SlideShare uma empresa Scribd logo

Professor Doutor Artur Filipe dos Santos - Património Cultural e Paisagístico Português - Igreja de S. Domingos - Sé de Vila Real e Torre de Quintela

Professor Doutor Artur Filipe dos Santos - Património Cultural e Paisagístico Português - Igreja de S. Domingos - Sé de Vila Real e Torre de Quintela

1 de 63
Baixar para ler offline
Cadeira de
PATRIMÓNIO CULTURAL E PAISAGÍSTICO PORTUGUÊS
Coleção de Manuais da Universidade
Sénior Contemporânea
Professor Doutor
Artur Filipe dos Santos
1
Património Cultural e Paisagístico Português
• Distrito e Concelho de Vila REal
Professor Doutor Artur Filipe dos Santos
2
Sé de Vila Real
• A Sé de Vila Real ou
Igreja de São Domingos
localiza-se em Vila Real,
Portugal. Construída no
século XV, é
considerada o melhor
exemplo de arquitetura
gótica na região de Trás-
os-Montes.
• É sede da Diocese de
Vila Real desde 1924.
3
• A Igreja de São Domingos,
actual Sé, foi mandada
erguer, juntamente com o
convento com o mesmo
nome, no séc. XV, a mando
dos religiosos de São
Domingos, de Guimarães. A
nível arquitectónico recebe
influências de dois estilos: o
Românico, que é o mais
visível, bem patente na
robustez e austeridade das
suas linhas, e o Gótico.
4
• Na sua fachada podem ver-
se imagens de S. Domingos,
e S. Francisco de Assis. Em
1837 sofreu um grande
incêndio que dizimou a
maior parte do património
que detinha no seu interior.
A torre foi acrescentada no
séc. XVIII, e os vitrais foram
colocados durante as
últimas obras de
intervenção (2001-2005).
Está aberta diariamente ao
culto.
5
• A igreja de São Domingos,
sede de um convento
dessa ordem fundado por
monges vimaranenses em
tempo de D. João I (O de
Boa Memória) (1421) e
erigido a partir de 1424,
constitui o melhor
exemplo transmontano
da arquitectura gótica.
6

Recomendados

Cultura do Mosteiro - Românico Portugal
Cultura do Mosteiro - Românico PortugalCultura do Mosteiro - Românico Portugal
Cultura do Mosteiro - Românico PortugalCarlos Vieira
 
4.romanicoem portugal
4.romanicoem portugal4.romanicoem portugal
4.romanicoem portugalAna Barreiros
 
A cultura da catedral islão
A cultura da catedral  islãoA cultura da catedral  islão
A cultura da catedral islãocattonia
 
C:\documents and settings\francisco\ambiente de trabalho\arte românica (1000 ...
C:\documents and settings\francisco\ambiente de trabalho\arte românica (1000 ...C:\documents and settings\francisco\ambiente de trabalho\arte românica (1000 ...
C:\documents and settings\francisco\ambiente de trabalho\arte românica (1000 ...Frantito
 
Aula 04 arquitetura românica parte 2
Aula 04 arquitetura românica parte 2Aula 04 arquitetura românica parte 2
Aula 04 arquitetura românica parte 2Lila Donato
 
Romanico em portugal
Romanico em portugalRomanico em portugal
Romanico em portugalcattonia
 
A arte gótica I
A arte gótica IA arte gótica I
A arte gótica Icattonia
 

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

O romanico-em-portugal ruben tiago
O romanico-em-portugal ruben tiagoO romanico-em-portugal ruben tiago
O romanico-em-portugal ruben tiagoGoncaloandre95
 
Cultura do Mosteiro - Arte islâmica
Cultura do Mosteiro - Arte islâmicaCultura do Mosteiro - Arte islâmica
Cultura do Mosteiro - Arte islâmicaCarlos Vieira
 
Cultura do Mosteiro - Arte Românica
Cultura do Mosteiro - Arte RomânicaCultura do Mosteiro - Arte Românica
Cultura do Mosteiro - Arte RomânicaCarlos Vieira
 
A arte românica hgp - 7ºb
A arte românica   hgp - 7ºbA arte românica   hgp - 7ºb
A arte românica hgp - 7ºbInês Rocha
 
A arte medieval
A arte medievalA arte medieval
A arte medievalcattonia
 
Módulo 3 a arte românica
Módulo 3   a arte românicaMódulo 3   a arte românica
Módulo 3 a arte românicacattonia
 
Catedral de Notre-Dame-Paris
Catedral de Notre-Dame-ParisCatedral de Notre-Dame-Paris
Catedral de Notre-Dame-ParisBiaEsteves
 
Aula 04 arquitetura românica parte 1
Aula 04 arquitetura românica parte 1Aula 04 arquitetura românica parte 1
Aula 04 arquitetura românica parte 1Lila Donato
 
Elementos Arquitectura RomâNica
Elementos Arquitectura RomâNicaElementos Arquitectura RomâNica
Elementos Arquitectura RomâNicaIsidro Santos
 
História de arte - Periodo Românico/ Gótico/ Manuelino
História de arte - Periodo Românico/ Gótico/ ManuelinoHistória de arte - Periodo Românico/ Gótico/ Manuelino
História de arte - Periodo Românico/ Gótico/ ManuelinoCristiana Marques
 
Módulo 3 - Portugal Românico e Moçárabe
Módulo 3 - Portugal Românico e MoçárabeMódulo 3 - Portugal Românico e Moçárabe
Módulo 3 - Portugal Românico e MoçárabeCarla Freitas
 
Arquitectura Românica dos Castelos
Arquitectura Românica dos Castelos  Arquitectura Românica dos Castelos
Arquitectura Românica dos Castelos kyzinha
 
Módulo 4 . A arte sob o signo de Alá
Módulo 4 . A arte sob o signo de AláMódulo 4 . A arte sob o signo de Alá
Módulo 4 . A arte sob o signo de AláCarla Freitas
 
Cultura do Mosteiro - Arte Otoniana
Cultura do Mosteiro - Arte OtonianaCultura do Mosteiro - Arte Otoniana
Cultura do Mosteiro - Arte OtonianaCarlos Vieira
 

Mais procurados (18)

O romanico-em-portugal ruben tiago
O romanico-em-portugal ruben tiagoO romanico-em-portugal ruben tiago
O romanico-em-portugal ruben tiago
 
Arquitetura românica
Arquitetura românicaArquitetura românica
Arquitetura românica
 
Cultura do Mosteiro - Arte islâmica
Cultura do Mosteiro - Arte islâmicaCultura do Mosteiro - Arte islâmica
Cultura do Mosteiro - Arte islâmica
 
Cultura do Mosteiro - Arte Românica
Cultura do Mosteiro - Arte RomânicaCultura do Mosteiro - Arte Românica
Cultura do Mosteiro - Arte Românica
 
A arte românica hgp - 7ºb
A arte românica   hgp - 7ºbA arte românica   hgp - 7ºb
A arte românica hgp - 7ºb
 
Românico
RomânicoRomânico
Românico
 
A arte medieval
A arte medievalA arte medieval
A arte medieval
 
Módulo 3 a arte românica
Módulo 3   a arte românicaMódulo 3   a arte românica
Módulo 3 a arte românica
 
