PRINCÍPIOS DE
COMBATE A INCÊNDIO
instrutor wilson gustavo
MÓDULO
⮚ 01 - Introdução
⮚ 02 – Histórico
⮚ 03 – Definição de fogo
⮚ 04– Classes do fogo
⮚ 05 – Formas de
propagação
⮚ 06 – Prevenção de
Incêndio
⮚ 07- Métodos de Extinção
⮚ 08 – Agentes Extintores
⮚ 09 – Equipamentos de
Combate à Incêndio
⮚ 10 – Sistemas
Preventivos
⮚ 11 – Sinalização de
Segurança
⮚ 12 – Procedimentos em
Casos de Incêndios
⮚ 13 – Como usar o
Extintor
⮚ 14 - Conclusão
01 – INTRODUÇÃO
⮚ A Prevenção como ato de evitar ou se atenuar os efeitos de
uma causa, mediante a adoção prévia de certas medidas de
controle.
⮚ A Prevenção de Incêndio é um principio, cuja aplicação e
desenvolvimento visam evitar as consequências danosas de
um incêndio ou pelo menos limitar a propagação do fogo caso
ele surja.
⮚ É Regra básica para a Segurança Operacional
(trabalhadores) e Patrimonial. (NR 23.1)
⮚ COSCIP DO ESTADO QUE RESIDE A EMPRESA.
peCOSCIP
Regulamento que estabelece critérios e define
sistemas de segurança contra incêndio e pânico
para edificações no Estado de Pernambuco, o
qual passa a ser denominado de Código de
Segurança Contra Incêndio e Pânico para o
Estado de Pernambuco - COSCIP.
DECRETO 46.658 DE 26 /10/2018
PUBLICADO NO DUO 27/10/2021
01 – INTRODUÇÃO
• OBEDIÊNCIA AS SINALIZAÇÕES
• ORIENTAÇÃO SEGURA
Muitas catástrofes com elevado número de vitimas
poderiam ter sido evitadas, se houvesse:
01 – INTRODUÇÃO
⮚ A Prevenção de Incêndio não se
resume apenas na existência de
equipamentos de combate a incêndio
dentro da empresa.
⮚ Estará completa no momento em
que todos tiverem consciência da sua
participação do esquema defensivo.
02 - HISTÓRICO
⮚ FENÔMENOS NATURAIS.
⮚ ATRITO DOS GALHOS SECOS.
⮚ ATRITO DE PEDRAS, PRODUZINDO FAÍSCAS.
⮚ EM 1827 SURGIU O PALITO DE FÓFORO (E
INCENDIAVA FACILMENTE).
⮚ EM 1845 COMEÇARAM A FABRICAR OS CHAMADOS
FÓSFOROS DE SEGURANÇA.
02 - HISTÓRICO
⮚ Os Romanos, no ano 06 A.C. os primeiros a organizar grupos com essa
finalidade.
⮚ Durante o Império de Caio Júlio César Otávio Augusto (63 A.C. até 14 D.C.),
foi criado um corpo de 07 mil homens – coortes vigilum .
⮚ Formadas pelos “cifonari”, pessoas que davam o alarme do fogo,
transportavam escadas e baldes, ainda, e nas horas de aflição, invocavam
deuses para que o incêndio terminasse logo.
⮚ Leis de Roma estabeleceram que as casas deviam dispor , de um sistema
com água para casos de incêndio.
⮚ Descobertas arqueológicas indicam que enormes sinistros, em particular
incêndios, destruíram cidades magníficas como, Nínive, Jericó, Jerusalém e
outras urbes. Restando para estudos ruínas e carvão.
02 - HISTÓRICO
Catástrofes que viraram História
⮚ Incêndio de Roma, ordenado por Nero.
⮚ Londres sofreu vários incêndios, entre os quais o de 1666 e outro
em 1798.
⮚ Moscou em 1812, foi destruída pelo fogo, imposto pelos Russos,
após ser capturada pelo exercito de Napoleão Bonaparte.
⮚ Incêndio no edifício Joelma em São Paulo 1974. ( + de 180 Mortes
).
⮚ Incêndio na Boate Kiss em Santa Maria/ RG 2013 ( + de 230
Mortes).
03 – DEFINIÇÃO DE FOGO
FOG
O
INCÊNDI
O
DESEJADO
UTILIZADO
SOB
CONTROLE
INDESEJADO
DESTRUIDOR
FORA DE
CONTRO LE
03 – DEFINIÇÃO DE FOGO
⮚ Definição de Fogo: - Produto de uma reação
química, denominada combustão, que produz luz e
calor ou só calor.
⮚ Elementos do fogo:
⮚ Combustível
⮚ Oxigênio (Comburente)
⮚ Calor
⮚ Combustível: Material ou substância que possui a
propriedade de queimar. Apresentam-se em três
estados:
⮚Sólido
⮚Liquido
⮚Gasoso
⮚ Comburente: É Oxigênio em proporções
adequadas (± 8%).
⮚ Calor: Elemento que proporciona a reação entre o
combustível e o comburente. Há casos em ocorrem
combustão espontânea.
