A Arquitectura Religiosa O ROMÂNICO EM PORTUGAL
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<ul><li>O Românico português tem características fortemente rurais; </li></ul><ul><li>É constituído por pequenas igrejas q...
<ul><li>Só nas cidades como Braga, Porto, Coimbra, Tomar, Lisboa e Évora as construções religiosas se revestiram de maior ...
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<ul><li>A difusão do românico rural é feita a partir das grandes diocese – Braga, Porto, Coimbra, Lisboa…, ou dos mosteiro...
A ARQUITECTURA CIVIL E MILITAR <ul><li>Em Portugal encontramos três tipos de fortificações: </li></ul><ul><ul><li>Os caste...
<ul><li>Alguns exemplos de castelos residência em Portugal: castelo de Guimarães; </li></ul><ul><li>Construíram-se algumas...
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A ESCULTURA <ul><li>A escultura resume-se quase por exclusivo ao relevo; </li></ul><ul><li>Só a partir do século XI a esta...
O RELEVO <ul><li>Foi muito usado, estando em ligação com a pintura, e ambos totalmente submetidos à arquitectura; </li></u...
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A ESTATUÁRIA <ul><li>As imagens de vulto redondo (estatuária), nomeadamente as Virgens românicas, têm um cariz mais popula...
A PINTURA <ul><li>A pintura contribuiu, juntamente com a escultura, para reforçar o sentido místico que se procurava atrib...
<ul><li>Na parte oriental da Europa as paredes foram revestidas de mosaicos (por influência bizantina), cuja temática e fo...
BIBLIOGRAFIA <ul><li>www.wikipedia.com   </li></ul>
TRABALHO REALIZADO POR: <ul><li>Ruben Martins, nº 22, 10ºpt </li></ul><ul><li>Tiago Marques, nº23, 10ºpt </li></ul>
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  1. 1. A Arquitectura Religiosa O ROMÂNICO EM PORTUGAL
  2. 2. <ul><li>A manifestação da arquitectura românica em Portugal (do Minho ao Alentejo) teve início no princípio do século XII; </li></ul><ul><li>Prolongou-se até finais do século XIII; </li></ul><ul><li>A igreja românica, símbolo da religiosidade da época, esteve sempre ligada a uma ordem religiosa, a um mosteiro, ou implantada no seio de uma comunidade rural. </li></ul><ul><li>A manifestação da arquitectura românica em Portugal (do Minho ao Alentejo, não é incluído o Algarve porque se manteve ocupado pelos muçulmanos) teve início no princípio do século XII; </li></ul>
  3. 3. <ul><li>O Românico português tem características fortemente rurais; </li></ul><ul><li>É constituído por pequenas igrejas que, consoante a riqueza dos seus patronos e os recursos ou dádivas disponíveis, se revestiu de maior ou menor qualidade técnica e exuberância formal e decorativa; </li></ul><ul><li> - Se de Braga Se de Coimbra </li></ul>
  4. 4. <ul><li>Só nas cidades como Braga, Porto, Coimbra, Tomar, Lisboa e Évora as construções religiosas se revestiram de maior monumentalidade, de maior riqueza e variedade técnica e formal; </li></ul><ul><li>Os materiais empregues nas construções românicas, civis ou militares foram os existentes localmente. </li></ul><ul><li>Assim, predomina: </li></ul><ul><ul><li>Norte do país : granito; </li></ul></ul><ul><ul><li>Centro do país : calcários; </li></ul></ul><ul><ul><li>Sul : combinou-se o tijolo de influência espanhola (O Românico mudéjar, que tem traços da presença muçulmana) com a taipa, sendo esta última, com mais frequência, na arquitectura militar. </li></ul></ul>
