1 urbano rural_cidade

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1 urbano rural_cidade

  1. 1. AREAS URBANAS - PÁG. 77 Sumário: Introdução ao tema «As áreas urbanas»: dinâmicas internas. Critérios para definir cidade
  2. 2. .Valor do solo .Transportes . Acessibilidade Pág. 77
  3. 3. Esta é a Cidade Esta é a Cidade, e é bela. Pela ocular da janela foco o sémen da rua. Um formigueiro se agita, se esgueira, freme, crepita, ziguezagueia e flutua. Freme como a sede bebe numa avidez de garganta, como um cavalo se espanta ou como um ventre concebe. Treme e freme, freme e treme, friorento voo de libélula sobre o charco imundo e estreme. Barco de incógnito leme cada homem, cada célula. É como um tecido orgânico que não seca nem coagula, que a si mesmo se estimula e vai, num medido pânico. Aperfeiçoo a focagem. Olho imagem por imagem numa comoção crescente. Enchem-se-me os olhos de água. Tanto sonho! Tanta mágoa! Tanta coisa! Tanta gente! São automóveis, lambretas, motos, vespas, bicicletas, carros, carrinhos, carretas, e gente, sempre mais gente, gente, gente, gente, gente, num tumulto permanente que não cansa nem descansa, um rio que no mar se lança em caudalosa corrente. Tanto sonho! Tanta esperança! Tanta mágoa! Tanta gente! António Gedeão “As cidades são criações máximas do homem e, por isso, nelas encontramos tudo o que há de melhor e pior da civilização humana” Vibrar; tremer; estar insegura MAS, O QUE É UMA CIDADE? “A cidade é um modo de adaptação humana às necessidades nascidas da conquista progressiva da natureza pelo homem” in Marcel Poête “A cidade é um lugar central para uma região mais ou menos extensa; os seus habitantes trabalham, quase exclusivamente, nos setores secundário e terciário” in. V. Prevot
  4. 4. Afinal, o que é uma cidade? (pág. 80) CIDADE QUOTIDIANOAGLOMERADO PRODUÇÃO SOCIAL espaço de contacto construção da diferença; da diversidade; da desigualdade Segregação/valorização espacial espaço de exclusão Espaços públicos/privados contacto Paisagem Espaço simbólico Organização dos espaços e da vida urbana Movimento de pessoas Modos de vida Vida privada: estudo, trabalho agitação
  5. 5. ESPAÇO RURAL / ESPAÇO URBANO (pág. 79 a 79) Observar as imagens e responder às questões Espaço Urbano≠Espaço Rural
  6. 6. Espaço onde a ocupação do solo é predominantemente agrícola (terras de cultura, pastagens e bosques), a habitação é geralmente unifamiliar e a população ativa dedica-se sobretudo a atividades agrícolas, mas não exclui outras atividades não agrícolas que aqui também se inserem. Espaço Rural
  7. 7. Espaço densamente ocupado e elevado índice de construção. Grande concentração de atividades dos setores secundário e sobretudo do terciário. Espaço Urbano
  8. 8. ESPAÇO URBANO / ESPAÇO RURAL- pág. 79 e 80 No entanto, a distinção dos dois espaços é cada vez mais difícil, pois o aumento da população, o desenvolvimento da indústria e dos transportes levaram à expansão da cidade para fora dos antigos limites; diversificaram-se as trocas cidade/campo e muitas áreas rurais começaram a apresentar uma diversificação profissional e funcional. A difusão da informação também contribuiu para uniformizar os modos de vida.
  9. 9. CADA VEZ É MAIS DIFÍCIL DISTINGUIR O ESPAÇO URBANO DO RURAL  A crescente mobilidade conferida pelas modernas vias de comunicação e pelas melhores redes de transporte permitiu uma grande flexibilidade na implantação das atividades económicas e na fixação de residência.  A crescente mobilidade conferida pelas modernas vias de comunicação e pelas melhores redes de transporte permitiu uma grande flexibilidade na implantação das atividades económicas e na fixação de residência.
  10. 10. A oposição Espaço Rural/Espaço Urbano:  A ocupação do solo;  As atividades económicas dominantes;  A concentração populacional;  A dinâmica populacional;  As deslocações diárias;  A acessibilidade;
  11. 11. DEFINIR CIDADE é difícil pág. 80  não há definição universal…  Apesar de todos nós termos uma noção de cidade (às quais associamos um conjunto de características) não lhe corresponde uma definição rigorosa e muito menos com aceitação universal; o que explica as dificuldades sempre que precisamos de utilizar com algum rigor este conceito.  A principal razão para a falta desta definição são os critérios utilizados que variam de país para país e têm evoluído ao longo dos tempos.
