Prevenção e combate á incendio

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Prevenção e combate á incendio

  1. 1. PREVENÇÃO E COMBATE Á INCÊNDIOS
  2. 2. INTRODUÇÃO O fogo sob controle tem sido sempre útil, mas, ao fugir do controle do homem, o fogo se torna um agente de destruição e passa a ser denominado INCÊNDIO.
  3. 3. Exigências Legais A NR 23, que trata da proteção contra incêndio, estabelece: 23.1. DISPOSIÇÕES GERAIS 23.1.1. Todas as empresas deverão possuir: a) Proteção contra incêndios: b) Saídas suficientes; c) Equipamentos suficientes para combate ao fogo; d) Pessoas adestradas no uso correto desses equipamentos; Normas do Corpo de Bombeiros; NBR Nº 14.276 / 99 ( A B N T )
  4. 4. A Brigada de emergência caracteriza-se por um grupo organizado de pessoas, voluntárias ou não, treinadas e capacitadas para atuar na prevenção, abandono e combate a um principio de incêndio e prestar os primeiros socorros dentro de uma área estabelecida. Brigada de Emergência
  5. 5. Composição da Brigada a) Brigadista: membro da brigada de incêndio; b) Líder: responsável pela coordenação e execução das ações de emergência em sua área de atuação (pavimento ou setor); c) Chefe de brigada: responsável por uma edificação com mais de um pavimento/setor; d) Coordenador geral: responsável por todas as edificações que compõem uma empresa. e) Assessor Técnico: responsável pela formação, treinamento e fiscalização da brigada, assessorando a empresa nos assuntos relativos à proteção contra incêndio.
  6. 6. ATRIBUIÇÕES DA BRIGADA Exercer prevenção, combater princípios de incêndio e efetuar salvamento; Conhecer e avaliar os riscos de incêndio existentes; Recepcionar e orientar o Corpo de Bombeiros; Participar das inspeções regulares e periódicas; Conhecer as vias de escape; Conhecer os locais onde estão instalados os equipamentos de proteção contra incêndio (extintores, hidrantes, detectores, alarme) Conhecer todos os setores e instalações da empresa; Conhecer o princípio de funcionamento de todos os equipamentos de proteção contra incêndio; Estar sempre atento e atender imediatamente a qualquer chamado de emergência; Agir de maneira rápida e enérgica em situações de emergência; Inspecionar os setores ao término do expediente, verificando se todos os equipamentos foram desligados, luzes apagadas e lixeiras esvaziadas
  7. 7. ATRIBUIÇÕES ESPECÍFICAS DO COORDENADOR Elaborar o plano de prevenção e combate a incêndio; Providenciar o treinamento periódico da brigada; Fiscalizar a inspeção e manutenção dos equipamentos de proteção contra incêndio; Selecionar os funcionários que irão compor a brigada de incêndio; Dirigir as operações de emergência.
  8. 8. ATRIBUIÇÕES ESPECÍFICAS DO CHEFE DA ASSESORIA Desenvolver e fiscalizar o programa de treinamento da brigada; Assessorar na compra de equipamentos; Fiscalizar a aplicação dos exercícios de combate a incêndio, salvamento e abandono do prédio; Elaborar relatório sobre as condições de segurança e atividades da brigada;
  9. 9. ATRIBUIÇÕES ESPECÍFICAS DO CHEFE DA BRIGADA Atuar nos treinamentos e sinistros, coordenando todos os líderes de sua edificação; Receber e cumprir as orientações do coordenador da brigada e transmitir aos seus líderes; Inspecionar os equipamentos do seu setor; Fornecer dados para elaboração dos relatórios; Avaliar as condições dos equipamentos , bem como dos brigadistas durantes os treinamentos;
  10. 10. Máscara contra gases; Botas, luvas e capacetes; Lanternas; Cordas; Equipamentos de primeiros socorros; Maca; Equipamentos de corte e arrombamento (machado, pé de cabra, malho, serra, etc); Material de comunicação (HT). RECURSOS MATERIAIS
  11. 11. FOGO É UMA REAÇÃO QUÍMICA DE OXIDAÇÃO-REDUÇÃO FORTEMENTE EXOTÉRMICA INCÊNDIO É UMA REAÇÃO QUÍMICA, FORTEMENTE EXOTÉRMICA, QUE SE DESENVOLVE DE FORMA DESORDENADA E INCONTROLÁVEL FOGO E INCÊNDIO
  12. 12. TRIANGULO DO FOGO
  13. 13. TETRAEDRO DO FOGO
  14. 14. ELEMENTOS ESSENCIAIS DO FOGO COMBUSTÍVEL É tudo aquilo capaz de entrar em combustão, ou seja, é o elemento que alimenta o fogo, contribuindo para a sua propagação. Os combustíveis comuns, na sua maioria, são compostos de carbono ou hidrogênio em quantidades variáveis, podendo ser sólidos, líquidos e gasosos.
