadeiro,	  ou	  seja,	  o	  provável.
Argumentação	  Designa	  a	  actividade	  social,	  intelectual	  e	  discursiva	  que,	  utilizando	  um	  conjunto	  de	...
RetóricaNome	  que	  a	  antiguidade	  clássica	  grega	  e	  romana	  atribuía	  à	  arte	  (a	  um	  conjunto	  de	  teo...
AristótelesNo	  século	  IV	  a.C.,	  este	  filósofo	  grego	  definiu	  retórica	  como	  «capacidade	  de	  descobrir	  o...
Nova	  retórica	  Designação	  atribuída	  aos	  estudos	  levados	  a	  cabo	  por	  Chaim	  Perelman	  (século	  XX),	  ...
EthosDesigna	  a	  autoridade	  moral	  do	  orador,	  que	  argumenta	  (elemento	  racional)	  e	  seduz	  (elemento	  e...
Logos	  Designa	  o	  elemento	  racional	  de	  comunicação	  orador	  /	  auditório	  que	  é	  próprio	  do	  discurso.
Pathos	  Designa	  a	  disposição	  emocional	  dos	  ouvintes	  para	  ponderar	  a	  aceitação	  da	  mensagemdo	  orador.
Schopenhauer	  Filósofo	  alemão	  (1788-­‐1860),	  autor	  de	  O	  mundo	  como	  vontade	  e	  como	  representação.Infl...
Opinião	  pública	  Designa	  a	  convicção	  ou	  juízo	  colectivo	  a	  respeito	  de	  um	  determinado	  assunto;	  p...
Validade	  Propriedade	  formal	  dos	  argumentos	  dedutivos.	  É	  diferente	  de	  verdade:	  enquanto	  esta	  é	  um...
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Discurso Argumentativo e Retórica (de acordo com manual "Pensar Azul")

  1. 1. Tema%III%Racionalidade%Argumentativa%e%Filosofia% %%2.%ARGUMENTAÇÃO%E%RETÓRICA% % %2.1%%O%Domínio%do%Discurso%Argumentativo%% % % %–%%A%Procura%de%Adesão%do%Auditório %! Filosofia 11º Ano, 2012 JB
  2. 2. III  Racionalidade      Argumentativa 2.  Argumentação                           e  Retórica
  3. 3. 2.1  O  Domínio  do  Discurso  Argumentativo     –    A  Procura  de  Adesão  do  Auditório   Sumário Lógica  formal  e  argumentação Elementos  da  comunicação argumentativa:  ethos,  pathos  e  logos Domínios  de  intervenção  da  retórica Estrutura  e  organização  do  discurso argumentativo
  4. 4. ProblemaO  que  é  um  discurso  argumentativo?
  5. 5. Discurso  argumentativo  e  a  adesão  do  auditórioTodos  os  dias  utilizamos  o  discurso  para  levar  os  nossos  interlocutores  a  aderir  às  nossas  opiniões  –  chamamos  a  isto  comunicação  argumentativa.  Estamos  no  domínio  da  lógica  informal,  mais  centrada  nos  efeitos  da  comunicação  do  que  na  validade  formal  dos  argumentos.  
  6. 6. Lógica  formal  e  lógica  informal  Distingue-­‐se  demonstração  de  argumentação demonstração   argumentação   é  tarefa  da  lógica   é  tarefa  da  lógica  informal,   formal,  cujo   cujo  domínio  são  os  efeitos   domínio   da  comunicação é  a  validade   a c b dos  argumentos a2  =  b2  +  c2
  7. 7. Demonstração   Domínio Características   validade  dos  argumentos  um  cálculo  impessoal     o  constringente  avalia  a  validade     de  um  raciocínio    usa  linguagem  artificial,   não  equívoca  visa  uma  verdade   universal  e  necessária
  8. 8. Argumentação  (retórica) argumentação retórica Domínio   comunicação   Características (visa  obter    é  pessoal:  supõe  um  auditório   a  adesão    é  comunicação,  diálogo     de  um  auditório)   e  discussão  o  verosímil    está  situada  num  contexto  preciso  é  um  poder  exercido  através  do  discurso    utiliza  a  linguagem  natural,  equívoca
  9. 9. O  que  é  a  retóricaRetórica  é  o  domínio  da  lógica  informal  que  estuda  a  arte  de  falar  com  eloquência.  Nasceu  na  democracia  da  Grécia  Clássica  e  foi  estudada  por  Aristóteles.Aristóteles  distinguiu  entre:  raciocínios  analíticos,  ou  demonstrativos  e  raciocínios  dialécticos,  ou  argumentativosAristóteles  considerou  a  retórica  como   ARISTÓTELESum  instrumento  necessário  para  discutir   384-­‐322  a.C.e  persuadir  acerca  do  que  é  apenas  provável.
