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Coleção de Manuais da Universidade
Sénior Contemporânea
Cadeira de
HISTÓRIA DO PORTO
Professor Doutor
Artur Filipe dos Santos
A COMUNIDADE BRITÂNICA
DO PORTO (Aula 2)
Artur Filipe dos Santos
2
Coleção de Manuais da Universidade
Sénior Contemporânea
The British Community of Oporto (2st Lesson)
AUTOR
Artur Filipe dos Santos
artur.filipe@uvigo.es
www.artursantos.no.sapo.pt
www.politicsandflags.wordpress.com
www.omeucaminhodesantiago.wordpress.com
• Artur Filipe dos Santos, Doutorado em Comunicação, Publicidade Relações Públicas e
Protocolo, pela Universidade de Vigo, Galiza, Espanha, Professor Universitário, consultor e
investigador em Comunicação Institucional e Património, Protocolista.
• Director Académico e Professor Titular na Universidade Sénior Contemporânea, membro da
Sociedad de Estudios Institucionales, Madrid, Espanha, membro da Direção do OIDECOM-
Observatório Iberoamericano de Investigação e Desenvolvimento em Comunicação,
membro da APEP- Associação Portuguesa de Estudos de Protocolo. Professor convidado e
membro do Grupo de Investigação em Comunicação (ICOM-X1) da Faculdade de Ciências
Sociais e da Comunicação da Universidade de Vigo, membro do Grupo de Investigação em
Turismo e Comunicação da Universidade de Westminster. Professor convidado das Escola
Superior de Saúde do Instituto Piaget (Portugal).
• Orador e palestrante convidado em várias instituições de ensino superior. Formador em
Networking e Sales Communication no Network Group +Negócio Portugal.
• Especialista na temática dos Caminhos de Santiago, aborda esta temática em várias
instituições de ensino e em várias organizações culturais.
3
Artur Filipe dos Santos - artur.filipe@uvigo.es
• O Porto e o seu Vinho, que
se enraizou nos hábitos das
classes altas inglesas,
tornaram-se assim o
Eldorado de numerosas
firmas e de muitos
britânicos que aqui
acorreram e aqui se
lançaram, de um modo
geral com muito sucesso
no comércio internacional
deste produto.
4
Coleção de Manuais da Universidade
Sénior Contemporânea
A Comunidade Britânica do Porto
História do Porto
Graham’s , uma marca gerida atualmente
Pela família Symington
• O Vinho do Porto tornou-
se o grande negócio,
sustentado por uma
estrutura armazenística
localizada em Gaia.
5
Coleção de Manuais da Universidade
Sénior ContemporâneaA Comunidade Britânica do Porto
História do Porto
A casa Sandeman foi fundada em 1790
por George Sandeman, membro de uma
antiga família escocesa.
As Caves e marca Sandman pertencem
atualmente ao grupo SOGRAPE
• A par das empresas de
vinho tinham outras,
subsidiárias ou
associadas: tanoarias,
seguradoras, transportes.
A versão antiga das
modernas holdings.
6
Coleção de Manuais da Universidade
Sénior ContemporâneaA Comunidade Britânica do Porto
História do Porto
A Cockburn’s foi fundada em 1815 por
Robert Cockburn, um soldado escocês
que combateu em Portugal durante a
Guerra Peninsular. Hoje, esta empresa
secular pertence à família Symington.
• A Grã-Bretanha era o
grande comprador, onde
os negociantes britânicos
do Porto colocavam o seu
produto. Eram eles
então, os grandes, se não
quase os únicos
exportadores.
7
Coleção de Manuais da Universidade
Sénior Contemporânea
A Comunidade Britânica do Porto
História do Porto
Criada em 1737 por William Offley, a empresa ganhou renome e
prestígio internacional sob a direção de Joseph James Forrester, uma
personagem marcante da história do Vinho do Porto, distinguido com
o título de Barão pelo Rei de Portugal.
O Barão de Forrester, um homem de negócios, enólogo, respeitado
provador de vinhos, artista e autor de mapas, foi uma das principais
personagens na história do Vinho do Porto. Faz parte do grupo
SOGRAPE
James Forrester: Negociante e
artista
• Joseph James Forrester
nasceu na Escócia a 27 de
Maio de 1809, fixou-se no
Porto em 1831 e dedicou-se
à carreira comercial,
tornando-se um dos
principais negociantes de
vinho.
8
Coleção de Manuais da Universidade
Sénior ContemporâneaA Comunidade Britânica do Porto
História do Porto
• Foi o comerciante escocês a quem a região do
Douro mais ficou a dever. Da sua intensa
atividade na região, destaca-se o levantamento
do território que deu origem ao primeiro Mapa
do Rio Douro.
9
Coleção de Manuais da Universidade
Sénior Contemporânea
A Comunidade Britânica do Porto
História do Porto
Historia da Cidade e dos Monumentos
Portuenses
10
Historia da Cidade e dos Monumentos
Portuenses
11
Historia da Cidade e dos Monumentos
Portuenses
12
• D. Fernando II, em 1855
concedeu-lhe, o título de
barão. Morre em 12 de Maio
de 1861, após naufrágio no
Douro, junto do Cachão da
Valeira, S. João da Pesqueira,
não tendo o corpo sido
encontrado.
13
Coleção de Manuais da Universidade
Sénior ContemporâneaA Comunidade Britânica do Porto
História do Porto
Exposição Barão de Forrester, Razão e
Sentimento. Uma História do Douro, 2008
Museu do Douro
Historia da Cidade e dos Monumentos
Portuenses
14
• De entre as suas
múltiplas obras
publicadas salientam-se:
"Uma ou Duas Palavras
sobre o Vinho do Porto",
"Uma Palavra de Verdade
sobre o Vinho do Porto",
"Memória sobre o
Curativo da Moléstia nas
Videiras".
15
Coleção de Manuais da Universidade
Sénior Contemporânea
A Comunidade Britânica do Porto
História do Porto
• A comunidade britânica no Porto, que
foi crescendo estimulada pelos
privilégios decorrentes dos
condicionalismos históricos de
cooperação entre Portugal e a Grã-
Bretanha, e pelas motivações
económicas, posteriormente
centradas no comércio de Vinho do
Porto, tinha em 1642 uma dimensão
e uma importância suficientemente
justificativas da nomeação de um
cônsul que os governasse e assistisse,
e desde 1671 um capelão que
cuidasse das suas necessidades
espirituais.
16
Coleção de Manuais da Universidade
Sénior ContemporâneaA Comunidade Britânica do Porto
História do Porto
A Comunidade Britânica
no Porto
Fundada em 1981, por John Graham e os
seus irmãos Anthony e William, a
Churchill’s foi a primeira companhia
produtora de vinho do Porto fundada e
estabelecida no último meio século.
• E em 1691 foi-lhes
concedido, por D. Pedro
II, um juiz privativo, cargo
que veio a desaparecer
em 1826.
17
Coleção de Manuais da Universidade
Sénior ContemporâneaA Comunidade Britânica do Porto
História do Porto
Os ingleses na cultura do Porto do
séc. XV
• A Câmara do Porto, em 1432,
concedeu uma bolsa de estudo
de 300 libras a Frei Pedro,
mestre em filosofia e frade do
Mosteiro de S. Domingos, para
prosseguir os seus estudos em
Oxford, coincidindo com a
estadia, no Porto, de cidadãos
ingleses que integravam a
comitiva de D. Filipa de
Lencastre.
18
Coleção de Manuais da Universidade
Sénior ContemporâneaA Comunidade Britânica do Porto
História do Porto
O Primeiro Cônsul e o Primeiro
Capelão
• Em 1642, dois anos após a
restauração da independência
de Portugal, o Porto recebe o
primeiro cônsul britânico,
Nicholas Comerforde, o que é
sintoma do reforço dos laços
político-económicos com a
coroa inglesa.