Catedral de Notre-Dame-Paris
Catedral de Notre-Dame-ParisCatedral de Notre-Dame-Paris
Catedral de Notre-Dame-Paris
 
Aula 04 arquitetura românica parte 1
Aula 04 arquitetura românica parte 1Aula 04 arquitetura românica parte 1
Aula 04 arquitetura românica parte 1
 
Elementos Arquitectura RomâNica
Elementos Arquitectura RomâNicaElementos Arquitectura RomâNica
Elementos Arquitectura RomâNica
 
Arte romanica gotica
Arte romanica goticaArte romanica gotica
Arte romanica gotica
 
História de arte - Periodo Românico/ Gótico/ Manuelino
História de arte - Periodo Românico/ Gótico/ ManuelinoHistória de arte - Periodo Românico/ Gótico/ Manuelino
História de arte - Periodo Românico/ Gótico/ Manuelino
 
Módulo 3 - Portugal Românico e Moçárabe
Módulo 3 - Portugal Românico e MoçárabeMódulo 3 - Portugal Românico e Moçárabe
Módulo 3 - Portugal Românico e Moçárabe
 
Arquitectura Românica dos Castelos
Arquitectura Românica dos Castelos  Arquitectura Românica dos Castelos
Arquitectura Românica dos Castelos
 
Românico
RomânicoRomânico
Românico
 
Módulo 4 . A arte sob o signo de Alá
Módulo 4 . A arte sob o signo de AláMódulo 4 . A arte sob o signo de Alá
Módulo 4 . A arte sob o signo de Alá
 
Cultura do Mosteiro - Arte Otoniana
Cultura do Mosteiro - Arte OtonianaCultura do Mosteiro - Arte Otoniana
Cultura do Mosteiro - Arte Otoniana
 

Semelhante a Professor Doutor Artur Filipe dos Santos - Património Cultural e Paisagístico Português - Igreja de S. Domingos - Sé de Vila Real e Torre de Quintela

Património Cultural - As Catedrais de Portugal - Sé Catedral de Évora - Artur...
Património Cultural - As Catedrais de Portugal - Sé Catedral de Évora - Artur...Património Cultural - As Catedrais de Portugal - Sé Catedral de Évora - Artur...
Património Cultural - As Catedrais de Portugal - Sé Catedral de Évora - Artur...Artur Filipe dos Santos
 
Arte românica
Arte românica Arte românica
Arte românica 10B
 
Arte romanica
Arte romanicaArte romanica
Arte romanica10B
 
Património Cultural - As Catedrais de Portugal - Sé Velha de Coimbra- Artur F...
Património Cultural - As Catedrais de Portugal - Sé Velha de Coimbra- Artur F...Património Cultural - As Catedrais de Portugal - Sé Velha de Coimbra- Artur F...
Património Cultural - As Catedrais de Portugal - Sé Velha de Coimbra- Artur F...Artur Filipe dos Santos
 
Artur Filipe dos Santos - História do porto - convento corpus christi vila no...
Artur Filipe dos Santos - História do porto - convento corpus christi vila no...Artur Filipe dos Santos - História do porto - convento corpus christi vila no...
Artur Filipe dos Santos - História do porto - convento corpus christi vila no...Artur Filipe dos Santos
 
Patrimonio ana-silva_e_yuliya_pavelko
Patrimonio  ana-silva_e_yuliya_pavelkoPatrimonio  ana-silva_e_yuliya_pavelko
Patrimonio ana-silva_e_yuliya_pavelkoyuliyapavelko
 
Património Cultural - Antiga Catedral de Idanha-a- Velha - As Catedrais de Po...
Património Cultural - Antiga Catedral de Idanha-a- Velha - As Catedrais de Po...Património Cultural - Antiga Catedral de Idanha-a- Velha - As Catedrais de Po...
Património Cultural - Antiga Catedral de Idanha-a- Velha - As Catedrais de Po...Artur Filipe dos Santos
 
O património cultural de Lamego
O património cultural de LamegoO património cultural de Lamego
O património cultural de LamegoPedro Peixoto
 
Paco de sousa. mosteiro. pp 250 279
Paco de sousa. mosteiro. pp 250 279Paco de sousa. mosteiro. pp 250 279
Paco de sousa. mosteiro. pp 250 279Catarina_marques
 
7o. ano- - Arte Românica
7o. ano-  - Arte Românica7o. ano-  - Arte Românica
7o. ano- - Arte RomânicaArtesElisa
 

Semelhante a Professor Doutor Artur Filipe dos Santos - Património Cultural e Paisagístico Português - Igreja de S. Domingos - Sé de Vila Real e Torre de Quintela (20)

Convento de Mafra
Convento de MafraConvento de Mafra
Convento de Mafra
 
Património Cultural - As Catedrais de Portugal - Sé Catedral de Évora - Artur...
Património Cultural - As Catedrais de Portugal - Sé Catedral de Évora - Artur...Património Cultural - As Catedrais de Portugal - Sé Catedral de Évora - Artur...
Património Cultural - As Catedrais de Portugal - Sé Catedral de Évora - Artur...
 
Catedral de notre dame
Catedral de notre dameCatedral de notre dame
Catedral de notre dame
 
Arte românica
Arte românica Arte românica
Arte românica
 
Arte romanica
Arte romanicaArte romanica
Arte romanica
 
Palácio de Queluz
Palácio de QueluzPalácio de Queluz
Palácio de Queluz
 
Património Cultural - As Catedrais de Portugal - Sé Velha de Coimbra- Artur F...
Património Cultural - As Catedrais de Portugal - Sé Velha de Coimbra- Artur F...Património Cultural - As Catedrais de Portugal - Sé Velha de Coimbra- Artur F...
Património Cultural - As Catedrais de Portugal - Sé Velha de Coimbra- Artur F...
 
História do porto convento corpus christi vila nova de gaia
História do porto   convento corpus christi vila nova de gaiaHistória do porto   convento corpus christi vila nova de gaia
História do porto convento corpus christi vila nova de gaia
 
Artur Filipe dos Santos - História do porto - convento corpus christi vila no...
Artur Filipe dos Santos - História do porto - convento corpus christi vila no...Artur Filipe dos Santos - História do porto - convento corpus christi vila no...
Artur Filipe dos Santos - História do porto - convento corpus christi vila no...
 
Europa slide
Europa   slideEuropa   slide
Europa slide
 
Arte gótica
Arte góticaArte gótica
Arte gótica
 
Patrimonio ana-silva_e_yuliya_pavelko
Patrimonio  ana-silva_e_yuliya_pavelkoPatrimonio  ana-silva_e_yuliya_pavelko
Patrimonio ana-silva_e_yuliya_pavelko
 
Alcobaca Mosteiro
Alcobaca   MosteiroAlcobaca   Mosteiro
Alcobaca Mosteiro
 
Alcobaca Mosteiro
Alcobaca   MosteiroAlcobaca   Mosteiro
Alcobaca Mosteiro
 
Património Cultural - Antiga Catedral de Idanha-a- Velha - As Catedrais de Po...
Património Cultural - Antiga Catedral de Idanha-a- Velha - As Catedrais de Po...Património Cultural - Antiga Catedral de Idanha-a- Velha - As Catedrais de Po...
Património Cultural - Antiga Catedral de Idanha-a- Velha - As Catedrais de Po...
 
