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Controladoria: a ferramenta amiga dos Empreendedores

Mauricio Pinto Agostinho MBA pela EAESP-FGV (São Paulo) e Cranfield School of Management (Bedford - Inglaterra); Bacharel em Ciências Contábeis pela PUC de São Paulo; 25 anos de atuação como CFO, Diretor Administrativo Financeiro e Controller Latin America de grandes multinacionais, em múltiplos segmentos da economia; 8 anos atuando como Sócio da FEA - Financial Executives Associates - Consultoria na área de Gestão, Finanças, Planejamento, Controladoria, IFRS e Business Intelligence (BI); Iniciou suas atividades docentes como palestrante e multiplicador de conhecimento na Peat Marwick Mitchell nos assuntos relacionados às áreas de auditoria, finanças, contabilidade, custos, controle interno entre outros.

1 de 62
CONTROLADORIA
Maurício AGOSTINHO
1
A FERRAMENTA AMIGA DO EMPREENDEDOR
PROPOSTA DA PALESTRA
Visão Geral
A importância para o Empreendedor
Tratar de questões estratégicas
Pilar de apoio às decisões empresariais
2
CENÁRIO MUNDIAL
COMPETIÇÃOGLOBALIZAÇÃO DA
ECONOMIA
APERFEIÇOAMENTO
TECNOLÓGICO
DIVERSIFICAÇÃO DA
PRODUÇÃO
COMPETITIVIDADE
EM PREÇO E
QUALIDADE
AUMENTO DA
CONCORRÊNCIA
FOCO NO
CLIENTE
CRESCIMENTO DO
SETOR DE SERVIÇOS
ECOLOGIA E
QUALIDADE DE
VIDA
TECNOLOGIA DA
INFORMAÇÃO
EMPREENDEDOR – EQUILIBRISTA
RECURSOS
INSUMOS
SERVIÇOS
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MAPA - TEORIAS DA ADMINISTRAÇÃO - 51/2024
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Controladoria: a ferramenta amiga dos Empreendedores

  • 2. PROPOSTA DA PALESTRA Visão Geral A importância para o Empreendedor Tratar de questões estratégicas Pilar de apoio às decisões empresariais 2
  • 3. CENÁRIO MUNDIAL COMPETIÇÃOGLOBALIZAÇÃO DA ECONOMIA APERFEIÇOAMENTO TECNOLÓGICO DIVERSIFICAÇÃO DA PRODUÇÃO COMPETITIVIDADE EM PREÇO E QUALIDADE AUMENTO DA CONCORRÊNCIA FOCO NO CLIENTE CRESCIMENTO DO SETOR DE SERVIÇOS ECOLOGIA E QUALIDADE DE VIDA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO
  • 5. RECURSOS INSUMOS SERVIÇOS PESSOAS INFORMAÇÕES TECNOLOGIA DINHEIRO CULTURA ETC. EMPRESA PRODUTOS SERVIÇOS VARIÁVEIS AMBIENTAIS PRÓXIMAS VARIÁVEIS AMBIENTAIS REMOTAS ECONÔMICAS SOCIAIS POLÍTICAS CULTURAIS REGULATÓRIAS EDUCACIONAIS TECNOLÓGICAS ECOLÓGICAS OUTRAS CLIENTES FORNECEDORES ACIONISTAS CONCORRENTES GOVERNOSINDICATOS BANCOS COMUNIDADE ORGÃOS REGULADORES A EMPRESA E O ECOSSISTEMA
  • 7. EMPREENDEDOR – EQUILIBRISTA Empreendedores geralmente começam inspirados por uma boa ideia e o desafio é transformá-la em uma ideia de sucesso. Parece simples, mas o processo segue inúmeras etapas e um erro pode ser suficiente para acabar na lista de empresas em recuperação judicial ou falência. O esforço para “equilibrar todos os pratos” de uma gestão empresarial nem sempre é suficiente. Muitos empreendedores acreditam que podem cuidar de todos os processos de uma só vez e quando se dão conta já é tarde demais. Pesquisas do IBGE indicam que 48,2% dos negócios fecham no prazo de 3 anos. 7
  • 8. 8
  • 9. 9
  • 10. EMPRESAS PRECISAM SER EFICAZES E PRODUZIR COM EFICIÊNCIA NOVO CENÁRIO MUNDIAL NECESSÁRIO À SOBREVIVÊNCIA E AO DESENVOLVIMENTO EMPRESARIAL DESCENTRALIZAÇÃO DELEGAÇÃO DE AUTORIDADE NOVOS MODELOS DE GESTÃO CONSEQUÊNCIAS PARA AS EMPRESAS
  • 11. A CONTROLADORIA É SUA AMIGA NESTAS HORAS O nome pode assustar ou dar impressão de que é algo fora do mundo do empreendedor Acredita-se que só as grandes empresas têm capital para investir na implantação de um sistema de informação e da área de controladoria. 11
  • 12. MAS AFINAL, O QUE É E PARA QUE SERVE A CONTROLADORIA? Ciência tem por objetivo fornecer subsídios para que você, como empreendedor, tome decisões acertadas e tenha o controle de todas as operações efetuadas no seu negócio. Está diretamente ligada à gestão, trazendo mais eficiência aos processos e garantindo rota adequada ao sucesso para a sua empresa, especialmente nos primeiros anos de vida, fase crucial para o desenvolvimento e sobrevivência do negócio. 12