  10. 10. O  que  é  a  retóricaNo  século  XX,  os  debates  sobre  problemas  axiológicos,  éticos  e  jurídicos  levaram  à  renovação  da  retórica.O  filósofo  Chaim  Perelman,  de  origem  polaca,  foi  um  dos  contribuiu  para  essa  renovação.  Retomando  a  concepção  aristotélica,  Perelman  construiu  uma  «teoria  da  argumentação»,  ou  «nova  retórica». PERELMAN 1912-­‐1984
  11. 11. Argumentação  –  condições  sine  qua  nonA  comunicação  argumentativa  é  uma  relação  intersubjectiva  e  pressupõe:   1 2 a  existência  de  uma  língua   o  reconhecimento  implícito,  tanto   comum,  em  geral,  uma  língua   pelo  orador  como  pelo  auditório,   natural,  uma  vez  que   de  que  a  outra  parte  é  constituída  por   a  comunicação  decorre   seres,  dotados  de  razão,   no  contexto  da  vida  quotidiana capazes  de  compreender   os  argumentos  e  de  ser  convencidos   através  dos  discursos
  12. 12. Argumentação  –  condições  sine  qua  nonA  comunicação  argumentativa  pressupõe:   3 5 o  carácter  persuasivo   o  recurso  a  técnicas  psicológicas   do  discurso e  a  elementos  capazes  de  desencadear   estados  emocionais 4 6 o  recurso  a  estratégias   a  utilização  de  imagens  e  /  ou  sons  para   de  persuasão criar  um  ambiente  adequado  à  mensagem  a   transmitir  e  à  reacção  a  obter
  13. 13. Características  gerais  da  retóricaA  comunicação  argumentativa:   1 3 usa  recursos  estilísticos   pretende  modificar  as  crenças,   e  artifícios  discursivos   as  atitudes  e  o  comportamento   como  meio  de  persuasão do  auditório 4 2 tem  maior  preocupação  com   serve-­‐se  da  linguagem   a  sedução  do  auditório  do  que comum com  a  verdade
  14. 14. A  maior  parte  da  comunicação  tem  um  carácter  persuasivo,  visa  influenciar  o  pensamento,  os  sentimentos  e  a  acção  dos  interlocutores.  O  meio  usado  é  o  discurso  argumentativo.O  s  argumentos  podem  ser  válidos    e  não  convencerem.  Para  ser  convincente,o  discurso  deve  usar  argumentos  válidos  e  com  força  persuasiva.
  15. 15. domínio  do  constringente   (argumentação)  domínio  do  verosímil   centra-­‐se    na  análise                                                centra-­‐se  nos    efeitos   da  validade  dos  argumentos   da  comunicação   demonstração  da  relação    processo  de  negociação  racional   necessária  entre  a  verdade  das   de  consensos premissas  e  a  da  conclusão  analisa  os  aspectos  expressos                       processo  de  inferência   em  linguagem  natural  e  situados   impessoal   no  contexto  em  que  ocorrem
  16. 16. RetóricaArte  de  falar  com  eloquência,  com  o  objectivo  de  persuadir.Surgiu  na  Grécia  clássica.Objectivo:  preparar  as  elites  políticas                    para  falar  nas  assembleias,  fazendo-­‐as  aprovar  as  propostas  apresentadas. Exercícios 1 e 2Aristóteles  teorizou  e  sistematizou  a  retórica  antiga.  Chaim  Perelman  renovou  a  importância  da  retórica,                    
  17. 17. Elementos  da  comunicação  argumentativaA  comunicação  argumentativa  supõeum  orador,  um  auditório  e  um  discurso.  Aristóteles  chamou… ethos   pathos   logos   à  dimensão   à  disposição   à  organização   do  orador do  auditório   do  discurso  
  18. 18. Elementos  da  comunicação  argumentativa orador ethos   Alguém  que  se  propõe  exercer  uma  certa   influência:  o  que  é  determinante   é  a  vontade  de  agradar,  de  persuadir,   de  seduzir,  de  convencer,  através  de  belos   discursos  ou  de  argumentos  racionais.