O património cultural de Lamego
O património cultural de LamegoO património cultural de Lamego
O património cultural de Lamego
 
Igrejas e capelas do porto
Igrejas e capelas do portoIgrejas e capelas do porto
Igrejas e capelas do porto
 
Romanico final 2
Romanico final 2Romanico final 2
Romanico final 2
 
Paco de sousa. mosteiro. pp 250 279
Paco de sousa. mosteiro. pp 250 279Paco de sousa. mosteiro. pp 250 279
Paco de sousa. mosteiro. pp 250 279
 
7o. ano- - Arte Românica
7o. ano-  - Arte Românica7o. ano-  - Arte Românica
7o. ano- - Arte Românica
 

Mais de Artur Filipe dos Santos

Artur Filipe dos Santos - história dos Transportes do Porto.pdf
Artur Filipe dos Santos - história dos Transportes do Porto.pdfArtur Filipe dos Santos - história dos Transportes do Porto.pdf
Artur Filipe dos Santos - história dos Transportes do Porto.pdfArtur Filipe dos Santos
 
A Itália Romana e Pontifícia - aula 2 - Artur Filipe dos Santos.pptx
A Itália Romana e Pontifícia - aula 2 - Artur Filipe dos Santos.pptxA Itália Romana e Pontifícia - aula 2 - Artur Filipe dos Santos.pptx
A Itália Romana e Pontifícia - aula 2 - Artur Filipe dos Santos.pptxArtur Filipe dos Santos
 
A Itália Romana e Pontifícia - Aual 1 - Artur Filipe dos Santos .pptx
A Itália Romana e Pontifícia - Aual 1 - Artur Filipe dos Santos .pptxA Itália Romana e Pontifícia - Aual 1 - Artur Filipe dos Santos .pptx
A Itália Romana e Pontifícia - Aual 1 - Artur Filipe dos Santos .pptxArtur Filipe dos Santos
 
A Itália Romana e Pontifícia - aula 3 - Artur Filipe dos Santos.pptx
A Itália Romana e Pontifícia - aula 3 - Artur Filipe dos Santos.pptxA Itália Romana e Pontifícia - aula 3 - Artur Filipe dos Santos.pptx
A Itália Romana e Pontifícia - aula 3 - Artur Filipe dos Santos.pptxArtur Filipe dos Santos
 
À descoberta do património dos Alpes Orientais1
À descoberta do património dos Alpes Orientais1À descoberta do património dos Alpes Orientais1
À descoberta do património dos Alpes Orientais1Artur Filipe dos Santos
 
Património Cultural Português -O Património Cultural das Romarias Portugu...
 Património Cultural Português -O Património Cultural das Romarias Portugu... Património Cultural Português -O Património Cultural das Romarias Portugu...
Património Cultural Português -O Património Cultural das Romarias Portugu...Artur Filipe dos Santos
 
Património Cultural Português -Origem das Festas de Santo António de Lisbo...
Património Cultural Português -Origem das Festas de Santo António de Lisbo...Património Cultural Português -Origem das Festas de Santo António de Lisbo...
Património Cultural Português -Origem das Festas de Santo António de Lisbo...Artur Filipe dos Santos
 
Património Cultural Português -Festa das Cruzes- Artur Filipe dos Santos.pdf
Património Cultural Português -Festa das Cruzes-  Artur Filipe dos Santos.pdfPatrimónio Cultural Português -Festa das Cruzes-  Artur Filipe dos Santos.pdf
Património Cultural Português -Festa das Cruzes- Artur Filipe dos Santos.pdfArtur Filipe dos Santos
 
Os mais incriveis castelos do mundo-Artur Filipe dos Santos.pdf
Os mais incriveis castelos do mundo-Artur Filipe dos Santos.pdfOs mais incriveis castelos do mundo-Artur Filipe dos Santos.pdf
Os mais incriveis castelos do mundo-Artur Filipe dos Santos.pdfArtur Filipe dos Santos
 
Artur Filipe dos Santos - patrimonio cultural - Arte Chapeleira.pdf
Artur Filipe dos Santos - patrimonio cultural - Arte Chapeleira.pdfArtur Filipe dos Santos - patrimonio cultural - Arte Chapeleira.pdf
Artur Filipe dos Santos - patrimonio cultural - Arte Chapeleira.pdfArtur Filipe dos Santos
 
Artur Filipe dos Santos - patrimonio cultural - a paisagem natural e cultural...
Artur Filipe dos Santos - patrimonio cultural - a paisagem natural e cultural...Artur Filipe dos Santos - patrimonio cultural - a paisagem natural e cultural...
Artur Filipe dos Santos - patrimonio cultural - a paisagem natural e cultural...Artur Filipe dos Santos
 
Artur Filipe dos Santos - Património cultural - a paisagem natural e cultural...
Artur Filipe dos Santos - Património cultural - a paisagem natural e cultural...Artur Filipe dos Santos - Património cultural - a paisagem natural e cultural...
Artur Filipe dos Santos - Património cultural - a paisagem natural e cultural...Artur Filipe dos Santos
 
Artur Filipe dos Santos - patrimonio cultural - o Património de Vila do Cond...
Artur Filipe dos Santos - patrimonio cultural - o Património de Vila do Cond...Artur Filipe dos Santos - patrimonio cultural - o Património de Vila do Cond...
Artur Filipe dos Santos - patrimonio cultural - o Património de Vila do Cond...Artur Filipe dos Santos
 
Artur Filipe dos Santos - Património Cultural - Danças Guerreiras Portuguesa...
Artur Filipe dos Santos - Património Cultural - Danças Guerreiras Portuguesa...Artur Filipe dos Santos - Património Cultural - Danças Guerreiras Portuguesa...
Artur Filipe dos Santos - Património Cultural - Danças Guerreiras Portuguesa...Artur Filipe dos Santos
 
Artur Filipe dos Santos - patrimonio cultural - paisagens outonais de Portuga...
Artur Filipe dos Santos - patrimonio cultural - paisagens outonais de Portuga...Artur Filipe dos Santos - patrimonio cultural - paisagens outonais de Portuga...
Artur Filipe dos Santos - patrimonio cultural - paisagens outonais de Portuga...Artur Filipe dos Santos
 
Património Cultural da Occitânia-Avignon - Artur Filipe dos Santos .pdf
Património Cultural da Occitânia-Avignon - Artur Filipe dos Santos .pdfPatrimónio Cultural da Occitânia-Avignon - Artur Filipe dos Santos .pdf
Património Cultural da Occitânia-Avignon - Artur Filipe dos Santos .pdfArtur Filipe dos Santos
 
Partrimónio Cultural da Occitânia-Carcassonne - Artur Filipe dos Santos .pdf
Partrimónio Cultural da Occitânia-Carcassonne - Artur Filipe dos Santos .pdfPartrimónio Cultural da Occitânia-Carcassonne - Artur Filipe dos Santos .pdf
Partrimónio Cultural da Occitânia-Carcassonne - Artur Filipe dos Santos .pdfArtur Filipe dos Santos
 
Artur Filipe dos Santos - patrimonio cultural - GUIMARÃES - Senhora da Penha...
Artur Filipe dos Santos - patrimonio cultural - GUIMARÃES - Senhora da Penha...Artur Filipe dos Santos - patrimonio cultural - GUIMARÃES - Senhora da Penha...
Artur Filipe dos Santos - patrimonio cultural - GUIMARÃES - Senhora da Penha...Artur Filipe dos Santos
 