19
Coleção de Manuais da Universidade
Sénior Contemporânea
A Comunidade Britânica do Porto
História do Porto
Atualmente a representação
britânica oficial encontra-se na
embaixada, em Lisboa
Londres como Porto de
Destino
• Documentos sobre a
entrada de navios na barra
do Douro, nos finais do
séc. XVII e princípios do
XVIII indicam-nos o porto
de Londres como o
principal destino no Norte
da Europa.
20
Coleção de Manuais da Universidade
Sénior Contemporânea
A Comunidade Britânica do Porto
História do Porto
Londres no séc. XVII
• A vinda, em 1671, de
John Brawlerd, primeiro
pastor protestante,
enviado pelo bispo de
Londres, é desde logo um
indicador do crescimento
e fixação da comunidade
britânica no Porto.
21
Coleção de Manuais da Universidade
Sénior ContemporâneaA Comunidade Britânica do Porto
História do Porto
Ilustração do Porto, inícios do
Séc. XVII (autor desconhecido).
• A influência britânica fez-se
sentir a diversos níveis,
nomeadamente no da
arquitectura, com o estilo
neopalaciano, implementado
pelo famoso cônsul britânico
no Porto, John Whitehead,
autor da Factory House, ou
Casa da Feitoria, sede da
então Feitoria Inglesa,
posterior Associação
Britânica.
22
Coleção de Manuais da Universidade
Sénior Contemporânea
A Comunidade Britânica do Porto
História do Porto
• Tendo sido construída,
entre 1785 e 1790,
encontra-se no cerne das
actividades económicas
da cidade e constituiu a
obra arquitectónica
emblemática do Cônsul e
da própria comunidade
britânica.
23
Coleção de Manuais da Universidade
Sénior ContemporâneaA Comunidade Britânica do Porto
História do Porto
Factory House of Oporto
• Era lá que os
comerciantes britânicos
seus membros se
reuniam para os negócios
diurnos, para os
banquetes e festas
noturnas e para receber
os convidados ilustres.
24
Coleção de Manuais da Universidade
Sénior ContemporâneaA Comunidade Britânica do Porto
História do Porto
The ballroom of Feitoria Inglesa (the
Factory House, a.k.a. the British
Association Factory House
• Actualmente tem como sócios, para além de
membros a título individual, dez Casas de Vinho
do Porto, e nela têm sido mantidas, mais ou
menos intactas ao longo dos anos, as suas
tradições.
25
Coleção de Manuais da Universidade
Sénior Contemporânea
A Comunidade Britânica do Porto
História do Porto
• Até cerca de 1835 foi na
Factory House que se localizou
o escritório consular que, até à
sediação definitiva na Avenida
da Boavista, conheceu
diferentes endereços, e foi
também o local de realização
dos serviços religiosos
dominicais até 1818, ano em
que ficou concluída a
construção da Igreja Anglicana
de Saint James, no Largo da
Maternidade.
26
Coleção de Manuais da Universidade
Sénior ContemporâneaA Comunidade Britânica do Porto
História do Porto
A única representação oficial
britânica do Porto é o Consulado
honorário, representado por John
Symington.
As invasões francesas
• Em 1809, durante as
invasões francesas, a
cidade esteve ocupada
pelas tropas do marechal
Soult.
27
Coleção de Manuais da Universidade
Sénior Contemporânea
A Comunidade Britânica do Porto
História do Porto
• Um exército
maioritariamente inglês,
e comandado por Arthur
Wellesley (o futuro
duque de Wellington),
avançou sobre o Porto e
provocou a fuga
precipitada dos franceses,
libertando assim a cidade
do invasor.
28
Coleção de Manuais da Universidade
Sénior ContemporâneaA Comunidade Britânica do Porto
História do Porto
Arthur Wellesley, 1st Duke Of
Wellington
O Cerco do Porto
• Um dos episódios mais
heróicos da história do
Porto foi a resistência da
sua população ao cerco
das tropas absolutistas,
que ocorreu em 1832 e
1833.
29
Coleção de Manuais da Universidade
Sénior Contemporânea
A Comunidade Britânica do Porto
História do Porto
"Linhas do Porto" durante o cerco.
Historia da Cidade e dos Monumentos
Portuenses
30
• A causa dos liberais
portugueses despertou
simpatia em Londres e a
ajuda inglesa veio a ser
essencial, nesta ocasião.
Navios ingleses e tropas,
comandadas pelo almirante
escocês Charles John
Napier, contribuíram para a
libertação da cidade.
31
Coleção de Manuais da Universidade
Sénior ContemporâneaA Comunidade Britânica do Porto
História do Porto
• Deste episódio ficou o
interessante relato de um
interveniente direto nas
lutas, o coronel Hugh
Owen, e chegou-nos
também vasta iconografia,
resultado do interesse de
vários compatriotas seus
pelos acontecimentos
vividos no Porto.
32
Coleção de Manuais da Universidade
Sénior Contemporânea
A Comunidade Britânica do Porto
História do Porto
Nasceu em 27 de Maio de 1784, no País de Gales;
morreu em Dezembro de 1860
O Primeiro Fotógrafo
• Frederick William Flower
nasceu em Leith, Escócia,
em 1815. Aos 19 anos
deixa a Inglaterra e vem
para o Porto, onde se
emprega na firma de
vinho do Porto, Smith
Woodhouse & Company.
33
Coleção de Manuais da Universidade
Sénior ContemporâneaA Comunidade Britânica do Porto
História do Porto
Calótipo (ou talbótipo)
de Frederick William Flower,
• Em 1849 contrai
matrimónio com Mary
Mason, começando a
interessar-se pela
fotografia.
34
Coleção de Manuais da Universidade
Sénior Contemporânea
A Comunidade Britânica do Porto
História do Porto
Frederick William Flower é tido como um dos
pioneiros da fotografia em Portugal,
nomeadamente das cidades do Porto e de Vila
Nova de Gaia.
• Entre idas e vindas
frequentes ao país de
origem, adoece em 1874 e
parte para Inglaterra, com a
mulher e a filha mais nova,
deixando no Porto os seus
outros três filhos. Na época
faziam praia, em Lavadores,
na casa onde está agora
instalado o restaurante
"Casa Branca".
35
Coleção de Manuais da Universidade
Sénior ContemporâneaA Comunidade Britânica do Porto
História do Porto
Traseiras do Hospital de Santo
António, a partir de um calótipo de
Frederick William Flower
• Mais tarde regressa de
Inglaterra, acabando por
morrer no Porto em
1889. Flower é
considerado o pioneiro
da fotografia portuguesa.
36
Coleção de Manuais da Universidade
Sénior ContemporâneaA Comunidade Britânica do Porto
História do Porto
Repositório Temático da Universidade
do Porto. - Frederick William Flower
• Foi o primeiro a usar o
processo Fox Talbot,
designado em Portugal
de "calótipo", cujo termo
de origem -"Kalos"-
significa "belo".
37
Coleção de Manuais da Universidade
Sénior Contemporânea
A Comunidade Britânica do Porto
História do Porto
Frederick William Flower:
Cargueiro a vapor encalhado num
banco de areia em Cabedelo, foz
do rio Douro.
• É autor das imagens
fotográficas mais antigas
do país, com especial
destaque para o Porto e
Vila Nova de Gaia. O seu
espólio encontra-se
depositado, no Porto, no
Arquivo Nacional de
Fotografia.
38
Coleção de Manuais da Universidade
Sénior ContemporâneaA Comunidade Britânica do Porto
História do Porto
Frederick William Flower, entre 1849-1859,
negativo de um lugar “habitado” por
pinheiros mansos, em Coimbrões, Vila Nova
de Gaia. Fonte: O Público
Barry Parker: O Urbanista da
Avenida
• A importância da cidade
enquanto centro
financeiro, traduz-se, desde
1890, na multiplicação de
sociedades bancárias e de
companhias de seguros que
tendem a fixar-se na zona
central.