  12. 12. A ORGANIZAÇÃO DAS ÁREAS URBANAS  A Cidade – critérios de definição A Cidade – critérios de definição • Demográficos;• Demográficos; • População absoluta; • População absoluta; • Densidade populacional; • Densidade populacional; • Funcional;• Funcional; • Tem por base as atividades desenvolvidas pela população ativa. • Tem por base as atividades desenvolvidas pela população ativa.
  13. 13. As definições de Cidade- tem de se encontrar critério pág. 80 Há algumas variações de significados oficiais do que chamamos cidade. Isto porque os critérios utilizados pelos administradores urbanos são diferentes do ponto de vista jurídico ou socioeconómico/espacial. Vejamos a seguir alguns exemplos Suíça – 10.000 hab. Venezuela – 2.500 Hab. Senegal – 10.000 Hab. Índia - 5 mil hab. ou mais, uma densidade maior do que 390 habitantes por Km2 e pelo menos 75% da população empregada em atividades não- agrícolas” Em Portugal, até 1980, exigiam-se 10 mil hab. ou, não os tendo, fosse sede de distrito. Isto deixava de fora muitas povoações com esses estatuto há centenas de anos O critério demográficoFrança 250 hab
  14. 14. A ORGANIZAÇÃO DAS ÁREAS URBANAS • conduz a enormes disparidades resultantes da impossibilidade de estabelecer um número mínimo universal; • suscetível de apresentar variações muito significativas de país para país. • conduz a enormes disparidades resultantes da impossibilidade de estabelecer um número mínimo universal; • suscetível de apresentar variações muito significativas de país para país. •A definição com base na população absoluta é das mais utilizadas. • Possui algumas vantagens mas coloca também algumas dificuldades: •A definição com base na população absoluta é das mais utilizadas. • Possui algumas vantagens mas coloca também algumas dificuldades: • População absoluta • População absoluta  Critério Demográfico Critério Demográfico
  15. 15. A ORGANIZAÇÃO DAS ÁREAS URBANAS Fig. Paisagem alentejana  Critério Demográfico Critério Demográfico • Cidades localizadas em PD que, possuindo vastos espaços verdes e edifícios unifamiliares, apresentam densidades demográficas inferiores à de aldeias mais ou menos compactas em PED. • Cidades localizadas em PD que, possuindo vastos espaços verdes e edifícios unifamiliares, apresentam densidades demográficas inferiores à de aldeias mais ou menos compactas em PED. • Densidade populacional • Densidade populacional • Também nos deparamos com algumas dificuldades.
  16. 16. A ORGANIZAÇÃO DAS ÁREAS URBANAS  Critério Funcional Critério Funcional • Tem por base as atividades desenvolvidas pela população ativa de um determinado aglomerado urbano. • Um determinado aglomerado será considerado cidade se a maioria dos seus residentes se ocupar nos setores secundário e, fundamentalmente, terciário. • Tem por base as atividades desenvolvidas pela população ativa de um determinado aglomerado urbano. • Um determinado aglomerado será considerado cidade se a maioria dos seus residentes se ocupar nos setores secundário e, fundamentalmente, terciário. Fig. Chaves Limitações: • inexistência de valores universais sobre a percentagem mínima de população residente empregue naqueles setores para que uma dada aglomeração tenha a categoria de cidade; • existência de situações em que a população residente de um determinado aglomerado, embora trabalhando predominantemente naqueles setores de atividade, o faz fora da sua área de residência, isto é, noutro aglomerado. • Acresce a estas situações a profunda disparidade existente entre PD e PED. • PD: aceitável considerar como cidade um núcleo em que a população ativa empregada no setor primário seja inferior a 25%. • PED: perfeitamente razoável considerar-se um nível percentual na casa dos 80%. • Acresce a estas situações a profunda disparidade existente entre PD e PED. • PD: aceitável considerar como cidade um núcleo em que a população ativa empregada no setor primário seja inferior a 25%. • PED: perfeitamente razoável considerar-se um nível percentual na casa dos 80%.
  17. 17. A ORGANIZAÇÃO DAS ÁREAS URBANAS Fig. Cidade de Aveiro  Conjugação de Critérios (Demográfico e Funcional) Conjugação de Critérios (Demográfico e Funcional) • (…) a conjugação de critérios e simultaneamente a sua adequação à realidade regional serão as condições mais apropriadas à definição de cidade. • (…) a conjugação de critérios e simultaneamente a sua adequação à realidade regional serão as condições mais apropriadas à definição de cidade. • Conferência Europeia de Estatística, estabeleceu as normas para a definição de cidade (…). • Conferência Europeia de Estatística, estabeleceu as normas para a definição de cidade (…). • Aglomerações com mais de 10 000 habitantes ou, tendo um mínimo de 2000 habitantes, desde que a população ligada ao setor primário não ultrapassasse os 25%, fossem consideradas cidades. • Aglomerações com mais de 10 000 habitantes ou, tendo um mínimo de 2000 habitantes, desde que a população ligada ao setor primário não ultrapassasse os 25%, fossem consideradas cidades. • Reconhecida a grande dificuldade em definir “cidade”, cada país adota a sua própria definição com base nos mais diversos critérios. • Reconhecida a grande dificuldade em definir “cidade”, cada país adota a sua própria definição com base nos mais diversos critérios.
