03 recepção da cana-de-açúcar em usina sucroalcooleira

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Recepção da cana-de-açúcar em uma usina sucroalcooleira

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03 recepção da cana-de-açúcar em usina sucroalcooleira

  1. 1. Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul Unidade: Glória de Dourados Curso: Tecnologia em Produção Sucroalcooleira Disciplina: Introdução ao Setor Sucroenergético 03 Produção de Açúcar, Etanol e Energia Prof. Clauber Dalmas Rodrigues <clauber@uems.br> Fevereiro/2015 Clauber D.R. (UEMS) Produção açúcar/etanol fev15 1 / 38
  2. 2. Sumário 1 Introdução 2 Usinas sucroenergéticas 3 Produção de açúcar Maiores países importadores de açúcar Maiores países exportadores de açúcar 4 Produção de etanol 5 Produção de Energia A matrix energética Brasileira Clauber D.R. (UEMS) Produção açúcar/etanol fev15 2 / 38
  3. 3. Sumario 1 Introdução 2 Usinas sucroenergéticas 3 Produção de açúcar Maiores países importadores de açúcar Maiores países exportadores de açúcar 4 Produção de etanol 5 Produção de Energia A matrix energética Brasileira Clauber D.R. (UEMS) Produção açúcar/etanol fev15 3 / 38
  4. 4. Breve comentário Assim, o país produz etanol durante praticamente o ano todo, apesar de a produção de etanol na região Norte-Nordeste ser de apenas 10% do total nacional, que foi de 22,5 bilhões de litros em 2007. Clauber D.R. (UEMS) Produção açúcar/etanol fev15 4 / 38
  5. 5. Breve comentário Assim, o país produz etanol durante praticamente o ano todo, apesar de a produção de etanol na região Norte-Nordeste ser de apenas 10% do total nacional, que foi de 22,5 bilhões de litros em 2007. As melhores destilarias produzem aproximadamente 85 litros de etanol anidro por tonelada de cana. Clauber D.R. (UEMS) Produção açúcar/etanol fev15 4 / 38
  6. 6. Breve comentário Assim, o país produz etanol durante praticamente o ano todo, apesar de a produção de etanol na região Norte-Nordeste ser de apenas 10% do total nacional, que foi de 22,5 bilhões de litros em 2007. As melhores destilarias produzem aproximadamente 85 litros de etanol anidro por tonelada de cana. As usinas têm produção em torno de 71 kg de açúcar e 42 litros de etanol para cada tonelada de cana processada Clauber D.R. (UEMS) Produção açúcar/etanol fev15 4 / 38
  7. 7. Sumario 1 Introdução 2 Usinas sucroenergéticas 3 Produção de açúcar Maiores países importadores de açúcar Maiores países exportadores de açúcar 4 Produção de etanol 5 Produção de Energia A matrix energética Brasileira Clauber D.R. (UEMS) Produção açúcar/etanol fev15 5 / 38
  8. 8. Figura 2.1: Usinas sucroenergéticas no Brasil (UDOP, 2015). Clauber D.R. (UEMS) Produção açúcar/etanol fev15 6 / 38
  9. 9. Figura 2.2: Usinas sucroenergéticas no Estado do MS (UDOP, 2015). Clauber D.R. (UEMS) Produção açúcar/etanol fev15 7 / 38
  10. 10. Tabela 1: Usinas atualmente em operação no estado do MS (UDOP, 2015). No. Usina Grupo Município 5 Aurora Anaurilândia 1 Adecoagro - Unidade Angélica Adecoagro Angélica 4 Alcoolvale Aparecida do Taboado 13 Laguna Batayporã 3 Agrisul Agrícola Brasilândia 17 Raízen - Unidade Caarapó Raízen Caarapó 12 Iaco Agrícola Chapadão do Sul 14 Odebrecht Agroindustrial - Unidade Costa Rica Odebrecht Costa Rica 20 São Fernando Dourados 18 Rio Parana Eldorado 11 Fátima do Sul Fátima do Sul 10 Dcoil Iguatemi 2 Adecoagro - Unidade Ivinhema Adecoagro Ivinhema 6 Biosev - Unidade Maracajú Biosev Maracajú 23 Tonon - Unidade Vista Alegre Maracajú 24 Usinavi Naviraí 16 Odebrecht Agroindustrial - Unidade Santa Luzia 1 Odebrecht Nova Alvorada do Sul Clauber D.R. (UEMS) Produção açúcar/etanol fev15 8 / 38