03 – DEFINIÇÃO DE FOGO
TRIÂNGULO DO FOGO
HOJE EM DIA
NÃO SE USA MAS O TERMO TRIÂNGULO
Pela transformação da energia mecânica:
a) Atrito
Por falta de lubrificação em motores, máquinas,
eixos de rodas e de transmissão etc, pode ser a causa de
muitos incêndios.
03 – DEFINIÇÃO DE FOGO
⮚ Pela transformação da energia química:
O calor é produzido por efeito da combinação entre certos
corpos. Se dessa combinação resultar o desprendimento de calor, a
reação química será exotérmica (cal virgem + água; sódio ou o
potássio + água; óleo vegetal + ar; etc). A reação química será de
natureza endotérmica quando se verificar a absorção de calor, o que
normalmente ocorre na formação de corpos explosivos, a exemplo da
combinação da glicerina com o ácido nítrico.
03 – DEFINIÇÃO DE FOGO
03 – DEFINIÇÃO DE FOGO
⮚ Pela transformação da energia elétrica:
A tendência da eletricidade, quando flui por um condutor, é
desenvolver temperatura, transformando-se em energia térmica todas
as vezes que encontra um obstáculo no seu caminho, uma resistência
a sua passagem.
Pontos de Fulgor, combustão e ignição:
Praticamente todos os corpos quando submetidos à ação do
calor, não sendo gasosos, terão que se gaseificar para assim
poderem reagir com o oxigênio do ar e se queimar. Naturalmente
que o grau de temperatura necessário varia de corpo para corpo,
portanto é importante lembrar que a temperatura é um efeito
resultante da intensividade do calor aplicado a um corpo, enquanto a
quantidade de calor que um corpo absorve ou desprende para
estabelecer uma determinada temperatura representa a causa.
Partindo desse principio, pode-se definir o que sejam Pontos de
fulgor, de combustão e de ignição.
03 – DEFINIÇÃO DE FOGO
Formação do Fogo – Pontos Notáveis
⮚ Ponto de Fulgor - É a temperatura mínima, na qual um corpo
começa a desprender vapores que se inflamam em contato com
uma chama. Afastada a chama, o fogo se apaga devido à
insuficiência na quantidade de vapores.
PONTOS DE TEMPERATURA
⮚ Ponto de Combustão ou inflamação - É a temperatura mínima,
na qual os vapores do combustível se formam com rapidez e em
quantidade suficiente para sustentar a queima, bastando para isso
que entre em contato com uma fonte de ignição.
PONTOS DE TEMPERATURA
⮚ Ponto ou temperatura de Ignição - É a temperatura mínima, na
qual os gases ou vapores desprendidos de um corpo combustível
entram em combustão apenas pelo contato com o oxigênio do ar,
portanto independente de contato com uma fonte de ignição.
PONTOS DE TEMPERATURA
Observação:
⮚ Os gases não tem ponto de fulgor, queimam imediatamente além de
formarem mistura explosiva com o ar.
03 – DEFINIÇÃO DE FOGO
Produtos Ponto de Fulgor ºC Ponto de Ignição
Benzeno -11 560
Lacas -17.7 235
Benzina -17.7 287
Éter -45 160
Acetona -17.7 465
Gasolina -42 257
Solvente (tipo varsol) 38/43 232
Querosene 38 210
Terebentina 12.6 365
Álcool 34.9 253
⮚ Pontos de fulgor e de ignição de alguns dos produtos comumente usados nas
indústrias e na vida doméstica:
PONTOS DE TEMPERATURA
Ponto de
Ponto de
Ponto de
⮚ Classe ‘’A” : Fogo em material combustível
sólido.
⮚ Exemplo: Papel, Madeira, Tecidos, Fibras,
etc.
04 – CLASSES DO FOGO
⮚ Classe ‘’B” : Fogo em gases, líquidos e
pastas inflamáveis.
⮚Exemplo: Óleos, Gasolina, GLP,
Thinner, Álcool, Cera, etc.
⮚ Classe “C” : Fogo em equipamentos
elétricos (ligados)
⮚ Exemplo: Computador, Motores, Painéis, etc.
⮚ Classe “D” : Fogo em metais pirofóricos.
⮚Exemplo: Magnésio, Potássio, Alumínio em
pó, etc.
04 – CLASSES DO FOGO
É a transferência de calor de um corpo para outro
molécula por molécula, pelo contato direto ou mediante
um meio intermediário sólido.
05 - Transmissão do Calor
CONDUÇÃO
05 - Transmissão do Calor
RADIAÇÃO
É a transferência de calor, de um corpo para outro,
mediante os raios térmicos. Desta maneira é que
recebemos a luz do sol.
05 - Transmissão do Calor
CONVECÇÃO
É a transferência de calor de um corpo para outro ,
através da massa de ar aquecida.
06 – CAUSAS DO INCÊNDIO
Classificação das Causas:
■ NATURAIS – FENÔMENOS
■ ARTIFICIAIS – AÇÃO DIRETA DO HOMEM
■ ACIDENTAIS
DESCUIDO DO HOMEM, SEM INTENÇÃO DE PROVOCÁ-
LO.