39
Coleção de Manuais da Universidade
Sénior ContemporâneaA Comunidade Britânica do Porto
História do Porto
Barry Parker, arquiteto e urbanista
inglês, nascido em Cherterfield em
1867, estudou na South Kensington
School of Art de Londres, e
também estudou design de
interiores.
• A primeira vereação,
eleita no novo regime
republicano, procurou
valorizar as funções
desempenhadas pela
administração local.
40
Coleção de Manuais da Universidade
Sénior Contemporânea
A Comunidade Britânica do Porto
História do Porto
• Os seus propósitos passavam pela alteração
urbanística do centro da cidade, sendo o
projeto encomendado, em 1915, ao arquiteto
britânico Barry Parker.
41
Coleção de Manuais da Universidade
Sénior ContemporâneaA Comunidade Britânica do Porto
História do Porto
• Este apresenta uma
proposta para um centro
cívico, estruturada em três
áreas diferentes: Praça da
Liberdade, Av. dos Aliados e
Praça do Município,
enquadrada pelo novo
edifício da Câmara.
42
Coleção de Manuais da Universidade
Sénior ContemporâneaA Comunidade Britânica do Porto
História do Porto
• O projeto delineado por
Parker iria sofrer uma
evolução, ao nível das
construções idealizadas
para a Avenida, por ação
do arquiteto Marques da
Silva.
43
Coleção de Manuais da Universidade
Sénior Contemporânea
A Comunidade Britânica do Porto
História do Porto
• Valores arquitetónicos
individualizados vão
substituir o ordenamento
de conjunto que havia
sido proposto,
prevalecendo doravante
uma arquitetura de
inspiração francesa e
flamenga.
44
Coleção de Manuais da Universidade
Sénior ContemporâneaA Comunidade Britânica do Porto
História do Porto
• As modificações vão atingir também o traçado original
da Avenida, que de centro de comércio e lazer (ideia
original de Barry Parker), se vai transformar
preferencialmente num eixo de ligação do centro
histórico com as zonas novas da cidade.
45
Coleção de Manuais da Universidade
Sénior ContemporâneaA Comunidade Britânica do Porto
História do Porto
As instituições britânicas no
Porto
• Parece datar de 1787 a
existência de um Hospital
Britânico, que chegou a
funcionar numa das alas do
Hospital de Santo António, e
que é referido, em 1854, num
documento da época, como
Hospital dos Marinheiros
Ingleses.
46
Coleção de Manuais da Universidade
Sénior ContemporâneaA Comunidade Britânica do Porto
História do Porto
Hospital de Santo António
pátio interior em construção
foto Frederick Flower. Séc. XIX
• Nos anos sessenta do
século XX, sobranceiro ao
rio Douro, ainda estava
ao serviço da sua
comunidade, mas já sem
médico residente
britânico. É hoje
residência particular de
um advogado portuense.
47
Coleção de Manuais da Universidade
Sénior Contemporânea
A Comunidade Britânica do Porto
História do Porto
Na gravura de Duncalf, o Hospital dos
Marinheiros Ingleses , marcado com o
nº 8, seria o edifício junto à
reentrância da Porta de Banhos
• A comunidade britânica no Porto
foi através dos anos, socialmente
activa, amiga do convívio e dos
desportos, muito tendo
contribuído para o florescimento
de vários clubes desportivos e
para a introdução e
desenvolvimento de uma grande
parte dos desportos praticados
entre nós, como foi o caso do
cricket, do tennis, do golf:
football, do rugby e do squash.
48
Coleção de Manuais da Universidade
Sénior ContemporâneaA Comunidade Britânica do Porto
História do Porto
• Em 31 de Março de 1855, no Oporto Cricket
Club, então no Candal, levou a cabo o jogo
inaugural.
49
Coleção de Manuais da Universidade
Sénior ContemporâneaA Comunidade Britânica do Porto
História do Porto
• Em 1877 já no Campo Alegre, introduziu o ténis
e adquiriu a designação de Oporto Cricket and
Lawn Tennis Club.
• Lawn = relva, gramado
50
Coleção de Manuais da Universidade
Sénior Contemporânea
A Comunidade Britânica do Porto
História do Porto
• Foi lá que em
1902 se começou
a jogar
regularmente
football, o rugby
em 1936 e em
1951 o squash.
51
Coleção de Manuais da Universidade
Sénior ContemporâneaA Comunidade Britânica do Porto
História do Porto
• Este clube perdura, nas
novas instalações do
Campo Alegre e desde
1967 numa fusão racional
com o clube social Oporto
British Club, criado em
1902 e que entre 1904 e
1967 teve instalações num
bonito palacete da rua das
Virtudes, ligado pelo
terraço à Muralha
Fernandina.
52
Coleção de Manuais da Universidade
Sénior Contemporânea
A Comunidade Britânica do Porto
História do Porto
O Antigo Clube Inglês
• Edifício do séc. XVIII, aqui
esteve instalado um
recolhimento da Congregação
de São Bernardo até que em
1834 foi adquirido por um
abastado comerciante – José
Alexandre Ferreira Brandão -
que o mandou remodelar.
53
Coleção de Manuais da Universidade
Sénior Contemporânea
A Comunidade Britânica do Porto
História do Porto
O Antigo Clube Inglês
• No jardim do edifício existe
um troço das muralhas
fernandinas sobre o qual
foi construído um terraço
da casa. Foi nele que se
instalaram uma bateria de
tropas liberais durante o
Cerco do Porto.
54
Coleção de Manuais da Universidade
Sénior Contemporânea
A Comunidade Britânica do Porto
História do Porto
O Antigo Clube Inglês
• Em 1923, os seus herdeiros
venderam-no, passando a sede
do Oporto British Club dois anos
depois. Após a saída desta
entidade, a casa foi ocupada por
uma comissão de moradores.
Pouco tempo depois, passou
paraa posse da Segurança Socal
que em 1976 protocolou com o
Dr. João Rebello de Carvalho a
instalação do SAOM
55
Coleção de Manuais da Universidade
Sénior Contemporânea
A Comunidade Britânica do Porto
História do Porto
O Antigo Clube Inglês
• Em 1923, os seus
herdeiros venderam-no,
passando a sede do
Oporto British Club dois
anos depois.
56
Coleção de Manuais da Universidade
Sénior Contemporânea
A Comunidade Britânica do Porto
História do Porto
O Antigo Clube Inglês
• Após a saída desta
entidade, a casa foi
ocupada por uma
comissão de moradores.
57
Coleção de Manuais da Universidade
Sénior Contemporânea
A Comunidade Britânica do Porto
História do Porto
O Antigo Clube Inglês
• Pouco tempo depois,
passou para a posse da
Segurança Socal que em
1976 protocolou com o Dr.
João Rebello de Carvalho a
instalação dos Serviços de
Assistência Organizações
de Maria (SAOM)
58
Coleção de Manuais da Universidade
Sénior Contemporânea
A Comunidade Britânica do Porto
História do Porto
• Actualmente o
Oporto Cricket &
Lawn Tennis Club
tem sócios
britânicos e
portugueses em
igual número.
59
Coleção de Manuais da Universidade
Sénior ContemporâneaA Comunidade Britânica do Porto
História do Porto
Segundo os seus estatutos o
número dos nacionais não pode
exceder o dos britânicos.
• Em 1866 vinte jovens
britânicos fundaram o
Oporto British Rowing
Club, que em 1879, sob a
presidência do rei D.
Luís, passou a designar-
se definitivamente por
Oporto Boat Club.
60
Coleção de Manuais da Universidade
Sénior Contemporânea
A Comunidade Britânica do Porto
História do Porto
• Gozou de certa
popularidade e as suas
regatas alcançaram um
razoável nível desportivo,
contudo a partir da
segunda Guerra Mundial
entrou em franca
decadência.
