Antifúngicos

31.910 visualizações

Publicada em

Publicada em: Tecnologia, Saúde e medicina
1 comentário
9 gostaram
Estatísticas
Notas
Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
31.910
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
5
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
467
Comentários
1
Gostaram
9
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Antifúngicos

  1. 1. ANTIFÚNGICOS PROF. DR WALDEREZ GAMBALE DMICBUSP FMJ
  2. 2. MICOSES SUPERFICIAIS CUTÂNEAS SUBCUTÂNEAS SISTÊMICAS
  3. 3. MICOSES EM ANIMAIS
  4. 4. HISTÓRICOPRIMEIRAS DROGAS NO TRATAMENTO DAS MICOSES  VIOLETA DE GENCIANA – É EMPREGADA, DESDE 1890, COMO FÁRMACO. – É CONSIDERADA UM DOS FÁRMACOS MAIS ANTIGOS UTILIZADOS NA TERAPIA TÓPICA DA CANDIDÍASE.
  5. 5. CONTROLE NO HOSPEDEIRO HUMANO QUIMIOTERAPIA ATÉ MEADOS DÉCADA 50 COMPOSTOS SULFURADOS – HIPOSSULFITO DE SÓDIO – SULFETO DE SELÊNIO HALOGENÓFOROS – IODO – IODETO DE K DERIVADOS DE ANEL BENZÊNICO – AC. BENZÓICO – AC. SALICÍLICO DERIVADOS SULFAMÍDICOS
  6. 6. ANTIFÚNGICOS2000 POSACONAZOL,RAVUCONAZOL VORICONAZOL1990 ITRACONAZOL, FLUCONAZOL1978 CETOCONAZOL1967 MICONAZOL DERIVADOS IMIDAZÓLICOS1963 FLUCITOSINA1958 GRISEOFULVINA1957 ANFOTERICINA B1940 SULFAS1903 IODETO DE POTÁSSIO
  7. 7. CÉLULA FÚNGICA PAREDE CELULAR – PROTEÇÃO E FORMA MEMBRANA CELULAR – ERGOSTEROL CITOPLASMA – NÚCLEO COM CROMOSSOMO LINEAR – MEMBRANA NUCLEAR – NUCLÉOLO, R.E, MITOCÔNDRIA, RIBOSSOMOS, – VACÚOLOS, APARELHO DE GOLGI CÁPSULA – C. NEOFORMANS
  8. 8. CONTROLE NO HOSPEDEIRO HUMANO ANTIFÚNGICOS POLIÊNICOS – ANFOTERICINA B; NISTATINA GRISEOFULVINA DERIVADOS PIRIMÍDICOS (ANTIMETABÓLITOS) – 5 FLUCITOSINA DERIVADOS IMIDAZÓLICOS – 1A GERAÇÃO:CLOTRIMAZOL;MICONAZOL;ECONAZOL – 2A GERAÇÃO:CETOCONAZOL – 3A GERAÇÃO:ITRACONAZOL;FLUCONAZOL;VORICONAZOL; – POSACONAZOL;RAVUCONAZOL ALILAMINAS – TERBINAFINA;NAFTIFINA TIOCARBAMATOS – TOLNAFTATO; TOLCICLATO OUTROS – AMOROLFILINA;CICLOPIROXOLAMINA
  9. 9. POLIÊNICOS SISTEMA CONJUGADO DUPLAS LIGAÇÕES HIDROFÓBICAS ANÉIS FECHADOS DE ÁTOMOS DE C – 37 ÁTOMOS DE C – 7 GRUPOS OH LIVRES – GR CARBAMÍLICO ÉSTER ANFOTERICINA B – STREPTOMYCES NODOSUM NISTATINA – STREPTOMYCES NURSEI
  10. 10. GRISEOFULVINA H PENICILLIUM H H  H H GRISEOFULVUM. H O O H O H H H H H H OH O O  AÇÃO SELETIVA SOBRE Cl H H DERMATÓFITOS H
  11. 11. FLUCITOSINA ANTIMETABÓLITO H H N O N O H H N N F H N N H H H H Citosina Flucitosina
