Semiologia ImagiolóGica Dos Tumores PrimáRios Do Snc Antigo

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  • Semiologia ImagiolóGica Dos Tumores PrimáRios Do Snc Antigo

    1. 1. <ul><li>Edema </li></ul><ul><ul><ul><li>Brilha no primeiro eco </li></ul></ul></ul><ul><li>Lesões quísticas </li></ul><ul><ul><ul><li>Sinal idêntico ao do LCR </li></ul></ul></ul><ul><li>Lesões hipointensas em T2 </li></ul><ul><ul><ul><li>Linfoma, meduloblastoma e meningioma </li></ul></ul></ul>
    2. 2. Semiologia Imagiológica dos Tumores Primários do SNC Tiago Baptista Serviço de Neurorradiologia CHLC 21 de Junho de 2008
    3. 3. Importância da NR <ul><li>Localização </li></ul><ul><li>Dimensões </li></ul><ul><li>Efeito de massa </li></ul><ul><li>Diagnóstico diferencial </li></ul><ul><li>Complicações associadas </li></ul><ul><li>Pós-operatório </li></ul><ul><li>Follow-up </li></ul><ul><li>Terapêutica </li></ul>
    4. 4. Fisiopatologia <ul><li>A evolução natural dos tumores cerebrais é o aumento progressivo do seu volume </li></ul><ul><ul><ul><li>Estabilidade prolongada </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Comportamento agressivo (hemorragia e formação quística) </li></ul></ul></ul><ul><li>Relação com tecidos peritumorais </li></ul><ul><ul><ul><li>Tumores expansivos </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Tumores infiltrativos </li></ul></ul></ul>
    5. 5. Fisiopatologia <ul><li>Metastização </li></ul><ul><ul><ul><li>É rara </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Os meduloblastomas e germinomas podem metastizar pelos espaços de LCR </li></ul></ul></ul>
    6. 6. Índice <ul><li>Classificações </li></ul><ul><li>Semiologia </li></ul>
    7. 7. Topográfica <ul><li>Tumores supra-tentoriais </li></ul><ul><li>Tumores infra-tentoriais </li></ul>
    8. 8. Histopatológica <ul><li>Tumores neuroepiteliais </li></ul><ul><ul><ul><li>Astrocitoma pilocítico [garu I] </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Astrocitoma difuso [grau II] </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Astrocitoma anaplásico [grau III] </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Glioblastoma multiforme [grau IV] </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Oligodendroglioma </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Ependymoma </li></ul></ul></ul><ul><li>Tumores das meninges </li></ul><ul><ul><ul><li>Meningioma </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Hemangioblastoma </li></ul></ul></ul><ul><li>Tumores de células germinativas </li></ul><ul><li>Tumores da região selar </li></ul><ul><ul><ul><li>Tumores pituitários </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Craniofaringioma </li></ul></ul></ul>
    9. 9. CBTRUS (2005) statistical report: Primary Brain Tumors in the United States, 1998–2002
    10. 11. CBTRUS (2005) statistical report: Primary Brain Tumors in the United States, 1998–2002
    11. 12. CBTRUS (2005) statistical report: Primary Brain Tumors in the United States, 1998–2002
    12. 13. Técnicas disponíveis <ul><li>TAC </li></ul><ul><li>RM </li></ul><ul><li>AngioTAC e AngioRM </li></ul><ul><li>Espectroscopia </li></ul><ul><li>DWI </li></ul><ul><li>Perfusão </li></ul><ul><li>RM funcional </li></ul><ul><li>ASD diagnóstica e terapêutica </li></ul>
    13. 14. TAC <ul><li>A absorção diferencial do Raio X permite observar as diferentes densidades intra-cranianas e o contraste entre os tecidos </li></ul><ul><li>É o método de escolha para metástases do crânio </li></ul>
    14. 15. RM
    15. 16. Fisiopatologia <ul><li>A evolução natural dos tumores cerebrais é o aumento progressivo do seu volume </li></ul><ul><ul><ul><li>Estabilidade prolongada </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Comportamento agressivo (hemorragia e formação quística) </li></ul></ul></ul><ul><li>Relação com tecidos peritumorais </li></ul><ul><ul><ul><li>Tumores expansivos </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Tumores infiltrativos </li></ul></ul></ul>