  5. 5. <ul><li>A arquitectura românica das pequenas igrejas rurais é ainda caracterizada pela: </li></ul><ul><ul><li>robustez (dada pelas paredes grossas, pelos contrafortes salientes e pelo emprego da pedra aparelhada); </li></ul></ul><ul><ul><li>nave única com cabeceira em abside redonda ou quadrangular ; </li></ul></ul><ul><ul><li>Telhado de duas águas ; </li></ul></ul><ul><ul><li>Utilização do arco de volta inteira (por vezes imperfeito tecnicamente); </li></ul></ul><ul><ul><li>Relevos com funções didácticas e decorativas , tanto no interior como no exterior do edifício; </li></ul></ul><ul><ul><li>Aplicação de cachorrada nas cornijas. </li></ul></ul>
  6. 6. <ul><li>A difusão do românico rural é feita a partir das grandes diocese – Braga, Porto, Coimbra, Lisboa…, ou dos mosteiros, e ainda através da influência da cidade de Tui (perto da fronteira) e das rotas que levam a Santiago de Compostela . </li></ul><ul><li>Nota: mudéjar = designação das manifestações artísticas e do estilo decorativo produzido pelos árabes em território cristão da Península Ibérica; revela-se especialmente em Portugal na decoração dos vãos arquitectónicos (portas, janelas, etc.), nos trabalhos de madeira, estuque, ladrilhos e cerãmica. </li></ul>
  7. 7. A ARQUITECTURA CIVIL E MILITAR <ul><li>Em Portugal encontramos três tipos de fortificações: </li></ul><ul><ul><li>Os castelos com residência ou alcáçova (1- fosso que rodeia cidade muralhada; 2- castelo velho; 3- fortaleza); </li></ul></ul><ul><ul><li>Os castelos refúgio; </li></ul></ul><ul><ul><li>As torres de atalaia (vigia) ou protecção. </li></ul></ul>
  8. 8. <ul><li>Alguns exemplos de castelos residência em Portugal: castelo de Guimarães; </li></ul><ul><li>Construíram-se algumas torres defensivas associadas a mosteiros; </li></ul><ul><li>Dos castelos com torre senhorial, destacam-se o de Pombal e o de Soure; </li></ul><ul><li>Os castelos refúgio serviam para acolher as populações em perigo. </li></ul>
  9. 9. <ul><li>Na arquitectura civil de traço românico destaca-se a Domus Municipalis , em Bragança, local de reuniões. Possuía um sistema de recolha das águas da chuva e, na parte inferior, uma cisterna para armazenamento dessa mesma água. </li></ul>
  10. 10. A ESCULTURA <ul><li>A escultura resume-se quase por exclusivo ao relevo; </li></ul><ul><li>Só a partir do século XI a estatuária começa a reaparecer. </li></ul><ul><ul><li>As razões do abandono: </li></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>A nova espiritualidade expressa na arte paleocristã, com a rejeição da figuração escultórica por parte de Bizãncio (questão iconoclasta); </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>O aniconismo por parte do Islão (recusa da representação figurativa). </li></ul></ul></ul></ul>
  11. 11. O RELEVO <ul><li>Foi muito usado, estando em ligação com a pintura, e ambos totalmente submetidos à arquitectura; </li></ul><ul><li>Continha, implicitamente, uma mensagem narrativo-pedagógica; </li></ul><ul><li>Foi valorizada a mensagem em detrimento da perícia técnica, no entanto, a partir do século XI, manteve uma coerência e unidade temática, formal, expressiva e técnica, criando um estilo próprio: </li></ul>
  12. 12. <ul><li>a figura humana sobretudo contornada, gravada e pouco modelada, encontrando-se sempre de frente, com pouco realismo anatómico, de cabeça e olhos grandes, verticalidade, posição e gestos formais e vestes pregueadas, mas com pouca plasticidade; o nu era raro, </li></ul><ul><li>a composição : as personagens eram colocadas em simetria ou em alinhamento rítmico feito pela colocação à mesma altura das cabeças das figuras ( isocefalia ) e as cenas eram tratadas em poucos planos, sem perspectiva, sobre cenários espaciais mal definidos; </li></ul><ul><li>os temas , essencialmente religiosos, entre o alegórico e o simbólico, relatam histórias sagradas e cenas da vida do quotidiano. </li></ul>
