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Coaching Ontológico

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  1. 1. Estou com um problema não vejo solução. Estou em um labirinto mental! “O Coach facilita o encontro com o seu GPS!” “Com o GPS ativado, encontrando o caminho de “A” a “B”. Saindo do labirinto mental, mudando o estado emocional, mudando o modelo mental!
  2. 2. Pense em uma meta sua, um sonho, uma aspiração… O que você precisaria fazer?
  3. 3. Que competências seriam necessárias para conseguir? Quais as possíveis dificuldades ou obstáculos? Que competências seriam necessárias para vencer essas dificuldades?
  4. 4. “O Coach ajuda o Coachee a chegar de um ponto A até um B, ajudando-o a descobrir e desenvolver as competências necessárias. “Qual o caminho mais rápido do ponto A ao ponto B?
  5. 5. Por que quer isso? Para que quer isso? Qual é o seu Propósito?
  6. 6. Que tal começar hoje? Vamos lá? 
  7. 7. É um processo de aprendizagem gerando transformações pessoais. É um convite à mudança, a pensar diferente, a observar diferente, a atuar diferente. É um processo provocador e desafiante, já que requer questionar (e questionar-se) às estruturas rígidas de nossa forma. É uma metodologia, um processo que facilita encontrar mais de você em você mesmo.
  8. 8. O coaching é um processo de orientação e assessoria que auxilia as pessoas a alcançarem seus objetivos pessoais e profissionais. O coaching ontológico é um processo interativo e diferenciado que vai auxiliar você a superar seus obstáculos, por meio do uso eficaz e simultâneo da linguagem verbal, emocional e corporal, aproveitando as suas potencialidades para atingir os seus desejos, objetivos e metas. O coaching ontológico é um processo de aprendizagem, que propicia alcançar resultados mais satisfatórios em relação a questões que consideramos problemáticas e que impedem ou dificultam nosso fluir na vida. Quando transformamos o tipo de observador que somos, este processo transforma a nossa forma de estar no mundo, ao mudar nossa forma de observar podemos também mudar a nossa forma de atuar, de operar no mundo.
  9. 9. Coaching é um processo, com início, meio e fim, definido em comum acordo entre o coach (facilitador) e o coachee (cliente) de acordo com as metas desejadas. Apoia o cliente na busca pela realização de suas metas a curto, médio e longo prazo. Isso se dá através da identificação e uso de competências próprias da pessoa que até então estavam adormecidas, além do reconhecimento e superação de seus hábitos limitantes e de suas fragilidades.
  10. 10. É um processo de aprendizagem. Aprendizagem – um processo de transformação pessoal. Aprendizagem não é adquirir informações, é saber atuar com as informações adquiridas. Aprender é expandir nossa capacidade de ação efetiva. É poder fazer hoje o que não se podia ou não se sabia. É incorporar novas habilidades que tornem possível chegar a resultados ou objetivos que estavam fora de nossas possibilidades. É um processo de responsabilidade; (“Respons...(H)abili dade” Resposta, como responder - Habilidade para responder a uma situação! De atitude pessoal frente às circunstâncias do indivíduo na vida. É um processo de transformação pessoal; Cada um de nós é um observador diante da vida. Temos um modo de enxergar o mundo, de estar, de atuar, de interpretar através de nosso sistema de crenças; O processo de coaching leva a uma transformação do observador, que o possibilita a visualizar de outras maneiras, obter resultados diferentes, conhecimentos, crescimento, expansão.
  11. 11. O coaching seria a lente de aumento da lupa e inspira a pessoa a ir além do que acha que pode ir. Ver com mais clareza o que realmente se quer e o que valoriza, identificar limitações, potencializar recursos, minimizar limitações.
  12. 12. Quanto mais temporais e tempestades o carvalho enfrenta, mais forte ele fica e suas raízes naturalmente se aprofundam cada vez mais na terra e seu caule se torna mais robusto.
  13. 13. • Coaching • O processo • Coach • O profissional • Coachee • O cliente Corpo LinguagemEmoção DomíniosTermos Processo de Coaching • Desenvolver estratégias para atingir metas e objetivos. • Colaborar com o cliente para que este seja gestor de sua própria vida. Ontologia da Linguagem • Quando eu falo do outro, eu falo de mim; • Generalizações (tendência de generalizar): a gente, o mundo, são todos, nunca… Coaching se constrói por intermédio de perguntas. • Não nos ensinaram a fazer perguntas. • O mundo a todo momento está nos cobrando respostas. • Congruência nos três domínios.