  11. 11. 19 Santa Helena – (MS) Nova Andradina 22 Terra Verde Nova Andradina 9 Bunge Brasil - Unidade Monteverde Bunge Ponta Porã 7 Biosev - Unidade Passa Tempo Biosev Rio Brilhante 8 Biosev - Unidade Rio Brilhante Biosev Rio Brilhante 15 Odebrecht Agroindustrial - Unidade El- dorado Odebrecht Rio Brilhante 21 Sonora Sonora 25 Vicentina Vicentina Clauber D.R. (UEMS) Produção açúcar/etanol fev15 9 / 38
  12. 12. Clauber D.R. (UEMS) Produção açúcar/etanol fev15 10 / 38
  13. 13. Sumario 1 Introdução 2 Usinas sucroenergéticas 3 Produção de açúcar Maiores países importadores de açúcar Maiores países exportadores de açúcar 4 Produção de etanol 5 Produção de Energia A matrix energética Brasileira Clauber D.R. (UEMS) Produção açúcar/etanol fev15 11 / 38
  14. 14. 2005/06 2006/07 2007/08 2008/09 2009/10 2010/11 2011/12 2012/13 2013/14 2014/15 26 28 30 32 34 36 38 26,4 30,2 31,3 31,6 33,1 38,2 38,3 38,3 37,9 36,4 Safra emmilhõesdetoneladas Produção de açúcar no Brasil Brasil Figura 3.1: Série histórica de açúcar produzido no Brasil e em MS (Conab, 2015). Nota: Previsão para safra 2014/2015
  15. 15. 2005/06 2006/07 2007/08 2008/09 2009/10 2010/11 2011/12 2012/13 2013/14 2014/15 337,0 576,0 603,0 1.006,0 747,0 1.329,0 1.742,01.742,0 1.368,0 1.454,0 Safra emmilhõesdetoneladas Produção de açúcar no MS MS Figura 3.2: Série histórica de açúcar produzido no MS (Conab, 2015). Nota: Previsão para safra 2014/2015
  16. 16. Sumario 1 Introdução 2 Usinas sucroenergéticas 3 Produção de açúcar Maiores países importadores de açúcar Maiores países exportadores de açúcar 4 Produção de etanol 5 Produção de Energia A matrix energética Brasileira Clauber D.R. (UEMS) Produção açúcar/etanol fev15 14 / 38
  17. 17. Indonésia E.U.A C hina U nião Européia Índia 0 1 2 3 4 3,0 3,3 4,4 3,4 0,2 3,6 2,6 2,8 3,8 1,3 3,3 3,0 2,0 3,5 0,5 País emmilhõesdetoneladas Maiores países importadores de açúcar 2011/12 2011/12 2013/14 Figura 3.3: Maiores países importadores de açúcar (JANK, 2013).
  18. 18. Paises maiores importadores de açúcar Os E.U.A. juntamente com a Indonésia continuarão como os maiores importadores mundiais. Clauber D.R. (UEMS) Produção açúcar/etanol fev15 16 / 38
  19. 19. Paises maiores importadores de açúcar Os E.U.A. juntamente com a Indonésia continuarão como os maiores importadores mundiais. Forte redução das importações da China em função da boa produção da safra 2012/13. Clauber D.R. (UEMS) Produção açúcar/etanol fev15 16 / 38
  20. 20. Paises maiores importadores de açúcar Os E.U.A. juntamente com a Indonésia continuarão como os maiores importadores mundiais. Forte redução das importações da China em função da boa produção da safra 2012/13. Rússia aumentando as importações com a queda na área plantada em 2013/14. Clauber D.R. (UEMS) Produção açúcar/etanol fev15 16 / 38
  21. 21. Paises maiores importadores de açúcar Os E.U.A. juntamente com a Indonésia continuarão como os maiores importadores mundiais. Forte redução das importações da China em função da boa produção da safra 2012/13. Rússia aumentando as importações com a queda na área plantada em 2013/14. Índia é mais uma vez a grande incógnita do mercado. Se a produção local for abaixo de 25 milhões de ton., o país poderá facilmente importar volumes maiores que 1,0 milhões de ton (JANK, 2013). Clauber D.R. (UEMS) Produção açúcar/etanol fev15 16 / 38
  22. 22. Sumario 1 Introdução 2 Usinas sucroenergéticas 3 Produção de açúcar Maiores países importadores de açúcar Maiores países exportadores de açúcar 4 Produção de etanol 5 Produção de Energia A matrix energética Brasileira Clauber D.R. (UEMS) Produção açúcar/etanol fev15 17 / 38
  23. 23. Brasil Tailândia Austrália Índia E.U.A 0 10 20 30 25,0 7,9 2,8 3,8 2,3 25,4 8,0 3,1 0,6 1,5 27,9 8,5 3,4 0,5 1,3 País emmilhõesdetoneladas Maiores países Exportadores de açúcar 2011/12 2011/12 2013/14 Figura 3.4: Maiores países exportadores de açúcar (JANK, 2013).