  18. 18. CIDADE critérios mais utilizados para a definir – Critério Jurídico-administrativo – pág. 80 - Cidades definidas por decisão legislativa (ex. Capitais de distrito); vontade régia para incentivar o povoamento, recompensa por serviços prestados ou garantir a defesa das regiões de fronteira — Guarda, Beja, Tavira; Pinhel - Reconhecimento de uma função religiosa — Miranda do Douro, Portalegre)
  19. 19. CIDADE critérios mais utilizados para a definir  É, assim, necessário utilizar simultaneamente vários critérios (critérios mistos), que tenham a ver com a sua influência económica, político-administrativa e sociocultural, sobre a região que a envolve  Devido à dificuldade em definir cidade é cada vez mais habitual utilizar a expressão «centro urbano», com um significado mais lato do que o de cidade, podendo referir- se a aglomerados urbanos sem essa categoria administrativa (ex. vila)- pág. 81
  20. 20. Centro Urbano Cidade≠ AS ÁREAS URBANASAS ÁREAS URBANAS São frequentemente utilizados como sinónimos mas, há cidades que não são centros urbanos e estes não são necessariamente cidade.
  21. 21. Centro Urbano e Cidade  Uma cidade é uma categoria atribuída por ser uma entidade político administrativa ou por esta lhe ter sido atribuída por forma honorífica, por no passado histórico ter havido um motivo que o justificou, ainda que essa mesma entidade, atualmente não cumpra os critérios de definição de cidade.  Centro urbano são os locais com população superior a 5000 habitantes ou com densidade superior a 500 habitantes por Km2.
  22. 22. Como definir cidade? Em Portugal O que diz a Lei Como é difícil adoptar um critério uniforme, em Portugal foi legislado (Lei 11/82) conjugando os três critérios e fazendo diferença entre vila e cidade. Actualmente em Portugal para ser vila, uma povoação, tem de ter mais de 3000 eleitores em aglomerado populacional contínuo e que possua pelo menos metade do seguinte equipamento coletivo:
  23. 23. Como definir vila? Em Portugal • posto de assistência médica; farmácia; • casa do Povo, de espetáculos, centro cultural ou outras atividades; • transportes públicos coletivos; estação dos CTT; • estabelecimentos comerciais e de hotelaria; • estabelecimento que ministre a escolaridade obrigatória; • agência bancária.
  24. 24. Como definir cidade? Em Portugal Para ser cidade, uma vila, tem de ter pelo menos, 8000 eleitores em aglomerado populacional contínuo e possuir pelo menos metade dos seguintes equipamentos coletivos
  25. 25. Como definir cidade? Em Portugal • instalações hospitalares com serviço de permanência; • farmácias; • corporação de bombeiros; • casa de espectáculos e centro cultural; • museu e biblioteca;
  26. 26. Como definir cidade? Em Portugal • instalações de hotelaria; • estabelecimentos de ensino para toda a escolaridade obrigatória • parques ou jardins públicos. • transportes públicos, urbanos e suburbanos;
  27. 27. Como definir cidade? Em Portugal Para prevenir determinadas situações especiais legislou-se também que: (pág. 81, Doc2) Importantes razões de natureza histórica, cultural e arquitetónica poderão justificar uma ponderação diferente dos requisitos enumerados anteriormente. Nos últimos anos muitas vilas têm sido elevadas a cidade sem reunirem os requisitos necessários e onde parece que a ponderação é muito influenciada pela preocupação em satisfazer políticos locais...
  28. 28. A ORGANIZAÇÃO DAS ÁREAS URBANAS CONCLUSÃO Fig. Cidade do Porto  As cidades apresentam na generalidade um conjunto de traços comuns a que importa dar particular atenção:  As cidades apresentam na generalidade um conjunto de traços comuns a que importa dar particular atenção: • forte concentração de população; • forte concentração de população; • o predomínio dos setores secundário e terciário; • o predomínio dos setores secundário e terciário; • a existência de um conjunto variado de serviços e equipamentos (educação, saúde, transportes, lazer...); • a existência de um conjunto variado de serviços e equipamentos (educação, saúde, transportes, lazer...); • a paisagem construída (o edificado possui características morfológicas, estéticas e funcionais com vincados traços de urbanidade).