  19. 19. Elementos  da  comunicação  argumentativa auditório   pathos Pessoa  ou  pessoas  que  o  orador  pretende   influenciar.  O  que  conta  é  a  decifração   das  intenções  e  do  carácter  do  orador,   a  inferência  que  temos  o  direito  de  fazer   a  partir  daquilo  que  é  enunciado  literalmente.
  20. 20. Elementos  da  comunicação  argumentativa discurso logos Conjunto  dos  argumentos  organizados  de  modo   a  persuadir.  Hoje  designa  o  medium  (meio  –  palavra  ou   imagem)  que  transmite  a  mensagem.  Refere   a  racionalidade  dos  argumentos  e  o  tipo   e  a  estrutura  dos  discursos.
  21. 21. Estratégias  discursivasPara  exercer  influência  sobre  o  auditório  através  do  discurso  e  não  pela  força,  o  orador  tem  de  usar  estratégias  adequadas  ao  auditório,  às  suas  características  psicológicas,  conhecimentos,  crenças  e  valores,  para  o  levar  a  interessar-­‐se,  a  ouvir  e  a  dialogar.
  22. 22. Estratégias  discursivasProcedimentos  mais  usados: Exemplos   Metáforas  e   Repetição   e  analogias   alegorias   de  uma   Situações  reais   Apelar  à  imaginação   ideia   ou  fictícias,  para   para  motivar   Insistir  numa   facilitar   e  facilitar   ideia-­‐chave a  compreensão   a  compreensão   da  mensagem da  mensagem
  23. 23. Estratégias  discursivas Alteração  do  tom  de  vozProcedimentos   Modular  a  voz  e  usar  o  tom  mais  usados: adequado  para  induzir  estados   emocionais  no  auditório Uso  de  emoções   Ironia   Usar  a  dramatização     Linguagem  gestual   Dizer  o  contrário   (teatralização),   daquilo  que   Comunicar  através   a  sedução  amorosa   as  palavras   do  movimento  (como   e  o  jogo  para  produzir   num  bailado,  por   significam,   emoções  favoráveis   exemplo) alterando  o  tom   de  voz  ou  sorrindo
  24. 24. Estratégias  discursivasSugestão  de  Schopenhauer: SCHOPENHAUER «[Não  devemos  produzir  argumentos   1788-­‐1860 excessivos.  Por  isso],  os  Chineses  enunciam  a  seguinte   máxima:  aquele  que  é  eloquente  e  que  tem  a  língua  afiada   só  deverá  enunciar  metade  de  uma  proposição;  e  aquele  que   tem  a  razão  do  seu  lado  pode  voluntariamente  sacrificar  três   décimas  do  seu  discurso.» Schopenhauer,  A.  Le  monde  comme  volonté  et  comme  représentation.
  25. 25. Elementos  da  comunicação  argumentativa:  ethos,  pathos  e  logosA  comunicação  argumentativa  supõe  um  orador,  um  auditório  e  um  discurso.  Aristóteles  chamou: ethos  à  dimensão  do  orador;  o  seu  objectivo  é  persuadir  o  auditório pathos  à  disposição  emocional  do  auditório;  o  seu  objectivo  é  ponderar  a   aceitação  da  mensagem logos  à  organização  lógico-­‐racional  do  discurso;  hoje  designa  o  meio                                       de  transmissão  da  mensagem
  26. 26. O  orador  pode  usar  diferentes  estratégias,  em  função  das  características  do  auditório: partir  de  exemplos  e  invocar  situações  reais  ou  fictícias usar  comparações  para  facilitar  a  compreensão  da  mensagem apelar  à  imaginação  do  auditório  e  usar  imagens  apelativas  (caso   da  publicidade) repetir  uma  frase  (um  slogan)  para  vincar  uma  ideia usar  diferentes  gestos  e  modelações  de  voz usar  figuras  de  estilo:  ironia,  metáforas,  analogia  e  metonímias Exercício 3
  27. 27. Usos  da  retóricaSão  muitos  os  domínios  onde  se  usa  a  retórica:   comunicação   quotidiana discurso   político   discurso   e  jurídico dos  meios   de  comunicação   social;  discurso   publicitário
  28. 28. Retórica  e  opinião  públicaNa  política,  quer  nos  regimes  democráticos  quer  nos  regimes  totalitários,  a  retórica  é  usada  para  formar,  controlar  e  manipular  a  opinião  pública.  Do  mesmo  modo,  quer  os  meios  de  comunicação  social  quer                                  a  publicidade  adoptam  procedimentos  retóricos  para  captar  a  atenção  dos  seus  auditórios.  
