SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 27
IAR - Proteção Radiológica
Pelotas, Rio Grande do Sul
2020
• 1. O que é proteção ?
Latim “protectio”: é a ação e o efeito de proteger (resguardar, defender ou
amparar algo ou alguém)”.
2. Tange somente aos indivíduos?
Fundamentos de Proteção Radiológica
P. 05
• As Low As Reasonably Achievable
“tão baixo quanto razoavelmente exequível (executável)”
• Também conhecido como princípio da otimização
• Fundamenta que: a exposição deve manter o nível mais baixo
possível de radiação ionizante
• A exposição deve manter o nível mais baixo possível de radiação
ionizante sem que haja perda na qualidade da imagem
Princípio ALARA
P. 05
• Princípio de otimização: Princípio ALARA
• Princípio de justificação:
• Nenhuma prática de uso de fonte radioativa é aceita, se não produzir
benefícios.
• As exposições médicas de pacientes devem ser justificada (levando em
consideração os riscos e benefícios).
• É dedado a exposições de pessoas para fins de demonstração ou
treinamento.
• Princípio de limitação de doses:
• A exposição normal dos indivíduos deve ser restringida de tal modo que
nem a dose efetiva nem a dose equivalente nos órgãos ou tecidos de
interesse, causadas pela possível combinação de exposições originadas
por práticas autorizadas, excedam o limite de dose especificado
Três pilares fundamentais – C.N.E.N
P.
5-6
• NN 3.01. Diretrizes Básicas de Radioproteção. CNEN
Limites de Dose Anuais – C.N.E.N
mSv =
milisievert
P. 6
• Mulheres grávidas ocupacionalmente expostas:
“improvável que, a partir da notificação da gravidez, o feto
receba dose efetiva superior a 1 mSv durante o resto do período de
gestação”
• Indivíduos com idade inferior a 18 anos não podem estar sujeitos a
exposições ocupacionais
• Os limites de dose estabelecidos não se aplicam a exposições
médicas de acompanhantes e voluntários que eventualmente
assistem pacientes
P.
7-8
• Proteção Radiológica, ou Radioproteção, pode ser definida
como um conjunto de medidas que visam proteger o homem e o
ecossistema de possíveis efeitos indesejáveis causados pelas
radiações ionizantes.
• Para isso ela analisa:
• diversos tipos de fontes de radiação;
• diferentes radiações e modos de interação com a matéria viva ou
inerte;
• possíveis consequências e sequelas à saúde e riscos associados.
Segurança e Proteção Radiológica
P. 07
• Analisa:
• quantitativa e qualitativamente esses possíveis efeitos
• estabelecimento de normas regulatórias
• limites permissíveis
• um plano de Proteção Radiológica para as instalações que executam
práticas com radiação ionizante
• situações de emergência também devem ser definidos
• Proteção radiológica são continuamente detalhadas e atualizadas nas
publicações da International Commission on Radiological Protection,
ICRP – Comissão Internacional de Proteção Radiológica
P. 08
• Existe também a International Commission on Radiation Units
and Measurements, ICRU – Comissão Internacional de Unidades
e Medições de Radiações
• Que cuida das grandezas e unidades, seu processo de
aperfeiçoamento e atualização
• Cada país, pode ou não adotá-los parcial ou totalmente, quando do
estabelecimento de suas Normas de Proteção Radiológica
P. 09
• Posição Regulatória 3.01/008:2011 da CNEN que trata do
Programa de Monitoração Radiológica Ambiental - PMRA
• Em 2007, no capítulo 8 de sua publicação 103 ela estabeleceu
claramente como objetivos para a Proteção Radiológica do
Ecossistema, a necessidade global e esforço para:
• 1) manter a diversidade biológica;
• 2) assegurar a conservação das espécies;
• 3) proteger a saúde e o status do habitat natural, das comunidades e
ecossistemas.
Impactos no meio ambiente
P. 09
• Aumento da radioatividade nos meios físico e biológico, devido:
• a) ao aumento da concentração de radionuclídeos no meio-ambiente;
• b) à transferência e acumulação em diversos meios através de fenômenos de transporte;
• c) à bioacumulação e adsorção
• Radionuclídeos = um átomo instável que se torna mais estável com a liberação de
energia
• Bioacumulação = processo pelo qual substâncias (ou compostos químicos) são
