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PREVENÇÃO E COMBATE
DE INCÊNDIOS
Objetivo
• O objetivo deste treinamento é ter
colaboradores aptos à atuar em situações de
emergência, que se façam, em condições
seguras, evitando-se o pânico e o descontrole.
 ARMAZENAMENTO DE MATERIAIS
 Manter sempre que possível, a substância inflamável longe de
fonte de calor e de comburente, como no caso das operações de
solda e oxi-corte.
 Manter o local de trabalho com a mínima quantidade de
inflamáveis, apenas para uso diário.
 Possuir depósito fechado e ventilado para armazenamento de
inflamáveis e, se possível, longe da área de trabalho.
 Proibir que se fume nas áreas onde existam combustíveis ou
inflamáveis. O cigarro poderá causar incêndios de graves
proporções pois conduz um dos elementos essenciais ao triângulo
do fogo.
TECNICAS DE PREVENÇÃO
TECNICAS DE PREVENÇÃO
 MANUTENÇÃO ADEQUADA
 Instalação elétrica apropriada: fios expostos ou descascados
devem ser evitados, pois podem ocasionar curtos-circuitos,
que serão origem de focos de incêndio.
 No caso de instalações mal projetadas, poderão provocar
aquecimento nos fios.
 Máquinas e equipamentos devem sofrer manutenção e
lubrificação constantes, para evitar aquecimento por atrito
em partes móveis, criando fonte de calor.
 Procure conhecer as condições de segurança do seu local
de trabalho . Não se esqueça de verificar a posição de
todas as saídas.
 É importante também conhecer o funcionamento dos
extintores e equipamentos de combate a incêndios e os
conservar sempre em condições de utilização.
 Procure identificar as saídas de emergência e a
localização dos equipamentos de proteção. Preocupe-se
com sua segurança. As portas corta-fogo dos edifícios
servem para evitar a entrada de fumaça e calor na escada.
Não as fixe com calços ou outros materiais.
TECNICAS DE PREVENÇÃO
 Não coloque materiais combustíveis ou inflamáveis dentro das
escadas.
 Não utilize volume de carga elétrica superior a capacidade
instalada. Evite o uso de benjamins ("T") sobrecarregando uma
única tomada.
 Fios descobertos sem isolamento causam curtos-circuitos.
 Não use tomadas defeituosas e nem faça ligações elétricas
improvisadas ("gambiarras").
 Fusíveis quando queimam é sinal de que algo está com defeito.
Nunca os substitua por arame ou moeda.
TECNICAS DE PREVENÇÃO
TECNICAS DE PREVENÇÃO
 Não faça ligações diretas, nem reforce fusíveis. Faça,
periodicamente, revisão das instalações elétricas.
 Evite o acúmulo de material perigoso: papel, madeira, tintas,
plásticos, etc.
 Cuidado com álcool, gasolina, removedores, ceras e aerossóis.
Mantenha-os longe de fontes de calor.
 Não acenda velas em cima de objetos combustíveis.
TECNICAS DE PREVENÇÃO
 Apague completamente os cigarros jogados na lixeira.
 Ao sentir cheiro de gás de cozinha (GLP), não risque fósforos, nem
ascenda a luz, você poderá causar uma explosão. Ventile bem o
ambiente abrindo portas e janelas, evitando atrito.
 Não solte balões, pois poderá provocar uma grande incêndio.
 Dê passagem ao Bombeiro, a emergência pode ser sua residência.
TEL. DO CORPO
DE BOMBEIROS
193
Introdução
• Nenhum sistema de prevenção de incêndio será eficaz se não
houver o elemento humano preparado para operá-lo.
• Esse elemento humano, para combater eficientemente um
incêndio, deverá estar perfeitamente treinado.
• É um erro pensar que sem treinamento, alguém, por mais
hábil que seja, por mais coragem que tenha, por mais valor
que possua, seja capaz de atuar de maneira eficiente quando
do aparecimento do fogo.
BRIGADA DE INCÊNDIO
• É um grupo organizado de pessoas,
voluntários ou não, treinado e capacitado
para atuar na prevenção e no combate a
um princípio de incêndio, bem como na
evacuação do local e na prestação de
primeiro socorros, dentro de uma área
preestabelecida.
