Micoses superficiais

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Micoses superficiais

  1. 1. MICOSES SUPERFICIAIS E CUTÂNEAS PROF. DR. WALDEREZ GAMBALE DMICBUSP FMJ
  2. 2. MICOSES SUPERFICIAIS E CUTÂNEAS SUPERFICIAIS – PELE  PITIRIASIS VERSICOLOR  TINEA NIGRA PALMARIS – PELOS  PIEDRA BRANCA  PIEDRA PRETA CUTÂNEAS – PELE, PELOS E UNHAS  DERMATOFITOSES
  3. 3. DIAGNÓSTICO MICOLÓGICO MICOSES SUPERFICIAIS EXAME CLÍNICO EXAME DIRETO KOH 30% OU DMSO  MORFOLOGIA DO AGENTE EM PARASITISMO CULTIVO  MORFOLOGIA DO AGENTE EM SAPROFITISMO – ÁGAR SABOURAUD – ÁGAR MYCOSEL  ASPECTO MACROSCÓPICO DO CULTIVO  ASPECTO MICROSCÓPICO  PROVAS BIOQUÍMICAS  IDENTIFICAÇÃO FINAL DA ETIOLOGIA
  4. 4. PITIRIASIS VERSICOLOR LESÕES MÁCULO-ESCAMOSAS ASSINTOMÁTICA HIPOCRÔMICAS OU HIPERCRÔMICAS MÚLTIPLAS OU COALESCENTES REGIÃO CÉRVICO-FACIAL PARTE SUPERIOR DO TRONCO TERÇO SUPERIOR DOS BRAÇOS
  5. 5. PITIRIASIS VERSICOLOR ETIOLOGIA: LEVEDURAS – MALASSEZIA FURFUR – M. SYMPODIALIS – M. GLOBOSA – M. OBTUSA – M. RESTRICTA – M. SLOOFFIAE – M. PACHYDERMATIS
  6. 6. PITIRIASIS VERSICOLOR ECOLOGIA E EPIDEMIOLOGIA HABITAT DOS AGENTES ETIOLÓGICOS – MICROBIOTA NORMAL – PELE E COURO CABELUDO FONTE DE INFECÇÃO MICOSE ENDÓGENA – ADQUIRIDA-FATOR PREDISPONENTE
  7. 7. PITIRIASIS VERSICOLOR ASPECTO CLÍNICO
  8. 8. PITIRIASIS VERSICOLOR ASPECTO CLÍNICO
  9. 9. DIAGNÓSTICO MICOLÓGICO EXAME DIRETO A FRESCO MÉTODO DE PORTO (FITA DUREX) CULTIVO – ÁGAR MYCOSEL – EXTRATO DE LEVEDURA 2% – ÓLEO DE OLIVA 2% EXAME MACRO E MICROSCÓPICO IDENTIFICAÇÃO DAS ESPÉCIES
  10. 10. PITIRIASIS VERSICOLOREXAME DIRETO-ASPECTO EM PARASITISMO MÉTODO DE PORTO
  11. 11. EXAME DIRETO HIFAS GROSSAS ESPOROS EM CACHOS
  12. 12. MALASSEZIA FURFUR CULTIVOASPECTO MACRO E MICROSCÓPICO
  13. 13. IDENTIFICAÇÃO DE ESPÉCIES BROTAMEN SABOURA TWEEN TWEEN TWEEN CREM 37 0C ESCU CAT TO DE UD 20 40 80 OPHO LINA ALA BASE R EL SEM.FURFUR LARGA - + + + + + - +M.PACHYDERMATIS LARGA + +- + + +- + +- +-M.SYMPODIALIS ESTREITA - - + +- - + + +M.GLOBOSA ESTREITA - - - - - + - +M.OBTUSA LARGA - - - - - + + +M.RESTRICTA ESTREITA - - - - - - -M.SLOOFFIAE LARGA - + + - - - +
  14. 14. DERMATOFITOSES LESÕES CUTÂNEAS – TECIDOS QUERATINIZADOS  PELE, PELOS E UNHAS ETIOLOGIA- DERMATÓFITOS – TRICHOPHYTON SP – MICROSPORUM SP – EPIDERMOPHYTON FLOCCOSUM
  15. 15. DERMATÓFITOS TAXONOMIADEUTEROMYCOTINA ASCOMYCOTINAFASE ASSEXUADA FASE SEXUADACONIDIOS ASCOSPOROSHYPHOMYCETES ASCOHYMENOMYCETESHYPHOMYCETALES ONYGENALESMONILIACEAE ARTHRODERMATACEAEMicrosporum ArthrodermaTrichophytonEpidermophyton