absorvidas pelos organismos
• Adsorção = processo pelo qual átomos, moléculas ou íons são retidos na superfície
de sólidos através de interações de natureza química ou física
Avaliação do Impacto Ambiental
P. 10
• NORM = Naturally Occurring Radioactive Materials
(materiais radioativos de ocorrência natural)
• é o material radioativo que não contém quantidades significativas de
radionuclídeos, é algo natural e faz parte do nosso cotidiano o problema está
quando esse tipo de material é processado de alguma maneira.
• TENORM = Tecnollogically Enhanced Naturally Occurring Materials
(materiais tecnologicamente aprimorados que ocorrem naturalmente)
• é o material radioativo que não contém quantidades significativas de
radionuclídeos, processados na indústria.
NORM e TENORM – Setor Industrial
P. 10
• Área Controlada = finalidade de controlar as exposições normais.
acesso restrito – símbolo – monitorados - EPI
• Área Supervisionada = área para a qual as condições de
exposição ocupacional são mantidas sob supervisão.
• Área Livre = área que não seja classificada como área controlada
ou supervisionada.
Classificação das Áreas de Trabalho
P. 12
• Goiânia, Chernobyl ou Fukushima
• Convocação da população aos centros de triagem.
• Fazem as medições devem portar instrumentos sensíveis e leves.
• Os detectores mais utilizados para isto são do tipo:
Electronic Personal Dosimeter MK2
• Com detectores de silício, sensíveis à radiação X, gama e beta, e
que possuem alta sensibilidade e alcance
Sistema de Triagem de Público
P. 13
• Estes detectores medem:
• taxa de exposição (mR/h).
• taxa de dose efetiva (mSv/h).
• contagem por segundo (cps), em ampla faixa de detecção.
• Podem ser conectados a microcomputadores, e operam no modo
sonoro ou vibracional
P. 13
• (a) identiFINDER
• (b) Electronic Personal Dosemeter
• (c) Thermo RadEye PRD
P. 14
Fatores de Proteção Radiológica
P.
14-15
• TEMPO -------------------
• DISTÂNCIA -------------------
• BLINDAGEM --------------------
D1 é a taxa de dose na
distância r1 da fonte
D2 é a taxa de dose na
distância r2 da fonte.
Dose = Taxa . Tempo
A escolha do material de blindagem depende do tipo de radiação, atividade da
fonte e da taxa de dose que é aceitável fora do material de blindagem.
P.
15-16
Plano de Proteção Radiológico
P.
16-17
• Identificação.
• Função.
• Descrição da equipe.
• Descrição da atividade.
• Descrição das fontes radioativas.
• Descrição do tipo de monitoração.
• Descrição do sistema de gerência.
• Estimativa de taxas e doses dos IOE
• Treinamento e atribuições do titular da unidade.
P.
16-17
• Licenciar a atividade junto a CNEN.
• Ser responsável pela segurança e proteção.
• Reduzir possibilidades de acidentes.
• Implantar o serviço com no mínimo um supervisor.
• Manter o serviço médico adequado.
• Estabelecer acordos com unidades de emergência.
• Notificar a CNEN as ocorrências.
• Implementar um Plano Anual de Auditoria e Garantia da Qualidade
• Garantir livre acesso à instalação, dos inspetores da CNEN.
Responsável Titular da Instalação
P.
16-17
• Implementar e orientar serviços.
• Assessorar e informar o TR responsável titular da instalação.
• Fazer cumprir as normas da CNEN.
• Treinar, reciclar, orientar e avaliar a equipe.
• Designar substituto qualificado em seu impedimento.
SPR – Supervisor da Proteção
Radiológica
P. 18
• Executar as rotinas de acordo com os protocolos de trabalho
visando a segurança.
• Informar ao SPR qualquer evento anormal que possa acarretar
níveis de exposição ou risco de ocorrência de acidentes.
Responsabilidades dos IOE
P. 18
• Controle dos IOE.
• Controle das Áreas.
• Controle das Fontes de Radiação.
• Controle dos Equipamentos e manter atualizados os Registros.
Atividades do SPR
P.
18-19
• Realizar a leitura das páginas 19 até 24.
• Símbolo:
Regras Práticas e Símbolo da Rad.
Ionizante
P.
19-24
• Diretrizes Básicas de Proteção Radiológica.
• NN 3.01. Disponível em:
http://appasp.cnen.gov.br/seguranca/normas/pdf/Nrm301.pdf.
Acesso
Literatura Complementar de Estudo
P. 24
Mapa Mental
P. 24