Património Cultural da Occitânia-Toulouse - Artur Filipe dos Santos .pdf
Património Cultural da Occitânia-Toulouse - Artur Filipe dos Santos .pdfPatrimónio Cultural da Occitânia-Toulouse - Artur Filipe dos Santos .pdf
Património Cultural da Occitânia-Toulouse - Artur Filipe dos Santos .pdfArtur Filipe dos Santos
 
Guimarães Museu Alberto Sampaio e Fundação Martins Sarmento - Artur Filipe ...
Guimarães  Museu Alberto Sampaio e  Fundação Martins Sarmento - Artur Filipe ...Guimarães  Museu Alberto Sampaio e  Fundação Martins Sarmento - Artur Filipe ...
Guimarães Museu Alberto Sampaio e Fundação Martins Sarmento - Artur Filipe ...Artur Filipe dos Santos
 

Mais de Artur Filipe dos Santos (20)

Artur Filipe dos Santos - história dos Transportes do Porto.pdf
Artur Filipe dos Santos - história dos Transportes do Porto.pdfArtur Filipe dos Santos - história dos Transportes do Porto.pdf
Artur Filipe dos Santos - história dos Transportes do Porto.pdf
 
A Itália Romana e Pontifícia - aula 2 - Artur Filipe dos Santos.pptx
A Itália Romana e Pontifícia - aula 2 - Artur Filipe dos Santos.pptxA Itália Romana e Pontifícia - aula 2 - Artur Filipe dos Santos.pptx
A Itália Romana e Pontifícia - aula 2 - Artur Filipe dos Santos.pptx
 
A Itália Romana e Pontifícia - Aual 1 - Artur Filipe dos Santos .pptx
A Itália Romana e Pontifícia - Aual 1 - Artur Filipe dos Santos .pptxA Itália Romana e Pontifícia - Aual 1 - Artur Filipe dos Santos .pptx
A Itália Romana e Pontifícia - Aual 1 - Artur Filipe dos Santos .pptx
 
A Itália Romana e Pontifícia - aula 3 - Artur Filipe dos Santos.pptx
A Itália Romana e Pontifícia - aula 3 - Artur Filipe dos Santos.pptxA Itália Romana e Pontifícia - aula 3 - Artur Filipe dos Santos.pptx
A Itália Romana e Pontifícia - aula 3 - Artur Filipe dos Santos.pptx
 
À descoberta do património dos Alpes Orientais1
À descoberta do património dos Alpes Orientais1À descoberta do património dos Alpes Orientais1
À descoberta do património dos Alpes Orientais1
 
Património Cultural Português -O Património Cultural das Romarias Portugu...
 Património Cultural Português -O Património Cultural das Romarias Portugu... Património Cultural Português -O Património Cultural das Romarias Portugu...
Património Cultural Português -O Património Cultural das Romarias Portugu...
 
Património Cultural Português -Origem das Festas de Santo António de Lisbo...
Património Cultural Português -Origem das Festas de Santo António de Lisbo...Património Cultural Português -Origem das Festas de Santo António de Lisbo...
Património Cultural Português -Origem das Festas de Santo António de Lisbo...
 
Património Cultural Português -Festa das Cruzes- Artur Filipe dos Santos.pdf
Património Cultural Português -Festa das Cruzes-  Artur Filipe dos Santos.pdfPatrimónio Cultural Português -Festa das Cruzes-  Artur Filipe dos Santos.pdf
Património Cultural Português -Festa das Cruzes- Artur Filipe dos Santos.pdf
 
Os mais incriveis castelos do mundo-Artur Filipe dos Santos.pdf
Os mais incriveis castelos do mundo-Artur Filipe dos Santos.pdfOs mais incriveis castelos do mundo-Artur Filipe dos Santos.pdf
Os mais incriveis castelos do mundo-Artur Filipe dos Santos.pdf
 
Artur Filipe dos Santos - patrimonio cultural - Arte Chapeleira.pdf
Artur Filipe dos Santos - patrimonio cultural - Arte Chapeleira.pdfArtur Filipe dos Santos - patrimonio cultural - Arte Chapeleira.pdf
Artur Filipe dos Santos - patrimonio cultural - Arte Chapeleira.pdf
 
Artur Filipe dos Santos - patrimonio cultural - a paisagem natural e cultural...
Artur Filipe dos Santos - patrimonio cultural - a paisagem natural e cultural...Artur Filipe dos Santos - patrimonio cultural - a paisagem natural e cultural...
Artur Filipe dos Santos - patrimonio cultural - a paisagem natural e cultural...
 
Artur Filipe dos Santos - Património cultural - a paisagem natural e cultural...
Artur Filipe dos Santos - Património cultural - a paisagem natural e cultural...Artur Filipe dos Santos - Património cultural - a paisagem natural e cultural...
Artur Filipe dos Santos - Património cultural - a paisagem natural e cultural...
 
Artur Filipe dos Santos - patrimonio cultural - o Património de Vila do Cond...
Artur Filipe dos Santos - patrimonio cultural - o Património de Vila do Cond...Artur Filipe dos Santos - patrimonio cultural - o Património de Vila do Cond...
Artur Filipe dos Santos - patrimonio cultural - o Património de Vila do Cond...
 
Artur Filipe dos Santos - Património Cultural - Danças Guerreiras Portuguesa...
Artur Filipe dos Santos - Património Cultural - Danças Guerreiras Portuguesa...Artur Filipe dos Santos - Património Cultural - Danças Guerreiras Portuguesa...
Artur Filipe dos Santos - Património Cultural - Danças Guerreiras Portuguesa...
 
Artur Filipe dos Santos - patrimonio cultural - paisagens outonais de Portuga...
Artur Filipe dos Santos - patrimonio cultural - paisagens outonais de Portuga...Artur Filipe dos Santos - patrimonio cultural - paisagens outonais de Portuga...
Artur Filipe dos Santos - patrimonio cultural - paisagens outonais de Portuga...
 
Património Cultural da Occitânia-Avignon - Artur Filipe dos Santos .pdf
Património Cultural da Occitânia-Avignon - Artur Filipe dos Santos .pdfPatrimónio Cultural da Occitânia-Avignon - Artur Filipe dos Santos .pdf
Património Cultural da Occitânia-Avignon - Artur Filipe dos Santos .pdf
 
Partrimónio Cultural da Occitânia-Carcassonne - Artur Filipe dos Santos .pdf
Partrimónio Cultural da Occitânia-Carcassonne - Artur Filipe dos Santos .pdfPartrimónio Cultural da Occitânia-Carcassonne - Artur Filipe dos Santos .pdf
Partrimónio Cultural da Occitânia-Carcassonne - Artur Filipe dos Santos .pdf
 
Artur Filipe dos Santos - patrimonio cultural - GUIMARÃES - Senhora da Penha...
Artur Filipe dos Santos - patrimonio cultural - GUIMARÃES - Senhora da Penha...Artur Filipe dos Santos - patrimonio cultural - GUIMARÃES - Senhora da Penha...
Artur Filipe dos Santos - patrimonio cultural - GUIMARÃES - Senhora da Penha...
 