Histórico do Fogo
O homem vem utilizando o fogo desde a antiguidade.
Iluminar
Aquecer
Cozinhar
Uso
Industrial
Defender
O fogo quando sob controle é de extrema necessidade.
Quando foge ao controle se transforma num agente de grande
poder destruidor:
O INCÊNDIO
DEFINIÇÃO:
REAÇÃO QUÍMICA COM
DESPRENDIMENTO DE LUZ E CALOR
Teoria do Fogo
• FOGO - É uma reação química de oxidação
com o desprendimento de luz e calor, está
reação é denominada de combustão.
• INCÊNDIO - É todo fogo não controlado
pelo homem, que tenha a tendência de se
alastrar e de destruir.
Para que haja uma combustão ou incêndio
devem estar presente três elementos:
Como se forma o Fogo ?
TRIÂNGULO DO FOGO
ELEMENTOS DA COMBUSTÃO
Combustível
Comburente
Calor
1 - CALOR
Forma de energia que eleva a temperatura, gerada da
transformação de outra energia, através de processo físico ou
químico.
FÍSICO E QUÍMICO
EFEITO
DO CALOR
T
E
M
P
E
R
A
T
U
R
A
V
O
L
U
M
E
FISIOLÓGICOS
EFEITOS DO CALOR
ELEVAÇÃO DA TEMPERATURA
EFEITOS DO CALOR
AUMENTO DE VOLUME
EFEITOS DO CALOR
MUDANÇA DE ESTADO FÍSICO DA MATÉRIA
EFEITOS DO CALOR
MUDANÇA DE ESTADO QUÍMICO DA MATÉRIA
EFEITOS DO CALOR
FISIOLÓGICOS
DESIDRATAÇÃO
INSOLAÇÃO
FADIGA
PROBLEMAS
RESPIRATÓRIOS
FORMAS DE TRANSMISSÃO DO
CALOR
PROPAGAÇÃO
DO CALOR
IRRADIAÇÃO
CONDUÇÃO
É O TIPO DE TRANSMISSÃO DE CALOR QUE
TRANSMITE A TEMPERATURA MOLÉCULA À
MOLÉCULA
CONVECÇÃO
Denomina-se convecção térmica o processo de transferência de
calor que acontece graças a movimentação de um material.
IRRADIAÇÃO
É A TRANSMISSÃO REALIZADA POR ONDAS
CALORÍFERAS VINDAS DE UMA FONTE DE CALOR .
PONTOS DE TEMPERATURA
TEMPERATURA
oC
PONTO DE IGNIÇÃO
PONTO DE COMBUSTÃO
PONTO DE FULGOR
Pontos de Temperatura
Ponto de Fulgor.
Estudo do Calor
É a temperatura mínima na qual os
combustíveis começam a desprender
vapores inflamáveis que pegam fogo
quando em contato com uma fonte de
calor. Porém, ao retirarmos a fonte de
calor, o fogo se apaga, devido à pouca
quantidade de vapores (ocorre um
clarão e logo se apaga).
Pontos de Temperatura
Ponto de Combustão.
Estudo do Calor
É a temperatura mínima na qual os
combustíveis começam a desprender
vapores inflamáveis que pegam fogo
quando em contato com uma fonte de
calor. Ao retirarmos a fonte de calor, o
fogo continua.
O Ponto de Combustão é, em média, 3
a 4ºC acima do Ponto de Fulgor.
Pontos de Temperatura
Ponto de Ignição.
Estudo do Calor
É a temperatura mínima na qual os
vapores inflamáveis desprendidos de
um combustível pegam fogo sem
contato com uma fonte de calor.
A temperatura dos vapores
inflamáveis está tão alta e existe tanto
vapor que eles pegam fogo pelo
simples fato de entrarem em contato
com o oxigênio.