  29. 29. Factores  que  influenciam  a  opinião  pública Factores   sociais Factores   Emoções   individuais colectivas Meios                                 Líderes            de   comunicação   de  opinião social
  30. 30. Factores  que  influenciam  a  opinião  públicaFactores  individuaisComo  os  seres  humanos  têm  tendência  gregária  (pertencer  a  um  grupo)  e  gostam  de  partilhar  crenças,  opiniões  e  valores,  estão  predispostos  a  aceitar  o  que  lhes  facilite  a  sua  integração  social.
  31. 31. Factores  que  influenciam  a  opinião  públicaFactores  sociaisCada  grupo  ou  classe  social  tem  um  conjunto  de  estereótipos  e  preconceitos  que  se  traduzem  em  atitudes  e  comportamentos  considerados  normais,  entre  os  membros  desse  grupo,  e  que  são  como  que  cartões  de  identificação,  ou  passwords,  necessários  para  que  se  estabeleça  a  comunicação.
  32. 32. Factores  que  influenciam  a  opinião  públicaEmoções  colectivasQuando  as  pessoas  estão  em  multidão,  o  nível  de  capacidade  crítica  e  de  discernimento  racional  diminui,  porque  as  mensagens  emotivas  se  comunicam  mais  rapidamente  e  são  mais  fortes.  Isto  cria  uma  empatia  que  permite  a  difusão  de  ideias  simples  (não  analisadas  pelo  auditório)  e  que  facilita  o  controlo  e  a  manipulação  da  multidão.
  33. 33. Factores  que  influenciam  a  opinião  públicaLíderes  de  opiniãoOs  líderes  de  opinião  são  pessoas  que,  pela  sua  autoridade,  prestígio  ou  carisma,  influenciam  a  constituição  de  representações  colectivas  e  orientam  os  comportamentos  das  pessoas.
  34. 34. Factores  que  influenciam  a  opinião  públicaMeios  de  comunicação  socialÉ  conhecida  a  força  dos  meios  de  comunicação  social  para  condicionar  e  manipular  as  emoções  do  auditório  através  de  artigos  de  opinião,  filmes,  documentários  e  outros  programas.O  poder  político  procura  controlar  os  meios  de  comunicação  social,  reconhecendo  a  capacidade  persuasiva  das  suas  mensagens.
  35. 35. Domínios  de  intervenção  da  retórica  A  retórica  é  usada no  discurso  político  e  jurídico nos  meios  de  comunicação  social no  discurso  publicitárioTodos  estes  discursos  contribuem  para  a  formação  e  o  controlo  da  opinião  pública.
  36. 36. Factores  que  influenciam  a  opinião  pública   Factores  individuais Factores  sociais Emoções  colectivas Líderes  de  opinião Meios  de  comunicação  social Exercício 4
  37. 37. Discurso  publicitárioNa  nossa  sociedade,  a  retórica  é  aplicada  na  actividade  publicitária  (quer  no  marketing  comercial,  quer  no  político),  que  usa  sobretudo  mensagens  visuais  e  auditivas. «Vale mais uma imagem il que m palavras» Ditado  chinês
  38. 38. Planificação  de  um  anúncio  publicitárioA  figura  de  retórica  a  utilizar  numa  campanha  é  discutida  e  analisada,  de  modo  a  compatibilizar  a  ideia  com  o  produto  anunciado  (acordo  entre  a  mensagem  e  o  signo).  Também  deve  adequar-­‐se  ao  canal,  pois  deverá  ser  diferente  conforme  se  destine  a  ser  usada  num  anúncio  televisivo,  na  comunicação  escrita  ou  num  outdoor.