Património Cultural da Occitânia-Toulouse - Artur Filipe dos Santos .pdf
Património Cultural da Occitânia-Toulouse - Artur Filipe dos Santos .pdfPatrimónio Cultural da Occitânia-Toulouse - Artur Filipe dos Santos .pdf
Património Cultural da Occitânia-Toulouse - Artur Filipe dos Santos .pdf
 
Guimarães Museu Alberto Sampaio e Fundação Martins Sarmento - Artur Filipe ...
Guimarães  Museu Alberto Sampaio e  Fundação Martins Sarmento - Artur Filipe ...Guimarães  Museu Alberto Sampaio e  Fundação Martins Sarmento - Artur Filipe ...
Guimarães Museu Alberto Sampaio e Fundação Martins Sarmento - Artur Filipe ...
 

Último

Discuta as principais mudanças e desafios enfrentados pelos profissionais de ...
Discuta as principais mudanças e desafios enfrentados pelos profissionais de ...Discuta as principais mudanças e desafios enfrentados pelos profissionais de ...
Discuta as principais mudanças e desafios enfrentados pelos profissionais de ...azulassessoriaacadem3
 
3° ENSINO MÉDIO PLANO ANUAL ARTES 2024.pdf
3° ENSINO MÉDIO PLANO ANUAL ARTES 2024.pdf3° ENSINO MÉDIO PLANO ANUAL ARTES 2024.pdf
3° ENSINO MÉDIO PLANO ANUAL ARTES 2024.pdfkelvindasilvadiasw
 
5. Na sua opinião, em que medida os princípios da ORT de Taylor ainda são rel...
5. Na sua opinião, em que medida os princípios da ORT de Taylor ainda são rel...5. Na sua opinião, em que medida os princípios da ORT de Taylor ainda são rel...
5. Na sua opinião, em que medida os princípios da ORT de Taylor ainda são rel...azulassessoriaacadem3
 
Ficha de trabalho | EURO - 25 anos do lançamento da moeda única
Ficha de trabalho | EURO - 25 anos do lançamento da moeda únicaFicha de trabalho | EURO - 25 anos do lançamento da moeda única
Ficha de trabalho | EURO - 25 anos do lançamento da moeda únicaCentro Jacques Delors
 
COMTE, O POSITIVISMO E AS ORIGENS DA SOCIOLOGIA
COMTE, O POSITIVISMO E AS ORIGENS DA SOCIOLOGIACOMTE, O POSITIVISMO E AS ORIGENS DA SOCIOLOGIA
COMTE, O POSITIVISMO E AS ORIGENS DA SOCIOLOGIAHisrelBlog
 
4. Agora para analisar os resultados obtidos, você irá utilizar a classificaç...
4. Agora para analisar os resultados obtidos, você irá utilizar a classificaç...4. Agora para analisar os resultados obtidos, você irá utilizar a classificaç...
4. Agora para analisar os resultados obtidos, você irá utilizar a classificaç...azulassessoriaacadem3
 
1. Considerando todas as informações que você obteve, descritas acima, calcul...
1. Considerando todas as informações que você obteve, descritas acima, calcul...1. Considerando todas as informações que você obteve, descritas acima, calcul...
1. Considerando todas as informações que você obteve, descritas acima, calcul...azulassessoriaacadem3
 
a. Cite e explique os três princípios básicos da progressão do treinamento de...
a. Cite e explique os três princípios básicos da progressão do treinamento de...a. Cite e explique os três princípios básicos da progressão do treinamento de...
a. Cite e explique os três princípios básicos da progressão do treinamento de...excellenceeducaciona
 
1) Cálculo completo e o resultado da densidade corporal da Carolina. Utilize ...
1) Cálculo completo e o resultado da densidade corporal da Carolina. Utilize ...1) Cálculo completo e o resultado da densidade corporal da Carolina. Utilize ...
1) Cálculo completo e o resultado da densidade corporal da Carolina. Utilize ...azulassessoriaacadem3
 
MAPA - BEDU - ATIVIDADE FÍSICA E QUALIDADE DE VIDA - 51/2024
MAPA - BEDU - ATIVIDADE FÍSICA E QUALIDADE DE VIDA - 51/2024MAPA - BEDU - ATIVIDADE FÍSICA E QUALIDADE DE VIDA - 51/2024
MAPA - BEDU - ATIVIDADE FÍSICA E QUALIDADE DE VIDA - 51/2024assedlsam
 
Atividades sobre as Fontes Históricas e Patrimônio.
Atividades sobre as Fontes Históricas e Patrimônio.Atividades sobre as Fontes Históricas e Patrimônio.
Atividades sobre as Fontes Históricas e Patrimônio.Jean Carlos Nunes Paixão
 
2) Descreva os princípios fundamentais para uma prescrição de exercícios físi...
2) Descreva os princípios fundamentais para uma prescrição de exercícios físi...2) Descreva os princípios fundamentais para uma prescrição de exercícios físi...
2) Descreva os princípios fundamentais para uma prescrição de exercícios físi...azulassessoriaacadem3
 
Slides Lição 8, CPAD, A Disciplina na Igreja, 1Tr24, Pr Henrique, EBD NA TV.pptx
Slides Lição 8, CPAD, A Disciplina na Igreja, 1Tr24, Pr Henrique, EBD NA TV.pptxSlides Lição 8, CPAD, A Disciplina na Igreja, 1Tr24, Pr Henrique, EBD NA TV.pptx
Slides Lição 8, CPAD, A Disciplina na Igreja, 1Tr24, Pr Henrique, EBD NA TV.pptxLuizHenriquedeAlmeid6
 
Acróstico - Maria da Penha Lei nº 11.340, de 7 de agosto de 2006
Acróstico - Maria da Penha    Lei nº 11.340, de 7 de agosto de 2006Acróstico - Maria da Penha    Lei nº 11.340, de 7 de agosto de 2006
Acróstico - Maria da Penha Lei nº 11.340, de 7 de agosto de 2006Mary Alvarenga
 
Transforme seu Corpo em Casa_ Dicas e Estratégias de Rotinas de Exercícios Si...
Transforme seu Corpo em Casa_ Dicas e Estratégias de Rotinas de Exercícios Si...Transforme seu Corpo em Casa_ Dicas e Estratégias de Rotinas de Exercícios Si...
Transforme seu Corpo em Casa_ Dicas e Estratégias de Rotinas de Exercícios Si...manoelaarmani
 
2) Descreva os princípios fundamentais para uma prescrição de exercícios físi...
2) Descreva os princípios fundamentais para uma prescrição de exercícios físi...2) Descreva os princípios fundamentais para uma prescrição de exercícios físi...
2) Descreva os princípios fundamentais para uma prescrição de exercícios físi...azulassessoriaacadem3
 
2. Como o entrevistado descreve a gestão e execução dos principais processos ...
2. Como o entrevistado descreve a gestão e execução dos principais processos ...2. Como o entrevistado descreve a gestão e execução dos principais processos ...
2. Como o entrevistado descreve a gestão e execução dos principais processos ...azulassessoriaacadem3
 
PLANO DE CURSO 2O24- ENSINO RELIGIOSO 6º ANO.pdf
PLANO DE CURSO 2O24- ENSINO RELIGIOSO 6º ANO.pdfPLANO DE CURSO 2O24- ENSINO RELIGIOSO 6º ANO.pdf
PLANO DE CURSO 2O24- ENSINO RELIGIOSO 6º ANO.pdfkeiciany
 