  24. 24. Países maiores exportadores de açúcar Brasil → forte aumento das exportações devido a safra recorde de cana. Clauber D.R. (UEMS) Produção açúcar/etanol fev15 19 / 38
  25. 25. Países maiores exportadores de açúcar Brasil → forte aumento das exportações devido a safra recorde de cana. Tailândia→ Nova super-safra de cana no horizonte de 2013/14, aumentando o volume recorde para 8,5 milhões de ton. Clauber D.R. (UEMS) Produção açúcar/etanol fev15 19 / 38
  26. 26. Países maiores exportadores de açúcar Brasil → forte aumento das exportações devido a safra recorde de cana. Tailândia→ Nova super-safra de cana no horizonte de 2013/14, aumentando o volume recorde para 8,5 milhões de ton. Austrália → Produção e exportação estagnada. Embarques distantes do volume recorde de 4,5 milhões de ton. exportados na década de 90. Clauber D.R. (UEMS) Produção açúcar/etanol fev15 19 / 38
  27. 27. Países maiores exportadores de açúcar Brasil → forte aumento das exportações devido a safra recorde de cana. Tailândia→ Nova super-safra de cana no horizonte de 2013/14, aumentando o volume recorde para 8,5 milhões de ton. Austrália → Produção e exportação estagnada. Embarques distantes do volume recorde de 4,5 milhões de ton. exportados na década de 90. Índia → Safra mediana. O mercado passou a ter uma parcial desregulamentação nos preços e permissões de importações e exportações. Mas o preço da cana ainda é controlado pelos estados. Clauber D.R. (UEMS) Produção açúcar/etanol fev15 19 / 38
  28. 28. Países maiores exportadores de açúcar Brasil → forte aumento das exportações devido a safra recorde de cana. Tailândia→ Nova super-safra de cana no horizonte de 2013/14, aumentando o volume recorde para 8,5 milhões de ton. Austrália → Produção e exportação estagnada. Embarques distantes do volume recorde de 4,5 milhões de ton. exportados na década de 90. Índia → Safra mediana. O mercado passou a ter uma parcial desregulamentação nos preços e permissões de importações e exportações. Mas o preço da cana ainda é controlado pelos estados. E.U.A. → Menor área plantada com beterraba, queda no volume exportado. Clauber D.R. (UEMS) Produção açúcar/etanol fev15 19 / 38
  29. 29. Sumario 1 Introdução 2 Usinas sucroenergéticas 3 Produção de açúcar Maiores países importadores de açúcar Maiores países exportadores de açúcar 4 Produção de etanol 5 Produção de Energia A matrix energética Brasileira Clauber D.R. (UEMS) Produção açúcar/etanol fev15 20 / 38
  30. 30. 2003 2004 2005 2006 2007 2008 40 50 60 70 32,9 36,4 39,8 47,0 58,8 70,6 Safra embilhõesdelitros Produção de etanol no Mundo Mundo Figura 4.1: Série histórica de produção de etanol no mundo. (FAO, 2009).