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

2015 aula 6f dosimetria individual medicao
2015 aula 6f dosimetria individual medicao2015 aula 6f dosimetria individual medicao
2015 aula 6f dosimetria individual medicao
IPEN - CNEN / SP
 
Equipamentos e Acessórios em radioimaginologia
Equipamentos e Acessórios em radioimaginologiaEquipamentos e Acessórios em radioimaginologia
Equipamentos e Acessórios em radioimaginologia
Heraldo Silva
 

Mais procurados (20)

Proteção e Higiene das Radiações
Proteção e Higiene das RadiaçõesProteção e Higiene das Radiações
Proteção e Higiene das Radiações
 
Trabalho de proteção radiologica n 1
Trabalho de proteção radiologica   n 1Trabalho de proteção radiologica   n 1
Trabalho de proteção radiologica n 1
 
Radioproteção
RadioproteçãoRadioproteção
Radioproteção
 
Aula 03 proteção radológica
Aula 03 proteção radológicaAula 03 proteção radológica
Aula 03 proteção radológica
 
Portaria
PortariaPortaria
Portaria
 
Proteção Radiologica palestra
Proteção Radiologica palestraProteção Radiologica palestra
Proteção Radiologica palestra
 
RADIOPROTEÇÃOSALUTE.pptx
RADIOPROTEÇÃOSALUTE.pptxRADIOPROTEÇÃOSALUTE.pptx
RADIOPROTEÇÃOSALUTE.pptx
 
EQUIPAMENTOS E ACESSÓRIOS DE RADIOLOGIA
EQUIPAMENTOS E ACESSÓRIOS DE RADIOLOGIAEQUIPAMENTOS E ACESSÓRIOS DE RADIOLOGIA
EQUIPAMENTOS E ACESSÓRIOS DE RADIOLOGIA
 
AULA DE FÍSICA DAS RADIAÇÕES
AULA DE FÍSICA DAS RADIAÇÕESAULA DE FÍSICA DAS RADIAÇÕES
AULA DE FÍSICA DAS RADIAÇÕES
 
dosimetria
dosimetriadosimetria
dosimetria
 
Aplicação da densitometria óssea na osteoporose
Aplicação da densitometria óssea na osteoporoseAplicação da densitometria óssea na osteoporose
Aplicação da densitometria óssea na osteoporose
 
Medicina nuclear introdução e assuntos pertinentes à radiologia
Medicina nuclear introdução e assuntos pertinentes à radiologia Medicina nuclear introdução e assuntos pertinentes à radiologia
Medicina nuclear introdução e assuntos pertinentes à radiologia
 
Aplicações da radiação ionizante
Aplicações da radiação ionizanteAplicações da radiação ionizante
Aplicações da radiação ionizante
 
CÓDIGO DE ÉTICA DOS PROFISSIONAIS DAS TÉCNICAS RADIOLÓGICAS
CÓDIGO DE ÉTICA DOS PROFISSIONAIS DAS TÉCNICAS RADIOLÓGICASCÓDIGO DE ÉTICA DOS PROFISSIONAIS DAS TÉCNICAS RADIOLÓGICAS
CÓDIGO DE ÉTICA DOS PROFISSIONAIS DAS TÉCNICAS RADIOLÓGICAS
 