  29. 29. CIDADE - CONCLUSÃO A cidade é fundamentalmente um centro terciário, lugar onde se procede à troca de produtos e ideias, onde aumentam os contactos entre pessoas e instituições, se concentram os locais de convívio e diversão, se procura a escola e se vai ao hospital, se encontra o conhecimento e o apoio técnico necessários à maioria das atividades económicas. Fonte: Teresa Barata Salgueiro — A cidade em Portugal, Edições Afrontamento, 1992
  30. 30. Não há duas cidades iguais por isso também não há uma definição universal No entanto há característicasNo entanto há características comuns…comuns…
  31. 31. Características de cidadesCaracterísticas de cidades Actividades Económicas  Serviços  Comércio  Indústria Elementos Sociais  Grande concentração demográfica  Grande densidade de construção Elementos Morfológicos  Aspectos arquitectónicos  Infraestruturas de transporte  Jardins e Parques Transportes  Rodoviário  Ferroviário
  32. 32. Características de cidadesCaracterísticas de cidades  Densa ocupação humana (Pop. Total e Dens. Populacional)  Elevado índice de construção (edifícios altos e concentrados);  Grande concentração de atividades económicas: serviços (administrativos, sociais e políticos) e comércio;  Elevado nº de equipamentos sociais e culturais de lazer e educação;  Bem servidas de transporte e comunicação;  Elevado fluxo de trânsito e de pessoas.
  33. 33. PORTUGAL MAIS URBANO PÁG. 82 O ritmo de crescimento urbano foi particularmente intenso, o que se refletiu no comportamento da taxa de urbanização. O ritmo de crescimento urbano foi particularmente intenso, o que se refletiu no comportamento da taxa de urbanização. TU= POPULAÇÃO URBANA POPULAÇÃO TOTAL X 100 Fig. Evolução da taxa de urbanização em Portugal Taxa de urbanização: % de população urbana em relação à total – reflete a tendência de concentração da população nas áreas urbanas.
  34. 34. PORTUGAL MAIS URBANO PÁG. 82 Em Portugal, tem-se assistido à concentração da população e das atividades nas áreas urbanas, habitualmente consideradas como motores de crescimento económico, de competitividade e de emprego. Em Portugal, tem-se assistido à concentração da população e das atividades nas áreas urbanas, habitualmente consideradas como motores de crescimento económico, de competitividade e de emprego. TU= POPULAÇÃO URBANA POPULAÇÃO TOTAL X 100 Fig. Evolução da taxa de urbanização em Portugal Em Portugal a População urbana tem crescido mais que a população total, visto que o fraco desenvolvimento da maioria das áreas rurais continuam a “obrigar” a pessoas a emigrar para o estrangeiro ou para as cidades da zona litoral-
  35. 35. PORTUGAL MAIS URBANO Portugal é, entre os países da União Europeia, um dos que tem menor taxa de urbanização. Portugal é, entre os países da União Europeia, um dos que tem menor taxa de urbanização. Fig. Taxa de urbanização nos países-membros da União Europeia (2012).
  36. 36. Taxa de Urbanização na UE - pág. 82 A taxa de urbanização em Portugal aumentou, significativamente, o que se deve, sobretudo, à alteração do método de cálculo da população urbana. Atualmente, o Sistema Estatístico Nacional considera urbano, além das cidades, os locais com população superior a 5000 habitantes ou com densidade superior a 500 habitantes por Km2. Apesar desta alteração, em Portugal a taxa de urbanização é ainda das mais baixas da União Europeia. É a percentagem de pessoas QUE VIVEM EM CIDADES CALCULA-SE (pop. urbana : pop. total) X 100 RESPONDER ÀS QUESTÕES DA PÁG. 82.
  37. 37. Hong Kong
  38. 38. Rio de Janeiro - Favela
  39. 39. Toronto
  40. 40. Xangai
  41. 41. S. Paulo
  42. 42. Nova Iorque
  43. 43. Miranda do Douro
  44. 44. Mértola
  45. 45. Beja
  46. 46. Porto
  47. 47. Lisboa
  48. 48. Taxa de Urbanização na UE - pág. 82 A taxa de urbanização em Portugal aumentou, significativamente, o que se deve, sobretudo, à alteração do método de cálculo da população urbana. Atualmente, o Sistema Estatístico Nacional considera urbanos, além das cidades, os locais com população superior a 5000 habitantes ou com densidade superior a 500 habitantes por Km2. Apesar desta alteração, em Portugal a taxa de urbanização é ainda das mais baixas da União Europeia. é a percentagem de pessoas QUE VIVEM EM CIDADES CALCULA-SE (pop. urbana : pop. total) X 100 RESPONDER ÀS QUESTÕES DA PÁG. 82.
  49. 49. Actividades 1- Analisar os gráficos da pág. 85 e responder às duas questões 2- Fazer a ficha 18 do Caderno de atividades

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