  31. 31. 2005/06 2006/07 2007/08 2008/09 2009/10 2010/11 2011/12 2012/13 2013/14 2014/15 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 17,0 17,4 23,0 26,7 25,8 27,6 23,4 23,6 28,0 28,7 Safra embilhõesdelitros Produção de etanol no Brasil Brasil Figura 4.2: Série histórica de etanol produzido no Brasil (Conab, 2015). Nota: Previsão para safra 2014/2015
  32. 32. 2005/06 2006/07 2007/08 2008/09 2009/10 2010/11 2011/12 2012/13 2013/14 2014/15 0,5 1 1,5 2 2,5 0,6 0,6 0,9 1,1 1,3 1,9 1,9 1,9 2,2 2,6 Safra embilhõesdelitros Produção de etanol no MS MS Figura 4.3: Série histórica de etanol produzido no MS (Conab, 2015). Nota: Previsão para safra 2014/2015
  33. 33. Sumario 1 Introdução 2 Usinas sucroenergéticas 3 Produção de açúcar Maiores países importadores de açúcar Maiores países exportadores de açúcar 4 Produção de etanol 5 Produção de Energia A matrix energética Brasileira Clauber D.R. (UEMS) Produção açúcar/etanol fev15 24 / 38
  34. 34. Sumario 1 Introdução 2 Usinas sucroenergéticas 3 Produção de açúcar Maiores países importadores de açúcar Maiores países exportadores de açúcar 4 Produção de etanol 5 Produção de Energia A matrix energética Brasileira Clauber D.R. (UEMS) Produção açúcar/etanol fev15 25 / 38
  35. 35. Matrix Energética Conceito Matriz energética é toda energia disponibilizada para ser transformada, distribuída e consumida nos processos produtivos, é uma representação quantitativa da oferta de energia, ou seja, da quantidade de recursos energéticos oferecidos por um país ou por uma região. Figura 5.1: Alguns exemplos de fontes de energia que compõem uma matrix energética. Fonte: www.significados. com.br. Clauber D.R. (UEMS) Produção açúcar/etanol fev15 26 / 38
  36. 36. Classificação de uma matrix energética Renováveis Clauber D.R. (UEMS) Produção açúcar/etanol fev15 27 / 38
  37. 37. Classificação de uma matrix energética Renováveis Hidrelétrica Clauber D.R. (UEMS) Produção açúcar/etanol fev15 27 / 38
  38. 38. Classificação de uma matrix energética Renováveis Hidrelétrica Eólica Clauber D.R. (UEMS) Produção açúcar/etanol fev15 27 / 38
  39. 39. Classificação de uma matrix energética Renováveis Hidrelétrica Eólica Solar Clauber D.R. (UEMS) Produção açúcar/etanol fev15 27 / 38
  40. 40. Classificação de uma matrix energética Renováveis Hidrelétrica Eólica Solar Biomassa Clauber D.R. (UEMS) Produção açúcar/etanol fev15 27 / 38
  41. 41. Classificação de uma matrix energética Renováveis Hidrelétrica Eólica Solar Biomassa Não-renováveis Clauber D.R. (UEMS) Produção açúcar/etanol fev15 27 / 38
  42. 42. Classificação de uma matrix energética Renováveis Hidrelétrica Eólica Solar Biomassa Não-renováveis Petróleo Clauber D.R. (UEMS) Produção açúcar/etanol fev15 27 / 38
  43. 43. Classificação de uma matrix energética Renováveis Hidrelétrica Eólica Solar Biomassa Não-renováveis Petróleo carvão Clauber D.R. (UEMS) Produção açúcar/etanol fev15 27 / 38
  44. 44. Classificação de uma matrix energética Renováveis Hidrelétrica Eólica Solar Biomassa Não-renováveis Petróleo carvão Gás natural Clauber D.R. (UEMS) Produção açúcar/etanol fev15 27 / 38
  45. 45. Classificação de uma matrix energética Renováveis Hidrelétrica Eólica Solar Biomassa Não-renováveis Petróleo carvão Gás natural Nuclear Clauber D.R. (UEMS) Produção açúcar/etanol fev15 27 / 38
  46. 46. A Matrix energética do Mundial e Brasileira A matriz energética brasileira é uma das mais limpas do planeta. Clauber D.R. (UEMS) Produção açúcar/etanol fev15 28 / 38