  • 13. A CONTROLADORIA PODE SE ADAPTAR A TODOS OS TAMANHOS DE EMPRESAS O sistema de informação pode ser feito com Excel (planilhas), VBA (Visual Basic for Application) e Access ( Banco de Dados). É possível organizar toda a operação da empresa em tabelas simples. Não há necessidade de manter um fornecedor de software mensal, apesar de excelentes opções ( cloud ) no mercado. Consultoria por curtíssimo período para “orientar” , “organizar” , “disseminar conhecimento” na equipe Assim, o empreendedor dá continuidade ao seu negócio !!! 13
  • 14. COMO A CONTROLADORIA É APLICADA NO DIA A DIA? Para aplicar essa estratégia no seu negócio, o primeiro passo é fazer o alinhamento com o planejamento estratégico. A partir disso, você consegue verificar quais são as necessidades da empresa e define qual ou quais caminhos devem ser seguidos. 14
  • 15. COMO A CONTROLADORIA É APLICADA NO DIA A DIA? A estratégia tem o objetivo de controlar os processos e a gestão. Sua divisão pode ser feita em administrativa e contábil. Apesar de serem um pouco diferentes, as duas abordagens geralmente são exercidas pelo mesmo profissional, chamado de controller. Esse profissional tem a responsabilidade de ajudar a empresa a se destacar, ganhando competitividade e atendendo às exigências dos clientes. Assim, de acordo com o planejamento estratégico traçado pela empresa, o controller tem a função de aperfeiçoar as decisões por meio de informações úteis, eficazes e transparentes. Em outras palavras, monitoramento dos impactos causados pela gestão econômica para que os resultados sejam aprimorados e tragam mais benefícios ao negócio. 15
  • 16. COMO A CONTROLADORIA É APLICADA NO DIA A DIA? Apesar do responsável ser o controller, é importante que todos os colaboradores façam parte da estratégia, abrangendo desde os empregados até a direção. Aliás, a diretoria é ainda mais importante, porque serve como modelo para o restante da empresa. 16
  • 17. PRIMEIROS PASSOS Primeiro, organizar e estruturar as operações contábeis, das áreas de apoio e financeiras aliadas a estratégia da empresa. Segundo, o foco deve ser a redução dos gastos ( despesas e custos ) e a precificação de produtos e serviços, lembrando ainda, evitar desperdícios e outras perdas e fraudes. Terceiro, é importante inserir outros aspectos que interferem na tomada de decisões, como o orçamento da empresa, a projeção do fluxo de caixa, eventuais fontes de captação de recursos, etc. Quarto, com esses dados em mãos, é possível criar os padrões e projetar os resultados de acordo com os objetivos estabelecidos, Quinto, nesse cenário, cabe ao Controller a responsabilidade de comparar os padrões definidos no planejamento inicial com os resultados obtidos, identificando desvios, analisando o impacto no alcance dos objetivos estabelecidos na estratégia. É fundamental que a cultura organizacional se adapte a esse novo contexto. 17
  • 18. QUAIS SÃO AS FUNÇÕES DO CONTROLLER? Você já sabe que o controller é o profissional responsável pela estratégia que está sendo abordada. Mas quais são as reais funções desse profissional? Em resumo, o controller é o contador-chefe da empresa, porque faz a gestão de assuntos fiscais, o controle de custos, faz análises de demonstrações financeiras e seus indicadores, estudos de viabilidade de projeto, etc. Dessa forma, esse profissional tem a capacidade de prever possíveis problemas, coletando informações que você, como empreendedor, precisa naquele momento. 18
  • 19. QUAIS SÃO AS FUNÇÕES DO CONTROLLER? VISÃO ESTRATÉGICA O profissional de controladoria é aquela pessoa que enxerga longe e tem uma visão panorâmica da empresa. Isso porque para exercer sua função ele precisa ter contato com todos os setores da organização, agregando valor em cada setor e ajudando as operações a fluírem de maneira eficiente e ágil. Com uma ampla visão do funcionamento do negócio (especialmente seus números), a importância do controller é ainda maior, pois ele busca otimizar o trabalho de toda a organização. 19