61
Coleção de Manuais da Universidade
Sénior Contemporânea
A Comunidade Britânica do Porto
História do Porto
Cidade de Londres, onde é visível,
inclusivamente na Catedral de S. Paulo,
a destruição provocada pela aviação
alemã aquando do Blitz (relâmpago',
em alemão)
• O Oporto Golf Club que há mais de cem anos
existe em Silvalde, Espinho, é o clube de golfe
mais antigo da Península e o quarto da Europa
Continental.
62
Coleção de Manuais da Universidade
Sénior ContemporâneaA Comunidade Britânica do Porto
História do Porto
• Iniciado em 1890,
chamava-se na altura The
Oporto Niblicks,
localizando-se a cerca de
800 metros a sul de
Espinho.
63
Coleção de Manuais da Universidade
Sénior Contemporânea
A Comunidade Britânica do Porto
História do Porto
• Apenas em 1921 foi
admitido o primeiro
sócio português e só
em 1965 teve o
primeiro presidente.
64
Coleção de Manuais da Universidade
Sénior Contemporânea
A Comunidade Britânica do Porto
História do Porto
• No campo educacional, a
comunidade britânica no
Porto, tem nos dias de
hoje um papel de relevo,
como o atestam os
colégios existentes,
indicados pelos seus
serviços consulares:
65
Coleção de Manuais da Universidade
Sénior ContemporâneaA Comunidade Britânica do Porto
História do Porto
• The Oporto International
School, o Colégio Luso
Internacional do Porto
(CLIP), The Oporto British
School (OBS), e ainda os
infantários The Montssori
Nursery School e o de
Mrs. Karen Nicola
Candeias.
66
Coleção de Manuais da Universidade
Sénior Contemporânea
A Comunidade Britânica do Porto
História do Porto
A criação da Fundação Luso Internacional
para a Educação e Cultura na Zona Norte
teve como principal objeto criar e fazer
funcionar uma escola internacional, a que
deu o nome de Colégio Luso-Internacional
do Porto (CLIP). Foto de 1986
• O Oporto British School
(OBS), é a mais antiga
escola britânica na
Europa e foi criada por
iniciativa de um grupo de
residentes britânicos,
cujos filhos estavam
prestes a atingir a idade
escolar.
67
Coleção de Manuais da Universidade
Sénior ContemporâneaA Comunidade Britânica do Porto
História do Porto
• Iniciou as suas
actividades com onze
rapazes, na rua da Cerca,
na Foz, no local onde
ainda hoje permanece, se
bem que remodelado e
ampliado.
68
Coleção de Manuais da Universidade
Sénior ContemporâneaA Comunidade Britânica do Porto
História do Porto
• Em 1902 foi aceite o
primeiro aluno português
e em 1914 foi permitida
a frequência ao sexo
feminino, mas só em
1931 foi adoptado o
regime misto. Em 1946
foram aceites crianças de
outras nacionalidades.
69
Coleção de Manuais da Universidade
Sénior Contemporânea
A Comunidade Britânica do Porto
História do Porto
• No ano lectivo 1999/2000
tinha 313 alunos, dos
quais cerca de 64%
portugueses, 14%
britânicos e 4% com
dupla nacionalidade,
britânica e portuguesa.
Os restantes tinham
diversas nacionalidades.
70
Coleção de Manuais da Universidade
Sénior ContemporâneaA Comunidade Britânica do Porto
História do Porto
• O British Council, fundado
em 1934, tem o objectivo
de difundir a língua e
cultura britânicas. É um
organismo autónomo, mas
a importância das suas
relações internacionais
tem-no tornado uma arma
poderosa da diplomacia
britânica.
71
Coleção de Manuais da Universidade
Sénior Contemporânea
A Comunidade Britânica do Porto
História do Porto
• O primeiro Instituto do
British Council surgiu em
Portugal, em Coimbra,
em Junho de 1936. Em
Novembro de 1938 foi a
vez de Lisboa e em
Dezembro de 1940, no
Porto, numa sala da
Faculdade de Engenharia.
72
Coleção de Manuais da Universidade
Sénior ContemporâneaA Comunidade Britânica do Porto
História do Porto
British Council, em Coimbra
• Em 1943 foi transferido
para a rua do Breiner em
cujas instalações ainda
hoje permanece. Tem no
presente, nos seus centros
do Porto, Foz e Maia cerca
de dois mil alunos. É o
departamento Educativo
que, nesta cidade, tem
visibilidade.
73
Coleção de Manuais da Universidade
Sénior Contemporânea
A Comunidade Britânica do Porto
História do Porto
Fontes Bibliogáficas
• https://repositorio-
aberto.up.pt/bitstream/10216/27374/2/jorgeribeirodouro1
2000098229.pdf
• http://www.e-cultura.sapo.pt/artigo/19277
• http://www.stjamesoporto.org/atourofthebritishcemetery.
htm
• http://www.stjamesoporto.org/thechurchanditshistory.htm
• http://www.cwgc.org/find-a-
cemetery/cemetery/2086510/Oporto%20(St.%20James)%2
0British%20Churchyard
• http://www.queirozportela.com/cemet.htm
• http://ler.letras.up.pt/uploads/ficheiros/1486.pdf
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Fontes Bibliogáficas
• https://www.wook.pt/livro/a-comunidade-
britanica-no-porto-maria-guilhermina-bessa-
goncalves/170291
• http://www.igogo.pt/british-church-of-saint-
james-igreja-do-ingleses/
• http://www.porto.pt/noticias/st.-james-no-x-
ciclo-cultural-dos-cemiterios
• http://www.visitporto.travel/MaisPorto/Pagin
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Historia da Cidade e dos Monumentos
Portuenses
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Coleção de Manuais da Universidade
Sénior ContemporâneaOs Judeus no Porto
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Fontes Bibliogáficas
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• http://www.viajecomigo.com/2014/01/19/caves-
de-vinho-do-porto/
• http://www.skyscrapercity.com/showthread.php
?t=1682068
• http://www.visitporto.travel/visitar/paginas/viag
em/DetalhesPOI.aspx?POI=781
• http://epicur.pt/200-anos-cockburns/
• http://www.grahams-port.com/heritage
Historia da Cidade e dos Monumentos
Portuenses
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Coleção de Manuais da Universidade
Sénior ContemporâneaOs Judeus no Porto
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Fontes Bibliogáficas
• http://paginas.fe.up.pt/porto-
ol/jmg/98sande2.html
• http://www.grahams-port.com/heritage
• https://pt.wikipedia.org/wiki/Cerco_do_Porto
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ml
• http://www.oasrn.org/cultura.php?id=171
• http://www.arquiteturaportuguesa.pt/avenida-
dos-aliados-100-anos/
• http://gisaweb.cm-porto.pt/units-of-
description/documents/327510/?