  47. 47. A Matrix energética do Mundial e Brasileira A matriz energética brasileira é uma das mais limpas do planeta. Quase metade da energia (47%) consumida aqui é renovável. Clauber D.R. (UEMS) Produção açúcar/etanol fev15 28 / 38
  48. 48. A Matrix energética do Mundial e Brasileira A matriz energética brasileira é uma das mais limpas do planeta. Quase metade da energia (47%) consumida aqui é renovável. O número ganha destaque quando comparado à matriz energética mundial, que, em 2007, era constituída de 82% de combustíveis fósseis - fontes não renováveis (??). Clauber D.R. (UEMS) Produção açúcar/etanol fev15 28 / 38
  49. 49. Renovável 10 % Outros 2 % Hidroelétrica 34 % Petróleo 6 % Nuclear 21 %Gás 27 % Carbono Figura 5.2: Matrix energética mundial em 2007. Clauber D.R. (UEMS) Produção açúcar/etanol fev15 29 / 38
  50. 50. Renovável 10 % Outros 2 % Hidroelétrica 34 % Petróleo 6 % Nuclear 21 %Gás 27 % Carbono Figura 5.2: Matrix energética mundial em 2007. Clauber D.R. (UEMS) Produção açúcar/etanol fev15 29 / 38
  51. 51. 12.5 % Madeira, eólica e outras biomassas 14.2 % Hidroelétrica 16.4 % cana-de-açúcar 38.5 % Petróleo e derivados Renováveis 6.1 % Carvão 11 % Gás natural 1.4 % Urânio Figura 5.3: Matrix energética Brasileira em 2012 (JANK, 2013). Clauber D.R. (UEMS) Produção açúcar/etanol fev15 30 / 38
  52. 52. Renovável 12.5 % Madeira, eólica e outras biomassas 14.2 % Hidroelétrica 16.4 % cana-de-açúcar 38.5 % Petróleo e derivados Renováveis 6.1 % Carvão 11 % Gás natural 1.4 % Urânio Figura 5.3: Matrix energética Brasileira em 2012 (JANK, 2013). Clauber D.R. (UEMS) Produção açúcar/etanol fev15 30 / 38
  53. 53. Matrix Energética Mundial Os combustíveis fosseis ainda são responsáveis por 3/4 da energia consumida no mundo. Clauber D.R. (UEMS) Produção açúcar/etanol fev15 31 / 38
  54. 54. Matrix Energética Mundial Os combustíveis fosseis ainda são responsáveis por 3/4 da energia consumida no mundo. Durante muitos anos a base energética mundial foi o carvão mineral e continua sendo ainda hoje em países como a China, segunda maior economia mundial e caminhando rapidamente para o primeiro lugar com uma população de mais de 1,3 bilhão de habitantes. Clauber D.R. (UEMS) Produção açúcar/etanol fev15 31 / 38
  55. 55. Matrix Energética Mundial Os combustíveis fosseis ainda são responsáveis por 3/4 da energia consumida no mundo. Durante muitos anos a base energética mundial foi o carvão mineral e continua sendo ainda hoje em países como a China, segunda maior economia mundial e caminhando rapidamente para o primeiro lugar com uma população de mais de 1,3 bilhão de habitantes. Na china o carvão é a base energética, por ele: Clauber D.R. (UEMS) Produção açúcar/etanol fev15 31 / 38
  56. 56. Matrix Energética Mundial Os combustíveis fosseis ainda são responsáveis por 3/4 da energia consumida no mundo. Durante muitos anos a base energética mundial foi o carvão mineral e continua sendo ainda hoje em países como a China, segunda maior economia mundial e caminhando rapidamente para o primeiro lugar com uma população de mais de 1,3 bilhão de habitantes. Na china o carvão é a base energética, por ele: É gerada a energia elétrica pelas termoelétricas movimenta a indústria, Clauber D.R. (UEMS) Produção açúcar/etanol fev15 31 / 38