■ PROPOSITAIS
ORIGEM CRIMINOSA, INTENÇÃO DE PROVOCÁ-LO
PRINCIPAIS CAUSAS DO
INCÊNDIO
BRINCADEIR
A
DE
CRIANÇA
DISPLICÊNCIA
NA
COZINHA
DESCUIDO COM
FÓFOROS
VELAS E
LAMPARINAS
VAZAMENTO
G.L.P
PRINCIPAIS CAUSAS DO
INCÊNDIO
PONTAS DE
CIGARROS
INSTALAÇÕES
INADEQUADAS
PRINCIPAIS CAUSAS DO
INCÊNDIO
TRABALHOS DE
SOLDAGEM
PRODUTOS QUÍMICOS
INFLAMÁVEIS
PRINCIPAIS CAUSAS DO
INCÊNDIO
07 – MÉTODOS DE EXTINÇÃO
07 – MÉTODOS DE EXTINÇÃO
07 – MÉTODOS DE EXTINÇÃO
08 – AGENTES EXTINTORES
Água: Ação de Extinção é o resfriamento, podendo ser empregada
tanto no estado líquido como no gasoso.
⮚ Estado líquido - JATO COMPACTO E CHUVEIRO
(Resfriamento), NEBLINA (Resfriamento e Abafamento (forma de
vapor)).
Espuma: Ação de extinção é de abafamento e, secundariamente,
de resfriamento; por utilizar água na sua formação, conduz corrente
elétrica.
ESPUMA QUÍMICA – Reação Química entre Sulfato de Alumínio e
Bicarbonato com estabilizador de espuma.
Por um processo de batimento de uma mistura de água com um
agente espumante e a aspiração simultânea de ar atmosférico em
esguicho próprio, temos também a formação de ESPUMA
MECÂNICA, que pode ser de baixa, média e alta expansão.
Gases Inertes: tais como o anidrido carbônico ou gás
carbônico, o nitrogênio e os hidrocarboneto halogenados, não
conduzem corrente elétrica, e extinguem o fogo por
abafamento ou rompimento de cadeia iônica.
Pós químicos: tais como o bicarbonato de sódio, o sulfato
de alumínio, a grafite, há pós especiais, próprios para fogo em
magnésio, sódio e potássio. Esse pós químico geralmente
atuam por abafamento e rompimento da cadeia iônica e não
são condutores de eletricidade.
08 – AGENTES EXTINTORES
08 – AGENTES EXTINTORES
08 – AGENTES EXTINTORES
08 – AGENTES EXTINTORES
Capacidade 10 L
Alcance médio do
Jato
10 M
Tempo de Descarga 60 s
Funcionamento: A Pressão do
Gás propelente expele a Água
quando o Gatilho é acionado.
Fogo em material
combustível sólido.
⮚Exemplo: Papel,
Madeira, Tecidos,
Fibras, Plásticos, etc.
08.1 – ÁGUA PRESSURIZADA
Capacidade 10 L
Alcance médio do
Jato
5 M
Tempo de Descarga 60 s
Funcionamento: Abre-se a
válvula do Gás, propelente
expele a Água quando a válvula
é aberta.
08.2 – ESPUMA MECÂNICA
Capacidade 2 ; 4 ou 6 Kg
Alcance médio do Jato 2,5 M
Tempo de Descarga 25 s
Funcionamento: Gás armazenado sob
pressão, liberado ao acionar o gatilho.
Fogo em gases, líquidos
e
pastas inflamáveis.
Exemplo: Óleos,
Gasolina, GLP,
Álcool, Cola, etc.
08.3 – CO2 – DIÓXIDO DE
CARBONO
08.4 – PÓ QUÍMICO SECO -
PQS
Capacidade
1; 2 ; 4 ; 6
8 ou12 Kg
Alcance médio do
Jato
5 M
Tempo de Descarga
15 s (4)
25 s (12)
Funcionamento: Gás armazenado
sob pressão, liberado ao
acionar o gatilho.
Fogo em
equipamentos
elétricos
(ligados)
EQUIPAMENTOS DE
COMBATE À INCÊNDIOS
09 -
10 – SISTEMAS PREVENTIVOS
FIXOS
Por canalização preventiva e a rede
preventiva.
São dutos destinados a condução
da água exclusivamente
para o combate a incêndios.
Tal duto sairá do fundo do
reservatório
superior, abaixo do qual terá uma
válvula de retenção e de um
registro,
atravessando verticalmente todos
os pavimentos da edificação,
com ramificações para todas as
caixas de incêndio e terminando
no
10 – SISTEMAS
PREVENTIVOS
✔ CAIXA DE INCÊNDIO
✔ REGISTRO
✔ MANGUEIRA
✔ ESGUICHO
✔BOMBAS DE INCÊNDIO
✔CHUVEIROS AUTOMÁTICOS (SPRINKLES)
✔ SISTEMA DE PROTEÇÃO CONTRA
DESCARGAS ATMOSFÉRICAS (PARA-
RAIOS)
✔ESCADA ENCLAUSULADA A PROVA DE
FUMAÇA
10.1 – MANGUEIRAS
Tubos enroláveis de nylon revestidos,
internamente, de borracha, possuindo
nas extremidades juntas do tipo storz.
