A Organização das Áreas Urbanas : ÁREAS FUNCIONAIS
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A cidade: espaço de funções a organização interna das cidades Toural – um dos locais do CBD de Guimarães
<ul><li>A importância da acessibilidade : o aumento e a melhoria dos transportes e da acessibilidade provocam a procura da...
ACESSIBILIDADES RODOVIÁRIAS E FERROVIÁRIAS
TRANSPORTES PÚBLICOS Promovem a acessibilidade
A Cidade – espaço de funções <ul><li>A procura do centro da cidade  associada ao desenvolvimento dos transportes e à melho...
FACTORES ASSOCIADOS À ESPECULAÇÃO FUNDIÁRIA <ul><li>Despovoamento das áreas centrais das cidades. </li></ul><ul><li>Degrad...
VARIAÇÃO DA RENDA LOCATIVA página 80 <ul><li>A acessibilidade é fundamental para explicar a variação da renda locativa </l...
Variação do centro para a periferia, da renda locativa para as três funções urbanas
Variação do preço do solo com a distância ao centro <ul><li>Existem excepções  na relação entre a renda locativa e a distâ...
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A DIFERENCIAÇÃO ESPACIAL DO CBD PÁG. 82 <ul><li>A elevada procura e a competição pelo espaço numa área restrita leva a : <...
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É o chamado Zonamento Horizontal
Zonamento ou especialização Vertical Geralmente: . Comércio no r/c . Serviços (escritórios) nos primeiros andares . Alguma...
No entanto: vem-se dando a migração das actividades terciárias para fora do “Centro”da cidade PÁG. 83e 84 Parque das Nações
Centros comerciais fora da “baixa” – Norte e Arrábida Shopping. Locais de boa acessibilidade, solo mais barato,  aliados a...
Razões das migrações das actividades terciárias <ul><li>Elevado congestionamento funcional. </li></ul><ul><li>Escassez de ...
Estagnação/revitalização do CBD   pág. 85 <ul><li>A migração de muitas actividades e residentes, do centro para áreas atra...
AS ÁREAS RESIDENCIAIS  pág. 86 <ul><li>As áreas residenciais predominam no espaço urbano. A diversidade de formas e aspect...
Elementos que intervêm na caracterização das áreas residenciais  <ul><li>valorização social das diferentes localizações </...
Elementos que intervêm na caracterização das áreas residenciais <ul><li>Qualidade ambiental/espaço cénico (vista agradável...
AS ÁREAS RESIDENCIAIS –  Classes privilegiadas pág. 86 <ul><li>As áreas residenciais ocupadas pelas classes privilegiadas ...
AS ÁREAS RESIDENCIAIS  privilegiadas <ul><li>Nos últimos anos, tem surgido uma oferta de habitação de qualidade em edifíci...
Áreas residenciais de luxo Condomínio fechado -Algarve Casas apalaçadas - Foz do Douro
HABITAÇÕES DE LUXO… Habitações de Luxo – Avenida da Boavista As habitações de luxo localizam-se preferencialmente em áreas...
Áreas residenciais de luxo Condomínio de luxo – Foz do Douro - Porto <ul><li>Estes condomínios apresentam as seguintes car...
AS ÁREAS RESIDENCIAIS – Classes médias Pág 87 <ul><li>A maior parte do espaço urbano é preenchido por bairros residenciais...
<ul><li>À medida que a distância ao centro aumenta, diminui o preço do solo, pelo que se torna mais possível, à classe méd...
AS ÁREAS RESIDENCIAIS - Classes médias
AS ÁREAS RESIDENCIAIS –  Classes de menores recursos.  pág.88 <ul><li>As classes sociais menos favorecidas habitam pátios,...
AS ÁREAS RESIDENCIAIS – Classes de menores recursos <ul><li>A sua implantação tem sido feita de modo disperso pela cidade,...
AS ÁREAS RESIDENCIAIS –  Classes de menores recursos
Habitações – “baixa do Porto”
Algumas imagens de bairros sociais ligados a classes de baixos rendimentos Bairro do Aleixo -Porto Bairros Sociais – habit...
De uma forma geral, os bairros sociais tendem a localizar-se em áreas periféricas da cidade. Estão associados a extensos e...