  15. 15. Classificação dos Combustíveis: a) Quanto ao Estado Físico Sólidos: carvão, madeira, pólvora, etc. Líquidos: gasolina, álcool, éter, óleo, etc. Gasosos: metano, etano, etileno, etc. b) Quanto à Volatilidade Voláteis: São aqueles que, à temperatura ambiente, são capazes de se inflamar (álcool, éter, benzina, etc.) Não Voláteis: São aqueles que, para desprenderem vapores capazes de se inflamar, necessitam aquecimento acima da temperatura ambiente (óleo combustível, óleo lubrificante, etc.)
  16. 16. ELEMENTOS ESSENCIAIS DO FOGO COMBURENTE (OXIGÊNIO) O oxigênio é o segundo elemento do tetraedro do fogo e é encontrado normalmente no ar atmosférico, que é uma mistura, grosso modo, de 21% de oxigênio, 78% de nitrogênio e 1% de outros gases. É o elemento que possibilita vida às chamas e intensifica a combustão, razão pela qual em ambiente pobre de oxigênio o fogo quase não produz chamas, enquanto que, no ambiente rico de oxigênio elas são intensas, brilhantes e de elevadas temperaturas. É de se ressaltar, todavia, que existem substâncias que possuem na sua estrutura grandes quantidades de oxigênio (agentes oxidantes), liberando-o durante a queima. Estas substâncias, conseqüentemente, podem manter combustão em ambientes, onde não existia oxigênio em proporções adequadas, para que possa ocorrer o fogo.
  17. 17. ELEMENTOS ESSENCIAIS DO FOGO ENERGIA (CALOR) É o terceiro elemento essencial do fogo e constitui um dos lados do tetraedro. É o elemento que serve para dar inicio a um incêndio, que o mantém e incentiva a sua propagação. É através do calor, que é uma forma de energia, que elevamos a temperatura do combustível à sua temperatura de ignição a fim de haver o fogo. O calor pode ser suprido por várias fontes de ignição tais como: equipamentos elétricos, superfícies quentes, fricção mecânica, centelhas, chama aberta, etc.
  18. 18. Térmica: a ignição é feita através de uma fonte de calor ou por uma energia de ativação direta; Química: a energia se produz através de uma reação química do tipo exotérmica dada por diluição, decomposição, etc... ; Mecânica: quando a energia é obtida através de um fenômeno físico de caráter mecânico, tais como compressão, fricção, etc... : Nuclear: quando a energia se produz como conseqüência de um processo de cisão de núcleos de átomos radioativos. Fontes de Ignição:
  19. 19. Quando o Combustível, o Oxigênio e o Calor atingem condições favoráveis, misturando-se em proporções ideais, acontece uma Reação Química em cadeia e, então, surge o fogo. REAÇÃO QUÍMICA (REAÇÃO EM CADEIA)
  20. 20. O Limite Inferior de Inflamabilidade é a concentração máxima de vapores combustíveis no ar abaixo da qual não existe combustão, em virtude da mistura ser demasiado pobre em vapores combustíveis. O Limite Superior de Inflamabilidade, por seu turno, é a concentração mínima de vapores combustíveis no ar acima da qual não existe combustão, em virtude da mistura ser demasiado rica em vapores combustíveis. Os fatores que influenciam o domínio da explosividade são:  Aumento da pressão e/ou temperatura;  Diminuição da pressão e/ou temperatura:  Diminuição da percentagem de oxigênio. LIMITES DE INFLAMABILIDADE
  21. 21. CONDUÇÃO PROPAGAÇÃO DO FOGO
  22. 22. PROPAGAÇÃO DO FOGO CONVECÇÃO
  23. 23. PROPAGAÇÃO DO FOGO RADIAÇÃO
  24. 24. PONTOS DE TEMPERATURA PONTO DE FULGOR PONTO DE COMBUSTÃO PONTO DE IGNIÇÃO
  25. 25. FASES DO FOGO A fase de latência. A fase de arranque,; A fase de aceleração, A fase de combustão A fase de declínio ou de extinção
  26. 26. EFEITOS DO FOGO O fogo manifesta-se através de diversos tipos de fenômenos primários e secundários : Efeito térmico; Efeito óptico; Fumos; Diversos - ruídos, partículas ionizadas de que derivam diversos produtos da combustão.