  14. 14. Foco no Futuro Não julgamento (certo ou errado) Gerar ação Mudança estado emocional
  15. 15. Interpretamos os seres humanos como seres linguísticos; • A linguagem (comunicação) nos revela o tipo de seres que somos; Interpretamos que a comunicação (linguagem) gera ações; • Não só agimos de acordo como somos, como também somos de acordo como agimos: A ação gera o ser; Interpretamos que os seres humanos criam-se a si mesmos na linguagem e através dela…
  16. 16. A base filosófica do COACHING ONTOLÓGICO é a Ontologia da Linguagem, que faz uma interpretação do fenômeno humano, partindo do pressuposto que somos seres conversacionais. Nos constituímos a partir das conversas que fazemos conosco e com os outros. Essa é uma proposta pós-metafísica que vem sendo desenvolvida por Rafael Echeverría Phd, com contribuições de Fernando Flores e Michael Graves, articulando ideias de Wittgenstein, Austin, Searle, Heidegger, Buber, Maturana e Nietzsche. A Ontologia da Linguagem acredita na capacidade de transformação do ser humano e em sua participação nesse processo. Podemos construir a pessoa que desejamos ser, por meio do processo de aprendizagem. Ao aprender geramos mudanças em nossa forma de agir e pensar. Ao nos transformarmos, podemos fazer a diferença na construção do mundo.
  17. 17. O que é? – Ao que se refere? Como é? – Como se refere? Por que é? – Por que deste e não de outro modo? Para que é? – Em que ajuda e em que implica?
  18. 18. O quê – refere-se ao objeto. Como – refere-se ao sujeito que conhece o objeto. Por quê – refere-se a lógica que justifica tal conhecimento. Para quê – refere-se as implicações decorrentes do tal conhecimento.
  19. 19. O que eu sei? – Objeto: ontologia Como eu sei? – Sujeito: epistemologia Por que eu sei? – Justificativa : lógica Para que eu sei? – Cuidado: ética
  20. 20. Metafísica / Ontologia Epistemologia Lógica Axiologia (valores) Filosofia Ética Estética Estudar Filosofia é procurar por perguntas que nem sempre possuem respostas.
  21. 21. METAFÍSICA / ONTOLOGIA - Disciplina filosófica que reflete sobre a realidade, a verdade e o sentido da existência. Estudo da essência do mundo.  Ontologia (do grego ontos "ente" e logos / logia "estudo") - é a parte da filosofia que trata do ser enquanto ser. EPISTEMOLOGIA (do grego (episteme), que quer dizer conhecimento ou ciência e logia/logos = estudo, ou discurso, ou seja, estudo do conhecimento) - Disciplina filosófica que reflete sobre o conhecimento científico. Tem como objetivo a descrição e compreensão da atividade científica. LÓGICA (derivada do grego (logos), quer dizer pensamento / estudo)- Disciplina filosófica que estuda a argumentação válida. Tem como objetivo avaliar os raciocínios de modo a permitir uma fundamentação coerente das ideias. AXIOLOGIA (do grego (axios) "valor", (logia/logos) "estudo, tratado", é o estudo de valores) - reflete sobre os valores. Tem como objetivo a análise e compreensão da experiência valorativa. ÉTICA (do grego = ethos; que quer dizer caráter, modo de ser ou comportamento) - reflete sobre a dimensão ética ou política da ação humana. Tem como objetivo a análise da experiência convivencial. FILOSOFIA POLÍTICA - Disciplina filosófica que reflete sobre o direito e a política. ESTÉTICA (Filosofia da arte) - Disciplina filosófica que reflete sobre a dimensão estética da experiência humana. Tem como objetivo a compreensão da arte como uma das dimensões da ação humana. As coisas existem, os valores valem.
  22. 22. do grego μετα = depois de/além de/ entre/ através de. Φυσις (physis) = natureza ou físico é um ramo da filosofia que estuda a essência do mundo. A saber, é o estudo do ser ou da realidade. Pensar metafisicamente é pensar, sem arbitrariedade nem dogmatismo, nos mais básicos problemas da existência. “Apenas um esforço extraordinariamente obstinado para pensar com clareza." (William James).