Utilizado como duto para fluxo de água
entre a unidade propulsora e o esguicho.
Diâmetro: 1 1/2" e 2 1/2".
Comprimento: 15m e 30m.,
10.2 – ESGUICHOS
Utilizado quando a solicitação for jato
compacto. Não possui comando para variação de
jato,
sendo o mais utilizado pelos Bombeiros.
TRONCO CÔNICO
Utilizado nas ações que exigem
alternância de tipos de jatos e que
possam ter diversas classes de
incêndio envolvidas.
ESGUICHO
REGULÁVEL
Utilizado nas ações de combate, onde se deseja
que a água lançada em finas partículas, forme uma
neblina, atuando dessa forma por abafamento.
ESGUICHO REGULÁVEL NEBLINA
10.3 – ESGUICHOS
Produz espuma com a passagem de água, no seu interior, pressão
mínima de 5Kg/cm2. Esta passagem provoca, fisicamente, o arrasto do
agente espumígeno, contido em galões, através do tubo de borracha. A
mistura, água e saponina, ao sofrer ação mecânica do choque com as
aletas, provoca uma turbulência, que se transforma em espuma
mecânica.
ESGUICHO PROPORCIONADOR DE
ESPUMA
10.3 – ESGUICHOS
NBR 13434-2 : 2004
SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO E
PÂNICO
11 – SINALIZAÇÃO DE
SEGURANÇA
NBR 13434-2 : 2004
SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO E
PÂNICO
11 – SINALIZAÇÃO DE
SEGURANÇA
5.3.5 Nas áreas industriais e depósitos, deve ser pintada de vermelho, com
bordas amarelas, uma área de piso sob o extintor, a fim de evitar que seu
acesso seja obstruído. Esta área deve ter, no mínimo, as seguintes
dimensões:
a) área pintada de VERMELHO: 0,70 m x 0,70 m;
b) bordas AMARELAS: 0,15 m de largura.
5.3.6 Em áreas que dificultem a visualização das marcações de parede e
coluna, devem-se utilizar também setas direcionais, dando o
posicionamento dos extintores, que devem ser instaladas onde forem mais
adequadas e visíveis. Recomenda-se que seja utilizada a cor VERMELHA
com bordas amarelas.
5.3.7 As cores a serem utilizadas devem obedecer, quanto à sua
pigmentação, ao previsto na NBR 7195.
NBR 12693FEV 1993
Sistemas de proteção por extintores de incêndio
11.2 – SINALIZAÇÃO DE
SEGURANÇA
11.2 – SINALIZAÇÃO DE
SEGURANÇA
11.2 – SINALIZAÇÃO DE
SEGURANÇA
11.2 – SINALIZAÇÃO DE
SEGURANÇA
ERRADO!!!
11.2 – SINALIZAÇÃO DE
SEGURANÇA
PROCEDIMENTOS EM CASOS
DE INCÊNDIOS
12 –
Avaliar a Situação:
❖ Existem Vítimas?
❖ O que Queima?
❖ Onde Queima?
❖ Quanto Queima?
Devemos Sempre:
✔Definir Procedimentos
✔Verificar Recursos
Disponíveis
✔Redefinir Procedimentos,
sempre que Necessário!
PROCEDIMENTOS EM CASOS
DE INCÊNDIOS
12 –
PROCEDIMENTOS EM CASOS
DE INCÊNDIOS
12 –
PROCEDIMENTOS EM CASOS
DE INCÊNDIOS
12 –
13 - COMO USAR O
EXTINTOR
⮚ Procure um extintor apropriado para a CLASSE DO INCÊNDIO a ser
combatido.
⮚ Segure o extintor na posição na posição vertical.
⮚ Rompa o lacre.
⮚ Retire o pino de segurança.
Observe a posição do vento e fique a favor dele. Isso evita que a
fumaça e o próprio extintor se torne um empecilho.
⮚ A distância ideal para o combate gira em torno de um metro.
É claro que às vezes o ideal não é possível, então busque chegar
mais o perto possível, dentro da proporção mencionada.
⮚ Dirija o jato para a base do fogo (parte baixa do fogo), deve-se fazer
movimentos como se estivesse varrendo o fogo.
⮚ Em combustíveis líquidos o combate deve ser feito cobrindo o fogo, fazendo
tipo uma nuvem de agente extintor.
⮚ Aperte o gatilho até o fim.
⮚ Ao terminar o combate, verifique se realmente as chamas foram
completamente extintas.
Esse cuidado é importante para evitar que fogo reinicie. Em alguns
casos revirar parte das cinzas será necessário.
13 - COMO USAR O
EXTINTOR
• NBR 13434:1995 – Sinalização de segurança contra incêndio e pânico – Formas, dimensões e cores
– Padronização.