COSMOLOGIA DA ENERGIA ESTRELAS - VOLUME 6. EDIÇÃO 2^^.pdf
COSMOLOGIA DA ENERGIA ESTRELAS - VOLUME 6. EDIÇÃO 2^^.pdfCOSMOLOGIA DA ENERGIA ESTRELAS - VOLUME 6. EDIÇÃO 2^^.pdf
COSMOLOGIA DA ENERGIA ESTRELAS - VOLUME 6. EDIÇÃO 2^^.pdfalexandrerodriguespk
 
O Guia Definitivo para Investir em Bitcoin: Domine o Mercado Hoje!
O Guia Definitivo para Investir em Bitcoin: Domine o Mercado Hoje!O Guia Definitivo para Investir em Bitcoin: Domine o Mercado Hoje!
O Guia Definitivo para Investir em Bitcoin: Domine o Mercado Hoje!Psyc company
 

Último (20)

Discuta as principais mudanças e desafios enfrentados pelos profissionais de ...
Discuta as principais mudanças e desafios enfrentados pelos profissionais de ...Discuta as principais mudanças e desafios enfrentados pelos profissionais de ...
Discuta as principais mudanças e desafios enfrentados pelos profissionais de ...
 
3° ENSINO MÉDIO PLANO ANUAL ARTES 2024.pdf
3° ENSINO MÉDIO PLANO ANUAL ARTES 2024.pdf3° ENSINO MÉDIO PLANO ANUAL ARTES 2024.pdf
3° ENSINO MÉDIO PLANO ANUAL ARTES 2024.pdf
 
5. Na sua opinião, em que medida os princípios da ORT de Taylor ainda são rel...
5. Na sua opinião, em que medida os princípios da ORT de Taylor ainda são rel...5. Na sua opinião, em que medida os princípios da ORT de Taylor ainda são rel...
5. Na sua opinião, em que medida os princípios da ORT de Taylor ainda são rel...
 
Ficha de trabalho | EURO - 25 anos do lançamento da moeda única
Ficha de trabalho | EURO - 25 anos do lançamento da moeda únicaFicha de trabalho | EURO - 25 anos do lançamento da moeda única
Ficha de trabalho | EURO - 25 anos do lançamento da moeda única
 
COMTE, O POSITIVISMO E AS ORIGENS DA SOCIOLOGIA
COMTE, O POSITIVISMO E AS ORIGENS DA SOCIOLOGIACOMTE, O POSITIVISMO E AS ORIGENS DA SOCIOLOGIA
COMTE, O POSITIVISMO E AS ORIGENS DA SOCIOLOGIA
 
4. Agora para analisar os resultados obtidos, você irá utilizar a classificaç...
4. Agora para analisar os resultados obtidos, você irá utilizar a classificaç...4. Agora para analisar os resultados obtidos, você irá utilizar a classificaç...
4. Agora para analisar os resultados obtidos, você irá utilizar a classificaç...
 
1. Considerando todas as informações que você obteve, descritas acima, calcul...
1. Considerando todas as informações que você obteve, descritas acima, calcul...1. Considerando todas as informações que você obteve, descritas acima, calcul...
1. Considerando todas as informações que você obteve, descritas acima, calcul...
 
a. Cite e explique os três princípios básicos da progressão do treinamento de...
a. Cite e explique os três princípios básicos da progressão do treinamento de...a. Cite e explique os três princípios básicos da progressão do treinamento de...
a. Cite e explique os três princípios básicos da progressão do treinamento de...
 
1) Cálculo completo e o resultado da densidade corporal da Carolina. Utilize ...
1) Cálculo completo e o resultado da densidade corporal da Carolina. Utilize ...1) Cálculo completo e o resultado da densidade corporal da Carolina. Utilize ...
1) Cálculo completo e o resultado da densidade corporal da Carolina. Utilize ...
 
MAPA - BEDU - ATIVIDADE FÍSICA E QUALIDADE DE VIDA - 51/2024
MAPA - BEDU - ATIVIDADE FÍSICA E QUALIDADE DE VIDA - 51/2024MAPA - BEDU - ATIVIDADE FÍSICA E QUALIDADE DE VIDA - 51/2024
MAPA - BEDU - ATIVIDADE FÍSICA E QUALIDADE DE VIDA - 51/2024
 
Atividades sobre as Fontes Históricas e Patrimônio.
Atividades sobre as Fontes Históricas e Patrimônio.Atividades sobre as Fontes Históricas e Patrimônio.
Atividades sobre as Fontes Históricas e Patrimônio.
 
2) Descreva os princípios fundamentais para uma prescrição de exercícios físi...
2) Descreva os princípios fundamentais para uma prescrição de exercícios físi...2) Descreva os princípios fundamentais para uma prescrição de exercícios físi...
2) Descreva os princípios fundamentais para uma prescrição de exercícios físi...
 
Slides Lição 8, CPAD, A Disciplina na Igreja, 1Tr24, Pr Henrique, EBD NA TV.pptx
Slides Lição 8, CPAD, A Disciplina na Igreja, 1Tr24, Pr Henrique, EBD NA TV.pptxSlides Lição 8, CPAD, A Disciplina na Igreja, 1Tr24, Pr Henrique, EBD NA TV.pptx
Slides Lição 8, CPAD, A Disciplina na Igreja, 1Tr24, Pr Henrique, EBD NA TV.pptx
 
Acróstico - Maria da Penha Lei nº 11.340, de 7 de agosto de 2006
Acróstico - Maria da Penha    Lei nº 11.340, de 7 de agosto de 2006Acróstico - Maria da Penha    Lei nº 11.340, de 7 de agosto de 2006
Acróstico - Maria da Penha Lei nº 11.340, de 7 de agosto de 2006
 
Transforme seu Corpo em Casa_ Dicas e Estratégias de Rotinas de Exercícios Si...
Transforme seu Corpo em Casa_ Dicas e Estratégias de Rotinas de Exercícios Si...Transforme seu Corpo em Casa_ Dicas e Estratégias de Rotinas de Exercícios Si...
Transforme seu Corpo em Casa_ Dicas e Estratégias de Rotinas de Exercícios Si...
 
2) Descreva os princípios fundamentais para uma prescrição de exercícios físi...
2) Descreva os princípios fundamentais para uma prescrição de exercícios físi...2) Descreva os princípios fundamentais para uma prescrição de exercícios físi...
2) Descreva os princípios fundamentais para uma prescrição de exercícios físi...
 
2. Como o entrevistado descreve a gestão e execução dos principais processos ...
2. Como o entrevistado descreve a gestão e execução dos principais processos ...2. Como o entrevistado descreve a gestão e execução dos principais processos ...
2. Como o entrevistado descreve a gestão e execução dos principais processos ...
 