  23. 23. Metafísica é uma das principais obras de Aristóteles e o primeiro grande trabalho sobre a própria metafísica. Examina o que pode ser afirmado sobre qualquer coisa que existe por causa de sua existência e não por causa de alguma qualidade especial que se tenha. Também aborda os diferentes tipos de causas, forma e matéria, a existência dos objetos matemáticos e Deus. O termo surge por volta de 50 a.C., quando Andrônico de Rodes (século I a.C.), ao organizar a coleção da obra de Aristóteles, dá o nome de ta metà ta physiká ao conjunto de textos que se seguiam aos da física ("metà" quer dizer além).
  24. 24. Na metafísica, Aristóteles definiu as quatro causas, explicada aqui em termos gerais: 1. Causa formal - É a forma ou essência das coisas. 2. Causa material - É a matéria de que é feita uma coisa. 3. Causa eficiente - É a origem das coisas. 4. Causa final - É a razão de algo existir.
  25. 25. O ramo central da METAFÍSICA é a ONTOLOGIA, que investiga em quais categorias as coisas estão no mundo e quais as relações dessas coisas entre si.
  26. 26. A METAFÍSICA também tenta esclarecer as noções de como as pessoas entendem o mundo, incluindo a existência e a natureza do relacionamento entre objetos e suas propriedades, espaço, tempo, causalidade, e possibilidade.
  27. 27. Digo, por exemplo, “Vejo esta casa vermelha, próxima da azul”. A ontologia indaga: O que é ver, qual a essência da visão? O que é uma casa ou qual a essência da habitação? Que é vermelho ou azul ou qual é a essência da cor? Que é ver cores? O que é a cor? Pergunto, por exemplo, “Que horas são?”. A ontologia indaga: O que é o tempo? Qual a essência da temporalidade? Pedro fala: “A cidade já está perto”. A ontologia indaga: O que é o espaço? Qual é a essência da espacialidade? Que é perto e longe? Que é distância? Antônio diz a Paulo: “Aquelas duas árvores são idênticas, mas a terceira é diferente”. A ontologia indaga: O que é identidade? E a diferença? O que é “duas” e “terceira”? Ou seja, o que é o número?
  28. 28. Ana me diz: “Ouvi uma música belíssima, não essa coisa feia que você está escutando”. A ontologia indaga: O que é a beleza e a feiúra? Existem o belo em si e o feio em si, ou beleza e feiúra são avaliações e valores que atribuímos às coisas? O que é um valor? Cecília conta a Joana: “Pedro realizou um ato generoso, protegendo a criança, mas Eugênia foi egoísta ao não ajudá-lo”. A ontologia indaga: O que é a generosidade ou o egoísmo? Existem em si e por si mesmos ou são avaliações que fazemos das ações humanas? O que é uma virtude? O que é um vício? O que é um valor?
  29. 29. Como se observa, a ontologia investiga a essência ou sentido do ente físico ou natural, do ente psíquico, lógico, matemático, estético, ético, temporal, espacial, etc. Investiga as diferenças e as relações entre eles, seu modo próprio de existir, sua origem, sua finalidade. O que é o mundo? O que é o eu ou a consciência? O que é o corpo? O que é o outro? O que é o espaço-tempo? O que é a linguagem? O que é o trabalho? A religião? A arte? A sociedade? A história? A morte? O infinito? Eis as questões da ontologia. Recupera-se, assim, a velha questão filosófica: “O que é isto que é?”, mas acrescida de nova questão: “Para quem é isto que é?”
  30. 30. Transforme os trechos abaixo em indagações ontológicas. 1) Marcelo viu que Camila não estava animada para assistir àquele filme tão interessante. 2) Carlos separou as melhores roupas que tinha e doou para o asilo que ficava perto de sua casa. 3) Daniela comprou um carro muito lindo pois o seu já estava velho. 4) A 3ª série do Colégio Presbiteriano foi ao Museu e verificou que as obras de arte expostas ali não eram tão belas quanto às obras de arte expostas no MAM- SP. 5) Carolina foi à igreja pois era uma devota fiel.