  13. 13. <ul><li>Esta tipologia centrava-se em: </li></ul><ul><ul><li>colunas </li></ul></ul><ul><ul><li>cornijas </li></ul></ul><ul><ul><li>mísulas </li></ul></ul><ul><ul><li>cachorradas </li></ul></ul><ul><ul><li>frisos </li></ul></ul><ul><ul><li>gárgulas </li></ul></ul><ul><ul><li>pias baptismais </li></ul></ul><ul><ul><li>frontais de altar </li></ul></ul><ul><ul><li>arcadas de claustros </li></ul></ul><ul><ul><li>e, sobretudo, nos capitéis e nos portais (nomeadamente nas arquivoltas e no tímpano) </li></ul></ul>
  14. 14. <ul><li>capitel  de estrutura troncocónica (forma de cone) apresentava uma temática decorativa que variava de acordo com a sua localização: relevos vegetalistas, animalistas ou geométricos; capitel historiado (cenas bíblicas) </li></ul><ul><li>portal  na concepção simbólica, representa o acesso à Casa de Deus, por essa razão apresenta uma grande concentração decorativa; o tímpano que o encima é o elemento mais decorado (com fins religiosos, pedagógicos e estéticos) </li></ul>
  15. 15. <ul><li>O relevo preenchia todo o espaço dos capitéis e dos tímpanos utilizando a técnica do desbaste que dá pouca profundidade ao talhe. </li></ul><ul><li>Os relevos eram todos revestidos a cor : nos tímpanos dominava o azul para o Paraíso, o vermelho para o Inferno e havia ainda os dourados para dar realce. A policromia intensa e forte fazia parte dos interiores das igrejas do Românico, embora hoje já não seja visível. </li></ul>
  16. 16. A ESTATUÁRIA <ul><li>As imagens de vulto redondo (estatuária), nomeadamente as Virgens românicas, têm um cariz mais popular do que as figuras em relevo. Eram objectos de veneração, concretizados em composições simples e esquemáticas; </li></ul><ul><li>de posições muito rígidas, e concebidas em função do plano mural (feitio da parede) onde estavam encostadas (e, por isso, só trabalhadas na frente e nos lados); </li></ul><ul><li>eram feitas em metal precioso, em madeira, em gesso ou em pedra estucada e depois policromadas. </li></ul>
  17. 17. A PINTURA <ul><li>A pintura contribuiu, juntamente com a escultura, para reforçar o sentido místico que se procurava atribuir à Casa de Deus , criando dentro das igrejas um ambiente de encantamento e surpresa, propícios à reflexão religiosa e à transcendência. </li></ul><ul><li>Desenvolveu-se a arte da pintura parietal e a pequena pintura em miniaturas (decoração de manuscritos; retrato ou representação feita em diminutas dimensões) e iluminuras (decoração de texto manuscrito). </li></ul>
  18. 18. <ul><li>Na parte oriental da Europa as paredes foram revestidas de mosaicos (por influência bizantina), cuja temática e formalismo estético era idêntico aos da pintura parietal desenvolvida essencialmente na zona ocidental da Europa; </li></ul><ul><li>Os retábulos (pintura sobre madeira), embora em menor número, foram igualmente significativos e destinavam-se essencialmente à decoração dos frontais de altar. </li></ul>
  19. 19. BIBLIOGRAFIA <ul><li>www.wikipedia.com </li></ul>
  20. 20. TRABALHO REALIZADO POR: <ul><li>Ruben Martins, nº 22, 10ºpt </li></ul><ul><li>Tiago Marques, nº23, 10ºpt </li></ul>

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