  • 20. QUAIS SÃO AS FUNÇÕES DO CONTROLLER? PLANEJAMENTO E GESTÃO ORÇAMENTÁRIA O profissional de controladoria tem a responsabilidade de elaborar o orçamento, incluindo no pacote a coleta, análise, e consolidação dos dados. Além disso, a importância do controller está em monitorar as variações no orçamento e investigar a origem e o motivo dessas variações. Ao ter essa informação em mãos, o profissional de controladoria tem dados concretos para trabalhar e melhor direcionar os gestores e diretores. Com esse modelo, você pode verificar quais investimentos são passíveis de serem realizados e quais ainda devem esperar pela melhoria ou estabilidade da saúde financeira do negócio. 20
  • 21. QUAIS SÃO AS FUNÇÕES DO CONTROLLER? CONTROLE DE PROCESSOS A melhoria do negócio proporcionada por essa ferramenta garante a excelência das operações realizadas e reduz os custos. E isso só pode ser feito por meio de um controle de processos. A ideia nesse modelo é analisar desperdícios que podem ser transformados em produtividade, como desperdícios no estoque, no tempo e até mesmo no beneficiamento da matéria-prima. O resultado é um trabalho melhor, mais intensificado e o aumento da rentabilidade da empresa (ou seja, os investimentos realizados trazem mais retorno). 21
  • 22. QUAIS SÃO AS FUNÇÕES DO CONTROLLER? CONTABILIDADE GERENCIAL Ajuda a diminuir a possibilidade de falência do negócio, já que seu foco é indicar as ações estratégicas que podem ser aplicadas e os planejamentos que devem ser seguidos pela empresa. Esse modelo abrange desde questões relativas a impostos até aquisição de bens e ativos. Além disso, sua finalidade é garantir a comunicação dos fatos contábeis às pessoas que efetivamente tomam as decisões na organização. 22
  • 23. QUAIS SÃO AS FUNÇÕES DO CONTROLLER? CONTABILIDADE DE CUSTOS e FORMAÇÃO DE PREÇOS Por meio desse método, os gastos produtivos são monitorados mediante o registro contábil de cada operação realizada na empresa. Utilizando essa técnica, cada produto tem um ponto de equilíbrio definido, ou seja, um valor definido em que os custos são iguais às receitas. A partir desse valor, a empresa começa a ter lucro. No entanto, para delimitar os custos, é necessário analisar especificamente o preço de venda e o posicionamento da marca perante o mercado. 23
  • 24. QUAIS SÃO AS FUNÇÕES DO CONTROLLER? ANÁLISE DE INDICADORES FINANCEIROS Os balanços são analisados a fim de que a empresa consiga obter melhores resultados na questão de finanças. Esse método apoia a contabilidade gerencial e permite o acompanhamento de indicadores a fim de verificar o status financeiro da empresa. Assim, você pode conhecer o patrimônio, as movimentações contábeis e outros elementos necessários para a tomada de decisão. 24
  • 25. QUAIS SÃO AS FUNÇÕES DO CONTROLLER? RELATÓRIO FINANCEIRO E AUDITORIA. O controller é também o responsável por monitorar a condição financeira de uma empresa. Para isso, o controlador trabalha com auditores externos a fim de garantir uma maior transparência nos relatórios financeiros e contábeis, além da conformidade com a Governança Corporativa. Somado a isso, podemos ainda dizer que o profissional de controladoria estabelece, monitora e controla os relatórios financeiros mensais, bimestrais, semestrais e anuais. 25
  • 26. QUAIS SÃO AS FUNÇÕES DO CONTROLLER? CONFORMIDADE COM NORMAS E REGULAMENTOS. A importância do controller está ligada também com a coordenação da prestação de informações para auditorias externas. Adicionalmente, ele é responsável por garantir que a empresa esteja cumprindo com o pagamento dos impostos municipais, estaduais e federais. Ou seja, o profissional de controladoria é responsável por garantir o famoso Compliance. 26
  • 27. Gestão Econômica QUAIS SÃO AS FUNÇÕES DO CONTROLLER?