  31. 31. Maiêutica - Método Socrático - consiste na multiplicação de perguntas, induzindo o interlocutor na descoberta de suas próprias verdades e na conceituação geral de um objeto. Consiste em mostrar, mediante o diálogo, que em um debate racional sobre qualquer tema, os interlocutores assumem uma posição de igualdade e, com muito esforço e honestidade, procuram construir conjuntamente um conhecimento preciso acerca do tema em discussão. Quem pergunta: Quem responde: Não afirma nada; Não duela com o outro; Busca a contradição; Auxilia o outro a criar verdade universais; Deve ficar mais atento no que é dito pelo outro; Não induz as respostas. Busca respostas mais universais; É levado a refletir sobre aquilo que diz; Não duela com o outro; Cria novas ideias; Produz pensamentos autênticos; Descarta o aparente e busca o essencial.
  32. 32. É importante extrair do coachee o que ele está pensando, em vez de dizer o que o coach acredita que ele está pensando. As perguntas devem fazer o cliente mudar pensamentos ou levar a auto descobertas. Questionamento Sistemático - Perguntas: De memória: Quando isso aconteceu pela primeira vez? De tradução: O que isto significa para você? Como você entende.. De interpretação: Esta situação se parece de alguma maneira com o que aconteceu no seu trabalho? De aplicação: Como você pensa que poderia resolver este problema? De análise: Que evidências você tem? Qual você pensa ser a causa de...? De síntese: Então o que significa para você ser médico? De evolução: O que você espera?
  33. 33. Perguntas: Você já esteve em situação semelhante antes? O que você fez? Quais foram as conseqüências? O que você sabe hoje que você não sabia antes? Como você aconselharia um amigo lhe contasse uma situação semelhante? Perguntas para Registro: 1) Situação: Onde? Quando? Quem? 2) Pensamentos Automáticos: O que nessa situação fez você se sentir assim? O que isso diz a respeito de você? O que isso significa sobre você? Sua vida? Qual a pior coisa que poderia acontecer se isso fosse verdadeiro? O que significa para você os outros perceberem isso sobre você? O que significa para os outros? Você teve imagens, recordações ligadas a essas emoções?
  34. 34. Para obter evidências de que algo não é 100% verdadeiro: Você teve alguma experiência que mostrou que esse pensamento não é 100% verdadeiro? Se seu melhor amigo chegasse a essa conclusão o que você diria a ele? Se um amigo seu soubesse que você está pensando isso o que ele diria para você/como ele te convenceria disso? Quando você não está se sentindo assim, você pensa nesse tipo de situação de forma diferente? Como? Pense numa época que você estava alegre e vivenciou situação semelhante como se sentiu? Quando você se sentiu assim no passado o que você pensou que te fez sentir melhor? Cinco anos de hoje se você olhar para essa situação você acha que enxergaria de forma diferente? Como? Você está se culpando de alguma coisa sobre a qual você não tem controle?
  35. 35. ESTÁ O QUE EU JÁ SEI, O QUE EU POSSO, OQUE EU TENHO BRECHA DE APRENDIZAGEM POSSO, SOU CAPAZ, QUERO DESENVOLVER NOVAS HABILIDADES! “Coaching é o processo através do qual o couchee diminui as brechas entre dois pontos.” MOMENTO 1 MOMENTO 2 ESTADO DE INSATISFAÇÃO, DE INDECISÃO, DE INSEGURANÇA! O QUE FAZER? COMO FAZER? QUERO APRENDER! (Fonte: Livro - A Arte de Soprar Brasas. Leonardo Wolk).
  36. 36. Conforto Expansão Medo / Pânico Sair da zona de conforto. Aprender é, um processo, uma ação de se mover do conforto do conhecido até uma zona de desconforto frente ao desconhecido.
  37. 37. Zona de Conforto Sente seguro e familiarizado(a). Zona do Medo Zona da Aprendizagem Tem medo de mudar Acredita que não pode fazer Se deixa afetar pela opinião alheia Superação Crescimento Lidar com desafios e problemas Desenvolver novas habilidades Ampliar zona de conforto Metas Objetivos Desejos Sonhos Aspirações Ampliar os horizontes
  38. 38. Eu já sei; Eu não necessito saber isso; Eu não quero saber isso; Eu não posso saber isso; Dificuldade em declarar “não sei”; Querer ter tudo claro o tempo todo; Julgar tudo o tempo todo; Não escutar ativamente; Não tenho tempo; Não autorizar ninguém a me ensinar; Acreditar que saber e verdade são sinônimos; Confundir saber com ter a informação; Ter uma atitude de quem sabe tudo e não precisa aprender. (Fonte: Livro - A Arte de Soprar Brasas. Leonardo Wolk).