• NBR 13435:1995 – Sinalização de segurança contra incêndio e pânico – Procedimento
• NBR 13437:1995 – Símbolos gráficos para sinalização contra incêndio e pânico – Simbologia
• NBR 7500:2000 – Símbolos de risco e manuseio para o transporte e
armazenamento de materiais.
• Projeto de Norma ABNT 24:204.02-003 – jul:1999 – Produtos fotoluminescentes para sinalização de
emergência.
• Manual da Brigada de Incêndios de São Paulo – SP, 2008.
•Imagens meramente ilustrativas.
REFERÊNCIAS NORMATIVAS E
BIBLIOGRÁFICAS
Para mais esclarecimentos, consultar as seguintes
bibliografias:

PRINCIPIOS-DE-COMBATE-A-INCENDIO_-_.pptx

  • 1.
    PRINCÍPIOS DE COMBATE AINCÊNDIO instrutor wilson gustavo
  • 2.
    MÓDULO ⮚ 01 -Introdução ⮚ 02 – Histórico ⮚ 03 – Definição de fogo ⮚ 04– Classes do fogo ⮚ 05 – Formas de propagação ⮚ 06 – Prevenção de Incêndio ⮚ 07- Métodos de Extinção ⮚ 08 – Agentes Extintores ⮚ 09 – Equipamentos de Combate à Incêndio ⮚ 10 – Sistemas Preventivos ⮚ 11 – Sinalização de Segurança ⮚ 12 – Procedimentos em Casos de Incêndios ⮚ 13 – Como usar o Extintor ⮚ 14 - Conclusão
  • 3.
    01 – INTRODUÇÃO ⮚A Prevenção como ato de evitar ou se atenuar os efeitos de uma causa, mediante a adoção prévia de certas medidas de controle. ⮚ A Prevenção de Incêndio é um principio, cuja aplicação e desenvolvimento visam evitar as consequências danosas de um incêndio ou pelo menos limitar a propagação do fogo caso ele surja. ⮚ É Regra básica para a Segurança Operacional (trabalhadores) e Patrimonial. (NR 23.1) ⮚ COSCIP DO ESTADO QUE RESIDE A EMPRESA.
  • 4.
    peCOSCIP Regulamento que estabelececritérios e define sistemas de segurança contra incêndio e pânico para edificações no Estado de Pernambuco, o qual passa a ser denominado de Código de Segurança Contra Incêndio e Pânico para o Estado de Pernambuco - COSCIP. DECRETO 46.658 DE 26 /10/2018 PUBLICADO NO DUO 27/10/2021
  • 5.
    01 – INTRODUÇÃO •OBEDIÊNCIA AS SINALIZAÇÕES • ORIENTAÇÃO SEGURA Muitas catástrofes com elevado número de vitimas poderiam ter sido evitadas, se houvesse:
  • 6.
    01 – INTRODUÇÃO ⮚A Prevenção de Incêndio não se resume apenas na existência de equipamentos de combate a incêndio dentro da empresa. ⮚ Estará completa no momento em que todos tiverem consciência da sua participação do esquema defensivo.
  • 7.
    02 - HISTÓRICO ⮚FENÔMENOS NATURAIS. ⮚ ATRITO DOS GALHOS SECOS. ⮚ ATRITO DE PEDRAS, PRODUZINDO FAÍSCAS. ⮚ EM 1827 SURGIU O PALITO DE FÓFORO (E INCENDIAVA FACILMENTE). ⮚ EM 1845 COMEÇARAM A FABRICAR OS CHAMADOS FÓSFOROS DE SEGURANÇA.
  • 8.
    02 - HISTÓRICO ⮚Os Romanos, no ano 06 A.C. os primeiros a organizar grupos com essa finalidade. ⮚ Durante o Império de Caio Júlio César Otávio Augusto (63 A.C. até 14 D.C.), foi criado um corpo de 07 mil homens – coortes vigilum . ⮚ Formadas pelos “cifonari”, pessoas que davam o alarme do fogo, transportavam escadas e baldes, ainda, e nas horas de aflição, invocavam deuses para que o incêndio terminasse logo. ⮚ Leis de Roma estabeleceram que as casas deviam dispor , de um sistema com água para casos de incêndio. ⮚ Descobertas arqueológicas indicam que enormes sinistros, em particular incêndios, destruíram cidades magníficas como, Nínive, Jericó, Jerusalém e outras urbes. Restando para estudos ruínas e carvão.
  • 9.
    02 - HISTÓRICO Catástrofesque viraram História ⮚ Incêndio de Roma, ordenado por Nero. ⮚ Londres sofreu vários incêndios, entre os quais o de 1666 e outro em 1798. ⮚ Moscou em 1812, foi destruída pelo fogo, imposto pelos Russos, após ser capturada pelo exercito de Napoleão Bonaparte. ⮚ Incêndio no edifício Joelma em São Paulo 1974. ( + de 180 Mortes ). ⮚ Incêndio na Boate Kiss em Santa Maria/ RG 2013 ( + de 230 Mortes).
  • 10.
    03 – DEFINIÇÃODE FOGO FOG O INCÊNDI O DESEJADO UTILIZADO SOB CONTROLE INDESEJADO DESTRUIDOR FORA DE CONTRO LE
  • 11.