Segurança em RM
Segurança em RMSegurança em RM
Segurança em RM
 
2015 aula 6f dosimetria individual medicao
2015 aula 6f dosimetria individual medicao2015 aula 6f dosimetria individual medicao
2015 aula 6f dosimetria individual medicao
 
Equipamentos e Acessórios em radioimaginologia
Equipamentos e Acessórios em radioimaginologiaEquipamentos e Acessórios em radioimaginologia
Equipamentos e Acessórios em radioimaginologia
 
LEGISLAÇÃO RADIOLÓGICA
LEGISLAÇÃO RADIOLÓGICALEGISLAÇÃO RADIOLÓGICA
LEGISLAÇÃO RADIOLÓGICA
 
Aula de tomografia - Wendesor Oliveira
Aula de tomografia  - Wendesor Oliveira Aula de tomografia  - Wendesor Oliveira
Aula de tomografia - Wendesor Oliveira
 
História da radiologia no mundo Aula 1
História da radiologia no mundo   Aula 1História da radiologia no mundo   Aula 1
História da radiologia no mundo Aula 1
 

Semelhante a 1. Proteção Radiológica.pptx

2015 aula 02 processo de otimizacao
2015 aula 02 processo de otimizacao2015 aula 02 processo de otimizacao
2015 aula 02 processo de otimizacao
IPEN - CNEN / SP
 
Estudo sobre a portaria 453 na área de radiologia
Estudo sobre a portaria 453 na área de radiologiaEstudo sobre a portaria 453 na área de radiologia
Estudo sobre a portaria 453 na área de radiologia
daniloferreira176136
 
Proteçãoradiológica
ProteçãoradiológicaProteçãoradiológica
Proteçãoradiológica
Rayomara Lima
 
nr32slidecerto123-150827210047-lva1-app6892.pptx
nr32slidecerto123-150827210047-lva1-app6892.pptxnr32slidecerto123-150827210047-lva1-app6892.pptx
nr32slidecerto123-150827210047-lva1-app6892.pptx
FlvioSegredo
 

Semelhante a 1. Proteção Radiológica.pptx (20)

Aula10.pdf
Aula10.pdfAula10.pdf
Aula10.pdf
 
proteção radiológica portaria 453x RDC 330 (2).pdf
proteção radiológica portaria 453x RDC 330 (2).pdfproteção radiológica portaria 453x RDC 330 (2).pdf
proteção radiológica portaria 453x RDC 330 (2).pdf
 
2015 aula 02 processo de otimizacao
2015 aula 02 processo de otimizacao2015 aula 02 processo de otimizacao
2015 aula 02 processo de otimizacao
 
Estudo sobre a portaria 453 na área de radiologia
Estudo sobre a portaria 453 na área de radiologiaEstudo sobre a portaria 453 na área de radiologia
Estudo sobre a portaria 453 na área de radiologia
 
03 - AULA Proteção Radiológica e Dosimetria 2017.pdf
03 - AULA Proteção Radiológica e Dosimetria 2017.pdf03 - AULA Proteção Radiológica e Dosimetria 2017.pdf
03 - AULA Proteção Radiológica e Dosimetria 2017.pdf
 
Hemodinâmica
HemodinâmicaHemodinâmica
Hemodinâmica
 
Os cuidados e atendimentos básicos de enfermagem.pdf
Os cuidados e atendimentos básicos de enfermagem.pdfOs cuidados e atendimentos básicos de enfermagem.pdf
Os cuidados e atendimentos básicos de enfermagem.pdf
 
PROTEÇÃO RADIOLOGICA INTERVENCIONISTA.pptx
PROTEÇÃO RADIOLOGICA INTERVENCIONISTA.pptxPROTEÇÃO RADIOLOGICA INTERVENCIONISTA.pptx
PROTEÇÃO RADIOLOGICA INTERVENCIONISTA.pptx
 
aula biossegurança.pptx
aula biossegurança.pptxaula biossegurança.pptx
aula biossegurança.pptx
 
Resumo nr32
Resumo nr32Resumo nr32
Resumo nr32
 
2015 aula 09 cnen 3.01
2015 aula 09 cnen 3.012015 aula 09 cnen 3.01
2015 aula 09 cnen 3.01
 