  39. 39. • Aumento da satisfação pessoal; • Desenvolvimento da liderança; • Melhoria da visão de negócio; • Superação de barreiras emocionais; • Mudanças comportamentais; • Maior engajamento pessoal e profissional; • Desenvolvimento de novas habilidades; • Sentimento de propósito e autorealização; • Alinhamento das metas e objetivos com a missão de vida; • Maior sentido de realização e propósito; • Melhorar os relacionamentos; • Atingir (obter, alcançar) resultados satisfatórios; • Aprender novas formas de não só comunicar suas ideias, mas de compreender outros modelos de comunicação em um contexto inteiramente novo; • Desenvolver a auto estima positiva, aumentando o nível de autoconfiança; • Ter uma vida equilibrada; • Maior conexão com o mundo de forma sistêmica. Alcançar mais com menos esforço; • Desenvolver habilidades para o enfrentamento de obstáculos e desafios. Benefícios do Coaching Ontológico
  40. 40. Coaching: empresarial, executivo, de carreira, esportivo, financeiro, estudantil, Life Coaching, de equipes e coaching para crises pontuais (vestibular, aposentadoria, gestação, menopausa, períodos pós- doenças, adolescência).
  41. 41. Fazer julgamentos sobre o cliente; Dar conselhos; Emitir opiniões; Interpretar ou conduzir a fala do cliente; Fazer perguntas contaminadas. Contaminar as perguntas dirigidas ao cliente com os seus próprios pressupostos. Induzir crenças; Comprar brecha do coachee; Quebrar confiabilidade; O Coaching Ontológico não critica, não menospreza, não julga, não dá conselhos, não dá opinião, não mostra o caminho. O coaching ajuda a descobrir o caminho.
  42. 42. O lado bom todos nós mostramos, de príncipe ou princesa, mas ninguém mostra o seu lado sapo.
  43. 43. Atingir metas e objetivos; Produzir conforto emocional; Promover o bem estar; Ser catalisador de mudanças de comportamento; Colaborar com o cliente para que este seja gestor de sua própria vida.
  44. 44. Estado Atual Estado Desejado A B EA+R=ED Estado Atual + Recursos = Estado Desejado
  45. 45. BUSCAR RECURSOS: • Ex.: O saber, conhecimento, experiências, habilidades, recursos materiais, etc; IDENTIFICAR LIMITAÇÕES: • Comportamentos Inapropriados; • Emoções Negativas; • Pensamentos Limitantes; IDENTIFICAR E MINIMIZAR OS SABOTADORES: • Nos levam a querer ficar na zona de conforto; • Emperramos na indecisão por incerteza e medo do que vamos encontrar pela frente, como também o que teremos de abrir mão ao decidir por “X” e não por “Y”.
  46. 46. O quanto falta.O quanto você já andou. O quanto você evolui. Cada dia você dá um passo, vence uma etapa.
  47. 47. Conhecimento: • O Saber Habilidade: • Uso real do conhecimento; • Saber fazer; • Treino e Repetição; Atitude: • Ação; • Pro-atividade; • Querer fazer; Que competências você precisa para atingir sua meta?
  48. 48. Conhecimento Habilidade Atitude É toda base teórica e experiência adquirida que se aprende no decorrer da vida, nas escolas, em treinamentos, cursos, vivências cotidianas, etc. É como se utiliza todo o conhecimento com os talentos, características pessoais, para ser diferenciado naquilo que se faz, como dedicação e disciplina. É o jeito de atuar. É como a pessoa está disposta a lidar com todos os desafios, obstáculos e oportunidades que aparecem na vida. É o que a pessoa sabe É o saber fazer É o querer fazer
  49. 49. Precisamos estar atentos e adquirir informações para estabelecermos ponto de conexão com as pessoas. Para construir relacionamento humano é preciso encontrar pontos de conexão; Pontos de conexão são interesses do comunicado (o que eles gostam, apreciam, quais são os valores deles, etc); Gostar, amar, desejar o bem.