    03 – DEFINIÇÃODE FOGO ⮚ Definição de Fogo: - Produto de uma reação química, denominada combustão, que produz luz e calor ou só calor. ⮚ Elementos do fogo: ⮚ Combustível ⮚ Oxigênio (Comburente) ⮚ Calor
  • 12.
    ⮚ Combustível: Materialou substância que possui a propriedade de queimar. Apresentam-se em três estados: ⮚Sólido ⮚Liquido ⮚Gasoso ⮚ Comburente: É Oxigênio em proporções adequadas (± 8%). ⮚ Calor: Elemento que proporciona a reação entre o combustível e o comburente. Há casos em ocorrem combustão espontânea. 03 – DEFINIÇÃO DE FOGO
  • 13.
  • 14.
    HOJE EM DIA NÃOSE USA MAS O TERMO TRIÂNGULO
  • 15.
    Pela transformação daenergia mecânica: a) Atrito Por falta de lubrificação em motores, máquinas, eixos de rodas e de transmissão etc, pode ser a causa de muitos incêndios. 03 – DEFINIÇÃO DE FOGO
  • 16.
    ⮚ Pela transformaçãoda energia química: O calor é produzido por efeito da combinação entre certos corpos. Se dessa combinação resultar o desprendimento de calor, a reação química será exotérmica (cal virgem + água; sódio ou o potássio + água; óleo vegetal + ar; etc). A reação química será de natureza endotérmica quando se verificar a absorção de calor, o que normalmente ocorre na formação de corpos explosivos, a exemplo da combinação da glicerina com o ácido nítrico. 03 – DEFINIÇÃO DE FOGO
  • 17.
    03 – DEFINIÇÃODE FOGO ⮚ Pela transformação da energia elétrica: A tendência da eletricidade, quando flui por um condutor, é desenvolver temperatura, transformando-se em energia térmica todas as vezes que encontra um obstáculo no seu caminho, uma resistência a sua passagem.
  • 18.
    Pontos de Fulgor,combustão e ignição: Praticamente todos os corpos quando submetidos à ação do calor, não sendo gasosos, terão que se gaseificar para assim poderem reagir com o oxigênio do ar e se queimar. Naturalmente que o grau de temperatura necessário varia de corpo para corpo, portanto é importante lembrar que a temperatura é um efeito resultante da intensividade do calor aplicado a um corpo, enquanto a quantidade de calor que um corpo absorve ou desprende para estabelecer uma determinada temperatura representa a causa. Partindo desse principio, pode-se definir o que sejam Pontos de fulgor, de combustão e de ignição. 03 – DEFINIÇÃO DE FOGO Formação do Fogo – Pontos Notáveis
  • 19.
    ⮚ Ponto deFulgor - É a temperatura mínima, na qual um corpo começa a desprender vapores que se inflamam em contato com uma chama. Afastada a chama, o fogo se apaga devido à insuficiência na quantidade de vapores. PONTOS DE TEMPERATURA
  • 20.
    ⮚ Ponto deCombustão ou inflamação - É a temperatura mínima, na qual os vapores do combustível se formam com rapidez e em quantidade suficiente para sustentar a queima, bastando para isso que entre em contato com uma fonte de ignição. PONTOS DE TEMPERATURA
  • 21.
    ⮚ Ponto outemperatura de Ignição - É a temperatura mínima, na qual os gases ou vapores desprendidos de um corpo combustível entram em combustão apenas pelo contato com o oxigênio do ar, portanto independente de contato com uma fonte de ignição. PONTOS DE TEMPERATURA
  • 22.
    Observação: ⮚ Os gasesnão tem ponto de fulgor, queimam imediatamente além de formarem mistura explosiva com o ar. 03 – DEFINIÇÃO DE FOGO Produtos Ponto de Fulgor ºC Ponto de Ignição Benzeno -11 560 Lacas -17.7 235 Benzina -17.7 287 Éter -45 160 Acetona -17.7 465 Gasolina -42 257 Solvente (tipo varsol) 38/43 232 Querosene 38 210 Terebentina 12.6 365 Álcool 34.9 253 ⮚ Pontos de fulgor e de ignição de alguns dos produtos comumente usados nas indústrias e na vida doméstica:
  • 23.
    PONTOS DE TEMPERATURA Pontode Ponto de Ponto de
  • 24.
    ⮚ Classe ‘’A”: Fogo em material combustível sólido. ⮚ Exemplo: Papel, Madeira, Tecidos, Fibras, etc. 04 – CLASSES DO FOGO ⮚ Classe ‘’B” : Fogo em gases, líquidos e pastas inflamáveis. ⮚Exemplo: Óleos, Gasolina, GLP, Thinner, Álcool, Cera, etc.
  • 25.
    ⮚ Classe “C”: Fogo em equipamentos elétricos (ligados) ⮚ Exemplo: Computador, Motores, Painéis, etc. ⮚ Classe “D” : Fogo em metais pirofóricos. ⮚Exemplo: Magnésio, Potássio, Alumínio em pó, etc. 04 – CLASSES DO FOGO
  • 26.