Complexificação da Geografia Social das Cidades <ul><li>Nesta imagem, podemos observar : </li></ul><ul><li>Novas urbanizaç...
AS ÁREAS INDUSTRIAIS pág. 90 e 91 <ul><li>O desenvolvimento dos transportes. </li></ul><ul><li>Os consumidores em número c...
AS ÁREAS INDUSTRIAIS Antigas Fábrica Campos - Aveiro Antiga Fábrica de Tecidos – Oriental - Lisboa
AS ÁREAS INDUSTRIAIS <ul><li>Contudo, existem factores que “forçam” a deslocalização das áreas industriais para áreas afas...
AS ÁREAS INDUSTRIAIS Fábricas abandonadas - Lisboa <ul><li>A   função industrial tem vindo a perder peso no interior das c...
AS ÁREAS INDUSTRIAIS Tagus Parque – Empresarial Oeiras Novas localizações industriais
AS ÁREAS INDUSTRIAIS Parque Empresarial da Moita
AS ÁREAS INDUSTRIAIS No entanto, ainda existem indústrias no interior das cidades, tais como a industria da joalharia, imp...
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2 Áreas Funcionais

  1. 1. A Organização das Áreas Urbanas : ÁREAS FUNCIONAIS
  2. 2. A cidade: espaço de funções. A organização Interna das Cidades PÁGINA 80 a 91 A cidade é um espaço de funções , pois nela coexistem uma elevada diversidade de funções, como as ligadas às actividades terciárias ( como a actividade comercial, teatros, escritórios, sedes de empresas, hotéis, etc.) à indústria e ao sector residencial (bairros residenciais, habitações de luxo, condomínios fechados ) <ul><li>Coexistem as funções: </li></ul><ul><li>Terciária (CBD) </li></ul><ul><li>Residencial </li></ul><ul><li>Industrial </li></ul>
  3. 3. <ul><li>A localização e predominância de cada função permite delimitar no interior das cidades as áreas funcionais – zonas espaciais homogéneas com características próprias, dadas pela funçaõ dominante </li></ul>A cidade: espaço de funções a organização interna das cidades Rua Santa Catarina - Porto Rua Augusta - Lisboa
  4. 4. A cidade: espaço de funções a organização interna das cidades Toural – um dos locais do CBD de Guimarães
  5. 5. <ul><li>A importância da acessibilidade : o aumento e a melhoria dos transportes e da acessibilidade provocam a procura das cidades (por residentes e actividades económicas) o que leva à expansão da cidade – provocando alterações na morfologia e a reestruturação das áreas funcionais . </li></ul><ul><li>A acessibilidade é fundamental para maximizar os negócios – é mais fácil a chegada dos clientes </li></ul>A cidade: espaço de funções a organização interna das cidades
  6. 6. ACESSIBILIDADES RODOVIÁRIAS E FERROVIÁRIAS
  7. 7. TRANSPORTES PÚBLICOS Promovem a acessibilidade
  8. 8. A Cidade – espaço de funções <ul><li>A procura do centro da cidade associada ao desenvolvimento dos transportes e à melhoria das acessibilidades promovem a substituição das áreas residenciais pela actividade terciária (comércio, bancos, sedes de empresas, restaurantes, etc.) </li></ul>PROMOVENDO: Especulação Fundiária – desequilíbrio entre a oferta e a procura. Quando a procura é superior à oferta, os preços do solo sobem e atingem valores muito superiores ao seu valor real
  9. 9. FACTORES ASSOCIADOS À ESPECULAÇÃO FUNDIÁRIA <ul><li>Despovoamento das áreas centrais das cidades. </li></ul><ul><li>Degradação das áreas mais antigas. </li></ul><ul><li>Aumento dos preços dos terrenos (competição) </li></ul><ul><li>Surgimento de extensas áreas de solo expectante. </li></ul>
  10. 10. VARIAÇÃO DA RENDA LOCATIVA página 80 <ul><li>A acessibilidade é fundamental para explicar a variação da renda locativa </li></ul><ul><li>Regra Geral: </li></ul><ul><li>O aumento da acessibilidade promove o aumento do valor do solo </li></ul><ul><li>A área central da cidade é dominada por: </li></ul><ul><li>Cruzamento de eixos de comunicação </li></ul><ul><li>Terrenos disponíveis mais escassos – (especulação fundiária) tornam este local mais competitivo porque a clientela aumenta (actividades terciárias). </li></ul>