PLANO DE CURSO 2O24- ENSINO RELIGIOSO 6º ANO.pdf
PLANO DE CURSO 2O24- ENSINO RELIGIOSO 6º ANO.pdfPLANO DE CURSO 2O24- ENSINO RELIGIOSO 6º ANO.pdf
PLANO DE CURSO 2O24- ENSINO RELIGIOSO 6º ANO.pdf
 
COSMOLOGIA DA ENERGIA ESTRELAS - VOLUME 6. EDIÇÃO 2^^.pdf
COSMOLOGIA DA ENERGIA ESTRELAS - VOLUME 6. EDIÇÃO 2^^.pdfCOSMOLOGIA DA ENERGIA ESTRELAS - VOLUME 6. EDIÇÃO 2^^.pdf
COSMOLOGIA DA ENERGIA ESTRELAS - VOLUME 6. EDIÇÃO 2^^.pdf
 
O Guia Definitivo para Investir em Bitcoin: Domine o Mercado Hoje!
O Guia Definitivo para Investir em Bitcoin: Domine o Mercado Hoje!O Guia Definitivo para Investir em Bitcoin: Domine o Mercado Hoje!
O Guia Definitivo para Investir em Bitcoin: Domine o Mercado Hoje!
 

Professor Doutor Artur Filipe dos Santos - Património Cultural e Paisagístico Português - Igreja de S. Domingos - Sé de Vila Real e Torre de Quintela

