Conjunto nacional

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  • Muito boa sua apresentação sobre o Conjunto Nacional, gostaria de saber em que site você conseguiu as imagens das plantas baixas?!! Obrigada
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Conjunto nacional

  1. 1. Conjunto Nacional David Libeskind
  2. 2. Ficha Técnica • Localização: Paulista – São Paulo /SP • Inauguração: 1956 – 1º Shopping Center da América Latina • Construção: Construtora Warchavchik e Neumann Ltda. • Empreendimento: José Tijurs • Área do terreno: 14 mil e 600 m² • Estacionamento interno: 800 vagas • Funcionários: 162
  3. 3. Condomínio Conjunto Nacional • O Conjunto Nacional é um condomínio misto (residencial, comercial e serviços) situado na Avenida Paulista, 2073. É um marco na cidade de São Paulo, com uma área construída de 110.000 metros quadrados. Considerado o primeiro edifício comercial da Av. paulista • O partido do projeto, uma lâmina horizontal como grande galeria e outra vertical com apartamentos e escritórios, tornou-se um modelo de cidade. O edifício adquiriu dimensão urbana, por sua escala e qualidades.
  4. 4. Com 110 mil m² de área construída, o Conjunto Nacional foi projetado em duas lâminas, uma horizontal ocupando toda a quadra e outra vertical. Sua volumetria em relação com a cidade, permite que pela permeabilidade de suas galerias possa refletir as proposições arquitetônicas e urbanas modernas.Imagem fonte: www.cultura.sp.gov.br
  5. 5. Localização O terreno é privilegiado em uma quadra inteira, formada pela Av. Paulista, Alameda Santos e pelas ruas Augusta e Padre João Manoel.
  6. 6. David Libinsked • Biografia Nascido em Ponta Grossa, Paraná, Libeskind cresceu em Belo Horizonte, onde se formou na Escola de Arquitetura da Universidade Federal de Minas Gerais, em 1952. Pouco tempo depois de formado, em 1953, Libeskind se radicou São Paulo, onde foi responsável por um dos mais importantes ícones da capital paulista, o Conjunto Nacional. Atuou como artista plástico e artista gráfico, e participou do Instituto de Arquitetos do Brasil.
  7. 7. Sua Obra • Dentre as experiências modernas do exterior, uma em especial provocou grande interesse no jovem arquiteto David Libeskind: os Case Study House, residências unifamiliares construídas por arquitetos modernos na Califórnia, que foram propostas, viabilizadas e publicadas por John Entenza na revista norte- americana Arts & Architecture. • É no uso dos planos verticais e horizontais, na busca do espaço fluído, na diluição dos limites entre espaço interior e exterior, no uso das aberturas generosas, na não compartimentação do programa residencial através dos espaços e das atividades cotidianas, que o raciocínio projetual presente nas habitações unifamiliares de Libeskind se aproxima da arquitetura do novo estilo de vida californiano, destacando a obra de Richard Neutra como uma referência particular.
  8. 8. Programa - Funções Residencial Comercial Serviços Lazer Estacionamentos O partido do projeto, uma lâmina horizontal como grande galeria e outra vertical com apartamentos e escritórios, tornou-se um modelo de cidade. O edifício adquiriu dimensão urbana, por sua escala e qualidades, e nos faz em projetar outras experiências como essa. A a relação entre os usos – residência, comercio, serviços, lazer - se dá pelas lâminas.
  9. 9. Multifuncional
  10. 10. Funções
  11. 11. Circulação • Os volumes horizontal e vertical contem três acessos verticais de circulação, dois para salas comerciais e escritórios (Horsa I e Horsa II) e um para uso residencial (Edifício Guayuiá), além de amplos estacionamentos e garagens nos subsolos. Rampa acesso carros Acesso usuário Circulação de serviço Circulação área de serviços e residencial Circulação Vertical Circulação Horizontal Acessos ruas/galerias
  12. 12. Circulação • Foi proposta a continuidade do passeio público coberto por todo o conjunto, gerando espaços de uso coletivo. Sobrepõe usos que garantem animação, além de estabelecer várias cotas como desdobramentos destas atividades. Assim, interliga o subsolo a jardins no quinto piso. • As quatro galerias internas se encontram em um espaço central onde estão as prumadas de circulação vertical, compostas por rampas, elevadores e escadas rolantes. As rampas foram cobertas, no nível do terraço-jardim, por uma cúpula geodésica que permite a passagem de luz natural. • Diariamente, cerca de 45 mil pessoas (entre população fixa e flutuante) circulam pelos 1,6 mil m² de corredores.
  13. 13. Espaços Espaço Servido Espaço Servente O conceito servido e servente, se torna bastante útil na hora de entender a organização da edificação. Os espaços serventes são usados de forma funcional, são os espaços necessários para que a edificação funcione adequadamente. Nos espaços servidos incluem as salas, escritório e áreas comerciais - os espaços servidos pelas áreas serventes (corredores, passagens, rampas, escadas)
  14. 14. Intercolúnios Colunas Pilares (pilotis)
  15. 15. Estrutura Laje Vedação Colunas Pilar/Pilotis Cortina Estrutura da rampa/Caixa elevador Projeto característico da arquitetura brasileira daquela época, com ênfase no terraço-jardim e nos pilotis. Separando as duas laminas há os pilotis que se apoiam no terraço jardim que serve de cobertura de toda área comercial. Além dos pilotis, nesse terraço foi projetado um salão de festas de uma cúpula geodésica para abrigar o conjunto de rampas e elevadores do hall central.
  16. 16. Panos de vidro Os pilares estão reunidos entre si por panos de vidros
  17. 17. O conjunto Nacional se caracteriza também pela presença do pé direito generoso por todas as calçadas e também no seu interior, na parte térrea de galerias formando quase que uma transição quase que imperceptível, isso se da pelo detalhe das calçadas serem de pedra portuguesa que adentrem em seu interno criando uma continuidade.
  18. 18. Terraço Jardim Espaço de convívio e lazer, também é funcional de certa forma, foi faz a união dos usos e integra a lamina horizontal com a lamina vertical através da sustentação dos pilotis. No terraço foi projetado um salão de festas e cúpula geodésica para abrigar o conjunto de rampas e elevadores do hall central. Possui também pistas e cooper.
  19. 19. Iluminação Natural É garantida pela cúpula que ilumina toda rampa e grandes aberturas de vidro que garantem luz natural por toda a galeria
  20. 20. Cúpula • Toda a estrutura da cúpula é de alumínio. O desenho foi inspirado nos trabalhos que Buckminster Fuller vinha desenvolvendo. A transposição não foi simples, o cálculo da estrutura, de aproximadamente 30 m de vão, demandou grande precisão. O engenheiro Hans Eger viu o anteprojeto de Libeskind publicado e procurou o arquiteto, oferecendo seus trabalhos, que foram logo aceitos. A partir de um módulo hexagonal foi montada a volumetria, arrematada com uma única peça pentagonal de concreto no topo. Esta peça se apoia no bloco elíptico que concentra a circulação vertical. Placas de plástico e lã de vidro foram moldadas pela fábrica de plásticos Goyania, especialmente para este projeto.

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