  39. 39. O  que  faz  a  publicidade  para  seduzir  o  seu  auditório   Utiliza  a  sedução,  provocando  carências   e  despertando  o  desejo  de  as  satisfazer Explora  o  poder  da  palavra  e  da  imagem Propõe  um  jogo  de  associações  semânticas Impõe  uma  escala  de  valores   concretizada  nos  objectos  publicitados
  40. 40. O  que  faz  a  publicidade  para  seduzir  o  seu  auditório   Apela  à  sensibilidade Mobiliza  o  desejo Manipula  símbolos  para  alterar   a  avaliação  que  os  receptores   fazem  da  realidade Induz  o  consumidor  à  opção   por  um  determinado  produto
  41. 41. Estratégias  da  publicidade Estratégia Objectivos  usar  a  mensagem    afagar  o  ego  do  auditório emotiva  envolvê-­‐lo  emocionalmente  usar  artifícios   início psicológicos    buscar  a  sua  simpatia   de  persuasão  fazê-­‐lo  identificar-­‐se  com     o  apelo  faz  crer  que  aderir  ao  apelo  dá   um  estatuto  superior
  42. 42. Tácticas  da  publicidade Texto Marca  coloquial  curta  simples  directa  pessoal  memorizável;  informal    evocativa  das  qualidades  busca     a  associar  ao  produto   da  intimidade Slogan  original  sintético  impessoal  com  sonoridade
  43. 43. Tácticas  da  publicidade
  44. 44. A  publicidade  utiliza  a  retórica  para  induzir  o  consumo.  Recorre  a  símbolos,  imagens,  valores  e  associações  semânticas.Estratégias  e  objectivos:  persuasão;  envolvimento  emocional  e  psicológico  do  auditório.Tipos  de  mensagem:  texto,  marca                                        e  slogan.
  45. 45. Estrutura  do  discurso  argumentativoUm  discurso  argumentativo  deve  ter  uma  estrutura  e  uma  organização  adequadas  ao  auditório.  Um  dos  modelos  de  organização  mais  utilizados  é  o  seguinte: 1.º  momento Introdução 2.º  momento 3.º  momento Tema  (subtemas) Campo  argumentativo –  tese  do  autor   Argumento  1,  2,  n Conclusão sobre  esse  tema Síntese  final Refutação  de  possíveis   contra-­‐argumentos
  46. 46. Estrutura  do  discurso  argumentativo 2 manual,  p.  10Neste  sermão,  este  mestre  português  da  retórica  sugeriu,  para  o  discurso  argumentativo,    uma  organização  em  três  momentos:
  47. 47. Estrutura  do  discurso   2 manual,  p.  10
  48. 48. Como  elaborar  um  discurso  argumentativo Perguntas Tarefas Qual  o  objectivo  deste  discurso? Estabelecer  um  objectivo   Qual  o  assunto  ou  tema  a  tratar? Definir  o  tema Onde  obter  informação  sobre  o  tema? Estabelecer  as  fontes  de  informação Qual  é  a  tese  a  defender?   Sublinhar  o  sentido  e  a  utilidade  da  tese
  49. 49. Como  elaborar  um  discurso  argumentativo Perguntas Tarefas Definir  conceitos,  estruturar  ideias   Como  organizar  o  discurso? e  construir  bons  argumentos Quais  são  as  conclusões  da  investigação? Apresentar  uma  conclusão Como  responder  às  refutações? Antecipar  possíveis  respostas   Como  se  caracteriza  o  auditório? Fazer  um  diagnóstico  das  motivações   do  auditório   Pedir  opiniões  críticas  antes   O  discurso  está  inteligível?   da  apresentação
  50. 50. Regras  para  construir  Para  construir  bons  argumentos  (segundo  Anthony  Weston): Distinguir   Apresentar   Usar  premissas   Usar  termos   claramente  entre   as  ideias   fidedignas,   consistentes   premissas  e   a  defender   evitando   e  um  só  sentido   conclusão segundo  uma   a  linguagem   para  cada  termo ordem  natural tendenciosa
