SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 2
Baixar para ler offline
Consulte sempre um Médico Veterinário.
www.vallee.com.br
NO LEITE,
TEMPO É DINHEIRO.
Quem acompanha o dia a dia do produtor de leite
sabe que o controle da mastite deve ser rápido e eficaz.
A Vallée tem a linha mais completa para o controle da doença.
Linha Leite Vallée.
Retorno na velocidade que seu negócio exige.
Disponíveis nas melhores lojas
e revendas agropecuárias.
/ValleeOficial/ValleeOficial 0800 882 5533@ValleeSA
Na 3ª edição do projeto “Saúde Ponto a Ponto Vallée”, você
aprende como deve ser feito o tratamento dos casos clínicos
de mastite, de acordo com a severidade da doença.
Acompanhe!
Uma das principais ferramentas para o combate de infecções intramamárias
é o uso de antibióticos e antimicrobianos. Para que o protocolo de tratamento
seja efetivo, no entanto, é imprescindível que o produtor identifique
corretamente os sinais clínicos da doença. De acordo com a severidade
com que acomete o animal, a mastite pode ser classificada em três níveis:
grau 1, 2 ou 3. Quanto mais precoce for a identificação do caso clínico,
maiores as chances de cura do animal.
SAÚDE
Junho-2015 |Tratamento imediato
	 dos casos clínicos de mastite
3
2 antibióticos
1 anti-inflamatório
Encarte 3º ponto.indd 2 5/22/15 15:23
Identificação do caso clínico Faça a aplicação correta do intramamário
Mastite - Grau 1
Alterações visíveis no leite, com a
presença de grumos.A vaca não
apresenta inchaço, dor, vermelhidão
no úbere ou qualquer alteração
em seu estado clínico geral.
Mastite - Grau 2
Alterações visíveis no leite e na
glândula mamária. O úbere
apresenta vermelhidão,
dor, inchaço e aumento da
temperatura.
Mastite - Grau 3
Alterações visíveis no leite, na
glândula mamária e no estado clínico
geral.A vaca se mostra prostrada,
desidratada e pouco se alimenta.
Escolha produtos com embalagem
descartável e que tenham cânula curta
(inserção parcial). O emprego de cânula
longa (imersão total) para o tratamento
de mastite é desaconselhável porque
pode provocar lesões no canal do teto
(esfíncter), aumentando o risco da entrada
de micro-organismos na glândula mamária,
em especial aqueles patógenos aderidos
à parede do teto.
SAÚDE
Fique de olho!
3
Para saber qual o tratamento mais adequado, é preciso, inicialmente, identificar o grau de severidade
em que a doença acomete os animais.
Tipo de patógeno causador
A taxa de cura obtida com tratamento de mastites causadas
por Staphylococcus aureus é bastante baixa, enquanto infecções
causadas por Streptococcus agalactiae respondem bem
ao tratamento.
Duração da infecção
Quanto mais rápida a identificação do quadro clínico
de mastite e o início do tratamento, maiores são as chances
de cura.
Estágio da lactação
Vacas em início de lactação apresentam, via de regra,
chances maiores de cura do que as em final de lactação.
Idade da vaca Animais jovens têm maior probabilidade de cura.
Gravidade da infecção
A identificação precisa dos sintomas é de extrema
importância, pois permite a adoção do protocolo
de tratamento mais adequado.
Fonte: Livro: “Estratégias para Controle de Mastite e Melhoria da Qualidade do Leite”. Adaptação Vallée.
Imagem meramente ilustrativa
Protocolo de tratamento para mastite clínica em vacas em lactação
Severidade da infecção
Tipo de medicamento
Intramamário Antibiótico injetável Terapia de suporte
Mastite - Grau 1
Aplicar 1 bisnaga de Masticine L
no teto afetado a cada 12h, no total
de 3 aplicações.
Mastite - Grau 2
Aplicar 1 bisnaga de Masticine L
no teto afetado a cada 12h, no total
de 3 aplicações.
Aplicar 1 mL/20kg de peso vivo
por via intramuscular de Pronto Pen
durante 3 dias.
Mastite - Grau 3
Aplicar 1 bisnaga de Masticine L
no teto afetado a cada 12h, no total
de 3 aplicações.
Aplicar medicamento para infecção
sistêmica*.
Aplicar 1 mL/50 kg de peso vivo
de Vetflogin por via intramuscular
durante 3 dias consecutivos.
Aplicar 1000 mL de Bioxan por via
intravenosa.
Aplicar 100 mL de Hepatoxan
por via intravenosa durante 3 dias
consecutivos.
*Protocolo de tratamento para infecção sistêmica
Aplicar 1 mL/50 kg de peso vivo de Bioxell por via intramuscular durante 3 dias consecutivos.
1 - Teste da caneca
Teste da caneca de fundo preto para a identificação
de todos os casos clínicos de mastite.
2 - Esgotar o leite
Identificado o caso clínico da doença, esgota-se
o leite da vaca (em todos os tetos).
3 - Desinfecção do teto afetado
Imersão do teto afetado em solução desinfetante
(por 30 segundos). O objetivo é eliminar ao
máximo os agentes causadores da mastite.
5 - Desinfecção da ponta do teto
Desinfecção da ponta do teto com algodão
embebido em álcool para evitar contaminação
no interior da glândula mamária.
7 - Massagem do teto
Massagem no teto (de baixo para cima) após
aplicação do medicamento de modo a permitir
a melhor distribuição do medicamento no interior
da glândula mamária.
8 - Nova desinfecção
Imersão do teto contaminado em solução
desinfetante. O objetivo é eliminar ao máximo
os agentes causadores da mastite.
6 - Aplicação intramamária
Aplicação do medicamento via intramamária.
4 - Secagem
Secagem do teto com papel-toalha descartável.
A identificação do agente
causador da mastite auxilia
a elaborar a melhor estratégia
de tratamento.
A taxa de cura da mastite durante a lactação depende de alguns fatores:
Bactérias no interior da glândula mamáriaBactérias no interior da glândula mamária
CÂNULA CURTA CÂNULA LONGA
Encarte 3º ponto.indd 3 5/22/15 15:23