    É a transferênciade calor de um corpo para outro molécula por molécula, pelo contato direto ou mediante um meio intermediário sólido. 05 - Transmissão do Calor CONDUÇÃO
  • 27.
    05 - Transmissãodo Calor RADIAÇÃO É a transferência de calor, de um corpo para outro, mediante os raios térmicos. Desta maneira é que recebemos a luz do sol.
  • 28.
    05 - Transmissãodo Calor CONVECÇÃO É a transferência de calor de um corpo para outro , através da massa de ar aquecida.
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    06 – CAUSASDO INCÊNDIO Classificação das Causas: ■ NATURAIS – FENÔMENOS ■ ARTIFICIAIS – AÇÃO DIRETA DO HOMEM ■ ACIDENTAIS DESCUIDO DO HOMEM, SEM INTENÇÃO DE PROVOCÁ- LO. ■ PROPOSITAIS ORIGEM CRIMINOSA, INTENÇÃO DE PROVOCÁ-LO
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    07 – MÉTODOSDE EXTINÇÃO
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    07 – MÉTODOSDE EXTINÇÃO
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    07 – MÉTODOSDE EXTINÇÃO
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    08 – AGENTESEXTINTORES Água: Ação de Extinção é o resfriamento, podendo ser empregada tanto no estado líquido como no gasoso. ⮚ Estado líquido - JATO COMPACTO E CHUVEIRO (Resfriamento), NEBLINA (Resfriamento e Abafamento (forma de vapor)). Espuma: Ação de extinção é de abafamento e, secundariamente, de resfriamento; por utilizar água na sua formação, conduz corrente elétrica. ESPUMA QUÍMICA – Reação Química entre Sulfato de Alumínio e Bicarbonato com estabilizador de espuma. Por um processo de batimento de uma mistura de água com um agente espumante e a aspiração simultânea de ar atmosférico em esguicho próprio, temos também a formação de ESPUMA MECÂNICA, que pode ser de baixa, média e alta expansão.
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    Gases Inertes: taiscomo o anidrido carbônico ou gás carbônico, o nitrogênio e os hidrocarboneto halogenados, não conduzem corrente elétrica, e extinguem o fogo por abafamento ou rompimento de cadeia iônica. Pós químicos: tais como o bicarbonato de sódio, o sulfato de alumínio, a grafite, há pós especiais, próprios para fogo em magnésio, sódio e potássio. Esse pós químico geralmente atuam por abafamento e rompimento da cadeia iônica e não são condutores de eletricidade. 08 – AGENTES EXTINTORES
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    08 – AGENTESEXTINTORES
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    08 – AGENTESEXTINTORES
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    08 – AGENTESEXTINTORES
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    Capacidade 10 L Alcancemédio do Jato 10 M Tempo de Descarga 60 s Funcionamento: A Pressão do Gás propelente expele a Água quando o Gatilho é acionado. Fogo em material combustível sólido. ⮚Exemplo: Papel, Madeira, Tecidos, Fibras, Plásticos, etc. 08.1 – ÁGUA PRESSURIZADA
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    Capacidade 10 L Alcancemédio do Jato 5 M Tempo de Descarga 60 s Funcionamento: Abre-se a válvula do Gás, propelente expele a Água quando a válvula é aberta. 08.2 – ESPUMA MECÂNICA
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    Capacidade 2 ;4 ou 6 Kg Alcance médio do Jato 2,5 M Tempo de Descarga 25 s Funcionamento: Gás armazenado sob pressão, liberado ao acionar o gatilho. Fogo em gases, líquidos e pastas inflamáveis. Exemplo: Óleos, Gasolina, GLP, Álcool, Cola, etc. 08.3 – CO2 – DIÓXIDO DE CARBONO
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    08.4 – PÓQUÍMICO SECO - PQS Capacidade 1; 2 ; 4 ; 6 8 ou12 Kg Alcance médio do Jato 5 M Tempo de Descarga 15 s (4) 25 s (12) Funcionamento: Gás armazenado sob pressão, liberado ao acionar o gatilho. Fogo em equipamentos elétricos (ligados)
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    10 – SISTEMASPREVENTIVOS FIXOS Por canalização preventiva e a rede preventiva. São dutos destinados a condução da água exclusivamente para o combate a incêndios. Tal duto sairá do fundo do reservatório superior, abaixo do qual terá uma válvula de retenção e de um registro, atravessando verticalmente todos os pavimentos da edificação, com ramificações para todas as caixas de incêndio e terminando no
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    10 – SISTEMAS PREVENTIVOS ✔CAIXA DE INCÊNDIO ✔ REGISTRO ✔ MANGUEIRA ✔ ESGUICHO ✔BOMBAS DE INCÊNDIO ✔CHUVEIROS AUTOMÁTICOS (SPRINKLES) ✔ SISTEMA DE PROTEÇÃO CONTRA DESCARGAS ATMOSFÉRICAS (PARA- RAIOS) ✔ESCADA ENCLAUSULADA A PROVA DE FUMAÇA
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    10.1 – MANGUEIRAS Tubosenroláveis de nylon revestidos, internamente, de borracha, possuindo nas extremidades juntas do tipo storz. Utilizado como duto para fluxo de água entre a unidade propulsora e o esguicho. Diâmetro: 1 1/2" e 2 1/2". Comprimento: 15m e 30m.,