Artigo física das radiações
Artigo física das radiaçõesArtigo física das radiações
Artigo física das radiações
 
Biossegurança
BiossegurançaBiossegurança
Biossegurança
 
Apresentação3.pptx fisica das radiaçaaooooo3
Apresentação3.pptx fisica das radiaçaaooooo3Apresentação3.pptx fisica das radiaçaaooooo3
Apresentação3.pptx fisica das radiaçaaooooo3
 
Radiologia (1).pptx
Radiologia (1).pptxRadiologia (1).pptx
Radiologia (1).pptx
 
Biossegurança de OGMs_2015.pptx099978765
Biossegurança de OGMs_2015.pptx099978765Biossegurança de OGMs_2015.pptx099978765
Biossegurança de OGMs_2015.pptx099978765
 
Proteçãoradiológica
ProteçãoradiológicaProteçãoradiológica
Proteçãoradiológica
 
Slides nr-32-seguranca-e-saude-no-trabalho-em-servicos-de-saude
Slides nr-32-seguranca-e-saude-no-trabalho-em-servicos-de-saudeSlides nr-32-seguranca-e-saude-no-trabalho-em-servicos-de-saude
Slides nr-32-seguranca-e-saude-no-trabalho-em-servicos-de-saude
 
Cnen nn-3.01
Cnen nn-3.01Cnen nn-3.01
Cnen nn-3.01
 
nr32slidecerto123-150827210047-lva1-app6892.pptx
nr32slidecerto123-150827210047-lva1-app6892.pptxnr32slidecerto123-150827210047-lva1-app6892.pptx
nr32slidecerto123-150827210047-lva1-app6892.pptx
 

Mais de PabloGabrielKdabra

Mais de PabloGabrielKdabra (20)

Aulão em Dose Triplahh Pablo kdabra.pptx
Aulão em Dose Triplahh Pablo kdabra.pptxAulão em Dose Triplahh Pablo kdabra.pptx
Aulão em Dose Triplahh Pablo kdabra.pptx
 
AULA INTRODUÇÃO A SOCIOLOGIA PABLO KDABRA.pptx
AULA INTRODUÇÃO A SOCIOLOGIA PABLO KDABRA.pptxAULA INTRODUÇÃO A SOCIOLOGIA PABLO KDABRA.pptx
AULA INTRODUÇÃO A SOCIOLOGIA PABLO KDABRA.pptx
 
SLIDE-02-FILOSOFIA-medieval KDADBRA.pptx
SLIDE-02-FILOSOFIA-medieval KDADBRA.pptxSLIDE-02-FILOSOFIA-medieval KDADBRA.pptx
SLIDE-02-FILOSOFIA-medieval KDADBRA.pptx
 
aula.pptx aula cientificismo revolução cient
aula.pptx aula cientificismo revolução cientaula.pptx aula cientificismo revolução cient
aula.pptx aula cientificismo revolução cient
 
O cemitério dos vivos (2).pptx Lima barreto
O cemitério dos vivos (2).pptx Lima barretoO cemitério dos vivos (2).pptx Lima barreto
O cemitério dos vivos (2).pptx Lima barreto
 
Poesiamodernismo fase dois. 1930 prosa e poesiapptx
Poesiamodernismo fase dois. 1930 prosa e poesiapptxPoesiamodernismo fase dois. 1930 prosa e poesiapptx
Poesiamodernismo fase dois. 1930 prosa e poesiapptx
 
ÚLTIMA AULA DE SOCIOLOGIA DO ANO.pptx aula de sociologia
ÚLTIMA AULA DE SOCIOLOGIA DO ANO.pptx aula de sociologiaÚLTIMA AULA DE SOCIOLOGIA DO ANO.pptx aula de sociologia
ÚLTIMA AULA DE SOCIOLOGIA DO ANO.pptx aula de sociologia
 