  27. 27. PRODUTOS RESULTANTES DA COMBUSTÃO: Fumaça a) Fumaça branca ou cinza clara:. b) fumaça preta ou cinza escura: c) Fumaça amarela / vermelha: Chama ou incandescência Gases GAS CARBONICO OU BIXIDO DE CARBONO (CO2): MONOXIDO DE CARBONO OU OXIDO DE CARBONO (CO): Fumos Cinzas
  28. 28. FONTES CAUSADORAS DE INCÊNDIO Atrito Eletricidade Química Acidente
  29. 29. Ir p/ primeira página Classe dos Incêndios CLASSE ACLASSE A – Fogo em materiais sólidos . Caracteriza-se por queimar em superfície e profundidade . Após a queima deixam resíduos. EX. tecido, madeira, papel, capim, etc. CLASSE B – Fogo em líquidos inflamáveis. Caracteriza por queimar-se na superfície, não deixando resíduos. Ex. graxas, vernizes, tintas, gasolina, álcool, éter, etc. CLASSE C – Fogo em equipamentos elétricos energizados. EX. motores, quadros de distribuição, fios sob tensão, computadores, etc. CLASSE D – Fogo em elemento pirofóricos. EX. Magnésio, zircônio, titânio, etc. CLASSE E - São as substâncias radioativas, tais como urânio, cobalto, césio, rádio, etc. Para ser feita a extinção deste fogo deve- se ser aplicado pó químico especial. A proteção do combatente deste incêndio deve ser feita com EPIs especiais para radioatividade.
  30. 30. CLASSES DE INCÊNDIO COMBUSTÍVELENVOLVI DO MÉTODO PRINCIPAL DE EXTINÇÃO AGENTE EXTINTOR A papel, madeira, tecidos, fibras, etc resfriamento água B líquidos inflamáveis e combustíveis (graxa, tinta, verniz, petróleo, derivados, etc). estáticos- abafamento ou quebra de reação química dinâmicos- reação do combustível espuma – pó químico seco – água sob a forma de neblina ou vapor – CO2 C equipamentos elétricos energizados abafamento CO2 – pó químico seco D metais combustíveis (magnésio, alumínio, antimônio, titânio, etc) quebra de reação química pós especiais E Substâncias radioativas: urânio, césio, cobalto, etc... quebra de reação química pós especiais Classe dos Incêndios
  31. 31. CLASSIFICAÇÃO DAS CAUSAS DE INCÊNDIO Causas Naturais Causas Acidentais Causas Criminosas
  32. 32. ALGUNS FENÔMENOS DECORRENTES EM INCÊNDIOS BLEVE BACKDRAFT FLASHOVER SLOPOVER BOIL OVER JET FIRE (JATO DE FOGO FLASHFIRE Explosão Confinada – (V.C.E.) Explosão Não Confinada – (U.V.C.E.)
  33. 33. EXPLOSÕES É a queima de gases ( ou partículas sólidas), em altíssima velocidade, em locais confinados, com grande liberação de energia e deslocamento de ar. Combustíveis líquidos, acima da temperatura de fulgor, liberam gases que podem explodir (num ambiente fechado) na presença de uma fonte de calor. Na explosão há grande liberação de energia e deslocamento de ar.
  34. 34. PREVENÇÃO DE INCÊNDIO Designa-se por prevenção de incêndios o conjunto de medidas tendentes a limitar a probabilidade de que um incêndio se inicie. Depois de um incêndio se iniciar, podem adaptar-se outro tipo de medidas, nestas circunstâncias designadas por medidas de proteção. As medidas de proteção têm por finalidade minimizar as conseqüências de um incêndio.
  35. 35. OBJETIVOS DA PREVENÇÃO DE INCÊNDIO A garantia da segurança à vida das pessoas que se encontrarem no interior de um edifício, quando da ocorrência de um incêndio; A prevenção da conflagração e propagação do incêndio, envolvendo todo o edifício; A proteção do conteúdo e a estrutura do edifício; Minimizar os danos materiais de um incêndio.