  50. 50. O que eu falo é o que você escuta; O que eu escuto é o que você diz; O que eu vejo é o que é.
  51. 51. “Falar é uma necessidade. Escutar é uma arte.” (Johann Wolfgang von Goethe). "A arte de escutar é como uma luz que dissipa a escuridão da ignorância." (Dalai Lama). “Concede, a quem chega, a honra de o ouvir. [...] Silencia e ouve.” A escuta ativa deve ser praticada ao longo de todo o processo de Coaching.
  52. 52. 4 Etapa 7 Passos 1. Introdução 1. Permissão – Pedido do Coachee; Geração de contexto; 2. Exploração - Compreensão - Interpretação 2. Focalização do problema e da brecha, fixação de metas; • Checar o problema; • Focalizando a brecha entre intenções e resultados; 3. Explorando a realidade atual (o que está ocorrendo?); • Checar as observações e julgamentos do coachee; • Checar os fatos e opiniões; • Checar os modelos mentais e o sistema de crenças do coachee; • Explorar as emoções do coachee. Investigar as razões por detrás das emoções. Checando a história da emoção; • Investigar a coluna esquerda e desintoxicá-la (comunicação autêntica); 4. Buscando brechas interpretativas; • Assumindo responsabilidade; reconhecimento dos julgamentos; reinterpretando crenças; • Checar os fundamentos (escada de inferências); • Verificando conversas de juízos internos; • Checar a Coluna esquerda e quais suas consequências; • Compreendendo as preocupações e os interesses do coachee; 5. Diagramando os cursos de ação; • Explorando alternativas e possibilidades de ação; • Escolhendo a ação; 3. Expansão 6. Role-playing; • Simulando e praticando com o coachee; • (Psicodrama); 4. Fechamento 7. Reflexões finais e fechamento; • Checando a aprendizagem; • O que será feito de diferente da próxima vez? • Checar compromissos e ações futuras; (Fonte: Livro - A Arte de Soprar Brasas. Leonardo Wolk).
  53. 53. A escada da inferência é uma ferramenta muito útil para a resolução de conflitos, pois permite organizar o raciocínio seguindo passos definidos para a tomada de decisão. Ajuda a alicerçar as perguntas. Inferir é deduzir por intermédio do raciocínio, chegar as conclusões, fazer análises mais criteriosas. Começa com a observação dos acontecimentos, a seleção dos dados e a articulação dos dados relacionados, para chegar a uma conclusão, ter uma proposta embasada e condizente para que se possa agir (ação) de forma mais sensata. Quando a pessoa já tem certa conclusão formada simplesmente através de opiniões, e não com base em fatos, se faz necessário fazer perguntas, questionamentos que a levem novamente aos degraus mais abaixo da escada de inferência: o O que exatamente aconteceu que fez com que você chegasse a esse pensamento ou a tal conclusão? o Quais são os dados que você tem para afirmar isso? o Quais são os dados que levam você a esta decisão?  Ação (quais os impactos?)  Proposta  Conclusão  Articulação dos dados relacionados  Seleção dos dados  Observação dos acontecimentos (acontecimentos observáveis).
  54. 54. 1º NÍVEL DADOS OBJETIVOS DA REALIDADE. 2ª NÍVEL VISÃO SUBJETIVA - AS INTERPRETAÇÕES. 3º NÍVEL “OS JUIZOS” - QUE OPINIÕES TEMOS. 4º NÍVEL CONCLUSÕES E DECISÕES. COMO AGIR?
  55. 55. COLUNA ESQUERDA (pensamentos e sentimentos não ditos). COLUNA DIREITA (o verbalizado, o dito). A coluna esquerda é a manifestação da emoção em sua forma primitiva, cheia de julgamentos e crenças. Algo que foi dito, mas na verdade esconde ou você está pensando outra coisa. A coluna esquerda é uma técnica para “ver” como funcionam nossos modelos mentais em situações particulares. Revela como manipulamos as situações para demonstrar nossos sentimentos e pensamentos fazendo obstáculo para a correção de uma situação contraproducente.