  • 1. Cadeira de PATRIMÓNIO CULTURAL E PAISAGÍSTICO PORTUGUÊS Coleção de Manuais da Universidade Sénior Contemporânea Professor Doutor Artur Filipe dos Santos 1
  • 2. Património Cultural e Paisagístico Português • Distrito e Concelho de Vila REal Professor Doutor Artur Filipe dos Santos 2
  • 3. Sé de Vila Real • A Sé de Vila Real ou Igreja de São Domingos localiza-se em Vila Real, Portugal. Construída no século XV, é considerada o melhor exemplo de arquitetura gótica na região de Trás- os-Montes. • É sede da Diocese de Vila Real desde 1924. 3
  • 4. • A Igreja de São Domingos, actual Sé, foi mandada erguer, juntamente com o convento com o mesmo nome, no séc. XV, a mando dos religiosos de São Domingos, de Guimarães. A nível arquitectónico recebe influências de dois estilos: o Românico, que é o mais visível, bem patente na robustez e austeridade das suas linhas, e o Gótico. 4
  • 5. • Na sua fachada podem ver- se imagens de S. Domingos, e S. Francisco de Assis. Em 1837 sofreu um grande incêndio que dizimou a maior parte do património que detinha no seu interior. A torre foi acrescentada no séc. XVIII, e os vitrais foram colocados durante as últimas obras de intervenção (2001-2005). Está aberta diariamente ao culto. 5
  • 6. • A igreja de São Domingos, sede de um convento dessa ordem fundado por monges vimaranenses em tempo de D. João I (O de Boa Memória) (1421) e erigido a partir de 1424, constitui o melhor exemplo transmontano da arquitectura gótica. 6
  • 7. • Como o próprio nome indica, a atual Sé tem origem num convento dominicano fundado por monges vindos de Guimarães no século XV na zona extra-muros de Vila Real, no campo do Tavolado. 7
  • 8. • O rei D. João I doou terrenos para o convento em 1421 e 1422, e as obras se iniciaram em 1424. A construção do convento também foi apadrinhada pelos marqueses de Vila Real, cuja residência se localizava nas cercanias. 8
  • 9. • A igreja foi reformada no século XVI e, especialmente, no século XVIII, cuando se construiu a atual capela-mor e a torre sineira de feição barroca. As dependências conventuais também passaram por uma grande reforma nessa época. 9
  • 10. • À semelhança do que se passou em outras regiões do Norte do País, onde o Gótico teve grandes dificuldades para se impôr como linguagem artística dominante, também a Igreja de São Domingos possui características ainda vincadamente românicas, não obstante a cronologia avançada da obra. 10
  • 11. • A extrema robustez dos seus muros ou a escassa iluminação do interior são elementos conotados com o Românico que se prolongaram ao longo de toda a Baixa Idade Média no Norte do reino, formando um grupo artístico bem diferente do que então se alcançou no Centro e no Sul do território nacional. 11
  • 12. • Muito tempo passou antes que o templo dominicano albergasse a sede da Diocese, só muito recentemente criada (1992). 12
  • 13. • No século XVI, no reinado de D. Manuel (O Venturoso), procedeu-se a uma primeira remodelação do convento, como o prova uma porta encimada pela esfera armilar. 13
  • 14. • Bastante mais vastas foram as obras do século XVIII, altura em que se substituíu a primitiva cabeceira gótica, em benefício de uma mais ampla, mais profunda, e mais moderna estrutura, profusamente iluminada (através de janelões nas paredes laterais). Deste mesmo período barroco é a torre sineira (1742). 14
  • 15. • A extinção das Ordens Religiosas, em 1834, significou a decadência do convento. a igreja passa a ser sede da paróquia de São Dinis e o convento foi reutilizado como quartel do Batalhão de Caçadores. 15 Joaquim António de Aguiar “O Mata Frades” “declaro extintos todos os conventos, mosteiros, colégios, hospícios, e quaisquer outras casas das ordens religiosas regulares"
  • 16. • Alvo de um violento incêndio em 1837, que destruíu grande parte do recheio, só viria a ser restaurado nas décadas de 30 a 50 do século XX, altura em que foi colocado o actual retábulo-mor, obra maneirista do Convento de Odivelas. 16
  • 17. • Em 1922, o Papa Pio XI criou a diocese de Vila Real, e a antiga igreja do dominicanos da cidade foi sagrada catedral em 1924. 17
  • 18. • Passou por grandes obras de restauro nas décadas de 1930 e 1940 coordenadas pela DGEMN. O atual retábulo-mor, de estilo maneirista, foi trazido em 1938 do Mosteiro de Odivelas. 18
  • 19. • Mais recentemente, o IPPAR promoveu um projecto inovador, convidando o pintor João Vieira a efectuar um conjunto de vitrais para o edifício. 19
  • 20. • O resultado foi uma composição inspirada no prólogo do «Evangelho Segundo São João», actualmente integrada na estrutura medieval do edifício. 20
  • 21. • A Igreja de S. Domingos/Sé de Vila Real, está classificada como Monumento Nacional desde 1926. 21
  • 22. • É propriedade do Estado, em afectação permanente ao culto, regime resultante da Concordata entre a Santa Sé e a República Portuguesa em 2004. 22
  • 23. • Tem uma Zona Especial de Protecção (ZEP DG, II Série, n.º 133, de 05-06- 1956). Situada em pleno centro urbano da cidade de Vila Real, foi sede de um antigo convento dominicano, fundado no séc XV, e constitui o melhor exemplo transmontano da arquitectura gótica. 23
  • 24. • Edifício de três naves, a robustez das suas paredes e as suas contidas aberturas são elementos de tradição românica que perduraram para além da Idade Média. 24
  • 25. • O seu característico terreiro é também uma marca dessa época que chegou até aos nossos dias. 25
  • 26. • Do século XV, época da fundação do convento, sobrevive a igreja em um estilo gótico despojado e funcional, ligada ao gótico mendicante. 26
  • 27. • A planta é em cruz latina com três naves com cobertura de madeira, sendo a nave central mais alta que as laterais. 27
  • 28. • O transepto é saliente e iluminado por rosáceas nas paredes dos braços e sobre o arco da capela-mor. A atual capela-mor é de planta quadrada e foi realizada no século XVIII. 28
  • 29. • A fachada principal revela a disposição em três naves do interior. Possui um portal com arquivoltas apontadas inserido num alfiz e flaqueado por grandes contrafortes. 29
  • 30. • Alfiz é um termo de origem árabe (al-ifriz) que designa um ornamento arquitectónico. Consta de uma moldura, geralmente rectangular (ainda que se admitam outras formas), que demarca exteriormente um ou mais arcos concêntricos ou não, em elementos como portais ou janelas . É frequente na arte islâmica ibérica e na arte moçárabe, aparecendo muitas vezes associado aos arcos em ferradura. 30
  • 31. • A fachada inclui ainda nichos com santos da Ordem e é sobrepojada por uma rosácea. 31
  • 32. • No interior, as naves são escassamente iluminadas por janelas localizadas na parte superior da nave central (clerestório). 32
  • 33. • Galeria superior ao trifório, nas igrejas ogivais. 33
  • 34. • A pouca iluminação e a robustez das paredes é reminiscente da arquitetura românica, que muito influenciou o gótico no norte de Portugal. 34
  • 35. • Em meados do século XVIII foi contruída uma torre sineira ao lado da capela-mor, na parte traseira da igreja. Trata- se de uma torre de quatro andares, rematada por uma balaustrada e cúpula com um fogaréu no topo. 35
  • 36. • fogaréu é um ornato escultural terminando em forma de chama. 36
  • 37. • O interior encontra-se deprovido de decoração desde a reforma dos anos 1930, mas possui vários arcossólios tumulares medievais. 37
  • 38. • Arcassólio:Túmulo disposto na espessura de uma parede 38
  • 39. • O atual retábulo maneirista da capela- mor é proveniente do Mosteiro de Odivelas. Em 2003 foram colocados vitrais modernos do artista João Rodrigues Vieira (1934-2009) numa reforma realizada pelo IPPAR. 39
  • 40. Torre de Quintela • A Torre de Quintela localiza-se na aldeia de Quintela, Freguesia de Vila Marim, Concelho e Distrito de Vila Real, em Portugal. • Foi erguida em posição dominante sobre um maciço rochoso no sopé da serra do Alvão. 40
  • 41. • Situada junto à Ribeira da Marinheira, a ocidente de Vila Real, a Torre de Quintela é um dos poucos exemplos de arquitectura civil-militar que comprovam o avanço da senhorialização, tipicamente baixo- medieval, por terras transmontanas. 41
  • 42. • A história deste local é antiga, recuando, pelo menos, até aos meados do século XI. 42
  • 43. • Tudo indica que esta torre medieval, tenha sido edificada no reinado de D. Afonso III (1248-1279), por ordem de D. Alda Vasques, que a utilizou como residência senhorial. 43
  • 44. • Posteriormente, após um curto período na posse da Ordem dos Templários, parece ter passado para os domínios dos condes de Vimioso. 44
  • 45. • Camilo Castelo Branco cita-a, com liberdade literária, como um dos cenários do romance “Anátema". 45 (latim eclesiástico anathema, -atis, do grego anáthema, -atos, oferenda, coisa maldita, maldição) adjectivo de dois géneros 1. Maldito, excomungado. substantivo masculino 2. Excomunhão com execração. 3. Pessoa anatematizada.
  • 46. • A propriedade aparece como uma das principais unidades agrárias das actuais terras de Vila Real, intimamente ligada aos condes que tutelavam o território de Chaves, uma vez que estava na posse de D. Gotronde Nunes, mulher do conde D. Vasco 46
  • 47. • A torre senhorial que hoje vemos, contudo, nada tem que ver com esse recuado passado condal. 47
  • 48. • Ela é o produto dos séculos XIII-XIV, período que corresponde a um maior desenvolvimento agrícola e demográfico da região. Na viragem para o século XIV, aqui se instalou D. Alda Vasques, a quem se atribui a construção da torre, para sua própria residência. 48
  • 49. • No entanto, o facto de a propriedade vir referida nas Inquirições de D. Afonso III (1258) pode retardar a sua construção em cerca de meio século, circunstância que a colocaria numa fase ainda tardo-românica da nossa arquitectura. Outros autores apontam uma construção já tardia, em pleno século XV 49
  • 50. • Na actualidade, o edifício apresenta algumas reformas posteriores, mas a sua estrutura deve corresponder ao plano fundacional do século XIII: uma planta quadrangular (com cerca de 12 metros de largura) define um alçado bastante elevado (mais de vinte metros de altura), organizado interiormente em 4 pisos. 50
  • 51. • O acesso faz-se através de uma porta de entrada, de volta perfeita (mas originalmente em arco quebrado), com lintel recto e arco de descarga, elevado em relação à cota do terreno, na origem ligando-se com esta através de uma escadaria de madeira. 51
  • 52. • Os elementos decorativos que aqui vemos empregues, como os balcões ameados, os matacães, as frestas de iluminação ou a linha de merlões que coroa toda a estrutura, são característicos da arquitectura gótica, embora algumas opiniões apontem para a sua posterior integração na torre já pelos séculos XV ou XVI, hipótese que não está, até ao momento, integralmente confirmada. 52
  • 53. • O merlão (do francês "merlon"), em arquitectura militar, é a parte saliente do parapeito de uma fortificação, entre duas seteiras ou ameias. Refere- se a cada um dos intervalos dentados das ameias de uma fortaleza 53
  • 54. • Por disposição testamentária, D. Alda legou a Torre de Quintela à Ordem dos Hospitalários, instituição que ficou na posse da propriedade durante os século seguintes. Em 1695, numa altura em que a torre se encontrava na posse do Morgadio dos Conde de Vimioso (de que era titular D. Francisco de Portugal), deu-se uma reforma importante do morgado. 54
  • 55. • A Torre é então descrita como tendo "52 fiadas da base ao coroamento das ameias, (...) quatro guaritas e varanda em cada uma das faces" 55
  • 56. • Para além disso, a grande reserva agrícola que lhe estava adstrita possuía uma capela, dedicada a Santa Maria Madalena, e uma ampla área de cultivo, assim como numerosas dependências. 56
  • 57. • Para além disso, a grande reserva agrícola que lhe estava adstrita possuía uma capela, dedicada a Santa Maria Madalena, e uma ampla área de cultivo, assim como numerosas dependências. 57
  • 58. • A extinção das Ordens Religiosas, em 1834, veio abrir um novo e desastroso período na história deste monumento. Vendida a privados, e tendo estado prestes a ser destruída, ela viria a ser poupada da ruína por condicionantes económicas. 58
  • 59. • Mais recentemente, foi projectada a sua reconversão em pólo museológico, tendo, para isso, sido submetida a um restauro integral, nos primeiros anos da década de 80 do século XX. 59
  • 60. • Particularmente importante, neste processo, foi a total reformulação do interior e consequente divisão em quatro andares, organização que poderá não corresponder à primitiva definição espacial, uma vez que, em alguns pontos, ainda se observam consolas de apoio a pavimentos. 60
  • 61. • A Câmara Municipal de Vila Real, que actualmente detém a gestão do edifício, tem em projecto a instalação de um Museu de Heráldica. 61
  • 62. • Encontra-se classificada como Monumento Nacional, por Decreto de 23 de Junho de 1910 62