  36. 36. OBJETIVOS DA PREVENÇÃO DE INCÊNDIO Controle da natureza e da quantidade de materiais combustíveis constituintes e contidos no edifício; Dimensionamento da compartimentação interna, do distanciamento entre edifícios e da resistência ao fogo dos elementos de compartimentação; Dimensionamento da proteção e de resistência ao fogo da estrutura do edifício; Dimensionamento de sistemas de detecção e alarme de incêndio e/ou de sistemas de chuveiros automáticos de extinção de incêndio e/ou equipamentos manuais para combate; Dimensionamento das rotas de escape e dos dispositivos para controle do movimento da fumaça. Controle das fontes de ignição e riscos de incêndio; Acesso para os equipamentos de combate a incêndio; Treinamento de pessoal habilitado a combater um princípio de incêndio e coordenar o abandono seguro da população de um edifício; Gerenciamento e manutenção dos sistemas de proteção contra incêndio instalado; Controle dos danos ao meio ambiente decorrente de um incêndio.
  37. 37. MEDIDAS DE PREVENÇÃO Medidas de atuação sobre o combustível Medidas de atuação sobre o comburente Medidas de atuação sobre a energia de ativação Medidas de atuação sobre a reação em cadeia Medidas de atuação sobre misturas combustível - comburente
  38. 38. MÉTODOS DE EXTINÇÃO E COMBATE A INCÊNDIOS EXTINÇÃO DO FOGO PELA REMOÇÃO DO CALOR EXTINÇÃO DO FOGO PELA EXCLUSÃO DO OXIGÊNIO
  39. 39. MÉTODOS DE EXTINÇÃO E COMBATE A INCÊNDIOS EXTINÇÃO DO FOGO PELA REMOÇÃO DO COMBUSTÍVEL EXTINÇÃO DO FOGO POR UMA COMBINAÇÃO DE MÉTODOS
  40. 40.  ÁGUA  ESPUMA MECÂNICA  PÓ QUÍMICO SECO  GÁS CARBÔNICO AGENTES EXTINTORES
  41. 41. EQUIPAMENTOS MANUAIS DE COMBATE A INCÊNDIO EXTINTORES São aparelhos portáteis ou carroçáveis que servem para extinguir princípios de incêndio. Os extintores devem estar em local bem visível e de fácil acesso. Os extintores não são automáticos ou auto ativados, se o incêndio começa eles continuam pendurados, inertes no lugar e nada acontece, pois são as mãos humanas que, precisam levá-los ao lugar necessário, apontá-los corretamente, ativá-los de modo a extinguir as chamas.
  42. 42. Extintor de Água Pressurizada: Combate princípios de incêndios de classe A extingue o fogo por resfriamento, não dever ser usado em aparelhos elétricos energizados. TIPOS DE EXTINTORES
  43. 43. TIPOS DE EXTINTORES Extintor de Gás Carbônico: pode ser usado em incêndios de classe A, B e C, é mais indicado para equipamentos elétricos energizados. .
  44. 44. TIPOS DE EXTINTORES Extintor de Pó Químico Seco: 1º) Pó Químico Pressurizado: pode haver perda de carga devido a petrificação do pó. 2º) Pó Químico Especial: usado para incêndios em classe D. Os extintores de pó químico seco podem ser usados em todas as classes de incêndios, não devem ser usados em centrais telefônicas ou computadores porque deixam resíduos
  45. 45. MANGUEIRA DE INCÊNDIO Mangueira Tipo 1: Destina-se a edifícios residenciais. Mangueira Tipo 2: Destina-se a edifícios comerciais, industriais e ao Corpo de Bombeiros Mangueira Tipo 3: Destina-se à área naval, industrial e ao Corpo de Bombeiros. Mangueira Tipo 4: Destina-se à área industrial, onde é desejável uma maior resistência à abrasão. Mangueira Tipo 5: Destina-se à área industrial, onde é desejável uma alta resistência à abrasão e à superfícies quentes.. EQUIPAMENTOS MANUAIS DE COMBATE A INCÊNDIO
  46. 46. EQUIPAMENTOS MANUAIS DE COMBATE A INCÊNDIO MANGUEIRA DE INCÊNDIO ACONDICIONAMENTO  Em espiral  Aduchada  Em ziguezague TRANSPORTE E MANUSEIO LANÇAMENTO DE MANGUEIRAS ACOPLAMENTO DE MANGUEIRAS CUIDADOS COM AS MANGUEIRAS