  • 28. FOCO NA GESTÃO ECONÔMICA A empresa não sobrevive sem uma boa Gestão Econômica a não ser que esteja em um Oceano Azul quando atua em mercado de baixa competição. Exemplo temos diversos, como o “boom” competitivo do mercado têxtil na década de 90 e os impactos para o setor. Beto Sicupira, sócio de Jorge Paulo Lemann, cita que “custos são como unhas, devem sempre ser aparados”, portanto, dentro de uma empresa, devemos organizar os números de forma estruturada, com fácil acesso e com qualidade. Muito mais do que isso, alguém tem que observar os números com atenção e agir sobre eles, pois não podemos observar de forma passiva aos custos, eles tem de ser conhecidos e administrados para que a organização consiga sobreviver, crescer e prosperar. Aqui entra a Gestão Orçamentária, que basicamente é o processo de prever cenários econômicos, simulá-los e acompanha-los de forma estruturada, garantindo o sucesso econômico da organização. 28
  • 29. FOCO NA GESTÃO ECONÔMICA 29 Um dos pontos fundamentais de uma Gestão voltada para o Alto Desempenho, é ter um embasamento técnico na parte Econômica e Financeira, de forma consistente. A utilização da Gestão Econômica com uso do Orçamento como premissa, ainda é muitorecente. Pesquisas do SEBRAE e da CNI, mostram que as empresas brasileiras ainda tem muito o que evoluir no que diz respeito à Provisão e Gestão adequada de Custos e Despesas. Essa pesquisa revelou dados preocupantes: 38,5% ainda não possuem uma área de Planejamento e Controladoria, e somente 25% delas, possuem essa área (ou pessoas) atuantes em Planejar e Gerir Custos de formaefetiva. A pergunta é: Sua empresa sabe trabalhar "certo" ou tem um esforço gigantesco para atingir baixas margens? Se a CRISE é tão devastadora assim, como temos empresas crescendo? Treasy + Ferreira Filho = Budget Trends2017
  • 30. Toda e qualquer organização precisa dar resultados, mesmo Instituições sem Fins Lucrativos. E o resultado é medido de uma forma universal:EBITDA. EBITDA é o resultado da equação de um Planejamento bem elaborado com Eficiência Operacional, ou seja, uma boa Execução. Para elevar o EBITDA de forma consistente, só existem 2 formas. Para tal, pense em um Funil: 1. Ou eleva-se a entrada do funil, com mais faturamento, mais receita; 2. Ou (pode ser um “E” ao invés de “OU”) você entende, controla e atua sobre seus custos, aumentando a diferença do que entra, para o que sai. A resposta é muito simples! Elas focam em controlar e elevar seu EBITDA! Você sabe o que é isso? 30 EBITDA é a sigla em inglês para Earnings Before Interest, Taxes, Depreciation and Amortization, que traduzindo literalmente para português significa: "Lucros antes de Juros, Impostos, Depreciação e Amortização(LAJIDA)". Se você crescer de forma perene esse é o caminho. FOCO NA GESTÃO ECONÔMICA Treasy + Ferreira Filho = Budget Trends2017
  • 31. O foco do EBITDA é equilibrar as demandas do seu negócio, que consumem recursos ($) com processos, investimentos, recursos, insumos, pessoas e claro, inovação, gerando resultado. QUAL O FOCO DO EBITDA? Resultado | Lucro Investimento Pessoas Inovação DemaisRecursos 31Treasy + Ferreira Filho = Budget Trends2017
  • 32. COMO O EBITDA É MEDIDO? Ele é medido de uma forma, muitosimples. Basicamente, o EBITDA é o seu Faturamento, menos os impostos, seus custos operacionais, despesas, etc, ou seja, seu Resultado Operacional, quanto seu negócio gerou de "valor"econômico: OportunidadedeGestão + FaturamentoBruto - Imposto eDevoluções - Custos comMateriais - Custos deTransformação - Custos comMão-de-obra - Custos e DespesasFixas S S EBITDA 32Treasy + Ferreira Filho = Budget Trends2017
