Gestão do comércio - Unidade 1 - Introdução

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Conteúdos sobre gestão do comércio (introdução e contexto histórico)

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Gestão do comércio - Unidade 1 - Introdução

  1. 1. Gestão do Comércio Unidade 1
  2. 2. Origem do Comércio Necessidades  Escambo  Dinheiro  Acúmulo de Riqueza  Desejos  Produtos e Serviços Complementares
  3. 3. Surgimento dos intermediários Transações SEM intermediários Transações COM intermediários
  4. 4. Surgimento dos intermediários • A participação dos intermediários no processo de troca traz vantagens como a redução de transações realizadas. – Produção e comercialização em diferentes épocas – Homogeneidade da distribuição • Intermediários proporcionam utilidade de posse, de tempo e lugar.
  5. 5. Papéis dos intermediários • Vendas • Compras • Seleção • Financiamento • Armazenamento • Distribuição • Controle de qualidade • Transportes • Marketing • Riscos
  6. 6. Canais de distribuição DIRETA INDIRETA Um nível Dois níveis Três níveis Quatro níveis Fabricante Fabricante Fabricante Fabricante Atacadista Atacadista Especialista Varejista Varejista Varejista Consumidor Consumidor Consumidor Consumidor
  7. 7. Varejo • O varejo consiste em todas as atividades que englobam o processo de venda de produtos e serviços para atender uma necessidade pessoal do consumidor final. • O varejista é qualquer instituição cuja atividade principal consiste no varejo, ou seja, na venda de produtos e serviços para o consumidor final.
  8. 8. Varejo • As atividades do varejo não dependem necessariamente da existência de uma loja, pois há os meios de venda à distância, como lojas virtuais, telefone, correio e na casa do consumidor.
  9. 9. Atacado • Fabricantes e atacadistas podem vender diretamente ao consumidor final, mas estes não são varejistas, pois não é sua principal função. • O atacado difere do varejo devido ao processo de vendas focado em clientes institucionais.
  10. 10. O varejo no Brasil • Época Brasil Colônica: dependência de Portugal, que controlava o setor, e fornecia os produtos necessários • Foco nas produções agrícolas, pecuária e extrativismo • Leis bloqueavam o surgimento de novas indústrias até 1808. • Em 1850 haviam somente 50 indústrias. • Desenvolvimento industrial, mas as limitações logísticas dificultaram o avanço do comércio.
  11. 11. O varejo no Brasil • Crescimento do comércio na época da república. • Primeiro grande comerciante: Irineu Evangelista, o Barão e Visconde de Mauá. Criou uma das mais importantes casas comerciais da época, bancos, estradas de ferro, companhias de iluminação a gás no Rio de Janeiro, estaleiros, entre outros.
  12. 12. O varejo no Brasil • Primeiras grandes lojas – 1871 – casa Masson – 1906 – Lojas Pernambucanas – 1912 – Mesbla • Desenvolvimento de acordo com a infraestrutura e crescimento das cidades, ou seja, a concentração mercadológica, com a existência de pessoas, dinheiro, autoridade e disposição para a compra. Além disso, facilidade de transporte e comunicação.
  13. 13. Tendências varejistas • Aumento da globalização – vinda de grandes grupos varejistas para o Brasil – Carrefour, Wal-Mart, Casino (Pão de Açúcar), McDonald’s, Zara • Aumento da consolidação – Pequeno número de empresas aumentando sua participação nos negócios do setor, incluindo as fusões e associativismo. • Aumento do poder do varejo – Poder de barganha devido à concentração das grandes redes, impondo suas condições aos fornecedores, bem como o surgimento de marcas próprias.
  14. 14. Tendências varejistas • Parceria e aliança com fornecedores – Fonte de vantagem competitiva, devido às alianças que contribuem para aumento da eficiência dos canais de distribuição. – Isso é facilitado pelo uso de ferramentas de resposta rápida aos consumidores (ECR), que são sistemas de logística integrados que obtém informações em tempo real, permitindo maior planejamento e eficiência do processo e gestão de recursos, diminuindo estoques e o custo total do canal. – E gerenciamento por categorias, envolvendo gestão de preços, espaços em prateleira esforços promocionais entre outros elementos, melhorando assim as vendas da categoria.
  15. 15. Tendências varejistas • Polarização: massificação versus especialização] – Grandes varejistas (massificados) • Hipermercados, como Extra, BIG, Angeloni, lojas de departamento como Americanas, Havan, Pernambucanas, etc), utilizando sistemas como o EDI. – Pequenos varejistas (especialistas) • Não conseguem vantagem nas economias de escala, mas no conhecimento profundo e personalização no atendimento aos seus consumidores.
  16. 16. Tendências varejistas • Aumento da concorrência de formatos substitutos, como por exemplo: – Padaria x lojas de conveniência – Hipermercados x lojas de eletrodomésticos – Supermercados x farmácias – Novas lojas virtuais x toda espécie de varejo • Novos formatos varejistas, combinando os diferentes modelos, bem como aumento do auto-serviço.
  17. 17. Tendências varejistas • Tecnologia da informação – O gestores passaram a deixar de lado o foco operacional, e tratar das questões estratégicas. – Novas tecnologias facilitaram a vida das empresas, como códigos de barras e leitoras óticas, EDI, reposição contínua, sofisticados sistemas logísticos, transferência eletrônica de fundos, etiquetas eletrônicas, sistemas de previsão de vendas e de gerenciamento de informações.
  18. 18. Tendências varejistas • Capital humano e profissionalização – Treinamento e capacitação profissional constantes • Expansão do varejo sem lojas – Como é o caso das lojas virtuais (e-commerce) por catálogo, porta a porta, máquinas automáticas de vendas. • Expansão do varejo de serviços – Salões de beleza, locadoras, mecânicas, consultórios, academias, restaurantes...
  19. 19. Tendências varejistas • Maior foco no cliente e no relacionamento – Através da intensificação da utilização de banco de dados, fortaleceu-se o uso do marketing direto e marketing de relacionamento, de forma mais individualizada, interativa e duradoura. • Mudança no comportamento dos consumidores – Busca pela conveniência, novos e mais práticos produtos, entregas a domicílio, produtos sustentáveis, maior exigência na padronização e comunicação, classes mais baixas invadindo os centros de compras integrados (shoppings)

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