DISCENTES:
BÁRBARA KELLY V. A. PASSOS MACHADO
DÉBORA EMANUELLY PADILHA
FERNANDA DE MELO M LIMA
FERNANDO MILTON DOS SANTOS
...
Neisseiria
meningitidis
INTRODUÇÃO
 DESCRIÇÃO
 O termo meningite expressa a ocorrência de um
processo inflamatório das meninges, membranas
que e...
INTRODUÇÃO
 AGENTE ETIOLÓGICO
 A meningite pode ser causada por diversos agentes
infecciosos, como bactérias, vírus, fun...
INTRODUÇÃO
 Meningites bacterianas
 Os principais agentes bacterianos causadores de
meningite são:
 Neisseria meningiti...
AGENTE CAUSADOR E
DOENÇA
 A infecção pela Neisseiria meningitidis pode
provocar meningite meningococcemia e as duas
forma...
RESERVATÓRIO
 O principal reservatório é o homem.
MODO DE TRANSMISSÃO
 Pessoa a pessoa:
 Vias respiratórias, por gotículas e secreções da
nasofaringe;
MODO DE TRANSMISSÃO
 Pessoa a pessoa:
 Contato íntimo:
 residentes da mesma casa;
 pessoas que compartilham o mesmo do...
PERÍODO DE INCUBAÇÃO
 Em geral, é de 2 a 10 dias, em média de 3 a 4
dias. Pode haver alguma variação em função
do agente ...
PERÍODO DE
TRANMISSIBILIDADE
 É variável, dependendo do agente infeccioso e da
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SUSCEPTIBILIDADE E
IMUNIDADE
 A susceptibilidade é geral;
 Grupo etário mais vulnerável:
 Crianças menores de 5 anos;
...
SUSCEPTIBILIDADE E
IMUNIDADE
 Os neonatos raramente adoecem, em virtude
da proteção conferida pelos anticorpos
maternos.
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MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS
 A meningite é uma síndrome na qual, em
geral, o quadro clínico é grave;
MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS
 Caracteriza-se por:
 febre, cefaléia intensa, náusea, vômito, rigidez de
nuca, prostração e conf...
MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS
 No curso da doença, podem surgir delírio e
coma.
 Dependendo do grau de comprometimento
encefáli...
COMPLICAÇÕES
 As principais complicações das meningites
bacterianas são:
 Perda da audição;
 Distúrbio de linguagem;
 ...
COMPLICAÇÕES
 Em alguns casos, quadros de exantema (rash)
principalmente nas extremidades do corpo.
DIAGNÓSTICO
 O diagnóstico laboratorial das meningites é
realizado através do estudo do líquido
cefalorraquidiano, sangue...
TRATAMENTO
 Antibiótico tão logo seja possível;
 Antibiótico deve ser associado a outros tipos de
tratamento de suporte,...
INSTRUMENTOS DISPONÍVEIS
PARA PREVENÇÃO E CONTROLE
 A meningite é uma síndrome que pode ser
causada por diferentes agente...
QUIMIOPROFILAXIA
 A quimioprofilaxia, muito embora não assegure
efeito protetor absoluto e prolongado, tem sido
adotada c...
QUIMIOPROFILAXIA
 A droga de escolha para a quimioprofilaxia é a
rifampicina, que deve ser administrada em dose
adequada ...
IMUNIZAÇÕES
 As vacinas contra meningite são específicas para
determinados agentes etiológicos. Algumas
fazem parte do ca...
IMUNIZAÇÕES
 São elas:
 Vacina contra difteria, tétano, coqueluche e H.
influenzae tipo b - DTP + Hib (tetravalente);
 ...
AÇÕES DE EDUCAÇÃO EM
SAÚDE
 A população deve ser orientada sobre os sinais e
sintomas da doença e, também, sobre hábitos,...
PREVINA-SE!
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Apresentacão meningite

  1. 1. DISCENTES: BÁRBARA KELLY V. A. PASSOS MACHADO DÉBORA EMANUELLY PADILHA FERNANDA DE MELO M LIMA FERNANDO MILTON DOS SANTOS NAYARA KELLY GALVÃO FACULDADE DE CIÊNCIAS DA SAÚDE DE BELO JARDIM CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM DISCIPLINA: IMUNOLOGIA DOCENTE: ANA PAULA
  2. 2. Neisseiria meningitidis
  3. 3. INTRODUÇÃO  DESCRIÇÃO  O termo meningite expressa a ocorrência de um processo inflamatório das meninges, membranas que envolvem o cérebro.
  4. 4. INTRODUÇÃO  AGENTE ETIOLÓGICO  A meningite pode ser causada por diversos agentes infecciosos, como bactérias, vírus, fungos e agentes não infecciosos (ex.: traumatismo);  As meningites de origem infecciosa são as mais importantes do ponto de vista da saúde pública, pela magnitude de sua ocorrência e potencial de produzir surtos.
  5. 5. INTRODUÇÃO  Meningites bacterianas  Os principais agentes bacterianos causadores de meningite são:  Neisseria meningitidis (Meningococo);  Streptococcus pneumoniae;  Mycobacterium tuberculosis;  Haemophilus influenzae;  Meningites virais e fúngicas.
  6. 6. AGENTE CAUSADOR E DOENÇA  A infecção pela Neisseiria meningitidis pode provocar meningite meningococcemia e as duas formas clínicas associadas: meningite meningocócica com meningococcemia, a qual se denomina Doença Meningocócica.
