Resultados do 2º Trimestre 09/10
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Jacyr S. Costa Filho
CEO
Reynaldo F. Benitez
Diretor Financeiro e de Relações com Investidores
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Apresentação teleconferência 2 t 0910

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Apresentação teleconferência 2 t 0910

  1. 1. Resultados do 2º Trimestre 09/10 17 de Setembro de 2009
  2. 2. As afirmações contidas neste documento relacionadas a perspectivas sobre os negócios, projeções sobre resultados operacionais e financeiros e aquelas relacionadas a perspectivas de crescimento da Açúcar Guarani são meramente projeções e, como tais, são baseadas exclusivamente nas expectativas da administração sobre o futuro dos negócios. Essas expectativas dependem, substancialmente, de variações nas condições de mercado, do desempenho da economia brasileira e mundial, do setor sucroenergético e dos mercados internacionais e, portanto, estão sujeitas a mudanças sem aviso prévio. Aviso
  3. 3. 400 500 600 700 800 1T07/08 2T07/08 3T07/08 4T07/08 1T08/09 2T08/09 3T08/09 4T08/09 1T09/10 2T09/10 Preços mundiais do açúcar no maior nível dos últimos 28 anos Preço do açúcar sustentado pela redução na produção de grandes produtores, como a Índia e a União Européia, bem como pelas intensas chuvas no Brasil, reduzindo a produção estimada Maiores exportações brasileiras sustentando os preços domésticos do açúcar Comportamento do Mercado de Açúcar no 2T 09/10 3 Guarani: Preços Médios do Açúcar (R$/ton)
  4. 4. 550 600 650 700 750 800 1T07/08 2T07/08 3T07/08 4T07/08 1T08/09 2T08/09 3T08/09 4T08/09 1T09/10 2T09/10 Comportamento do Mercado de Etanol no 2T 09/10 4 Guarani: Preços Médios do Etanol (R$/m³) Aumento de 22,4% no volume vendido de etanol hidratado no mercado doméstico comparativamente ao 2T 08/09, em função do crescimento da frota de veículos flex-fuel e a estimativa de venda de 2,6 milhões de veículos em 2009 no Brasil Tendência positiva para os preços domésticos do etanol devido à estimativa de oferta reduzida (afetada pelas chuvas) e demanda balanceada (expressiva venda de veículos) no final da safra brasileira Exportações inferiores às verificadas no ano passado em função da recuperação dos preços domésticos. Os EUA permanecem como principal destino, seguidos pela União Européia, Índia e Japão
  5. 5. 1,2 1,1 4,8 4,4 2T 08/09 2T 09/10 Própria Terceiros 5,4 6,0 2,6 2,9 7,6 7,1 1S 08/09 1S 09/10 Própria Terceiros 10,010,2 Redução no processamento de cana-de-açúcar (-9,4%) no 2T, impactado pelas chuvas. Moagem 1,7% inferior neste semestre em relação ao mesmo período da safra anterior Meta de moagem para a safra 2009/10 revisada para 14,5 milhões de toneladas, devido ao impacto negativo das condições climáticas no Brasil (chuvas) e em Moçambique (seca): • Brasil: 14,1 milhões de toneladas • Moçambique: 0,4 milhão de toneladas (estimativa anterior de 0,6 milhão de toneladas) Rendimento agrícola no Brasil com aumento de 12,9%, enquanto a concentração de açúcar na cana-de-açúcar registrou redução de 7,3% para 134 kg de ATR por tonelada Redução no Processamento de Cana-de-açúcar no 2T 09/10 5 Processamento de Cana-de-açúcar (MM t) 2T 09/10 Processamento de Cana-de-açúcar (MM t) 1S 09/10
  6. 6. 57 82 282 250 1S 08/09 1S 09/10 Anidro Hidratado 332339 276 326 459 334 83 46 1S 08/09 1S 09/10 Refinado Cristal VHP 818 706 1S 09/10: Aumento na Produção de Açúcar Refinado e Leve Redução na Produção de Etanol 6 Produção de Etanol (’000 m³) 1S 09/10 Produção de Açúcar (’000 t) 1S 09/10 Aumento na produção de açúcar refinado (+18,1% no 1S 09/10 e estável no segundo trimestre, de acordo com a estratégia de foco em produtos com maior valor agregado) para nos beneficiarmos do prêmio do branco (média de 90,7 US$/ton no primeiro semestre de 2009/10) No 2T 09/10, a produção de açúcar foi reduzida em 19,0% e a produção de etanol em 13,8% devido às condições climáticas desfavoráveis Mix de produção até setembro com 57% para açúcar e 43% para etanol, com intuito de aproveitar as maiores margens
