Aula extra combate a incendio l

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Aula extra combate a incendio l

  1. 1. AULA 30 COMBATE À INCÊNDIO COMBATE À INCÊNDIO
  2. 2. BRIGADA DE INCÊNDIO “Grupo organizado de pessoas voluntárias ou não, capacitadas para treinadas e atuar na prevenção, abandono e combate a um princípio de incêndio e prestar primeiros socorros, dentro de uma área preestabelecida.” Definição do item 3.4 da NBR 14.276 (Programa de Brigada de Incêndio) PETROBR TREINAMENTOS COMBATE À INCÊNDIO
  3. 3. ROUPAS DE PROTEÇÃO PARA PRODUTOS QUÍMICOS NÍVELA (MAIS ALTO NÍVEL DE PROTEÇÃO) O Nível A de proteção é solicitado quando ocorre o grau máximo possível de exposição do trabalhador a materiais tóxicos. Assim é necessário a proteção total da pele, vias respiratórias e para os olhos. O uso desse equipamento deverá ser feito sempre com o Respirador Autônomo, pois trata-se de uma peça totalmente encapsulada. NÍVEL B (NÍVELALTO DE PROTEÇÃO) O nível B de proteção requer o mesmos nível de proteção respiratória que o Nível A, porém um nível menor para proteção da pele. A grande diferença entre o A e B, é que o nível B não exige uma roupa de proteção totalmente encapsulada para a proteção contra gases / vapores. PETROBR TREINAMENTOS COMBATE À INCÊNDIO
  4. 4. NÍVEL C (NÍVEL MÉDIO DE PROTEÇÃO) No nível C de proteção, exige-se menor proteção respiratória e menor proteção da pele. A grande diferença do nível B e C é o tipo de equipamento respiratório exigido. Os respiradores podem ser faciais ou semi-faciais com purificadores de ar, ou seja, filtro químico. NÍVEL D (MENOR NÍVEL DE PROTEÇÃO) Para o Nível D, exige-se o menor nível de proteção respiratória e de proteção para a pele. É a menor proteção possível quando há manipulação de Qualquer agente químico. Quando utiliza-se o Nível D a atmosfera não contém produtos tóxicos, não há contato com derramamentos, imersões e não há inalações de gases. ROUPAS DE PROTEÇÃO PARA PRODUTOS QUÍMICOS PETROBR TREINAMENTOS COMBATE À INCÊNDIO
  5. 5. MÉTODOS PREVENTIVOS COMBATE À INCÊNDIO São métodos utilizados a fim de evitar um princípio de incêndio.  Fazer a manutenção periódica na parte elétrica e nos equipamentos que forem necessários para evitar o atrito entre as peças ou o desgastes das mesmas;  Não faça ligações elétricas improvisadas, chame um eletricista qualificado;  Nunca use tomadas defeituosas;  Não sobrecarregar a rede elétrica, evitar o uso do benjamim e extensões de má qualidade;  Desligue o equipamento elétrico diretamente da tomada, principalmente em caso de viagem;  Não guarde equipamento elétrico sem antes resfriar;  Não substitua fusível por arame;  Evite acumulo de lixo ou entulho combustível; excesso ou em locais sem Não guarde combustíveis líquidos ou gasosos em ventilação;  Utilize os cinzeiros para apagar os cigarros;  Respeite as placas de proibido fumar;
  6. 6.  Cuidado para não dormir com o cigarro acesso;  Cuidado com uso de velas, lampiões, fogos de artifícios, produtos químicos, etc.;  Manter o material de combate à incêndio sempre em boas condições, de acordo com o planejamento ou necessidade de cada empresa.  Dar treinamento a todos os funcionários direcionado à prevenção e combate a incêndios. ATENÇÃO: A melhor forma de combater o incêndio é evitar que ele ocorra através da PREVENÇÃO. CAUSAS DE INCÊNDIO COMBATE À INCÊNDIO  Falta de Prevenção;  Falha na rede elétrica;  Pontas de cigarro mal apagadas;  Estocagem de material inadequado;  Negligência no Trabalho;  Negligência doméstica;  Acidentes de Trabalho;  Vazamento de gás;  Brincadeiras de criança;  Balões, fogos de artifícios;  Ações Criminosas;  Causas naturais (terremoto, sol, vento).