  • 33. Receita • Capacidade da empresa existir MCB • Produtos são rentáveis? MCL • Produtos colocados no ponto de venda são rentáveis? EBITDA (EBIT) • Operação pura da empresa, sem “fardos” é viável? Resultado após JDF • Operação paga a eventual dívida onerosa? Custos Variáveis (Diretos) Despesas Variáveis (Entrega) Custos Fixos (Estruturais) Juros e Despesas Financeiras Uso do Caixa COMO O EBITDA É MEDIDO? 33
  • 34. COMO GERAR EBITDA? Entendido isso, temos que entender nosso "pricing", ou seja, como precificamos? Estamos alocando todos os custos na nossa precificação? Além disso, temos que ter Planejamento e Gestão dos custos, para garantir competitividade. VisãoTradicionalVisãoCompetitiva Preço Mercado Preço Mercado Preço = Custo + Lucro Lucro = Preço - Custo Gestão e Planejamento PreçoPreço Tempo Tempo 34Treasy + Ferreira Filho = Budget Trends2017
  • 35. O empreendedor brasileiro ainda não utiliza, nem de perto, o potencial que as ferramentas de gestão disponíveis tem para oferecer. Ainda são poucas as empresas que possuem uma área de Planejamento e Controladoria ou mesmo uma pessoa exercendo este papel, muitas empresas trabalham com planilhas, outras usam sistemas, e algumas nem mesmo planilhas utilizam. Mas se por um lado isto é preocupante, por outro lado mostra que há possibilidades de melhorar os resultados nestas empresas com medidas simples, como a criação de uma área controladoria ou a implantação de uma solução especializada em Gestão Orçamentária, por exemplo. USO DA GESTÃO ECONÔMICA 35Treasy + Ferreira Filho = Budget Trends2017
  • 36. USO DA GESTÃO ECONÔMICA Há quantos anos existe a área de Planejamento e Controladoria em sua empresa? 36Treasy + Ferreira Filho = Budget Trends2017
  • 37. O QUE O BRASILEIRO SABE SOBRE GESTÃO? Percentual de empresas que utilizam alguma planilha, software ou aplicativo para apurar/ acompanhar os custos envolvidos em sua atividade: 37Treasy + Ferreira Filho = Budget Trends2017
  • 38. Percentual de empresários que afirmaram conhecer sua composição de custos para fins de precificação e gestão: O QUE O BRASILEIRO NÃO SABE SOBRE GESTÃO? 38Treasy + Ferreira Filho = Budget Trends2017
  • 39. QUAIS FERRAMENTAS SUA EMPRESA UTILIZA PARA REALIZAR SEU PLANEJAMENTO E CONTROLE ORÇAMENTÁRIO? 39Treasy + Ferreira Filho = Budget Trends2017
  • 40. QUAIS METODOLOGIAS SÃO UTILIZADAS POR SUA EMPRESAPARA A GESTÃO ORÇAMENTÁRIA? 40Treasy + Ferreira Filho = Budget Trends2017
  • 41. QUEM É O RESPONSÁVEL PELO PROCESSO ORÇAMENTÁRIO EM SUA EMPRESA? 41Treasy + Ferreira Filho = Budget Trends2017
  • 42. Controle efetivo é completamente diferente de burocracia. Nenhum processo é autogerido. Willian Deming já dizia: "Não se gerencia o que não se mede, não mede o que não se define, não se define o que não se entende, e não há sucesso no que não se gerencia". Lembre-se: O Diamante e o Grafite tem a mesma composição química. O que muda é a Organização. 42 CONTROLE E AÇÃO Treasy + Ferreira Filho = Budget Trends2017
  • 43. O QUE SUA EMPRESA PLANEJA E ACOMPANHA? 43Treasy + Ferreira Filho = Budget Trends2017