Pontos de Temperatura
Estudo do Calor
COMBUSTÍVEL FULGOR COMBUSTÃO IGNIÇÃO
ºC ºC ºC
ÉTER - 40 - 37 a – 36 180
ÁLCOOL ETÍLICO 12,6 15,6 a 16,6 371
GASOLINA - 42,8 - 39,8 a – 38,8 257
ÓLEO LUBRIFICANTE 168 171 a 172 417,2
ÓLEO DIESEL 90 93 a 94
ÓLEO DE LINHAÇA 222 225 a 226 440
QUEROSENE 40 43 a 44 254
COMBUSTÍVEL
SÓLIDO
LÍQUIDO
GASOSO
É todo o material ou substância que possui a propriedade
de queimar, ou seja, entrar em combustão.
QUANTO AO
ESTADO FÍSICO
QUANTO A
VOLATILIDADE
C
L
A
S
S
I
F
I
C
A
Ç
Ã
O
ÓLEO
LUBRIFICANTE
ÉTER
GASOLINA
ÁLCOOL
Voláteis
Não voláteis
Estudo dos Combustíveis
Classificação e Características dos Combustíveis
Os combustíveis, sob ação do calor, reagem de maneiras
diferentes.
Sólidos
Líquidos
Gasosos
Os combustíveis podem ser:
Estudo dos Combustíveis
Combustíveis Sólidos
Todos os combustíveis sólidos de um modo geral, queimam em
superfície e profundidade, deixando resíduos.
Classificação e Características dos Combustíveis
Estudo dos Combustíveis
Combustíveis Líquidos
Os combustíveis líquidos queimam somente em superfície e, de
uma maneira geral, não deixam resíduos.
São aqueles que produzem vapores que, em contato com o ar,
em determinada proporção e por ação de uma fonte de calor,
incendeiam-se com rapidez. Para isso, precisam no mínimo,
atingir seu ponto de fulgor.
Classificação e Características dos Combustíveis
Estudo dos Combustíveis
Combustíveis Gasosos
Normalmente se apresentam e são utilizados nas formas
liquefeitas comprimida ou dissolvido sob pressão, em depósitos
metálicos fechados ou em tubulações especiais.
Classificação e Características dos Combustíveis
COMBURENTE
É o elemento que associado
quimicamente ao combustível, em
quantidade e proporções adequadas,
possibilita a combustão.
OXIGÊNIO
COMPOSIÇÃO DO AR ATMOSFÉRICO
O ar que respiramos tem a seguinte composição:
OXIGÊNIO: 21%
NITROGÊNIO:
78% OUTROS GASES: 1%
O QUE É
NECESSÁRIO PARA
QUE HAJA FOGO?
FOGO
COMBUSTÍVEL
REAÇÃO EM CADEIA
COMBUSTÍVEL
CALOR
OXIGÊNIO
QUADRILÁTERO DO FOGO
SÃO REAÇÕES QUE SE
PROCESSAM DURANTE O FOGO
PRODUZINDO SUA PRÓPRIA
ENERGIA DE ATIVAÇÃO (CALOR)
ENQUANTO HOUVER SUPRIMENTO
DE COMBUSTÍVEL(OXIGÊNIO) E
MATERIAL COMBUSTÍVEL PARA
QUEIMAR.
PRINCIPAIS CAUSAS DE INCÊNDIO
 ELETRICIDADE
 SUPERFÍCIES AQUECIDAS
 BALÕES E FOGOS DE ARTIFÍCIOS
 GASES COMPRIMIDOS E SOLDAS
 ATRITO
 DEPÓSITO DE COMBUSTÍVEIS
 COMBUSTÃO ESPONTÂNEA
 ENERGIA ELETROSTÁTICA
 CIGARROS E PALITOS DE FÓSFOROS
CLASSIFICAÇÃO DO INCENDIOS
INCÊNDIO CLASSE A
SOLIDOS NÃO ENERGIZADOS
QUEIMA NA SUPERFÍCIE E EM PROFUNDIDADE
DEIXA RESÍDUOS OU CINZAS
INCÊNDIO CLASSE B:
QUEIMA SOMENTE NA SUPERFÍCIE E NÃO QUEIMA EM
PROFUNDIDADE.