Mais conteúdo relacionado

Semelhante a Encarte 3º ponto_af

Como reduzir a taxa de mortalidade de suínos
Como reduzir a taxa de mortalidade de suínosComo reduzir a taxa de mortalidade de suínos
Como reduzir a taxa de mortalidade de suínosRafael Portinho
 
Abordagem inovadora no tratamento das mastites
Abordagem inovadora no tratamento das mastitesAbordagem inovadora no tratamento das mastites
Abordagem inovadora no tratamento das mastitesAgriPoint
 
Saladevacina 130912210756-phpapp01
Saladevacina 130912210756-phpapp01Saladevacina 130912210756-phpapp01
Saladevacina 130912210756-phpapp01Kelly Praxedes
 
TopVac, a vacina inativada contra a mastite bovina da Hipra
TopVac, a vacina inativada contra a mastite bovina da HipraTopVac, a vacina inativada contra a mastite bovina da Hipra
TopVac, a vacina inativada contra a mastite bovina da HipraAgriPoint
 
Hipra apresenta primeira vacina registrada na EMEA (Agência Européia de Medic...
Hipra apresenta primeira vacina registrada na EMEA (Agência Européia de Medic...Hipra apresenta primeira vacina registrada na EMEA (Agência Européia de Medic...
Hipra apresenta primeira vacina registrada na EMEA (Agência Européia de Medic...AgriPoint
 
Manualde antibioticoterapia
Manualde antibioticoterapiaManualde antibioticoterapia
Manualde antibioticoterapiaMalabaPalmeiras
 
Leishmaniose
Leishmaniose Leishmaniose
Leishmaniose 3a2011
 
Mastite dos bovinos: identificação, controle e prevenção
Mastite dos bovinos: identificação, controle e prevençãoMastite dos bovinos: identificação, controle e prevenção
Mastite dos bovinos: identificação, controle e prevençãoLeonardo Gravina
 
Zoetis material pdf_300317
Zoetis material pdf_300317Zoetis material pdf_300317
Zoetis material pdf_300317MilkPoint
 