  12. 12. ANTIFÚNGICOS SINTÉTICOS DERIVADOS AZÓLICOS IMIDAZÓLICOS – 1A GERAÇÃO – USO TÓPICO  CLOTRIMAZOL, MICONAZOL, ECONAZOL, ETC. – 2A GERAÇÃO – V. ORAL  CETOCONAZOL –– AMPLO ESPECTRO – 3A GERAÇÃO – TRIAZÓLICOS  ITRACONAZOL, FLUCONAZOL E VORICONAZOL –  POSACONAZOL E RAVUCONAZOL – EM AVALIAÇÃO .
  13. 13. IMIDAZÓLICOS ANEL HETEROCÍCLICO UNIDO POR LIGAÇÃO N-C 2 ÁTOMOS DE N 1A GERAÇÃO – MICONAZOL,CLOTRIMAZOL, ISOCONAZOL,OXICONAZOL, ECONAZOL 2A GERAÇÃO – CETOCONAZOL MUDANÇAS DE RADICAIS
  14. 14. TRIAZÓLICOS ANEL HETEROCÍCLICO UNIDO POR LIGAÇÃO N-C 3 ÁTOMOS DE N 3A GERAÇÃO – ITRACONAZOL – FLUCONAZOL – VORICONAZOL – POSACONAZOL – RAVUCONAZOL
  15. 15. ALILAMINASTERBINAFINA – ATIVIDADE SISTÊMICA ORAL OU TÓPICA DERMATÓFITOS, CANDIDÍASE CUTÂNEO-MUCOSA, MALASSEZIA SPP, C. NEOFORMANS, TRICHOSPORON SPP, ASPERGILLUS SPP, S. SCHENCKII E PENICILLIUM MARNEFFEI.NAFTIFINA – AGENTE TÓPICO
  16. 16. MECANISMO DE AÇÃO DROGAS AÇÃO POLIÊNICOS DIRETAMENTE NA MC E DESTROI INTEGRIDADEMEMBRANA AZOIS BIOSÍNTESE DOCELULAR ERGOSTEROL INTERAÇÃO COM CITOCROMO P-450 ALILAMINAS BIOSÍNTESE DO ERGOSTEROLNÚCLEO GRISEOFULVINA ESTRUTURA DOS MICROTÚBULOS FLUCITOSINA SÍNTESE DO ÁCIDO NUCLEICOPAREDECELULAR
  17. 17. AÇÃO NA MEMBRANA CELULAR LIGAÇÃO DIRETA- ERGOSTEROL – POLIÊNICOS SÍNTESE DO ERGOSTEROL – IMIDAZÓLICOS – ALILAMINAS – TIOCARBAMATOS
  18. 18. MECANISMOS DE AÇÃO POLIENOS LIGAÇÃO AO ERGOSTEROL Anfotericina B/Nistatina ErgosterolMembrana celular Liga-se ao ergosterol, Ca++ Ca++ Intercalando na membrana celular Na+ Na+ K+ K+ Vazamento intracelular de cátions e proteínas
  19. 19. MECANISMOS DE AÇÃO DOS AZÓIS INIBIÇÃO DA SÍNTESE DE ERGOSTEROL Membrana defeituosa Ergosterol Síntese da membranaLanosterol Ergosterol Citrocromo P450 14 alfa demetilase CETOCONAZOL, FLUCONAZOL, ITRACONAZOL...
  20. 20. MECANISMOS DE AÇÃO - ALILAMINASINIBIÇÃO DA SÍNTESE DE ERGOSTEROL
  21. 21. AÇÃO NO NÚCLEO INIBIÇÃO DA DIVISÃO CELULAR – GRISEOFULVINA INIBIÇÃO DO ÁCIDO NUCLEICO – 5-FLUCITOSINA
  22. 22. Mecanismos de ação - Griseofulvina Impede a separação dos cromossomos GRISEOFULVINAA griseofulvina interage com os microtúbulos intactos, impedindo aseparação dos cromossomos.
  23. 23. MECANISMO DE AÇÃO - FLUOCITOCINA NH2 F N Fluocitocina Análogo da O N Citosina Permease NH2 N F O NCitosina 5 Fluoruridina monofosfato 5FUMPdesaminase precursor de RNA aberrante 5-Fluoruracil 5 Fluordeoxiuridina monofosfato 5FdUMP Síntese de DNA Divisão celular Timidato sintetase