NÃO DEIXA RESIDUOS
INCÊNDIO CLASSE C
EQUIPAMENTOS/MATERIAIS ELÉTRICOS ENERGIZADOS
METAIS PIROFÓRICOS
EXEMPLOS:
RASPA DE ZINCO, LIMALHAS DE MAGNÉSIO,
ZIRCÔNIO, TITÂNIO , ETC...
MÉTODOS DE EXTINÇÃO DE INCÊNDIO
ABAFAMENTO
RETIRA O OXIGÊNIO DO AR
21 % 19 % 16 %
menos
de 13
%
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RESFRIAMENTO
RETIRA O CALOR
MÉTODOS DE EXTINÇÃO DE INCÊNDIO
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MÉTODOS DE EXTINÇÃO DE INCÊNDIO
ISOLAMENTO
CONSISTE NA RETIRADA, DIMINUIÇÃO OU INTERRUPÇÃO
DO MATERIAL AINDA NÃO INCENDIADO
TIPOS DE EXTINTORES
AGUA CO² PQS ABC
SOBRE
RODAS
EXTINTORES DE INCÊNDIO
AGUA PRESSURIZADA
É o agente extintor que age principalmente por
resfriamento. Atua também por abafamento
(dependendo da forma como é aplicada, neblina,
jato contínuo, etc.).
CLASSE A : SIM
CLASSE B : NÃO
CLASSE C : NÃO
CLASSE D : NÃO
AGUA PRESSURIZADA
1ª -RESFRIAMENTO
2º - ABAFAMENTO
EXTINTORES DE INCÊNDIO
Age principalmente por abafamento,
tendo, secundariamente, ação de
resfriamento.
Por não deixar resíduos nem ser
corrosivo é um agente extintor
apropriado para combater incêndios
em equipamentos elétricos e
eletrônicos sensíveis (centrais
telefônicas e computadores).
GAS CARBONICO CO²
EXTINTORES DE INCÊNDIO
CLASSE A : NÃO
CLASSE B : SIM
CLASSE C : SIM
CLASSE D : NÃO
1º - ABAFAMENTO
2º - RESFRIAMENTO
GAS CARBONICO CO²
EXTINTORES DE INCÊNDIO
CLASSE A : NÃO
CLASSE B : SIM
CLASSE C : SIM
CLASSE D : NÃO
ABAFAMENTO
PÓ QUIMICO SECO (PQS)
CLASSE A : SIM
CLASSE B : SIM
CLASSE C : SIM
CLASSE D : NÃO
ABAFAMENTO
EXTINTORES DE INCÊNDIO
PÓ QUIMICO SECO (ABC)
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  • 2. Objetivo • O objetivo deste treinamento é ter colaboradores aptos à atuar em situações de emergência, que se façam, em condições seguras, evitando-se o pânico e o descontrole.
  • 3.  ARMAZENAMENTO DE MATERIAIS  Manter sempre que possível, a substância inflamável longe de fonte de calor e de comburente, como no caso das operações de solda e oxi-corte.  Manter o local de trabalho com a mínima quantidade de inflamáveis, apenas para uso diário.  Possuir depósito fechado e ventilado para armazenamento de inflamáveis e, se possível, longe da área de trabalho.  Proibir que se fume nas áreas onde existam combustíveis ou inflamáveis. O cigarro poderá causar incêndios de graves proporções pois conduz um dos elementos essenciais ao triângulo do fogo. TECNICAS DE PREVENÇÃO
  • 4. TECNICAS DE PREVENÇÃO  MANUTENÇÃO ADEQUADA  Instalação elétrica apropriada: fios expostos ou descascados devem ser evitados, pois podem ocasionar curtos-circuitos, que serão origem de focos de incêndio.  No caso de instalações mal projetadas, poderão provocar aquecimento nos fios.  Máquinas e equipamentos devem sofrer manutenção e lubrificação constantes, para evitar aquecimento por atrito em partes móveis, criando fonte de calor.