  56. 56. COLUNA ESQUERDA (pensamentos e sentimentos não ditos). COLUNA DIREITA (o verbalizado, o dito). Ela atrasou outra vez a entrega do relatório. Que coisa desagradável! Ela quer sabotar o projeto! Que droga! Eu sabia! Aposto que terá mil desculpas para não participar das reuniões... E ela tem uma enorme força junto ao grupo. Raios! Vou lançar uma ameaça e ver se ela se dá conta. É uma sem noção mesmo! - Desculpe‐me só pude entregar o relatório hoje. Correria. - Ah! Tudo bem. Sei como é… - Em relação às reuniões da próxima semana, estarei viajando... - Você sabe que sem sua presença a equipe não se motiva. - Mas foi uma viagem agendada há meses pelo meu gerente... - Bom... Dr. Renato, o diretor, perguntou por você. Quem avisa amigo é, querida... O que queria que tivesse acontecido (e não aconteceu)? O que impediu você de dizer o conteúdo da sua coluna da esquerda? O que acredita que teria se passado caso você tivesse dito? Que consequências negativas surgiram pelo fato de você ter ocultado os conteúdos da sua coluna da esquerda? O que acredita que o outro tinha na coluna esquerda dele(a)? Sendo capaz de “desintoxicar” sua coluna da esquerda, experimente reconstruir trechos da sua coluna da direita. Fonte: Kau Marcarenhas / Káritas Ribas e o livro - A Arte de Soprar Brasas. Leonardo Wolk.
  57. 57. Acontecimento real, comprovado; Aquilo que realmente existe; Dados mensuráveis, confirmados; Os fatos geralmente podem ser submetidos à prova: por números, documentos, registros; É o que a pessoa acha que aconteceu; É a maneira particular / pessoal de olhar um fato; Julgamento do fato; Idéia ou posição sobre algo ou alguém. Depende do ponto de vista; Sobre um mesmo fato pode haver várias opiniões; Dificulta a tomadas de decisão; Linha de raciocínio, interpretação com base nas crenças, na cultura, na experiência pessoal, carregada de prejulgamentos concebidos, de acordo com a percepção pessoal sem levar em conta uma análise mais aprofundada e os fatos que realmente determinam as decisões e consolidam as provas; Impede a construção de diálogos mais harmoniosos. Ex.: João mede 1,87m. Ex.: Maria chegou atrasada na aula. Ex.: João é alto. Ex.: Maria perdeu o interesse pelos estudos.
  58. 58. Ser sincero (sinceridade), agradável, sereno… O que está incomodando? Quais são os seus anseios, dúvidas? Qual foi a sua responsabilidade diante disto?
  59. 59. O que te incomoda neste momento? O que você gostaria que fosse diferente? Como você gostaria que fosse? Que ações você poderia colocar em prática na sua vida? Quais são os seus objetivos, intenções, motivos, desejos? Você tem clareja sobre os seus objetivos, sobre o que deseja? Quais são os obstáculos em seu caminho? Quais são suas possibilidades de ação para você alcançar suas metas? O que dá significado a sua vida? O que você busca na sua vida? O que é mais importante em sua vida? Qual o seu propósito de vida? O que faz te sentir realizado? Como você vê seu trabalho, sua família, seus amigos, o mundo atual? --------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- O que faz você pensar desta maneira? Qual a relação disto com ...? Você consegue dar um outro nome para...? O que isso que dizer? O que impede de...? Você consegue falar sobre isso? Se você já tivesse... Como seria...? “Os outros” – É muita gente / “As pessoas” – quem são? As perguntas poderosas são aquelas que geram reflexões.