  16. 16. DERMATÓFITOS TRICHOPHYTON MICROSPORUM EPIDERMOPHYTONT. verrucosum. M. ferrugineum E. floccosumT. simii M. fulvumT. equinum M. gypseumT. mentagrophytes M. nanumT. sarkisovii M. persicolorT. violaceum M. praecoxT. concentricum M. racemosumT. gourvilii M vanbreuseghemiiT. kanei M. canisT. krajdenii M. audouiniiT. megninii M. equinumT. vanbreuseghemii M. gallinaeT. raubitschekiiT. rubrumT. schoenleiniiT. soudanenseT. tonsurans
  17. 17. DERMATOFITOSES ETIOLOGIA TINEAS DERMATÓFITOS PELE UNHA PELO – MICROSPORUM M. CANIS 67  CANIS  GYPSEUM M. GYPSEUM 5 – TRICHOPHYTON T. RUBRUM 34 6  RUBRUM T. MENTAGROPHYTES 13 26  MENTAGROPHYTES  TONSURANS T. TONSURANS 33 – EPIDERMOPHYTON E. FLOCCOSUM 3  FLOCCOSUM CANDIDA 10 51 MALASSEZIA 39 9
  18. 18. ECOLOGIA E EPIDEMIOLOGIA ANTROPOFÍLICOS ZOOFÍLICOS GEOFÍLICOS
  19. 19. ANTROPOFÍLICOS GEOFÍLICOS ZOOFÍLICOS. E. floccosum M. fulvum M. canis M. audouinii M. gypseum M. equinum M. ferrugineum M. nanum M. gallinae T. yaoundei M. persicolor T. verrucosum. T. violaceum M. praecox T. simii T. concentricum M. racemosum T. equinum T. gourvilii M vanbreuseghemii T. mentagrophytes T. kanei T. vanbreuseghemii T. sarkisovii T. krajdenii T. megninii T. mentagrophytes T. raubitschekii T. rubrum T. schoenleinii T. soudanense T. tonsurans
  20. 20. FONTES DE INFECÇÃO HOMEM ANIMAIS SOLO TRANSMISSÃO INDIRETA TRANSMISSÃO DIRETA
  21. 21. TRANSMISSÃO DIRETA
  22. 22. FATORES DE VIRULÊNCIA ENZIMAS HIDROLÍTICAS QUERATINASES – (YU, 1968; TAKIUCHI, 1982; LEE, 1985; APODAKA, 1989) ELASTASE – (RIPPON, 1967; KOTAHARY, 1984; SIMPANYA, 1996) COLAGENASE – (RIPPON, 1968; LUPAN, 1986; OKEKE, 1991) DESOXIRRIBONUCLEASE – (LOPEZ-MARTINEZ, 1994)
  23. 23. QUERATINASEDERMATÓFITO PM AUTORM. CANIS 45 KDA TAKIUCHI, 1983T. RUBRUM 44 KDA ASAHI, 1985M. CANIS 33 KDA LEE, 1987T. MENTAGROPHYTES 40 KDA TSUBOY, 1989M. CANIS 31,5 KDA MIGNON, 1998
  24. 24. MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS PERÍODO DE INCUBAÇÃO PERÍODO DE INVASÃO RADIAL PERÍODO REFRATÁRIO PERÍODO DE INVOLUÇÃO
  25. 25. DERMATOFITOSES ASPECTOS CLÍNICOS TINEA CAPITIS  MICROSPÓRICA-TRICOFÍTICA-FAVOSA TINEA BARBAE TINEA CORPORIS TINEA CRURIS TINEA IMBRICATA TINEA UNGUIUM TINEA PEDIS TINEA MANUUM
  26. 26. TINEA CAPITISTINEA BARBAE
  27. 27. TINEA CORPORIS TINEA CRURIS
  28. 28. TINEA IMBRICATA TINEA MANUUM
  29. 29. TINEA PEDIS
  30. 30. TINEA UNGUIUM