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Créditos Fotográficos
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• www.olhares.sapo.pt
• www.greatwinecapitals.com
• www.gisaweb.cm-porto.pt
• www.richedwardsimagery.wordpres
s.com
• www.monumentosdesaparecidos.bl
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m
• www.publico.pt
• http://museudodouro.pt/
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• http://static.fnac-static.com/
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a.pt/avenida-dos-aliados-100-
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• http://doportoenaoso.blogspot.p
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HISTÓRIA DA CIDADE E DOS MONUMENTOS PORTUENSES - A Comunidade Britânica do Porto - lição 2 - Artur Filipe dos Santos

  • 1. Coleção de Manuais da Universidade Sénior Contemporânea Cadeira de HISTÓRIA DO PORTO Professor Doutor Artur Filipe dos Santos
  • 2. A COMUNIDADE BRITÂNICA DO PORTO (Aula 2) Artur Filipe dos Santos 2 Coleção de Manuais da Universidade Sénior Contemporânea The British Community of Oporto (2st Lesson)
  • 3. AUTOR Artur Filipe dos Santos artur.filipe@uvigo.es www.artursantos.no.sapo.pt www.politicsandflags.wordpress.com www.omeucaminhodesantiago.wordpress.com • Artur Filipe dos Santos, Doutorado em Comunicação, Publicidade Relações Públicas e Protocolo, pela Universidade de Vigo, Galiza, Espanha, Professor Universitário, consultor e investigador em Comunicação Institucional e Património, Protocolista. • Director Académico e Professor Titular na Universidade Sénior Contemporânea, membro da Sociedad de Estudios Institucionales, Madrid, Espanha, membro da Direção do OIDECOM- Observatório Iberoamericano de Investigação e Desenvolvimento em Comunicação, membro da APEP- Associação Portuguesa de Estudos de Protocolo. Professor convidado e membro do Grupo de Investigação em Comunicação (ICOM-X1) da Faculdade de Ciências Sociais e da Comunicação da Universidade de Vigo, membro do Grupo de Investigação em Turismo e Comunicação da Universidade de Westminster. Professor convidado das Escola Superior de Saúde do Instituto Piaget (Portugal). • Orador e palestrante convidado em várias instituições de ensino superior. Formador em Networking e Sales Communication no Network Group +Negócio Portugal. • Especialista na temática dos Caminhos de Santiago, aborda esta temática em várias instituições de ensino e em várias organizações culturais. 3 Artur Filipe dos Santos - artur.filipe@uvigo.es
  • 4. • O Porto e o seu Vinho, que se enraizou nos hábitos das classes altas inglesas, tornaram-se assim o Eldorado de numerosas firmas e de muitos britânicos que aqui acorreram e aqui se lançaram, de um modo geral com muito sucesso no comércio internacional deste produto. 4 Coleção de Manuais da Universidade Sénior Contemporânea A Comunidade Britânica do Porto História do Porto Graham’s , uma marca gerida atualmente Pela família Symington
  • 5. • O Vinho do Porto tornou- se o grande negócio, sustentado por uma estrutura armazenística localizada em Gaia. 5 Coleção de Manuais da Universidade Sénior ContemporâneaA Comunidade Britânica do Porto História do Porto A casa Sandeman foi fundada em 1790 por George Sandeman, membro de uma antiga família escocesa. As Caves e marca Sandman pertencem atualmente ao grupo SOGRAPE
  • 6. • A par das empresas de vinho tinham outras, subsidiárias ou associadas: tanoarias, seguradoras, transportes. A versão antiga das modernas holdings. 6 Coleção de Manuais da Universidade Sénior ContemporâneaA Comunidade Britânica do Porto História do Porto A Cockburn’s foi fundada em 1815 por Robert Cockburn, um soldado escocês que combateu em Portugal durante a Guerra Peninsular. Hoje, esta empresa secular pertence à família Symington.
  • 7. • A Grã-Bretanha era o grande comprador, onde os negociantes britânicos do Porto colocavam o seu produto. Eram eles então, os grandes, se não quase os únicos exportadores. 7 Coleção de Manuais da Universidade Sénior Contemporânea A Comunidade Britânica do Porto História do Porto Criada em 1737 por William Offley, a empresa ganhou renome e prestígio internacional sob a direção de Joseph James Forrester, uma personagem marcante da história do Vinho do Porto, distinguido com o título de Barão pelo Rei de Portugal. O Barão de Forrester, um homem de negócios, enólogo, respeitado provador de vinhos, artista e autor de mapas, foi uma das principais personagens na história do Vinho do Porto. Faz parte do grupo SOGRAPE
  • 8. James Forrester: Negociante e artista • Joseph James Forrester nasceu na Escócia a 27 de Maio de 1809, fixou-se no Porto em 1831 e dedicou-se à carreira comercial, tornando-se um dos principais negociantes de vinho. 8 Coleção de Manuais da Universidade Sénior ContemporâneaA Comunidade Britânica do Porto História do Porto
  • 9. • Foi o comerciante escocês a quem a região do Douro mais ficou a dever. Da sua intensa atividade na região, destaca-se o levantamento do território que deu origem ao primeiro Mapa do Rio Douro. 9 Coleção de Manuais da Universidade Sénior Contemporânea A Comunidade Britânica do Porto História do Porto
  • 10. Historia da Cidade e dos Monumentos Portuenses 10
  • 11. Historia da Cidade e dos Monumentos Portuenses 11
  • 12. Historia da Cidade e dos Monumentos Portuenses 12
  • 13. • D. Fernando II, em 1855 concedeu-lhe, o título de barão. Morre em 12 de Maio de 1861, após naufrágio no Douro, junto do Cachão da Valeira, S. João da Pesqueira, não tendo o corpo sido encontrado. 13 Coleção de Manuais da Universidade Sénior ContemporâneaA Comunidade Britânica do Porto História do Porto Exposição Barão de Forrester, Razão e Sentimento. Uma História do Douro, 2008 Museu do Douro
  • 14. Historia da Cidade e dos Monumentos Portuenses 14
  • 15. • De entre as suas múltiplas obras publicadas salientam-se: "Uma ou Duas Palavras sobre o Vinho do Porto", "Uma Palavra de Verdade sobre o Vinho do Porto", "Memória sobre o Curativo da Moléstia nas Videiras". 15 Coleção de Manuais da Universidade Sénior Contemporânea A Comunidade Britânica do Porto História do Porto
  • 16. • A comunidade britânica no Porto, que foi crescendo estimulada pelos privilégios decorrentes dos condicionalismos históricos de cooperação entre Portugal e a Grã- Bretanha, e pelas motivações económicas, posteriormente centradas no comércio de Vinho do Porto, tinha em 1642 uma dimensão e uma importância suficientemente justificativas da nomeação de um cônsul que os governasse e assistisse, e desde 1671 um capelão que cuidasse das suas necessidades espirituais. 16 Coleção de Manuais da Universidade Sénior ContemporâneaA Comunidade Britânica do Porto História do Porto A Comunidade Britânica no Porto Fundada em 1981, por John Graham e os seus irmãos Anthony e William, a Churchill’s foi a primeira companhia produtora de vinho do Porto fundada e estabelecida no último meio século.
  • 17. • E em 1691 foi-lhes concedido, por D. Pedro II, um juiz privativo, cargo que veio a desaparecer em 1826. 17 Coleção de Manuais da Universidade Sénior ContemporâneaA Comunidade Britânica do Porto História do Porto
  • 18. Os ingleses na cultura do Porto do séc. XV • A Câmara do Porto, em 1432, concedeu uma bolsa de estudo de 300 libras a Frei Pedro, mestre em filosofia e frade do Mosteiro de S. Domingos, para prosseguir os seus estudos em Oxford, coincidindo com a estadia, no Porto, de cidadãos ingleses que integravam a comitiva de D. Filipa de Lencastre. 18 Coleção de Manuais da Universidade Sénior ContemporâneaA Comunidade Britânica do Porto História do Porto
  • 19. O Primeiro Cônsul e o Primeiro Capelão • Em 1642, dois anos após a restauração da independência de Portugal, o Porto recebe o primeiro cônsul britânico, Nicholas Comerforde, o que é sintoma do reforço dos laços político-económicos com a coroa inglesa. 19 Coleção de Manuais da Universidade Sénior Contemporânea A Comunidade Britânica do Porto História do Porto Atualmente a representação britânica oficial encontra-se na embaixada, em Lisboa
  • 20. Londres como Porto de Destino • Documentos sobre a entrada de navios na barra do Douro, nos finais do séc. XVII e princípios do XVIII indicam-nos o porto de Londres como o principal destino no Norte da Europa. 20 Coleção de Manuais da Universidade Sénior Contemporânea A Comunidade Britânica do Porto História do Porto Londres no séc. XVII
  • 21. • A vinda, em 1671, de John Brawlerd, primeiro pastor protestante, enviado pelo bispo de Londres, é desde logo um indicador do crescimento e fixação da comunidade britânica no Porto. 21 Coleção de Manuais da Universidade Sénior ContemporâneaA Comunidade Britânica do Porto História do Porto Ilustração do Porto, inícios do Séc. XVII (autor desconhecido).