  57. 57. Matrix Energética Mundial Os combustíveis fosseis ainda são responsáveis por 3/4 da energia consumida no mundo. Durante muitos anos a base energética mundial foi o carvão mineral e continua sendo ainda hoje em países como a China, segunda maior economia mundial e caminhando rapidamente para o primeiro lugar com uma população de mais de 1,3 bilhão de habitantes. Na china o carvão é a base energética, por ele: É gerada a energia elétrica pelas termoelétricas movimenta a indústria, A população usa para aquecer suas casas, cozer seus alimentos, entre outros usos. Clauber D.R. (UEMS) Produção açúcar/etanol fev15 31 / 38
  58. 58. Matrix energética Brasileira O Brasil está em uma posição pouco mais confortável que o restante do mundo, e o motivo, a matriz a energética nacional é formada em quase sua metade de por combustíveis renováveis, tais como: Clauber D.R. (UEMS) Produção açúcar/etanol fev15 32 / 38
  59. 59. Matrix energética Brasileira O Brasil está em uma posição pouco mais confortável que o restante do mundo, e o motivo, a matriz a energética nacional é formada em quase sua metade de por combustíveis renováveis, tais como: Energia hidráulica, Clauber D.R. (UEMS) Produção açúcar/etanol fev15 32 / 38
  60. 60. Matrix energética Brasileira O Brasil está em uma posição pouco mais confortável que o restante do mundo, e o motivo, a matriz a energética nacional é formada em quase sua metade de por combustíveis renováveis, tais como: Energia hidráulica, Importação de hidroeletricidade, Clauber D.R. (UEMS) Produção açúcar/etanol fev15 32 / 38
  61. 61. Matrix energética Brasileira O Brasil está em uma posição pouco mais confortável que o restante do mundo, e o motivo, a matriz a energética nacional é formada em quase sua metade de por combustíveis renováveis, tais como: Energia hidráulica, Importação de hidroeletricidade, Carvão vegetal e Clauber D.R. (UEMS) Produção açúcar/etanol fev15 32 / 38
  62. 62. Matrix energética Brasileira O Brasil está em uma posição pouco mais confortável que o restante do mundo, e o motivo, a matriz a energética nacional é formada em quase sua metade de por combustíveis renováveis, tais como: Energia hidráulica, Importação de hidroeletricidade, Carvão vegetal e Produtos da cana-de-açúcar — álcool e bagaço de cana, e Clauber D.R. (UEMS) Produção açúcar/etanol fev15 32 / 38
  63. 63. Matrix energética Brasileira O Brasil está em uma posição pouco mais confortável que o restante do mundo, e o motivo, a matriz a energética nacional é formada em quase sua metade de por combustíveis renováveis, tais como: Energia hidráulica, Importação de hidroeletricidade, Carvão vegetal e Produtos da cana-de-açúcar — álcool e bagaço de cana, e Mais recentemente o gás natural assumiu um papel de destaque para produção de energia elétrica, movimentando as termoelétricas substituindo a suja matriz baseada em combustíveis fosseis. Clauber D.R. (UEMS) Produção açúcar/etanol fev15 32 / 38
  64. 64. Matrix energética Brasileira O Brasil está em uma posição pouco mais confortável que o restante do mundo, e o motivo, a matriz a energética nacional é formada em quase sua metade de por combustíveis renováveis, tais como: Energia hidráulica, Importação de hidroeletricidade, Carvão vegetal e Produtos da cana-de-açúcar — álcool e bagaço de cana, e Mais recentemente o gás natural assumiu um papel de destaque para produção de energia elétrica, movimentando as termoelétricas substituindo a suja matriz baseada em combustíveis fosseis. O excelente resultado do Brasil frente ao restante do mundo em comparação a sua matriz energética, deve-se a hidroeletricidade e ao etanol, juntos correspondem a 1/3 da energia produzida no país. Clauber D.R. (UEMS) Produção açúcar/etanol fev15 32 / 38