Manejo de bezerros embrapa comunicado técnico
Manejo de bezerros embrapa comunicado técnicoManejo de bezerros embrapa comunicado técnico
Manejo de bezerros embrapa comunicado técnicoAgroTalento
 
Slide sist do cuidar iii
Slide sist do cuidar iiiSlide sist do cuidar iii
Slide sist do cuidar iiiLucas Boy
 
Seminário sobre Helmintos
Seminário sobre HelmintosSeminário sobre Helmintos
Seminário sobre HelmintosÁgatha Mayara
 
Guia PráTico Sobre Leishmaniose
Guia PráTico Sobre LeishmanioseGuia PráTico Sobre Leishmaniose
Guia PráTico Sobre LeishmanioseLeishmaniose Canina
 
Guia PráTico Sobre Leishmaniose
Guia PráTico Sobre LeishmanioseGuia PráTico Sobre Leishmaniose
Guia PráTico Sobre LeishmanioseLeishmaniose Canina
 

Semelhante a Encarte 3º ponto_af (20)

Como reduzir a taxa de mortalidade de suínos
Como reduzir a taxa de mortalidade de suínosComo reduzir a taxa de mortalidade de suínos
Como reduzir a taxa de mortalidade de suínos
 
Abordagem inovadora no tratamento das mastites
Abordagem inovadora no tratamento das mastitesAbordagem inovadora no tratamento das mastites
Abordagem inovadora no tratamento das mastites
 
Saladevacina 130912210756-phpapp01
Saladevacina 130912210756-phpapp01Saladevacina 130912210756-phpapp01
Saladevacina 130912210756-phpapp01
 
TopVac, a vacina inativada contra a mastite bovina da Hipra
TopVac, a vacina inativada contra a mastite bovina da HipraTopVac, a vacina inativada contra a mastite bovina da Hipra
TopVac, a vacina inativada contra a mastite bovina da Hipra
 
Hipra apresenta primeira vacina registrada na EMEA (Agência Européia de Medic...
Hipra apresenta primeira vacina registrada na EMEA (Agência Européia de Medic...Hipra apresenta primeira vacina registrada na EMEA (Agência Européia de Medic...
Hipra apresenta primeira vacina registrada na EMEA (Agência Européia de Medic...
 
Topvac
TopvacTopvac
Topvac
 
Manualde antibioticoterapia
Manualde antibioticoterapiaManualde antibioticoterapia
Manualde antibioticoterapia
 
Cuidados com bezerros
Cuidados com bezerrosCuidados com bezerros
Cuidados com bezerros
 
Leishmaniose
Leishmaniose Leishmaniose
Leishmaniose
 
Leishmaniose visceral
Leishmaniose visceralLeishmaniose visceral
Leishmaniose visceral
 
SaúDe Coletiva ImunizaçãO Parte 2
SaúDe Coletiva ImunizaçãO Parte 2SaúDe Coletiva ImunizaçãO Parte 2
SaúDe Coletiva ImunizaçãO Parte 2
 
Mastite dos bovinos: identificação, controle e prevenção
Mastite dos bovinos: identificação, controle e prevençãoMastite dos bovinos: identificação, controle e prevenção
Mastite dos bovinos: identificação, controle e prevenção
 
Zoetis material pdf_300317
Zoetis material pdf_300317Zoetis material pdf_300317
Zoetis material pdf_300317
 
Manejo de bezerros embrapa comunicado técnico
Manejo de bezerros embrapa comunicado técnicoManejo de bezerros embrapa comunicado técnico
Manejo de bezerros embrapa comunicado técnico
 
Slide sist do cuidar iii
Slide sist do cuidar iiiSlide sist do cuidar iii
Slide sist do cuidar iii
 
Encarte 6º ponto_af
Encarte 6º ponto_afEncarte 6º ponto_af
Encarte 6º ponto_af
 
Seminário sobre Helmintos
Seminário sobre HelmintosSeminário sobre Helmintos
Seminário sobre Helmintos
 
Guia PráTico Sobre Leishmaniose
Guia PráTico Sobre LeishmanioseGuia PráTico Sobre Leishmaniose
Guia PráTico Sobre Leishmaniose
 