O cemitério dos vivos. Obra do grande escritor pré modernista Lima Barretopptx
O cemitério dos vivos. Obra do grande escritor pré modernista Lima BarretopptxO cemitério dos vivos. Obra do grande escritor pré modernista Lima Barretopptx
O cemitério dos vivos. Obra do grande escritor pré modernista Lima Barretopptx
 
DIREITOS HUMANOS AULA/BASE kadabra.pptx
DIREITOS HUMANOS  AULA/BASE  kadabra.pptxDIREITOS HUMANOS  AULA/BASE  kadabra.pptx
DIREITOS HUMANOS AULA/BASE kadabra.pptx
 
AULÃO DE LINGUAGENS ESPECIAL PARA VESTIBULANDOS
AULÃO DE LINGUAGENS ESPECIAL PARA VESTIBULANDOSAULÃO DE LINGUAGENS ESPECIAL PARA VESTIBULANDOS
AULÃO DE LINGUAGENS ESPECIAL PARA VESTIBULANDOS
 
Resumo do livro Clara dos Anjos, de Lima Barreto
Resumo do livro Clara dos Anjos, de Lima BarretoResumo do livro Clara dos Anjos, de Lima Barreto
Resumo do livro Clara dos Anjos, de Lima Barreto
 
LITERATURA PARA VESTIBULANDOS E CONCURSEIROS(3).pptx
LITERATURA  PARA VESTIBULANDOS E CONCURSEIROS(3).pptxLITERATURA  PARA VESTIBULANDOS E CONCURSEIROS(3).pptx
LITERATURA PARA VESTIBULANDOS E CONCURSEIROS(3).pptx
 
ANÁLISE ALGUMA POESIA KDABRA.pptx
ANÁLISE ALGUMA POESIA KDABRA.pptxANÁLISE ALGUMA POESIA KDABRA.pptx
ANÁLISE ALGUMA POESIA KDABRA.pptx
 
MODERNISMO TERCEIRA FASEaa.pptx
MODERNISMO TERCEIRA FASEaa.pptxMODERNISMO TERCEIRA FASEaa.pptx
MODERNISMO TERCEIRA FASEaa.pptx
 
ANÁLISE VIDAS SECAS (2).ppt
ANÁLISE VIDAS SECAS (2).pptANÁLISE VIDAS SECAS (2).ppt
ANÁLISE VIDAS SECAS (2).ppt
 
ANÁLISE VIDAS SECAS (2).ppt
ANÁLISE VIDAS SECAS (2).pptANÁLISE VIDAS SECAS (2).ppt
ANÁLISE VIDAS SECAS (2).ppt
 
O-MODERNISMO-E-AS-ARTES-NO-BRASIL.ppt
O-MODERNISMO-E-AS-ARTES-NO-BRASIL.pptO-MODERNISMO-E-AS-ARTES-NO-BRASIL.ppt
O-MODERNISMO-E-AS-ARTES-NO-BRASIL.ppt
 
AULA I COE.pptx
AULA I COE.pptxAULA I COE.pptx
AULA I COE.pptx
 
MODERNISMO BRASILEIRO 1 (2).pptx
MODERNISMO BRASILEIRO 1 (2).pptxMODERNISMO BRASILEIRO 1 (2).pptx
MODERNISMO BRASILEIRO 1 (2).pptx
 