  51. 51. Regras  para  construir  bons  argumentosPara  construir  bons  argumentos  (segundo  Sérgio  Navega): Aceitabilidade Relevância Suporte  /   Refutabilidade As  premissas   Premissas   justificação Um  bom  argumento   têm  de  ser   relevantes   As  premissas   deve  possibilitar   aceitáveis   fornecem   propostas  devem   e  proporcionar   (aceitável   as  razões  para   ser  suficientes   uma  refutação   é  diferente   que  possamos   para  podermos   efectiva  de  todos   de  verdadeiro) crer  na   aceitar   os  argumentos  que   veracidade   a  alegação  nelas   conduzam   da  conclusão implícita ao  oposto  do  que   estamos  a  afirmar
  52. 52. Exercícios 5 e 6
  53. 53. Usos  da  retóricaDiscursos: político contribuem  para   jurídico a  formação   publicitário da  opinião  pública dos  mediaEstrutura  do  texto  argumentativo introdução campo  argumentativo conclusão
  54. 54. Os exercícios continuam no “Moodle” Jorge Barbosa, 2012
  55. 55. Diga  quais  são  as  afirmações  verdadeiras  e  quais  são  as  falsas. Afirmações V  /  F Discurso  –  processo  de  troca  de  mensagens  cuja  finalidade  é  a  procura   da  adesão  dos  outros  às  nossas  teses,  perspectivas  ou  opiniões. ? F Comunicação  argumentativa  –  exposição  metódica  que  visa  influenciar  o   pensamento,  os  sentimentos  e  a  acção  do  receptor. ? F Lógica  informal  –  estudo  da  argumentação  que  não  depende  exclusivamente   da  sua  forma  lógica.  A  lógica  formal  estuda  as  formas  de  argumento  válido. ? V Exercício 2 Filosofia 11º Ano, 2012 JB
  56. 56. Diga  quais  são  as  afirmações  verdadeiras  e  quais  são  as  falsas. Afirmações V  /  F A  demonstração  respeita  ao  domínio  do  constringente. ? V A  argumentação  respeita  ao  domínio  do  verosímil. ? V Verosímil  diz-­‐se  de  uma  conclusão  que  necessariamente  decorre  das  premissas. ? F Constringente  diz-­‐se  do  que  é  eventualmente  verdadeiro,  ou  seja,  o   provável. ? F Filosofia 11º Ano, 2012 JB
  57. 57. Diga  quais  são  as  afirmações  verdadeiras  e  quais  são  as  falsas. Afirmações V  /  F Aristóteles  chamou  logos  à  dimensão  do  orador. ? F Aristóteles  chamou  ethos  à  organização  do  discurso.   ? F Aristóteles  chamou  pathos  à  disposição  do  auditório. ? V Filosofia 11º Ano, 2012 JB
  58. 58. Indique  a  opção  verdadeira. 1  Opinião  pública  é  o  conjunto  de  representações  da  realidade  partilhadas  por   uma  dada  colectividade. 2 Opinião  pública  é  o  conjunto  de  representações  da  colectividade  que  um   indivíduo  tem. Opinião  pública  é  o  conjunto  de  representações  que  os  cientistas  sociais   3 fazem  da  sua  colectividade. Filosofia 11º Ano, 2012 JB
  59. 59. Diga  quais  são  as  afirmações  verdadeiras  e  quais  são  as  falsas. Afirmações V  /  F O  discurso  argumentativo  está  organizado  em  quatro  momentos:  introdução,  tema,   campo  argumentativo  e  conclusão. ? F O  discurso  argumentativo  está  organizado  em  três  momentos:  tema,  campo   argumentativo  e  conclusão. ? F O  discurso  argumentativo  está  organizado  em  três  momentos:  introdução,  campo   argumentativo  e  conclusão. ? V Exercício 6 Filosofia 11º Ano, 2012 JB
  60. 60. Diga  quais  são  as  afirmações  verdadeiras  e  quais  são  as  falsas. Afirmações V  /  F Num  discurso  argumentativo,  o  tema  deve  ser  apresentado  na  conclusão. ? F Num  discurso  argumentativo,  a  introdução  deve  apresentar  a  tese  do  autor  sobre   o  tema.   ? V Num  discurso  argumentativo,  a  tese  do  autor  deve  ser  defendida  na  conclusão. ? F Num  discurso  argumentativo,  o  campo  argumentativo  destina-­‐se  a   defender  a  tese  do  autor. ? V Filosofia 11º Ano, 2012 JB
  61. 61. Discurso  (argumentativo)  Exposição  metódica  que  visa  influenciar  o  pensamento,  os  sentimentos  e  a  acção  do  receptor.