  24. 24. PERSPECTIVAS-2000 MENOR TOXICIDADE E MAIOR EFETIVIDADE ALVOS ESPECÍFICOS – TERAPIA RACIONAL – DIMINUIÇÃO DOS EFEITOS COLATERAIS PAREDE CELULAR – QUITINA E BETA GLUCAN  BETA-GLUCANA – EQUINOCANDINAS  CASPOFUNGINA  ANIDULAFUNGINA  MICAFUNGINA  QUITINA – NICOMICINA Z FORMULAÇÕES LIPÍDICAS
  25. 25. CASPOFUNGINA  BLOQUEIA A SÍNTESE DO PRINCIPAL COMPONENTE DA PAREDE CELULAR – GLUCANAS.  INIBIÇÃO DA GLUCANA SINTETASE VIA INIBIÇÃO Β(1,3)GLUCANA SINTETASE (???).  FUNGICIDA PARA CANDIDA SPP E FUNGISTÁTICO CONTRA ASPERGILLUS SPP.  AÇÃO LIMITADA PARA: TRICHOSPORON SPP, FUSARIUM SPP,C. NEOFORMANS, RHIZOPUS.  ADMINISTRAÇÃO IV.
  26. 26. MICAFUNGINA  COMO A ANTERIOR, INIBE A SÍNTESE DO PRINCIPAL COMPONENTE DA PARADE CELULAR.  FUNGICIDA CONTRA CANDIDA SPP E CANDIDA SPP RESISTENTES AOS AZÓLICOS.  AÇÃO CONTRA ASPERGILLUS SPP MAS NÃO É EFICIENTE CONTRA CLADOSPORIUM, EXOPHIALA, FONSECAEA, ETC.  ADMINISTRAÇÃO IV.  DROGA EM TESTE.
  27. 27. ANIDULAFUNGINA  CONHECIDA PREVIAMENTE COMO V-EQUINOCANDINA.  MESMO MECANISMO DE AÇÃO QUE OS OUTROS FÁRMACOS DESTE GRUPO.  ATIVA CONTRA ALGUMAS ESPÉCIES DE CANDIDA SPP.  ADMINISTRAÇÃO VIA ORAL E INTRAVENOSA.  DROGA EM TESTE
  28. 28. RESISTÊNCIA INTRÍNSICA – NENHUM MEMBRO DA ESPÉCIE É SENSÍVEL PRIMÁRIA – UMA CEPA COM RESISTÊNCIA NATURAL SECUNDÁRIA – CEPA PREVIAMENTE SENSÍVEL TORNA-SE RESISTENTE APÓS EXPOSIÇÃO
  29. 29. ANTIFUNGIGRAMA PROVAS DE SENSIBILIDADE AOS ANTIFÚNGICOS DILUIÇÃO EM CALDO; DILUIÇÃO EM ÁGAR; DIFUSÃO EM ÁGAR COM DISCO; E-TEST – MEIO SÓLIDO – PERMITE UMA CORRELAÇÃO COM O MIC, CLSI- CENTRAL LABORATORY STANDARD INSTITUTE EUCAST - EUROPEAN COMMITTEE ON ANTIMICROBIAL SUSCEPTIBILITY TESTING.
  30. 30. ANTIFUNGIGRAMA DILUIÇÃO EM TUBOS DILUIÇÃO SERIADA DO ANTIFÚNGICO 100-50-25-12,5-6,25-3,125..... INÓCULO- FUNGO CRESCIMENTO-LEITURA MIC-12,5 CONCENTRAÇÃO MÍNIMA INIBITÓRIA FUNGISTÁTICO ? FUNGICIDA ?
  31. 31. ANTIFUNGIGRAMAMICRODILUIÇÃO (MODIFIED M27-A) 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 Controle de crescimentoA Controle - antifúngicoB Anfotericina B Controle - meioCD FluconazolEF ItraconazolGH Cetoconazol
  32. 32. ANTIFUNGIGRAMA DIFUSÃODISCOS E-TEST
  33. 33. ANTIFUNGIGRAMAEtest® e Neo-Sensitabs® Etest e Neo-Sensitab Etest mostrando trailing end test point
  34. 34. MÉTODOS RÁPIDOS CLSI M44-A SISTEMAS COMERCIAIS – ATB FUNGUS – SENSITITRE YEASTONE – ETEST – CANDIFAST

×