  11. 11. Variação do centro para a periferia, da renda locativa para as três funções urbanas
  12. 12. Variação do preço do solo com a distância ao centro <ul><li>Existem excepções na relação entre a renda locativa e a distância ao centro. </li></ul><ul><li>Pois afastado do Centro aparecem áreas com: </li></ul><ul><li>Boa Acessibilidade e Facilidade de estacionamento. </li></ul><ul><li>Espaços verdes e atractivos. </li></ul><ul><li>Poluição sonora mais reduzida. </li></ul><ul><li>Procura pela população mais abastada </li></ul>QUE AUMENTAM A RENDA LOCATIVA
  13. 13. As áreas terciárias – o CBD PÁG.81 a 85 <ul><li>Toda a cidade tem uma área central – que se distingue das restantes devido às funções que aí se concentram – CBD ou “BAIXA ” - </li></ul>Rua Augusta - Lisboa Rua Santa Catarina - Porto
  14. 14. A DIFERENCIAÇÃO ESPACIAL DO CBD PÁG. 82 <ul><li>A elevada procura e a competição pelo espaço numa área restrita leva a : </li></ul><ul><li>Aumento do preço do solo. </li></ul><ul><li>Escassez do solo </li></ul>Levando ao aumento da construção em altura, de modo a maximizar o aproveitamento do terreno <ul><li>A função residencial decresce (ficam algumas habitações degradadas ou habitadas por população envelhecida) </li></ul><ul><li>A função terciária cresce </li></ul>
  15. 15. Edifício da Zara – Rua de Santa Catarina no Porto APARCE A DIFERENCIAÇAO ESPACIAL Áreas mais especializadas em comércio grossista Áreas mais especializadas em comércio retalhista Áreas mais especializadas No sector Financeiro, etc
  16. 16. É o chamado Zonamento Horizontal
  17. 17. Zonamento ou especialização Vertical Geralmente: . Comércio no r/c . Serviços (escritórios) nos primeiros andares . Alguma residência nos últimos andares
  18. 18. No entanto: vem-se dando a migração das actividades terciárias para fora do “Centro”da cidade PÁG. 83e 84 Parque das Nações
  19. 19. Centros comerciais fora da “baixa” – Norte e Arrábida Shopping. Locais de boa acessibilidade, solo mais barato, aliados ao estacionamento (gratuito) E PORQUE A POPULAÇÃO ESTÁ CADA VEZ MAIS NA PERIFERIA
  20. 20. Razões das migrações das actividades terciárias <ul><li>Elevado congestionamento funcional. </li></ul><ul><li>Escassez de espaço para expansão das actividades. </li></ul><ul><li>Ruas estreitas e saturação das vias de acesso (elevada intensidade de tráfego). </li></ul><ul><li>Dificuldades de estacionamento. </li></ul><ul><li>Falta de áreas aprazíveis (ajardinadas…) </li></ul><ul><li>Os clientes estão cada vez mais longe do centro </li></ul>
  21. 21. Estagnação/revitalização do CBD pág. 85 <ul><li>A migração de muitas actividades e residentes, do centro para áreas atractivas da periferia, tem levado à perda de importância do “centro”. </li></ul><ul><li>Isto tem “obrigado” muitos Municípios a tomar medidas para revitalizar a área central: Recuperação de edifícios degradados; reordenamento, ou até encerramento do trânsito em certas ruas… </li></ul>
  22. 22. AS ÁREAS RESIDENCIAIS pág. 86 <ul><li>As áreas residenciais predominam no espaço urbano. A diversidade de formas e aspectos destas áreas acabam por reflectir o nível socioeconómico dos seus residentes </li></ul>Podemos diferenciar dentro das áreas residenciais : <ul><li>Classes sociais de rendimentos médios. </li></ul><ul><li>Classes sociais de rendimentos elevados </li></ul><ul><li>Classes sociais de rendimentos baixos </li></ul>