  • 5.  Procure conhecer as condições de segurança do seu local de trabalho . Não se esqueça de verificar a posição de todas as saídas.  É importante também conhecer o funcionamento dos extintores e equipamentos de combate a incêndios e os conservar sempre em condições de utilização.  Procure identificar as saídas de emergência e a localização dos equipamentos de proteção. Preocupe-se com sua segurança. As portas corta-fogo dos edifícios servem para evitar a entrada de fumaça e calor na escada. Não as fixe com calços ou outros materiais. TECNICAS DE PREVENÇÃO
  • 6.  Não coloque materiais combustíveis ou inflamáveis dentro das escadas.  Não utilize volume de carga elétrica superior a capacidade instalada. Evite o uso de benjamins ("T") sobrecarregando uma única tomada.  Fios descobertos sem isolamento causam curtos-circuitos.  Não use tomadas defeituosas e nem faça ligações elétricas improvisadas ("gambiarras").  Fusíveis quando queimam é sinal de que algo está com defeito. Nunca os substitua por arame ou moeda. TECNICAS DE PREVENÇÃO
  • 7. TECNICAS DE PREVENÇÃO  Não faça ligações diretas, nem reforce fusíveis. Faça, periodicamente, revisão das instalações elétricas.  Evite o acúmulo de material perigoso: papel, madeira, tintas, plásticos, etc.  Cuidado com álcool, gasolina, removedores, ceras e aerossóis. Mantenha-os longe de fontes de calor.  Não acenda velas em cima de objetos combustíveis.
  • 8. TECNICAS DE PREVENÇÃO  Apague completamente os cigarros jogados na lixeira.  Ao sentir cheiro de gás de cozinha (GLP), não risque fósforos, nem ascenda a luz, você poderá causar uma explosão. Ventile bem o ambiente abrindo portas e janelas, evitando atrito.  Não solte balões, pois poderá provocar uma grande incêndio.  Dê passagem ao Bombeiro, a emergência pode ser sua residência.
  • 9. TEL. DO CORPO DE BOMBEIROS 193
  • 10. Introdução • Nenhum sistema de prevenção de incêndio será eficaz se não houver o elemento humano preparado para operá-lo. • Esse elemento humano, para combater eficientemente um incêndio, deverá estar perfeitamente treinado. • É um erro pensar que sem treinamento, alguém, por mais hábil que seja, por mais coragem que tenha, por mais valor que possua, seja capaz de atuar de maneira eficiente quando do aparecimento do fogo.
  • 11. BRIGADA DE INCÊNDIO • É um grupo organizado de pessoas, voluntários ou não, treinado e capacitado para atuar na prevenção e no combate a um princípio de incêndio, bem como na evacuação do local e na prestação de primeiro socorros, dentro de uma área preestabelecida.
  • 12. Histórico do Fogo O homem vem utilizando o fogo desde a antiguidade. Iluminar Aquecer Cozinhar Uso Industrial Defender
  • 13. O fogo quando sob controle é de extrema necessidade. Quando foge ao controle se transforma num agente de grande poder destruidor: O INCÊNDIO
  • 15. Teoria do Fogo • FOGO - É uma reação química de oxidação com o desprendimento de luz e calor, está reação é denominada de combustão. • INCÊNDIO - É todo fogo não controlado pelo homem, que tenha a tendência de se alastrar e de destruir. Para que haja uma combustão ou incêndio devem estar presente três elementos: Como se forma o Fogo ?
  • 16. TRIÂNGULO DO FOGO ELEMENTOS DA COMBUSTÃO Combustível Comburente Calor
  • 17. 1 - CALOR Forma de energia que eleva a temperatura, gerada da transformação de outra energia, através de processo físico ou químico. FÍSICO E QUÍMICO EFEITO DO CALOR T E M P E R A T U R A V O L U M E FISIOLÓGICOS
  • 18. EFEITOS DO CALOR ELEVAÇÃO DA TEMPERATURA
  • 20. EFEITOS DO CALOR MUDANÇA DE ESTADO FÍSICO DA MATÉRIA
  • 21. EFEITOS DO CALOR MUDANÇA DE ESTADO QUÍMICO DA MATÉRIA
  • 23. FORMAS DE TRANSMISSÃO DO CALOR PROPAGAÇÃO DO CALOR IRRADIAÇÃO
  • 24. CONDUÇÃO É O TIPO DE TRANSMISSÃO DE CALOR QUE TRANSMITE A TEMPERATURA MOLÉCULA À MOLÉCULA
  • 25. CONVECÇÃO Denomina-se convecção térmica o processo de transferência de calor que acontece graças a movimentação de um material.