Guia PráTico Sobre Leishmaniose
Guia PráTico Sobre LeishmanioseGuia PráTico Sobre Leishmaniose
Guia PráTico Sobre Leishmaniose
 
Parte escrita mastite
Parte escrita mastiteParte escrita mastite
Parte escrita mastite
 

Mais de Renato Villela (20)

Controle certeiro f2
Controle certeiro f2Controle certeiro f2
Controle certeiro f2
 
Mulheres agronegocio
Mulheres agronegocio Mulheres agronegocio
Mulheres agronegocio
 
Controle certeiro f1
Controle certeiro f1Controle certeiro f1
Controle certeiro f1
 
Professor iveraldo
Professor iveraldoProfessor iveraldo
Professor iveraldo
 
Coccidiose
CoccidioseCoccidiose
Coccidiose
 
Forum inovacao saudeanimal
Forum inovacao saudeanimalForum inovacao saudeanimal
Forum inovacao saudeanimal
 
Rotacionado
RotacionadoRotacionado
Rotacionado
 
Energia eletrica bombeamento
Energia eletrica bombeamentoEnergia eletrica bombeamento
Energia eletrica bombeamento
 
Cure o umbigo
Cure o umbigoCure o umbigo
Cure o umbigo
 
Muito alem da ilp
Muito alem da ilpMuito alem da ilp
Muito alem da ilp
 
Pg 34
Pg 34Pg 34
Pg 34
 
Tristeza
TristezaTristeza
Tristeza
 
Balanço
BalançoBalanço
Balanço
 
Cigarrinha
CigarrinhaCigarrinha
Cigarrinha
 
Bvd linkedin
Bvd linkedinBvd linkedin
Bvd linkedin
 
Bvd linkedin
Bvd linkedinBvd linkedin
Bvd linkedin
 
Especial confinamento cerca elétrica
Especial confinamento cerca elétricaEspecial confinamento cerca elétrica
Especial confinamento cerca elétrica
 
Higiene para evitar abscessos
Higiene para evitar abscessosHigiene para evitar abscessos
Higiene para evitar abscessos
 