  47. 47. EQUIPAMENTOS MANUAIS DE COMBATE A INCÊNDIO HIDRANTE HIDRANTE DE COLUNA
  48. 48. EQUIPAMENTOS MANUAIS DE COMBATE A INCÊNDIO HIDRANTE HIDRANTE DE PAREDE
  49. 49. EQUIPAMENTOS MANUAIS DE COMBATE A INCÊNDIO ESGUICHOS ESGUICHO AGULHETA ESGUICHO REGULÁVEL
  50. 50. INSTALAÇÕES FIXAS DE COMBATE A INCÊNDIOS As instalações fixas de combate a incêndios destinam-se a detectar o início do fogo e resfriá-lo Detector de fumaça. Detector de temperatura. Detector de chama. Sprinklers: redes de pequenos chuveiros no teto dos ambientes. Dilúvio: gera um nevoeiro d'água. Cortina d'água: rede de pequenos chuveiros afixados no teto e alinhados para, quando acionados, formar uma cortina d'água. Resfriamento: rede de pequenos chuveiros instalados ao redor e no topo de tanques de gás, petróleo, gasolina e álcool. Geralmente são usados em áreas industriais. Halon. destruidor da camada de ozônio
  51. 51. ILUMINAÇÃO DE EMERGÊNCIA A iluminação de emergência, que entra em funcionamento quando falta energia elétrica, pode ser alimentada por gerador ou bateria e acumuladores (não-automotiva).
  52. 52. ALARMES DE INCÊNDIO Os alarmes de incêndio podem ser manuais ou automáticos. Os detectores de fumaça, de calor e de temperatura acionam automaticamente os alarmes. O alarme deve ser audível em todos os setores da área abrangida pelo sistema de segurança. As verificações dos alarmes precisam ser feitas periodicamente, seguindo as instruções do fabricante.
  53. 53. SISTEMAS DE SOM E INTERFONIA Os sistemas de som e interfonia devem ser incluídos no plano de abandono do local e devem ser verificados e mantidos em funcionamento de acordo com as recomendações do fabricante
  54. 54. PORTAS CORTA-FOGO Elas devem resistir ao calor por 60 minutos, no mínimo (verifique se está afixado o selo de conformidade com a ABNT). Toda porta corta-fogo deve abrir sempre no sentido de saída das pessoas. Seu fechamento deve ser completo. Além disso, elas nunca devem ser trancadas com cadeados ou fechaduras e não devem ser usados calços, cunhas ou quaisquer outros artifícios para mantê-las abertas.
  55. 55. SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA Podemos considerar a sinalização dos locais e áreas de trabalho quer como fator na prevenção de incêndios, quer como fator muito importante na sua proteção
  56. 56. SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA
  57. 57. SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA
  58. 58. PROCEDIMENTOS BÁSICOS DE EMERGÊNCIA 1. Alerta 2. Análise da situação 3. Primeiros socorros 4. Corte de energia 5. Abandono de área 6. Confinamento do sinistro 7. Isolamento da área 8. Extinção 9. Investigação
  59. 59. EVACUAÇÃO DE EMERGENCIA tempo de detecção e alarme; tempo de atraso na identificação e resposta ao alarme; tempo de evacuação propriamente dito.
  60. 60. ORDEM DE ABANDONO O responsável máximo da brigada de incêndio (coordenador-geral, chefe da brigada ou líder, conforme o caso) determina o início do abandono, devendo priorizar o(s) local(is) sinistrado(s), o(s) pavimento(s) superior(es) a este(s), o(s) setor(es) próximo(s) e o(s) local(is) de maior risco.
  61. 61. ROTA DE FUGA Via considerada mais segura por onde devem se evadir os colaboradores das áreas já atingidas ou passíveis de se tornarem áreas de emergência. Esta rota deve ser divulgada a todos através do processo de integração. Corredores, escadas, rampas, passagens entre prédios geminados e saídas são rotas de fuga e devem sempre ser mantidas desobstruídas e bem sinalizadas.