  7. 7. ESTADO FÍSICO DA MATÉRIA COMBATE À INCÊNDIO  MATÉRIA – É tudo o que tem massa e ocupa lugar no espaço. Matéria é a substância que liberará radicais livres para que possa ocorrer a combustão. Portanto devemos verificar que podemos encontrar a matéria em três estados físicos:  ESTADO SÓLIDO – estado da matéria no qual os átomos oscilam em torno de posições fixas. Ex.: papel, madeira, ferro, aço, tecido, etc.  ESTADO LÍQUIDO – estado da matéria onde as moléculas, dotadas de grande mobilidade, fazem-no tomar a forma do recipiente que o contém. Ex.: gasolina, água, petróleo, etc.  ESTADO GASOSO – estado da matéria onde o volume do recipiente é ocupado por todas as moléculas desta. Ex.: hidrogênio, hélio, acetileno, metano, butano, propano, etc.
  8. 8. CONDIÇÕES PROPÍCIAS PARA A COMBUSTÃO COMBATE À INCÊNDIO Além dos elementos essenciais do fogo, há a necessidade de que as condições em que esses elementos se apresentam, sejam propícias para o início da combustão. Se uma pessoa trabalha em uma escritório iluminado com uma lâmpada incandescente de 100 watts e, além disso ela fuma haverá no ambiente: 1. COMBUSTÍVEL: Mesa, cadeira, papel, etc. 2. COMBURENTE: Oxigênio presente no ar ambiente; 3. CALOR: Representado pela lâmpada acesa e pelo cigarro aceso. Apesar destes três elementos estarem presentes no ambiente, só ocorrerá incêndio se, por distração da pessoa esta encostar papel no cigarro acesso, por exemplo. Se este combustível estiver no estado sólido ou líquido, haverá a necessidade de que seja aquecido para que comece a liberar radicais livres, Ex.:  SÓLIDO aquecimento VAPOR  LÍQUIDO aquecimento VAPOR SÓLIDO aquecimento LÍQUIDO aquecimento VAPOR  GÁS: (estado físico adequado à combustão) Ex.: Papel. Ex.: Óleo combustível Ex.: parafina Ex.: Acetileno.
  9. 9. CLASSIFICAÇÃO DOS COMBUSTÍVEIS QUANTO A VOLATILIDADE COMBATE À INCÊNDIO Os combustíveis líquidos são classificados em: • VOLÁTEIS – São os combustíveis líquidos que à temperatura ambiente, desprendem vapores capazes de se inflamarem. Ex.: álcool, éter, gasolina, acetona, benzina, etc. • NÃO VOLÁTEIS – São os combustíveis líquidos que para desprender vapores inflamáveis, necessitam de aquecimento acima da temperatura ambiente. Ex.: óleo de linhaça, óleo lubrificante, sacarose, glicose, etc.: Os combustíveis voláteis são os mais perigosos, e por isso devem ser armazenados e manuseados com cuidados especiais. COMBURENTE estar a uma determinada de 21%, pois nosso ar é Para que ocorra a combustão o comburente deve porcentagem no ar, normalmente esta porcentagem é composto de : • 77% de nitrogênio (N2); • 21% de oxigênio (O2); • 1% de vapor d’água (H2O); • 0,93% de argônio (Ar); e, • 0,07 de outros gases.