Mosca dos chifres
Mosca dos chifresMosca dos chifres
Mosca dos chifres
 
Aftosa julho
Aftosa julhoAftosa julho
Aftosa julho
 

Encarte 3º ponto_af

  • 1. Consulte sempre um Médico Veterinário. www.vallee.com.br NO LEITE, TEMPO É DINHEIRO. Quem acompanha o dia a dia do produtor de leite sabe que o controle da mastite deve ser rápido e eficaz. A Vallée tem a linha mais completa para o controle da doença. Linha Leite Vallée. Retorno na velocidade que seu negócio exige. Disponíveis nas melhores lojas e revendas agropecuárias. /ValleeOficial/ValleeOficial 0800 882 5533@ValleeSA Na 3ª edição do projeto “Saúde Ponto a Ponto Vallée”, você aprende como deve ser feito o tratamento dos casos clínicos de mastite, de acordo com a severidade da doença. Acompanhe! Uma das principais ferramentas para o combate de infecções intramamárias é o uso de antibióticos e antimicrobianos. Para que o protocolo de tratamento seja efetivo, no entanto, é imprescindível que o produtor identifique corretamente os sinais clínicos da doença. De acordo com a severidade com que acomete o animal, a mastite pode ser classificada em três níveis: grau 1, 2 ou 3. Quanto mais precoce for a identificação do caso clínico, maiores as chances de cura do animal. SAÚDE Junho-2015 |Tratamento imediato dos casos clínicos de mastite 3 2 antibióticos 1 anti-inflamatório Encarte 3º ponto.indd 2 5/22/15 15:23
  • 2. Identificação do caso clínico Faça a aplicação correta do intramamário Mastite - Grau 1 Alterações visíveis no leite, com a presença de grumos.A vaca não apresenta inchaço, dor, vermelhidão no úbere ou qualquer alteração em seu estado clínico geral. Mastite - Grau 2 Alterações visíveis no leite e na glândula mamária. O úbere apresenta vermelhidão, dor, inchaço e aumento da temperatura. Mastite - Grau 3 Alterações visíveis no leite, na glândula mamária e no estado clínico geral.A vaca se mostra prostrada, desidratada e pouco se alimenta. Escolha produtos com embalagem descartável e que tenham cânula curta (inserção parcial). O emprego de cânula longa (imersão total) para o tratamento de mastite é desaconselhável porque pode provocar lesões no canal do teto (esfíncter), aumentando o risco da entrada de micro-organismos na glândula mamária, em especial aqueles patógenos aderidos à parede do teto. SAÚDE Fique de olho! 3 Para saber qual o tratamento mais adequado, é preciso, inicialmente, identificar o grau de severidade em que a doença acomete os animais. Tipo de patógeno causador A taxa de cura obtida com tratamento de mastites causadas por Staphylococcus aureus é bastante baixa, enquanto infecções causadas por Streptococcus agalactiae respondem bem ao tratamento. Duração da infecção Quanto mais rápida a identificação do quadro clínico de mastite e o início do tratamento, maiores são as chances de cura. Estágio da lactação Vacas em início de lactação apresentam, via de regra, chances maiores de cura do que as em final de lactação. Idade da vaca Animais jovens têm maior probabilidade de cura. Gravidade da infecção A identificação precisa dos sintomas é de extrema importância, pois permite a adoção do protocolo de tratamento mais adequado. Fonte: Livro: “Estratégias para Controle de Mastite e Melhoria da Qualidade do Leite”. Adaptação Vallée. Imagem meramente ilustrativa Protocolo de tratamento para mastite clínica em vacas em lactação Severidade da infecção Tipo de medicamento Intramamário Antibiótico injetável Terapia de suporte Mastite - Grau 1 Aplicar 1 bisnaga de Masticine L no teto afetado a cada 12h, no total de 3 aplicações. Mastite - Grau 2 Aplicar 1 bisnaga de Masticine L no teto afetado a cada 12h, no total de 3 aplicações. Aplicar 1 mL/20kg de peso vivo por via intramuscular de Pronto Pen durante 3 dias. Mastite - Grau 3 Aplicar 1 bisnaga de Masticine L no teto afetado a cada 12h, no total de 3 aplicações. Aplicar medicamento para infecção sistêmica*. Aplicar 1 mL/50 kg de peso vivo de Vetflogin por via intramuscular durante 3 dias consecutivos. Aplicar 1000 mL de Bioxan por via intravenosa. Aplicar 100 mL de Hepatoxan por via intravenosa durante 3 dias consecutivos. *Protocolo de tratamento para infecção sistêmica Aplicar 1 mL/50 kg de peso vivo de Bioxell por via intramuscular durante 3 dias consecutivos. 1 - Teste da caneca Teste da caneca de fundo preto para a identificação de todos os casos clínicos de mastite. 2 - Esgotar o leite Identificado o caso clínico da doença, esgota-se o leite da vaca (em todos os tetos). 3 - Desinfecção do teto afetado Imersão do teto afetado em solução desinfetante (por 30 segundos). O objetivo é eliminar ao máximo os agentes causadores da mastite. 5 - Desinfecção da ponta do teto Desinfecção da ponta do teto com algodão embebido em álcool para evitar contaminação no interior da glândula mamária. 7 - Massagem do teto Massagem no teto (de baixo para cima) após aplicação do medicamento de modo a permitir a melhor distribuição do medicamento no interior da glândula mamária. 8 - Nova desinfecção Imersão do teto contaminado em solução desinfetante. O objetivo é eliminar ao máximo os agentes causadores da mastite. 6 - Aplicação intramamária Aplicação do medicamento via intramamária. 4 - Secagem Secagem do teto com papel-toalha descartável. A identificação do agente causador da mastite auxilia a elaborar a melhor estratégia de tratamento. A taxa de cura da mastite durante a lactação depende de alguns fatores: Bactérias no interior da glândula mamáriaBactérias no interior da glândula mamária CÂNULA CURTA CÂNULA LONGA Encarte 3º ponto.indd 3 5/22/15 15:23