  62. 62. Comunicação  argumentativa  O  processo  de  troca  de  mensagens  cuja  finalidade  (telos)  é  a  procura  da  adesão  dos  outros  às  nossas  teses,  perspectivas  ou  opiniões.
  63. 63. Lógica  informal  Estudo  dos  aspectos  da  argumentação  que  não  dependem  exclusivamente  da  forma  lógica,  analisando  os  argumentos  em  linguagem  natural  e  no  contexto  em  que  ocorrem.
  64. 64. ConstringenteDiz-­‐se  de  uma  conclusão  que  decorre  necessariamente  das  premissas.  
  65. 65. VerosímilDiz-­‐se  do  que  se  pode  admitir  como  eventualmente  verdadeiro,  ou  seja,  o  provável.
  66. 66. Argumentação  Designa  a  actividade  social,  intelectual  e  discursiva  que,  utilizando  um  conjunto  de  razões  bem  fundamentadas  (argumentos),  visa  justificar  ou  refutar  uma  opinião  e  obter  a  aprovação  e  a  adesão  de  um  auditório,  com  o  intuito  de  alterar  o  seu  comportamento.
  67. 67. RetóricaNome  que  a  antiguidade  clássica  grega  e  romana  atribuía  à  arte  (a  um  conjunto  de  teoria  e  prática)  de  persuadir  através  da  palavra  (discurso).  Designa  a  arte  de  falar  com  eloquência  com  o  objectivo  de  conseguir  o  assentimento  (acordo)  e  o  convencimento  (adesão)  do  auditório.  Há  retórica  sempre  que  se  procura  convencer  outrem,  sempre  que  há  intenção  persuasiva.  No  século  XX,  a  retórica  clássica  deu  lugar  ao  que  alguns  autores  chamam  a  «nova  retórica»  
  68. 68. AristótelesNo  século  IV  a.C.,  este  filósofo  grego  definiu  retórica  como  «capacidade  de  descobrir  o  que  é  adequado  a  cada  caso  com  o  fim  de  persuadir».  
  69. 69. Nova  retórica  Designação  atribuída  aos  estudos  levados  a  cabo  por  Chaim  Perelman  (século  XX),  que  contribuíram  para  recuperar  a  importância  da  retórica,  definida  como  uma  teoria  da  argumentação  e  coincidindo  com  o  domínio  da  lógica  informal.
  70. 70. EthosDesigna  a  autoridade  moral  do  orador,  que  argumenta  (elemento  racional)  e  seduz  (elemento  emotivo)  para  persuadir  o  auditório.
  71. 71. Logos  Designa  o  elemento  racional  de  comunicação  orador  /  auditório  que  é  próprio  do  discurso.
  72. 72. Pathos  Designa  a  disposição  emocional  dos  ouvintes  para  ponderar  a  aceitação  da  mensagemdo  orador.
  73. 73. Schopenhauer  Filósofo  alemão  (1788-­‐1860),  autor  de  O  mundo  como  vontade  e  como  representação.Influenciado  pela  filosofia  kantiana,  especialmente  pela  concepção  de  fenómeno,  Schopenhauer  defendeu  que  o  mundo  é  apenas  representação.
  74. 74. Opinião  pública  Designa  a  convicção  ou  juízo  colectivo  a  respeito  de  um  determinado  assunto;  portanto,  é  o  conjunto  de  representações  da  realidade  partilhadas  por  uma  dada  comunidade.
  75. 75. Validade  Propriedade  formal  dos  argumentos  dedutivos.  É  diferente  de  verdade:  enquanto  esta  é  uma  propriedade  das  proposições,  a  validade  é  uma  propriedade  dos  argumentos.

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