  10. 10. DEFINIÇÃO DO FOGO “Defini-se fogo como consequência de uma reação química entre dois elementos, denominada combustão, que produz luz, calor e substâncias, formado pelo realinhamento dos átomos das substâncias originais.” BENEFÍCIOS E MALEFÍCIOS DO FOGO? PREVENÇÃO? COMBATE? COMBATE À INCÊNDIO
  11. 11. TRIÂNGULO DO FOGO / TETRAEDRO DO FOGO TRIÂNGULO DO FOGO Para que se inicie a combustão, é necessário a união de três elementos essenciais: • COMBUSTÍVEL; • COMBURENTE; e, • CALOR. REAÇÃO EM CADEIA É o processo de transferência de calor de molécula para molécula do combustível, gerando radicais livres, os quais reagirão com o comburente, gerando a combustão e incentivando a propagação.” COMBATE À INCÊNDIO
  12. 12. PONTOS DE TEMPERATURAS CRÍTICAS COMBATE À INCÊNDIO Combustíveis Todo material possui algumas propriedades que o diferencia de outros, em relação ao nível de combustibilidade. Alguns são mais voláteis e outros menos voláteis. Exemplo: Podemos incendiar a gasolina com uma chama de um isqueiro, não ocorrendo o mesmo em relação ao carvão. Isso porque o calor gerado pela chama do isqueiro não seria suficiente para levar o carvão a temperatura necessária para que ele liberasse vapores combustíveis. Todo material dependendo da temperatura a que esta submetido liberará maior ou menor quantidade de vapores inflamáveis. Para compreendermos este fenômeno, devemos conhecer algumas variáveis, as quais denominamos pontos de temperaturas críticas, são elas: • Ponto de fulgor; • Ponto de Combustão; e, • Ponto de Ignição.
  13. 13. PONTO DE FULGOR “É a temperatura mínima combustível começa a desprender em que um vapores PONTOS DE TEMPERATURAS CRÍTICAS COMBATE À INCÊNDIO inflamáveis, que em contato com uma fonte de calor se incendeiam, porém se retirarmos a fonte de calor o fogo se extingue.” Exemplo: Ao aquecermos um pedaço de madeira, dentro de um tubo de vidro de laboratório, a uma certa temperatura a madeira desprenderá vapor de água; esse vapor de água não pega fogo. Aumentando-se a temperatura, em certo ponto começarão a sair gases pela boca do tubo. Aproximando-se um fósforo aceso, esses gases transformar-se-ão em chamas. Nota-se que o combustível sólido (madeira), a certa temperatura, desprende gases que se misturam ao oxigênio (comburente) e que se inflamam em contato com chama do fósforo (calor), porém o fogo não continuará, devido aos gases formarem-se em pequena quantidade, isso denomina-se ponto de fulgor. Ex.: O ponto de fulgor da gasolina é de -42º C / Amônia em forma de gás é de 650º C; Óleo combustível é de 110º C.
  14. 14. PONTO DE COMBUSTÃO “A temperatura mínima em que um combustível sendo aquecido desprende gases que em contato com uma fonte de calor se incendeiam, e ao retirarmos a fonte de calor o fogo continua.” PONTOS DE TEMPERATURAS CRÍTICAS COMBATE À INCÊNDIO Na experiência da madeira, se o aquecimento prosseguir, a quantidade de gás expedida do tubo aumentará. Entretanto em contato com a chama do fósforo, ocorrerá a ignição, que continuará, mesmo que o fósforo seja retirado. A queima, portanto, não para.
  15. 15. PONTOS DE TEMPERATURAS CRÍTICAS PONTO DE IGNIÇÃO “A temperatura mínima em que os gases desprendidos de um combustível se inflamam, pelo simples contato com o oxigênio.” Extinção por falta de Renovação de ar com oxigênio incremento da combustão Continuando o aquecimento da madeira, os gases, naturalmente, continuarão se desprendendo. Em certo ponto, ao saírem do tubo, entrando em contato com o oxigênio (comburente), pegarão fogo sem a necessidade da chama do fósforo. Os gases desprendidos do combustível, só pelo contato com o comburente entram em combustão, e as chamas se mantém. Foi atingido a temperatura de ignição. Exemplo: O éter atinge sua temperatura de ignição à 180º C; O enxofre atinge sua temperatura de ignição à 232º C; Obs.: Quanto mais ventilado for o local onde ocorre a combustão, mais viva ela será, pois haverá renovação do ar com a entrada de oxigênio, permitindo a reação em cadeia. COMBATE À INCÊNDIO