  7. 7. 161 242 99 9632 36 2T 08/09 2T 09/10 Açúcar Etanol Outros 292 373 260 392 179 16251 53 1S 08/09 1S 09/10 Açúcar Etanol Outros 490 607 Crescimento de 27,7% na Receita Líquida no 2T 09/10, impulsionado principalmente pelas receitas de Açúcar (+49,8% no 2T 09/10): • Aumento de 42,1% no preço médio do açúcar em Reais para 749,1 R$/ton • Aumento de 5,4% no volume de açúcar vendido Receita de etanol 2,7% inferior devido aos menores preços médios (-2,0%) Expressivo Aumento da Receita Líquida Devido aos Maiores Preços do Açúcar no 2T 09/10 7 Receita Líquida (R$ MM) 2T 09/10 Receita Líquida (R$ MM) 1S 09/10 Distribuição da Receita Líquida da Guarani no 1S 09/10: • Açúcar: 64,6% • Etanol: 26,6% • Energia: 1,5% • Outros produtos: 7,3%
  8. 8. 76,6 114,8 15,6% 18,9% 5,0% 7,0% 9,0% 11,0% 13,0% 15,0% 17,0% 19,0% 21,0% 0 20 40 60 80 100 120 140 160 1S 08/09 1S 09/10 EBITDA Ajustado Margem EBITDA Ajustado 59,1 64,9 20,2% 17,4% 1,0% 3,0% 5,0% 7,0% 9,0% 11,0% 13,0% 15,0% 17,0% 19,0% 21,0% 23,0% 25,0% 0 20 40 60 80 100 2T 08/09 2T 09/10 EBITDA Ajustado Margem EBITDA Ajustado Crescimento do EBITDA ajustado devido aos maiores preços do açúcar Margem EBITDA ajustado de 18,9% frente aos 15,6% no 1S 08/09 com EBITDA ajustado medido por ATR vendido de R$ 118,2 por tonelada, um aumento de 49,7% frente ao mesmo semestre do ano anterior Margem EBITDA ajustado de 17,4% no 2T 09/10, afetada por: • Efeito temporário do hedging nos preços futuros (R$ 9,7 milhões), exportações de etanol de 44,8 mil m3 com preço médio inferior ao mercado doméstico e o efeito trimestral do ajuste do Consecana nos custos agrícolas (R$ 18,7 milhões) • Maiores custos dos produtos vendidos relacionados ao menor conteúdo de sacarose na matéria-prima e pelo aumento dos custos agrícolas Aumento do EBITDA Ajustado: +49,9% no 1S 09/10 para R$ 114,8 Milhões, +9,8% no 2T 09/10 8 EBITDA Ajustado (R$ MM) 2T 09/10 EBITDA Ajustado (R$ MM) 1S 09/10
  9. 9. (128,4) 13,8 1S 08/09 1S 09/10 (101,8) (0,5) 2T 08/09 2T 09/10 2T 09/10: Prejuízo líquido de R$ 0,5 milhão frente ao prejuízo de R$ 101,8 milhões no ano anterior 1S 09/10: Lucro líquido de R$ 13,8 milhões, comparado com o prejuízo líquido de R$ 128,4 milhões no 1S 08/09, com uma margem líquida de 2,3% Lucro líquido positivamente afetado por: a) Expressiva recuperação de preços do açúcar (+45,5%); e b) Efeito líquido não-caixa da variação cambial de R$ 105,8 milhões no 1S 09/10; mas negativamente impactado por: a) Efeito do hedging relativo a preços R$ 50,8 milhões no 1S 09/10; e b) Custos elevados devido ao menor conteúdo de sacarose na cana-de-açúcar e aos ajustes de custos do CONSECANA Lucro líquido das operações no Brasil de R$ 42,3 milhões, enquanto as operações internacionais registraram prejuízo de R$ 28,5 milhões devido à depreciação do câmbio Lucro Líquido de R$13,8 Milhões no 1S 09/10 (próximo ao breakeven no 2T 09/10) Devido aos Maiores Preços do Açúcar e do Impacto Positivo da Variação Cambial 9 Lucro Líquido (R$ MM) 2T 09/10 Lucro Líquido (R$ MM) 1S 09/10
  10. 10. Curto Prazo 50% Longo Prazo 50% Moeda Estrangeira 70% Real 30% Dívida líquida de R$ 1,1 bilhão, virtualmente estável frente ao trimestre precedente, devido aos maiores estoques e contas a receber, mas com efeito positivo relacionado à apreciação do real Dívida de curto prazo, líquida de caixa e equivalente de caixa, totalizou R$ 328,5 milhões, representando 50% da dívida líquida total, excluídos os mútuos com a Tereos A relação Dívida Líquida/EBTIDA Ajustado atingiu 4,0x em setembro de 2009, estável quando comparada a junho de 2009. Excluídos os mútuos, a relação Dívida Líquida/EBITDA Ajustado alcançou 2,5x Dívida Líquida e Nível de Endividamento Estáveis 10 Dívida Líquida por Vencimento1Dívida Líquida por Moeda1 (1) Inclui R$ 101,4 milhões relativos a SHL em Moçambique (1) Exclui mútuos e líquido de caixa e equivalentes de caixa