AULÃO DE LINGUAGENSII.pptx
AULÃO DE LINGUAGENSII.pptxAULÃO DE LINGUAGENSII.pptx
AULÃO DE LINGUAGENSII.pptx
 

1. Proteção Radiológica.pptx

  • 1. IAR - Proteção Radiológica Pelotas, Rio Grande do Sul 2020
  • 2. • 1. O que é proteção ? Latim “protectio”: é a ação e o efeito de proteger (resguardar, defender ou amparar algo ou alguém)”. 2. Tange somente aos indivíduos? Fundamentos de Proteção Radiológica P. 05
  • 3. • As Low As Reasonably Achievable “tão baixo quanto razoavelmente exequível (executável)” • Também conhecido como princípio da otimização • Fundamenta que: a exposição deve manter o nível mais baixo possível de radiação ionizante • A exposição deve manter o nível mais baixo possível de radiação ionizante sem que haja perda na qualidade da imagem Princípio ALARA P. 05
  • 4. • Princípio de otimização: Princípio ALARA • Princípio de justificação: • Nenhuma prática de uso de fonte radioativa é aceita, se não produzir benefícios. • As exposições médicas de pacientes devem ser justificada (levando em consideração os riscos e benefícios). • É dedado a exposições de pessoas para fins de demonstração ou treinamento. • Princípio de limitação de doses: • A exposição normal dos indivíduos deve ser restringida de tal modo que nem a dose efetiva nem a dose equivalente nos órgãos ou tecidos de interesse, causadas pela possível combinação de exposições originadas por práticas autorizadas, excedam o limite de dose especificado Três pilares fundamentais – C.N.E.N P. 5-6
  • 5. • NN 3.01. Diretrizes Básicas de Radioproteção. CNEN Limites de Dose Anuais – C.N.E.N mSv = milisievert P. 6
  • 6. • Mulheres grávidas ocupacionalmente expostas: “improvável que, a partir da notificação da gravidez, o feto receba dose efetiva superior a 1 mSv durante o resto do período de gestação” • Indivíduos com idade inferior a 18 anos não podem estar sujeitos a exposições ocupacionais • Os limites de dose estabelecidos não se aplicam a exposições médicas de acompanhantes e voluntários que eventualmente assistem pacientes P. 7-8
  • 7. • Proteção Radiológica, ou Radioproteção, pode ser definida como um conjunto de medidas que visam proteger o homem e o ecossistema de possíveis efeitos indesejáveis causados pelas radiações ionizantes. • Para isso ela analisa: • diversos tipos de fontes de radiação; • diferentes radiações e modos de interação com a matéria viva ou inerte; • possíveis consequências e sequelas à saúde e riscos associados. Segurança e Proteção Radiológica P. 07
  • 8. • Analisa: • quantitativa e qualitativamente esses possíveis efeitos • estabelecimento de normas regulatórias • limites permissíveis • um plano de Proteção Radiológica para as instalações que executam práticas com radiação ionizante • situações de emergência também devem ser definidos • Proteção radiológica são continuamente detalhadas e atualizadas nas publicações da International Commission on Radiological Protection, ICRP – Comissão Internacional de Proteção Radiológica P. 08
  • 9. • Existe também a International Commission on Radiation Units and Measurements, ICRU – Comissão Internacional de Unidades e Medições de Radiações • Que cuida das grandezas e unidades, seu processo de aperfeiçoamento e atualização • Cada país, pode ou não adotá-los parcial ou totalmente, quando do estabelecimento de suas Normas de Proteção Radiológica P. 09
  • 10. • Posição Regulatória 3.01/008:2011 da CNEN que trata do Programa de Monitoração Radiológica Ambiental - PMRA • Em 2007, no capítulo 8 de sua publicação 103 ela estabeleceu claramente como objetivos para a Proteção Radiológica do Ecossistema, a necessidade global e esforço para: • 1) manter a diversidade biológica; • 2) assegurar a conservação das espécies; • 3) proteger a saúde e o status do habitat natural, das comunidades e ecossistemas. Impactos no meio ambiente P. 09
  • 11. • Aumento da radioatividade nos meios físico e biológico, devido: • a) ao aumento da concentração de radionuclídeos no meio-ambiente; • b) à transferência e acumulação em diversos meios através de fenômenos de transporte; • c) à bioacumulação e adsorção • Radionuclídeos = um átomo instável que se torna mais estável com a liberação de energia • Bioacumulação = processo pelo qual substâncias (ou compostos químicos) são absorvidas pelos organismos • Adsorção = processo pelo qual átomos, moléculas ou íons são retidos na superfície de sólidos através de interações de natureza química ou física Avaliação do Impacto Ambiental P. 10
