Da União Ibérica a Restauração da Independência de Portugal     Realizado por: Maria de Fátima 8ºA Nº8
Índice  A união Ibérica  A Restauração da Independência de Portugal  Morte de Miguel Vasconcelos Monumento dos Restauradores Palácio da Independência
A Restauração da independência de Portugal    A insatisfação dos portugueses começou a crescer, pois Filipe II de Portugal  nomeou castelhanos para órgãos do governo de Portugal.     E, com Filipe III de Portugal, o domínio espanhol revelou-se mais prejudicial aos interesses económicos e políticos portugueses.    Houve perdas territoriais devidas a ataques holandeses e ingleses, aumento de impostos para suportar as despesas militares espanholas.
A União Ibérica    A Espanha, desenvolvendo simultaneamente o comércio dos produtos americanos e o das riquezas do oriente, tornava-se a maior potência colonial marítima da segunda metade do século XVI.     A crise de sucessão ao trono, provocada pelo desaparecimento  de D. Sebastião em Alcácer Quibir, permitiu a Filipe II, rei de Espanha, apresentar-se como candidato natural ao trono português, apesar da existência de outros candidatos.
   A 1 de Dezembro de1640, uma conspiração dos nobres depôs os representantes espanhóis e aclamou como rei de Portugal o duque de Bragança .    Só em1668 foi reconhecida a Independência de Portugal .
   Face a indecisão das cortes portuguesas que decidiam sobre os destinos das coroa, invadiu o território português, submeteu os outros candidatos e obteve das cortes de tomar a sua aclamação como rei de Portugal – Filipe I de Portugal.    Consumou-se, assim, a união das duas coroas ibéricas em 1580.    No entanto o rei prometeu que Portugal mantinha os seus poros, liberdades, usos e costumes.
   A 12 de Outubro começa a juntar-se na casa de D. Antão de Almada, junto ao convento de são Domingos, um grupo de conjurados de que ao inicio  faziam parte D. Miguel de Almeida, D. Francisco e de D. Jorge de Melo, Pedro de Mendonça e António Saldanha, e a que se junta João Pinto Ribeiro, pessoa de confiança do duque D.João, e mais tarde muitos outros.    Na noite de 29 de Novembro juntam-se pela última vez num pavilhão do jardim do palácio – hoje palácio da independência e sede da Sociedade Histórica da Independência de Portugal  - os fidalgos fieis a Portugal .
Palácio da Independência
   Entraram, embuçados e a furto, por uma porta secreta para que o segredo se mantivesse até ao fim do seu projecto. Decidiu-se que no sábado seguinte, dia 1 de Dezembro, quando soassem as nove badaladas, se dirigiriam todos ao Palácio da Ribeira para matar o traidor Miguel de Vasconcelos e tomar o poder em nome de el-rei D.João IV.    Os mais jovens mal podiam esperar. Muitos pediram a religiosos, familiares ou amigos, que rezassem pelo êxito da maravilhosa jornada que se avizinhava.    Levantaram-se cedo, prepararam-se e partiram , conforme o combinado para o Terreiro do Paço. Eram nove horas mal soou a primeira badalada, saltaram todos das respectivas carruagens e seguiram para o Paço.
Morte de Miguel Vasconcelos
   Mas enquanto se aguarda a chegada de D.João IV, que só entra na cidade na noite do dia 6, forma-se uma junta de governadores que toma as primeiras medidas que a situação impunha, de modo que se mantivesse a ordem pública e a vida corrente, ao mesmo tempo que se obtêm dinheiros e armas para defesa, e nomeia fronteiros, mais tarde confirmados pelo novo monarca, para o Minho, as Beiras e o Alentejo. Correra entretanto pelo país fora notícia da Restauração vitoriosa, sucedendo-se manifestações de júbilo e incondicional adesão à dinastia nova.
Monumento dos restauradores em Lisboa      Monumento dos Restauradores de Portugal – Ficou conhecida na História do país como Guerra da Restauração, a luta que durante 28 anos se sustentou contra a Espanha, para resgatar e assegurar a Independência de Portugal, libertando o nosso país do jugo de 60 anos que sofreu sob o domínio espanhol.  Em comemoração desta guerra, inaugurou-se a 28 de Abril de 1886, um monumento dedicado aos heróicos restauradores, na Avenida da Liberdade em Lisboa, no local a que se deu o nome de Praça dos Restauradores
Biografia     História Cronos 8.º Ano
Conclusão     Escolhi este tema porque queria saber mais sobre a Independência de Portugal.    Fiquei a saber que Portugal foi governado pelos os Espanhóis.

RestauraçãO Da IndependêNcia De Portugal

  • 1.