  60. 60. Emoção História Pode pedir TRISTEZA Algo mau ocorreu; Algo querido se perdeu; Uma possibilidade se fechou; Introspecção; Choro; Reconhecer e aceitar a perda; MEDO Algo mau pode ocorrer; Alguém querido está em risco; Ameaça de fim de possibilidades; Esquiva e/ou compreensão com ressignificação seguida ou não de enfrentamento; RAIVA ABORRECIMENTO Algo mau ocorreu e não deveria ter ocorrido; Um limite ou um padrão considerado justo foi transgredido; Uma promessa foi quebrada; Reclamação efetiva. CULPA Eu fiz algo que não deveria ter feito; Alguns limites foram transgredidos por mim; gerando conseqüências indesejadas; Reparação; Perdão; Desculpas Efetivas. ALEGRIA Algo bom ocorreu; Uma nova possibilidade se abriu; Algo desejado foi obtido; Celebração; Entusiasmo; ENTUSIASMO Oportunidade de abertura de novas possibilidades; Algo bom pode ocorrer; Preparar-se para obter algo desejado; Preparar-se para obter algo desejado; GRATIDÃO Algo bom ocorreu e não teria que ocorrer necessariamente; Combinação de alegria com entusiasmo; Com o julgamento de que alguém colaborou para o ocorrido; Agradecimento; Doação; Reconhecimento, Opção (falar da Coluna Esquerda); ORGULHO Agradecimento feito a si mesmo devido a um elevado sentimento de dignidade pessoal; Foi feito algo de bom e valioso para si ou para outra pessoa ou ser; Auto reconhecimento;
  61. 61. Alegações Produtivas – argumentar, declarar algo, apresentar uma idéia de forma coerente); Indagações Produtivas (questionamentos / dúvidas); Pedidos Efetivos; Respostas possível ao pedido:  “solicitar melhores esclarecimentos.” Um pedido mais bem feito; Desculpas Efetivas; Reclamações Efetivas.
  62. 62. Objetivos e Metas Valores e Princípios Missão Visão Sucesso Resultado determinam a determinam a Sucesso é obter resultados, é alcançar a vitória e está associado a dois fatores. Portanto, ações de sucesso são aquelas que estão alinhadas com a missão e estão direcionadas para o alcance dos objetivos e metas. Esta é a razão de existir do Coaching - entender o processo de interrelação dos fatores que estão influenciando o comportamento em dado momento, discriminá-los e fazer com que estejam orientados e alinhados à realização dos objetivos e metas que levarão a pessoa a atingir o seu melhor dentro da sua estrutura de valores. Após a fixação dos objetivos e metas o processo de Coaching irá analisar os fatores comportamentais presentes na ação do indivíduo, visando a eliminação de bloqueios que impeçam a obtenção dos resultados esperados para a condição ideal. O processo de coaching identifica os bloqueios e procura impedir que eles sejam limitadores das ações. Razão de existir.
  63. 63. Competências: Conhecimentos Habilidades Atitudes Perfil psicológico: Sentimentos Pensamentos Intuições Sensações Inteligência emocional Auto gerenciamento Auto conhecimento Motivação Empatia Habilidades sociais Necessidades: Auto realização Status Afeto Segurança Fisiológicas Modelo mental: Identidade Crenças Capacidades Comportamentos Ambiente
  64. 64. Barreiras Reação / Resistência Como Ajudar? Mudança; Dificuldade; Imprevisto; Estresse; Pensar Dúvida Não consegue enxergar com clareza a nova situação / solução. Esclarecendo: Localizar pontos de dúvida e garantir a formação de imagem completa do conteúdo. Informar, criar possibilidades de discussão e compreensão. Sentir Desconfiança Ansiedade / Insegurança / hesitação. Apoiando: Apoiar e criar alternativas para recuperar o sentimento de segurança e confiança. Querer / Agir Medo Paralização. Não consegue concretizar a ação esperada necessária. Sente ameaça a nível mais profundo. Dando Condições: Levar a ação, eliminando ameaças. Prover condições necessárias;
  65. 65. O mais importante não é o que as pessoas fazem conosco, mas o que nós fazemos com o que as pessoas fazem conosco. O mais importante não é o que nos acontece, mas o que nós fazemos com o que nos acontece. (Jean-Paul Sartre).
  66. 66. “A Glória de Deus é ocultar-se A glória dos sábios é buscar (desvendar).” (Provérbios, 25:5). A evolução é o processo de desvendamento. A medida que progredimos, mais luz se faz na nossa consciência, no nosso coração. A nossa visão se amplia. Aquilo que estava oculto se revela. Trazer à luz, desvendar o que está oculto.
  67. 67. "A gratidão é a mais agradável das virtudes; não é no entanto a mais fácil. Há prazeres difíceis ou raros, que nem por isso são menos agradáveis. A gratidão é um segundo prazer, que prolonga o primeiro, como um eco de alegria à alegria sentida, como uma felicidade a mais." (André-Comte Sponville).

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