  7. 7. RESERVATÓRIO  O principal reservatório é o homem.
  8. 8. MODO DE TRANSMISSÃO  Pessoa a pessoa:  Vias respiratórias, por gotículas e secreções da nasofaringe;
  9. 9. MODO DE TRANSMISSÃO  Pessoa a pessoa:  Contato íntimo:  residentes da mesma casa;  pessoas que compartilham o mesmo dormitório ou alojamento;  comunicantes de creche ou escola;  Parceiro(a).  Contato direto com as secreções respiratórias do
  10. 10. PERÍODO DE INCUBAÇÃO  Em geral, é de 2 a 10 dias, em média de 3 a 4 dias. Pode haver alguma variação em função do agente etiológico responsável.
  11. 11. PERÍODO DE TRANMISSIBILIDADE  É variável, dependendo do agente infeccioso e da instituição do diagnóstico e tratamento precoces.  No caso da doença meningocócica, a transmissibilidade persiste até que o meningococo desapareça da nasofaringe. Em geral, isso ocorre após 24 horas de antibioticoterapia.
  12. 12. SUSCEPTIBILIDADE E IMUNIDADE  A susceptibilidade é geral;  Grupo etário mais vulnerável:  Crianças menores de 5 anos;  Crianças menores de 1 ano;  Adultos maiores de 60 anos.
  13. 13. SUSCEPTIBILIDADE E IMUNIDADE  Os neonatos raramente adoecem, em virtude da proteção conferida pelos anticorpos maternos.  Essa imunidade vai declinando até os 3 meses de idade, com o consequente aumento
  14. 14. MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS  A meningite é uma síndrome na qual, em geral, o quadro clínico é grave;
  15. 15. MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS  Caracteriza-se por:  febre, cefaléia intensa, náusea, vômito, rigidez de nuca, prostração e confusão mental, sinais de irritação meníngea, acompanhados de alterações do líquido cefalorraquidiano (LCR).
  16. 16. MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS  No curso da doença, podem surgir delírio e coma.  Dependendo do grau de comprometimento encefálico, o paciente poderá apresentar também convulsões, paralisias, tremores, transtornos pupilares, hipoacusia (surdez) e ptose palpebral (pálpebra caída).
  17. 17. COMPLICAÇÕES  As principais complicações das meningites bacterianas são:  Perda da audição;  Distúrbio de linguagem;  Retardo mental;  Anormalidade motora;  Distúrbios visuais.
  18. 18. COMPLICAÇÕES  Em alguns casos, quadros de exantema (rash) principalmente nas extremidades do corpo.
  19. 19. DIAGNÓSTICO  O diagnóstico laboratorial das meningites é realizado através do estudo do líquido cefalorraquidiano, sangue e raspado de lesões petequiais, quando se suspeitar de meningococcemia e doença meningocócica.
  20. 20. TRATAMENTO  Antibiótico tão logo seja possível;  Antibiótico deve ser associado a outros tipos de tratamento de suporte, como reposição de líquidos e cuidadosa assistência;  A antibioticoterapia é administrada por via venosa por um período de 7 a 14 dias, ou até mais, dependendo da evolução clínica e do agente etiológico.  A precocidade do tratamento e do diagnóstico é fator importante para o prognóstico satisfatório
  21. 21. INSTRUMENTOS DISPONÍVEIS PARA PREVENÇÃO E CONTROLE  A meningite é uma síndrome que pode ser causada por diferentes agentes infecciosos. É possível, para alguns, dispor de medidas de prevenção primária, tais como: quimioprofilaxia e vacinas.
  22. 22. QUIMIOPROFILAXIA  A quimioprofilaxia, muito embora não assegure efeito protetor absoluto e prolongado, tem sido adotada como uma medida eficaz na prevenção de casos secundários. Está indicada para os contatos íntimos de casos de doença meningocócica e meningite por H. influenzae.
  23. 23. QUIMIOPROFILAXIA  A droga de escolha para a quimioprofilaxia é a rifampicina, que deve ser administrada em dose adequada e simultaneamente a todos os contatos íntimos, preferencialmente até 48 horas da exposição à fonte de infecção.
  24. 24. IMUNIZAÇÕES  As vacinas contra meningite são específicas para determinados agentes etiológicos. Algumas fazem parte do calendário básico de vacinação da criança, outras estão indicadas apenas em situações para controle de surto e algumas são indicadas para grupos especiais.
  25. 25. IMUNIZAÇÕES  São elas:  Vacina contra difteria, tétano, coqueluche e H. influenzae tipo b - DTP + Hib (tetravalente);  Vacina contra o H. influenzae tipo b – Hib;  Vacina polissacarídica contra o meningococo dos sorogrupos A e C;  Vacina polissacarídica contra o meningococo do sorogrupo B;  Vacina conjugada contra o meningococo do
  26. 26. AÇÕES DE EDUCAÇÃO EM SAÚDE  A população deve ser orientada sobre os sinais e sintomas da doença e, também, sobre hábitos, condições de higiene e disponibilidade de outras medidas de controle e prevenção, tais como quimioprofilaxia e vacinas, alertando para a procura imediata do serviço de saúde frente à suspeita da doença;  A divulgação de informações é fundamental para diminuir a ansiedade e evitar o pânico.
  27. 27. PREVINA-SE!
  28. 28. OBRIGADO!

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