  65. 65. 0% 20% 40% 60% 80% 100% França Alemanha Japão Noruega U.S.A. Suíça Canadá Brasil Índia China Rússia Peru Indonésia 100% 83% 64% 61% 60% 55% 37% 21% 16% 11% 6% 4% 30% Potencial Hidrelétrico utilizado (%) Potencial Hidrelétrico utilizado no mundo Figura 5.4: Potencial Hidrelétrico utilizado no mundo. Clauber D.R. (UEMS) Produção açúcar/etanol fev15 33 / 38
  66. 66. Produção de Energia Segundo o site da UDOP (2015), o Brasil: Possui atualmente 3.139 Agentes investindo no mercado de geração de energia elétrica gerando 132.215.724 kW de potência. Clauber D.R. (UEMS) Produção açúcar/etanol fev15 34 / 38
  67. 67. Produção de Energia Segundo o site da UDOP (2015), o Brasil: Possui atualmente 3.139 Agentes investindo no mercado de geração de energia elétrica gerando 132.215.724 kW de potência. Está prevista para os próximos anos uma adição de 36.354.307 kW na capacidade de geração do País, proveniente dos 204 empreendimentos atualmente em construção e mais 587 outorgadas. Clauber D.R. (UEMS) Produção açúcar/etanol fev15 34 / 38
  68. 68. Produção de Energia Segundo o site da UDOP (2015), o Brasil: Possui atualmente 3.139 Agentes investindo no mercado de geração de energia elétrica gerando 132.215.724 kW de potência. Está prevista para os próximos anos uma adição de 36.354.307 kW na capacidade de geração do País, proveniente dos 204 empreendimentos atualmente em construção e mais 587 outorgadas. O Bagaço de Cana é utilizado para geração de calor, vapor e energia no processo produtivo. Clauber D.R. (UEMS) Produção açúcar/etanol fev15 34 / 38
  69. 69. Tabela 3: Empreendimentos em Operação (UDOP, 2015). Tipo Quantidade Potência (kW) %
  70. 70. Tabela 3: Empreendimentos em Operação (UDOP, 2015). Tipo Quantidade Potência (kW) %
  71. 71. Tabela 3: Empreendimentos em Operação (UDOP, 2015). Tipo Quantidade Potência (kW) %
  72. 72. Tabela 3: Empreendimentos em Operação (UDOP, 2015). Tipo Quantidade Potência (kW) %
  73. 73. Tabela 3: Empreendimentos em Operação (UDOP, 2015). Tipo Quantidade Potência (kW) %
  74. 74. Tabela 3: Empreendimentos em Operação (UDOP, 2015). Tipo Quantidade Potência (kW) %
  75. 75. Tabela 3: Empreendimentos em Operação (UDOP, 2015). Tipo Quantidade Potência (kW) % Clauber D.R. (UEMS) Produção açúcar/etanol fev15 35 / 38
  76. 76. Tabela 3: Empreendimentos em Operação (UDOP, 2015). Tipo Quantidade Potência (kW) % Clauber D.R. (UEMS) Produção açúcar/etanol fev15 35 / 38
  77. 77. Tabela 3: Empreendimentos em Operação (UDOP, 2015). Tipo Quantidade Potência (kW) % Clauber D.R. (UEMS) Produção açúcar/etanol fev15 35 / 38
  78. 78. Tabela 3: Empreendimentos em Operação (UDOP, 2015). Tipo Quantidade Potência (kW) % Central Geradora Hidrelétrica 477 295.461 0,22 Clauber D.R. (UEMS) Produção açúcar/etanol fev15 35 / 38
  79. 79. Tabela 3: Empreendimentos em Operação (UDOP, 2015). Tipo Quantidade Potência (kW) % Central Geradora Hidrelétrica 477 295.461 0,22 Central Geradora Elielétrica 197 4.251.498 3,22 Clauber D.R. (UEMS) Produção açúcar/etanol fev15 35 / 38
  80. 80. Tabela 3: Empreendimentos em Operação (UDOP, 2015). Tipo Quantidade Potência (kW) % Central Geradora Hidrelétrica 477 295.461 0,22 Central Geradora Elielétrica 197 4.251.498 3,22 Clauber D.R. (UEMS) Produção açúcar/etanol fev15 35 / 38
  81. 81. Tabela 3: Empreendimentos em Operação (UDOP, 2015). Tipo Quantidade Potência (kW) % Central Geradora Hidrelétrica 477 295.461 0,22 Central Geradora Elielétrica 197 4.251.498 3,22 Pequena Central Hidrelétrica 469 4.667.132 3,54 Clauber D.R. (UEMS) Produção açúcar/etanol fev15 35 / 38