  • 26. IRRADIAÇÃO É A TRANSMISSÃO REALIZADA POR ONDAS CALORÍFERAS VINDAS DE UMA FONTE DE CALOR .
  • 28. TEMPERATURA oC PONTO DE IGNIÇÃO PONTO DE COMBUSTÃO PONTO DE FULGOR
  • 29. Pontos de Temperatura Ponto de Fulgor. Estudo do Calor É a temperatura mínima na qual os combustíveis começam a desprender vapores inflamáveis que pegam fogo quando em contato com uma fonte de calor. Porém, ao retirarmos a fonte de calor, o fogo se apaga, devido à pouca quantidade de vapores (ocorre um clarão e logo se apaga).
  • 30. Pontos de Temperatura Ponto de Combustão. Estudo do Calor É a temperatura mínima na qual os combustíveis começam a desprender vapores inflamáveis que pegam fogo quando em contato com uma fonte de calor. Ao retirarmos a fonte de calor, o fogo continua. O Ponto de Combustão é, em média, 3 a 4ºC acima do Ponto de Fulgor.
  • 31. Pontos de Temperatura Ponto de Ignição. Estudo do Calor É a temperatura mínima na qual os vapores inflamáveis desprendidos de um combustível pegam fogo sem contato com uma fonte de calor. A temperatura dos vapores inflamáveis está tão alta e existe tanto vapor que eles pegam fogo pelo simples fato de entrarem em contato com o oxigênio.
  • 32. Pontos de Temperatura Estudo do Calor COMBUSTÍVEL FULGOR COMBUSTÃO IGNIÇÃO ºC ºC ºC ÉTER - 40 - 37 a – 36 180 ÁLCOOL ETÍLICO 12,6 15,6 a 16,6 371 GASOLINA - 42,8 - 39,8 a – 38,8 257 ÓLEO LUBRIFICANTE 168 171 a 172 417,2 ÓLEO DIESEL 90 93 a 94 ÓLEO DE LINHAÇA 222 225 a 226 440 QUEROSENE 40 43 a 44 254
  • 33. COMBUSTÍVEL SÓLIDO LÍQUIDO GASOSO É todo o material ou substância que possui a propriedade de queimar, ou seja, entrar em combustão. QUANTO AO ESTADO FÍSICO QUANTO A VOLATILIDADE C L A S S I F I C A Ç Ã O ÓLEO LUBRIFICANTE ÉTER GASOLINA ÁLCOOL Voláteis Não voláteis
  • 34. Estudo dos Combustíveis Classificação e Características dos Combustíveis Os combustíveis, sob ação do calor, reagem de maneiras diferentes. Sólidos Líquidos Gasosos Os combustíveis podem ser:
  • 35. Estudo dos Combustíveis Combustíveis Sólidos Todos os combustíveis sólidos de um modo geral, queimam em superfície e profundidade, deixando resíduos. Classificação e Características dos Combustíveis
  • 36. Estudo dos Combustíveis Combustíveis Líquidos Os combustíveis líquidos queimam somente em superfície e, de uma maneira geral, não deixam resíduos. São aqueles que produzem vapores que, em contato com o ar, em determinada proporção e por ação de uma fonte de calor, incendeiam-se com rapidez. Para isso, precisam no mínimo, atingir seu ponto de fulgor. Classificação e Características dos Combustíveis
  • 37. Estudo dos Combustíveis Combustíveis Gasosos Normalmente se apresentam e são utilizados nas formas liquefeitas comprimida ou dissolvido sob pressão, em depósitos metálicos fechados ou em tubulações especiais. Classificação e Características dos Combustíveis
  • 38. COMBURENTE É o elemento que associado quimicamente ao combustível, em quantidade e proporções adequadas, possibilita a combustão. OXIGÊNIO
  • 39. COMPOSIÇÃO DO AR ATMOSFÉRICO O ar que respiramos tem a seguinte composição: OXIGÊNIO: 21% NITROGÊNIO: 78% OUTROS GASES: 1%
  • 40. O QUE É NECESSÁRIO PARA QUE HAJA FOGO?