  23. 23. Elementos que intervêm na caracterização das áreas residenciais <ul><li>valorização social das diferentes localizações </li></ul><ul><li>Equipamentos comerciais da área envolvente </li></ul><ul><li>Acessibilidade/centralidade </li></ul><ul><li>Equipamentos colectivos (creches, jardins-de-infância, escolas, centros de saúde, centros culturais, centros de dia, etc.). </li></ul>
  24. 24. Elementos que intervêm na caracterização das áreas residenciais <ul><li>Qualidade ambiental/espaço cénico (vista agradável bem enquadrada) </li></ul><ul><li>Características dos edifícios: Espaço/número de assoalhadas; Qualidade arquitectónica (aspecto exterior do edifício) </li></ul><ul><li>Equipamentos ou infra-estruturas colectivas (piscina, ginásio, sauna, campo de jogos, portaria com guarda, etc.) </li></ul>
  25. 25. AS ÁREAS RESIDENCIAIS – Classes privilegiadas pág. 86 <ul><li>As áreas residenciais ocupadas pelas classes privilegiadas são normalmente dotadas de boa acessibilidade, situando-se em locais aprazíveis dentro do tecido urbano (com boa localização geográfica, com boas vistas e espaços verdes à sua volta), normalmente próximo das áreas centrais e afastadas de áreas industriais. Os edifícios são de boa e requintada construção e os espaços exteriores são igualmente cuidados. </li></ul>
  26. 26. AS ÁREAS RESIDENCIAIS privilegiadas <ul><li>Nos últimos anos, tem surgido uma oferta de habitação de qualidade em edifícios de andares equipados de infra-estruturas colectivas (piscinas, campos de jogos, sauna, etc.) conhecidos comercialmente por “condomínios fechados”. São sempre bem localizados, dentro da cidade ou na periferia, instalando-se, nesta última, em “quintas”. </li></ul>
  27. 27. Áreas residenciais de luxo Condomínio fechado -Algarve Casas apalaçadas - Foz do Douro
  28. 28. HABITAÇÕES DE LUXO… Habitações de Luxo – Avenida da Boavista As habitações de luxo localizam-se preferencialmente em áreas de grande procura pelas pessoas de grandes recursos financeiros. Os condomínios fechados – são novas formas de habitar para classes altas e médias-altas que reflectem mudanças na estrutura económica e social
  29. 29. Áreas residenciais de luxo Condomínio de luxo – Foz do Douro - Porto <ul><li>Estes condomínios apresentam as seguintes características: </li></ul><ul><li>Localizam-se em áreas de boa acessibilidade. </li></ul><ul><li>Localizam-se em ambientes aprazíveis, com jardins e afastados das áreas industriais (ausência de poluição) </li></ul><ul><li>Possuem uma arquitectura de qualidade (excelentes materiais) muito modernos e funcionais. </li></ul><ul><li>Possuem vigilância 24 horas e acesso restrito (condomínios fechados </li></ul>
  30. 30. AS ÁREAS RESIDENCIAIS – Classes médias Pág 87 <ul><li>A maior parte do espaço urbano é preenchido por bairros residenciais ocupados pela classe média. Não têm o arranjo arquitectónico dos bairros de luxo, a área de habitação é, em geral, mais reduzida e os edifícios, quase sempre idênticos, acusam, muitas vezes, deficiente conservação. </li></ul>
  31. 31. <ul><li>À medida que a distância ao centro aumenta, diminui o preço do solo, pelo que se torna mais possível, à classe média, a ocupação, em áreas periféricas, de novos bairros caracterizados por habitações espaçosas. muitas das quais são mesmo semelhantes às habitações de luxo dos bairros da classe alta. São, no entanto, mais baratas em função da menor acessibilidade, do afastamento ao centro e da desqualificação da área, factos que tornam também o solo mais barato. Estas novas áreas urbanizadas são ocupadas essencialmente por famílias jovens. </li></ul>AS ÁREAS RESIDENCIAIS - Classes médias
  32. 32. AS ÁREAS RESIDENCIAIS - Classes médias