  • 44. Conforme o gráfico anterior, conseguimos perceber que por volta de 40% das empresas não acompanha Custos e DespesasVariáveis. Levando em consideração que, os Custos Variáveis são, em geral, os mais impactantes para o aumento de volume das empresas e o mesmo não tem a devida atenção, imaginem o que acontece com as Despesas Fixas. 44 CUSTOS E DESPESAS VARIÁVEIS Treasy + Ferreira Filho = Budget Trends2017
  • 45. NÍVEL DE DETALHE DO ORÇAMENTO A projeção e acompanhamento do Faturamento de sua empresa é detalhada por Produtos? A projeção e acompanhamento do Faturamento de sua empresa é detalhada por Canais de Distribuição? 45Treasy + Ferreira Filho = Budget Trends2017
  • 46. NÍVEL DE DETALHE DO ORÇAMENTO A projeção e acompanhamento das Despesas Operacionais de sua empresa é detalhada por Centros de Custos? Quais demonstrativos sua empresa projeta e acompanha mensalmente? 46Treasy + Ferreira Filho = Budget Trends2017
  • 47. Mais do que ser um simples plano, o Orçamento deve ser um guia para a Execução. Tendo isso em vista, a extração de Indicadores de Gestão (KPI’s) no seu uso, é essencial. Além do EBITDA, podemos elencar o % de Margem de Contribuição, % Lucratividade, % de Inadimplência, % de Overhead, etc. Obviamente, além de extrair e analisarmos esses indicadores, devemos atuar efetivamente sobre os mesmos. Daí surge a equação I + A = R. Informação de Qualidade, com Ações embasadas, consistentes e tomadas na hora certa, geram Resultados. INFORMAÇÃO + AÇÃO = RESULTADOS 47Treasy + Ferreira Filho = Budget Trends2017
  • 48. NÍVEL DE I + A = R 48 Quais destes indicadores sua empresa extrai do Processo Orçamentário? Quais ações são realizadas em cima das análises dos valores Planejados x Realizados x Históricos? Treasy + Ferreira Filho = Budget Trends2017
  • 49. NÍVEL DE I + A = R 49 Você considera que a empresa utiliza efetivamente os dados gerados pelo Processo Orçamentário para embasar a tomada de decisões? Treasy + Ferreira Filho = Budget Trends2017
  • 50. INFORMAÇÃO + AÇÃO = RESULTADOS Com as análises anteriores, fica clara a disparidade entre acesso a informação e uso efetivo da mesma. Somente 30% dos pesquisados tomam efetivamente ações sobre os desvios identificados no Planejado x Realizado do orçamento, sendo que 22% não tomam ações e quase metade (48%) só tomam ações em alguns casos. Além disso, somente 28,5% tomam ações para aproveitar as oportunidades e somente 21,9% documentam prazo e responsável em um FCA (Fato, Causa, Ação ou 5W2H). 50Treasy + Ferreira Filho = Budget Trends2017
  • 51. SOBRE A MECÂNICA DO ORÇAMENTO Quanto tempo leva o processo de Elaboração do Orçamento? 51Treasy + Ferreira Filho = Budget Trends2017
  • 52. SOBRE A MECÂNICA DO ORÇAMENTO Quanto tempo leva mensalmente para obter as informações realizadas para o Acompanhamento Orçamentário? Sua empresa utiliza indexadores (Dólar, IGPM, Inflação, etc.) para manter seu Planejamento Orçamentário sempre compatível com o cenário econômico em que está inserida? 52Treasy + Ferreira Filho = Budget Trends2017
  • 53. DESAFIOS VENCIDOS E VINDOUROS Qual foi o maior desafio da sua empresa no que tange Planejamento e Controladoria em 2016? Qual você acredita que será o maior desafio da sua empresa no que tange Planejamento e Controladoria em 2017? 53Treasy + Ferreira Filho = Budget Trends2017
  • 54. Cortar custos por si só, jamais vai resolver o problema de uma empresa, se ela não possuir um bom e organizado "Funil de Vendas". Você conhece o Mercado? Quantos clientes potenciais? Qual a sua Penetração, Taxa de Conversão e Fatia do Mercado e os seus Motivos de Não Venda? 54 GESTÃO COMERCIAL Treasy + Ferreira Filho = Budget Trends2017