  • 12. • NORM = Naturally Occurring Radioactive Materials (materiais radioativos de ocorrência natural) • é o material radioativo que não contém quantidades significativas de radionuclídeos, é algo natural e faz parte do nosso cotidiano o problema está quando esse tipo de material é processado de alguma maneira. • TENORM = Tecnollogically Enhanced Naturally Occurring Materials (materiais tecnologicamente aprimorados que ocorrem naturalmente) • é o material radioativo que não contém quantidades significativas de radionuclídeos, processados na indústria. NORM e TENORM – Setor Industrial P. 10
  • 13. • Área Controlada = finalidade de controlar as exposições normais. acesso restrito – símbolo – monitorados - EPI • Área Supervisionada = área para a qual as condições de exposição ocupacional são mantidas sob supervisão. • Área Livre = área que não seja classificada como área controlada ou supervisionada. Classificação das Áreas de Trabalho P. 12
  • 14. • Goiânia, Chernobyl ou Fukushima • Convocação da população aos centros de triagem. • Fazem as medições devem portar instrumentos sensíveis e leves. • Os detectores mais utilizados para isto são do tipo: Electronic Personal Dosimeter MK2 • Com detectores de silício, sensíveis à radiação X, gama e beta, e que possuem alta sensibilidade e alcance Sistema de Triagem de Público P. 13
  • 15. • Estes detectores medem: • taxa de exposição (mR/h). • taxa de dose efetiva (mSv/h). • contagem por segundo (cps), em ampla faixa de detecção. • Podem ser conectados a microcomputadores, e operam no modo sonoro ou vibracional P. 13
  • 16. • (a) identiFINDER • (b) Electronic Personal Dosemeter • (c) Thermo RadEye PRD P. 14
  • 17. Fatores de Proteção Radiológica P. 14-15
  • 18. • TEMPO ------------------- • DISTÂNCIA ------------------- • BLINDAGEM -------------------- D1 é a taxa de dose na distância r1 da fonte D2 é a taxa de dose na distância r2 da fonte. Dose = Taxa . Tempo A escolha do material de blindagem depende do tipo de radiação, atividade da fonte e da taxa de dose que é aceitável fora do material de blindagem. P. 15-16
  • 19. Plano de Proteção Radiológico P. 16-17
  • 20. • Identificação. • Função. • Descrição da equipe. • Descrição da atividade. • Descrição das fontes radioativas. • Descrição do tipo de monitoração. • Descrição do sistema de gerência. • Estimativa de taxas e doses dos IOE • Treinamento e atribuições do titular da unidade. P. 16-17
  • 21. • Licenciar a atividade junto a CNEN. • Ser responsável pela segurança e proteção. • Reduzir possibilidades de acidentes. • Implantar o serviço com no mínimo um supervisor. • Manter o serviço médico adequado. • Estabelecer acordos com unidades de emergência. • Notificar a CNEN as ocorrências. • Implementar um Plano Anual de Auditoria e Garantia da Qualidade • Garantir livre acesso à instalação, dos inspetores da CNEN. Responsável Titular da Instalação P. 16-17
  • 22. • Implementar e orientar serviços. • Assessorar e informar o TR responsável titular da instalação. • Fazer cumprir as normas da CNEN. • Treinar, reciclar, orientar e avaliar a equipe. • Designar substituto qualificado em seu impedimento. SPR – Supervisor da Proteção Radiológica P. 18
  • 23. • Executar as rotinas de acordo com os protocolos de trabalho visando a segurança. • Informar ao SPR qualquer evento anormal que possa acarretar níveis de exposição ou risco de ocorrência de acidentes. Responsabilidades dos IOE P. 18
  • 24. • Controle dos IOE. • Controle das Áreas. • Controle das Fontes de Radiação. • Controle dos Equipamentos e manter atualizados os Registros. Atividades do SPR P. 18-19
  • 25. • Realizar a leitura das páginas 19 até 24. • Símbolo: Regras Práticas e Símbolo da Rad. Ionizante P. 19-24
  • 26. • Diretrizes Básicas de Proteção Radiológica. • NN 3.01. Disponível em: http://appasp.cnen.gov.br/seguranca/normas/pdf/Nrm301.pdf. Acesso Literatura Complementar de Estudo P. 24