    Da União Ibéricaa Restauração da Independência de Portugal Realizado por: Maria de Fátima 8ºA Nº8
  • 2.
    Índice Aunião Ibérica A Restauração da Independência de Portugal Morte de Miguel Vasconcelos Monumento dos Restauradores Palácio da Independência
  • 3.
    A Restauração daindependência de Portugal  A insatisfação dos portugueses começou a crescer, pois Filipe II de Portugal nomeou castelhanos para órgãos do governo de Portugal.  E, com Filipe III de Portugal, o domínio espanhol revelou-se mais prejudicial aos interesses económicos e políticos portugueses.  Houve perdas territoriais devidas a ataques holandeses e ingleses, aumento de impostos para suportar as despesas militares espanholas.
  • 4.
    A União Ibérica A Espanha, desenvolvendo simultaneamente o comércio dos produtos americanos e o das riquezas do oriente, tornava-se a maior potência colonial marítima da segunda metade do século XVI.  A crise de sucessão ao trono, provocada pelo desaparecimento de D. Sebastião em Alcácer Quibir, permitiu a Filipe II, rei de Espanha, apresentar-se como candidato natural ao trono português, apesar da existência de outros candidatos.
  • 5.
    A 1 de Dezembro de1640, uma conspiração dos nobres depôs os representantes espanhóis e aclamou como rei de Portugal o duque de Bragança .  Só em1668 foi reconhecida a Independência de Portugal .
  • 6.
    Face a indecisão das cortes portuguesas que decidiam sobre os destinos das coroa, invadiu o território português, submeteu os outros candidatos e obteve das cortes de tomar a sua aclamação como rei de Portugal – Filipe I de Portugal.  Consumou-se, assim, a união das duas coroas ibéricas em 1580.  No entanto o rei prometeu que Portugal mantinha os seus poros, liberdades, usos e costumes.
  • 7.
    A 12 de Outubro começa a juntar-se na casa de D. Antão de Almada, junto ao convento de são Domingos, um grupo de conjurados de que ao inicio faziam parte D. Miguel de Almeida, D. Francisco e de D. Jorge de Melo, Pedro de Mendonça e António Saldanha, e a que se junta João Pinto Ribeiro, pessoa de confiança do duque D.João, e mais tarde muitos outros.  Na noite de 29 de Novembro juntam-se pela última vez num pavilhão do jardim do palácio – hoje palácio da independência e sede da Sociedade Histórica da Independência de Portugal - os fidalgos fieis a Portugal .
  • 8.
  • 9.
    Entraram, embuçados e a furto, por uma porta secreta para que o segredo se mantivesse até ao fim do seu projecto. Decidiu-se que no sábado seguinte, dia 1 de Dezembro, quando soassem as nove badaladas, se dirigiriam todos ao Palácio da Ribeira para matar o traidor Miguel de Vasconcelos e tomar o poder em nome de el-rei D.João IV.  Os mais jovens mal podiam esperar. Muitos pediram a religiosos, familiares ou amigos, que rezassem pelo êxito da maravilhosa jornada que se avizinhava.  Levantaram-se cedo, prepararam-se e partiram , conforme o combinado para o Terreiro do Paço. Eram nove horas mal soou a primeira badalada, saltaram todos das respectivas carruagens e seguiram para o Paço.
  • 10.
    Morte de MiguelVasconcelos
  • 11.
    Mas enquanto se aguarda a chegada de D.João IV, que só entra na cidade na noite do dia 6, forma-se uma junta de governadores que toma as primeiras medidas que a situação impunha, de modo que se mantivesse a ordem pública e a vida corrente, ao mesmo tempo que se obtêm dinheiros e armas para defesa, e nomeia fronteiros, mais tarde confirmados pelo novo monarca, para o Minho, as Beiras e o Alentejo. Correra entretanto pelo país fora notícia da Restauração vitoriosa, sucedendo-se manifestações de júbilo e incondicional adesão à dinastia nova.
  • 12.
    Monumento dos restauradoresem Lisboa  Monumento dos Restauradores de Portugal – Ficou conhecida na História do país como Guerra da Restauração, a luta que durante 28 anos se sustentou contra a Espanha, para resgatar e assegurar a Independência de Portugal, libertando o nosso país do jugo de 60 anos que sofreu sob o domínio espanhol. Em comemoração desta guerra, inaugurou-se a 28 de Abril de 1886, um monumento dedicado aos heróicos restauradores, na Avenida da Liberdade em Lisboa, no local a que se deu o nome de Praça dos Restauradores
  • 13.
    Biografia  História Cronos 8.º Ano
  • 14.
    Conclusão  Escolhi este tema porque queria saber mais sobre a Independência de Portugal.  Fiquei a saber que Portugal foi governado pelos os Espanhóis.