  • 22. • A influência britânica fez-se sentir a diversos níveis, nomeadamente no da arquitectura, com o estilo neopalaciano, implementado pelo famoso cônsul britânico no Porto, John Whitehead, autor da Factory House, ou Casa da Feitoria, sede da então Feitoria Inglesa, posterior Associação Britânica. 22 Coleção de Manuais da Universidade Sénior Contemporânea A Comunidade Britânica do Porto História do Porto
  • 23. • Tendo sido construída, entre 1785 e 1790, encontra-se no cerne das actividades económicas da cidade e constituiu a obra arquitectónica emblemática do Cônsul e da própria comunidade britânica. 23 Coleção de Manuais da Universidade Sénior ContemporâneaA Comunidade Britânica do Porto História do Porto Factory House of Oporto
  • 24. • Era lá que os comerciantes britânicos seus membros se reuniam para os negócios diurnos, para os banquetes e festas noturnas e para receber os convidados ilustres. 24 Coleção de Manuais da Universidade Sénior ContemporâneaA Comunidade Britânica do Porto História do Porto The ballroom of Feitoria Inglesa (the Factory House, a.k.a. the British Association Factory House
  • 25. • Actualmente tem como sócios, para além de membros a título individual, dez Casas de Vinho do Porto, e nela têm sido mantidas, mais ou menos intactas ao longo dos anos, as suas tradições. 25 Coleção de Manuais da Universidade Sénior Contemporânea A Comunidade Britânica do Porto História do Porto
  • 26. • Até cerca de 1835 foi na Factory House que se localizou o escritório consular que, até à sediação definitiva na Avenida da Boavista, conheceu diferentes endereços, e foi também o local de realização dos serviços religiosos dominicais até 1818, ano em que ficou concluída a construção da Igreja Anglicana de Saint James, no Largo da Maternidade. 26 Coleção de Manuais da Universidade Sénior ContemporâneaA Comunidade Britânica do Porto História do Porto A única representação oficial britânica do Porto é o Consulado honorário, representado por John Symington.
  • 27. As invasões francesas • Em 1809, durante as invasões francesas, a cidade esteve ocupada pelas tropas do marechal Soult. 27 Coleção de Manuais da Universidade Sénior Contemporânea A Comunidade Britânica do Porto História do Porto
  • 28. • Um exército maioritariamente inglês, e comandado por Arthur Wellesley (o futuro duque de Wellington), avançou sobre o Porto e provocou a fuga precipitada dos franceses, libertando assim a cidade do invasor. 28 Coleção de Manuais da Universidade Sénior ContemporâneaA Comunidade Britânica do Porto História do Porto Arthur Wellesley, 1st Duke Of Wellington
  • 29. O Cerco do Porto • Um dos episódios mais heróicos da história do Porto foi a resistência da sua população ao cerco das tropas absolutistas, que ocorreu em 1832 e 1833. 29 Coleção de Manuais da Universidade Sénior Contemporânea A Comunidade Britânica do Porto História do Porto "Linhas do Porto" durante o cerco.
  • 30. Historia da Cidade e dos Monumentos Portuenses 30
  • 31. • A causa dos liberais portugueses despertou simpatia em Londres e a ajuda inglesa veio a ser essencial, nesta ocasião. Navios ingleses e tropas, comandadas pelo almirante escocês Charles John Napier, contribuíram para a libertação da cidade. 31 Coleção de Manuais da Universidade Sénior ContemporâneaA Comunidade Britânica do Porto História do Porto
  • 32. • Deste episódio ficou o interessante relato de um interveniente direto nas lutas, o coronel Hugh Owen, e chegou-nos também vasta iconografia, resultado do interesse de vários compatriotas seus pelos acontecimentos vividos no Porto. 32 Coleção de Manuais da Universidade Sénior Contemporânea A Comunidade Britânica do Porto História do Porto Nasceu em 27 de Maio de 1784, no País de Gales; morreu em Dezembro de 1860
  • 33. O Primeiro Fotógrafo • Frederick William Flower nasceu em Leith, Escócia, em 1815. Aos 19 anos deixa a Inglaterra e vem para o Porto, onde se emprega na firma de vinho do Porto, Smith Woodhouse & Company. 33 Coleção de Manuais da Universidade Sénior ContemporâneaA Comunidade Britânica do Porto História do Porto Calótipo (ou talbótipo) de Frederick William Flower,
  • 34. • Em 1849 contrai matrimónio com Mary Mason, começando a interessar-se pela fotografia. 34 Coleção de Manuais da Universidade Sénior Contemporânea A Comunidade Britânica do Porto História do Porto Frederick William Flower é tido como um dos pioneiros da fotografia em Portugal, nomeadamente das cidades do Porto e de Vila Nova de Gaia.
  • 35. • Entre idas e vindas frequentes ao país de origem, adoece em 1874 e parte para Inglaterra, com a mulher e a filha mais nova, deixando no Porto os seus outros três filhos. Na época faziam praia, em Lavadores, na casa onde está agora instalado o restaurante "Casa Branca". 35 Coleção de Manuais da Universidade Sénior ContemporâneaA Comunidade Britânica do Porto História do Porto Traseiras do Hospital de Santo António, a partir de um calótipo de Frederick William Flower
  • 36. • Mais tarde regressa de Inglaterra, acabando por morrer no Porto em 1889. Flower é considerado o pioneiro da fotografia portuguesa. 36 Coleção de Manuais da Universidade Sénior ContemporâneaA Comunidade Britânica do Porto História do Porto Repositório Temático da Universidade do Porto. - Frederick William Flower
  • 37. • Foi o primeiro a usar o processo Fox Talbot, designado em Portugal de "calótipo", cujo termo de origem -"Kalos"- significa "belo". 37 Coleção de Manuais da Universidade Sénior Contemporânea A Comunidade Britânica do Porto História do Porto Frederick William Flower: Cargueiro a vapor encalhado num banco de areia em Cabedelo, foz do rio Douro.
  • 38. • É autor das imagens fotográficas mais antigas do país, com especial destaque para o Porto e Vila Nova de Gaia. O seu espólio encontra-se depositado, no Porto, no Arquivo Nacional de Fotografia. 38 Coleção de Manuais da Universidade Sénior ContemporâneaA Comunidade Britânica do Porto História do Porto Frederick William Flower, entre 1849-1859, negativo de um lugar “habitado” por pinheiros mansos, em Coimbrões, Vila Nova de Gaia. Fonte: O Público
  • 39. Barry Parker: O Urbanista da Avenida • A importância da cidade enquanto centro financeiro, traduz-se, desde 1890, na multiplicação de sociedades bancárias e de companhias de seguros que tendem a fixar-se na zona central. 39 Coleção de Manuais da Universidade Sénior ContemporâneaA Comunidade Britânica do Porto História do Porto Barry Parker, arquiteto e urbanista inglês, nascido em Cherterfield em 1867, estudou na South Kensington School of Art de Londres, e também estudou design de interiores.