  16. 16. CONDUÇÃO Condução ou condutibilidade é o processo pelo qual o calor se transmite diretamente de matéria para matéria, de molécula para molécula, por movimento vibratório. CONVECÇÃO É o processo de transmissão de calor que se faz através da circulação de massas de ar, ou gases quentes, que se deslocam do local do fogo para outros locais, as vezes bem distantes, levando calor suficiente para incendiar corpos combustíveis inflamável com o qual tenha contato. IRRADIAÇÃO É a transmissão do calor por meio de ondas caloríficas. Todo corpo quente emite irradiações que vão atingir os corpos frios. O calor do sol é transmitido por esse processo. FORMAS DE TRANSMISSÃO DO CALOR SOL Metal Material Isolante Algodão Incêndio Original Elevador JanelaAberta Incêndio Secundário L Â M P A D A
  17. 17. ABAFAMENTO / RETIRADA DO OXIGÊNIO (O2) É um método de extinção mais difícil, pois, consiste na retirada do oxigênio, a não ser em pequenos incêndios que podem ser abafados com tampas, panos, cobertores, etc. RESFRIAMENTO / RETIRADA DO CALOR É o método de extinção mais usado, consiste em diminuir o calor do material incendiado abaixo do seu ponto de combustão, nesta temperatura o material não se inflama. RETIRADA DO MATERIAL / ISOLAMENTO É o método de extinção mais simples na sua realização, sendo executado de forma mecânica, geralmente não se exige equipamentos especiais. Consiste na retirada, diminuição ou interrupção, com uma certa margem de segurança de todo material ainda não atingido pelo fogo. MÉTODOS DE EXTINÇÃO DO FOGO COMBATE À INCÊNDIO
  18. 18. CLASSES DE INCÊNDIO CLASSE A – SÓLIDOS INFLAMÁVEIS Compreende os incêndios em combustíveis sólidos, como madeira, papel, papelão, plásticos, borrachas, fibras, tecidos, etc. Tem a propriedade de queimar tanto em superfície, quanto em profundidade e se caracterizam por deixar resíduos. O agente extintor mais utilizado para combater esse tipo de incêndio é o de Água, encontrado em abundância na natureza. Jamais deve ser utilizado em equipamento elétrico energizado. CLASSE B – LÍQUIDOS INFLAMÁVEIS Compreende os incêndios em combustíveis inflamáveis, caracterizam- se por não deixarem resíduos e queimarem somente na superfície. Ex.: Derivados do petróleo (óleo diesel, graxa, gasolina, naftalina e outros), e produtos químicos. Os processos de extinção indicado para os incêndios de classe B é o abafamento (com posterior resfriamento). Os incêndios em gases inflamáveis também se enquadram nesta classe. COMBATE À INCÊNDIO
  19. 19. CLASSES DE INCÊNDIO não condutores de eletricidade (CO2 e PQS), devendo agir por abafamento ou resfriamento. em fiações, super CLASSE C – EQUIPAMENTOS ELÉTRICOS ENERGIZADOS Compreende os incêndios em equipamentos elétricos energizados ou com energia atuante que possa oferecer perigo em sua extinção. A extinção desse tipo de incêndio deve ser feito por agentes extintores Compreende os incêndios em metais pirofóricos, tais como magnésio, titânio, zircônio e outros. Para combater esse tipo de incêndio necessitamos de agentes extintores especiais que atuem por abafamento. Ex.: Pó Químico Seco Especial, Areia, Terra, Granalhas de ferro e outros. Ex.: Painéis elétricos, fusíveis, curto-cicuito aquecimento e outros. CLASSE D – METAIS PIROFÓRICOS D COMBATE À INCÊNDIO