  62. 62. PONTO DE ENCONTRO Local sinalizado onde se recebe maiores instruções de como será o procedimento adotado de acordo com o tipo de emergência, do retorno ao local de trabalho, ou mesmo abandono da área industrial, devendo ser contabilizado a quantidade de colaboradores neste local e se possível o tempo de chegada de todos ao local
  63. 63. ROTEIRO DE TESTES E VERIFICAÇÕES EQUIPAMENTOS TESTES E VERIFICAÇÕES PERIODICIDADE Rotas de fuga Desobstrução Diária Portas corta-fogo Fechamento Diária Lubrificação, calibragem, vedação e oxidação Semestral Pressurização/Exaustão Funcionamento Mensal Instalação elétrica Verificação geral Mensal Carga de incêndio Quanto a materiais manipulados/estocados (industrial/comercial) Diária Pára-raios Verificação geral Anual Após reparos e reformas Semestral Com sinais de corrosão e após descargas atmosféricas Semestral Iluminação de emergência Funcionamento, aclaramento e balizamento Semanal Funcionamento do sistema por uma hora Trimestral Detecção Funcionamento de baterias e medição Conforme indica o fabricante Alarme Funcionamento e audibilidade Semanal
  64. 64. ROTEIRO DE TESTES E VERIFICAÇÕES EQUIPAMENTOS TESTES E VERIFICAÇÕES PERIODICIDADE Extintores Obstrução, lacre, manômetro, vazamentos, bicos e válvulas Diária Recarga: após o uso, se despressurizado, com material empedrado e após teste hidrostático De imediato Mesmo se não usados: Anual Espuma Pó químico e água Anual Se houver diferença de peso que ultrapasse: Anual 50% – Pó químico e água 10% – CO2 Anual Teste hidrostático Quinzenal Hidrantes Funcionamento, registro de recalque e registro globo Mensal Instalações fixas e automáticas Depende do tipo Conforme indica o fabricante
  65. 65. INSTRUÇÕES GERAIS EM CASO DE EMERGÊNCIAS Em caso de Incêndio recomenda – se: • Manter a calma, evitando o pânico, correrias e gritarias; • Acionar o Corpo de Bombeiros no telefone 193; • Usar extintores ou os meios disponíveis para apagar o fogo; • Acionar o botão de alarme mais próximo, ou telefonar para o ramal de emergência, quando não se conseguir a extinção do fogo; • Fechar portas e janelas, confinando o local do sinistro; • Isolar os materiais combustíveis e proteger os equipamentos, desligando o quadro de luz ou o equipamento da tomada; • Comunicar o fato à chefia da área envolvida ou ao responsável do mesmo prédio; • Armar as mangueiras para a extinção do fogo, se for o caso; • Existindo muita fumaça no ambiente ou local atingido, usar um lenço como máscara (se possível molhado), cobrindo o nariz e a boca; • Para se proteger do calor irradiado pelo fogo, sempre que possível, manter molhadas as roupas, cabelos, sapatos ou botas.
  66. 66. INSTRUÇÕES GERAIS EM CASO DE EMERGÊNCIAS Em caso de confinamento pelo fogo recomenda-se: • Procure sair dos lugares onde haja muita fumaça; • Mantenha-se agachado, bem próximo ao chão, onde o calor é menor e ainda existe oxigênio; • No caso de ter que atravessar uma barreira de fogo, molhe todo o corpo, roupas e sapatos, encharque uma cortina e enrole-se nela, molhe um lenço e amarre-o junto à boca e ao nariz e atravesse o mais rápido que puder. :
  67. 67. INSTRUÇÕES GERAIS EM CASO DE EMERGÊNCIAS Em caso de abandono de local recomenda -se: • Seja qual for a emergência, nunca utilizar os elevadores; • Ao abandonar um compartimento, fechar a porta atrás de si (sem trancar) e não voltar ao local; • Ande, não corra; • Facilitar a operação dos membros da Equipe de Emergência para o abandono, seguindo à risca as suas orientações; • Ajudar o pessoal incapacitado a sair, dispensando especial atenção àqueles que, por qualquer motivo, não estiverem em condições de acompanhar o ritmo de saída (deficientes físicos, mulheres grávidas e outros); • Levar junto com você visitantes; • Sair da frente de grupos em pânico, quando não puder controlá-los
  68. 68. OUTRAS RECOMENDAÇÕES • Não suba, procure sempre descer pelas escadas; • Não respire pela boca, somente pelo nariz; • Não corra nem salte, evitando quedas, que podem ser fatais. Com queimaduras ou asfixias, o homem ainda pode salvar–se; • Não tire as roupas, pois elas protegem seu corpo e retardam a desidratação. Tire apenas a gravata ou roupas de nylon; • Se suas roupas se incendiarem, jogue–se no chão e role lentamente. Elas se apagarão por abafamento; • Ao descer escadarias, retire sapatos de salto alto e meias escorregadias

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