O documento discute como a mediunidade é um dom divino que deve ser praticado gratuitamente para beneficiar os outros. Ele explica que médiuns recebem a capacidade de se comunicar com espíritos para levar luz e consolo às pessoas, não para vender esses dons ou usá-los para ganho próprio. A mediunidade depende dos espíritos e não pode ser garantida ou usada como meio de subsistência.