  20. 20. EXTINTORES DE INCÊNDIO de diminuir a ÁGUA PRESSURIZADA Apresenta como característica principal a capacidade É resultante da reação provocada pela mistura de duas substâncias (bicarbonato de sódio e sulfato de alumínio), ambas em solução aquosa e um estabilizante (alcaçuz). Após o mesmo ser colocado em posição contrária (cabeça para baixo), estas substâncias entrarão em contato, reagindo e formando a espuma química. Esse agente extintor pode ser utilizado para incêndios de classe A e B (Sólidos e Líquidos Inflamáveis). Este agente extintor esta proibido por lei desde 1990 por vários acidentes terem ocorridos com o mesmo e por não ter controle de vazão. No interior de suas bolhas, existe o CO². temperatura dos materiais em combustão, agindo por resfriamento. Pode ser utilizada com jatos sólidos ou aspergida em forma de neblina (gotículas). Sua utilização em incêndios se faz principalmente com equipamentos hidráulicos (bombas, hidrantes, sprinklers e outros). Esse agente extintor deve ser utilizado somente para incêndios de Classe A (Sólidos Inflamáveis). Sua pressão é de 10,5 Kgf/cm² (aprox. 150 lbs/pol²). ESPUMA QUÍMICA COMBATE À INCÊNDIO
  21. 21. EXTINTORES DE INCÊNDIO ESPUMA MECÂNICA É composto por estrato de espuma ou Líquido Gerador de Espuma (LGE), adicionados a água, que sob pressão e através de um batimento mecânico gera a espuma. Sua ação principal é a de abafamento, criando uma barreira entre o combustível e o comburente (oxigênio). Compõe-se de 97% de água e 3% de LGE. Esse agente extintor pode ser utilizado para incêndios de Classe A e B (Sólidos e Líquidos Inflamáveis). No interior de suas bolhas existe Oxigênio (O²). É pressurizado a 13,5 Kgf/cm² (aproximadamente 203 lbs/pol²). CO2 (GÁS CARBÔNICO) Também conhecido como dióxido de carbono, estes agentes atua por abafamento, eliminando o oxigênio do ambiente em combustão. É mais pesado que o ar, não sendo muito indicado para combates em locais abertos e ventilados, por se tratar de um gás acondicionado sob alta pressão, atua também por resfriamento. É pressurizado a 126 Kgf/cm² (aproximadamente 2.000 lbs/pol²). Esse agente extintor pode ser utilizado também para incêndios de classe A, B e C, sendo mais eficiente na classe C. COMBATE À INCÊNDIO
  22. 22. EXTINTORES DE INCÊNDIO PÓ QUÍMICO SECO (PQS) Atua por abafamento, pois, provoca a reação química eliminando o oxigênio da combustão. Existem diversos tipos de pó químicos, os mais conhecidos são: bicarbonato de sódio (o mais utilizado), monofosfato de amônia e outros. É um agente extintor polivalente podendo ser empregado em qualquer classe de incêndio. Os Pó Químicos Especiais utilizados nos incêndios de classe D, se fundem quando em contato com o metal pirofórico em combustão, formando uma camada protetora que isola o oxigênio, interrompendo a combustão. Pressurizado com 10,5 Kgf/cm² (aproximadamente 150 lbs/pol²). GASES HALOGENADOS Constítuidos por gases halogenados (Cloro, Bromo, Flúor, Carbono), possui capacidade extintora elevada, sendo superior ao CO2. Sua fabricação foi proibida desde 1994, devido a seus gases afetarem a camada de ozônio. Já existem no mercado extintores de gases halogenados com outros princípios ativos que foram liberados e que já estão a venda. COMBATE À INCÊNDIO
  23. 23. EXTINTORES DE INCÊNDIO Capacidade Unidade Extintora Alcance do Jato Tempo de Descarga Forma de Extinção Gás Expelente 10 litros (portátil); 75 litros (sobre-rodas); 10 litros; 8 a 10 metros; 60 Segundos; Resfriamento; N2. ÁGUA PRESSURIZADA Capacidade Unidade Extintora Alcance Médio do Jato Tempo de Descarga Forma de Extinção 09 Litros; 09 Litros (Água e LGE); 08 Metros; 60 Segundos; Abafamento; ESPUMA MECÂNICA Gás Expelente N2. COMBATE À INCÊNDIO
  24. 24. EXTINTORES DE INCÊNDIO Capacidade Unidade Extintora Alcance Médio do Jato Tempo de Descarga Tempo de Descarga Forma de Extinção Gás Expelente 1, 2, 4, 6, 8 e 12 Kg (portáteis); 20, 30, 50, 70, 100 e 250 (sobre- rodas); 4 Kg; 5 Metros; Para 04 Kg 15 Segundos; Para 12 Kg 25 Segundos; Abafamento; N2. EXTINTOR DE P.Q.S. Capacidade Unidade Extintora Alcance do Jato Tempo de Descarga 2, 4 e 6 Kg (portáteis); 10, 20, 25 e 50 (sobre-rodas); 06 Kg; 4 Metros; 16 a 25 Segundos; EXTINTOR DE CO2 Forma de Extinção Abafamento. COMBATE À INCÊNDIO
  25. 25. ATÉAPRÓXIMA AULA

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