  • 40. • A primeira vereação, eleita no novo regime republicano, procurou valorizar as funções desempenhadas pela administração local. 40 Coleção de Manuais da Universidade Sénior Contemporânea A Comunidade Britânica do Porto História do Porto
  • 41. • Os seus propósitos passavam pela alteração urbanística do centro da cidade, sendo o projeto encomendado, em 1915, ao arquiteto britânico Barry Parker. 41 Coleção de Manuais da Universidade Sénior ContemporâneaA Comunidade Britânica do Porto História do Porto
  • 42. • Este apresenta uma proposta para um centro cívico, estruturada em três áreas diferentes: Praça da Liberdade, Av. dos Aliados e Praça do Município, enquadrada pelo novo edifício da Câmara. 42 Coleção de Manuais da Universidade Sénior ContemporâneaA Comunidade Britânica do Porto História do Porto
  • 43. • O projeto delineado por Parker iria sofrer uma evolução, ao nível das construções idealizadas para a Avenida, por ação do arquiteto Marques da Silva. 43 Coleção de Manuais da Universidade Sénior Contemporânea A Comunidade Britânica do Porto História do Porto
  • 44. • Valores arquitetónicos individualizados vão substituir o ordenamento de conjunto que havia sido proposto, prevalecendo doravante uma arquitetura de inspiração francesa e flamenga. 44 Coleção de Manuais da Universidade Sénior ContemporâneaA Comunidade Britânica do Porto História do Porto
  • 45. • As modificações vão atingir também o traçado original da Avenida, que de centro de comércio e lazer (ideia original de Barry Parker), se vai transformar preferencialmente num eixo de ligação do centro histórico com as zonas novas da cidade. 45 Coleção de Manuais da Universidade Sénior ContemporâneaA Comunidade Britânica do Porto História do Porto
  • 46. As instituições britânicas no Porto • Parece datar de 1787 a existência de um Hospital Britânico, que chegou a funcionar numa das alas do Hospital de Santo António, e que é referido, em 1854, num documento da época, como Hospital dos Marinheiros Ingleses. 46 Coleção de Manuais da Universidade Sénior ContemporâneaA Comunidade Britânica do Porto História do Porto Hospital de Santo António pátio interior em construção foto Frederick Flower. Séc. XIX
  • 47. • Nos anos sessenta do século XX, sobranceiro ao rio Douro, ainda estava ao serviço da sua comunidade, mas já sem médico residente britânico. É hoje residência particular de um advogado portuense. 47 Coleção de Manuais da Universidade Sénior Contemporânea A Comunidade Britânica do Porto História do Porto Na gravura de Duncalf, o Hospital dos Marinheiros Ingleses , marcado com o nº 8, seria o edifício junto à reentrância da Porta de Banhos
  • 48. • A comunidade britânica no Porto foi através dos anos, socialmente activa, amiga do convívio e dos desportos, muito tendo contribuído para o florescimento de vários clubes desportivos e para a introdução e desenvolvimento de uma grande parte dos desportos praticados entre nós, como foi o caso do cricket, do tennis, do golf: football, do rugby e do squash. 48 Coleção de Manuais da Universidade Sénior ContemporâneaA Comunidade Britânica do Porto História do Porto
  • 49. • Em 31 de Março de 1855, no Oporto Cricket Club, então no Candal, levou a cabo o jogo inaugural. 49 Coleção de Manuais da Universidade Sénior ContemporâneaA Comunidade Britânica do Porto História do Porto
  • 50. • Em 1877 já no Campo Alegre, introduziu o ténis e adquiriu a designação de Oporto Cricket and Lawn Tennis Club. • Lawn = relva, gramado 50 Coleção de Manuais da Universidade Sénior Contemporânea A Comunidade Britânica do Porto História do Porto
  • 51. • Foi lá que em 1902 se começou a jogar regularmente football, o rugby em 1936 e em 1951 o squash. 51 Coleção de Manuais da Universidade Sénior ContemporâneaA Comunidade Britânica do Porto História do Porto
  • 52. • Este clube perdura, nas novas instalações do Campo Alegre e desde 1967 numa fusão racional com o clube social Oporto British Club, criado em 1902 e que entre 1904 e 1967 teve instalações num bonito palacete da rua das Virtudes, ligado pelo terraço à Muralha Fernandina. 52 Coleção de Manuais da Universidade Sénior Contemporânea A Comunidade Britânica do Porto História do Porto
  • 53. O Antigo Clube Inglês • Edifício do séc. XVIII, aqui esteve instalado um recolhimento da Congregação de São Bernardo até que em 1834 foi adquirido por um abastado comerciante – José Alexandre Ferreira Brandão - que o mandou remodelar. 53 Coleção de Manuais da Universidade Sénior Contemporânea A Comunidade Britânica do Porto História do Porto
  • 54. O Antigo Clube Inglês • No jardim do edifício existe um troço das muralhas fernandinas sobre o qual foi construído um terraço da casa. Foi nele que se instalaram uma bateria de tropas liberais durante o Cerco do Porto. 54 Coleção de Manuais da Universidade Sénior Contemporânea A Comunidade Britânica do Porto História do Porto
  • 55. O Antigo Clube Inglês • Em 1923, os seus herdeiros venderam-no, passando a sede do Oporto British Club dois anos depois. Após a saída desta entidade, a casa foi ocupada por uma comissão de moradores. Pouco tempo depois, passou paraa posse da Segurança Socal que em 1976 protocolou com o Dr. João Rebello de Carvalho a instalação do SAOM 55 Coleção de Manuais da Universidade Sénior Contemporânea A Comunidade Britânica do Porto História do Porto
  • 56. O Antigo Clube Inglês • Em 1923, os seus herdeiros venderam-no, passando a sede do Oporto British Club dois anos depois. 56 Coleção de Manuais da Universidade Sénior Contemporânea A Comunidade Britânica do Porto História do Porto
  • 57. O Antigo Clube Inglês • Após a saída desta entidade, a casa foi ocupada por uma comissão de moradores. 57 Coleção de Manuais da Universidade Sénior Contemporânea A Comunidade Britânica do Porto História do Porto
  • 58. O Antigo Clube Inglês • Pouco tempo depois, passou para a posse da Segurança Socal que em 1976 protocolou com o Dr. João Rebello de Carvalho a instalação dos Serviços de Assistência Organizações de Maria (SAOM) 58 Coleção de Manuais da Universidade Sénior Contemporânea A Comunidade Britânica do Porto História do Porto
  • 59. • Actualmente o Oporto Cricket & Lawn Tennis Club tem sócios britânicos e portugueses em igual número. 59 Coleção de Manuais da Universidade Sénior ContemporâneaA Comunidade Britânica do Porto História do Porto Segundo os seus estatutos o número dos nacionais não pode exceder o dos britânicos.