  • 42. REAÇÃO EM CADEIA COMBUSTÍVEL CALOR OXIGÊNIO QUADRILÁTERO DO FOGO SÃO REAÇÕES QUE SE PROCESSAM DURANTE O FOGO PRODUZINDO SUA PRÓPRIA ENERGIA DE ATIVAÇÃO (CALOR) ENQUANTO HOUVER SUPRIMENTO DE COMBUSTÍVEL(OXIGÊNIO) E MATERIAL COMBUSTÍVEL PARA QUEIMAR.
  • 43. PRINCIPAIS CAUSAS DE INCÊNDIO  ELETRICIDADE  SUPERFÍCIES AQUECIDAS  BALÕES E FOGOS DE ARTIFÍCIOS  GASES COMPRIMIDOS E SOLDAS  ATRITO  DEPÓSITO DE COMBUSTÍVEIS  COMBUSTÃO ESPONTÂNEA  ENERGIA ELETROSTÁTICA  CIGARROS E PALITOS DE FÓSFOROS
  • 45. INCÊNDIO CLASSE A SOLIDOS NÃO ENERGIZADOS QUEIMA NA SUPERFÍCIE E EM PROFUNDIDADE DEIXA RESÍDUOS OU CINZAS
  • 46. INCÊNDIO CLASSE B: QUEIMA SOMENTE NA SUPERFÍCIE E NÃO QUEIMA EM PROFUNDIDADE. NÃO DEIXA RESIDUOS
  • 48. METAIS PIROFÓRICOS EXEMPLOS: RASPA DE ZINCO, LIMALHAS DE MAGNÉSIO, ZIRCÔNIO, TITÂNIO , ETC...
  • 49. MÉTODOS DE EXTINÇÃO DE INCÊNDIO ABAFAMENTO RETIRA O OXIGÊNIO DO AR 21 % 19 % 16 % menos de 13 %
  • 51. RESFRIAMENTO RETIRA O CALOR MÉTODOS DE EXTINÇÃO DE INCÊNDIO
  • 53. MÉTODOS DE EXTINÇÃO DE INCÊNDIO ISOLAMENTO CONSISTE NA RETIRADA, DIMINUIÇÃO OU INTERRUPÇÃO DO MATERIAL AINDA NÃO INCENDIADO
  • 54. TIPOS DE EXTINTORES AGUA CO² PQS ABC SOBRE RODAS
  • 55. EXTINTORES DE INCÊNDIO AGUA PRESSURIZADA É o agente extintor que age principalmente por resfriamento. Atua também por abafamento (dependendo da forma como é aplicada, neblina, jato contínuo, etc.).
  • 56. CLASSE A : SIM CLASSE B : NÃO CLASSE C : NÃO CLASSE D : NÃO AGUA PRESSURIZADA 1ª -RESFRIAMENTO 2º - ABAFAMENTO
  • 57. EXTINTORES DE INCÊNDIO Age principalmente por abafamento, tendo, secundariamente, ação de resfriamento. Por não deixar resíduos nem ser corrosivo é um agente extintor apropriado para combater incêndios em equipamentos elétricos e eletrônicos sensíveis (centrais telefônicas e computadores). GAS CARBONICO CO²
  • 58. EXTINTORES DE INCÊNDIO CLASSE A : NÃO CLASSE B : SIM CLASSE C : SIM CLASSE D : NÃO 1º - ABAFAMENTO 2º - RESFRIAMENTO GAS CARBONICO CO²
  • 59. EXTINTORES DE INCÊNDIO CLASSE A : NÃO CLASSE B : SIM CLASSE C : SIM CLASSE D : NÃO ABAFAMENTO PÓ QUIMICO SECO (PQS)
  • 60. CLASSE A : SIM CLASSE B : SIM CLASSE C : SIM CLASSE D : NÃO ABAFAMENTO EXTINTORES DE INCÊNDIO PÓ QUIMICO SECO (ABC)