    16. 17. Fisiopatologia <ul><li>Metastização </li></ul><ul><ul><ul><li>É rara </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Os meduloblastomas e germinomas podem metastizar pelos espaços de LCR </li></ul></ul></ul>
    17. 18. Fisiologia Barreira Anatómica Enzimas Facilitadoras Barreira Eléctrica Ausência de vesículas de pinocitose BHE
    18. 19. Fisiopatologia Tumor Disrupção da BHE Realce com contraste Aumento da permeabilidade capilar Edema Cerebral Vasogénico TAC RM Hipodensidade perilesional Hipo em T1 Hiper em T2
    19. 20. GRAU I GRAU IV Edema Proliferação vascular Celularidade Necrose
    20. 22. Tumores neuroepiteliais Astrocitoma pilocítico [grau I] Astrocitoma difuso [grau II] Astrocitoma anaplásico [grau III] Glioblastoma multiforme [grau IV] Oligodendroglioma Ependimoma Tumores das meninges Meningioma Hemangioblastoma Tumores de células germinativas Tumores da região selar Tumores pituitários Craniofaringioma
    21. 23. Astrocitoma de baixo grau CLÍNICA 30-40 anos Cefaleias HISTOPATOLOGIA Crescimento lento Malignização potencial Baixa celularidade Ausência de proliferação vascular ou necrose
    22. 24. Astrocitoma de baixo grau
    23. 25. Astrocitoma de baixo grau <ul><li>Decisão terapêutica </li></ul>Critérios imagiológicos Captação de contraste Efeito de massa Ausente Presente Vigilância Cirurgia + RT ou Cirurgia + RT + QT < 40 anos Epilepsia
    24. 27. Tumores neuroepiteliais Astrocitoma pilocítico [grau I] Astrocitoma difuso [grau II] Astrocitoma anaplásico [grau III] Glioblastoma multiforme [grau IV] Oligodendroglioma Ependimoma Tumores das meninges Meningioma Hemangioblastoma Tumores de células germinativas Tumores da região selar Tumores pituitários Craniofaringioma
    25. 28. Astrocitoma anaplásico CLÍNICA 35-55 anos 90% supra-tentoriais Crises convulsivas, deficits neurológicos, hipertensão intra-craniana HISTOPATOLOGIA Aumento da hipercelularidade Pleomorfismo e anaplasia Proliferação vascular Necrose ausente
    26. 29. Astrocitoma anaplásico
    27. 31. Tumores neuroepiteliais Astrocitoma pilocítico [grau I] Astrocitoma difuso [grau II] Astrocitoma anaplásico [grau III] Glioblastoma multiforme [grau IV] Oligodendroglioma Ependimoma Tumores das meninges Meningioma Hemangioblastoma Tumores de células germinativas Tumores da região selar Tumores pituitários Craniofaringioma
    28. 32. Glioblastoma multiforme CLÍNICA 35-55 anos 90% supra-tentoriais Crises convulsivas, deficits neurológicos, hipertensão intra-craniana HISTOPATOLOGIA
    29. 33. Glioblastoma multiforme
    30. 34. Astrocitomas graus III e IV <ul><li>Disseminação </li></ul><ul><ul><ul><li>Pince de crabe </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Asa de borboleta </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Multicentricidade </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Gliomatosis cerebri </li></ul></ul></ul>
    31. 35. Gliomatosis cerebri
    32. 37. Tumores neuroepiteliais Astrocitoma pilocítico [grau I] Astrocitoma difuso [grau II] Astrocitoma anaplásico [grau III] Glioblastoma multiforme [grau IV] Oligodendroglioma Ependimoma Tumores das meninges Meningioma Hemangioblastoma Tumores de células germinativas Tumores da região selar Tumores pituitários Craniofaringioma
    33. 38. Oligodendroglioma CLÍNICA Lobo frontal, parietal, occipital Raramente na fossa posterior HISTOPATOLOGIA
    34. 39. Oligodendrogliomas
    35. 41. Tumores neuroepiteliais Astrocitoma pilocítico [grau I] Astrocitoma difuso [grau II] Astrocitoma anaplásico [grau III] Glioblastoma multiforme [grau IV] Oligodendroglioma Ependimoma Tumores das meninges Meningioma Hemangioblastoma Tumores de células germinativas Tumores da região selar Tumores pituitários Craniofaringioma
    36. 42. Ependimoma CLÍNICA HISTOPATOLOGIA
    37. 43. Ependimoma

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