  82. 82. Tabela 3: Empreendimentos em Operação (UDOP, 2015). Tipo Quantidade Potência (kW) % Central Geradora Hidrelétrica 477 295.461 0,22 Central Geradora Elielétrica 197 4.251.498 3,22 Pequena Central Hidrelétrica 469 4.667.132 3,54 UFV 259 14.819 0,01 Unidade Hidrelétrica de Energia 200 83.529.466 63,12 Clauber D.R. (UEMS) Produção açúcar/etanol fev15 35 / 38
  83. 83. Tabela 3: Empreendimentos em Operação (UDOP, 2015). Tipo Quantidade Potência (kW) % Central Geradora Hidrelétrica 477 295.461 0,22 Central Geradora Elielétrica 197 4.251.498 3,22 Pequena Central Hidrelétrica 469 4.667.132 3,54 UFV 259 14.819 0,01 Unidade Hidrelétrica de Energia 200 83.529.466 63,12 Clauber D.R. (UEMS) Produção açúcar/etanol fev15 35 / 38
  84. 84. Tabela 3: Empreendimentos em Operação (UDOP, 2015). Tipo Quantidade Potência (kW) % Central Geradora Hidrelétrica 477 295.461 0,22 Central Geradora Elielétrica 197 4.251.498 3,22 Pequena Central Hidrelétrica 469 4.667.132 3,54 UFV 259 14.819 0,01 Unidade Hidrelétrica de Energia 200 83.529.466 63,12 Usina Termelétrica de Energia 1.877 37.529.446 28,39 Clauber D.R. (UEMS) Produção açúcar/etanol fev15 35 / 38
  85. 85. Tabela 3: Empreendimentos em Operação (UDOP, 2015). Tipo Quantidade Potência (kW) % Central Geradora Hidrelétrica 477 295.461 0,22 Central Geradora Elielétrica 197 4.251.498 3,22 Pequena Central Hidrelétrica 469 4.667.132 3,54 UFV 259 14.819 0,01 Unidade Hidrelétrica de Energia 200 83.529.466 63,12 Usina Termelétrica de Energia 1.877 37.529.446 28,39 Usina Termelétrica Nuclear 2 1.990.000 1,51 Clauber D.R. (UEMS) Produção açúcar/etanol fev15 35 / 38
  86. 86. Tabela 3: Empreendimentos em Operação (UDOP, 2015). Tipo Quantidade Potência (kW) % Central Geradora Hidrelétrica 477 295.461 0,22 Central Geradora Elielétrica 197 4.251.498 3,22 Pequena Central Hidrelétrica 469 4.667.132 3,54 UFV 259 14.819 0,01 Unidade Hidrelétrica de Energia 200 83.529.466 63,12 Usina Termelétrica de Energia 1.877 37.529.446 28,39 Usina Termelétrica Nuclear 2 1.990.000 1,51 Total 3.481 132.215.724 100 Clauber D.R. (UEMS) Produção açúcar/etanol fev15 35 / 38
  87. 87. BR Carregar Clauber D.R. (UEMS) Produção açúcar/etanol fev15 36 / 38
  88. 88. Tabela 4: Empreendimentos em operação (UDOP, 2015). Atualizado em: 07/11/2014. Clauber D.R. (UEMS) Produção açúcar/etanol fev15 36 / 38
  89. 89. Tabela 5: Empreendimentos em operação (UDOP, 2015) (continuação). Atualizado em: 07/11/2014. Clauber D.R. (UEMS) Produção açúcar/etanol fev15 37 / 38
  90. 90. Referências Bibliográficas I Companhia Nacional de Abastecimento. Séries históricas. Brasília, 2015. Disponível em: <http://www.conab.gov.br>. Acesso em: 28 jan. 2015. FAO - FOOD AND AGRICULTURE ORGANIZATION OF THE UNITED NATIONS. Sugar Beet White Sugar. Rome: FAO, 2009. Disponível em: <http://www.eastagri.org/publications/pub_docs/4_Sugar_web.pdf>. Acesso em: 12 fev. 2015. JANK, M. S. Perpectivas do Setor Sucroenergético no Cenário Nacional e Mundial - A problemática do etanol e seus desdobramentos. In: XXX Simpósio da Agroindústria da Cana-de-açúcar de Alagoas. Maceió: [s.n.], 2013. p. 42. UDOP - União Brasileira dos Produtores de Bioenergia. Produção Brasileira. Araçatuba/SP, 2015. Disponível em: <http://www.udop.com.br/ index.php?item=safras>. Acesso em: 28 jan. 2015. Clauber D.R. (UEMS) Produção açúcar/etanol fev15 38 / 38

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