  33. 33. AS ÁREAS RESIDENCIAIS – Classes de menores recursos. pág.88 <ul><li>As classes sociais menos favorecidas habitam pátios, vilas, prédios antigos , por vezes muito degradados, em áreas menos qualificadas, bairros camarários ou sociais , construídos pelas autarquias ou pelo Poder Central, que se caracterizam por uma grande homogeneidade — a arquitectura é sempre semelhante, embora reflectindo a época de construção. Os edifícios são de construção simples e relativamente económica . </li></ul>
  34. 34. AS ÁREAS RESIDENCIAIS – Classes de menores recursos <ul><li>A sua implantação tem sido feita de modo disperso pela cidade, mas muitas das vezes periférica. </li></ul><ul><li>Este grupo social, constituído, em parte, por idosos e população imigrante, ocupa ainda algumas das áreas mais antigas da cidade — bairros tradicionais, últimos pisos ou da Baixa, ou bairros periféricos, embora ainda dentro dos limites da cidade. </li></ul>
  35. 35. AS ÁREAS RESIDENCIAIS – Classes de menores recursos
  36. 36. Habitações – “baixa do Porto”
  37. 37. Algumas imagens de bairros sociais ligados a classes de baixos rendimentos Bairro do Aleixo -Porto Bairros Sociais – habitação social
  38. 38. De uma forma geral, os bairros sociais tendem a localizar-se em áreas periféricas da cidade. Estão associados a extensos edifícios, de fraca qualidade e apartamentos de pequenas dimensões <ul><li>Rápida degradação externa e interna </li></ul><ul><li>Conotações negativas dos seus habitantes. </li></ul>Bairros Sociais Bairro do Cerco - Porto Bairro de Chelas - Lisboa
  39. 39. Complexificação da Geografia Social das Cidades <ul><li>Nesta imagem, podemos observar : </li></ul><ul><li>Novas urbanizações (Condomínios fechados) </li></ul><ul><li>Bairro do Aleixo. </li></ul><ul><li>Solo expectante </li></ul>Bairro do Aleixo
  40. 40. AS ÁREAS INDUSTRIAIS pág. 90 e 91 <ul><li>O desenvolvimento dos transportes. </li></ul><ul><li>Os consumidores em número crescente. </li></ul><ul><li>O capital disponível. </li></ul><ul><li>Os terminais de vias de comunicação. </li></ul><ul><li>Os diversificados serviços de apoio (banco, seguros, etc.) </li></ul>São alguns dos factores que justificavam a preferência da indústria para se instalar na cidade
  41. 41. AS ÁREAS INDUSTRIAIS Antigas Fábrica Campos - Aveiro Antiga Fábrica de Tecidos – Oriental - Lisboa
  42. 42. AS ÁREAS INDUSTRIAIS <ul><li>Contudo, existem factores que “forçam” a deslocalização das áreas industriais para áreas afastadas da Cidade: </li></ul><ul><li>Elevado preço do solo (no centro) </li></ul><ul><li>Crescente intensidade de trânsito, congestionamento e dificuldades de estacionamento. </li></ul><ul><li>Elevada poluição sonora e atmosférica. </li></ul><ul><li>Alterações no processo produtivo (separação entre a fase produtiva e a sua gestão (ver pág. 114 – Manual – caso Lactogal). </li></ul><ul><li>Necessidade de vastos espaços (estacionamento, escritórios, salas de convívio, etc) e espaços ajardinados </li></ul>
  43. 43. AS ÁREAS INDUSTRIAIS Fábricas abandonadas - Lisboa <ul><li>A função industrial tem vindo a perder peso no interior das cidades (cresce na periferia) e tem sido substituída pela função terciária devido a vários factores: </li></ul><ul><li>Maior disponibilidade de espaço nas áreas periféricas. </li></ul><ul><li>Baixos custos de terreno. </li></ul><ul><li>Mão-de-obra mais barata. </li></ul>
  44. 44. AS ÁREAS INDUSTRIAIS Tagus Parque – Empresarial Oeiras Novas localizações industriais
  45. 45. AS ÁREAS INDUSTRIAIS Parque Empresarial da Moita
  46. 46. AS ÁREAS INDUSTRIAIS No entanto, ainda existem indústrias no interior das cidades, tais como a industria da joalharia, impressão (tipografia) e confecção de luxo – pois são indústrias pouco poluentes e de bens de consumo – (necessitam estar perto do consumidor). Além disso, consomem pouca energia eléctrica. Joalharia Tipografia

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