  • 55. DESAFIOS VENCIDOS E VINDOUROS 55 Quais iniciativas de controle ou corte de custos sua empresa pretende fazer para 2017? As iniciativas serão feitas de forma interna ou com contratação de serviços de terceiros? Treasy + Ferreira Filho = Budget Trends2017
  • 56. DESAFIOS VENCIDOS E VINDOUROS 56 Quanto sua empresa conseguiu economizar em Custos Variáveis Diretos em 2016, em relação ano anterior? (com evidências) Quanto sua empresa conseguiu economizar em Despesas Operacionais este ano, em relação ano anterior? (com evidências) Treasy + Ferreira Filho = Budget Trends2017
  • 57. CONHECIMENTO DE FERRAMENTAS Quando você precisa de mais conhecimento sobre Custos, Controladoria, Orçamento, etc, qual a primeira ferramenta que te vem em mente? 57Treasy + Ferreira Filho = Budget Trends2017
  • 58. DESAFIOS VENCIDOS E VINDOUROS 58 Já ouviu falar em Cost Deployment (Desdobramento de Custos), que pode auxiliar na redução do Custo Variável Direto? Já ouviu falar do conceito de Ínterim Management ou BPO, ambos voltados a Alta Performance Econômica Financeira, com foco na redução de Custos e Despesas? Treasy + Ferreira Filho = Budget Trends2017
  • 59. CONCLUSÃO Fica claro que ainda temos uma longa trilha a caminhar. Vemos também, que o principal receio para 2017 será a queda de faturamento, fato que ocorreu em 2016 com quase 60% dos pesquisados e tende-se a acontecer com mais 50% nesse novo ano que se inicia. Isso tudo seguido dos Custos Fixos e Variáveis, que permeiam quase 40% das preocupações. A maior parte das pessoas ainda se embasa em pesquisas de livros e conversas com colegas para acessar novas metodologias e ferramentas, ainda resistindo a nova tendência como YouTube, talvez até pela escassez desse tipo de informação nesse canal. Porém, nos canais tradicionais como Livros, metodologias como OBZ (Orçamento Base Zero) e CD (Cost Deployment) ainda são muito escassas. Com isso temos 44% das pessoas que nunca ouviram falar de OBZ, 72% que não conhecem CD e quase 90% que nunca ouviram sequer citar o termo Controller Um ponto que também chama atenção é que 61,5% das empresas ainda utilizam planilhas para execução do orçamento. Por fim, o equilíbrio de Informações + Ação = Resultados é muito frágil e temos muitas oportunidades para serem exploradas, possibilitando que sejamos mais competitivos e lucrativos. 59Treasy + Ferreira Filho = Budget Trends2017
  • 60. CONCLUSÃO É preciso buscar fazer diferente! Enquanto áreas como Marketing e Vendas evoluem, a passos largos, as áreas de Planejamento e Controladoria ainda estão estacionadas no tempo. Isso faz com que negócios e empregos sejam perdidos, gerando ainda mais crise, que poderia ser contornada com o simples fato de executar melhor a gestão. 60Treasy + Ferreira Filho = Budget Trends2017
  • 61. Referencias / Bibliografias / Citações / Quadros / Mapas / 61 • Sthephen Kanitz e Melhores e Maiores • Resulta Consultoria Contabil – Mauricio Agostinho • Resulta Consultoria Contabil – Jose Luis Castilho • Controladoria Estratégica e Operacional – Clovis Padovese • Tata Consulting Services • Básico Gerencial de Custos – Clovis Padovese • Treasy Planejamento e Controladoria • Contabilidade Gerencial – Clovis Padovese • Análise das Demonstrações Financeiras – Clovis Padovese • Ferreira Filho Associados • Orçamento Empresarial – Clovis Padovese