  31. 31. DERMATOFÍTIDE
  32. 32. EPIDEMIOLOGIA-INCIDÊNCIA TINEA TRICOFÍTICA E MICROSPÓRICA COURO CABELUDO – PUBERDADE OUTROS TIPOS DE TINEA – ADULTOS JOVENS E ADULTOS TINEA CAPITIS: Microsporum canis OUTRAS TINEAS: Trichophyton rubrum PORTADORES ASSINTOMÁTICOS
  33. 33. DIAGNÓSTICO DASDERMATOFITOSES
  34. 34. EXAME CLÍNICO LOCALIZAÇÃO DA LESÃO IDADE CONTATO COM ANIMAIS DOENÇAS CRÔNICAS ASPECTO CLÍNICO DAS LESÕES
  35. 35. LOCALIZAÇÃO DA LESÃO E ETIOLOGIA PELE PELOS UNHASTRYCHOPHYTON + + +MICROSPORUM + + (+)EPIDERMOPHYTON + (+)
  36. 36. DIAGNÓSTICO LABORATORIAL COLETA DO MATERIAL TRANSPORTE EXAME MICROSCÓPICO DIRETO-KOH – (ASPECTO EM PARASITISMO) CULTIVO – (ASPECTO EM VIDA LIVRE) – MORFOLOGIA MACRO E MICROSCÓPICA – PROVAS BIOQUÍMICAS – PROVAS IMUNOLÓGICASIMUNOLOGIA
  37. 37. COLETA SOB LUZ DE WOOD
  38. 38. COLETA DE PELOS
  39. 39. EXAME DIRETO DE PELOS-KOHMICROSPORUM TRYCHOPHYTON ECTOTHRIX ENDOTHRIX
  40. 40. EXAME DIRETO DE PELE E UNHA-KOH DERMATOFITOSE FILAMENTOS E ARTROCONÍDIOS
  41. 41. COLETA DE UNHA
  42. 42. CULTIVO IDENTIFICAÇÃO MORFOLÓGICA MEIOS DE CULTIVO  SABOURAUD-MYCOSEL-MYCOBIOTIC-DTM EXAME MACROSCÓPICO  VERSO-REVERSO-PIGMENTOS-VELOCIDADE DE CRESCIMENTO EXAME MICROSCÓPICO  MICÉLIO VEGETATIVO  MICÉLIO REPRODUTIVO – MACRO E MICROCONÍDEOS PROVAS BIOQUÍMICAS  UREASE  TESTES NUTRICIONAIS PROVAS IMUNOLÓGICAS  EXOANTÍGENO TÉCNICAS MOLECULARES
  43. 43. IDENTIFICAÇÃO MORFOLÓGICA M. CANIS E M. GYPSEUM MACROCONIDEOS FUSIFORMES
  44. 44. IDENTIFICAÇÃO MORFOLÓGICAT. MENTAGROPHYTES E T. RUBRUM MACROCONIDEOS CILÍNDRICOS MICROCONIDIOS
  45. 45. IDENTIFICAÇÃO MORFOLÓGICAEPIDERMOPHYTON FLOCCOSUMMACROCONIDIOS PIRIFORMES EM CACHOS
  46. 46. T. TONSURANS
  47. 47. PROVAS BIOQUÍMICAS UREASE PERFURAÇÃO DE PELOS T. MENTAGROPHYTES + T. RUBRUM -
  48. 48. TESTES NUTRICIONAIS- TRYCHOPHYTON ÁGAR T1: caseína T2: caseína + inositol T3: caseína + inositol +tiamina T4: caseína + tiamina T5: caseína + ácido nicotínico T6: nitrato de amônio T7: nitrato de amônio + histidina
  49. 49. Espécie Ágar 1 Ágar 2 ágar3 Ágar 4 Ágar Ágar Ágar 7 5 6T. mentagrophytes 4+ - - 4+ 4+ 4+ 2+T. rubrum 4+ - - 4+ - 3+ 4+T. tonsurans 1+ - - 4+ - +/- +/-T. terrestre 4+ - - 4+ - 2+ 2+T. megninii - - - - - 0 4+T. schoenleinii 4+ 4+ 4+ 4+ - - -T. violaceum - ou - - 4+ - - - 1+T. equinum 0 - - - 4+ - -T. verrucosum 0 +/- 4+ 4+ - - - (84 %) (16%)T. concentricum +/- +/- 4+ 4+ - - -

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