  11. 11. Investimentos industriais e agrícolas seletivos, visando: Eliminação de gargalos e aumento marginal da capacidade produtiva para diluição de custos fixos nas unidades São José e Tanabi Aumento da capacidade de moagem de cana-de-açúcar na unidade São José (de 2,6 para 3,2 milhões de toneladas/ano) e lançamento de construção de uma fábrica de açúcar na unidade Tanabi (110 mil toneladas/ano) Plantio de cana-de-açúcar visando garantir a disponibilidade necessária de matéria-prima nas próximas safras para aproveitar os elevados preços do açúcar Investimentos: Foco no Aumento da Produção de Açúcar, Redução de Custos e Programas para Aumento da Eficiência 11
  12. 12. 100 120 140 160 180 30 40 50 60 98/99 99/00 00/01 01/02 02/03 03/04 04/05 05/06 06/07 07/08 08/09 09/10E Produção/Consumo(MMton) Estoque(MMton) Estoque Produção Consumo Fonte: LMC 15 20 25 30 35 40 45 50 8 12 16 20 24 28 01-abr-08 01-jul-08 01-out-08 01-jan-09 01-abr-09 01-jul-09 01-out-09 centavosR$/lb centavosUS$/lb centavos US$/lb centavos R$/lb 2T09 1T101T09 3T09 4T09 Fonte: ICE 2T10 Mercado de Açúcar: Déficit no Balanço Mundial Garante Expressivo Aumento nos Preços do Açúcar 12 Balanço Mundial de AçúcarPreços do Açúcar Bruto (NY 11) Estimativa de déficit mundial de açúcar é esperado para a safra 2009/10, o segundo ano consecutivo de produção em níveis reduzidos, principalmente devido à queda da produção na Índia (atraso nas monções) Analistas estimam que esta tendência positiva deva permanecer ao menos pelos próximos 12 a 18 meses, com expectativa de posterior reversão do cenário de déficit para leve excedente no balanço mundial de açúcar Sustentados por fundamentos positivos, os preços do açúcar atingiram seu maior nível em 28 anos O Brasil, o maior beneficiário do déficit mundial de açúcar da safra 2009/10, foi impactado por chuvas na região Centro-sul de julho a setembro de 2009 A demanda global não foi afetada pela crise mundial
  13. 13. 0 50 100 150 200 250 300 jan-01 jun-01 nov-01 abr-02 set-02 fev-03 jul-03 dez-03 mai-04 out-04 mar-05 ago-05 jan-06 jun-06 nov-06 abr-07 set-07 fev-08 jul-08 dez-08 mai-09 milunidades Etanol + Flex-Fuel Gasolina + Diesel Fonte: Anfavea Mercado de Etanol: Recuperação nos Preços Sustentada por Menor Oferta 13 Vendas de Veículos por Tipo de Combustível (Brasil) Mercado Doméstico O crescimento da frota de veículos flex-fuel, que representava mais de 40% da frota nacional de veículos leves ao final de setembro de 2009, continua impulsionando o consumo doméstico de etanol Expectativa de menor oferta de etanol durante a entressafra aponta para preços domésticos fortalecidos no início da safra 2010/11, favorecendo produtores com capacidade de estocagem Mercado Internacional Preços e margens melhores aos produtores americanos devido à menor produção de milho. Expectativas positivas para a União Europeia e o Japão (nova meta governamental para energias renováveis de 20% até 2030) De acordo com a EPA (Agência de Proteção Ambiental) o etanol de cana-de-açúcar é o único combustível capaz de atender às exigências da RFS-2 americana, com emissão de gases de efeito estufa 44% menor quando comparada à gasolina
  14. 14. 14 Cenário: A Guarani Está Solidamente Posicionada para Aproveitar as Oportunidades e Beneficiar-se do Cenário Positivo de Mercado Perspectiva de preços positiva para o açúcar durante o 2S 09/10, como conseqüência das chuvas no Brasil e da seca na Ásia Cenário positivo de preços para o etanol no 2S 09/10 devido à demanda aquecida Foco contínuo no processo de fortalecimento do balanço patrimonial Portfólio atraente de projetos de expansão: açúcar no curto prazo e etanol e cogeração no médio e longo prazos Forte compromisso e suporte da Tereos, acionista controlador da Guarani, permitindo aproveitar oportunidades: a Guarani é um ativo estratégico para o grupo Tereos
  15. 15. Obrigado! Jacyr S. Costa Filho CEO Reynaldo F. Benitez Diretor Financeiro e de Relações com Investidores Alexandre L. Menezio Gerente de Relações com Investidores Felipe F. Mendes Analista de Relações com Investidores Renato N. Zanetti Neto Analista de Relações com Investidores fone: +55 (11) 3544-4900 e-mail: ri@aguarani.com.br website:www.acucarguarani.com.br/ri

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