  • 60. • Em 1866 vinte jovens britânicos fundaram o Oporto British Rowing Club, que em 1879, sob a presidência do rei D. Luís, passou a designar- se definitivamente por Oporto Boat Club. 60 Coleção de Manuais da Universidade Sénior Contemporânea A Comunidade Britânica do Porto História do Porto
  • 61. • Gozou de certa popularidade e as suas regatas alcançaram um razoável nível desportivo, contudo a partir da segunda Guerra Mundial entrou em franca decadência. 61 Coleção de Manuais da Universidade Sénior Contemporânea A Comunidade Britânica do Porto História do Porto Cidade de Londres, onde é visível, inclusivamente na Catedral de S. Paulo, a destruição provocada pela aviação alemã aquando do Blitz (relâmpago', em alemão)
  • 62. • O Oporto Golf Club que há mais de cem anos existe em Silvalde, Espinho, é o clube de golfe mais antigo da Península e o quarto da Europa Continental. 62 Coleção de Manuais da Universidade Sénior ContemporâneaA Comunidade Britânica do Porto História do Porto
  • 63. • Iniciado em 1890, chamava-se na altura The Oporto Niblicks, localizando-se a cerca de 800 metros a sul de Espinho. 63 Coleção de Manuais da Universidade Sénior Contemporânea A Comunidade Britânica do Porto História do Porto
  • 64. • Apenas em 1921 foi admitido o primeiro sócio português e só em 1965 teve o primeiro presidente. 64 Coleção de Manuais da Universidade Sénior Contemporânea A Comunidade Britânica do Porto História do Porto
  • 65. • No campo educacional, a comunidade britânica no Porto, tem nos dias de hoje um papel de relevo, como o atestam os colégios existentes, indicados pelos seus serviços consulares: 65 Coleção de Manuais da Universidade Sénior ContemporâneaA Comunidade Britânica do Porto História do Porto
  • 66. • The Oporto International School, o Colégio Luso Internacional do Porto (CLIP), The Oporto British School (OBS), e ainda os infantários The Montssori Nursery School e o de Mrs. Karen Nicola Candeias. 66 Coleção de Manuais da Universidade Sénior Contemporânea A Comunidade Britânica do Porto História do Porto A criação da Fundação Luso Internacional para a Educação e Cultura na Zona Norte teve como principal objeto criar e fazer funcionar uma escola internacional, a que deu o nome de Colégio Luso-Internacional do Porto (CLIP). Foto de 1986
  • 67. • O Oporto British School (OBS), é a mais antiga escola britânica na Europa e foi criada por iniciativa de um grupo de residentes britânicos, cujos filhos estavam prestes a atingir a idade escolar. 67 Coleção de Manuais da Universidade Sénior ContemporâneaA Comunidade Britânica do Porto História do Porto
  • 68. • Iniciou as suas actividades com onze rapazes, na rua da Cerca, na Foz, no local onde ainda hoje permanece, se bem que remodelado e ampliado. 68 Coleção de Manuais da Universidade Sénior ContemporâneaA Comunidade Britânica do Porto História do Porto
  • 69. • Em 1902 foi aceite o primeiro aluno português e em 1914 foi permitida a frequência ao sexo feminino, mas só em 1931 foi adoptado o regime misto. Em 1946 foram aceites crianças de outras nacionalidades. 69 Coleção de Manuais da Universidade Sénior Contemporânea A Comunidade Britânica do Porto História do Porto
  • 70. • No ano lectivo 1999/2000 tinha 313 alunos, dos quais cerca de 64% portugueses, 14% britânicos e 4% com dupla nacionalidade, britânica e portuguesa. Os restantes tinham diversas nacionalidades. 70 Coleção de Manuais da Universidade Sénior ContemporâneaA Comunidade Britânica do Porto História do Porto
  • 71. • O British Council, fundado em 1934, tem o objectivo de difundir a língua e cultura britânicas. É um organismo autónomo, mas a importância das suas relações internacionais tem-no tornado uma arma poderosa da diplomacia britânica. 71 Coleção de Manuais da Universidade Sénior Contemporânea A Comunidade Britânica do Porto História do Porto
  • 72. • O primeiro Instituto do British Council surgiu em Portugal, em Coimbra, em Junho de 1936. Em Novembro de 1938 foi a vez de Lisboa e em Dezembro de 1940, no Porto, numa sala da Faculdade de Engenharia. 72 Coleção de Manuais da Universidade Sénior ContemporâneaA Comunidade Britânica do Porto História do Porto British Council, em Coimbra
  • 73. • Em 1943 foi transferido para a rua do Breiner em cujas instalações ainda hoje permanece. Tem no presente, nos seus centros do Porto, Foz e Maia cerca de dois mil alunos. É o departamento Educativo que, nesta cidade, tem visibilidade. 73 Coleção de Manuais da Universidade Sénior Contemporânea A Comunidade Britânica do Porto História do Porto
  • 74. Fontes Bibliogáficas • https://repositorio- aberto.up.pt/bitstream/10216/27374/2/jorgeribeirodouro1 2000098229.pdf • http://www.e-cultura.sapo.pt/artigo/19277 • http://www.stjamesoporto.org/atourofthebritishcemetery. htm • http://www.stjamesoporto.org/thechurchanditshistory.htm • http://www.cwgc.org/find-a- cemetery/cemetery/2086510/Oporto%20(St.%20James)%2 0British%20Churchyard • http://www.queirozportela.com/cemet.htm • http://ler.letras.up.pt/uploads/ficheiros/1486.pdf Historia da Cidade e dos Monumentos Portuenses 74 Coleção de Manuais da Universidade Sénior Contemporânea Sinagoga do Porto – Museu Judaico Barros Basto História do Porto
  • 75. Fontes Bibliogáficas • https://www.wook.pt/livro/a-comunidade- britanica-no-porto-maria-guilhermina-bessa- goncalves/170291 • http://www.igogo.pt/british-church-of-saint- james-igreja-do-ingleses/ • http://www.porto.pt/noticias/st.-james-no-x- ciclo-cultural-dos-cemiterios • http://www.visitporto.travel/MaisPorto/Pagin as/Cidade/Cidade.aspx?artigo=173 Historia da Cidade e dos Monumentos Portuenses 75 Coleção de Manuais da Universidade Sénior ContemporâneaOs Judeus no Porto História do Porto
  • 76. Fontes Bibliogáficas • http://www.cavesvinhodoporto.com/cockburns.h tml • http://www.viajecomigo.com/2014/01/19/caves- de-vinho-do-porto/ • http://www.skyscrapercity.com/showthread.php ?t=1682068 • http://www.visitporto.travel/visitar/paginas/viag em/DetalhesPOI.aspx?POI=781 • http://epicur.pt/200-anos-cockburns/ • http://www.grahams-port.com/heritage Historia da Cidade e dos Monumentos Portuenses 76 Coleção de Manuais da Universidade Sénior ContemporâneaOs Judeus no Porto História do Porto
  • 77. Fontes Bibliogáficas • http://paginas.fe.up.pt/porto- ol/jmg/98sande2.html • http://www.grahams-port.com/heritage • https://pt.wikipedia.org/wiki/Cerco_do_Porto • http://www.arqnet.pt/portal/biografias/owen.ht ml • http://www.oasrn.org/cultura.php?id=171 • http://www.arquiteturaportuguesa.pt/avenida- dos-aliados-100-anos/ • http://gisaweb.cm-porto.pt/units-of- description/documents/327510/? Historia da Cidade e dos Monumentos Portuenses 77 Coleção de Manuais da Universidade Sénior ContemporâneaOs Judeus no Porto História do Porto
  • 78. Créditos Fotográficos • www.ruioliveiraphotospot.blogspot. com • www.olhares.sapo.pt • www.greatwinecapitals.com • www.gisaweb.cm-porto.pt • www.richedwardsimagery.wordpres s.com • www.monumentosdesaparecidos.bl ogspot.com • www.kantophotomatico.blogspot.co m • www.publico.pt • http://museudodouro.pt/ • www.pt.wikipedia.org • http://static.fnac-static.com/ • www.bergbook.com • http://portoarc.blogspot.pt/ • http://www.arquiteturaportugues a.pt/avenida-dos-aliados-100- anos/ • http://doportoenaoso.blogspot.p t/2010/08/os-planos-para-o- porto-dos-almadas-aos_23.html 78
  • 79. Créditos Fotográficos • Google Maps • http://www.oportocricketclub.com/ photo-gallery.htm • http://www.oportogolfclub.com/pt/ • www.visitportoandnorth.travel • www.rutas-turisticas.com • http://www.obs.edu.pt/en/galerias/ • www.pastelsandbrushes.blogspot .com • www.flickr.com • www.panoramio.com 79
  • 80. 80 Grato pela sua atenção Artur Filipe dos Santos artur.filipe@uvigo.es www.artursantos.no.sapo.pt
  • 81. Artur Filipe dos Santos – Blogues e Redes Sociais https://www.facebook.com/arturfilipe.santos https://twitter.com/arturfilipesant https://politicsandflags.wordpress.com https://omeucaminhodesantiago.wordpress.com http://comunicacionpatrimoniomundial.blogia.com https://pt.linkedin.com/pub/artur-filipe-dos-santos/1a/aa9/b09 http://pt.slideshare.net/arturfilipesantos http://www.doyoubuzz.com/artur-filipe-dos-santos http://orcid.org/0000-0002-5635-0531 http://uvigo.academia.edu/ArturFilipedosSantos HASHTAGS: #arturfilipedossantos; #patrimoniomundial; #historiadoporto; #patrimoniocultural, #caminodesantiago; #patrimoniodahumanidade; #uscontemporanea; #vexilologia; #protocolo; #cerimonial Facebook Twitter Wordpress Wordpress Blogia Linkedin Slideshare Doyobuzz ORCID Academia.edu