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    10.2 – ESGUICHOS Utilizadoquando a solicitação for jato compacto. Não possui comando para variação de jato, sendo o mais utilizado pelos Bombeiros. TRONCO CÔNICO Utilizado nas ações que exigem alternância de tipos de jatos e que possam ter diversas classes de incêndio envolvidas. ESGUICHO REGULÁVEL
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    Utilizado nas açõesde combate, onde se deseja que a água lançada em finas partículas, forme uma neblina, atuando dessa forma por abafamento. ESGUICHO REGULÁVEL NEBLINA 10.3 – ESGUICHOS
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    Produz espuma coma passagem de água, no seu interior, pressão mínima de 5Kg/cm2. Esta passagem provoca, fisicamente, o arrasto do agente espumígeno, contido em galões, através do tubo de borracha. A mistura, água e saponina, ao sofrer ação mecânica do choque com as aletas, provoca uma turbulência, que se transforma em espuma mecânica. ESGUICHO PROPORCIONADOR DE ESPUMA 10.3 – ESGUICHOS
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    NBR 13434-2 :2004 SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO 11 – SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA
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    NBR 13434-2 :2004 SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO 11 – SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA
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    5.3.5 Nas áreasindustriais e depósitos, deve ser pintada de vermelho, com bordas amarelas, uma área de piso sob o extintor, a fim de evitar que seu acesso seja obstruído. Esta área deve ter, no mínimo, as seguintes dimensões: a) área pintada de VERMELHO: 0,70 m x 0,70 m; b) bordas AMARELAS: 0,15 m de largura. 5.3.6 Em áreas que dificultem a visualização das marcações de parede e coluna, devem-se utilizar também setas direcionais, dando o posicionamento dos extintores, que devem ser instaladas onde forem mais adequadas e visíveis. Recomenda-se que seja utilizada a cor VERMELHA com bordas amarelas. 5.3.7 As cores a serem utilizadas devem obedecer, quanto à sua pigmentação, ao previsto na NBR 7195. NBR 12693FEV 1993 Sistemas de proteção por extintores de incêndio 11.2 – SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA
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    11.2 – SINALIZAÇÃODE SEGURANÇA ERRADO!!!
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    PROCEDIMENTOS EM CASOS DEINCÊNDIOS 12 – Avaliar a Situação: ❖ Existem Vítimas? ❖ O que Queima? ❖ Onde Queima? ❖ Quanto Queima? Devemos Sempre: ✔Definir Procedimentos ✔Verificar Recursos Disponíveis ✔Redefinir Procedimentos, sempre que Necessário!
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    PROCEDIMENTOS EM CASOS DEINCÊNDIOS 12 –
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    PROCEDIMENTOS EM CASOS DEINCÊNDIOS 12 –
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    PROCEDIMENTOS EM CASOS DEINCÊNDIOS 12 –
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    13 - COMOUSAR O EXTINTOR ⮚ Procure um extintor apropriado para a CLASSE DO INCÊNDIO a ser combatido. ⮚ Segure o extintor na posição na posição vertical. ⮚ Rompa o lacre. ⮚ Retire o pino de segurança. Observe a posição do vento e fique a favor dele. Isso evita que a fumaça e o próprio extintor se torne um empecilho. ⮚ A distância ideal para o combate gira em torno de um metro. É claro que às vezes o ideal não é possível, então busque chegar mais o perto possível, dentro da proporção mencionada. ⮚ Dirija o jato para a base do fogo (parte baixa do fogo), deve-se fazer movimentos como se estivesse varrendo o fogo. ⮚ Em combustíveis líquidos o combate deve ser feito cobrindo o fogo, fazendo tipo uma nuvem de agente extintor. ⮚ Aperte o gatilho até o fim. ⮚ Ao terminar o combate, verifique se realmente as chamas foram completamente extintas. Esse cuidado é importante para evitar que fogo reinicie. Em alguns casos revirar parte das cinzas será necessário.
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    13 - COMOUSAR O EXTINTOR
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    • NBR 13434:1995– Sinalização de segurança contra incêndio e pânico – Formas, dimensões e cores – Padronização. • NBR 13435:1995 – Sinalização de segurança contra incêndio e pânico – Procedimento • NBR 13437:1995 – Símbolos gráficos para sinalização contra incêndio e pânico – Simbologia • NBR 7500:2000 – Símbolos de risco e manuseio para o transporte e armazenamento de materiais. • Projeto de Norma ABNT 24:204.02-003 – jul:1999 – Produtos fotoluminescentes para sinalização de emergência. • Manual da Brigada de Incêndios de São Paulo – SP, 2008. •Imagens meramente ilustrativas. REFERÊNCIAS NORMATIVAS E BIBLIOGRÁFICAS Para mais esclarecimentos, consultar as seguintes bibliografias: